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Prof. Jefferson Santana Martins Termômetros Calor e temperatura TEMPERATURA • Temperatura: é uma grandeza física, que mensura a energia cinética média de cada grau de liberdade de cada uma das partículas de um sistema em equilíbrio térmico. Esta definição é análoga a afirmar que a temperatura mensura a energia cinética média por grau de liberdade de cada partícula do sistema, uma vez consideradas todas as partículas de um sistema em equilíbrio térmico em um certo instante. A rigor, a temperatura é definida apenas para sistemas em equilíbrio térmico. Um mapa múndi mostrando a média mensal da temperatura do ar na superfície https://www.google.com/url?q=http://pt.wikipedia.org/wiki/Equil%25C3%25ADbrio_t%25C3%25A9rmico&sa=D&source=editors&ust=1621041794709000&usg=AOvVaw2mp_fNHuW3kfV-78x1qOHC Temperatura Vibração térmica de um segmento da hélice alfa de proteína: A amplitude das vibrações aumenta com a temperatura. A compreensão teórica de temperatura em um gás ideal pode ser obtido a partir da teoria cinética. Temperatura ■ As partículas constituintes dos corpos estão em contínuo movimento. Entende-se temperatura, como sendo uma grandeza que mede a maior ou menor intensidade dessa agitação térmica. Maior temperaturaMenor temperatura Se os corpos estiverem a temperaturas diferentes, a energia pode ser trocada entre eles. No equilíbrio térmico os corpos em contato térmico deixam de trocar energia. Frequentemente associamos o conceito de temperatura com o grau de quente ou de frio de um corpo que tocamos . A nossa pele é sensível à taxa de transferência de energia e não à temperatura do corpo . Temperatura Temperatura e Calor A B TA > TB Calor TA = TB A BCalor Equilíbrio Térmico "Se dois corpos estão em equilíbrio térmico com um terceiro, então eles estão em equilíbrio térmico entre si." (3) Lei zero da Termodinâmica Na primeira situação, os blocos A e B estão isolados termicamente, ou seja, não há troca de calor entre eles. Entretanto ambos podem trocar energia na forma de calor com o bloco C. Essa troca se dá enquanto os blocos não estiverem em equilíbrio térmico. Na segunda situação, a parede isolante está separando o bloco C dos outros. Embora haja uma parede de material condutor entre A e B, não ocorre troca de calor. Isso é explicado pela Lei Zero da Termodinâmica que afirma que se A e B estão em equilíbrio térmico com C, então A e B estão em equilíbrio térmico entre si. https://www.google.com/url?q=http://pt.wikipedia.org/wiki/Equil%25C3%25ADbrio_t%25C3%25A9rmico&sa=D&source=editors&ust=1621041795271000&usg=AOvVaw1a9eYf_2z2cRnYPrLslCMV https://www.google.com/url?q=http://pt.scribd.com/doc/29238925/termodinamica&sa=D&source=editors&ust=1621041795271000&usg=AOvVaw02paPOGxkqS5rEmw3vz-sn Termometria Termometria é a parte da termologia voltada para o estudo da temperatura, dos termômetros e das escalas termométricas. A Escala Celsius construída em 1742, pelo físico e astrônomo sueco Anders Celsius, que adotou para o ponto de fusão de gelo o valor 0 (zero) e para o ponto de ebulição da água o valor 100 (cem). Dividiu-se o intervalo obtido entre os pontos fixos em cem partes iguais, em que cada parte corresponde a uma unidade da escala e foi denominada de grau Celsius, cujo símbolo é 0 °C. Como o intervalo entre os pontos fixos dessa escala foi dividido em cem partes iguais, ela recebeu o nome de centesimal e, atualmente, a Escala Celsius é a mais utilizada em todo o mundo. Im ag em : O lo f A re n iu s / A st ro n o m ic al o b se rv at o ry o f U p p sa la U n iv er si ty / Pu b lic D o m ai n . ESCALA CELSIUS Escala Fahrenheit A Escala Fahrenheit foi construída, em 1727, pelo físico alemão Daniel Gabriel Fahrenheit, que adotou o valor 0 (zero) para a mistura: água, gelo picado e sal; e o valor 100 para a temperatura do corpo humano. Dividiu-se o intervalo entre esses pontos fixos em 100 partes iguais e cada parte recebeu o nome de grau Fahrenheit, cujo símbolo é °F. Ao compararmos os pontos fixos escolhidos por Fahrenheit e Celsius, temos para o ponto de fusão do gelo, sob pressão de 1 atmosfera, o valor 32 °F e para o ponto de vapor da água, também sob pressão de 1 atmosfera, o valor 212 °F; o intervalo dividido em 100 partes iguais pelo sueco (Celsius) é dividido em 180 partes iguais Fahrenheit . Esta escala foi utilizada principalmente pelos países que foram colonizados pelos britânicos, mas seu uso atualmente se restringe a poucos países de língua inglesa, como os Estados Unidos e Belize. https://www.google.com/url?q=http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%25C3%25ADs&sa=D&source=editors&ust=1621041796588000&usg=AOvVaw3bMKkrRc-L5f-sgMFXIHf4 https://www.google.com/url?q=http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%25C3%25A9rio_Brit%25C3%25A2nico&sa=D&source=editors&ust=1621041796588000&usg=AOvVaw3R21_f15jVpvN438VlO4FQ https://www.google.com/url?q=http://pt.wikipedia.org/wiki/L%25C3%25ADngua_inglesa&sa=D&source=editors&ust=1621041796588000&usg=AOvVaw1zWqIdQRNLp-GsZEo3UTmk 1. A evolução tecnológica alcançada a partir da Revolução Industrial do começo do século XIX trouxe consigo algumas questões relacionadas aos processos de fundição que exigiam altas temperaturas. Uma delas foi: até que ponto seria possível aquecer um corpo? 2. E até que ponto seria possível resfriar um corpo? Escala kelvin •A experiência vem mostrando não haver limite para a temperatura que um determinado corpo pode atingir. •A resposta para segunda pergunta foi dada pelo físico irlandês William Thomson (1824-1907), homenageado com o título de lorde Kelvin. Escala kelvin • Como vimos, a temperatura está relacionada ao estado de agitação das moléculas de uma determinada substância. • Sendo assim, deve existir uma temperatura onde não há movimento das moléculas. • Lord Kelvin determinou essa temperatura utilizando termômetros a gás e achou o valor de -273,15 0C. Escala kelvin Assim, Kelvin atribuiu o valor zero para este estado térmico e o valor de 1 kelvin a uma extensão igual à do grau Celsius, de modo que o ponto de fusão do gelo, corresponde a 273 K e o ponto de ebulição da água, corresponde a 373 K. O nome e o símbolo grau kelvin foram abolidos em convenção científica internacional e substituídos simplesmente por kelvin; portanto, ao invés de 10 °K, escreve-se 10 K e lê-se: dez kelvin. Im ag em : C el si u s_ ke lv in _e st an d ar _1 95 4. p n g: H o m o lo go s / M o d if ic aç õ es fe it as p o r Ki sm al ac / G N U F re e D o cu m en ta ti o n L ic en se . RELAÇÃO VOLUME - TEMPERATURA DE UM GÁS A PRESSÃO CONSTANTE. ZERO ABSOLUTO • O zero absoluto é inacessível na prática. Pode-se chegar bastante perto, mas quanto mais próximo dessa temperatura, mais difícil fica para o corpo ceder energia térmica, pois essa transferência se faria para outro corpo cujo grau médio de agitação das partículas fosse menor. • Frio não existe como grandeza física. Um corpo esfria quando cede calor. Se um corpo pudesse receber frio, não existiria um limite inferior para a temperatura. • É possível obter outras escalas absolutas trabalhando-se com tamanhos de divisões diferentes do da escala Celsius, mas o zero será o mesmo para todas elas. Escala kelvin Imagens: SEE-PE Conversão entre escalas •Uma das exigências feitas ao Reino Unido por ocasião da formação da União Europeia foi a adoção do Sistema Internacional de Unidades (SI). Temporariamente, convivem no Reino Unido o sistema antigo e o SI. Há séculos acostumados com seu sistema de unidades, os ingleses irão aos poucos absorvendo o SI e em breve, provavelmente, a escala Fahrenheit deixará de existir. Talvez um dia fiquemos somente com a escala Kelvin, uma “verdadeira” escala de temperaturas. Imagine sua mãe dizendo: “Leve um agasalho, pois a temperatura vai baixar. A TV anunciou 280 K”. Verifique se o conselho procede, utilizandocomo referência a escala Celsius. Conversão entre escalas - exemplo •Em países de língua inglesa é a escala Fahrenheit em que o zero (0ºF) foi escolhido para a temperatura de certo dia frio na Islândia e o cem (100 ºF) para a temperatura média corporal de uma pessoa. Nessa escala, a temperatura de fusão do gelo corresponde, a 32ºF e a temperatura de ebulição da água a 212 ºF. O intervalo é dividido em 180 partes, cada uma correspondendo a 1ºF. Será que a temperatura de 100ºF corresponde mesmo à temperatura de 36 ºC que é o valor considerado normal para temperatura corporal? (GREF – Física Térmica – parte 1) Conversão entre escalas - exemplo Termômetro – Um dispositivo calibrado para medir a temperatura do corpo. É a partir da termologia que se estudam os processos de medição da temperatura de um corpo. Im ag em : Z w ag er / P u b lic D o m ai n Termometria Algumas das propriedades físicas que mudam com a temperatura e que são usadas nos termômetros: • o volume de um líquido; • o comprimento de um sólido; • a pressão de um gás mantido a volume constante; • o volume de um gás mantido a pressão constante; • a resistência eléctrica de um condutor; • a cor de um corpo quente. Termômetro • Instrumento destinado a medir a temperatura dos corpos; • A medida da temperatura é feita de forma indireta; • Grandezas e substâncias termométricas; COMO MEDIR A TEMPERATURA Como medir temperatura Os medidores de temperatura podem ser divididos em dois grandes grupos: o termômetros de efeito mecânico e o termômetros de efeito elétrico. O primeiro grupo tem como princípio de medição a dilatação dos materiais e o segundo tem como base as propriedades termelétricas e resistivas dos materiais. Existem ainda um terceiro grupo de medidores por radiação (ondas eletromagnéticas) Termômetros de efeito mecânico Termômetro de líquido em vidro • A medição de temperatura é feita através da leitura da posição do líquido na escala graduada. • Utiliza-se geralmente álcool ou mercúrio. Por exemplo, um dos dispositivos (termômetro) mais antigos é o termômetro de vidro, que se baseia na expansão do mercúrio ou outro líquido com a temperatura. Termômetros de efeito mecânico Termômetro bimetálico • Dois metais de diferentes coeficientes de dilatação linear são unidos numa determinada temperatura. Ao submeter à junta a uma temperatura determinada ela se curvará no sentido da indicação da temperatura. How does a bimetallic strip thermometer work? - tec-science (tec-science.com) https://www.google.com/url?q=https://www.tec-science.com/thermodynamics/temperature/how-does-a-bimetallic-strip-thermometer-work/&sa=D&source=editors&ust=1621041799239000&usg=AOvVaw1vRGnj24URKJiLeUL2_O7F https://www.google.com/url?q=https://www.tec-science.com/thermodynamics/temperature/how-does-a-bimetallic-strip-thermometer-work/&sa=D&source=editors&ust=1621041799240000&usg=AOvVaw18GadVXib7sWdGVxvIF8ob Termômetros de efeito elétrico Este tipo de medição é mais conveniente já que estes métodos permitem obter um sinal mais facilmente detectável, amplificável e usado para propósitos de controle. Estes tipos de sensores podem ser encontrados em qualquer instalação industrial devido a sua praticidade e eficiência. Resistores sensíveis à temperatura - Termistores • Um resistor sensível à temperatura é chamado de termistor. • Na maioria dos tipos comuns de termistores a resistência diminui à medida que a temperatura aumenta. • Eles são denominados termistores de coeficiente negativo de temperatura e indicados como NTC. • Existem ainda os PTC, termistores onde a resistência aumenta com o aumento da temperatura. Resistores sensíveis à temperatura - Termistores Resistores sensíveis à temperatura - Termistores A variação da resistência (R) de um termistor com temperatura absoluta (T) é razoavelmente bem descrita pela expressão R(T) = a exp(b/T) onde a e b são constantes. Podemos determinar o valor de a e b medindo a resistência em duas temperaturas diferentes T1 e T2. Se R1 e R2 são os resultados encontrados, então: R1 = a exp(b/T1); R2 = a exp(b/T2) e é fácil demonstrar que b = ln (R1 / R2) T1T2 / (T2 - T1) . A maioria dos termistores tem b entre 3000 e 4000 Kelvin. O valor de a pode ser calculado por: a = R1 exp(-b/T1) ou a = R2 exp(-b/T2). Resistores sensíveis à temperatura - Termistores O gráfico mostra a resistência de dois termistores diferentes em função da temperatura. A 25ºC um dos termistores tem resistência de 100 kΩ e o outro tem 10 kΩ. Ambos têm b = 3500 K Termômetros de efeito elétrico Termoresistências metálicas Termo-resistências metálicas são construídas a partir de fios ou filmes de platina, cobre, níquel e tungstênio para aplicações a alta temperatura. A variação da resistência elétrica de materiais metálicos pode ser representada por uma equação da forma: R = R o (1 + a 1 .T + a 2 .T2 + a 3 .T ….a n .Tn) onde R o = resistência a T=0 oC. A termo-resistência mais comum é a base de um fio de platina chamada PT100. Esse nome é devido ao fato que ela apresenta uma resistência de 100 à 0 ºC . Entre 0 a 100 ºC a variação pode ser considerada linear, com a 1 = 0,00385 Ω/ Ω/ K. RTD ➢ O metal mais utilizado na construção de termo-resistências é a Platina, sendo encapsulados em bulbos cerâmicos ou de vidro. ➢ Os modelos mais utilizados atualmente são: Pt- 25,5 Ω, Pt-100 Ω, Pt-120 Ω, Pt-130 Ω e Pt-500 Ω, sendo que na indústria o mais conhecido e utilizado é o Pt-100 Ω (a 0 °C). ➢ Uma liga composta de cobre e níquel também é utilizada na construção de detectores de temperatura por variação de resistência elétrica (RTD). RTD Ao contrário de instrumentos de medição de temperatura puramente indicadores, como termômetros de líquido em vidro ou termômetros de fita bimetálica, o sinal elétrico dos termômetros de resistência pode ser diretamente processado, combinado e avaliado com outros dados. Os termômetros de resistência também são muito robustos e cobrem uma ampla faixa de temperatura de -200 ° C a +800 ° C com alta precisão. Dependendo da aplicação, no entanto, o tempo de atraso relativamente grande dos termômetros de resistência pode ser uma desvantagem, isto é, os termômetros de resistência requerem algum tempo até que se adaptem à temperatura a ser medida. Os termopares, explicados a seguir, oferecem tempos de atraso significativamente mais curtos. Termômetros de efeito elétrico - Termopares Termopares Um termopar é um sensor que compreende dois pedaços de fios dissimilares, unidos em uma das extremidades. Essa união constitui um circuito termoelétrico, ou seja, a capacidade de variar energia elétrica através da variação da temperatura. Devido às muitas particularidades desse sensor ele será tratado em item específico deste trabalho. Dentre os sensores por efeito elétrico o termopar é o mais utilizado em tomadas de impulso para medição de temperatura. Sua aplicação em larga escala se da em virtude da sua praticidade, capacidade de operar em altas temperaturas e por fornecer respostas rápidas. O funcionamento do Termopar está baseado nas leis da termeletricidade. Transdutores termoelétricos - Termopar Seebeck (1823): se dois metais diferentes são conectados em um circuito com as junções em temperaturas diferentes, uma corrente flui no mesmo Absorção de calor pela junta fria (T1) e liberação de calor pela junta quente (T2). A diferença de temperatura entre as duas junções é proporcional à força eletromotriz de Seebeck, responsável pela corrente que circula entre as juntas Transdutores termoelétricos - Termopar - Funcionamento https://www.tec-science.com/wp-content/uploads/2019/03/en-temperature-measurement-thermocouple-seebeck-effect. mp4 https://www.google.com/url?q=https://www.tec-science.com/wp-content/uploads/2019/03/en-temperature-measurement-thermocouple-seebeck-effect.mp4&sa=D&source=editors&ust=1621041801842000&usg=AOvVaw1MV0ocN1Q6vi4Lp0nU9Ipkhttps://www.google.com/url?q=https://www.tec-science.com/wp-content/uploads/2019/03/en-temperature-measurement-thermocouple-seebeck-effect.mp4&sa=D&source=editors&ust=1621041801843000&usg=AOvVaw0T_wJSb6g_kzmaB7YeQ8-c Transdutores termoelétricos - Termopar - Funcionamento Um gradiente de temperatura entre a junção de medição e as extremidades dos respectivos fios resulta em um efeito termoelétrico, com o aparecimento de uma tensão elétrica. Como esses metais são diferentes, o efeito termoelétrico tem intensidade diferente em cada fio.. Por exemplo, comparado ao cobre, o ferro tem uma tensão termoelétrica em torno de 6 vezes mais alta. Isso significa que para cada temperatura uma tensão elétrica diferente se estabelece nas extremidades do fio. Transdutores termoelétricos - Termopar Termopares são sensores de temperatura simples, robustos e de baixo custo, sendo amplamente utilizados nos mais variados processos de medição de temperatura. Um termopar é constituído de dois metais distintos unidos em uma das extremidades. Quando há uma diferença de temperatura entre a extremidade unida e as extremidades livres, verifica-se o surgimento de uma diferença de potencial que pode ser medida por um voltímetro. Diferentes tipos de termopares possuem diferentes tipos de curva diferença de potencial versus temperatura. Transdutores termoelétricos - Termopar - Aplicações Os termopares são adequados para medir em uma ampla faixa de temperatura, de -270 a 3000 ° C (por um curto período de tempo, em atmosfera inerte). As aplicações incluem medição de temperatura para fornos, exaustão de turbinas a gás, motores a diesel e outros processos industriais. Eles são menos adequados para aplicações em que pequenas diferenças de temperatura precisam ser medidas com alta precisão, por exemplo, o intervalo de 0 a 100 ° C com precisão de 0,1 ° C. Para tais aplicações, termistores e RTD são mais adequados. Um termopar (o tubo mais à direita) dentro do conjunto do queimador de um aquecedor de água A conexão do termopar para conectar à combinação termostato / válvula de gás Comparação entre diferentes sensores de temperatura • Física II – Termodinâmica e Ondas, H. D. Young & R. A. Freedman, 12a ed., Pearson, 2008. • Curso de Física Básica. Vol. 2 – Fluidos, Oscilações, Ondas e Calor, Moysés Nussenzveig, Edgar Blücher, 1996. • DOCA, Ricardo; BISCUOLA, Gualter; VILLAS BÔAS, Newton. Os tópicos da física. 8ª ed. Vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2007. • GREF. Física 2 – Física Térmica e Óptica. EDUSP, 5ª Ed. Livros sugeridos