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Sobre o registro de nascimento de natimorto, assinale a afirmativa correta.
A) É crime de sonegação de estado de filiação.
B) É crime denominado 'Parto Suposto'.
C) É a inscrição, no Registro Civil, de nascimento inexistente.
D) Refere-se ao crime em que se alteram direitos do recém-nascido.
E) Não constitui tipo incriminador.
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Exercícios Para o Aprendizado

ano passado

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Vamos analisar as alternativas sobre o registro de nascimento de natimorto: A) É crime de sonegação de estado de filiação. - Esta opção não é correta, pois a sonegação de estado de filiação refere-se a ocultar a paternidade ou maternidade, não se aplica diretamente ao natimorto. B) É crime denominado 'Parto Suposto'. - O "parto suposto" é um crime relacionado à simulação de nascimento, mas não se aplica especificamente ao natimorto. C) É a inscrição, no Registro Civil, de nascimento inexistente. - Esta opção não é correta, pois o natimorto é um registro de um nascimento que ocorreu, mas o bebê não sobreviveu. D) Refere-se ao crime em que se alteram direitos do recém-nascido. - Embora a questão do natimorto envolva direitos, essa afirmação não é precisa. E) Não constitui tipo incriminador. - Esta opção é a mais correta, pois o registro de natimorto não é considerado um crime, mas sim um procedimento legal para registrar a morte de um feto que não sobreviveu ao parto. Portanto, a alternativa correta é: E) Não constitui tipo incriminador.

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Quanto à interpretação conferida ao delito previsto no Art. 218-B, §2º, I, do Código Penal (“favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável”), é correto afirmar que:
a) não basta que o agente, por meio de pagamento, convença a vítima a praticar com ele conjunção carnal;
b) a exploração sexual é verificada quando a sexualidade da pessoa menor de 14 anos é tratada como mercancia;
c) a configuração do delito em questão não pressupõe a existência de terceira pessoa;
d) a sexualidade de pessoa ainda em formação como mercancia depende da ação de terceiro intermediador;
e) não basta que o agente, por meio de pagamento, convença a vítima a praticar com ele outro ato libidinoso.

Carlos, 18 anos de idade, pretendendo participar de uma festa em que era proibida a entrada de menores de 21 anos, cola um papel com ano de nascimento diverso do real em uma xerox do seu documento de identidade que mantinha em sua residência. Após a colagem da data de nascimento, que indicaria falsamente que teria 22 anos, Carlos faz nova fotocópia, dessa vez já nela constando a alteração em relação à data de nascimento. Uma semana após, Carlos comparece ao evento pretendido e apresenta ao segurança particular a fotocópia da carteira de identidade, que não estava autenticada, com a data de nascimento diversa da real. O segurança, todavia, acionou policiais militares, desconfiando da autenticidade do documento apresentado. Carlos foi denunciado pelos crimes de falsificação de documento público e uso de documento público falso em concurso material. Com base apenas na situação apresentada, a defesa de Carlos, sob ponto de vista técnico, poderá buscar
a) o reconhecimento do crime único de uso de documento público falso.
b) o reconhecimento do crime único de uso de documento particular falso.
c) a absolvição, diante da atipicidade decorrente do material utilizado.
d) a desclassificação para os crimes de falsificação de documento particular e uso de documento particular, em concurso material.
e) a desclassificação para os crimes de falsificação de documento particular e uso de documento particular, em continuidade delitiva.

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