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Haíssa Maria Augusto Soares Dinâmica de Transmissão e Distribuição de Doenças Na tríade epidemiológica das doenças temos o hospedeiro, ambiente, vetor e agente, levando à formação de uma doença, logo, para entender a formação de uma doença, seja ela infectocontagiosa, crônica não transmissível ou por causas externas, devemos entender essa tríade. As doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por 7 das 10 principais causas de morte no Brasil. Dentro fatores de risco para das DCNT temos: excesso de peso, HAS, tabagismo, consumo excessivo de refrigerantes e sedentarismo. · Epidemiologia descritiva - deve ter em mente a pessoa, o tempo e o local. O tempo é uma variável muito importante no estudo da dinâmica de transmissão e distribuição das doenças. · Tendência histórica - a tendência secular leva em consideração um tempo maior, se há uma tendência de menos ou mais casos, por exemplo; · Tendência cíclica - variações cíclicas dependem de valores específicos de cada ano. As variações cíclicas podem ser sazonais (acidentes ofídicos no verão, IVAS no inverno); · Tendência esporádica - ou irregular, alterações inusitadas na incidência das doenças, diferente do que seria esperado (epidemia); · Endemia - presença de níveis esperados para aquele tempo e local; · Epidemia - número de casos inesperados para a variação normal do local e tempo. Caracterizamos uma epidemia a partir de um diagrama de controle (número de casos/período, fazendo a média nos últimos anos, calculando 2 DP que é a faixa endêmica, o DP de cima é o limiar epidêmico). Surto epidêmico é limitado a um local (creche, escola). Quando não temos casos anteriores, se tivermos 2 casos, já é considerado epidemia; · Pandemia - quando a epidemia atinge proporções globais, pelo menos 2 continentes;