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O ceticismo de David Hume inspirou Kant, que é reconhecido como o fundador do idealismo alemão.
Entre as alternativas abaixo, assinale aquela que melhor define a leitura que Kant fez de Hume.
A - Hume era cético em relação ao racionalismo moderno porque era admirador da tradição católica medieval.
B - Hume era cético em relação aos ideais democráticos modernos.
C - Hume desconfiava da ambição cognitiva iluminista, fundada no procedimento dedutivo.
D - Hume desconfiava da modesta cognitiva do iluminismo.
E - Hume criticava a expansão colonial europeia na América.
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Desafios para Aprender

há 11 meses

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há 11 meses

Para responder à pergunta sobre a leitura que Kant fez de Hume, é importante entender a crítica que Hume fez ao racionalismo e à capacidade da razão humana de conhecer a realidade de forma absoluta. Hume era cético em relação à ideia de que a razão poderia fornecer conhecimento seguro e definitivo, especialmente em relação a questões metafísicas. Analisando as alternativas: A - Hume era cético em relação ao racionalismo moderno porque era admirador da tradição católica medieval. (Incorreta, pois Hume não era um admirador da tradição católica medieval, mas sim crítico do racionalismo.) B - Hume era cético em relação aos ideais democráticos modernos. (Incorreta, Hume não focou especificamente em ideais democráticos.) C - Hume desconfiava da ambição cognitiva iluminista, fundada no procedimento dedutivo. (Correta, pois Hume questionava a capacidade da razão e do método dedutivo para alcançar conhecimento seguro.) D - Hume desconfiava da modesta cognitiva do iluminismo. (Incorreta, a expressão "modesta cognitiva" não é clara e não reflete a crítica de Hume.) E - Hume criticava a expansão colonial europeia na América. (Incorreta, essa crítica não é central na obra de Hume.) Portanto, a alternativa que melhor define a leitura que Kant fez de Hume é: C - Hume desconfiava da ambição cognitiva iluminista, fundada no procedimento dedutivo.

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Em tempos de pandemia e de marketing digital, em busca de organização pessoal e de serenidade na saúde física, foi documentado que a procura por obras da filosofia estoica cresceu. Especificamente a obra "Meditações" de Marco Aurélio (28%) e as "Cartas" de Sêneca (356%) na Inglaterra chegaram a ter aumento significativo em vendas. Palavras da moda, tais como resiliência, reinvenção de si, acolher, gratidão, entre outras, tanto criam um ambiente de empatia, como reforçam um discurso simbólico impositivo. A filosofia reaparece em momentos de crise, sobretudo, quando a ressignificação surge como produto de venda na autoajuda.
Qual a missão do intelectual, que se diz filósofo, de acordo com a tese de Johann Gottlieb Fichte?
O importante não é ser livre, mas libertar-se. O conhecimento somente é afetado pelas experiências vividas durante a racionalização epistêmica.
O importante é libertar-se, sabendo que através da razão e da liberdade, o homem alcançará todas as suas metas por completo, como um deus.
O importante é libertar-se de querer ser o melhor homem de sua época, pois não pode querer se relacionar com a expectativa da sociedade.
O importante é libertar-se e viver uma vida livre, sem que esta seja referenciada como exemplo para a sociedade, pois a individualidade é suprema.
O importante é libertar-se da ideia de guiar a sociedade, pois o idealismo advoga a máxima sensibilidade sem defender a influência do filósofo na lei moral coletiva.

A interlocução de Hegel com os outros idealistas pode ser percebida, sobretudo, no seu conceito de "realidade como espírito". Assinale entre as opções abaixo aquela que melhor define esse conceito.
Tal como os outros idealistas alemães, Hegel critica a tradição do antigo regime francês e defende o igualitarismo democrático moderno, o que faz dele o percurso do socialismo científico revolucionário.
Tal como os idealistas alemães, Hegel critica a tradição do catolicismo medieval, o que faz dele um dos principais defensores do racionalismo moderno.
Tal como os idealistas alemães, Hegel critica o cogito cartesiano o que faz dele um dos principais herdeiros da metafísica pura do iluminismo francês.
Tal como os outros idealistas alemães, Hegel critica o cogito cartesiano e a metafísica do iluminismo francês ao defender a ideia de que o objeto, a natureza, tem racionalidade própria e é ativa no processo de construção do conhecimento.
Tal como os idealistas alemães, Hegel critica a tradição do racionalismo moderno, o que faz dele um dos principais defensores da tradição medieval.

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