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Tal como os outros idealistas alemães, Hegel critica o cogito cartesiano e a metafísica do iluminismo francês ao defender a ideia de que o objeto, a natureza, tem racionalidade própria e é ativa no processo de construção do conhecimento.
Qual é a crítica de Hegel em relação ao cogito cartesiano e à metafísica do iluminismo francês?
A - Hegel critica o cogito cartesiano e a metafísica do iluminismo francês.
B - Hegel defende a ideia de que o objeto não tem racionalidade própria.
C - Hegel ignora a tradição do antigo regime francês.
D - Hegel é um defensor do catolicismo medieval.
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há 11 meses

Respostas

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há 11 meses

Vamos analisar as alternativas em relação à crítica de Hegel ao cogito cartesiano e à metafísica do iluminismo francês: A - Hegel critica o cogito cartesiano e a metafísica do iluminismo francês. - Esta opção está correta, pois Hegel realmente critica essas abordagens, enfatizando a racionalidade do objeto e sua participação ativa na construção do conhecimento. B - Hegel defende a ideia de que o objeto não tem racionalidade própria. - Esta opção está incorreta, pois Hegel defende exatamente o oposto: que o objeto tem racionalidade própria. C - Hegel ignora a tradição do antigo regime francês. - Esta opção não é uma crítica direta e não reflete a posição de Hegel em relação ao cogito ou à metafísica. D - Hegel é um defensor do catolicismo medieval. - Esta opção não é correta, pois Hegel não é especificamente um defensor do catolicismo medieval, mas sim um filósofo que desenvolveu suas próprias ideias. Portanto, a alternativa correta é: A - Hegel critica o cogito cartesiano e a metafísica do iluminismo francês.

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Em tempos de pandemia e de marketing digital, em busca de organização pessoal e de serenidade na saúde física, foi documentado que a procura por obras da filosofia estoica cresceu. Especificamente a obra "Meditações" de Marco Aurélio (28%) e as "Cartas" de Sêneca (356%) na Inglaterra chegaram a ter aumento significativo em vendas. Palavras da moda, tais como resiliência, reinvenção de si, acolher, gratidão, entre outras, tanto criam um ambiente de empatia, como reforçam um discurso simbólico impositivo. A filosofia reaparece em momentos de crise, sobretudo, quando a ressignificação surge como produto de venda na autoajuda.
Qual a missão do intelectual, que se diz filósofo, de acordo com a tese de Johann Gottlieb Fichte?
O importante não é ser livre, mas libertar-se. O conhecimento somente é afetado pelas experiências vividas durante a racionalização epistêmica.
O importante é libertar-se, sabendo que através da razão e da liberdade, o homem alcançará todas as suas metas por completo, como um deus.
O importante é libertar-se de querer ser o melhor homem de sua época, pois não pode querer se relacionar com a expectativa da sociedade.
O importante é libertar-se e viver uma vida livre, sem que esta seja referenciada como exemplo para a sociedade, pois a individualidade é suprema.
O importante é libertar-se da ideia de guiar a sociedade, pois o idealismo advoga a máxima sensibilidade sem defender a influência do filósofo na lei moral coletiva.

A interlocução de Hegel com os outros idealistas pode ser percebida, sobretudo, no seu conceito de "realidade como espírito". Assinale entre as opções abaixo aquela que melhor define esse conceito.
Tal como os outros idealistas alemães, Hegel critica a tradição do antigo regime francês e defende o igualitarismo democrático moderno, o que faz dele o percurso do socialismo científico revolucionário.
Tal como os idealistas alemães, Hegel critica a tradição do catolicismo medieval, o que faz dele um dos principais defensores do racionalismo moderno.
Tal como os idealistas alemães, Hegel critica o cogito cartesiano o que faz dele um dos principais herdeiros da metafísica pura do iluminismo francês.
Tal como os outros idealistas alemães, Hegel critica o cogito cartesiano e a metafísica do iluminismo francês ao defender a ideia de que o objeto, a natureza, tem racionalidade própria e é ativa no processo de construção do conhecimento.
Tal como os idealistas alemães, Hegel critica a tradição do racionalismo moderno, o que faz dele um dos principais defensores da tradição medieval.

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