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Prof. Clóvis Konopka UFSM SEMIOLOGIA VASCULAR SEMIOLOGIA VASCULAR ARTÉRIAS Grande calibre Médio calibre Pequeno calibre Aorta Tronco bráquio-cefálico Ilíacas comuns Carótidas comuns Artérias subclávias Carótidas internas Axilares Braquiais Femorais superficiais Poplíteas As demais artérias SEMIOLOGIA VASCULAR ARTÉRIAS PULSOS ARTERIAIS A palpação dos pulsos arteriais é o método mais importante em semiologia vascular periférica Os pontos de palpação e a maneira de palpar os pulsos são fundamentais para uma correta avaliação ARTÉRIAS Anamnese Sexo, idade, raça, antecedentes pessoais Sintomatologia Dor Alterações da cor da pele Alteração da temperatura da pele Alterações tróficas Exame Físico Inspeção / Palpação / Ausculta Medida da PA nos quatro membros Manobras especiais ARTÉRIAS Dor Formigamento Queimação Constrição ou aperto Cãimbras Sensação de peso ou fadiga Claudicação intermitente ARTÉRIAS Claudicação intermitente: Dor característica da isquemia arterial crônica Dor, desconforto ou fraqueza muscular de intensidade variável, com caráter repetitivo, provocada pela deambulação de distâncias fixas e aliviada pelo repouso ARTÉRIAS Alterações da cor da pele Palidez Cianose Eritrocianose Rubor Fenômeno de Raynaud Livedo reticular ARTÉRIAS Alterações tróficas ATROFIA DA PELE DIMINUIÇÃO DO TECIDO SUBCUTÂNEO QUEDA DE PELOS ALTERAÇÕES UNGUEAIS CALOSIDADES LESÕES ULCERADAS EDEMA SUFUSÕES HEMORRÁGICAS BOLHAS GANGRENAS ARTÉRIAS Teste para avaliação do fluxo arterial nas extremidades MEMBROS INFERIORES • Teste da marcha • Teste da isquemia provocada ou da elevação • Teste do enchimento capilar MEMBROS SUPERIORES • Teste de Adson/costoclavicular/hiperabdução • Teste de Allen ARTÉRIAS Inspeção Palpação Ausculta O paciente deve ser examinado deitado e após em pé Avaliar alterações de coloração da pele Observar a existência de alterações tróficas Batimentos arteriais visíveis Temperatura da pele Elasticidade da pele Umidade da pele Frêmito Deve ser feita no trajeto de todas as artérias tronculares do corpo Objetivo: DETECTAR SOPROS PALPAÇÃO DOS PULSOS Femoral Poplíteo Tibial posterior Pedioso PULSOS ARTERIAIS Pulso arterial Forma Célere Tardus Bisferiens Dicrótico Alternante Bigeminado Paradoxal Filiforme Amplitude Magnus Parvus Frequência Bradicardia Taquicardia Ritmo Regular Irregular ARTÉRIAS O PULSO É UMA ONDA DE DILATAÇÃO VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DO PULSO: 3 - 5 m/s VELOCIDADE DO SANGUE: 1 m/s PULSOS ARTERIAIS Tardus e parvus Filiforme Bigeminado Dicrótico Coartação de aorta Choque Intoxicação digitálica Febre tifóide PULSOS ARTERIAIS Bradicardia < 60 bpm Taquicardia > 90 bpm SEMIOLOGIA VASCULAR 1. SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA 2. SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA 3. ANEURISMAS SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA Surge em consequência da interrupção brusca de sangue para um segmento do organismo Etiologia variável. Embolia arterial: 70% casos Quadro clínico depende da área comprometida ANEURISMAS Dilatação localizada e permanente de uma artéria com diâmetro maior que 50 % aquele da artéria normal ou adjacente ANEURISMAS ANEURISMAS SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA Aparecimento insidioso Pode ocorrer pela redução ou oclusão da luz de uma artéria Principais causas: aterosclerose, arterites, fístulas arteriovenosas, compressão extrínseca (por costela cervical ou neoplasia) Quadro clínico depende da área comprometida SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA 2ª década 6ª década SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA Obstrução: 0 % 30 % 65 % 90 % ARTÉRIAS ARTÉRIAS ARTÉRIAS PRESSÃO ARTERIAL: ÍNDICE TORNOZELO/BRAÇO PRESSÃO ARTERIAL ANATOMIA ARTÉRIAS Exercício Dor Repouso AlívioExercício Dor Repouso ARTÉRIAS Teste de Allen Testa a perviedade do arco palmar ARTÉRIAS Fenômeno de Raynaud ARTÉRIAS Teste da marcha Consiste em fazer o paciente andar, medindo-se a distância e o tempo necessários para que apareça dor nos membros inferiores Parâmetros avaliados • Distância de claudicação • Incapacidade funcional SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA ARTÉRIAS Fenômeno de Raynaud ARTÉRIAS Teste da elevação em 1 minuto a 60º Normal: ausência de palidez Normal: reenchimento < 10 seg ou SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA Principais Síndromes Isquêmicas Agudas: Síndrome isquêmica cerebral aguda (AVC) Síndrome da isquemia miocárdica (angina, IAM) Síndrome isquêmica intestinal aguda Síndrome isquêmica aguda dos membros SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA QUADRO CLÍNICO: Dor, alteração da cor e temperatura da pele, contratura muscular, bolhas e ausência de pulsos periféricos distalmente à oclusão arterial. PALPAÇÃO DOS PULSOS Temporal 1 Temporal 2 Carotídeo Facial PALPAÇÃO DOS PULSOS Grau Achado 0 Ausente 1+ Acentuadamente reduzido 2+ Moderadamente reduzido 3+ Pouco reduzido 4+ Normal SEMIOLOGIA VASCULAR SEMIOLOGIA VASCULAR 1.VARIZES DOS MEMBROS INFERIORES 2.TROMBOSE VENOSA 3.SÍNDROME PÓS-TROMBÓTICA ARTÉRIAS Testes para compressão no desfiladeiro Teste de Adson Teste de hiperabdução Teste costo-clavicular SEMIOLOGIA VASCULAR VARIZES DE MEMBROS INFERIORES São veias permanentemente dilatadas, com alterações de sua parede, válvulas e função Podem ser primárias e secundárias VARIZES DE MEMBROS INFERIORES TROMBOSE VENOSA Consiste na coagulação intravenosa do sangue com obstrução parcial ou total da luz de uma veia LINFEDEMA SÍNDROME PÓS-TROMBÓTICA É determinada por hipertensão venosa crônica que se instala como complicação tardia da trombose venosa em veias profundas dos membros inferiores VEIAS Anamnese Sexo, idade, raça, antecedentes pessoais Sintomatologia Dor Alterações tróficas Exame Físico Inspeção / Palpação / Ausculta Manobras especiais VEIAS PRESSÃO VENOSA CENTRAL LINFÁTICOS Anamnese Sexo, idade, raça, antecedentes pessoais (infecções de pele, erisipela, cirurgia, radioterapia, traumas) Exame Físico Edema Linfangites Linfadenomegalias ERISIPELA Doença infecciosa produzida pelo estreptococo beta- hemolítico do grupo A e raramente pelo grupo C Quadro clínico: febre alta,cefaléia,náuseas, vômitos, sinais inflamatórios na área afetada. Mais freqüente em membros inferiores Comprometimento dos vasos linfáticos:linfangite e adenites LINFÁTICOS O sistema linfático é constituído por: Vasos linfáticos Linfonodos LINFEDEMA Edema resultante do comprometimento dos sistema linfático Suas características dependem da etiologia, tempo de evolução e complicações Quadro clínico: Fase inicial: edema mole, depressível, frio, indolor e regride com repouso Crônico: edema duro, não depressível, frio, indolor e não regride com o repouso VEIAS Dor Tipo peso nas pernas Formigamento Queimação Ardência Cansaço Cãimbras, pontada ou ferroada VEIAS Alterações tróficas EDEMA CELULITE HIPERPIGMENTAÇÃO ECZEMA ÚLCERA DERMATOFIBROSE HEMORRAGIAS HIPERIDROSE VEIAS Inspeção Palpação Ausculta O paciente deve ser examinado em pé e deitado Avaliar alterações de coloração da pele Observar a existência de alterações tróficas Temperatura da pele Sensibilidade da pele e tecido subcutâneo Umidade da pele Características do edema Estado da parede venosa Deve ser feita no segmentos venosos Objetivo: DETECTAR SOPROS ESPONTÂNEOS Causas mais frequentes: fístulas arteriovenosas e grande insuficiência da crossa da safena interna LINFÁTICOS Inspeção Palpação Ausculta O paciente deve ser examinado em pé e deitado Avaliar alterações de coloração da pele Observar a existência de alterações tróficas Temperatura da pele Sensibilidade da pele e tecidosubcutâneo Umidade da pele Características do edema Linfonodos Não se aplica VEIAS Teste para avaliação do fluxo venoso nas extremidades • Teste de Trendelenburg ou dos garrotes • Teste de Homans •Teste de Schwartz SEMIOLOGIA VASCULAR 1.ERISIPELA 2.LINFEDEMA PALPAÇÃO DOS PULSOS Axilar Radial Braquial proximal Braquial distal Cubital PRESSÃO ARTERIAL PULSOS ARTERIAIS Arritmia Fibrilação atrial TROMBOSE VENOSA Teste de Homans Consiste em fazer a dorsi-flexão passiva e forçada do pé VEIAS Teste de Trendelenburg ou dos garrotes VEIAS Teste de Schwartz ANATOMIA ANATOMIA Válvulas venosas Sistemas superficial e profundo ANATOMIA LINFEDEMA ANATOMIA PULSO VENOSO JUGULAR Taquicardia > 90 bpm SEMIOLOGIA VASCULAR Não há nada que substitua uma boa observação INFORMAÇÃO MÉDICA A informação médica duplica a cada 5 anos Lendo livros-texto você estará atrasado em 4 anos Lendo artigos você estará atrasado em 2 anos Frequentando congressos você estará atrasado em 1 ano Conectado na internet você estará na vanguarda do desenvolvimento www. vascu la ru fsm.mu l t ip ly . com/ journa l www. medicinanet.com.br ERISIPELA www. uptodate.com www. epuc.com.br/DEF www. mdconsult.com www. drebooks.blogspot.com www. medicalbooksfree.com www.periodicos.capes.gov.br www. cochrane.bvsalud.org www. www.msd-brazil.com www. bestpractice.bmj.com FIM SEMIOLOGIA �VASCULAR SEMIOLOGIA VASCULAR� SEMIOLOGIA VASCULAR� ARTÉRIAS� SEMIOLOGIA VASCULAR� ARTÉRIAS� PULSOS ARTERIAIS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� PALPAÇÃO DOS PULSOS� PULSOS ARTERIAIS� ARTÉRIAS� PULSOS ARTERIAIS� PULSOS ARTERIAIS� SEMIOLOGIA VASCULAR� SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA� ANEURISMAS� ANEURISMAS� ANEURISMAS� SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA� SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA� SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA� SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA� SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� Slide Number 32 ARTÉRIAS� PRESSÃO ARTERIAL: ÍNDICE TORNOZELO/BRAÇO� PRESSÃO ARTERIAL� ANATOMIA� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA� SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA� ARTÉRIAS� ARTÉRIAS� SÍNDROME ISQUÊMICA CRÔNICA� SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA� SÍNDROME ISQUÊMICA AGUDA� PALPAÇÃO DOS PULSOS � PALPAÇÃO DOS PULSOS� SEMIOLOGIA VASCULAR� SEMIOLOGIA VASCULAR� ARTÉRIAS� SEMIOLOGIA VASCULAR� VARIZES DE MEMBROS INFERIORES� VARIZES DE MEMBROS INFERIORES� TROMBOSE VENOSA� LINFEDEMA� SÍNDROME PÓS-TROMBÓTICA� VEIAS� VEIAS� PRESSÃO VENOSA CENTRAL� LINFÁTICOS� ERISIPELA� LINFÁTICOS� LINFEDEMA� VEIAS� VEIAS� VEIAS� LINFÁTICOS� VEIAS� SEMIOLOGIA VASCULAR� PALPAÇÃO DOS PULSOS � PRESSÃO ARTERIAL� PULSOS ARTERIAIS� TROMBOSE VENOSA� VEIAS� VEIAS� ANATOMIA� ANATOMIA� ANATOMIA� LINFEDEMA� ANATOMIA� Slide Number 83 PULSO VENOSO JUGULAR� SEMIOLOGIA VASCULAR� INFORMAÇÃO MÉDICA� Slide Number 87 Slide Number 88 ERISIPELA� Slide Number 90 Slide Number 91 Slide Number 92 Slide Number 93 Slide Number 94 Slide Number 95 Slide Number 96 Slide Number 97 Slide Number 98 SEMIOLOGIA �VASCULAR