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GOVERNO DO ESTADO DO PIUAÍ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO PIAUÍ – SEDUC FUNDAÇÃO SANTA ÂNGELA – FSA ESCOLA FAMÍLIA AGRÍCOLA SANTA ÂNGELA - EFASA CURSO TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA KÁLITON PEREIRA MORORÓ CRIAÇÃO DOMESTÍCA DE CODORNAS PARA A COMERCIALIZAÇÃO DOS OVOS PEDRO II 2019 Pré-projeto de pesquisa apresentado ao Curso Técnico em Agroindústria da Escola Família Agrícola Santa Ângela-EFASA, como requisito para a aquisição de nota parcial da aprovação do curso. Orientador: Cleandro de Sousa Oliveira SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...........................................................................................................3 2. OBJETIVOS................................................................................................................4 2.1. Geral.............................................................................................................................4 2.2. Específicos....................................................................................................................4 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA.............................................................................4 4. METODOLOGIA.......................................................................................................6 4.1. Antecedentes de Pesquisa...........................................................................................7 5. CRONOGRAMA........................................................................................................7 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS.....................................................................................7 REFERÊNCIAS..........................................................................................................8 3 1. INTRODUÇÃO O interesse pelo tema surgiu devido à cidade de Sigefredo Pacheco tem uma grande aptidão para comercialização dos produtos da avicultura, como carne e ovos, como a criação de codornas (coturnicultura), e recomendado por seu teor nutritivo elevado, e para saúde bem recomendado pelos seus vários efeitos benéficos. Outro fator foi à comercialização dos ovos vai aumentar a credibilidade do produto, pois é algo novo e processado da própria comunidade, que antes era trazido de fora, valoriza a comunidade e os produtos que ela possui. Diante dos estudos prévios do pesquisador, detectou-se a seguinte problemática: Falta de oferta pela própria comunidade, pois, ela tem capacidade para produção, embora a procura por este produto seja grande. Produzir um produto que é bastante procurado na própria comunidade, mas pouco valorizado, sem nem uma criação pela região. Esses ovos tem um valor bem mais nutritivo que os de galinha, com um pouco conhecimento sobre a criação, pois a mão de obra é de fácil aprendizado, e valorização de produtos que podem ser processados na comunidade, com um retorno econômico rápido. A pesquisa visa responder a seguinte pergunta: Por que criar codornas domésticas para a comercialização dos ovos em Sigefredo Pacheco? Para tanto se criou os seguintes objetivos – geral: Produzir ovos de codornas para comercialização na cidade de Sigefredo Pacheco. Específicos: Construir um aviário adequado para a criação, adquirir matrizes, comercializar ovos de codornas em Sigefredo Pacheco. Como as comunidades do Nordeste tem um grande potencial para criação, com um retorno rápido e amplo, porém com pouco suporte para os criadores é conhecimento, científico e manual diminuiu a facilidade para a coturnicultura. Apesar de ser uma forma alternativa de ganhar dinheiro em casa com a criação doméstica de codornas não tem um grande valor no mercado. Este projeto é importante para Sigefredo, pois colocará a disposição dos residentes ovos de qualidade, com manejo adequado, com um projeto viável, visibilidade de como funciona o processamento e principal questão da higienização do produto. Com a grande quantidade de nutrientes esse produto tem um enorme potencial de aumentar cada vez mais, ajuda na alimentação, como fonte de várias vitaminas e minerais, na beleza, exemplo, na cor da pele e cabelo, e na prevenção de algumas doenças como: úlcera, anemia entre outras. A pesquisa visa deixar material científico para o curso de Agroindústria, bem como para a Zootecnia e Agropecuária, já que no Piauí é carente deste tipo de investigação. 4 Aumento o conhecimento sobre as pessoas nesses contextos, vai aumentar o preço e a procura. Cooperando e facilitando o desenvolvimento da comunidade, e os seus criadores. Para o pesquisador e sua família é importante, já que como fonte de conhecimento e renda extra, diminuindo os gastos, podendo ser comercializado ou consumido em casa. Como uma forma diferente de inovação da comunidade no setor produtivo envolvendo a família, como também desenvolver um trabalho sustentável com mais técnicas especializadas, ganhando um maior espaço no mercado. 2. OBJETIVOS 2.1. Geral Produzir ovos de codornas para comercialização na cidade de Sigefredo Pacheco 2.2. Específicos Construir um aviário adequado para a criação; Adquirir matrizes de codornas; Comercializar ovos de codornas em Sigefredo Pacheco 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1. Origem das codornas As codornas são animais imigratórios vindo da Ásia, África e Europa, tendo características semelhantes às galinhas, porém com um menor porte. A cada raça a coloração muda, como também os seus comportamentos, o mais comum para venda, são a produção de ovos. É a codorna japonesa ou popularmente conhecida como codorna doméstica, tendo se adequado ao nosso país e com a ajuda de cruzamentos facilitou ainda mais. “As codornas são originárias do norte da África, da Europa e da Ásia, pertencendo à família dos Fasianídeos (Fhasianidae) e da subfamília dos Perdicinidae, sendo, portanto, da mesma família das galinhas e perdizes” (PINTO et al., 2002). E tem plumagem: “cinza- bege e pequenas listas brancas e pretas e foi criada primeiramente na China e Coréia e, em seguida no Japão” (JOVEM APRENDIZ RURAL DE BATATAIS, 2008.). Conforme Reis (1980): Os primeiros escritos a respeito dessa ave datam do século XII, e registram que elas eram criadas em função do seu canto. Os japoneses, a partir de 1910, iniciaram estudos e cruzamentos entre as codornas, provindas da Europa, e espécies selvagens, obtendo-se assim, um tipo domesticado, que se determinou Coturnix coturnix japonica, ou codorna doméstica. A partir de então, iniciou-se a sua exploração, visando à produção de carne e ovos. 5 A criação apesar de não ter tido origem no Brasil, hoje vem ganhando um grande aumento no mercado, possuindo boas características, não só para produção dos ovos, mas para carne também, como outro exemplo de aptidão. Tendo diversos exemplos de raças com grandes valores nutritivos, além, de prevenir causas contra inúmeras doenças. Conforme Oliveira (2014): As aves conhecidas como codornas pertencem à família das Faisânidas, sendo consideradas galináceas. No Brasil, as espécies de codornas mais conhecidas são as Coturnix coturnix coturnix(codornas europeias ou selvagens) e as Coturnix Coturnix japonica (codornas japonesas ou domésticas). Entretanto, há também as codornas americanas (Colinus Virginianus), sendo a mais conhecida a Bobwhite, além das chinesas (Coturnix adansonii) e das africanas (Coturnix delegorguei). Cada uma delas com características bem peculiares: umas dóceis, outras nervosas; outras grandes produtoras de ovos, outras baixas produtoras de ovos, mas com excelente produção de carne. Com o passar do tempo esse animal foi ganhando destaque em diversos países do mundo, incluindo o Brasil, por ser uma ave imigratória vista e criada em vários estados. A raça maiscriada pela população brasileira é a Coturnix coturnix japônica, também conhecida como codorna doméstica, por ter um fácil manejo, adequada para o nosso cotidiano facilitando a sua criação e a sua venda ao consumidor. Como o produto é procurado e com um manejo simples, podendo criar ate em casa, porém as pessoas desvalorizam muito o uso dessa criação, deixando de ter um próprio negocio. 3.2 Domesticação A coturnicultura na região Sudeste, tem o seu maior polo em São Paulo, apear de elas necessitarem de clima temperado, mesmo assim vem crescendo muito, porém na região Nordeste tem uma facilidade maior com o clima mais adequado a esses animais teriam maior produção e maiores vendas. Porém faltando bastante investimento nesse setor para facilitar ao consumidor e ao empresário, para melhores chances de bons investimentos. A maior parte dos gastos nas criações de animais vem da alimentação. A nutrição desses animais geram grandes gastos, porém com uma ração balanceada, é quantidades adequadas, e necessárias, irá diminuir os custos. Por serem monogástricos não possuem uma indigestão, com grandes porcentagens de alimentos e tem um maior controle alimentar. Conforme Cunha (2009): Entre os elementos que compõem o custo de produção na criação de animais o tem referente à alimentação, representa a maior proporção entre os demais itens, geralmente a taxa atribuída a esse componente do custo usa a referência de 70 a 80% 6 dos custos totais. Quando a criação é realizada em sistemas intensivos de exploração e, em especial na criação de monogástricos, o custo de produção pode tornar-se ainda mais relevante. Com um bom manejo, alimentação adequada tem uma grande taxa de produção de ovos. Esse animal tem um manejo fácil, a facilidade de se criar pelo fato de pouco espaço que ele precisa. Com uma reprodução bem rápida, com ajuda da ração certa, variação de cada período (de inicial ate postura) e o ambiente adequado, com luz, higienização e alguns outros fatores, que podem aumentar a sua fertilidade. A coturnicultura tem um fácil manejo, tendo várias formas alternativas de alimentação (ração industrial, frutas e verduras, como: pepino, ervilha, alface, tomate entre outros, é ate mesmo ração caseira, produzida pelo próprio criador), cerca de 20% da dieta desses animais e feita de formas alternativas de nutrição. Como o Brasil cada vez mais vem ganhando uma posição maior como os maiores criadores de codornas, e produtores de alimentos tem grandes chances de aumentar cada vez mais os negócios, quanto à alimentação pode ser usada frutas e verduras, da pra fazer um reaproveitamento de resíduos de origem vegetal, variando da forma de circunstância o alimento iria ser jogado fora para o reaproveitamento, visando às formas de maior aproveitamento facilitando a forma de criar. A quantidade de alimentos desta criação varia da idade inicial a fase de postura, tendo respetivamente às quantidades de ração: a quantidade que o criador achar necessário, de postura ela varia de 30 a 35 g por dia. 4. METODOLOGIA 1.1. Seleção e leitura de materiais bibliográficos próprios à temática, encontrados no Google; 1.2. Materiais bibliográficos encontrados no Google, mais facilidade; 1.3. Estudo de fontes bibliográficas; 1.4. Artigos e PDF; 1.5. Procedimentos metodológicos; I. Escolha do aviário e local; II. Fazer o aviário; III. Comprar matrizes e reprodutores; IV. Comprar rações adequadas para cada idade; V. Comprar remédios para o tratamento; VI. Colher os ovos; VII. Processar os ovos; 7 VIII. Venda de encomendas; 4.1. Antecedentes de Pesquisa O assunto abordado já conhecia algumas partes, porque minha família já ter tido a criação. 5. CRONOGRAMA ETAPAS Maio/ 2018 Jun / 2018 Jul / 2018 Ago / 2018 Set / 2018 Out / 2018 Nov / 2018 Dez / 2018 Fev/ 2019 Escolha do tema X Levantamento bibliográfico X Atividades documentais Trabalho de campo / coleta Processamentos de dados: tabulação e analise X Organização do roteiro/partes X Redação do trabalho X Revisão e redação final X Elaboração de gráficos, tabelas e figuras. X Entrega da dissertação X X 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados esperados do projeto, e de grande expectativa, pois, ira resolver à problemática, como: um novo produto na comunidade tem grandes chances de avanços, além da mesma não oferecer, apesar de ter uma procura, desta forma irei apenas facilitar para os moradores e comércios locais, podendo ainda a venda para as comunidades de fora. Mesmo no período de renovação de plantel, não haverá risco de perdas de lucros, pelo fato de comercialização do abate de codornas, que tem um gosto muito similar a algumas aves, além de ter outra forma de venda, os ovos em conservas que vai aumentar ainda mais a validade dos produtos. Podendo ainda deixar material de pesquisa para futuros coturnicultores, para venda um produto de grande credibilidade e efeito benéfico à saúde. REFERÊNCIAS 8 CUNHA, F. S. A. Avaliação da mandioca (Manihot esculenta Crantz) e subprodutos na alimentação de codornas (Coturnix Japonica). Tese (doutorado integrado em zootecnia: Área de concentração: Produção de não ruminantes) – Universidade Federal Rural de Pernambuco. Universidade Federal da Paraíba. Universidade Federal do Ceará, Pernambuco, 2009. Acesso em: 15 jul. 2018 HOME COTURNICULTURA CATEGORIAS » » PESQUISAR » » Temperatura Ideal Para Criar Codornas. Disponível em: https://codorna.blog.br/criacao/temperatura-ideal- para-criar-codornas.. Acesso em: 15 jul. 2018 OLIVEIRA, Andréa. Espécies de codornas: europeia, americana, japonesa, chinesa e africana: No Brasil, as espécies de codornas mais conhecidas são as codornas europeias e as codornas japonesas. Entretanto, há também as codornas americanas, sendo a mais conhecida a Bobwhite, além das chinesas e das africanas. Disponível em: https://www.cpt.com.br/cursos- avicultura/artigos/especies-de-codornas-europeia-americana-japonesa-chinesa-e-africana. Acesso em: 15 jul. 2018, online. REIS, L. F. S. D. Codornizes, criação e exploração. Lisboa: Agros, 10, p.222, 1980. Acesso em: 15 jul. 2018