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Assinale a alternativa que contém, respectivamente, um crime contra a vida, um crime contra a saúde pública e um crime praticado por funcionário público contra a administração em geral, definidos no Código Penal.
a) Homicídio, curandeirismo, sonegação de contribuição previdenciária.
b) Homicídio, perigo de contágio de moléstia grave, corrupção passiva.
c) Infanticídio, charlatanismo, advocacia administrativa.
d) Rixa, curandeirismo, corrupção ativa.
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ano passado

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Vamos analisar cada alternativa para identificar qual delas contém, respectivamente, um crime contra a vida, um crime contra a saúde pública e um crime praticado por funcionário público contra a administração. a) Homicídio (crime contra a vida), curandeirismo (crime contra a saúde pública), sonegação de contribuição previdenciária (crime contra a administração). - Correto até aqui, mas a sonegação não é um crime praticado por funcionário público. b) Homicídio (crime contra a vida), perigo de contágio de moléstia grave (crime contra a saúde pública), corrupção passiva (crime praticado por funcionário público). - Correto, todos os itens se encaixam. c) Infanticídio (crime contra a vida), charlatanismo (crime contra a saúde pública), advocacia administrativa (crime praticado por funcionário público). - O infanticídio é um crime contra a vida, mas o charlatanismo não é exatamente um crime contra a saúde pública. d) Rixa (não é um crime contra a vida), curandeirismo (crime contra a saúde pública), corrupção ativa (crime praticado por funcionário público). - A rixa não se encaixa como crime contra a vida. Após essa análise, a alternativa que contém, respectivamente, um crime contra a vida, um crime contra a saúde pública e um crime praticado por funcionário público contra a administração em geral é: b) Homicídio, perigo de contágio de moléstia grave, corrupção passiva.

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Quanto à interpretação conferida ao delito previsto no Art. 218-B, §2º, I, do Código Penal (“favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável”), é correto afirmar que:
a) não basta que o agente, por meio de pagamento, convença a vítima a praticar com ele conjunção carnal;
b) a exploração sexual é verificada quando a sexualidade da pessoa menor de 14 anos é tratada como mercancia;
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d) a sexualidade de pessoa ainda em formação como mercancia depende da ação de terceiro intermediador;
e) não basta que o agente, por meio de pagamento, convença a vítima a praticar com ele outro ato libidinoso.

Carlos, 18 anos de idade, pretendendo participar de uma festa em que era proibida a entrada de menores de 21 anos, cola um papel com ano de nascimento diverso do real em uma xerox do seu documento de identidade que mantinha em sua residência. Após a colagem da data de nascimento, que indicaria falsamente que teria 22 anos, Carlos faz nova fotocópia, dessa vez já nela constando a alteração em relação à data de nascimento. Uma semana após, Carlos comparece ao evento pretendido e apresenta ao segurança particular a fotocópia da carteira de identidade, que não estava autenticada, com a data de nascimento diversa da real. O segurança, todavia, acionou policiais militares, desconfiando da autenticidade do documento apresentado. Carlos foi denunciado pelos crimes de falsificação de documento público e uso de documento público falso em concurso material. Com base apenas na situação apresentada, a defesa de Carlos, sob ponto de vista técnico, poderá buscar
a) o reconhecimento do crime único de uso de documento público falso.
b) o reconhecimento do crime único de uso de documento particular falso.
c) a absolvição, diante da atipicidade decorrente do material utilizado.
d) a desclassificação para os crimes de falsificação de documento particular e uso de documento particular, em concurso material.
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