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Universidade, Saúde e Sociedade 
Equipe: Pâmella Bezerra, Romulo Mendes, Mônica Mendes, Priscila Queiroz e Paloma 
Souza 
Turma: 22 
Prof : Isabel Cristina Luck Coelho de Holanda 
Modelo: Teocêntrico 
 
1.1. Que características do modelo explicativo do processo saúde doença vocês 
identificam na situação/contexto selecionada? 
O modelo explicativo Teocêntrico centraliza Deus como o centro de tudo, e no processo 
de saúde e doença não seria diferente, esse modelo é formentado por um intercessor 
divino punitivo dono de toda realidade onde ele permite o que vai ou não acontecer. É 
impresendivel não atrelarmos o clero regular ao estado, que podemos chamar de 
institucionalização, que é quando ambos se relacionam de forma intrínseca e 
obviamente defenderão suas ideias. 
Podemos também trazer em prol de agregar conhecimento ao tópico o fato do clero 
regular, na época, ser detentor de muitos poderes, como o político, econômico, social, 
e cultural, ou seja, detinha poderes tal qual qualquer instituição de governo. O poder 
centralizado na mão da igreja atrelado à defesa de suas ideias traria o que conhecemos 
hoje como dogmas religiosos. 
Trazendo todas essas informações ao contexto do nosso trabalho, que é o fato de 
considerar que uma pandemia (covid-19) tenha sido causada por uma punição divina 
devido uma "profanidade" cometida no carnaval conseguimos atrelar esse ponto de 
vista aos dogmas religiosos implementados pelo o até então conhecido como clero 
regular, que acreditava que a posição da doença era redentora, mediante a erros 
cometidos (pecado). 
 
1.2. Que contexto histórico-social do modelo explicativo está presente na 
situação/contexto? 
O modelo saúde-doença teocêntrico tem Deus como centro de tudo e a desobediência 
resultava em castigos. Tal modelo era predominante na Idade Média, período de 
supremacia da Igreja Católica, a qual detinha muito poder naquela época, dominava o 
cenário religioso e tinha todo o poder espiritual, e também econômico, pois tinham 
muitas terras, além de servos trabalhando nelas. A igreja influenciava o modo de pensar, 
a psicologia e como a sociedade deveria agir nas situações do cotidiano. Tal fato pode 
ser explicado, pois a sociedade, naquele período, era quase estática, com pouca 
mobilidade social, hierarquizada, com camadas sociais bastante definidas, sendo 
predominantemente de servos. Nesse sentido, tudo o que a Igreja declarava era visto 
como verdade absoluta e ninguém questionava, dado o grande poder da igreja e do 
clero (membros da igreja), o qual era responsável pela “proteção espiritual” da 
sociedade. Além disso, a Idade Média foi um período de grandes epidemias, como a 
lepra, peste negra, sífilis e tuberculose. Tais epidemias eram vistas como um castigo 
 
FUNDAÇÃO EDSON 
QUEIROZ 
UNIVERSIDADE DE 
FORTALEZA 
 
divino para as desobediências da sociedade, assim como na situação de Pedrinho, o qual 
sugeriu que a pandemia foi um castigo ao carnaval. 
 
 
1.3. Dentre os aspectos políticos, religiosos, sociais, filosóficos, culturais, 
econômicos, analise os que estão presentes nesse modelo explicativo? 
O texto apresenta os seguintes aspectos: 
Político pois utiliza a mídia para persuadir o indivíduo do meio externo para atrair 
requisitos para o mundo contemporâneo. 
Religioso pois visa Jesus como elemento principal do texto. 
Social representada pela a diversidade dos pensamentos. 
Filosóficos referente ao teocentrismo pois é uma concepção que Deus é o centro de 
tudo. 
Cultural refere a festa, no caso do texto ao carnaval. Econômico pois sem o evento social 
não gera renda. 
 
1.4. Que reflexões críticas o grupo faz ao modelo explicativo presente na situação/ 
contexto? 
 
As virtudes de humildade e respeito são usadas como base pela igreja, no caso que 
relatamos podemos vê um desrespeito e descriminação com o próximo devido uma 
apresentação festiva apresentando um momento de luta entre o bem e mal sendo 
representada por ANJOS E DEMÔNIOS, onde foi duramente criticada pela igreja. 
Lembramos que essa luta foi vivenciada por JESUS nos seus últimos dias de vida terrena, 
não com figuras diabólicas, mas por homens que o condenavam sem ao menos tentarem 
entender seus motivos. Podemos dizer que essa crítica que foi relatada segue o mesmo 
paradigma que os homens do passado tiveram com JESUS. RESPEITO AO PRÓXIMO E 
ENTENDER O REAL CONTEXTO FOI UMA DAS LIÇÕES QUE JESUS NOS PASSOU QUANDO 
ACEITOU, DE CORAÇÃO ABERTO SUA CONDENAÇÃO. PASSOU POR TUDO AQUILO POR 
NÓS, PARA NOSSO CRESCIMENTO.

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