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HIPERTROFIA NO CORAÇÃO APG
 
· Entender a diferença entre excêntrico e concêntrico no coração ( hipertrofia )
- HIPERTROFIA FISIOLÓGICA
Quando ocorre aumento das solicitações hemodinâmicas nos períodos de exercício, basicamente ocorrem alongamento e tensão nas células cardíacas, que respondem com hipertrofia, caracterizada por aumento das miofibrilas nos cardiomiócitos.
HIPERTROFIA PATOLÓGICA
Quando ocorre aumento crônico das solicitações hemodinâmicas, como no caso de doença hipertensiva, valvopatias, comunicações intra-cavitárias e também nas doenças genéticas, a hipertrofia apresentada é diferente. As diferenças básicas são a ocorrência de fibrose intersticial e necrose de cardiomiócitos.
· Compreender como os fatores genéticos influenciam: 
- fatores genéticos:
Fatores genéticos A massa ventricular esquerda é um fenótipo complexo influenciado pelos efeitos interativos de múltiplos fatores ambientais e genéticos. Embora a hipertensão arterial seja reconhecida como a principal determinante da hipertrofia do VE, a PA explica apenas uma pequena parte da variação interindividual da massa ventricular esquerda. O efeito dos fatores genéticos no desenvolvimento de hipertrofia cardíaca foi inicialmente sugerido por observações epidemiológicas em filhos normotensos de pais hipertensos, em gêmeos e indivíduos de raças diferentes a um efeito dominante negativo, isto é, as proteínas mutadas poderiam se comportar como peptídeos bloqueadores interferindo com a função das outras proteínas sarcoméricas ou um desbalanço estequiométrico das proteínas sarcoméricas devido à falência do sarcômero de incorporar regularmente as proteínas mutadas (haploinsuficiência)93. Estudos sugerem que em indivíduos hipertensos, a hipertrofia cardíaca seja, em parte, determinada por fatores genéticos94,95. Por exemplo, filhos normotensos de pais hipertensos têm massa ventricular esquerda maior que filhos de pais normotensos96. Resultados de estudos em gêmeos reforçam a influência da hereditariedade na massa ventricular esquerda95. Da mesma forma, a hipertrofia cardíaca é mais importante em negros que em brancos hipertensos, o que pode refletir influências genéticas97. Em pelo menos um estudo experimental demonstrou-se que a hipertrofia em decorrência de bandagem da aorta depende da massa do ventrículo esquerdo anterior à sobrecarga98. Cães com índice de massa ventricular esquerda maior apresentaram maior hipertrofia e melhor adaptação à sobrecarga pressora que cães com menor índice de massa ventricular esquerda. Vários estudos de ligação indicaram a existência de influência de alguns loci na massa ventricular esquerda de ratos, dependentes e independentes do nível da pressão arterial99-104. Em nenhum dos casos os genes ligados ao fenótipo hipertrofia foram identificados.
Referencia : FRANCHINI, Kleber G. Hipertrofia cardíaca: mecanismos moleculares. Rev Bras Hipertens, v. 8, n. 1, p. 125-42, 2001.
· Estudar porque o coração do atleta é maior
- A síndrome do Coração de Atleta compreende um conjunto de alterações clínicas, electrocardiográficas e ecocardiográficas, tais como a bradicardia sinusal, a hipertrofia miocárdica ou o alargamento das cavidades cardíacas. Estas alterações são secundárias à prática regular e prolongada de exercício físico e traduzem a adaptação do sistema cardiovascular às modificações metabólicas e hemodinâmicas induzidas pelo esforço. A prática de desporto tem evidentes benefícios ao nível do sistema cardiovascular e, consequentemente, no bem-estar do indivíduo. No entanto, na presença de patologia cardíaca, a prática de exercício pode estar contra-indicada por se associar a um risco aumentado de morte súbita. Assim, torna-se importante distinguir as alterações patológicas potencialmente fatais das adaptações fisiológicas normais e sem risco para o atleta, procurando, desta forma, não privar desnecessariamente o indivíduo dos benefícios da prática desportiva. Pretendeu-se com este trabalho rever bibliografia sobre o tema “Coração de Atleta”, focando os seguintes pontos: as alterações fisiológicas mais comuns no atleta e os mecanismos que a elas conduzem; as causas mais frequentes de morte súbita no atleta, dando particular atenção à miocardiopatia hipertrófica e, finalmente, os mecanismos adoptados pela American Heart Association e pela European Society of Cardiology para prevenir a morte súbita durante a prática desportiva.
Referencia : Ferreira, Emanuel Filipe Eufrásio. Coração de atleta. Diss. 2010.

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