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Parada Cardiorrespiratória (PCR) PTBR_Hghlghts_2023GLFU Conteúdo licenciado para Milena dos Anjos Castro Lessa - 068.951.695-98_ALS_231201_HR[1].pdf Atualização focada da American Heart Association (2023) sobre Suporte Avançado de https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Vida Cardiovascular em Adultos: Uma atualização das diretrizes da American Heart Files/CPR-Guidelines- Files/Highlights/Hghlghts_2020ECC Guidelines_Portuguese.pdf Association para Ressuscitação Cardiopulmonar e Emergência Cuidados Cardiovasculares file:///C:/Users/SUPERVISOR/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/IE/7SJJFFOA/PTBR_Hghlghts_2023GLFU_ALS_231201_HR%5b1%5d.pdf file:///C:/Users/SUPERVISOR/AppData/Local/Microsoft/Windows/INetCache/IE/7SJJFFOA/PTBR_Hghlghts_2023GLFU_ALS_231201_HR%5b1%5d.pdf https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/Hghlghts_2020ECCGuidelines_Portuguese.pdf https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/Hghlghts_2020ECCGuidelines_Portuguese.pdf https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/Hghlghts_2020ECCGuidelines_Portuguese.pdf https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/Hghlghts_2020ECCGuidelines_Portuguese.pdf Principais pontos Diagnóstico de PCR, causas, ritmos de PCR Cadeia de Sobrevivência RCP Sala de parto – disciplina saúde da criança PCR em criança PCR em gestante PCR em adulto Uso do desfibrilador Atualizações 2023 SAV Drogas em PCR Respiração agônica ou ausente Parada Cardiorrespiratória (PCR) Como identificar uma PCR? Obs: é recomendado que os socorristas leigos iniciem a RCP para uma suposta PCR, pois o risco de dano ao paciente é baixo se o paciente não estiver em PCR. Os socorristas leigos não conseguem determinar com precisão se a vítima tem um pulso e o risco de esperar para realizar a RCP em uma vítima sem pulso é maior que o dano por compressões desnecessária Irresponsivo ao estímulo Sem pulso central palpável Verificação do pulso O pulso deve ser verificado na artéria braquial se a criança menor que 1 ano e carotídeo para maiores de 1 ano. Fonte: https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/16346/mod_resource/conte https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/16346/mod_resource/content/1/un03/top01p02.html https://unasus2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/16346/mod_resource/content/1/un03/top01p02.html Parada cardiorrespiratória x Parada respiratória Nível de consciência Respiração Pulso Conduta Parada Respiratória Irresponsivo Ausente ou gasping Presente Ventilações Parada Cardíaca Irresponsivo Ausente ou gasping Ausente RCP • Posicionar o paciente em decúbito dorsal em superfície plana, rígida e seca; • Providenciar maleta de drogas e de vias aéreas; • Abrir via aérea e aplicar 1 insuflação a cada 6 segundos (10 por minuto); • Checar pulso a cada 2 minutos. Se pulso ausente, iniciar RCP. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Importância do atendimento precoce na PCR: Evitar Hipoxia Evitar anoxia PCR ATENDIMENTO IMEDIATO ISQUEMIA CEREBRAL DANOS IRREVESSIVEIS (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Possíveis causas de PCR em adulto: 5H 5T 1. Hipóxia; 1.Tensão no tórax (pneumotórax hipertensivo); 2. Hipovolemia; 2. Tamponamento cardíaco; 3. Hidrogênio (acidose); 3. Tóxicos; 4. Hipo/hipercalemia; 4. Trombose coronária (IAM); 5. Hipotermia. 5.Tromboembolismo Pulmonar. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Possíveis causas de PCR em criança: 6H 5T 1. Hipóxia; 1.Tensão no tórax (pneumotórax hipertensivo); 2. Hipovolemia; 2. Tamponamento cardíaco; 3. Hidrogênio (acidose); 3. Tóxicos; 4. Hipo/hipercalemia; 4. Trombose coronária (IAM); 5. Hipotermia. 5.Tromboembolismo Pulmonar. 6. Hipoglicemia (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Possíveis causas de PCR em gestante: Conteúdo licenciado para Milena dos Anjos Castro Lessa - 068.951.695-98 (AHA, 2020) A. Anestesia (complicações anestésicas) B. Hemorragia (Bleending) C. Cardiovascular D. Medicamentos (Drugs) E.Embolia F. Febre G. Causas gerais não obstétricas de PCR (Hs e Ts) H. Hipertensão Taquicardia ventricular Ritmos de Parada Cardíaca Conteúdo licenciado para Milena dos Anjos Castro Lessa - 068.951.695-98 Fibrilação Ventricular Atividade elétrica sem pulso Assistolia Parada Cardiorrespiratória (PCR) Taquicardia Ventricular Sem Pulso: • Sucessão rápida de batimentos ectópicos (estímulos fora do nó sinusal) ventriculares que podem levar à acentuada deterioração hemodinâmica, levando à ausência de pulso arterial palpável. O tratamento nesse tipo de arritmia é a desfibrilação precoce e medidas de suporte avançado de vida. • Ritmo chocável. Conteúdo licenciado para Milena dos Anjos Castro Lessa - 068.951.695-98 (Rev. Soc. Bra. Clin. Med., 2008) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Fibrilação Ventricular: • Desorganização entre a atividade elétrica e a atividade mecânica, geralmente conhecida como ondas bizarras, caóticas, de amplitude e frequência variáveis. O tratamento nesse tipo de arritmia é a desfibrilação precoce e medidas de suporte avançado de vida. • Ritmo chocável. (Rev. Soc. Bra. Clin. Med., 2008) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP): • Ritmos elétricos organizados que deveriam gerar pulsos, mas que não são capazes de gerar contração ventricular, ou quando a contração ventricular é muito fraca para produzir um débito cardíaco adequado, ou quando há atividade elétrica/mecânica, mas não há conteúdo intravascular. O tratamento envolve compressões cardíacas e medicação (epinefrina). • Ritmo NÃO chocável. (Rev. Soc. Bra. Clin. Med., 2008) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Assistolia: • Cessação de todas as atividades elétricas ou mecânicas dos ventrículos. Caracteriza-se, no • eletrocardiograma, por um traçado isoelétrico em, pelo menos, duas derivações. O tratamento envolve compressões cardíacas e medicação (epinefrina). • Ritmo NÃO chocável. Parada Cardiorrespiratória (PCR) Protocolo da linha reta: • Para confirmar se o paciente está com assistolia ou uma fibrilação ventricular fina é necessário instituir o PROTOCOLO DE LINHA RETA. Esse protocolo inclui a confirmação de 3 aspectos: (AHA, 2020) Mudar a DERIVAÇÃO. Aumentar o GANHO do aparelho (tornar o traçado maior); GA Conexão dos CABOS; Parada Cardiorrespiratória (PCR) Elos das cadeias de sobrevivência da PCR intra-hospitalar e extra-hospitalar do adulto. Fonte: AHA, 2020. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Conduta: Verificar a segurança do local antes de abordar a vítima para que não haja outras vítimas e o socorrista corra perigo. Checar a responsividade e na sequência pulso e respiração simultâneos (socorrista treinado) em até 10 segundos. Chamar por ajuda (acionamento do serviço médico de emergência). *Times de resposta rápida. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Time de resposta rápida: • Fornecer intervenção inicial em pacientes com deterioração clínica, para prevenir a PCRIH. • São treinadospara atuar numa RCP e devem ser acionados quando ocorre uma PCR no ambiente hospitalar. • A equipe pode ser composta por diversos profissionais como médicos, enfermeiros e fisioterapeutas. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Mnemônico Significado C Compressões torácicas; A Abertura de vias aéreas (Airway); B Ventilação (Breathing). (AHA, 2020) Componente Adultos e adolescentes Crianças (1 ano até a puberdade) Bebês (37,5°C), pois pode agravar a lesão cerebral em pacientes asfixiados. Principal determinante para RCP FC – avaliar pelo monitor cardíaco. Local da compressão Terço inferior do esterno, onde se situa a maior parte do ventrículo esquerdo. (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2022) Parada Cardiorrespiratória (PCR) PCR em sala de parto: Ações Descrição Técnicas mais eficientes para compressão - 2 polegares sobrepostos (mais eficiente, pois gera maior pico de PAS e de perfusão coronariana, além de ser menos cansativa) - técnica dos dois dedos. Relação compressão/ventilação 3 compressões: 1 ventilação – 90:30 (total 120) Via aérea avançada 1 ventilação a cada 2 a 3 segundos Causa cardíaca – 15 compressões: 2 ventilações Profundidade 1/3 da dimensão anteroposterior do tórax, de maneira a produzir um pulso palpável. (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2022) Parada Cardiorrespiratória (PCR) PCR em sala de parto: Ações Descrição Quando iniciar a compressão? Iniciar com FC 10 min: 85-95% Quando interromper as manobras de ressuscitação? Ao redor de 20 minutos depois do nascimento, sugere-se a discussão a respeito da interrupção dos procedimentos entre a equipe que está atendendo o RN e com a família. (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2022) Fonte: UNASUS Em 2020, a AHA considera a possibilidade de usar uma mão para bebês também. 20. Parada Cardiorrespiratória (PCR) Elos das cadeias de sobrevivência da PCR intra-hospitalar e extra-hospitalar pediátrica. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) PCR em pediatria: (AHA, 2020) Ações Descrição Profundidade Maior igual a 1/3 do diâmetro torácico anteroposterior Frequência 100 a 120/min Retorno do tórax Total Relação compressão/ventilação SEM via aérea avançada 1 socorrista: 30:2 2 socorristas: 15:2 Relação compressão/ventilação COM via aérea avançada Compressões contínuas 1 ventilação a cada 2 a 3 segundos. Via aérea avançada Intubação endotraqueal ou via aérea extraglótica avançada. Capnografia em forma de onda ou capnometria. Parada Cardiorrespiratória (PCR) PCR em pediatria: Ações Descrição Choque 1° choque - 2 J/Kg 2° choque - 4 J/Kg Demais choques- maior ou igual a 4 J/Kg, máximo de 10 J/Kg ou dose de adulto Medicações Epinefrina - 0,01 mg/Kg (0,1 ml/Kg da concentração de 0,1 mg/mL). Repetir a cada 3 a 5 minutos. Via endotraqueal – 0,1 mg/Kg da concentração de 1mg/ml. Amiodarona IV/IO (FV/TV): bolus de 5mg/Kg; pode ser repetida no total de 3 doses para FV/TV refratária. Lidocaína IV/IO (FV/TV): inicial dose de ataque de 1mg/Kg. (AHA, 2020) Parada Cardiorrespiratória (PCR) Protocolo SAMU – Suporte Avançado de Vida - 2016: • Deve-se manter os esforços de ressuscitação cardiopulmonar enquanto apresentar ritmo de FV ou AESP. • Por outro lado, o mesmo referencial recomenda considerar interromper os esforços quando presentes os seguintes fatores: 1 Assistolia confirmada pelo protocolo de linha reta; 2 Afastar todas as causas reversíveis – 5H e 5T; 3 Exaustão da equipe; 4 Condições ambientais inseguras e/ou muito insalubres; e 5 Condições de insegurança pessoal na cena. Fonte: AHA, 2020 Cuidados pós-PCR e neuroprognóstico (72 horas depois do retorno da monotermia) Recuperação É recomendado que os sobreviventes de PCR tenham avaliação de reabilitação multimodal e tratamento para os prejuízos fisiológicos, neurológicos e cognitivos antes da alta. Planejamento de alta abrangente Os sobreviventes de PCR e seus cuidadores devem receber planejamento de alta abrangente e multidisciplinar para incluir recomendações de tratamento médico e de reabilitação e retornar as expectativas de atividades/trabalho. Recomenda-se a avaliação estruturada para ansiedade, depressão, estresse pós-traumático e fadiga para os sobreviventes de PCR e seus cuidadores. Debriefings para socorristas Debriefings e encaminhamento para suporte emocional de socorristas leigos, profissionais de SME e trabalhadores da saúde do hospital depois de um evento de PCR pode ser benéfico. Isso permite uma análise de desempenho da equipe, melhora a educação e qualidade, além de reconhecimento dos fatores naturais de estresse associados a um atendimento à beira da morte. CDT - Manejo clínico com controle direcionado de temperatura por 24 horas. Reaquecimento de 24 a 72 horas. Depois desse período manter a normotermia controlada. Exame clínico após as 24h de RCE deve ser feito um EEG (avaliação do estado mioclônico). Depois de 72 horas fazer o exame de reflexo pupilar a luz, pupilometria e o reflexo da córnea. Exames de imagem Tomografia nas primeiras 24 horas e depois ressonância dentro das primeiras 72h. Obrigada! Parada Cardiorrespiratória (PCR) Principais pontos Parada Cardiorrespiratória (PCR) Verificação do pulso Parada cardiorrespiratória x Parada respiratória Parada Cardiorrespiratória (PCR) (1) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (2) 5H 5T Parada Cardiorrespiratória (PCR) (3) 6H 5T 6. Hipoglicemia Parada Cardiorrespiratória (PCR) (4) Ritmos de Parada Cardíaca Parada Cardiorrespiratória (PCR) (5) Taquicardia Ventricular Sem Pulso: Parada Cardiorrespiratória (PCR) (6) Fibrilação Ventricular: Parada Cardiorrespiratória (PCR) (7) Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP): Parada Cardiorrespiratória (PCR) (8) Assistolia: Parada Cardiorrespiratória (PCR) (9) Protocolo da linha reta: Parada Cardiorrespiratória (PCR) (10) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (11) Conduta: Parada Cardiorrespiratória (PCR) (12) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (13) Uso do DEA Condições ideais do tórax Atenção: Diferença de cardioversão e desfibrilação Desfibrilador Externo Automático (DEA) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (14) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (15) capnografia em forma de onda (ETCO2). Parada Cardiorrespiratória (PCR) (16) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (17) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (18) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (19) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (20) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (21) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (22) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (23) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (24) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (25) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (26) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (27) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (28) Parada Cardiorrespiratória (PCR) (29) Obrigada!