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SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
1 
AULA 5 - SEMIOLOGIA ABDOMINAL II (DRA ISABELA) 
EXAME FÍSICO ABDOMINAL: 
Sequência do exame: 
1. Inspeção 
2. Ausculta 
3. Percussão 
4. Palpação 
 
Parâmetros anatômicos: saber descrever 
regiões. 
 
No quadrante superior direito (QSD) do abdome: 
 Órgãos presentes na região: 
o Percepção da consistência amolecida do fígado, através da palpação da borda inferior na altura do 
rebordo costal direito. 
o Vesícula biliar e duodeno não são comumente palpáveis 
o Em um nível mais profundo pode ser percebido o polo inferior do rim direito, especialmente em pessoas 
magras com a musculatura abdominal relaxada. 
o Aorta abdominal geralmente apresenta pulsações visíveis - parte superior do abdome. 
 
No quadrante superior esquerdo (QSE) do abdome: 
 Órgãos presentes na região: 
o Baço situa-se lateral e posteriormente ao estomago, recoberto pela 9, 10 e a 11 costela. Normalmente 
não é palpável. 
o O pâncreas é impalpável nos indivíduos hígidos. 
 
No quadrante inferior direito (QID) do abdome: 
 Localizam-se as alças intestinais e o apêndice, na cauda do ceco, próximo à junção do intestino delgado 
com o intestino grosso. Estes órgãos não são palpáveis nos indivíduos hígidos. 
 
No quadrante inferior esquerdo (QIE) do abdome: 
 Ao palpar perceber o firme, estreito e tubular colo sigmoide. Algumas porções do colo ascendente e do 
colo transverso também são palpáveis. 
 Na parte inferior da linha média encontram-se a bexiga, o promontório da base do sacro, e nas mulheres 
o útero e os ovários. 
 
INSPEÇÃO: 
 Estática: 
o Paciente posições ortostática (evidencia hérnias e abaulamentos) e decúbito dorsal. 
o Tipos de abdome 
o Abaulamentos, retrações, cicatrizes 
o Pele e anexos 
o Turgência venosa 
 Dinâmica: 
o Hérnias (importância da inspiração e expiração forçada) – Manobra de valsala** 
o Respiração 
o Movimentos peristálticos 
o Pulsações (ex: dilatação aneurismática) 
 A presença de peristaltismos visíveis em região mesogástrica no indivíduo magro com abdome flácido pode 
ser normal. Um abdome rígido + peristaltismo visível (ondas de Kussmaul) indicativo de OBSTRUÇÃO!  
Chamado de Síndrome de Koenig ou tumor fantasma – assistir vídeo do slide!! 
 
 
 
 
 
 
 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
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AVALIAÇÃO DOS TIPOS DE ABDOMENS PRETUBERANTES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CICATRIZES ABDOMINAIS: 
 Cicatriz de Kocher - associado com cirurgia de 
vesícula, esta localizada na região subcostal direita, 
geralmente resultante de uma colecistectomia. 
 Cicatriz epigástrica mediana 
 Cicatriz de McBurney – geralmente devida a 
apendicectomia. 
 Cicatriz de flanco esquerdo – associada a cirurgias 
renais. 
 Cicatriz paramediana esquerda 
 Hipogástrica mediana – associada a histerectomia. 
 Cicatriz de Pfannenstiel – em geral utilizada como 
corte cesariano 
 Inguinal esquerda – típica de reparo de hérnia 
 
ABAULAMENTOS: 
 Hérnias: 
o Umbilical – na região do umbigo (criança normalmente fecha – no adulto é caso cirúrgico) 
o Incisional – normalmente pós cirúrgicos 
o Epigastrica – abaulamento que aparece devido a abaulamento/fraqueza da linha Alba 
o Diastase – uma fraqueza da linha Alba por completo, ao se forçar o abdômen há a evidencia da linha 
media por completo. Pode ser pós gestacional. 
o Lipoma – pode aparecer em toda região abdominal, são nódulos elásticos. 
 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
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AUSCULTA: 
 Deve ocorrer em um ambiente tranquilo e num período de dois minutos, é recomendado que se faça em todos 
os quadrantes e se comece a ausculta na fossa ilíaca direita 
(devido a ser uma região de alta concentração de ruídos 
hidroaéreos). 
 Recomenda-se executar a ausculta antes da palpação para evitar 
aumento involuntário do peristaltismo. 
 Em patologias pode ser que se escute sopros – Ex: Aneurismas 
o Artéria aorta 
o Artéria renal 
o Artéria ilíaca 
o Artéria femoral 
 
PERCUSSÃO: 
 Deve-se percutir todos os quadrantes (preferencialmente nesta ordem QID  QIE  QSE  QSD) de acordo 
com a distribuição dos gases. Será observado o som timpânico em quase todo abdômen, com exceção do 
hipocôndrio direito que deve ser maciço por conta do fígado. 
 Se o hipocôndrio direito esta timpânico – Sinal de Jobert: A presença de timpanismo na região da linha 
hemiclavicular direita onde normalmente se encontra macicez hepática, caracteriza pneumoperitônio. 
 Espaço de Traube: Espaço semilunar do sexto ao décimo primeiro espaços intercostais, tendo como limites: 
gradeado costal, baço, pâncreas, cólon, rim e estômago. Normalmente quando percutido apresenta 
timpanismo. 
 
PALPAÇÃO: 
 Superficial – feita com a mão fechada e espalmanda sobre o abdômen fazendo com movimentos circulares, 
buscando maças estranha e dor; 
 Profunda (técnica deslizante) – mão espalmada sobre a outra, comprimir e deslizar, delimita órgão, pulsações 
e possíveis massas estranhas 
 Manobras especiais 
o Descompressão brusca ou Sinal de Blumberg: Presença de peritonite provoca dor tanto à 
compressão quanto à descompressão podendo ser, por vezes, mais desconfortável à descompressão. 
 Órgãos que só são palpados em condições patológicas: 
o Bexiga 
o Apêndice cecal 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
4 
o Vesícula biliar 
o Flexuras do cólon 
o Delgado 
o Baço 
FIGADO: 
 Percussão da amplitude hepática (hepatimetria) – Deve ser feita 
na linha hemiclavicular, primeiro faz-se a percussão na direção 
umbigo-mamilo, na qual será delimita a parte interior do fígado, no 
inicio do som maciço próximo ao rebordo costal. E depois a percussão 
na direção mamilo-umbigo, delimitando a parte superior no fígado. 
o Palpação 
o Técnicas 
o Posições 
 Percussão dígito-digital intensamente dolorosa, localizada e 
circunscrita consiste em o Sinal de Torres-Homem, característico de 
abscesso hepático. – infecção purulenta dentro do fígado, o que 
distende a capsula hepática e gera dor a digito pressão. 
 Tecnica de palpação de Lemos – Torres 
o A borda inferior do fígado fica palpável cerda de 4 cm abaixo do rebordo costal direito, na linha 
hemiclavicular, durante a inspeção. – sente-se o quando a borda hepática esta distante do rebordo 
costal. 
 Tecnica de Mathieu 
o A “técnica do gancho” (mão em garra) pode ser útil quando os pacientes são obesos. 
o Fique de pé à direita do tórax do paciente e coloque as duas mãos, lado a lado, sobre o lado direito do 
abdome, logo abaixo da borda da macicez hepática (observada na percussão). Pressione com os 
dedos para dentro e para cima, em direção ao rebordo costal. Peça ao paciente que respire fundo. A 
borda hepática então torna-se palpável com as polpas digitais das duas mãos. 
 Avaliação de dor à percussão de um fígado impalpável. 
o Coloque a mão esquerda esticada sobre o gradil costal inferior direito e, em seguida, golpeie a caixa 
torácica com a superfície ulnar do seu punho direito. Peça ao paciente que compare a sensação 
produzida por essa manobra com aquela gerada por um golpe semelhante no lado esquerdo. 
o Aumento da sensibilidade sobre o fígado pode sugerir a inflamação, como na hepatite, ou congestão, 
como na insuficiência cardíaca. 
 
BAÇO: 
 Percussão normalmente é timpanismo no espaço de Traube, como o baço esta atrás da linha axilar média, 
caso esteja aumentado pode se observado som de submacices no espaço de traube – percussão com 
inspiração profunda. 
o Quando há aumento de tamanho do baço, isso ocorre no sentido anterior, inferior e medial, e 
geralmente se observa a substituição do timpanismo do estômago e do colo do intestino pela 
submacicez ou macicez de um órgão sólido. Quando isso ocorre, passa a ser palpável abaixo do 
rebordo costal. 
o A percussão sugere, mas não confirma, a esplenomegalia. 
 Palpação – apenas se tiver esplenomegalia 
o Pode ser feitacom o paciente em decúbito lateral direito 
o Com a mão esquerda, segura-se o paciente, de modo a apoiar e comprimir para frente a região inferior 
da caixa torácica e os tecidos moles adjacentes. Com sua mão direita por baixo do rebordo costal 
esquerdo, faça pressão para dentro, na direção do baço. Solicite ao paciente que inspire 
profundamente. Tente palpar a extremidade ou a borda do baço, descendo de encontro às pontas de 
seus dedos. 
o Normalmente o baço não é palpável, somente em 5% dos casos – ex: diafragma rebaixado e retificado 
em casos de paciente com DPOC 
 
 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
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RIM: 
 Limitação propedêutica devido à posição retroperitonial (polo inferior) 
 Ocorre palpação apenas se tiver comprometimento patológico, referindo dor. 
 Movimento de percussão de Giordano (positivo se a dor for acima da lombar – 
indicando inflamação de capsula renal), ou Punho percussão (positiva de tiver com dor 
tanto muscular lombar, como renal) 
o Desfeche um golpes com a superfície ulnar de seu punho sobre o ângulo 
costovertebral do paciente, comeando pela região supralombar até a região lombar. Use apenas força 
suficiente para produzir abalo/vibração perceptível. 
o Aumento unilateral: tumor ou hidronefrose 
o Aumento bilateral: hidronefrose, rins policísticos 
 
BEXIGA: 
 A bexiga normalmente não pode ser examinada, a menos que esteja distendida e ultrapasse a sínfise pubiana. 
 A cúpula da bexiga distendida tem um aspecto liso e arredondado na palpação. 
 Pesquise a existência de dor à palpação e utilize a percussão para identificar macicez e determinar a altura da 
bexiga em relação à sínfise pubiana. 
 O volume vesical tem de ser de 400 a 600 ml para ser detectada macicez à percussão. 
 
AORTA: 
 Auscultar em todos os pontos descritos na figura em busca do som de pulsão 
 Palpação – Comprima firme e profundamente a região superior do abdome, um pouco à esquerda da linha 
média, e identifique as pulsações aórticas. 
 Os fatores de risco para aneurisma da aorta abdominal (AAA) são idade de 65 anos ou mais, história de 
tabagismo, sexo masculino e um familiar em primeiro grau com história de reparo cirúrgico para AAA. 
 Massa pulsátil periumbilical ou na região superior do abdome, com 3 cm ou mais de largura, sugere AAA. 
PANCREAS: 
 Sinal de Grey-Turner tem como descrição  Hematoma em flancos (observado da região lombar-posterior 
até o flanco-anterior) 
 Sinal de Cullen - Hematoma periumbilical (parte anterior do abdômen no entorno umbilical) 
 
VESICULA BILIAR: 
 Palpação normal não é observada – só se estiver acometimento patológico como obstrução ou inflamação que 
gera o aumento do órgão – ex: colecistite aguda, ou obstrução de ducto cístico ou colédoco. 
 Sinal de Murphy – palpação profunda no hipocrondio direito, junto à respiração profunda, se há relato de dor 
e interrupção da respiração no momento da manobra – sinal de Murphy Positivo 
 
POSSÍVEIS DIAGNÓSTICOS DE PATOLOGIAS ABDOMINAIS: 
ASCITE: 
 Inspeção: 
 Um abdome protuberante, com flancos abaulados, e possível protusão umbilical sugere a possibilidade 
de ascite. 
 Como o líquido ascítico se dispõe, segundo a gravidade, enquanto as alças intestinais repletas de 
gases flutuam na parte superior, a percussão das regiões inferiores do abdome evidencia macicez. 
Pesquise esse padrão percutindo de dentro para fora, em várias direções, a partir da região de 
timpanismo central. Defina os limites entre o timpanismo e a macicez. 
 
 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
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 Técnicas de avaliação: 
 Semicírculo de Skoda – durante a percussão observa-se som timpânico na região central, e som 
maciço nos flancos. 
 Teste de macicez móvel – solicite ao paciente que vire para um dos lados. Percuta e marque as 
margens novamente. O indivíduo sem ascite apresenta as margens entre timpanismo e macicez 
relativamente constantes. O com macicez móvel, a macicez desloca-se para o lado mais baixo, 
enquanto o timpanismo desloca-se para cima. 
 Teste de onda liquida (Piparote – Peteleco) (mais de 3L) – Solicite ao paciente ou a um assistente 
que comprima a linha média do abdome com firmeza, usando as bordas das mãos. Essa compressão 
ajuda a interromper a transmissão de ondas pelo tecido adiposo. Percuta simultaneamente um dos 
flancos com a ponta dos dedos, e com a outra mão tente sentir no flanco oposto um impulso transmitido 
pelo líquido. 
↪ A manobra terá sinal positivo em pacientes com ascite de 3 a 6 L. 
APENDICITE AGUDA: 
 Inicialmente começa com dor visceral , e migra de visceral para parietal em fossa ilíaca direita bem no Ponto 
de Mc Burney 
 Ponto de Mc Burney: localizado a 5 cm do processo espinhoso anterossuperior do ílio em uma linha 
imaginária traçada entre esse processo e o umbigo. 
 Sinal de Rovsing – palpação em fossa ilíaca esquerda do paciente e refere-se a dor do lado direito – a intenção 
é fazer com que o ar presente do lado esquerdo passe para o direito e comprima o apêndice gerando dor. 
 Sinal de Psoas – músculo localizado no retroperitônio – técnica para promover o estiramento do músculo e relate 
dor em fossa ilíaca direita, é sugestivo de irritação do músculo psoas por um apêndice inflamado (assistir video 
do slide). 
 Coloque sua mão logo acima do joelho direito do paciente e peça que ele eleve essa coxa contra sua 
mão. 
 Sinal de Obturador - Flexione a coxa direita do paciente na altura do quadril, com os joelhos dobrados, e efetue 
a rotação interna da perna na altura do quadril (assistir video – slide). Essa manobra estira o músculo obturador 
interno. 
 
RESUMO – SINAIS PROPEDEUTICOS: 
 
Sinal de Murphy: 
 Se a dor espontânea e à palpação no quadrante superior direito do abdome sugerirem colecistite aguda. – 
referente à palpação da vesícula biliar 
 Posicione o seu polegar esquerdo ou os dedos de sua mão direita, em garra, sob o rebordo costal, no ponto onde 
a borda lateral do músculo reto fizer intersecção com o gradil costal. Solicite ao paciente que respire fundo e 
observe sua respiração e o grau de hipersensibilidade. 
 O aumento súbito da dor à palpação com a parada brusca do esforço inspiratório constitui o sinal de Murphy 
positivo da colecistite aguda. 
 
 
 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
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Sinal de Giordano: 
 Desfeche uns golpes com a superfície ulnar de seu punho sobre o ângulo costovertebral do paciente, comeando 
pela região supralombar até a região lombar. Use apenas força suficiente para produzir abalo/vibração 
perceptível. – referente à palpação dos rins 
 Percussão de Giordano = positivo se a dor for acima da lombar – indicando inflamação de capsula renal. 
 Punho percussão = positiva se tiver com dor tanto muscular lombar, como renal. 
 
Sinal de Torres-Homem: A borda inferior do fígado fica palpável cerda de 4 cm abaixo do rebordo costal direito, na 
linha hemiclavicular, durante a inspeção – sente-se o quando a borda hepática esta distante do rebordo costal. – 
referente à palpação do fígado 
 
Sinal de Blumberg 
 Presença de peritonite provoca dor tanto à compressão quanto à descompressão podendo ser, por vezes, mais 
desconfortável à descompressão. 
 Referente à palpação profunda de abdômen no geral 
 
Sinal de Jobert: 
 Se o hipocôndrio direito esta timpânico 
 A presença de timpanismo na região da linha hemiclavicular direita onde normalmente se encontra macicez 
hepática, caracteriza pneumoperitônio. 
 Relacionado à patologia de fígado e peritônio 
 
Sinal Grey-Turner: 
 tem como descrição  Hematoma em flancos (observado da região lombar-posterior até o flanco-anterior) 
 Relacionado à patologias de pâncreas 
 
Sinal de Cullen: 
 Hematoma periumbilical (parte anterior do abdômen no entorno umbilical) 
 Relacionado à patologias de pâncreas 
 
ABDOME AGUDO: 
 Dor localizada na região abdominal que seja suficiente para fazer com que o paciente procureauxílio médico e 
que não tenha diagnóstico prévio, com duração inferior a 6-24h. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SEMIOLOGIA EM CLÍNICA MÉDICA II 
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Caract. Inflamação Obstrut. Perfuração Hemorrag. Vascular 
Dor Mod – Forte Mod Fortissima Forte Leve - Mod 
Palpação “Plastrão” 
Massa dolorosa 
irregular a 
palpação 
Distensão 
Com percussão 
timpanica 
“Tábua” – rígido 
Pneumoperitônio 
Macicez móvel ndn 
RHA ↓ ↑ Ausente ↓ ou ausente normal 
Importante Idade, apêndice, 
vesícula, 
pâncreas, 
divertículos, DIP, 
DII 
Cirurgia prévia, 
chagas, hérnias, 
neop. cólon, bolo 
áscaris 
Uso AINH, úlcera 
péptica, 
perfuração 
intestinal 
Gravidez 
ectópica, 
trauma, romp. 
Baço, rotura 
aneurisma 
aorta 
Arritmia 
cardíaca, 
tromboilia, 
ateromas, 
aneurisma de 
aorta íntegro, 
IAM 
 
LETICIA GRECCO T5

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