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Sobre o caso, assinale a afirmativa correta.
A) Antônio cometeu conduta típica, ilícita e culpável.
B) Antônio cometeu conduta ilícita e culpável, mas não típica.
C) Antônio cometeu conduta típica e culpável, mas não ilícita.
D) Antônio cometeu conduta típica e ilícita, mas não culpável.
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Questões para Estudantes

há 12 meses

Respostas

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há 12 meses

Para responder a essa questão, precisamos entender os conceitos de conduta típica, ilícita e culpável no Direito Penal. 1. Conduta Típica: É aquela que se enquadra em uma descrição legal de crime. 2. Conduta Ilícita: É a conduta que contraria a lei, ou seja, é proibida. 3. Conduta Culpável: Refere-se à possibilidade de atribuir responsabilidade ao agente, considerando sua intenção e capacidade de entender o ato. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Antônio cometeu conduta típica, ilícita e culpável. - Esta opção é a mais completa, pois abrange os três aspectos. B) Antônio cometeu conduta ilícita e culpável, mas não típica. - Se não é típica, não pode ser considerada crime. C) Antônio cometeu conduta típica e culpável, mas não ilícita. - Se é típica, deve ser ilícita, pois se enquadra na definição de crime. D) Antônio cometeu conduta típica e ilícita, mas não culpável. - Se a conduta é típica e ilícita, normalmente se presume que é culpável, a menos que haja uma excludente de culpabilidade. Diante dessa análise, a alternativa correta é: A) Antônio cometeu conduta típica, ilícita e culpável.

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Quanto à interpretação conferida ao delito previsto no Art. 218-B, §2º, I, do Código Penal (“favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável”), é correto afirmar que:
a) não basta que o agente, por meio de pagamento, convença a vítima a praticar com ele conjunção carnal;
b) a exploração sexual é verificada quando a sexualidade da pessoa menor de 14 anos é tratada como mercancia;
c) a configuração do delito em questão não pressupõe a existência de terceira pessoa;
d) a sexualidade de pessoa ainda em formação como mercancia depende da ação de terceiro intermediador;
e) não basta que o agente, por meio de pagamento, convença a vítima a praticar com ele outro ato libidinoso.

Carlos, 18 anos de idade, pretendendo participar de uma festa em que era proibida a entrada de menores de 21 anos, cola um papel com ano de nascimento diverso do real em uma xerox do seu documento de identidade que mantinha em sua residência. Após a colagem da data de nascimento, que indicaria falsamente que teria 22 anos, Carlos faz nova fotocópia, dessa vez já nela constando a alteração em relação à data de nascimento. Uma semana após, Carlos comparece ao evento pretendido e apresenta ao segurança particular a fotocópia da carteira de identidade, que não estava autenticada, com a data de nascimento diversa da real. O segurança, todavia, acionou policiais militares, desconfiando da autenticidade do documento apresentado. Carlos foi denunciado pelos crimes de falsificação de documento público e uso de documento público falso em concurso material. Com base apenas na situação apresentada, a defesa de Carlos, sob ponto de vista técnico, poderá buscar
a) o reconhecimento do crime único de uso de documento público falso.
b) o reconhecimento do crime único de uso de documento particular falso.
c) a absolvição, diante da atipicidade decorrente do material utilizado.
d) a desclassificação para os crimes de falsificação de documento particular e uso de documento particular, em concurso material.
e) a desclassificação para os crimes de falsificação de documento particular e uso de documento particular, em continuidade delitiva.

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