Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma para identificar a fragilidade apontada na prática do terapeuta ocupacional recém-formado: A) A dificuldade em utilizar instrumentos de avaliação, pois a goniometria e o teste de força não são considerados instrumentos. - Esta afirmação é incorreta, pois goniometria e testes de força são, sim, considerados instrumentos de avaliação. B) A preferência por entrevistas, em detrimento de testes objetivos, o que torna a avaliação pouco confiável. - Esta opção não se aplica, pois o problema descrito é o oposto: o terapeuta está focando em testes objetivos e não utilizando entrevistas. C) A falta de foco nos componentes de desempenho, pois força e amplitude de movimento não são componentes de desempenho. - Esta afirmação é enganosa, pois força e amplitude de movimento são, de fato, componentes importantes, mas não são os únicos a serem considerados. D) A dificuldade na articulação entre os instrumentos utilizados (focados na função motora) e os objetivos centrais da profissão (focados na ocupação e participação). - Esta opção parece ser a mais adequada, pois o terapeuta está focando apenas em aspectos motores e não está considerando a ocupação e a participação do paciente. E) O uso excessivo de testes padronizados, pois a literatura indica que eles nunca devem ser usados. - Esta afirmação é exagerada, pois os testes padronizados têm seu lugar, mas não devem ser a única abordagem. Portanto, a alternativa que melhor reflete a fragilidade na prática do terapeuta ocupacional é: D) A dificuldade na articulação entre os instrumentos utilizados (focados na função motora) e os objetivos centrais da profissão (focados na ocupação e participação).
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