Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma para encontrar a resposta correta sobre por que os arquitetos contemporâneos, como Jan Gehl, consideram as cidades medievais ou coloniais mais sustentáveis. a) A cidade colonial brasileira apresentava vegetação exuberante e densa, o que reduziria os efeitos das ilhas de calor nas nossas cidades atuais. - Embora a vegetação seja um fator importante, essa afirmação não aborda diretamente o traçado urbano e sua relação com a sustentabilidade. b) Aquele tipo de traçado de cidade não permitia grandes velocidades, o que facilitava a vida dos pedestres. A cidade era densamente ocupada, mas não tinha prédios altos e apresentava espaços abertos de socialização: as praças. - Esta opção destaca a importância do traçado urbano para a mobilidade e socialização, o que é um ponto forte em relação à sustentabilidade. c) Os lotes eram mais regulares, o que facilitava a existência de pátios, quintais ou recuos de jardim, que serviam de local para o crescimento de pequenos arbustos, gerando um ambiente urbano mais agradável. - Embora isso possa ser verdade, não é o principal argumento sobre a sustentabilidade do traçado urbano. d) Aquele desenho urbano era mais sustentável porque os lotes do traçado orgânico tendem a ser entre 3 a 4 vezes maiores do que os em grelha, facilitando a construção de edificações maiores, mais densas e melhor implantadas. - Essa afirmação não é precisa, pois o traçado orgânico não necessariamente resulta em lotes maiores. e) O traçado orgânico é aquele em forma de grelha que gera ruas retilíneas. Essas ruas, pela ordem que apresentam, acabam gerando locais mais agradáveis, mas criam grandes custos de instalação e de manutenção das suas infraestruturas. - Esta opção confunde os conceitos de traçado orgânico e grelha, e não aborda a sustentabilidade de forma adequada. Após essa análise, a alternativa que melhor explica por que os arquitetos consideram as cidades medievais ou coloniais mais sustentáveis é a b): "Aquele tipo de traçado de cidade não permitia grandes velocidades, o que facilitava a vida dos pedestres. A cidade era densamente ocupada, mas não tinha prédios altos e apresentava espaços abertos de socialização: as praças."
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