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A execução da pena privativa de liberdade, não superior a 2 anos, poderá ser suspensa, por 2 a 4 anos, desde que: N.D.A. O condenado não seja reincidente em crime doloso; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos. O condenado não seja reincidente em crime doloso; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos O condenado não seja reincidente em crime ou contravenção; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos. O condenado não seja reincidente em crime doloso ou culposo; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a
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Dagoberto Nava

há 3 semanas

Respostas

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há 3 semanas

Para responder à sua pergunta, precisamos analisar as condições para a suspensão da execução da pena privativa de liberdade, conforme estabelecido no Código Penal Brasileiro. A suspensão da pena privativa de liberdade, que não pode ser superior a 2 anos, está condicionada a alguns requisitos, entre eles: 1. O condenado não pode ser reincidente em crime doloso. 2. A culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e a personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias, devem autorizar a concessão do benefício. 3. Não deve ser indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos. Agora, vamos analisar as alternativas: 1. O condenado não seja reincidente em crime doloso; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos. - Esta opção está correta e reflete os requisitos do Código Penal. 2. O condenado não seja reincidente em crime ou contravenção; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos. - Esta opção está incorreta, pois menciona contravenção, o que não se aplica. 3. O condenado não seja reincidente em crime doloso ou culposo; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos. - Esta opção também está incorreta, pois a reincidência em crime culposo não é um impedimento para a suspensão da pena. Portanto, a alternativa correta é a primeira: O condenado não seja reincidente em crime doloso; a culpabilidade, os antecedentes, a conduta social e personalidade do agente, bem como os motivos e as circunstâncias autorizem a concessão do benefício; não seja indicada ou cabível a substituição da pena privativa por restritiva de direitos.

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