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Manual de Cirurgia
Bucomaxilo Facial
 
 
 
 
 
 Bianca João Stella Arthur Anna Rafael Ana Maria
 Antenucci Decezare Rodrigues Ugliano Moreira Andrade Seixas
 Sergio Claudia Nelson 
 Migliorini Torres Mistura
Docentes 
Alunos 
Universidade Unisa Santo Amaro 
Curso de Odontologia 
5º Semestre noturno/ 2021
 
 
Diérese: Para chegar a algo 
Exérese: Remoção/ Objetivo
___________________________________________
Hemostasia: Conter o sangramento 
Síntese: Fechar a ferida 
 
Principios da Cirurgia de
Traumatologia bucomaxilo facial 
Manobras Cirurgicas fundamentais
___________________________________________
___________________________________________
______________________
______________________
Conceito
DIÉRESE: Incisão, corte realizado com instrumentos cortantes (tesoura ou
bisturi) 
⇢RETALHOS CIRÚRGICOS - tecido delimitado por incisões, tecido de um
local para o outro ou para obtenção de acesso a alguma área.
↳DEISCÊNCIA DO RETALHO - separação espontânea do retalho cirurgico
Divulsão, separação/divisão de tecidos com instrumentação cirurgica (pinças)
EXÉRESE - remoção (muitas vezes a parte principal do procedimento)
⇢EXODONTIA - remoção do elemento dentário. 
HEMOSTASIA - conter o sangramento
Metódos de Hemostásia
 
●Compresão: Gaze, pressão sobre o vaso.
●Pinçagem: Pinça hemostática, pinçagem de vasos sangrantes.
●Longadura: Sutura do vaso, para vasos maiores.
●Termocoagulação: Corrente elétrica. 
●Substâncias: Substâncias vasoconstritoras, Epinefrina ou pró coagulantes
PINÇA HEMOSTÁTICA, pinça especifica com estruturas de dentes para
comprimir estrutura anatômica e conter o sangramento.
SÍNTESE - Fechar os tecidos 
⇢SUTURA - pontos cirurgicos, manter unido.
CLASSIFICAÇÃO DA ASA: Ferramenta de avalanca Pré cirurgica 
CLASSE I Paciente hígido paciente saudável. 
CLASSE II Doença sistêmica branda ex: hipertensão compensada. 
CLASSE III Doença sistêmica severa não incapacitante 
ex: doença cardíaca, 
CLASSE IV Doença Sistêmica Severa Incapacitante com risco de vida 
ex: insuficiência hepática, infarto agudo do miocárdio. 
CLASSE V Moribundo que não se espera sobrevida por mais de 24 horas. 
ex: falência múltiplas de órgão
Nervo Trigêmeo 
- É o V par de nervo craniano.
- É um nervo misto, ou seja, possui
função motora e sensitiva.
Possui 3 raízes: 
1. Nervo Oftálmico (v1): sensitivo; 
2. Nervo Maxilar (v2): sensitivo; 
3. Nervo Mandibular (v3): sensitivo e motor.
 • Origem aparente no encéfalo: ponte
• Origem aparente no crânio: fissura orbital
superior (v1), forame redondo (v2) e forame
oval (v3).
 Nervo Maxilar (V2)
Ramos principais:
a) Nervo Alveolar Superior Posterior
Sai do forame redondo e penetra nas
foraminasdo tuber da maxila.
É responsável pela inervação da polpa e
periodonto dos dentes molares superiores
exceto a raiz mésio-vestibular do 1° molar
superior.
Inerva ainda a gengiva vestibular da região.
 
 
b) Nervo Infraorbital
Sai do forame redondo → entra na orbita
pelafissura orbital inferior → passa pelo
sulco infra-orbital → canal infra-orbital →
emite dois ramos (ramo alveolar superior
médio e alveolar superior anterior) → sai
do osso e lança mais um ramo
• Ramo Alveolar Superior Médio
É responsável pela inervação da polpa e
periodonto dos dentes pré-molares e da
raiz mésio-vestibular do 1° molar superior
e a gengiva vestibular.
 Ramo Alveolar Superior Anterior: 
inerva a polpa e o periodonto dos dentes
anteriores (incisivos e canino) e a
gengiva vestibular
Anatomia de Interesse 
Anestesiologia 
Região Extraóssea: inerva sensitivamente a
região entre a pálpebra inferior, a asa do
nariz e o lábio superior.
c) Nervo Ptérigopalatino
Emite os seguintes ramos:
Nervo Palatino Maior 
É responsável pela inervação da mucosa do
palato duro e gengiva palatina da região dos
pré-molares e molares até o limite com o
palato mole. 
Nervo Palatino Menor 
Inerva o palato mole
Nervo Nasopalatino 
Percorre o septo nasal e atravessa o forame
incisivo levando a inervação para a mucosa
e gengiva palatina da região dos dentes
anteriores.
Nervo Zigomático 
Tem como função principal a inervação
sensitiva da região zigomática e parte da
região temporal. 
Emite os seguintes ramos: 
a) Ramo Zigomaticofacial; 
b) Ramo Zigomáticotemporal. 
Nervo Mandibular (V3) 
É o ramo misto. Inerva também os
músculos da mastigação. 
- Ramos motores: 
Temporal; 
Massetérico; 
Pterigóideo Medial; 
Pterigóideo Lateral; 
Milo-Hióideo 
Ramos sensitivos: 
Nervo Bucal 
Inervação sensitiva da gengiva vestibular
dos molares inferiores, mucosa e pele da
bochecha.
Nervo Lingual
Inervação sensitiva dos 2/3 anteriores da
língua e gengiva lingual de todos os dentes
inferiores. 
Nervo Alveolar Inferior 
Inervação sensitiva de todos os dentes
inferiores e através do ramo mentoniano
inerva o lábio inferior, a pele do mento e a
gengiva vestibular do incisivo central até o 2°
pré-molar
Obs: o nervo mentoniano é um ramo do
nervo alveolar inferior. Ele só anestesia
tecido mole, como o lábio inferior, pele do
mento e gengiva vestibular do incisivo
central até o 2° pré-molar inferior. 
Nervo Auriculotemporal 
Responsável pela inervação da ATM. 
Anestesiologia 
 Tecnicas de injeção e o fármaco
 
Infiltração local 
É a injeção do anestésico nas pequenas
terminações nervosas, na área de atuação do
tratamento odontológico. 
Ex: injeção nas papilas interproximais. 
Bloqueio de campo
O anestésico local é infiltrado próximo aos
ramos nervosos terminais maiores, impedindo
a passagem de impulsos do dente para o
sistema nervoso central.
 Bloqueio de nervo: 
O anestésico local é injetado é depositado
próximo ao tronco nervoso principal,
geralmente distante do local de intervenção
operatória. As injeções nos nervos nos nervos
alveolar superior posterior, alveolar inferior e
nasopalatino são exemplos de bloqueios de
nervos.
Técnica 
● Limpar o tecido com gaze estéril 
● Aplicar antisséptico tópico 
●Aplicar anestésico tópico por no mínimo 1
minuto 
● Orientar a agulha de modo que o bisel
esteja voltado para o osso
● Aspiração Injetar 0,6 ml em 20 segundos
(1/3) do tubete
●Retirar a seringa lentamente 
●Aguardar de 3 à 5 minutos antes de iniciar
Instrumentais
1. Espelho clínico 
2. Pinça clínica 
3. Carpule com refluxo ou aspiração 
4. Agulhas descartáveis (curta/longa) 
5. Tubetes de solução anestésica 
6. Afastador (ex.: Afastador Minessota) 
Mecanismo de ação 
Os anestésicos locais na sua forma não
ionizada atravessam a membrana do
axônio, penetram na célula nervosa e se
ligam a receptores específicos nos canais
de sódio, reduzindo ou impedindoa
entrada do ion na célula, isto resulta no
bloqueio da condução nervosa.
Características dos anestésicos
locais Ésteres: 
foram os primeiros a serem sintetizados,
tendo como precurssor a cocaína. 
Atualmente a benzocaina é empregada na
odontologia como anestésico de superfície
em mucosas, na forma de pomadas ou
géis. 
Amidas: surgiram a partir de 1948 com a
síntese da Lidocaína, a menor capacidade
de produzir reações alérgicas foi
determinante para o sucesso do grupo
anestésico. Mepivacaína, Prilocaína,
Articaína, Bupivacaína, Ropivacaína e
Etidocaína.
Prilocaína 
● Potência similar a lidocaína 
● Início de ação é um pouco mais lento
entre 1 a 4 minutos. 
● Vasodilatação é um pouco menor que a
mepivacaina e lidocaína. 
● E metabolizado fígado e pulmões 
● Meia vida plasmática de 90 minutos 
● É contraindicado em pacientes com
anemia, insuficiência cardíaca ou
respiratória. Tem sido alegado que pode
estar associado com maior risco de
parestesia do nervo lingual, após a técnica
do bloqueio do nervo alveolar inferior.
Articaína 
● Ação rápida 1 a 2 minutos. 
● Potência superior a lidocaína 
● Meia vida plasmática de 30 minutos 
●fígado e plasma sanguíneo Excretada nos
rins 
Bupivacaína 
● fígadoExcretada rins. 
●Meia vida plasmática de 3 horas. 
●Anestesia pulpar de 230 a 420 minutos.
Tecidos moles 640 minutos.
Indicações
 
Gestantes: lidocaína e prilocaína. 
Hipertensão arterial: prilocaína. 
Doença cardíaca isquêmica: epinefrina 
Asma: prilocaina ou mepivacaina
Crianças: não usar bupivacaína e articaína. 
Disfunção hepática e renal: lidocaína 
Características
Farmacológicas
 
Lidocaína:
● Início de ação é rápido de 2 à 3 minutos. 
● Sem vasoconstritor resulta em anestesia
pulpar de 5 à 10 minutos, inviabilizando sua
aplicação clínica. 
● Com vasoconstritor a duração aumenta
para 1 hora de anestesia pulpar, 3 à 5 horas
em tecido mole. 
● A lidocaína é metabolizada no fígado e
excretada no rim. 
●Meia vida plasmática de aproximadamente
90 minutos. 
● Toxicidade: a superdosagem promove a
estimulação inicial do SNC, seguida de
depressão.
● Lidocaína a 2% a dose máxima é de 4,4 mg
7 tubetes. 
● Lidocaína a 3% a dose máxima é de 4,4 mg
4 ½ tubetes.
Mepivacaína 
● Potência anestésica similar a da lidocaína
● Inicio de ação de 1,5 minutos à 2 minutos. 
●Anestesia pulpar 20 minutos infiltrativa e 40
minutos no bloqueio. 
● Metabolizada no fígado e excretada no rim. 
● Meia vida plasmática de aproximadamente
2 horas. 
● Toxicidade semelhante à da lidocaína.
● Mepivacaína a 2% 4,4 mg 7 tubetes
● Mepivacaína 3% 4,4mg 4 ½ tubetes 
● Indicado para asmáticos a mepivacaína a
3% sem vasoconstritor, pacientes com
disfunção hepática ou pacientes com doença
cardiovascular e procedimento curto e sem
necessidade de controle do sangramento.
Área de introdução: altura da prega
mucovestibular acima do segundo molar
superior 
Pontos de referência: prega
mucovestibular, tuberosidade da maxila,
processo zigomático da maxila. 
Bisel voltado para o osso durante a injeção. 
Avançar a agulha lentamente para cima,
para dentro e para trás em um só
movimento. 
Depositar o anestésico lentamente durante
30 a 60 segundos, 0,9 a 1,8 ml se solução
Vasconstritor
● Reduzem o fluxo sanguíneo, na área em
torno das fibras nervosas, onde as soluções
anestésicas são injetadas. 
● Retardam a absorção 
● Aumentam a duração 
● Diminuem a toxicidade 
● Produzem hemostasia 
Epinefrina: mais utilizado em pacientes
saudáveis, idosos, crianças e gestantes,
atenção com pacientes com doença
cardiovascular. 
Norepinefrina: menos empregada, não
apresenta vantagens em relação a epinefrina,
apresenta reações adversas como cefaleia,
necrose, hipertensão arterial. 
Felipressina: Não atua bem no controle da
hemostasia.
 
Técnicas anestésicas 
Bloqueio do nervo alveolar superior
posterior 
Nervos anestesiados: alveolar superior
posterior e seus ramos. 
Áreas anestesiadas: polpas dos 1º, 2º e 3º
molar, porém em alguns casos anestesia
somente a raiz mesiovestibular do 1º molar
superior. O tecido periodontal vestibular e
osso subjacente a esses dentes também são
anestesiados. 
Técnica: agulha curta de calibre 27 é
recomendada 
Bloqueio do nervo alveolar superior
médio 
Está presente em cerca de 28% da
população 
É indicado quando o bloqueio do nervo
alveolar superior anterior não produz
anestesia pulpar distal ao canino superior.
Está indicado para procedimentos nos pré
molares e raiz mesiovestibular do 1º molar
Area anestesiada: Polpas do primeiro e
segundo pré-molares superiores, raiz
mesiovestibular do primeiro molar
superior.
Bloqueio do Nervo nasopalatino maior 
Área anestesiada: A parte posterior do
palato duro e os tecidos subjacentes,
anteriormente até o primeiro pré-molar e
medialmente até a linha média. 
É indicado para procedimentos que
envolvam a área do palato.
Anestesiar antes do forame palatino
menor. 
Agulha aproximadamente na distal do 2º
molar
Bloqueio do nervo alveolar inferior 
Áreas anestesiadas: dentes mandibulares
até a linha média, mucosa anterior ao
forame mentual, dois terços anteriores da
língua e assoalho da cavidade oral,
periósteo e tecidos moles. 
Indicações: procedimentos em múltiplos
dentes da mandíbula, mucosa e língua. 
Técnica: Inserir agulha no 3⁄4 entre a borda
anterior do ramo da mandíbula e parte
mais profunda da rafe pterigomandibular.
Posicionar a carpule na oclusal de pré-
molar do lado oposto a ser anestesiado;
Bloqueio do nervo alveolar superior
anterior 
Área anestesiadas: polpas dos incisivos
centrais até canino superior do lado da
injeção, 
Periodonto vestibular e mucosa, pálpebra
inferior, aspecto lateral do nariz lábio
superior. 
Técnica: agulha longa, área de inserção é na
altura da prega mucovestibular do primeiro
prémolar, área alvo é o forame infraorbitário,
devemos palpar a região da incisura
infraorbitária o forame está localizado abaixo,
devemos manter o dedo na região do forame,
tensionar o lábio do paciente e introduzir a
agulha paralela ao eixo longitudinal do dente
primeiro pré-molar, avançar com a agulha até
tocar a borda superior do forame
infraorbitário. 
Técnica: Agulha longa, área de introdução é a
prega mucovestivular do segundo pré-molar,
depositar lentamente 0,9 a 1,2 ml (de metade
a dois terços do tubete) da solução
(aproximadamente 30 a 40 segundos).
Posicionar a carpule na oclusal de pré-molar
do lado oposto a ser anestesiado; 
Introduzir a agulha 1cm acima do plano
oclusal de molares;
Encostar no osso e recuar 1mm
Bloqueio do Nervo bucal 
Área anestesiada: tecidos moles e periósteo
dos molares mandibulares. 
Inserção da agulha na mucosa vestibular
distal do molar.
Mais distal presente no arco mandibular
Bloqueio do nervo mentual 
Irá anestesiar polpa de incisivos a pré-molar e
tecidos moles. 
Anestesiar em fundo de suco do 2º pré-molar
inferior. 
Agulha em direção ao forame mentual.
Terapêutica
medicamentosa 
Vias de administração 
É a forma de utilização do medicamento, onde
são divididas em:
● Enteral ● Parenteral ●Tópica
● Enteral: efeito sistêmico (não-local); recebe-
se a substância via trato digestivo.
● Parenteral: efeito sistêmico; recebe-se a
substância por outra forma que não pelo
trato digestivo.
● Tópica: efeito local; a substância é aplicada
diretamente onde se deseja a sua ação (o
fármaco é exposto sobre a pele).
No Período Pré-Operatório 
Para evitar edema: Corticódes/ Anti-
inflamatórios hormonais 
Para evitar infecções: antibiótico; 
Para controle da ansiedade: ansiolítico. No
Período Transoperatório
 
No Período Transoperatório 
 
• Anestésicos locais.
No Período Pós-Operatório
 
• Para evitar dor: analgésico; 
• Para evitar infecção: antibiótico; 
• Para diminui edema: corticoide (pode ser
associado com compressas de gelo)
 1. Analgésicos 
.
 
Uso interno: 
1. Dipirona 500 mg ---------- 8 comprimidos 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por no
máximo 2 dias; 
Indicação: casos de dor. 
Uso interno: 
2. Paracetamol 750 mg -------- 1 caixa (8
comprimidos) 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por no
máximo 2 dias; 
Indicação: casos de dor.
Uso interno:
3. Tylex (paracetamol + codeína) 30 mg -- ---- 6
comp. 
Tomar 1 comprimido de 8/8h por no máximo
2 dias; 
Indicação: casos de dor. 
Uso interno – sublingual: 
4. Toragesic 10 mg ------- 8 comprimidos 
1 comprimido sublingual de 6/6h por no
máximo 2 dias; 
Indicação: casos de dor em pacientes
impossibilitados de engolir. 
Uso interno:
5. Dorflex
Dipirona 300 
mg Cafeína 
50 mg Citrato de ofenadrina 
35 mg 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por no máximo
2 dias;
 Indicação: casos de dor.
Uso interno: 
6. Neosaldina 
Dipirona 300 mg 
Cafeína 50 mg 
Isometepteno 35 mg 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por no máximo
2 dias;
Uso interno: 
7. Ácido mefetâmico 500 mg ------ 8
comprimidos 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por no
máximo 2 dias; 
Indicação: enxaqueca e desminorréia.
 2. Ansiolílicos
Uso interno: 
1. Alprazolam (Apraz, Frontal) 
 - 2,0 mg (cirurgia maior - 1 comp. 2h antes
do procedimento) 
Indicação: ansiedade e síndrome do pânico.
Uso interno:
 2. Bromazepam - 3 mg ------- 6 comprimidos
 Tomar 1 comprimido de 8/8h por 2 dias; - 6
mg ------- 2h antes do procedimento
 Indicação: ansiedade.
Uso interno:
 3. Rivotril 2 mg----- 2h antes do
procedimento
 Indicação: ansidade.
 
 
3. Anti-Inflamatórios Esteroidas/
Corticóides
 
Uso interno: 
1. Dexametasona (Decadron) 4 mg ----- 6
comprimidos 
Tomar 1 comprimido de 12/12h por 3 dias; 
Indicação: evitar crises alérgicas e edema; 
Uso interno: 
2. Betametasona 2 mg ------ 2h antes do
procedimento 
Uso externo: 
3. Diprospan 2 ampolas ------- 1 ao dia 
Uso externo: injetável intramuscular; 
Para injetáveis: dividir o local em 4 quadrantes
e sempre aplicar no quadrante superior
direto.
4. Anti-Inflamatórios Não-Esteroidais
 - Inflamação: resposta do organismo a algum
agente agressor. 
- Sinais cardinais: dor, calor, rubor e edema. 
- Os anti-inflamatórios irão minimizar os
efeitos do processo inflamatório e darão
analgesia (aliviar a dor). 
Uso interno: 
1. Diclofenaco de Potássio (Cataflan) - 
50 mg: 8/8h por 3 dias; 
- 75 mg: 12/12h por 3 dias; 
Indicação: inflamação dos tecidos moles. 
Contraindicação: gastrite, hipertensão
descontrolada. 
Uso interno: 
2. Diclofenaco de Sódio 
- 50 mg: 8/8h por 3 dias; 
- 75 mg: 12/12h por 3 dias; 
Indicação: traumas musculares; 
Contraindicação: gastrite, hipertensão
descontrolada.
Uso interno:
3. Nimensulida 100 mg ------ 12/12h por 3
dias 
Indicação: dores, inflamação e febre. Pode
ser usado em casos de gastrite ou
hipertensão descontrolada. 
Contraindicações: gestantes, lactantes
diabéticos. 
Uso interno: 
4. Arcoxia 90 mg -------- 12/12h por 3 dias 
Indicação: dor pós-operatória; para
pacientes com gastrite e hipertensos;
usado quando se quer um efeito mais
potente (para grandes cirurgias). 
Uso interno:
 5. Aceclofenaco (Proflan) 100mg -----–
12/12h 
Uso interno: 
6. Ibuprofeno 300mg ------ 6/6h ou 600mg --
-8/8h 
5. Antibióticos
 
Uso interno: 
1. Amoxicilina 500mg ----- 21 comprimidos 
Tomar 1 comp. de 8/8h por 7 dias. 
Indicações: infecções leves a moderdas. 
Efeito colateral mais comum: cólicas e diarreia. 
Efeito colateral menos comum: choque
anafilático. 
Uso interno: 
2. Cefalexina (Veflex) 500mg ----- 28 comp. 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por 7 dias. 
Indicações: infecções leves a moderdas. 
Uso interno: 
3. Amoxicilina + clavulanato 875mg ---- 20
comp. 
Tomar 1 comprimido de 12/12h por 10 dias. 
Indicações: infecções mais severas. 
Efeito colateral mais comum: cólicas e diarreia. 
Efeito colateral menos comum: choque
anafilático.
Uso interno: 
4. Clindamicina 600mg ---- 8/8h por 7 a 10
dias ou 300mg ----- 8/8h por 7 a 10 dias. 
Indicações: infecções não severas em
pacientes alérgicos à classe das penicilinas. 
Uso interno: 
5. Azitromicina 500mg 
Tomar 1 comprimido de 24/24h de 3 a 5
dias. 
Uso interno: 
6. Eriromicina 500mg 
Tomar 1 comprimido de 6/6h por 7 dias. 
Uso interno: 
7. Cefaclor 500mg ---- 8h/8h por 7 dias ou
250mg ---- 8/8h por 7 dias. 
O art:35 da lei 5991/1973 diz que para a receita ser prescrita, ela deve ser escrita com tinta e
uma letra legível, citando nomenclaturara e o sistema de peso oficial, além do nome do paciente
e a forma em que tal substância será usada. 
No SUS, deve ser adotado as regras do DCB.O código DCB vem da sigla No caso de serviços
privados, a receita pode ser realizada pela nome comercial ou genérico, isso fica a critério do
profissional que prescreve. 
⇢Denominação Comum Brasileira. São os códigos/números oficiais da Anvisa para
denominação de fármacos e princípios ativos aprovados pelo órgão federal da vigilância
sanitária. 
No momento de prescrever uma receita, a mesma deve conter: • Nome do profissional •
Número do CRO • Especialidade • Endereço • Data • Assinatura do profissional RECEITA
COMUM - é prescrita para medicamentos genéricos e de referências
Receita 
Exemplo de prescrição 
Receita comum
É prescrita para
medicamentos
genéricos e de refências 
Receita de controle
- nela são citados
medicamentos que são a base
de substâncias que conforme a
portaria n*344, exigem
controle especial
Principios da Exodontia
Simples
Controle de dor e ansiendade 
Mesmo com anestesia local profunda, os
pacientes ainda sentirão desconforto oriundo
da pressão exercida no dente e nos tecidos
adjacentes durante a maioria das extrações. 
Poucos pacientes encaram esse procedimento
com tranquilidade, podendo gerar situações
de estresse.
ANESTESIA LOCAL 
É necessária uma anestesia local para o dente
seja removido sem dor para o paciente. 
Indicações para extração
● Cárie
A extensão e a gravidade da cárie e a indicação
de que ele não pode ser mais restaurado.
● Necrose pulpar
Incluem-se, os casos em que o tratamento
endodôntico foi feito, mas falhou em aliviar a
dor ou em fornecer a drenagem, e o paciente
não deseja o retratamento.
● Indicações ortodônticas 
Os dentes extraídos com mais frequência são os
pré-molares maxilares e mandibulares. 
● Dentes fraturados
O dente fraturado pode ser doloroso e não
tratável por uma técnica mais conservadora.
● Dentes impactados 
Se estiver claro que um dente parcialmente
impactado é incapaz de erupcionar até
uma oclusão funcional devido ao espaço
inadequado. 
● Dentes supranumerários
Um dente supranumerário pode interferir
na erupção dos dentes subjacentes e tem
o potencial de causar a reabsorção e o
deslocamento desses dentes.
Contraindicação para
extrações 
Contraindicações sistêmica
● Pacientes com leucemia ou linfoma. 
● Pacientes com doença cardíaca severa.
● Pacientes com hipertensão maligna. 
● Pacientes com arritmia cardíaca não
controladas e severas. 
● Gravidez – contraindicação relativa.
● Coagulopatias severas. 
Contraindicações locais 
● Pacientes com pericoronarite severa. 
● Dentes localizados em áreas de tumor
Avaliação Pré-operatoria 
● Anamnese
●Exame fisico
●Exame radiográfico
 Exame radiografico
É essencial que se obtenha radiografias precisas
de qualquer dente a ser removido. Em geral, as
radiografias periapicais fornecem a informação
mais precisa e detalhada sobre o dente, suas
raízes e o tecido adjacente.
As radiografias panorâmicas são utilizadas
frequentemente, mas o seu melhor uso é para
dentes impactados e não para dentes
erupcionados. 
Tecnica da Exodontia Simples
●Pré-operatorio 
●Montagem de mesa 
●Preparo de paciente
●Anestesia
● de Exodontia
●Sutura
●Orientações 
 
Mesa Cirurgica
Técnica Exodontica 
Técnica fechada (sem retalho e ostectomia).
1. Sindesmotomia (deslocamento)
Deslocamento amplo da gengiva, expondo o
colo dentário e alvéolo, possibilitando de
maneira correta a aplicação do fórceps. É
feita a divulsão
.• Instrumentos: 
- Descolador de periósteo do tipo Molt;
 - Sindesmótomo; 
- Descolador de Free. 
2. Luxação/Avulsão 
É conseguida através do rompimento das
fibras do ligamento periodontal e da
dilatação das paredes alveolares. 
• Instrumentos: 
- Fórceps;
- Alavanca. 
3. Curetagem 
Fricção do alvéolo. 
• Instrumental:
 Cureta de Lucas.
4. Verificação de espículas ósseas 
• Instrumental: Pinça Goiva e lima para osso. 
5. Irrigação 
- Deve ser abundante, com líquido estéril na
ferida cirúrgica. 
- O objetivo da irrigação é evitar a infecção. 
6. Manobra de Chompret 
Consiste em apertar o osso que expandiu. 
7. Curativo compressivo
Os instrumentos básicos utilizados para
remover um dente do processo alveolar
são a alavanca e o fórceps.
Alavancas - auxiliam na luxação do dente.
Fórceps – continua esse processo por
meio da expansão óssea e ruptura do
ligamento periodontal.
Os objetivos dos fórceps são: 
● Expansão do alvéolo ósseo com o uso
das pontas ativas em forma de cunha e
dos movimentos do próprio dente com o
fórceps. 
● Remoção do dente do alvéolo. A
alavanca dentária consiste de um cabo,
uma haste e uma lâmina. O cabo da
alavanca é, geralmente, alinhado com a
haste e é grosso para permitir sua
apreensão na palma da mão
Preparo do paciente e do
cirurgião 
Se o cirurgião tiver o cabelo comprido, é
essencial prendê-lo com presilhas ou outros
tipos de pregadores de cabelo e cobri-lo com
um gorro cirúrgico. Uma grande falha na cadeia
asséptica é permitir que o cabelo do cirurgiãocaia sobre a face do paciente. 
Antes que o paciente passe pelo procedimento
cirúrgico, é necessário colocar uma quantidade
mínima de campos cirúrgicos. Um campo
cirúrgico esterilizado deve ser colocado sobre o
peito do paciente para diminuir o risco de
contaminação. 
Antes da extração, os pacientes podem ser
aconselhados a bochechar vigorosamente
com soluções orais antissépticas como a
clorexidina.
Prícipios da avalanca e do
fórceps 
Anatomia da Tábua Óssea
 
• Maxila 
A tábua óssea vestibular é mais fina em todos os
dentes da maxila. 
• Mandíbula
A tábua óssea vestibular é mais fina de prémolar
a pré-molar e nos molares a tábua óssea lingual
é mais fina. 
● Reta 
● Triangulares 
● Tração para remover o dente 
Elas podem ser: 
● Curvadas Pontiagudas
Os movimentos dos fórceps são: 
● Pressão apical 
● Pressão vestibular 
● Pressão palatina 
● Rotação 
Princípios mecânicos da alavanca:
● Alavanca 
● Roda de eixo 
● Cunha 
Técnica para extração de
cada dente
 
Incisivos Superior 
São extraídos com fórceps 150. O
movimento inicial é lento, constante e firme
na direção vestibular, o que expande a crista
óssea vestibular. 
Uma força menos vigorosa no sentido
palatino é, então, utilizada, seguida por uma
força rotacional lenta e firme. O movimento
rotacional deve ser minimizado para o
incisivo lateral, especialmente se existir uma
curvatura no dente.
 
Caninos Superior
O canino maxilar, geralmente, é o dente mais
longo da boca. 
São extraídos com fórceps 150. 
O movimento inicial é apical e, então, para
vestibular, com uma pressão de retorno para
a palatina. Conforme o osso se expande e o
dente é mobilizado, o fórceps deve ser
reposicionado apicalmente. 
Uma pequena quantidade de força rotacional
pode ser útil para expandir o alvéolo.
1º pré-molar Superior 
É um dente unirradicular nos primeiros dois
terços com a bifurcação em duas raízes
(vestibular e palatina). 
São extraídos com fórceps 150. 
Devido à grande probabilidade de fratura
radicular, o dente deve ser luxado o máximo
possível com a alavanca reta. 
Qualquer força rotacional deve ser evitada.
2º pré-molar Superior 
São extraídos com fórceps 150. 
O fórceps é forçado o mais apical possível
para que se obtenha o máximo de vantagem
mecânica na remoção desse dente. 
Como a raiz desse dente é forte e romba, a
extração demanda movimentos fortes
vestibular e palatinamente, e depois no
sentido vestíbulooclusal com uma força
rotacional e de tração.
Molares Superiores 
Fórceps usados são 18 R e 18L. 
O movimento básico para extração é utilizar
pressão forte vestibular e palatinamente,
com forças mais pesadas para vestibular que
para palatina. Forças rotacionais não são
úteis para a extração desse dente devido às
suas raízes. 
Uma vez que o dente tenha sido luxado e
tenha se tornado móvel, pode-se usar
movimento rotacional para expandir ainda
mais o osso alveolar. 
O dente é removido do alvéolo com forças
de tração em uma direção vestíbulo-incisal.
Pré molares inferiores 
Fórceps usado 151. 
O fórceps é pressionado o mais apicalmente
possível, com os movimentos básicos na
direção vestibular, retornando para a direção
lingual e, finalmente, rotacional
Dentes anteriores Inferiores 
Fórceps usado 151. 
Os movimentos de extração, em geral, são
nas direções 
vestibular e lingual, com uma pressão
semelhante nas duas direções.
Molares inferiores 
Fórceps usado 17 ou 16.
O fórceps é adaptado à raiz do dente de
maneira padrão, e forte pressão apical é
aplicada para posicionar as pontas ativas do
fórceps o mais apicalmente possível.
 Movimentos vestíbulo-lingual são, então,
utilizados para expandir o alvéolo dentário e
permitir que o dente seja removido na
direção vestíbulo-oclusal.
Sutura
Materiais de sutura 
Posicionar e prender os retalhos cirúrgicos
para promover uma boa cicatrização 
– manter a união das camadas - manobra de
síntese. 
⇢REPARAÇÃO, reposição tecidual,
manutenção da integridade do tecido que
ocorre atraves da proliferação tecidual.
● CONTRAÇÃO - readaptação das células; 
● REGENERAÇÃO - substituição do tecido
perdido; 
● CICATRIZAÇÃO - substituição por tecido
conjuntivo
●Porta agulha 
para fazer apreensão da agulha
propriamente dita
●Fio de sutura
Auxilia a reparação tecidual mantendo o
retalho posicionado.
●Pinça Cirurgica
segurar o tecido para que a agulha entre
com segurança. 
●Tesoura 
usada para cortar o fio de sutura.
Fios de Sutura 
Não absorviveis 
● Seda: 
Filamento proteico a partir do bicho-de-seda.
Vantagens: Fácil manuseio, produz um nó
firme e não irrita. Desvantagem: Acumula
placa bacteriana.
● Nylon: Biodegradável. 
Vantagens: Menor reação tecidual, maior
resistência e flexibilidade. 
Desvantagens: Difícil de manusear e por não
produzir nó firme gera perda de resistência. 
● Poliéster: Sintético. 
Vantagens: Resistente e com grande
durabilidade. 
Desvantagens: Para boa fixação, requer no
mínimo 5 nós. 
●Algodão: Multifilamentar. 
Vantagens: boa flexibilidade, o que propicia
um nó forte. 
Desvantagens: Para boa fixação, requer no
mínimo 3 nós.
 Absorvíveis Origem animal 
●Catugut Simples: absorção rápida (5 a 10
dias) 
●Cromado: absorção lenta (variação entre
20 dias) 
Origem sintética: (absorção em variação em
60 dias) 
●Vycril 
●Monocryl 
●Vycril Rapid 
●PDS II 
●Dexon
● PONTOS PONTOS INTERROMPIDOS - nós são atados e os fios
são cortados após das passagens dos fios de sutura, fixados então
separadamente. Vantagens: considerada mais segura já que o
rompimento de um ponto não influência nos outros. Desvantagens:
mais trabalhosa e lenta. 
● PONTOS CONTÍNUOS, O fio é passado do início ao fim sem
nenhuma intervenção. Vantagens: execução mais rápida e mais
hemostática. Desvantagens: propicia a redução da microcirculação
das bordas prolongando a cicatrização.
● Simples - biópsia, enxertos, exodontias e
suturas interdentais. 
● “U” - parecida com o ponto simples, mas
ao atravessar as bordas da ferida a agulha
deve voltar em sentido inverso ao anterior,
assim unira as duas partes. 
● “X” - ficará sempre com duas alças
cruzadas.
● Contínuo simples - série de pontos com
presença de um nó no início e um nó ao
final. 
● Contínuo festonado: basicamente é a
modificação do ponto simples, a mudança
é que a cada passada no tecido, o fio se
une ao ponto anterior.