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11/05/2023, 11:48 AVA UNINOVE
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Epidemia
COMPREENDER O CONCEITO DE EPIDEMIA E RECONHECER A SUA
OCORRÊNCIA EM DADOS ESTATÍSTICOS.
AUTOR(A): PROF. JUSSARA TOLARDO MESSAS MARCHI
AUTOR(A): PROF. SILVIA REGINA DOS SANTOS PEREIRA
DEFINIÇÃO: representa a ocorrência de um agravo acima da média histórica da
sua ocorrência, ou seja, é a elevação brusca, temporária e significantemente
acima do esperado para a incidência de uma determinada doença.
Uma epidemia não representa necessariamente a ocorrência de um grande
número de casos da doença em uma determinada população, mas sim um claro
excesso de casos quando comparada à frequência esperada (ou habitual) de uma
doença em um determinado espaço geográfico e período de tempo.
Por exemplo, atualmente no Brasil, o aumento do número de casos de dengue no
período chuvoso do ano é comum, mas em alguns locais ocorre aumento
excessivo de casos, resultando em uma situação epidêmica.
O primeiro passo para se definirmos uma situação de epidemia temos que
conhecer quais seriam os níveis habituais de ocorrência dessa doença ou
condição de saúde na população de determinada área naquele período de tempo.
Para tal, devemos realizar o levantamento do número de casos novos
(incidência) desse agravo em um período não epidêmico.
Esse levantamento pode ser realizado pelos profissionais de saúde de uma
unidade básica de saúde ou pelos técnicos que atuam na Vigilância
Epidemiológica. Feito esse levantamento através das fichas de notificação
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compulsória das doenças cadastradas no SINAN (Sistema Nacional de Agravos de
Notificação) podemos utilizar a taxa de incidência de determinado agravo.
 
TAXA DE INCIDÊNCIA:
Para calcularmos a taxa de incidência de uma determinada doença
utilizamos a seguinte fórmula:
Tx. Incidência =  número de casos novos de uma determinada doença  x
100.000 hab.
                            Total da população do local
Agora que você aprendeu calcular a incidência de um determinado agravo é
necessário comparar a taxa de incidência encontrada com a média de uma série
histórica em um determinado período e local, ou seja, comparar a taxa de
incidência de uma determinada doença no período de 10 anos, ou em
determinada estação do ano, etc...
       Veja na tabela abaixo os casos de dengue de uma cidade e avalie se houve
epidemia .
ASPECTOS DIFERENCIAIS DAS EPIDEMIAS
Epidemia Explosiva (Maciça): rápida progressão, atingindo o pico de incidência
em um curto período de tempo, declinado logo a seguir, em comunidade
altamente suscetível.
Ex: intoxicação alimentar.
Epidemia Lenta: a velocidade da etapa inicial é bem mais lenta; esse tipo de
epidemia é muito característico de agentes com baixa resistência ao meio
exterior, populações altamente resistentes ou imunes.
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Ex: AIDS (quanto à sobrevivência do agente no exterior).
Epidemia Progressiva ou Propagada: é típica de doenças de transmissão
pessoa-pessoa ou por vetores.
Ex: meningite meningocócica, AIDS e sarampo (em indígenas pode ser maciça).
Epidemia por Fonte Comum: nessa epidemia ocorre a existência de mecanismo
de transmissão hospedeiro-hospedeiro, um veículo comum.
Ex: infecção alimentar.
A EPIDEMIA QUANTO A SUA ABRANGêNCIA:
SURTO:    é a ocorrência de dois ou mais casos epidemiologicamente
relacionados (ligados) – Alguns autores denominam surto epidêmico, ou
surto, a ocorrência de uma doença ou fenômeno restrita a um espaço
extremamente delimitado: colégio, quartel, creches, grupos reunidos em
uma festa, um quarteirão, uma favela, um bairro etc.
ATIVIDADE FINAL
A análise da distribuição das doenças e de seus determinantes no
tempo e no espaço é uma vertente importante da Epidemiologia, não
somente para o melhor conhecimento do processo saúde-doença,
mas      também para o planejamento em saúde.
Com relação ao padrão de ocorrência das doenças, é CORRETO afirmar:
A. A epidemia explosiva refere-se à ocorrência epidêmica de uma doença
limitada a um espaço definido.
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B. Na epidemia          progressiva a ocorrência da doença é mais lenta sendo
difundida de pessoa a pessoa por via respiratória, anal, oral, genital   ou por
vetores.
C. Pandemia caracteriza-se pela rápida progressão de uma doença até atingir
a incidência máxima em um curto período de tempo.
D. Nas epidemias por fonte comum, o mecanismo de transmissão hospedeiro a
hospedeiro não é essencial.
REFERÊNCIA
Moura, Alexandre Sampaio. Endemias e epidemias: dengue, leishmaniose, febre
amarela, influenza, febre maculosa e leptospirose / Alexandre Sampaio Moura e
Regina Lunardi Rocha. -- Belo Horizonte: Nescon/UFMG, 2012.
Introdução à Epidemiologia de Naomar de Almeida Filho e Maria Zélia
Rouquayrol - 2002 Epidemiologia e Saúde de Maria Zélia Rouquayrol e Naomar
de Almeida Filho, 6º edição, 2003.
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