Logo Passei Direto
Buscar
Sobre o Mito da Caverna comenta a filósofa Marilena Chauí: “[a] descrição platônica é dramática: o caminho em direção ao mundo exterior é íngreme e rude; o prisioneiro libertado sofre e se lamenta de dores no corpo; a luz do sol o cega; ele se sente arrancado, puxado para fora por uma força incompreensível”.
Considerando este comentário, assinale a alternativa correta:
A) o mito da caverna não ilustra o movimento de questionamento da filosofia.
B) este mito não é importante para a história da filosofia.
C) apresenta um caminho fácil de acesso ao conhecimento filosófico.
D) apresenta um caminho difícil de acesso ao conhecimento filosófico.
E) o mito da caverna ilustra o movimento de questionamento da filosofia, mas também do seu fracasso.
User badge image
Desafios Para o Conhecimento

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 12 meses

Vamos analisar as alternativas em relação ao Mito da Caverna de Platão e ao comentário de Marilena Chauí. A) O mito da caverna não ilustra o movimento de questionamento da filosofia. - Esta afirmação é falsa, pois o mito é uma representação clara do questionamento filosófico. B) Este mito não é importante para a história da filosofia. - Esta afirmação também é falsa, já que o Mito da Caverna é uma das obras mais significativas da filosofia ocidental. C) Apresenta um caminho fácil de acesso ao conhecimento filosófico. - Esta afirmação é incorreta, pois o mito enfatiza a dificuldade do processo de busca pelo conhecimento. D) Apresenta um caminho difícil de acesso ao conhecimento filosófico. - Esta alternativa está correta, pois o comentário de Chauí destaca que o caminho é íngreme e rude, e que o prisioneiro sofre ao se libertar. E) O mito da caverna ilustra o movimento de questionamento da filosofia, mas também do seu fracasso. - Embora o mito ilustre o questionamento, a ideia de fracasso não é uma interpretação central do mito. Portanto, a alternativa correta é: D) apresenta um caminho difícil de acesso ao conhecimento filosófico.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar essa resposta. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha assertivas que são incorretas.
I. O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado memorial, longínquo e fabuloso; voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, preocupa-se em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.
II. O mito narrava a origem através de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas. A Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos e causas naturais e impessoais.
III. O mito falava em Urano, Ponto e Gaia; a Filosofia fala em céu, mar e terra. O mito narra a origem dos seres celestes (os astros), terrestres (plantas, animais, homens) e marinhos pelos casamentos de Gaia com Urano e Ponto. A Filosofia explica o surgimento desses seres por composição, combinação e separação dos quatro elementos - úmido, seco, quente e frio, ou água, terra, fogo e ar.
IV. O mito se importava com contradições, com o fabuloso e o compreensível, não só porque esses eram traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da autoridade religiosa do narrador. A Filosofia, ao contrário, admite contradições, fabulação e coisas incompreensíveis, não exige que a explicação seja coerente, lógica e racional; a autoridade da explicação vem da pessoa do filósofo, não da razão.
a) Apenas a I;
b) Apenas a II;
c) Apenas a I e a IV;
d) Apenas a II e a IV;
e) Apenas a I e a III.

Mais conteúdos dessa disciplina