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Revoluções no teatro: Max Reinhardt austríaco, de origem judaica, começou muito cedo carreira de ator e tornou-se um dos diretores mais famosos da Alemanha e, depois, dos Estados Unidos Por causa do nazismo, fugiu para os Estados Unidos, onde se naturalizou em 1940 Criador do Festival de Salzburg, em 1920 Iniciou-se nos teatros do interior da Alemanha, chegando depois ao Deutsche Theater, em Berlim Revoluções no teatro: Max Reinhardt Para Max Reinhardt, o mais importante de um espetáculo é o ator Partindo de sua experiência, orientou e dirigiu alguns dos mais famosos atores e atrizes de todo o mundo, ao longo de sua carreira Seu método, como diretor, era orientar minuciosamente o ator, partindo de sua própria experiência O ator deve utilizar ao máximo sua própria personalidade, defende ele Revoluções no teatro: Max Reinhardt Em 1901, constituiu seu próprio grupo teatral, “Som e fumaça”, talvez uma paródia ao “Sturm und Drang” de Goethe Max Reinhardt acabou construindo três diferentes teatros: um de câmara, para peças psicológicas e modernas como ele havia se tornado o diretor do Detuche Theater, em 1906 construiu um anexo, inaugurado com “Fantasmas”, de Ibsen Em 1919, inaugurou um grande teatro para 5 mil espectadores, com a peça “Orestes”, de Ésquilo, o que concretizou seu sonho de um grande teatro para obras grandiosas mas a experiência de fazer espetáculos em circos levou-o a criar um terceiro espaço, aberto, para trabalhos que recriavam inclusive os mistérios medievais Revoluções no teatro: Max Reinhardt Talvez por ter se dedicado mais ao cinema, ainda que sempre um cinema vinculado ao teatro, Max Reinhardt é menos valorizado pelos estudiosos do teatro contemporâneo Mas ele seguiu, ao pé da letra, a valorização do espetáculo, a proximidade do palco com a platéia e o reconhecimento da importância do ator Revoluções no teatro: Max Reinhardt