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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS ESTUDO DE CASO 4 - GRAND JEAN COMPANY GRUPO 3: ADDA LIZZIE MEDEIROS LIQUER DE SOUSA AMANDA MELLO ALVES CAMILA DE OLIVEIRA RIBEIRO MACHADO JAMILLE NUNES DOS SANTOS KARINE ADAO THEMOTEO YASMIN BARBOSA MULLINARI 1) Como você descreveria a(s) meta(s) da empresa como um todo? É esta, ou são estas a(s) mesma(s) meta(s) da organização de marketing da empresa e dos 25 gerentes das instalações fabris? Explique. De acordo com visão da empresa, as principais metas são aumentar sua lucratividade e expandir a empresa, ao mesmo tempo mantendo qualidade do produto com preço de fabricação fixo. Agora as metas do marketing e dos 25 gerentes são diferentes, vejamos o marketing sempre quer vender o máximo que possível , variando seus produtos entre inovações ou aumentar as vendas com propagandas, mas quando essa meta tem que ser batida,as fábricas que não conseguem atender essa demanda , gerando assim algum conflito. Os gerentes da fábrica geralmente tem que cumprir a produção que marketing estipular, bom com essas cotas estipuladas as fábricas têm que produzir, mas como cita no artigo as fábricas são uma despesa altas, com isso se as fábricas não produzirem geram um custo, o gerente tem que ver o quê está acontecendo. No final com essa divergência podemos ver que isso pode afetar na qualidade do produto e na eficiência da produção. 2) Avalie o planejamento gerencial atual, os sistemas de controle das instalações fabris e os departamentos de marketing. Quais são seus pontos fortes e fracos? Pontos fortes: · A empresa tem sido por um longo período. · Possui 25 unidades fabris próprias e 20 empreiteiras independentes, produzindo de forma eficiente e confiável. · O sistema de recompensa em escala de 1 a 5 pode motivar os funcionários a trabalharem mais. · O uso do orçamento para definir a cota, pode avaliar o desempenho facilmente. Pontos Fracos: · Não tem incentivo para as fábricas exceder a produção. · Eles são dependentes dos empreiteiros independentes externos, que fornece cerca de um terço do total de calças vendidas por eles. · O sistema de recompensa não é justo. Os funcionários que trabalham na sede recebem um valor superior aos gerentes de fábrica. · Os cálculos da hora padrão são feitos na mesma escala para máquinas novas e antigas, por isso, acaba produzindo resultados imprecisos. 3) Um gerente recomendou que as fábricas fossem operadas como centros de lucro porque assim seriam superados alguns dos problemas apontados por Mia Packard e pelo autor do caso. Esse gerente de fábrica comentou que “(meu) competidor, o produtor independente vizinho, produz para a Grand Jean as mesmas calças que eu. E esse terceiro também poderia fabricar calças para a concorrência da Grand Jean. Em virtude da competitividade do mercado, apenas as fábricas mais bem gerenciadas conseguiriam sobreviver neste negócio. Então, como gerente externo da companhia, eu deveria assumir a responsabilidade pelos lucros finais e ser recompensado adequadamente”. Você concorda ou discorda em aplicar o conceito centro de lucro às 25 instalações fabris da Grand Jean? Como esta decisão afetaria as decisões do gerente da fábrica, seu desempenho, entre outros fatores? De acordo com a leitura do estudo de caso, as fábricas apenas cumprem com o orçamento e a cota demandada para cada unidade, nesse sentido, não há incentivo para as fábricas excederem a produção. Em vez disso, eles se deparam com certos desafios, pois é necessário atender cada vez mais cotas, acarretando na monopolização de estoque, mesmo havendo demanda suficiente. Em um cenário em que as unidades fabris fossem operadas como centro de lucros, o gerente da fábrica poderá ganhar incentivos por meio de maior eficiência. Ele será motivado a trabalhar eficientemente e produzir em níveis máximos. Além disso, eles não se restringiram à cota da fábrica e não acumularão o excesso de produção, em vez disso, eles vão fazer uso total desta produção extra e ganhar recompensas monetárias máximas. Portanto, essa mudança no sistema de recompensa incentiva os gestores da fábrica a trabalhar a produção máxima e também para minimizar o custo, o tempo e o esforço para produzir de forma eficiente. Desse modo, devido à intensa concorrência de empreiteiros independentes, apenas as melhores gestões sobreviverão. Por isso, as fábricas precisam ser competitivas, além disso, o aumento da produção ajudará a empresa a ser autossuficiente e reduzirá sua dependência de contratantes externos. 4) Se as instalações fabris da Grand Jean fossem tratadas como centros de lucro, três alternativas seriam propostas para o registro das receitas de cada planta: A. Utilizar o preço de venda registrado pelo pessoal das vendas da Grand Jean para calças destinadas a varejistas e distribuidores. Utilizar o preço de venda registrado pelo pessoal das vendas para calças destinadas a varejistas e distribuidores não seria uma opção viável, por não ter uma margem de lucro. O departamento de vendas já fabrica há quase 5 anos 20 produtos de fornecedores externos, caso cobrassem o mesmo preço cobrado aos varejistas e distribuidores então o departamento mudaria para os fornecedores externo para fornecimento a um custo menor e não continuará com o sistema adotado. Caso o departamento de vendas opte por vender para o mercado externo, eles terão que adaptar seu preço para o mercado. Levando em consideração os pontos abordados, usando o preço de venda adotado não será vantajoso nem para a fabricação nem para a empresa em geral. B. Utilizar o custo-padrão total de manufatura por unidade, acrescido de um percentual de elevação fixo “justo” para lucros brutos. A vantagem de utilizar este método no qual o custo-padrão total de manufatura por unidade, acrescido de um percentual de elevação fixo “justo” para lucros brutos é que há incentivo para que o departamento de fabricação tenha um bom desenvolvimento e consequentemente aumente a eficiência. Há uma porcentagem fixa do custo que a unidade de manufatura cobrará além do custo e esse será seu lucro bruto. Com isso, para cada unidade que eles produzem e vendem, é obtido lucro. Porém, nessa proposta, não há indícios motivadores para manter o custo de produção no mínimo possível. Os funcionários devem tentar seu melhor nível para manter o custo o mais baixo possível e competitivo. Portanto, essa proposta tem muitas vantagens, porém, é preciso ter cuidado com o fator custo. C. Utilizar o preço contratual médio, pago pelo Grand Jean a terceirizados para a produção de modelos similares de calças. Se for considerado utilizar o preço contratual médio pago pelo Grand Jean aos terceirizados para a produção de modelos similares de calças resultaria em uma margem baixa pela faixa de preço dos produtos feitos, pois o poder de barganha da empresa Grand Jean é muito alta. Por esse motivo, a baixa qualidade é um fator em queda para manter uma margem justa; por consequencia; fazendo, o aumento do número por rejeições da marca, reduzindo o seu valor e perda de participação no mercado. Estude estas três alternativas. Qual delas você recomendaria? Porque sua escolha é a melhor? Justifique. A Melhor alternativa seria a opção B (Utilizar o custo-padrão total de manufatura por unidade, acrescido de um percentual de elevação fixo “justo” para lucros brutos), pois o gerente de manufatura e de vendas podem negociar e chegar ao consenso, e a margem de vendas será suficiente, assim como o departamento de fabricação terá um bom incentivo para produzir com eficiência.