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Caso Clínico – “Quando o Leite Não Desce” Jéssica, 26 anos, primigesta, 23 dias de pós-parto, chega à UBS chorando e dizendo que está prestes a desistir de amamentar. Relata que seu bebê “mama o tempo todo”, chora logo após as mamadas e parece nunca estar satisfeito. A família insiste que, “se ela desse fórmula, o bebê dormiria melhor”. Durante a anamnese, você identifica: - Parto cesáreo eletivo às 38 semanas. - Separação mãe-bebê por 12 horas para observação. - Uso de bico de silicone desde o 3º dia devido a fissuras. - Impressão materna de “pouco leite”. - Mamadas muito curtas, e o bebê frequentemente dorme durante o ato. - Início precoce de mamadeira quando o bebê tinha dez dias. - Produção de leite reduzida nos últimos dias. Jéssica apresenta: - Dor aos dez minutos de mamada. - Fissuras persistentes. - Ingesta alimentar irregular e baixa hidratação. - Sinais de exaustão emocional e ansiedade. - Rede de apoio limitada (o parceiro trabalha o dia todo; sogra e mãe pressionam a oferecer fórmula). O bebê tem ganho de peso inferior ao esperado para o período. A enfermeira solicita sua intervenção imediata para
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Roberto Blasius

mês passado

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mês passado

No caso clínico apresentado, a Jéssica enfrenta dificuldades na amamentação, que podem ser abordadas com algumas intervenções imediatas: 1. Avaliação da Técnica de Amamentação: Orientar Jéssica sobre a posição correta para amamentar e como garantir que o bebê esteja pegando corretamente o peito, evitando fissuras e dor. 2. Apoio Emocional: Oferecer suporte emocional, escutando suas preocupações e validando seus sentimentos. A amamentação pode ser desafiadora, e o apoio psicológico é fundamental. 3. Educação sobre a Produção de Leite: Explicar que a produção de leite pode levar tempo e que a amamentação frequente ajuda a aumentar a produção. Incentivar a amamentação em livre demanda. 4. Hidratação e Alimentação: Orientar Jéssica a manter uma boa hidratação e alimentação adequada, pois isso é crucial para a produção de leite. 5. Rede de Apoio: Incentivar a busca por grupos de apoio à amamentação, onde ela pode encontrar outras mães e profissionais que a ajudem. 6. Evitar o Uso de Fórmula: Discutir os riscos de introduzir fórmula, especialmente se o bebê já está tendo dificuldades na amamentação. Reforçar a importância do aleitamento materno exclusivo, se possível. 7. Consulta com Profissional de Saúde: Se necessário, encaminhar Jéssica para um especialista em lactação para uma avaliação mais detalhada. Essas intervenções podem ajudar a melhorar a situação de Jéssica e do bebê, promovendo uma experiência de amamentação mais positiva.

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