Prévia do material em texto
Disciplina: Avaliação de Imóveis Aula 2: Aspectos legais e ética pro�ssional Apresentação O histórico da avaliação de imóveis no país permite ao pro�ssional entender como o mercado assumiu a importância atual. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é a entidade reguladora das determinações e diretrizes que estabelece as normas de avaliação de imóveis. A NBR 14653-1 – parte 1 estabelece os procedimentos de excelência aplicados à avaliação de imóveis e é o instrumento que de�ne a ética aplicada aos pro�ssionais avaliadores. Destacam-se, também, os princípios gerais estabelecidos pelo Comitê Internacional de Normas de Avaliação (IVSC). Por �m, deve ser ressaltada a relevância dos honorários pro�ssionais para o estímulo da atuação do corretor de imóveis no segmento de avaliação de imóveis. Objetivos Explicar o histórico e a evolução da avaliação de imóveis no país; Reconhecer a importância dos aspectos legais e da ética pro�ssional na atuação do avaliador de imóveis; Identi�car os honorários pro�ssionais aplicados aos avaliadores de imóveis. Em 1918, foram publicados artigos sobre avaliação de imóveis no Brasil, nos Boletins do Instituto de Engenharia da Revista Politécnica e da Revista de Engenharia Mackenzie. Em 1923, os professores Florence Ulhôa Cintra, José Sá da Rocha e Vitor da Silva Freire começaram a utilizar, na prefeitura de São Paulo, novos métodos de avaliação de terrenos como a Curva de Profundidade Lindsay Bernard (GARCIA, 2017). Durante a década de 1950 surgiram as primeiras normas de avaliação de imóveis organizadas por entidades públicas e institutos voltados para o segmento de avaliações (NBR 14.653-1). O primeiro anteprojeto de normas da ABNT é datado de 1957. Posteriormente, outros institutos elaboraram normas aplicadas ao segmento de avaliação de imóveis. No mesmo ano, surgiu o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape), que criou uma comissão especial para estudar o anteprojeto PNB-74R (padronização dos procedimentos avaliatórios). A comissão concluiu o trabalho no ano seguinte, com a apresentação de anteprojeto substituto (PEREIRA, 2016). Em 1958, foi publicada a primeira norma de avaliação do Ibape, apresentando três metodologias de avaliação: comparativo de dados de mercado, custo e capitalização ou renda (PEREIRA, 2016). Com as desapropriações da década de 1960, a atividade de avaliação ganhou destaque, especialmente com estudos feitos por pro�ssionais especializados em perícias e avaliações judiciais (NBR 14.653-1). Em 1977 foi publicada a norma para avaliação de imóveis urbanos, a NBR 5676 (NB-502), com enfoque no estabelecimento de níveis de precisão para as avaliações. Nesse período, a ABNT inicia a produção de outras normas para avaliações, como as de imóveis rurais, unidades padronizadas, máquinas, equipamentos e complexos industriais, glebas urbanizáveis (NBR 14.653-1). Após revisão ocorrida em 1989, a norma brasileira para avaliação de imóveis urbanos foi registrada no INMETRO como NBR 5676. Na ocasião, os níveis de precisão foram transformados em níveis de rigor. Posteriormente, surgiu a norma para avaliação de servidões. Simultaneamente, outros institutos, com base na NBR 5676, detalharam as normas anteriormente publicadas e regionalizam suas aplicações (NBR 14.653-1). Histórico da avaliação de imóveis no país Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online Com o maior aprofundamento dos estudos no segmento de avaliação de imóveis, foi publicada a primeira parte da Norma Brasileira para Avaliações de Bens, a NBR 14653. Essa norma e suas partes substituíram a NBR 5676/90 (Avaliação de Imóveis Urbanos), a NBR 8799/95 (Avaliações de Imóveis Rurais), a NBR 8951/85 (Avaliação de Glebas Urbanizáveis) e outras normas não especí�cas para bens imóveis (PEREIRA, 2016). Aspectos legais Normas referentes à avaliação de imóveis (ABNT) As normas referentes à avaliação de imóveis publicadas pela ABNT (2018) são as seguintes: ABNT NBR 14653 ABNT NBR 14653-1 – Procedimentos gerais Esta parte �xa as diretrizes para a avaliação de empreendimentos quanto à: classi�cação da sua natureza; instituição de terminologia, de�nição, símbolos e abreviaturas; descrição da metodologia básica; especi�cação das avaliações; e requisitos básicos de laudos e pareceres técnicos da avaliação. Apresenta diretrizes para os procedimentos de excelência relativos ao exercício pro�ssional. ABNT NBR 14653-2 – Imóveis urbanos Esta parte fornece os procedimentos para a avaliação de imóveis urbanos, visando detalhar os procedimentos gerais da ABNT NBR 14653-1, no que diz respeito à avaliação de imóveis urbanos, inclusive glebas urbanizáveis, unidades padronizadas e servidões urbanas. ABNT NBR 14653-3 – Imóveis rurais Esta parte detalha as diretrizes e os padrões especí�cos de procedimentos para a avaliação de imóveis rurais, não tendo a intenção de esgotar a matéria e, sempre que for julgado conveniente, deverá ser complementada ou atualizada para atender aos seus objetivos. ABNT NBR 14653-4 - Empreendimentos Esta parte detalha as diretrizes e os padrões especí�cos de procedimentos para a avaliação de empreendimentos. ABNT NBR 14653-5 – Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral Esta parte detalha as diretrizes e os padrões especí�cos de procedimentos para a avaliação de máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral. ABNT NBR 14653-6 – Recursos naturais e ambientais Esta parte detalha as diretrizes e os padrões especí�cos de procedimentos para a valoração dos recursos naturais e ambientais. ABNT NBR 14653-7 – Bens de patrimônios históricos e artísticos Esta parte detalha as diretrizes e os padrões especí�cos de procedimentos para a avaliação dos bens de patrimônios históricos e artísticos. NORMA 12721 ABNT A norma estabelece os critérios para avaliação de custos unitários, cálculo do rateio de construção e outras disposições correlatas, conforme as disposições �xadas e as exigências estabelecidas na Lei Federal 4.591/64. Ela se aplica aos edifícios com unidades autônomas dispostas em pavimentos, conjuntos de residências unifamiliares isoladas ou geminadas, conjunto de galpões de uso industrial ou comercial que sejam objeto de incorporação imobiliária, bem como às edi�cações que, mesmo não tendo sido incorporadas na forma da Lei 4.591/64 Título II, submetam-se posteriormente à forma condominial disposta na legislação aplicável para perfeita uniformização dos procedimentos que regem as disposições do condomínio edilício (partes autônomas e partes de uso comum). Advogado de terno (Fonte: Shutterstock). Atenção Esta Norma não se aplica aos loteamentos e parcelamentos do solo urbano cobertos pelo Decreto-lei 58, de 10.12.1937, Lei n. º 6.766, de 19/12/1979, e legislações posteriores. Resolução-Cofeci nº 1066/67 e Ato Normativo-Cofeci nº 001/11 A Resolução-Cofeci nº1066/07 e o Ato Normativo-Cofeci nº 001/11 tratam da regulamentação e normatização do funcionamento do Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI). Além disso, de�nem as condições necessárias para a inscrição de avaliadores que tenham a intenção de se inscrever no CNAI, assim como dispõem sobre a elaboração do Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica — PTAM (PEREIRA, 2016). O art. 1º. e parágrafo único da Resolução-Cofeci n°1066/07 estabelece que: O Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI), cuja organização e manutenção está a cargo do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, a quem cabe também expedir certi�cados de registro de avaliador imobiliário para os corretores de imóveis nele inscritos, será compartilhado com os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (Crecis). A inscrição do Corretor de Imóveis no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários é opcional, nada obstando ao corretor de imóveis nele não inscrito opinar quanto à comercialização imobiliária nos termos do artigo 3º, in �ne, da Lei nº 6.530, de 12 de maio de 1978. Atenção A Resolução-Cofeci nº 1066/07 não quer queo CNAI venha a restringir a atuação do pro�ssional de negócios imobiliários quanto a seu papel de exercer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, podendo, ainda, opinar quanto à comercialização imobiliária. Com isso, a inscrição no CNAI é optativa, servindo como parâmetro ao mercado na contratação de pro�ssionais especializados em avaliação de imóveis. Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online O art. 2º. do Ato Normativo-Cofeci nº 001/11 determina que: Poderá inscrever-se no CNAI o Corretor de Imóveis, pessoa física, regularmente inscrito em Conselho Regional de Corretores de Imóveis, que seja, cumulativa ou alternativamente, possuidor de: • Diploma de curso superior em gestão imobiliária ou equivalente. • Certi�cado de conclusão de curso de avaliação imobiliária. A preocupação do Cofeci, ao estabelecer parâmetros para atuação de um pro�ssional de avaliação de imóveis, é preservar esse mercado ao detentor de diploma de curso superior em gestão imobiliária ou equivalente, com investimentos em conhecimentos especí�cos na avaliação dos bens. O art. 5º da Resolução-Cofeci nº 1066/07 estabelece: Os requisitos mínimos do Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica — PTAM. Assim, é importante que o avaliador faça constar do seu Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica, entre outros, os seguintes componentes (PEREIRA, W. de O, 2016): 1 Identi�cação do cliente; 2 Finalidade do Parecer Técnico; 3 Identi�cação e caracterização do imóvel; 4 Contexto urbano; 5 Análise mercadológica; 6 Indicação da metodologia utilizada; 7 Vistoria do imóvel; 8 Pesquisa de mercado; 9 Homogeneização; 10 Determinação do valor de mercado do imóvel avaliando; 11 Identi�cação e breve currículo do Avaliador; 12 Encerramento; 13 Anexos. Ética Pro�ssional A NBR 14653-1 estabelece os procedimentos de excelência aplicados à avaliação de imóveis: Clique nos botões para ver as informações. Manter-se atualizado quanto ao estado da arte e somente aceitar encargo para o qual esteja especi�camente habilitado e capacitado, assessorando-se de especialistas, quando necessário. Quanto à capacitação pro�ssional Considerar como con�dencial o resultado do trabalho realizado e toda informação técnica, �nanceira ou de outra natureza, recebida do cliente. Quanto ao sigilo Jamais reproduzir trabalhos alheios publicados sem a necessária citação. No caso de trabalhos não publicados, obter autorização para reproduzi-lo. Ao reproduzir, fazê-lo sem truncamentos, de modo a expressar corretamente o sentido das teses desenvolvidas. Quanto à propriedade intelectual Declinar da sua contratação e informar as razões ao cliente, se houver motivo de impedimento ou suspeição em decorrência de con�ito de interesse. Quanto ao con�ito de interesses Assessorar com independência a parte que o contratou, com o objetivo de expressar a realidade. Quanto à independência na atuação pro�ssional Evitar a participação em competições que aviltem honorários pro�ssionais. Quanto à competição por preços Envidar esforços na difusão de conhecimentos para a melhor e mais correta compreensão dos aspectos técnicos e assuntos relativos ao exercício pro�ssional. Expressar-se publicamente sobre assuntos técnicos somente quando devidamente capacitado para tal. Quanto à difusão do conhecimento técnico Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online No campo da avaliação imobiliária destacam-se também os princípios gerais estabelecidos pelo Comitê Internacional de Normas de Avaliação — IVSC (PEREIRA, 2016). Integridade Agir com honestidade nas relações pro�ssionais. Objetividade Não permitir que con�itos de interesses enviese o resultado do trabalho. Competência e diligência pro�ssionais Garantir a qualidade dos serviços mantendo o conhecimento e as habilidades necessárias atualizadas, bem como atuar de acordo com os padrões técnicos aplicáveis. Con�dencialidade Não utilizar as informações adquiridas em benefício próprio, nem as divulgar a outrem sem a devida autorização. Comportamento pro�ssional Agir de acordo com as leis e regulamentações vigentes, evitando o descrédito da pro�ssão. Honorários pro�ssionais As entidades pro�ssionais, como os sindicatos e associações de classe, divulgam tabelas de honorários que devem ser observados pelos pro�ssionais neles inscritos. Cabe ao avaliador de imóveis veri�car os valores junto a essas entidades para que não venha a cobrar honorários inferiores ou superiores aos lá determinados. (Fonte: Shutterstock). A NBR 14653-1, em relação aos procedimentos que caracterizam excelência na avaliação de imóveis, estabelece que se deve evitar a participação em competições que aviltem honorários pro�ssionais. Os valores podem variar de acordo com o valor do bem a ser avaliado, a complexidade do trabalho, a acessibilidade ao imóvel, entre outros. O site do CRECI/RJ <//creci-rj.gov.br/> , por exemplo, estabelece a avaliação a preço de mercado do bem para comercialização: o valor mínimo a ser cobrado pelo serviço de avaliação será o equivalente a 2 (dois) salários mínimos da União, ou 0,6% sobre o valor da avaliação (CRECI/RJ, 2018). http://creci-rj.gov.br/ Atividade Para responder as atividades 1 a 3, leia o texto a seguir: Em prol da sociedade — novos parceiros ampliam atuação de corretores avaliadoreas O Grupo de Trabalho de Avaliadores Mercadológicos de São Paulo tem obtido grandes resultados perante os orgãos e entidades parceiras, bene�ciando, em última instância, toda a sociedade. Assim que �nalizam o PROECCI, recebendo importantes instruções sobre como emitir PTAMs (Pareceres Técnicos de Avaliação Mercadológica), os corretores se inscrevem como voluntários nesse grupo, buscando atender as demandas que chegam ao CRECISP e, ainda, ter em seus currículos um histórico de bons serviços prestados. Conheça as novas entidades que con�aram nesse trabalho de avaliação dos corretores: Ministério Público (Renovação de Convênio) “Em um ano de convênio entre o Ministério Público de São Paulo e o CRECISP foram realizados 143 laudos periciais para a solução de casos importantes para a instituição e, consequentemente, para a sociedade”, a�rmou o procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Smanio, na assinatura de renovação do Termo de Cooperação Técnica entre o MPSP e o CRECISP. O convênio foi prorrogado por mais um ano, podendo ser renovado. O documento foi assinado por Smanio e pelo presidente do Conselho, José Augusto Viana Neto. Também participaram da solenidade a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional à Execução (CAEx), Mylene Comploier, e o promotor de Justiça e secretário administrativo da PGJ, Fernando Kfouri. As solicitações de avaliações pelo MPSP têm sido frequentes, o que causa muita satisfação aos corretores pela con�ança depositada. Segundo Mylene, o convênio foi responsável por baixar o acervo de pedidos feitos pelos membros da instituição ao CAEx. Há um ano havia 1.400 solicitações das mais diversas áreas: medicina, administração, contabilidade, imobiliária etc. O tempo de atendimento dos pedidos, a�rmou a coordenadora do CAEx, passou, em média, para três a quatro meses. “Pela primeira vez na história da instituição temos uma curva descendente no tempo de espera pelos pareceres”, elogiou o procurador-geral de Justiça. [...] Tribunal de Contas do Município Ao selar a parceria com o Tribunal de Contas do Município de São Paulo, o CRECISP garantiu à entidade avaliações mercadológicas feitas por corretores de imóveis em situações de locação ou renovação de aluguel de propriedades a serem utilizadas pelo governo municipal, ou quando das concessões ou vendas de seu patrimônio imobiliário. O presidente do TCM, João Antonio da Silva, e o vice-presidente, Domingos Dissei, demonstraram muita satisfação com esse acordo de cooperação. “Esse convênio é da mais alta importância para a cidade de São Paulo. A expertise sobre os valores de mercado está com os corretores. E quando juntamos esses esforços,a cidade ganha”, a�mou Silva [...] Registro Em Registro, o prefeito Gilson Fantin disse que a parceria com o CRECISP veio numa boa hora para o município. “Nos dará total segurança no processo tendo em vista a credibilidade que têm os corretores de imóveis”, disse. [...] Ilha Comprida Em Ilha Comprida, o prefeito Geraldino Barbosa de Oliveira comemorou a parceria. Em seu discurso, ele destacou que, graças ao convênio, aproximadamente 270 imóveis serão regularizados. A medida, acrescentou Oliveira, proporcionará uma economia de meio milhão aos cofres públicos. “Essa parceria vai nos garantir segurança jurídica”, ressaltou. [...] USP O convênio com a Universidade de São Paulo foi assinado com o intuito de dar vazão ao volume de propriedades a serem avaliadas sob a responsabilidade da Coordenadoria de Administração Geral da USP. [...] SPU Um dos principais objetivos da Superintendência de Patrimônio da União (SPU) é gerenciar o espaço físico necessário para acomodar as ações e projetos de interesse governamental. Ligada ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a SPU, em suma, é o órgão responsável pela administração e autorização de uso dos imóveis que compõem o patrimônio do governo. Por esse motivo, o convênio �rmado entre a SPU/SP e o CRECISP poderá atender, com grande e�ciência, as demandas relacionadas à captação, avaliação e intermediação imobiliária desse órgão. [...] (REVISTA CRECI/SP, No. 22, 2018) 1. A partir do texto, comente sobre as oportunidades de mercado de avaliadores de imóveis junto as instituições públicas. Fundamente a resposta. 2. Comente a natureza dos serviços oferecidos aos avaliadores de imóveis nos órgãos referenciados no texto. 3. Comente como o pro�ssional de negócios imobiliários poderá desenvolver com ética e presteza os serviços oferecidos pelas instituições públicas constantes do texto. 4. Qual é a norma de avaliação de imóveis publicada pela ABNT referente aos Procedimentos Gerais: a) ABNT NBR 14653-1 b) ABNT NBR 14653-2 c) ABNT NBR 14653-3 d) ABNT NBR 14653-4 e) ABNT NBR 14653-5 5. A NBR 14653-1 estabelece os procedimentos de excelência aplicados à avaliação de imóveis. Quanto à capacitação pro�ssional deve ser considerado o pro�ssional que: a) Evita a participação em competições que aviltem honorários profissionais. b) Envida esforços na difusão de conhecimentos para a melhor e mais correta compreensão dos aspectos técnicos e assuntos relativos ao exercício profissional. c) Considera como confidencial o resultado do trabalho realizado e toda informação técnica, financeira ou de outra natureza, recebida do cliente. d) Declina da sua contratação e informa as razões ao cliente, se houver motivo de impedimento ou suspeição em decorrência de conflito de interesse. e) Somente aceita encargo para o qual esteja especificamente habilitado. Referências ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) — NBR 14.653-1. Procedimentos gerais. Rio de Janeiro: ABNT, 2001. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) — NBR 14.653-2. Imóveis Urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) — NBR 14.653-3. Imóveis Rurais. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. BRASIL. Lei 6530, de 12 de maio de 1978. Dá nova regulamentação à pro�ssão de Corretor de Imóveis, disciplina o funcionamento de seus órgãos de �scalização e dá outras providências. Brasília, 1978. Disponível em: //www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6530.htm <//www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6530.htm> Acesso em: 5 dez. 2018. COFECI. Resolução nº 1.066. 29 de novembro de 2007. Disponível em: //www.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/2007/resolucao1066_2007.pdf <//www.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/2007/resolucao1066_2007.pdf> . Acesso em: 05 out. 2018. COFECI-CRECI. Avaliação de imóveis: uma atribuição dos corretores de imóveis. Disponível em: //www.cofeci.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=207:avaliacao-de-imoveis-uma-atribuicao- <//www.cofeci.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=207:avaliacao-de-imoveis-uma-atribuicao-> . Acesso em 10 out. 2018. CRECI/RJ. Avaliação de Imóveis. Disponível em: //creci-rj.gov.br/avaliacao-imoveis/ <//creci-rj.gov.br/avaliacao-imoveis/> . Acesso em: 08 out. 2018. D’AMATO, M; ALONSO N. R. P. Imóveis Urbanos Avaliação de Aluguéis. São Paulo: Universitária de Direito, 2007. GARCIA, J. Avaliação mercadológica de Imóveis. Rio de janeiro: Espaço Luz, 2017. KUHN, A. E; PEREIRA, L. P; NERBAS, P. F. Avaliação de imóveis e perícias. Curitiba: IESDE Brasil, 2012. MENDONÇA, F. Avaliação de imóveis: teoria e prática. Recife: Editora do Autor, 2012. MENDONÇA, M. C; SOLLERO, M; CURI, E; AGUIAR, J. B; QUEIROGA, H. S.; MAIA, E. A; AQUINO, R; CANÇADO, J. M. M. Fundamentos de avaliações patrimoniais e perícias de engenharia. São Paulo: PINI, 1998. PEREIRA, W. de O. Avaliação de imóveis. Rio de Janeiro: SESES, 2016. Próxima aula Método comparativo direto de dados e de capitalização da renda; Método involutivo e evolutivo; Método de quanti�cação de custo. Explore mais http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6530.htm http://www.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/2007/resolucao1066_2007.pdf http://www.cofeci.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=207:avaliacao-de-imoveis-uma-atribuicao- http://creci-rj.gov.br/avaliacao-imoveis/ Conheça o catálogo da ABNT <https://www.abntcatalogo.com.br/sebrae/> ; Conheça o convênio Sebrae-ABNT <//abnt.org.br/paginampe/> . https://www.abntcatalogo.com.br/sebrae/ http://abnt.org.br/paginampe/