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1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES 
DWARE 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manual Rev. 1.90 Setembro / 2006 Ref.2-002.190 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Este manual não pode ser reproduzido, total ou parcialmente, sem autorização por escrito da Atos. 
 
Seu conteúdo tem caráter exclusivamente técnico/informativo e a Atos se reserva no direito, sem 
qualquer aviso prévio, de alterar as informações deste documento. 
 
 
 
 
3 
 
Serviço de Suporte Atos 
 
 
A Atos conta com uma equipe de engenheiros e representantes treinados na própria fábrica e 
oferece a seus clientes um sistema de trabalho em parceria para especificar, configurar e 
desenvolver software usuário e soluções em automação e presta serviços de aplicações e startup. 
 
A Atos mantém ainda o serviço de assistência técnica em toda a sua linha de produtos, que é 
prestado em suas instalações. 
 
Com o objetivo de criar um canal de comunicação entre a Atos e seus usuários, criamos um 
serviço denominado Central de Atendimento Técnico. Este serviço centraliza as eventuais 
dúvidas e sugestões, visando a excelência dos produtos e serviços comercializados pela Atos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Central de Atendimento Técnico 
De Segunda a Sexta-feira 
Das 7:30 às 12:00 h e das 13:00 às 17:30 h 
Telefone: 55 11 5547 7411 
E-mail: suportec@atos.com.br 
 
 
4 
 
 
 
 
Índice 
5 
Índice 
 
1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 9 
• Tabela de Instruções ..............................................................................................................................9 
• Restrições das Instruções ...................................................................................................................11 
• Lista de PSEUDO-Instruções existentes ............................................................................................11 
• Lista de instruções existentes (por driver) ........................................................................................12 
• Lista de drivers para programação das CPUs ...................................................................................14 
SÉRIE MPC4004..................................................................................................................................................... 14 
SÉRIE TICO ............................................................................................................................................................ 14 
SÉRIE EXPERT ...................................................................................................................................................... 15 
2. CONJUNTO DE INSTRUÇÕES ................................................................................................ 17 
• Instruções Básicas ...............................................................................................................................17 
LD ............................................................................................................................................................................ 17 
LDN ......................................................................................................................................................................... 17 
LDI ........................................................................................................................................................................... 17 
OUT ......................................................................................................................................................................... 18 
OUTN ...................................................................................................................................................................... 18 
OUTI ........................................................................................................................................................................ 18 
OUTIN ..................................................................................................................................................................... 19 
OUTR ...................................................................................................................................................................... 19 
SETR ....................................................................................................................................................................... 20 
MONOA ................................................................................................................................................................... 20 
MONOD................................................................................................................................................................... 21 
TMR......................................................................................................................................................................... 21 
CNT ......................................................................................................................................................................... 22 
CNT2 ....................................................................................................................................................................... 23 
LDX.......................................................................................................................................................................... 24 
LDW......................................................................................................................................................................... 24 
OUTX....................................................................................................................................................................... 25 
• Instruções de Comparação..................................................................................................................26 
CMP......................................................................................................................................................................... 26 
FCMP ...................................................................................................................................................................... 27 
• Instruções Aritméticas .........................................................................................................................28 
SUM......................................................................................................................................................................... 28 
FSUM ...................................................................................................................................................................... 28 
SUMB ...................................................................................................................................................................... 29 
SUMBL .................................................................................................................................................................... 29 
SUB ......................................................................................................................................................................... 30 
FSUB ....................................................................................................................................................................... 30 
SUBB....................................................................................................................................................................... 31 
SUBBL.....................................................................................................................................................................31 
DIV........................................................................................................................................................................... 32 
FDIV ........................................................................................................................................................................ 32 
DIVB ........................................................................................................................................................................ 33 
DIVBL ...................................................................................................................................................................... 34 
DVBLL ..................................................................................................................................................................... 34 
MULT....................................................................................................................................................................... 35 
FMUL....................................................................................................................................................................... 35 
MULTB .................................................................................................................................................................... 36 
Índice 
6 
MULBL .....................................................................................................................................................................37 
• Instruções de Movimentação de Dados .............................................................................................38 
MOV.........................................................................................................................................................................38 
MOVK.......................................................................................................................................................................38 
TAB ..........................................................................................................................................................................39 
ATAB........................................................................................................................................................................39 
VTAB........................................................................................................................................................................40 
FTAB........................................................................................................................................................................40 
MOVX.......................................................................................................................................................................41 
WLDX.......................................................................................................................................................................42 
BMOVX ....................................................................................................................................................................43 
SCRLL......................................................................................................................................................................44 
• Instruções de Deslocamento...............................................................................................................48 
SFR..........................................................................................................................................................................48 
SFRW.......................................................................................................................................................................49 
SHIFB.......................................................................................................................................................................51 
SHIFN ......................................................................................................................................................................52 
SHIFL.......................................................................................................................................................................53 
• Instruções de Conversão de Dados....................................................................................................55 
CONV.......................................................................................................................................................................55 
CONVL.....................................................................................................................................................................55 
FCONV.....................................................................................................................................................................56 
BCDAS.....................................................................................................................................................................57 
BCDAP.....................................................................................................................................................................57 
• Instruções de Trabalho com Relógio e Calendário ...........................................................................59 
LDATA......................................................................................................................................................................59 
LTIME.......................................................................................................................................................................60 
SDATA .....................................................................................................................................................................61 
STIME ......................................................................................................................................................................61 
LDAT2......................................................................................................................................................................62 
SDAT2......................................................................................................................................................................63 
• Instruções de Contagem Up/Down .....................................................................................................64 
UPDD.......................................................................................................................................................................64 
UPDB .......................................................................................................................................................................65 
UPDDC ....................................................................................................................................................................66 
UPDBC.....................................................................................................................................................................67 
• Instruções de Operações Lógicas com 16 bits..................................................................................68 
WNOT ......................................................................................................................................................................68 
WAND ......................................................................................................................................................................68 
WOR ........................................................................................................................................................................69WXOR......................................................................................................................................................................70 
• Instruções de Movimentação entre Bits e Estados...........................................................................71 
BITW ........................................................................................................................................................................71 
WBIT ........................................................................................................................................................................72 
WBITX......................................................................................................................................................................74 
• Instruções Especiais ............................................................................................................................76 
JMP..........................................................................................................................................................................76 
CALL ........................................................................................................................................................................76 
ADSUB.....................................................................................................................................................................76 
ADSUD.....................................................................................................................................................................77 
ASCB .......................................................................................................................................................................78 
PRINT ......................................................................................................................................................................79 
FATOR.....................................................................................................................................................................80 
CTCPU.....................................................................................................................................................................82 
CCS..........................................................................................................................................................................84 
Índice 
7 
LDIA......................................................................................................................................................................... 84 
DINT1 ...................................................................................................................................................................... 85 
PID........................................................................................................................................................................... 86 
PID_I........................................................................................................................................................................ 87 
OUTIS...................................................................................................................................................................... 91 
SCL.......................................................................................................................................................................... 91 
SCL2G..................................................................................................................................................................... 94 
SCHED .................................................................................................................................................................... 96 
TXPR ....................................................................................................................................................................... 99 
CEP ....................................................................................................................................................................... 100 
AJUST ................................................................................................................................................................... 101 
FILT ....................................................................................................................................................................... 102 
MED....................................................................................................................................................................... 104 
RAIZQ.................................................................................................................................................................... 106 
3. TEMPO DE EXECUÇÃO DAS INSTRUÇÕES........................................................................ 107 
4. CONJUNTO DE PSEUDO INSTRUÇÕES .............................................................................. 109 
GAV ....................................................................................................................................................................... 109 
TMRX .................................................................................................................................................................... 112 
CAV ....................................................................................................................................................................... 113 
SYNC..................................................................................................................................................................... 114 
 
Índice 
8 
 
Capítulo 1 - Introdução 
9 
1. Introdução 
 
O conjunto de instruções DWARE possibilita maior flexibilidade de programação ao usuário, sendo 
composto de instruções lógicas e aritméticas, atuando sobre bits, palavras ou blocos de dados, além 
de instruções especiais de conversão de dados, calendário, impressão de dados, ponto flutuante, etc. 
 
A tabela a seguir apresenta os mnemônicos (em ordem alfabética) das instruções, sua breve 
descrição e a página do manual onde a instrução é descrita com detalhes. 
 
• Tabela de Instruções 
 
MNEMÔNICO DESCRIÇÃO PÁGINA
 
ADSUB Soma/subtrai uma constante de conteúdo de registro (Hex) 76
ADSUD Soma/subtrai uma constante de conteúdo de registro (Dec) 77
AJUST Ajusta o ZERO e o FUNDO DE ESCALA 101
ASCB Conversão ASCII para decimal/hexadecimal 78
ATAB Armazena tabela 39
BCDAS Conversão de dados Decimais p/ASCII 57
BCDAP Conversão de dados BCD p/ASCII com ponto decimal 57
BITW Transfere 16 estados p/um registro de 16 bits 71
BMOVX Movimentação de bloco de dados indexados na origem e no destino 43
CALL Chamada de sub-rotina 76
CCS Calcula CHECK SUM 83
CEP Calcula Menor, Maior Valor e Média de uma FIFO 100
CMP Compara conteúdo de registros 26
CNT Contador 22
CNT2 Simula um Contador 23
CONV Conversor Dec/Hex ou Hex/Dec 55
CONVL Conversor Dec/Hex ou Hex/Dec de 32 bits 55
CTCPU Contador Rápido (CPU) 82
DIV Divisão Decimal 32
DIVB Divisão Hexadecimal 33
DIVBL Divisão binária longa (Hexadecimal) 34
DVBLL Divisão binária de 32 bits (Hexadecimal) 34
FATOR Ajusta o ZERO e o FUNDO DE ESCALA de uma E.A. 80
FCMP Comparação de ponto flutuante 27
FCONV Conversão entre ponto flutuante e BCD 56
FDIV Divisão de ponto flutuante 32
FILT Filtro de amostras 102
FMUL Multiplicação de ponto flutuante 35
FSUB Subtração de ponto flutuante 30
FSUM Soma de ponto flutuante 28
JMP Salto para endereço de desvio 76
LD Começa a operação em uma linha ou bloco com chave (NA) 17
LDATA Leitura de dia/mês/ano 59
LDAT2 Leitura de dia/mês/ano c/ 4 dígitos 62
LDI Entrada imediata 17
LDIA Atualizacanal de entrada analógica 84
LDN Começa a operação em uma linha ou bloco com chave (NF) 17
LDW Começa linha com chave (NA) do tipo “bit endereçável” 24
LDX Começa linha com chave (NA) indexada 24
LTIME Leitura de hora/min/seg. 60
MED Média aritmética 104
MONOA Monoestável de uma varredura no acionamento 20
MONOD Monoestável de uma varredura no desacionamento 21
MOV Copia conteúdo de um registro para outro 38
Capítulo 1 - Introdução 
10 
 
 
MNEMÔNICO DESCRIÇÃO PÁGINA
 
MULT Multiplicação Decimal 35
MOVX MOV indexado no destino 40
MULT Multiplicação Decimal 35
MULTB Multiplicação Hexadecimal 36
MULBL Multiplicação Hexadecimal de 32 bits 37
OUT Saída 18
OUTI Saída não em fim de linha 18
OUTIN Saída invertida não em fim de linha 19
OUTIS Atualiza saída analógica 87
OUTN Saída invertida 18
OUTR Saída imediata 19
OUTX Saída indexada 25
PID Calcula PID 84
PRINT Transferência de dados p/interface serial 79
RAIZQ Cálculo da raiz quadrada 106
SCL Gera uma reta tipo mx+b dados dois pares x, y 91
SCL2G Gera uma parábola 94
SCRLL Rotação de dados de uma tabela 44
SDATA Acerto de dia/mês/ano 61
SDAT2 Acerto de dia/mês/ano/século 63
SETR Set/Reset (estado interno) 20
SFR Deslocamento de estados internos 48
SFRW Deslocamento de bits 49
SHIFB Deslocamento de bit 51
SHIFN Deslocamento de nibble (4 bits) 52
SHIFL Deslocamento de “n” bits 53
STIME Acerto de hora/min/seg. 61
SUB Subtração Decimal 30
SUBB Subtração Hexadecimal 31
SUBBL Subtração Hexadecimal de 32 bits 31
SUM Soma Decimal 28
SUMB Soma Hexadecimal 29
SUMBL Soma Hexadecimal de 32 bits 29
TAB Carregamento de um bloco de dados 39
TMR Temporizador 21
TXPR Carregamento de blocos de impressão 95
UPDB Contador Up/Down Hexadecimal 65
UPDBC Incrementa e compara (Hex) 67
UPDD Contador Up/Down decimal 64
UPDDC Incrementa e compara (Dec) 66
VTAB Recupera dados da tabela 40
WAND AND (bit a bit) do conteúdo de dois registros de 16 bits 68
WBIT Transfere os 16 bits de um registro para 16 estados internos 72
WBITX WBIT indexado e com auto incremento/decremento 74
WLDX MOV indexado na origem 42
WNOT Complemento de registro de 16 bits 68
WOR OR (bit a bit) do conteúdo de dois registros de 16 bits 69
WXOR XOR (bit a bit) do conteúdo de dois registros de 16 bits 70
 
Capítulo 1 - Introdução 
11 
 
MNEMÔNICO DESCRIÇÃO PÁGINA
 
CAV Contador de Alta Velocidade (CPU) 113
GAV Gaveta ou Arquivo de Receitas 109
SYNC Sincronismo 114
TMRX Temporizadores de 1ms 112
 
Observações: Os operandos tipo registro são formados por 2 bytes (exceto OP3 da multiplicação que 
tem 4 bytes) , que necessitam estar na mesma página. 
 
Exemplo: 
 
OP1 = 5FE OP1 corresponde aos bytes 5FE/5FF que estão na mesma página. 
OP3 = 5FE (caso da multiplicação OP3 deveria corresponder aos bytes 5FE/5FF/600/601 porém por 
haver uma mudança de página OP3 = 5FE/5FF/500/501). 
 
 
• Restrições das Instruções: 
 
Restrições dos drivers – Existem recursos de programação e hardware suportados apenas por um 
driver específico. A tabela abaixo mostra as instruções inexistentes para cada driver existente no 
WinSUP. 
 
Instruções Inexistentes: 
 
MPC2200 MPC4004L MPC4004 MPC4004G MPC4004R MPC2440 MPC4004R
 
AJUST AJUST AJUST FATOR FATOR FATOR 
CEP CEP CEP CEP 
CONVL CONVL 
DVBLL DVBLL 
FATOR FATOR 
LDAT2 LDAT2 
MULBL MULBL 
PID PID 
Pseudo Pseudo 
SCL SCL 
SDAT2 SDAT2 
SHIFL SHIFL 
SUBBL SUBBL 
SUMBL SUMBL 
TXPR TXPR 
 
• Lista de PSEUDO-Instruções existentes 
 
INSTRUÇÃO CAV GAV SYNC TMRX 
 
MPC4004 
MPC4004G 
MPC4004R 
MPC4004T 
MPC2440 
IHM1755 
 
 
MPC4004L 
MPC2200 
 
Capítulo 1 - Introdução 
12 
• Lista de instruções existentes (por driver) 
 
INSTRUÇÃO MPC4004 MPC4004L MPC4004G MPC4004R MPC2440 MPC4004T MPC2200 175212Vx 175243Vx 175272Vx 175210XE 1755Vx 
 
ADSUB 
ADSUD 
AJUST 
ASCB 
ATAB 
BCDAS 
BCDAP 
BITW 
BMOVX 
CALL 
CCS 
CEP 
CMP 
CNT 
CNT2 
CONV 
CONVL 
CTCPU 
DINT1 
DIV 
DIVB 
DIVBL 
DVBLL 
FATOR 
FCMP 
FCONV 
FDIV 
FILT 
FMUL 
FSUB 
FSUM 
FTAB 
JMP 
LD 
LDATA 
LDAT2 
LDI 
LDIA 
LDN 
LDW 
LDX 
LTIME 
MED 
MONOA 
MONOD 
MOV 
MOVK 
MOVX 
MULT 
 
Capítulo 1 - Introdução 
13 
 
INSTRUÇÃO MPC4004 MPC4004L MPC4004G MPC4004RMPC2440 MPC4004T MPC2200 175212Vx 175243Vx 175272Vx 175210XE 1755Vx 
 
MULTB 
MULBL 
OUT 
OUTI 
OUTIN 
OUTIS 
OUTN 
OUTR 
OUTX 
PID 
PID I 
PRINT 
RAIZQ 
SCHED 
SCL 
SCL2G 
SCRLL 
SDATA 
SDAT2 
SETR 
SFR 
SFRW 
SHIFB 
SHIFN 
SHIFL 
STIME 
SUB 
SUBB 
SUBBL 
SUM 
SUMB 
SUMBL 
TAB 
TMR 
TXPR 
UPDB 
UPDBC 
UPDD 
UPDDC 
VTAB 
WAND 
WBIT 
WBITX 
WLDX 
WNOT 
WOR 
WXOR 
 
Capítulo 1 - Introdução 
14 
 
• Lista de drivers para programação das CPUs 
 
Cada um destes drivers é utilizado em um conjunto de CPUs com características distintas. 
 
A seguir são listados todos os drivers existentes e suas CPUs correspondentes: 
 
SÉRIE MPC4004 
 
DRIVER CPUs DRIVER CPUs DRIVER CPUs 
 
MPC4004R 
4004.05R 
4004.06R 
4004.09R 
 
MPC4004T 
4004.05T 
4004.06T 
4004.09T 
 
MPC4004 
4004.01 
4004.02 
4004.04 
4004.09 
4004.11 
4004.12 
 MPC4004G 
4004.04B 
4004.05B 
4004.06B 
4004.09B 
4004.05E 
4004.06E 
4004.09E 
 
MPC4004L 4004.11L 4004.12L 
 
 
 
 
SÉRIE TICO 
 
Todas as CPUs da série TICO são programadas pelo driver MPC2200, mas somente os modelos listados abaixo 
possuem as instruções LDAT2 e SDAT2. Isso se deve ao fato destas instruções trabalharem com o relógio 
interno do controlador, recurso inexistente nos outros modelos da série. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DRIVER CPUs 
 
MPC2200 
 
2200.11 
2200.12 
2200.19 
2200.21 
2200.22 
2200.29 
2200.39 
2200.71 
2200.21R 
2200.22R 
2200.29R 
2200.39R 
CPU’s c/ relógio 
 
2200.71 
2200.21R 
2200.22R 
2200.29R 
2200.39R 
Capítulo 1 - Introdução 
15 
SÉRIE EXPERT 
 
Os controladores da série EXPERT são programados através dos drivers MPC4004, IHM1755 e MPC2440. 
Deve-se observar que dependendo do controlador EXPERT adquirido, algumas instruções não estarão 
habilitadas em seu firmware, mesmo estando disponíveis no WinSUP. A tabela a seguir relaciona os 
controladores da série EXPERT separados por código de firmware. 
É através deste código que você poderá identificar na tabela de instruções, quais as instruções existentes para a 
CPU que está utilizando. 
 
DRIVER FIRMWARE CPUs DRIVER FIRMWARE CPUs 
 
MPC4004 175243Vx 1752P43 1752P43T 
 
MPC4004 175272Vx 
1752P71 
1752P72 
1752P74 
1752P74T 
1752P76 
1752P77 
1752P78 
 
MPC4004 17516Vx 1752P16 
 
MPC4004 175210xE 1752P10F 1752P10R 
 
IHM1755 1755Vx 
1755P02 
1755P12 
1755P22 
1755P32 
1755P02S 
1755P12S 
1755P22S 
1755P32S 
 
MPC4004 175212Vx 
1752P12 
1752P22 
1752P32 
1752P42 
1752P51 
1752P54 
1752P56 
1752P57 
1752P58 
1752P61 
1752P64 
1752P66 
1752P67 
1752P68 
 
MPC2440 2372000X 2440.00 
 
Observação: os modelos terminados com /S/R/RS também estão relacionados nesta listagem, mas 
sem a terminação. 
Capítulo 1 - Introdução 
16 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
17 
2. Conjunto de Instruções 
 
• Instruções Básicas 
 
LD 
 
Load ou carregamento. 
 
Começa a operação em cada lógica ou bloco lógico através de contato NA. É uma instrução de um 
operando. 
 
A instrução LD faz com que o conteúdo de um estado interno especificado pelo operando (estado ON 
ou OFF) se armazene em um registro de operações lógicas. 
 
Para formar operações lógicas esta instrução deve ser combinada com outras instruções como OR, 
AND. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
Enquantoo EI 100 estiver ligado, o EI 180 estará ligado. 
 
 
LDN 
 
Carregamento de NF. 
 
É similar a instrução LD, porém para contatos NF 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
Enquanto o EI 100 estiver desligado, o EI 180 estará ligado. 
 
 
LDI 
 
Load ou carregamento imediato. 
 
Começa a operação em cada lógica ou bloco lógico através de contato NA correspondente a uma 
entrada da faixa E100 a E107(no MPC1600 EXX0 a EXX7 que correspondem aos 8 primeiros estados 
internos especificados da primeira unidade de entrada configurada). É uma instrução de um operando. 
 
A instrução LDI faz com que o conteúdo de uma entrada (estado ON ou OFF) especificada pelo 
operando, se armazene em um registro de operações lógicas no instante em que a instrução é 
executada. Para formar operações lógicas esta instrução deve ser combinada com outras instruções 
como OR, AND. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Essa instrução garante que o estado (ON ou OFF) da entrada 100 será carregado no instante da 
execução da instrução. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
18 
OUT 
 
Output. Coloca o resultado de uma operação lógica em um estado interno especificado pelo 
operando. 
Este estado interno pode ser uma saída, um estado interno auxiliar ou um estado interno auxiliar com 
retenção. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Enquanto o EI 100 estiver ligado, o EI 180 estará ligado. 
 
 
OUTN 
 
Output negado. Coloca o resultado invertido de uma operação lógica em um estado interno 
especificado pelo operando. 
Este estado interno pode ser uma saída, um estado interno auxiliar ou um estado interno auxiliar com 
retenção. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
OUTI 
 
Output Output intermediário. Coloca o resultado de uma operação lógica (armazenada no primeiro 
registro de operações lógicas) em um estado interno especificado pelo operando (sem alterar o 
conteúdo do primeiro registro de operações lógicas) podendo portanto ser continuada a seqüência de 
operações lógicas da linha. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS 1° EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
Enquanto o EI 100 estiver ligado o EI 180 estará ligado. Enquanto o EI 100 e o EI 101 estiverem 
ligados o EI 181 estará ligado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS 2° EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Enquanto o EI 100 estiver ligado os EI's 180 e 181 estarão ligados. 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
19 
OUTIN 
 
Output negado não em fim de linha. Coloca o resultado invertido de uma operação lógica 
(armazenada no primeiro registro de operações lógicas) em um estado interno especificado pelo 
operando (sem alterar o conteúdo do primeiro registro de operações lógicas) podendo portanto ser 
continuada a seqüência de operações lógicas da linha. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 1° EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Enquanto o EI 100 estiver desligado o EI 180 estará ligado. Enquanto os EI's 100 e 101 estiverem 
ligados o EI 180 estará desligado e o EI 181 estará ligado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS 2° EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
Enquanto o EI 100 estiver desligado os EI's 180 e 181 estarão respectivamente: ligado e desligado. 
 
 
OUTR 
 
Output imediato. 
Coloca o resultado de uma operação lógica imediatamente em uma saída física especificada pelo 
operando, válida na faixa S180 a S187. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Quando o EI 100 ligar o OUTR não esperará pelo término da varredura para atualizar o EI 180. 
Essa atualização é feita imediatamente. 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
20 
SETR 
 
SET-RESET. 
 
Permite executar um estado interno com retenção (LATCH). É composta por duas entradas: 
 
• (S)ET - Se a entrada é acionada, mesmo durante um único período de varredura, o estado interno 
especificado pelo operando é acionado; 
• 
• (R)ESET - se a entrada é acionada, mesmo durante um único período de varredura o estado 
interno especificado pelo operando é desacionado. Se ambas as entradas são acionadas a 
entrada RESET tem prioridade. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
EI 100 ligado por um pulso ou constantemente ligado = EI 180 é ligado; desligando o EI 100, o EI 180 
se manterá ligado (efeito memória ou LATCH). Ligando o EI 101 o EI 180 é desligado e permanecerá 
desligado até que exista novo pulso ligado no EI 100 que só ligará o EI 180 desde que o EI 101 seja 
desligado (sempre prevalece a entrada R). 
 
 
MONOA 
 
Monoestável no acionamento. 
 
Realiza o acionamento de um estado interno especificado por uma única varredura quando as 
condições lógicas de entrada passam do estado desativado (OFF) para o estado ativado (ON). Quando 
a condição lógica de entrada está desativada o estado interno especificado permanece desativado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
No exemplo apresentado, a saída 180 será acionada pelo tempo de uma varredura toda vez que a 
entrada 100 passar do estado OFF para o estado ON. 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
21 
MONOD 
 
Monoestável no desacionamento. 
 
Realiza o acionamento de um estado interno especificado por uma única varredura quando as 
condições lógicas de entrada passam do estado ativado (ON) para desativado (OFF). Quando a 
condição lógica de entrada está ativada (ON) o estado interno especificado permanece desativado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
No exemplo apresentado, a saída 180 será acionada pelo tempo de uma varredura toda vez que a 
entrada 100 passar do estado ON para estado OFF. 
 
 
TMR 
 
Simula um temporizador com retardo na energização. 
 
É composta por 2 entradas: 
• HABILITA - permite a contagem do temporizador, quando a condição lógica da entrada é ativada. 
Caso contrário a contagem é zerada. 
• START/STOP - Quando ativada permite a contagem e quando desativada pára a contagem (sem 
zerar). 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Inicialmente deve-se presetar este temporizador no endereço (400/401). Este endereço é devido ao 
estado interno utilizado (000), (consultar mapeamento dos temporizadores/contadores). 
 
Este valor de preset pode ser colocado na memória de várias formas, por exemplo, através de um 
campo de edição e uma IHM ou através de uma instrução que escreva dados na memória do CLP. 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
22 
Estando a entrada 100 acionada, quando a entrada 101 for acionada a contagem de tempo é iniciada, 
e neste caso alocada, ou atualizada no endereço (440/441) efetivo. E com a entrada 100 desacionada 
o valor da contagem é zerado. Se a entrada 101 for desacionada a temporização para e não zera 
continuando assim que a entrada 101 for acionada novamente. 
 
Neste exemplo, quando o valor da contagem de tempo (end. 440/441) se igualar ao valor de preset 
(end.400/401) o E.I. 000 será acionado e conseqüentemente a saída 180 também. 
 
 
 
CNT 
 
Simula um contador. 
 
É composta por duas entradas: 
 
• (H)ABILITA - Permite que ocorra a contagem, quando a condição lógica da entrada é ativada. 
Caso contrário a contagem é zerada. 
 
• (S)TART/STOP - na Transição de OFF para ON incrementa a contagem. Para isto a entrada 
HABILITA deve estar ativada. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Inicialmente deve-se presetar este contador no endereço (400/401). Este endereço é devido ao estado 
interno utilizado (000), consultar mapeamento dos temporizadores/contadores. 
 
Este valor de preset pode ser colocado na memória do CLP de várias formas, por exemplo, através de 
um campo de edição em uma IHM ou através de uma instrução que escreva dados na memória. 
 
Estando a entrada 100 acionada, a cada acionamento da entrada 101 o conteúdo do endereço 
(440/441) efetivo é incrementado de uma unidade. E com a entrada 100 desacionada o valor da 
contagem é zerado. 
 
Neste exemplo, quando o valor dacontagem (end.440/441) se igualar ao valor de preset (end.400/401) 
o EI 000 será acionado e conseqüentemente a saída 180 também. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
23 
CNT2 
 
Simula um contador. 
 
Se a entrada (H)abilita estiver acionada e houver uma transição de OFF para ON na entrada (P)ulso, 
esta instrução executará o incremento de uma unidade no conteúdo do endereço apontado em OP2 
(valor efetivo do contador) e a comparação entre um valor BCD de 4 dígitos (0000 a 9999) contido no 
endereço apontado por OP1 (preset do contador) com o valor BCD de 4 dígitos (0000 a 9999) contido 
no endereço apontado por OP2 (valor efetivo do contador). Se o valor efetivo do contador for igual ao 
valor do preset do contador, será acionado o estado interno declarado em EI e o valor efetivo do 
contador não será mais incrementado. 
 
Estando a entrada (H)abilita desacionada, o valor efetivo do contador será zerado, independente da 
entrada (P)ulso. Se a entrada (H)abilita estiver desacionada e o valor de preset do contador for igual a 
zero, o estado interno declarado em EI será estará acionado. 
 
A instrução CNT2 é composta das seguintes entradas: 
 
• (P)ULSO - na transição de OFF para ON incrementa uma unidade do valor contido no endereço 
apontado por OP2. Para isto a entrada (H)abilita deve estar acionada. 
• (H)ABILITA – executa a comparação, e estando desacionada zera o valor contido no endereço 
apontado por OP2. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Estando o estado interno 100 acionado, o valor contido nos endereços 2002 e 2003 (valor efetivo da 
contagem) será igual a 0000 e o estado interno 0200 estará acionado se o valor contido nos endereços 
2000 e 2001 (valor do preset para contagem) também for igual a 0000. 
 
Estando o estado interno 100 acionado, a cada acionamento do estado interno 101 o valor contido nos 
endereços 2002 e 2003 (valor efetivo da contagem), será incrementado de uma unidade. O estado 
interno 0200 estará desacionado se o valor contido no endereços 2002 e 2003 (valor efetivo da 
contagem) for menor que o valor contido nos endereços 2000 e 2001 (valor de preset para contagem). 
 
O estado interno 0200 estará acionado se o valor contido no endereços 2002 e 2003 (valor efetivo da 
contagem) for igual ao valor contido nos endereços 2000 e 2001 (valor de preset para contagem). 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
24 
LDX 
 
Load ou carregamento indexado. 
 
Começa a operação em uma linha lógica com um contato normalmente aberto. É uma instrução de um 
único operando. 
 
A instrução faz com que um estado interno, especificado pelo conteúdo do operando (estado ON ou 
OFF) se armazene em um registro de operações lógicas. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o conteúdo de 700 for: 
 
 
 
A instrução LDX 700 carregará no registro de operações lógicas o estado (ON ou OFF) do estado 
interno 200. 
 
Importante: O operando deve ser sempre par, pois indica um registro índice (ou ponteiro) e deve estar 
entre 400 e 7FF. 
 
 
 
LDW 
 
Começa linha com chave (NA) do tipo “bit endereçável”. 
 
Executa o carregamento do conteúdo do bit selecionado por OP2, do registro apontado por OP1, em 
um registro interno de operações lógicas. 
 
Se o conteúdo do bit selecionado for igual a “1”, equivalerá a condição OFF para o restante da lógica. 
Se o conteúdo do bit selecionado for igual a “0”, equivalerá a condição ON para o restante da lógica. 
 
Esta instrução só pode ser utilizada no início de uma linha de programa, podendo a seguir ser 
combinada com outras instruções tais como AND, ANDN, OR, ORN, LD ou LDN. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Enquanto o bit 13 do registro 3000 estiver em “1”, o EI 180 estará desacionado. Conseqüentemente, 
enquanto o bit 13 do registro 3000 estiver em “0”, o EI 180 estará acionado. 
0 2 0 0 
700 701 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
25 
OUTX 
 
Output indexado. 
 
Coloca o resultado de uma operação lógica (ON ou OFF) em um estado interno especificado pelo 
conteúdo do operando (registro índice). 
 
Este estado interno indexado pode ser uma saída ou um estado interno auxiliar. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o conteúdo de 702 for: 
 
A instrução OUTX com o OP1= 702 estará representando o EI 180. Portanto quando o EI 100 estiver 
ligado o EI 180 também estará e quando o EI 100 for desativado, conseqüentemente o EI 180 será 
desativado. 
 
 
Importante: O operando deve ser sempre par, pois indica um registro índice (ou ponteiro). 
 
Utilizando os drivers MPC4004, MPC4004G, MPC4004L ou MPC2200, este endereço deve estar entre 
400 e 7FF. 
 
Utilizando os drivers MPC4004R ou MPC4004T, este endereço deve estar entre 400 e 7FF se os EI's 
utilizados estiverem entre 0000 e 03FF. Caso utilize os EI's E000 a EFFF, utilize os registros 800 a 
DFFE. 
0 1 8 0
702 703 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
26 
• Instruções de Comparação 
 
 
CMP 
 
Comparação entre conteúdos de registros. 
 
Esta instrução executa a comparação dos 16 bits de um registro de palavras indicado por OP1 com 
outro registro indicado por OP2. 
 
É uma instrução de entrada única: 
 
• (H)ABILITA – quando acionada permite que a comparação seja executada e após sua execução 
os flags de comparação estarão na seguinte condição: 
 
se (OP1) > (OP2) LIGA 0F8 
se (OP1) = (OP2) LIGA 0F9 
se (OP1) < (OP2) LIGA 0FA 
 
Onde: (OP1) e (OP2) indicam o conteúdo dos registros OP1 e OP2 definidos na instrução. 
 
O conteúdo dos registros não é alterado por uma instrução de comparação. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Os E.I.s 0F8, 0F9 e 0FA são flags de comparação, portanto cada vez que se habilitar as diversas 
instruções CMP em um programa, esses flags serão alterados. Para se preservar as saídas em caso 
de não habilitação da comparação em uma determinada varredura, podemos utilizar a instrução JMP. 
 
Se no exemplo acima o estado interno 200 é derivado de uma operação MONOA ou MONOD, quando 
na varredura a instrução CMP não é executada, ocorre um salto no programa de modo a não atualizar 
os estados internos ativados pelos flags 0F8, 0F9 e 0FA. 
 
Se o estado interno 200 for ativado e o conteúdo dos registros 600 e 800 forem, por exemplo, 1000d e 
0999d respectivamente, após a execução da instrução somente EI 0F8 estará ligado. 
 
Para 600=0999d e 800=0999d somente o EI 0F9 estará ligado. 
 
Finalmente, para 600=0999d e 800=1000d somente o EI 0FA estará ligado. 
 
 
Importante: Note que não importa o momento, somente um dos três EI's estará ligado após a 
execução da instrução. 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
27 
FCMP 
 
Comparação entre valores com ponto flutuante. 
 
Esta instrução executa a comparação de 2 números em ponto flutuante indicado por OP1 e OP1+2 
com outro registro indicado por OP2 e OP2+2. 
 
Observação: Os valores de ponto flutuante estão armazenados segundo a norma ANSI/IEEE Std 754-
1985. 
 
É uma instrução de entrada única (habilitada): 
 
No caso a entrada habilita acionada a instrução é executada e após sua execução os flags de 
comparação estarão na seguinte condição: 
 
se (OP1) > (OP2) LIGA 0F8 
se (OP1) = (OP2) LIGA 0F9 
se (OP1) < (OP2) LIGA 0FA 
 
Onde: (OP1) e (OP2) indicam o conteúdo dos registros OP1 e OP2 definidos na instrução. 
 
O conteúdo dos registros não é alterado por uma instrução de comparação. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Os EI's 0F8, 0F9 e 0FA são flags de comparação, portanto cada vez que se habilitar as diversas 
instruções CMP em um programa, esses flags serão alterados. Para se preservar as saídas em caso 
de não habilitação da comparação em uma determinada varredura, podemos utilizar a instrução JMP. 
 
Se no exemplo acima o estado interno 200 é derivado de uma operação MONOA ou MONOD, quando 
na varredura a instrução CMP não é executada, ocorre um salto no programa de modo a não atualizar 
os estadosinternos ativados pelos flags 0F8, 0F9 e 0FA. 
 
Se o estado interno 200 for ativado e o conteúdo dos registros 600/602 e 800/802 forem, por exemplo, 
1,35d e 1,34d respectivamente, após a execução da instrução somente EI 0F8 estará ligado. 
 
Para 600=1,34d e 800=1,35d somente o EI 0F9 estará ligado. 
 
Finalmente, para 600=1,34d e 800=1,34d somente o EI 0FA estará ligado. 
 
 
Importante: Note que não importa o momento, somente um dos três EI's estará ligado após a 
execução da instrução. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
28 
• Instruções Aritméticas 
 
SUM 
 
Soma BCD. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (Habilita). 
 
• (H)ABILITA - Quando a entrada habilita é acionada o conteúdo de OP1 é somado em BCD com o 
conteúdo de OP2 e o resultado é colocado no registro OP3. Se ocorrer "overflow", o E.I. 0FF será 
acionado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado será executada a soma dos conteúdos dos registros 400 e 404 o 
resultado colocado no registro 600. Se o resultado for superior a 9999 o EI 0FF será ligado. 
Supondo que o registro 400 contenha o valor 0100d e o registro 404 contenha 0050d, quando EI 200 
for ligado o registro 600 passará a ter o valor 0150d. 
 
 
FSUM 
 
Soma em ponto flutuante. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (Habilita). Quando a entrada habilita é acionada 
os 32bits a partir de OP1 são somados com os 32 bits a partir de OP2, o resultado é colocado no 
registro OP3 e OP3+2. Se ocorrer "overflow", o estado interno 0FF será acionado. 
 
Observação: Os valores de ponto flutuante estão armazenados segundo a norma ANSI/IEEE Std 754-
1985. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
29 
Sempre que o EI 200 estiver ligado será executada a soma dos conteúdos dos registros 400/402 com 
os registros 404/406. O resultado é colocado no registro 600/602. 
 
Se o resultado for superior a + ou - [3,402823E+38] o EI 0FF será ligado. 
Se o resultado for inferior a + ou - [1,175495E-38] o valor será arredondado para zero. 
 
Supondo que o registro 400/402 contenha o valor 3,52d e o registro 404/406 contenha 2,99d, quando 
EI 200 for ligado o registro 600/602 passará a ter o valor 6,51d. 
 
 
SUMB 
 
Soma binária. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (Habilita). Quando a entrada habilita é acionada o 
conteúdo de OP1 é somado em binário com o conteúdo de OP2 e o resultado é colocado no registro 
OP3. Se ocorrer "overflow", o E.I. 0FF será acionado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD, estiver acionado, o 
conteúdo do registro 400 é somado ao conteúdo do registro 404 e o resultado da adição na base 
hexadecimal é colocado no registro 600. 
 
 
SUMBL 
 
Soma Binária de 32 Bits. 
 
Esta instrução contem três operandos e uma entrada Habilita. Quando a entrada habilita é acionada o 
conteúdo de OP1 é somado em binário com o conteúdo de OP2 e o resultado é colocado no registro 
OP3. Se ocorrer "overflow", o estado interno 0FFh será acionado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
30 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD estiver acionado o conteúdo 
do registro 400 é somado ao conteúdo do registro 404 e o resultado da adição binária é colocado no 
registro 600. 
 
 
SUB 
 
Subtração BCD. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (Habilita). Quando a entrada habilita é acionada o 
conteúdo do registro OP1 é subtraído em BCD do conteúdo do registro OP2 e o resultado é colocado 
no registro OP3. Se o conteúdo de OP1 for maior que o conteúdo de OP2, o E.I. 0FF será 
desacionado. 
 
(OP3) = [(OP2) - (OP1)] 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD, estiver acionado, o 
conteúdo do registro 400 é subtraído do conteúdo do registro 404 e o resultado da subtração na base 
decimal é colocado no registro 600. 
 
 
 
FSUB 
 
Subtração em ponto flutuante. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (Habilita). Quando a entrada habilita é acionada 
os 32 bits a partir do registro OP1 são subtraídos dos 32 bits do registro OP2 e o resultado é colocado 
nos 32 bits a partir do registro OP3. Se o conteúdo de OP1 for maior que o conteúdo de OP2, o estado 
interno 0FF será desacionado. 
 
Observação: Os valores de ponto flutuante estão armazenados segundo a norma ANSI/IEEE Std 754-
1985. 
 
(OP3) = [(OP2) - (OP1)] 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
31 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD, estiver acionado, o 
conteúdo do registro 400/402 é subtraído do conteúdo do registro 404/406 e o resultado da subtração 
(em ponto flutuante) é colocado no registro 600/602. 
 
Se o resultado for superior a + ou - [3,402823E+38] o EI 0FF será ligado. 
Se o resultado for inferior a + ou - [1,175495E-38] o valor será arredondado para zero. 
 
 
SUBB 
 
Subtração binária. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (Habilita). Quando a entrada habilita é acionada o 
conteúdo do registro OP1 é subtraído em binário do conteúdo do registro OP2 e o resultado é colocado 
no registro OP3. Se o conteúdo de OP1 for maior que o conteúdo de OP2, o E.I. 0FF será 
desacionado. 
 
(OP3) = [(OP2) - (OP1)] 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD, estiver acionado, o 
conteúdo do registro 400 é subtraído do conteúdo do registro 404 e o resultado da subtração na base 
hexadecimal é colocado no registro 600. 
 
 
SUBBL 
 
Subtração binária de 32 bits. Esta instrução contém 3 operandos e uma entrada (HABILITA). Quando 
a entrada habilita é acionada o conteúdo do registro OP1 é subtraído em binário do conteúdo do 
registro OP2 e o resultado é colocado no registro OP3. 
 
(OP3) = [(OP2) - (OP1)] 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
32 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD estiver acionado o conteúdo 
do registro 400 é subtraído do conteúdo do registro 404 e o resultado da subtração binária é colocado 
no registro 600. 
 
 
DIV 
 
Divisão BCD. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o conteúdo do registro OP1 (dividendo) é dividido pelo conteúdo do registro OP2 (divisor) e o quociente 
(parte inteira) é colocado no registro OP3. O resto da divisão é colocado em um registro especial 
(780h). Nesta operação há a restrição de que o divisor (apontado por OP2) seja um número menor ou 
igual a 255. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
No exemplo acima, se o conteúdo de 400 for 0090d, de 404 for 0020d e a entrada 200 for acionada 
através de uma instrução MONOA ou MONOD, o conteúdo de 600 será igual a 0004d e o conteúdo de 
780 será igual a 000Ah. (O resto é sempre dado em hexadecimal) 
 
A divisão por zero (conteúdo de OP2 = 0) não é executada, ou seja, o comportamento é o mesmo da 
entrada Habilita desacionada. 
 
 
FDIV 
 
Divisão com ponto flutuante. 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o conteúdo do registro OP1/OP1+2 (dividendo) é dividido pelo conteúdo do registro OP2/OP2+2 
(divisor) e o quociente (parte inteira) é colocado nos registro OP3 e OP3+2. Se ocorrer "overflow", o 
estado interno 0FF será acionado. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
33 
 
Se o resultado for superior a + ou - [3,402823E+38] o EI 0FF será ligado. 
Se o resultado for inferior a + ou - [1,175495E-38] o valor será arredondado para zero. 
 
Observação: Os valores de ponto flutuante estão armazenados segundoa norma ANSI/IEEE Std 754-
1985. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
No exemplo, se o conteúdo de 400 for 2,55d, de 404 for 0,25d e a entrada 200 for acionada através de 
uma instrução MONOA ou MONOD, o conteúdo de 600 será igual a 10,2d. 
 
A divisão por zero (conteúdo de OP2 = 0) não é executada, ou seja, o comportamento é o mesmo da 
entrada Habilita desacionada. 
 
 
DIVB 
 
Divisão binária. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o conteúdo do registro OP1 (dividendo) é dividido pelo conteúdo do registro OP2 (divisor) e o quociente 
(parte inteira) é colocado no registro OP3. O resto da divisão é colocado em um registro especial 
(780h). Nesta operação há a restrição de que o divisor (apontado por OP2) seja um número menor ou 
igual a 0FFh. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o conteúdo de 400 for 0090h, de 404 for 0020h e a entrada 200 for acionada através de uma 
instrução MONOA ou MONOD, o conteúdo de 600 será igual a 0004h e o conteúdo de 780 será igual a 
0010h. (O resto é sempre dado em hexadecimal). 
 
A divisão por zero (conteúdo de OP2 = 0) não é executada, ou seja, o comportamento é o mesmo da 
entrada Habilita desacionada. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
34 
 
DIVBL 
 
Divisão binária longa. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o conteúdo do registro OP1 (dividendo) é dividido pelo conteúdo do registro OP2 (divisor) e o quociente 
(parte inteira) é colocado no registro OP3. O resto da divisão é colocado em um registro especial (780 
h). Nesta operação o divisor (apontado por OP2) é um número cujo máximo é FFFFh. Se o conteúdo 
de OP2 for menor ou igual a FFh, utilize a instrução DIVB. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
A divisão por zero (conteúdo de OP2 = 0) não é executada ou seja o comportamento é o mesmo da 
entrada Habilita desacionada. 
 
No exemplo, suponha a seguinte situação: 
 
Se o estado interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA ou MONOD, teremos: 
 
 
 
DVBLL 
 
Divisão binária. 
 
Esta instrução contém 3 operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, o 
conteúdo do registro OP1 (dividendo) é dividido pelo conteúdo do registro OP2 (divisor) e o quociente 
(parte inteira) é colocado no registro OP3. O resto da divisão é colocado em um registro especial 
(780h). 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
A divisão por zero (conteúdo de OP2 = 0) não é executada, ou seja, o comportamento é o mesmo da 
entrada Habilita desacionada. 
400 7777h 404 FFFFh 
RESULTADO DA DIVISÃO RESTO DA DIVISÃO 
 
600 0000h 780 7777h 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
35 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado será executada a divisão dos conteúdos dos registros 400 e 402 
pelo conteúdos dos registros 404 e 406. O resultado é colocado nos registros 600 e 602 e o resto nos 
registros 780 e 782. 
 
Supondo que os registros 400 e 402 contenham respectivamente os valores 1500 e 010F e os 
registros 404 e 406 os valores 010F e 0050, após o EI 200 ser ligado o resultado nos registros 600 e 
602 serão respectivamente 0000 e 0013. Os registros 780 e 782 que contem o resto serão 
armazenados com 00E2 e FB1F. 
 
 
MULT 
 
Multiplicação BCD. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o produto do conteúdo de OP1 e do conteúdo OP2 é colocado no registro OP3. Se ocorrer "overflow", 
o EI 0FFh será acionado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Note que OP3 aponta para o byte mais significativo do produto, que está contido em 4 bytes (8 dígitos) 
a partir de OP3 (Multiplicação de valor de 4 dígitos por valor de 4 dígitos implica em um produto de 8 
dígitos). A escolha da parte do resultado a ser usado em outra operação fica a critério do programador. 
(Flutuação do ponto decimal). 
 
No exemplo, se o conteúdo de 400 for 0002d, de 404 for 0005d e a entrada 200 for acionada através 
de uma instrução MONOA ou MONOD, o conteúdo de 600 será igual a 0000d e o conteúdo de 602 
será igual a 0010d. 
 
 
FMUL 
 
Multiplicação em ponto flutuante. 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o produto do conteúdo de OP1/OP1+2 e do conteúdo OP2/OP2+2 é colocado nos registro 
OP3/OP3+2. 
 
Se o resultado for superior a + ou - [3,402823E+38] o EI 0FF será ligado. 
Se o resultado for inferior a + ou - [1,175495E-38] o valor será arredondado para zero. 
 
Observação: Os valores de ponto flutuante estão armazenados segundo a norma ANSI/IEEE Std 754-
1985. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
36 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o conteúdo de 400/402 for 1,25d, de 404/406 for 1,55d e a entrada 200 for acionada através de 
uma instrução MONOA ou MONOD, o conteúdo de 600/602 será igual a 1,9375d. 
 
 
MULTB 
 
Multiplicação binária. 
 
Esta instrução contém três operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, 
o produto do conteúdo de OP1 e do conteúdo OP2 é colocado no registro OP3. Se ocorrer "overflow", 
o EI 0FFh será acionado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Note que OP3 aponta para o byte mais significativo do produto, que está contido em 4 bytes (8 dígitos) 
a partir de OP3 (Multiplicação de valor de 2 bytes por valor de 2 bytes implica em um produto de 4 
bytes). 
 
No exemplo, se o conteúdo de 400 for 0002h, de 404 for 0005h e a entrada 200 for acionada através 
de uma instrução MONOA ou MONOD, o conteúdo de 600 será igual a 0000h e o conteúdo de 602 
será igual a 000Ah. 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
37 
 
MULBL 
 
Multiplicação binária de 32 bits. 
 
Esta instrução contém 3 operandos e uma entrada (habilita). Quando a entrada habilita é acionada, o 
produto do conteúdo de OP1 e do conteúdo OP2 é colocado no registro apontado por OP3. Se ocorrer 
"overflow", o EI 0FFh será acionado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Note que OP3 aponta para o byte mais significativo do produto, que está contido em 8 bytes a partir de 
OP3. (Multiplicação de valor de 4 bytes por valor de 4 bytes implica em um produto de 8 bytes). 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado será executada a multiplicação do conteúdo de 400 e 402 pelo 
conteúdo de 404 e 406. O resultado é armazenado nos registros 600, 602, 604 e 606. 
Supondo que o registro 400 e 402 contenham os valores 2222 e 2222 e os registros 404 e 406 os 
valores 1111 e 1111, após o EI 200 ser acionado os registros 600, 602, 604 e 606 conterão, 
respectivamente, os valores 0246, 8ACF, 0ECA e 8642. 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
38 
• Instruções de Movimentação de Dados 
 
 
MOV 
 
Movimentação de dados. 
 
Se a entrada habilita estiver acionada, transfere o conteúdo do registro apontado por OP1 para OP2. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se a entrada 100 estiver fechada o conteúdo do registro 600 é copiado para o registro 800. Então após 
a execução da instrução o conteúdo de 800 será o mesmo de 600. 
 
 
 
MOVK 
 
Carregamento de constante em um registro. 
Esta instrução executa a colocação de um valor de 16 bits em um registro de palavras indicado por 
OP1. A instrução tem uma única entrada (Habilita). 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
No exemplo acima, se o estado 200, derivado da operação MONOA estiver acionado, o valor 1234 é 
colocado no registro 600 (posições 600 e 601 da memória). 
 
 
 
 
1 2 3 4
600 601 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
39 
TAB 
 
Carregamento de constantes em uma tabela de dados. 
 
Esta instrução possibilita o carregamento de até 16 constantes de 16 bits a partir de um registro 
indicado por OP1. A instrução especifica também a quantidade de constantes queserão carregadas e 
tem uma única entrada (Habilita). Os valores a serem carregados são declarados imediatamente após 
a instrução. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Quando o estado interno 200 for acionado, o registro 600 passará a conter 1234, 602 conterá 5678 e 
assim por diante. 
 
Observação: A tabela de dados deve começar e terminar dentro de uma mesma página, neste 
exemplo a página começa em 600 e terminando conseqüentemente em 6FF. 
 
 
ATAB 
 
Armazena bloco de dados. 
 
É uma instrução de uma única entrada (habilita). A instrução copia um bloco de dados de até 64 bytes 
para uma região de armazenamento correspondendo a uma das 64 tabelas possíveis. 
Onde OP1 aponta para o primeiro byte; NB é o número de bytes (01 a 64) que serão armazenados e 
NT é o número da tabela (01 a 64) que vai receber os bytes. 
Armazenar os 32 presets dos temporizadores/contadores na tabela 1 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
No exemplo acima, os 64 bytes entre os registros 400 e 43E que são exatamente os 32 presets de 
temporizadores/contadores foram armazenados numa região da memória identificada por tabela 01. 
Isso ocorreu após o acionamento do estado interno 200. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
40 
VTAB 
 
Recupera bloco de dados. 
 
É uma instrução de uma única entrada (Habilita). A instrução copia um bloco de dados de até 64 bytes 
de uma região de armazenamento para a região de dados. 
 
Onde OP1 aponta para o primeiro byte da região de dados; NB é o número de bytes (01 a 64) que 
serão copiados e NT é o número da tabela (01 a 64) fonte dos dados. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
No exemplo acima, após o acionamento do estado interno 200 ocorrerá o carregamento de 64 bytes 
que estão na região de memória de armazenamento identificada por tabela 64 para 64 bytes a partir do 
endereço 400 na região da memória de dados. 
 
 
FTAB 
 
Carregamento de constantes em ponto flutuante em uma tabela de dados. 
 
Esta instrução, disponível somente para os drivers MPC4004R, MPC4004T e MPC2440, possibilita o 
carregamento de até 16 valores em ponto flutuante a partir de um registro indicado por OP1. 
A instrução especifica também a quantidade de constantes que serão carregadas e tem uma única 
entrada (Habilita). Os valores a serem carregados são declarados imediatamente após a instrução 
utilizando-se "." (ponto) para fazer a separação de decimal. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Quando o estado interno 200 for acionado, o registro 600 passará a conter 1,23 em ponto flutuante, 
604 conterá -4,56, 608 conterá -2,66 e assim por diante. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
41 
 
MOVX 
 
Movimentação de dados indexada no destino. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada o conteúdo do registro apontado por OP1 será transferido para o 
registro cujo índice (endereço) é apontado pelo registro OP2. 
 
A instrução tem ainda uma entrada AI (auto incremento), que quando ativada provoca um decremento 
automático no índice (conteúdo de OP2), caso contrário provoca um incremento. 
 
Como o incremento ou decremento é feito antes da execução da transferência, é necessário que o 
conteúdo inicial do índice seja duas unidades a menos ou a mais conforme a operação seja de 
incremento ou decremento respectivamente. 
 
É uma instrução de duas entradas: 
 
A/I - quando ativada provoca um decremento automático, caso contrário um incremento; 
 
H - HABILITA - se acionada executa a função anterior 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD estiver acionado a instrução 
será executada, caso contrário a próxima linha de programa será iniciada. 
Suponha que através de instruções realizadas anteriormente, a estrutura de dados esteja da seguinte 
maneira antes da execução: 
Valor Reg. 
0 0 801 
0 7 800 
 
X X 703 
X X 702 
7 8 701 
5 6 700 
X X 6FF 
X X 6FE 
 
3 4 601 
1 2 600 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
42 
Se a entrada 100 estiver acionada o conteúdo do registro índice 800 passará para 6FE, caso contrário 
passará para 702, portanto ficando a estrutura de dados da seguinte forma: 
 
E100 = ON Reg. E100 = OFF 
 
F E 801 0 2 
0 6 800 0 7 
 
X X 703 3 4 
X X 702 1 2 
7 8 701 7 8 
5 6 700 5 6 
3 4 6FF X X 
1 2 6FE X X 
 
3 4 601 3 4 
1 2 600 1 2 
 
 
 
WLDX 
 
Movimentação de dados indexada na origem. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada o conteúdo do registro cujo índice (endereço) é apontado por 
OP1 será transferido para o registro apontado pelo registro OP2. 
A instrução tem ainda uma entrada AI (auto incremento), que quando ativada provoca um decremento 
automático no índice (conteúdo de OP1), caso contrário provoca um incremento. 
Como o incremento ou decremento é feito antes da execução da transferência, é necessário que o 
conteúdo inicial do índice seja duas unidades a menos ou a mais conforme a operação seja de 
incremento ou decremento respectivamente. 
 
É uma instrução de duas entradas: 
(AI) - quando ativada provoca um decremento automático, caso contrário um incremento; 
(H) - HABILITA - se acionada executa a função anterior 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD estiver acionado a instrução 
será executada, caso contrário a próxima linha de programa será iniciada. 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
43 
Suponha que através de instruções realizadas anteriormente a estrutura de dados esteja da seguinte 
maneira antes da execução: 
Valor Reg. 
X X 
X X 800 
 
7 8 
5 6 702 
X X 
X X 700 
3 4 
1 2 6FE 
 
0 0 
0 7 600 
 
Se a entrada 100 estiver acionada o conteúdo do registro índice passará para 6FE, caso contrário para 
702, portanto ficando a estrutura de dados da seguinte forma: 
 
E100 = ON E100 = OFF 
3 4 801 7 8 
1 2 800 5 6 
 
5 6 703 7 8 
7 8 702 5 6 
X X 701 X X 
X X 700 X X 
3 4 6FF 3 4 
1 2 6FE 1 2 
 
F E 601 0 2 
0 6 600 0 7 
 
 
BMOVX 
 
Movimentação de bloco de dados indexados na origem e no destino. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada será copiada uma determinada quantidade de bytes (n), a partir 
do endereço apontado por OP1 (origem), para uma outra região que começa no endereço apontado 
por OP2 (destino). 
 
A instrução BMOVX pode ler toda a memória do CP utilizado e pode escrever em qualquer região da 
memória que não seja a região de uso interno do sistema. 
 
A instrução tem uma única entrada (HABILITA). 
 
Onde n é o número de bytes do bloco (se n = 0 o bloco será de 256 bytes). 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
44 
 
Observação: Não é necessário que o todo o bloco seja colocado em uma única página de destino. 
 
No exemplo, suponhamos a seguinte situação: 
 
Quando o estado interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA OU MONOD, ocorrerá a 
"cópia" de 64 bytes a partir do endereço apontado por 600 (400) para 64 bytes a partir do endereço 
apontado por 800 (6D2). 
 
Observe que neste caso o bloco de dados de destino (6D2 a 711) começou na página 6 (6D2 a 6FF) e 
terminou na página 7 (700 a 711). 
 
400 XXXX 6D2 XXXX 
XXXX XXXX 
 
 
 
 
 
XXXX 
64 
BYTES 
43E XXXX 
64 
BYTES 
XXXX 
710 XXXX 
 
 
SCRLL 
 
Scroll de dados de uma tabela de “n” posições. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada com a entrada (S)entido desacionada, os conjuntos de dados (OP3 
= quantidade de bytes dos conjuntos) iniciados no endereço apontado por OP1 e contidos nas “n” 
posições da tabela (OP2 = número de posições da tabela) serão deslocadas no sentido crescente da 
tabela, ou seja da primeira à última posição, descartando-se o último conjunto. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada com a entrada (S)entidoacionada, os conjuntos de dados iniciados 
no endereço apontado por OP1 e contidos nas “n” posições da tabela serão deslocadas no sentido 
decrescente da tabela, ou seja da última à primeira posição, descartando-se o primeiro conjunto. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada com a entrada (C)arrega acionada, o valor declarado de K será 
carregado em toda a tabela, independente da entrada (S)entido. Esta última possibilidade 
implementada na instrução permite a inicialização da tabela com valores predefinidos. 
 
A instrução SCRLL permite a movimentação de no máximo 10000 bytes (determinados pela 
multiplicação do valor de OP2 pelo valor de OP3) em toda região de registros do CP. 
 
A instrução SCRLL é composta das seguintes entradas: 
 
• (S)ENTIDO - indica se o deslocamento dos dados contidos nas “n” posições da tabela é no sentido 
da primeira para última posição da tabela (S desacionado) ou no sentido da última para primeira 
posição da tabela (S acionado); 
 
• (C)ARREGA - Carrega constante K; 
 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores. 
600 0400 800 06D2 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
45 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Estando o estado interno 202 acionado, quando estado interno 200 for acionado através de uma 
instrução MONOA OU MONOD o valor FF será carrega na tabela, do endereço 6000 até 603B. 
 
 
 
ANTES DEPOIS 
6000 AB 6000 FF 
6001 FF 6001 FF 
6002 44 6002 FF 
6003 77 6003 FF 
6004 68 6004 FF 
Primeira 
Posição (01) 
6005 16 
Primeira 
Posição (01) 
6005 FF 
6006 99 6006 FF 
6007 09 6007 FF 
6008 35 6008 FF 
6009 CC 6009 FF 
600A F6 600A FF 
Primeira 
Posição (02) 
600B 86 
Primeira 
Posição (02) 
600B FF 
“ “ “ “ “ “ 
“ “ “ “ “ “ 
6030 9F 6030 FF 
6031 00 6031 FF 
6032 32 6032 FF 
6033 99 6033 FF 
6034 FF 6034 FF 
Penúltima 
Posição (09) 
6035 B3 
Penúltima 
Posição (09) 
6035 FF 
6036 66 6036 FF 
6037 88 6037 FF 
6038 A3 6038 FF 
6039 15 6039 FF 
603A 04 603A FF 
60 
BYTES 
Última 
Posição (10) 
603B 09 
60 
BYTES 
Última 
Posição (10) 
603B FF 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
46 
Estando o estado interno 201 desacionado, quando o estado interno 200 for acionado através de uma 
instrução MONOA OU MONOD, ocorrerá o scroll do conteúdo da posição 01 da tabela, localizada 
entre os endereços 6000 e 6005, para a posição 02 da tabela, localizada entre os endereços 6006 e 
600B, e assim sucessivamente até que o conteúdo da posição 09, localizada entre os endereços 6030 
e 6035 seja transferido para a posição 10, localizada entre os endereços 6036 e 603B. 
 
 
ANTES DEPOIS 
6000 11 6000 11 
6001 12 6001 12 
6002 13 6002 13 
6003 14 6003 14 
6004 15 6004 15 
Primeira 
Posição (01) 
6005 16 
Primeira 
Posição (01) 
6005 16 
6006 21 6006 11 
6007 22 6007 12 
6008 23 6008 13 
6009 24 6009 14 
600A 25 600A 15 
Primeira 
Posição (02) 
600B 26 
Primeira 
Posição (02) 
600B 16 
“ “ “ “ “ “ 
“ “ “ “ “ “ 
6030 91 6030 81 
6031 92 6031 82 
6032 93 6032 83 
6033 94 6033 84 
6034 95 6034 85 
Penúltima 
Posição (09) 
6035 96 
Penúltima 
Posição (09) 
6035 86 
6036 A1 6036 91 
6037 A2 6037 92 
6038 A3 6038 93 
6039 A4 6039 94 
603A A5 603A 95 
60 
BYTES 
Última 
Posição (10) 
603B A6 
60 
BYTES 
Última 
Posição (10) 
603B 96 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
47 
Estando o estado interno 201 acionado, quando o estado interno 200 for acionado através de uma 
instrução MONOA OU MONOD, ocorrerá o scroll do conteúdo da posição 10 da tabela, localizada 
entre os endereços 6036 e 603B, para a posição 09 da tabela, localizada entre os endereços 6030 e 
6035, e assim sucessivamente até que o conteúdo da posição 02, localizada entre os endereços 6006 
e 600B seja transferido para a posição 01, localizada entre os endereços 6000 e 6005. 
 
 
ANTES DEPOIS 
6000 11 6000 21 
6001 12 6001 22 
6002 13 6002 23 
6003 14 6003 24 
6004 15 6004 25 
Primeira 
Posição (01) 
6005 16 
Primeira 
Posição (01) 
6005 26 
6006 21 6006 31 
6007 22 6007 32 
6008 23 6008 33 
6009 24 6009 34 
600A 25 600A 35 
Primeira 
Posição (02) 
600B 26 
Primeira 
Posição (02) 
600B 36 
“ “ “ “ “ “ 
“ “ “ “ “ “ 
6030 91 6030 A1 
6031 92 6031 A2 
6032 93 6032 A3 
6033 94 6033 A4 
6034 95 6034 A5 
Penúltima 
Posição (09) 
6035 96 
Penúltima 
Posição (09) 
6035 A6 
6036 A1 6036 A1 
6037 A2 6037 A2 
6038 A3 6038 A3 
6039 A4 6039 A4 
603A A5 603A A5 
60 
BYTES 
Última 
Posição (10) 
603B A6 
60 
BYTES 
Última 
Posição (10) 
603B A6 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
48 
• Instruções de Deslocamento 
 
SFR 
 
Deslocamento de estados internos. 
 
A instrução de deslocamento é uma instrução de dois operandos e funciona como uma entrada serial a 
um registro de deslocamento, sendo composta das seguintes entradas: 
 
• (D)ADOS - Entrada de dados (ON ou OFF). 
• (S)ENTIDO - indica se o deslocamento é no sentido de OP1 para OP2 (S acionado) ou OP2 para 
OP1 (S desacionado). 
• (R)ESET - se ativado desliga todos os estados dentro da faixa OP1 a OP2. 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado os dados (ON/OFF) presentes nos EI's de 180 a 187 serão 
deslocados no sentido crescente ou decrescente dependendo do EI 101 (quando ligado sentido é de 
OP1 para OP2, caso contrário sentido é de OP2 para OP1). O dado que estiver presente na entrada D 
entrará em uma extremidade do intervalo de EI's e o dado da outra extremidade será perdido. Ligando 
os EI's 200 e 201 simultaneamente todos os EI's de 180 até 187 serão desligados (passados para 
OFF). 
 
Supondo que os EI's de 180 até 187 estão com o dado OFF e que o EI 200 é derivado de uma 
instrução MONOA, segue o endereçamento de memória e seu conteúdo antes, durante e depois de 
uma sequência de 3 pulsos ON pelo EI 200 com os EI's 100 e 101 ligados e EI 102 desligado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
49 
 
SFRW 
 
Executa o deslocamento de bits a partir do bit15 do conteúdo do registro inicial (OP1) até o bit0 
do conteúdo do registro final (OP2). 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada e estando a entrada (L)impa acionada, todos os bits contidos entre 
os registros iniciais e finais serão limpos, ou seja, o valor FFFFh será escrito no conteúdo dos 
registros. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada e estando a entrada (L)impa desacionada, o valor “1” representado 
para entrada (D)ado desacionada será deslocado para conteúdo do bit15 do registro inicial, cujo 
conteúdo será deslocado para conteúdo do bit14, cujo conteúdo será deslocado para o conteúdo do 
bit13 e assim sucessivamente até que o conteúdo do bit0 do registro final seja descartado. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada e estando a entrada (L)impa desacionada, o valor “0” representado 
para entrada (D)ado acionada será deslocado para conteúdo do bit15 do registro inicial, cujo conteúdo 
será deslocado para conteúdo do bit14, cujo conteúdo será deslocado para o conteúdo do bit13 e 
assim sucessivamente até que o conteúdo do bit0 do registro final seja descartado. 
 
A instrução SFRW é composta pelas seguintes entradas: 
 
• (D)ADO – se a entrada LIMPA desacionada e em conjunto com o acionamento da entrada 
HABILITA, coloca o valor “1” (entrada DADO desacionada) ou “0” (entrada DADO acionada) no 
bit15 do conteúdo do registro inicial, deslocando seu conteúdo e todos os bits a partir dele até o 
bit0 do conteúdo do registro final. 
• (L)IMPA – se acionada em conjunto com a entrada HABILITA, coloca o dado FFFFh no conteúdo 
de todos os registros entre os registro inicial (OP1) e registro final (OP2). 
• (H)ABILITA - se acionada executa a operação limpa ou deslocamento de bits. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Estando o estado interno 201 acionado, quando o estado interno 200 for acionado através de umainstrução MONOA OU MONOD, o valor FFFFh será carregado nos 8 registros compreendidos entre 
3000 e 300E. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
50 
 
ANTES DO ACIONAMENTO DO EI 200 DEPOIS DO ACIONAMENTO DO EI 200 
REGISTRO CONTEÚDO EM HEXA 
CONETÚDO EM 
BINÁRIO 
b15 b0 
 REGISTRO CONTEÚDO EM HEXA 
CONETÚDO EM 
BINÁRIO 
b15 b0 
 
3000 F890 1111100010010000 3000 FFFF 1111111111111111 
3002 0000 0000000000000000 3002 FFFF 1111111111111111 
3004 A055 1010000001010101 3004 FFFF 1111111111111111 
3006 3777 0011011101110111 3006 FFFF 1111111111111111 
3008 0101 0000000100000001 3008 FFFF 1111111111111111 
300A FFFF 1111111111111111 300A FFFF 1111111111111111 
300C 1234 0001001000110100 300C FFFF 1111111111111111 
300E 9999 1001100110011001 300E FFFF 1111111111111111 
 
Estando o estado interno 201 desacionado e o estado interno 202 desacionado, quando o estado 
interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA OU MONOD, o bit15 do registro 3000 
assumirá o valor “1”, correspondente a entrada 202 desacionada, deslocando seu conteúdo e todos os 
bits a partir dele até o bit0 do conteúdo do registro 300E, que será descartado. 
 
ANTES DO ACIONAMENTO DO EI 200 DEPOIS DO ACIONAMENTO DO EI 200 
REGISTRO CONTEÚDO EM HEXA 
CONETÚDO EM 
BINÁRIO 
b15 b0 
 REGISTRO CONTEÚDO EM HEXA 
CONETÚDO EM 
BINÁRIO 
b15 b0 
 
3000 0000 0000000000000000 3000 8000 1000000000000000 
3002 0000 0000000000000000 3002 0000 0000000000000000 
3004 0000 0000000000000000 3004 0000 0000000000000000 
3006 0000 0000000000000000 3006 0000 0000000000000000 
3008 0000 0000000000000000 3008 0000 0000000000000000 
300A 0000 0000000000000000 300A 0000 0000000000000000 
300C 0000 0000000000000000 300C 0000 0000000000000000 
300E 0007 0000000000000111 300E 0003 0000000000000011 
 
Estando o estado interno 201 desacionado e o estado interno 202 acionado, quando o estado interno 
200 for acionado através de uma instrução MONOA OU MONOD, o bit15 do registro 3000 assumirá o 
valor “0”, correspondente a entrada 202 acionada, deslocando seu conteúdo e todos os bits a partir 
dele até o bit0 do conteúdo do registro 300E, que será descartado. 
 
ANTES DO ACIONAMENTO DO EI 200 DEPOIS DO ACIONAMENTO DO EI 200 
REGISTRO CONTEÚDO EM HEXA 
CONETÚDO EM 
BINÁRIO 
b15 b0 
 REGISTRO CONTEÚDO EM HEXA 
CONETÚDO EM 
BINÁRIO 
b15 b0 
 
3000 FFFF 1111111111111111 3000 7FFF 0111111111111111 
3002 FFFF 1111111111111111 3002 FFFF 1111111111111111 
3004 FFFF 1111111111111111 3004 FFFF 1111111111111111 
3006 FFFF 1111111111111111 3006 FFFF 1111111111111111 
3008 FFFF 1111111111111111 3008 FFFF 1111111111111111 
300A FFFF 1111111111111111 300A FFFF 1111111111111111 
300C FFFF 1111111111111111 300C FFFF 1111111111111111 
300E FFF8 1111111111111000 300E FFFC 1111111111111100 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
51 
SHIFB 
 
Deslocamento de bit. 
 
Provoca um deslocamento de um bit em um registro de palavras. A instrução tem duas entradas: 
 
• (S)ENTIDO - Quando ativada permite executar um deslocamento à direita e quando desativada 
permite executar um deslocamento à esquerda. 
• (H)ABILITA - quando a condição lógica da entrada é ativada a instrução é executada. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado o conteúdo do registro 880 será deslocado 1 bit no sentido 
crescente ou decrescente dependendo do EI 100. 
 
Supondo que o registro 880 esteja carregado com o dado 0001 e que o EI 200 é derivado de uma 
instrução MONOA, segue o endereçamento de memória e seu conteúdo antes, durante e depois de 
uma seqüência de 3 pulsos ON pelo EI 200 com o EI 100 desligado. 
 
 
Visualização bit a bit: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Visualização no registro: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
52 
SHIFN 
 
Deslocamento de nibble. 
Provoca um deslocamento de 4 bits (NIBBLE) em um registro de palavras. 
A instrução tem duas entradas: 
 
• (S)ENTIDO - Quando ativada permite executar um deslocamento à direita e quando desativada 
executa um deslocamento à esquerda. 
 
• (H)ABILITA - quando a condição lógica da entrada é ativada a instrução é executada. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado o conteúdo do registro 880 será deslocado 1 nibble no sentido 
crescente ou decrescente dependendo do EI 100. 
 
Supondo que o registro 880 contém o dado FFFF e que o EI 200 é derivado de uma instrução 
MONOA, segue o endereçamento de memória e seu conteúdo antes, durante e depois de uma 
sequência de 3 pulsos ON pelo EI 200 com o EI 100 desligado. 
 
 
Visualização bit a bit: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Visualização no registro: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
53 
SHIFL 
 
Deslocamento de bit. 
Provoca um deslocamento de 'n' bits em um registro de 32 bits. A instrução tem 2 entradas: 
 
• (S)ENTIDO - Quando ativada permite executar 'n' deslocamentos à direita; Quando desativada 
executa 'n' deslocamentos à esquerda. 
• (H)ABILITA - quando a condição lógica da entrada é ativada a instrução é executada. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado a palavra de 32 bits armazenada a partir do registro 880 será 
deslocada 2 bits no sentido crescente ou decrescente dependendo do EI 100. 
 
Supondo que em etapas anteriores do programa houve o carregamento dos registros 880 e 882 com 
os dados 0000 e 0001 respectivamente, e que o EI 200 é derivado de uma instrução MONOA, segue o 
endereçamento de memória e seu conteúdo antes, durante e depois de uma sequência de 3 pulsos 
ON pelo EI 200 com o EI 100 desligado. 
 
Visualização bit a bit: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
54 
Visualização no registro: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
55 
• Instruções de Conversão de Dados 
 
 
CONV 
 
Conversão BCD/BIN ou BIN/BCD. 
 
É uma instrução de dois operandos, onde OP2 define para onde vai o resultado da conversão e OP1 
onde está a fonte de dados para conversão, a instrução tem duas entradas: 
 
• (D)ECIMAL - estando a entrada D acionada a conversão é feita considerando a fonte (OP1) como 
um dado em hexadecimal portanto uma conversão binário para BCD. Caso a entrada D esteja 
desacionada a conversão é feita BCD para binário. Se a conversão binário para BCD implica em 
um número maior que 9999, a parte mais significativa deste número será perdida. 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Sempre que o EI 200 estiver ligado o conteúdo do registro 600 será convertido, de hexadecimal p/ 
decimal ou vice-versa dependendo do EI 100, e armazenado no registro 800. 
Supondo que o registro 600 esteja carregado com o valor FFh, ao acionar o EI 200 com o EI 100 ligado 
o registro 800 passará a conter o valor 0255d. 
 
 
CONVL 
 
Conversão bcd/bin ou bin/bcd de 32 bits. 
 
É uma instrução de dois operandos, onde o operando 2 define para onde vai o resultado da conversão 
e o operando 1 onde está a fonte de dados para conversão, a instrução tem duas entradas: 
 
 (D)ECIMAL - estando a entrada D acionada a conversão é feita considerando a fonte (OP1) como um 
dado em hexadecimal portanto uma conversão binário para BCD. Caso a entrada D esteja 
desacionada a conversão e feita BCD para binário. Se a conversão binário para BCD implica em um 
número > 99999999, a parte mais significativa deste número será perdida. 
 
 (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
56 
 
Sempre que o EI 200estiver ligado o conteúdo dos registros 600 e 602 serão convertidos, de 
hexadecimal p/ decimal ou vice-versa dependendo do EI 100, e armazenado nos registros 800 e 802. 
 
Supondo os registros 600 e 602 foram carregados com os dados 0000 e FFFF, e que o EI 200 foi 
acionado com o EI 100 ligado, foram carregados nos registros 800 e 802 respectivamente os valores 
0006 e 5535. 
 
 
FCONV 
 
Conversão Float/BCD ou BCD/Float. 
 
É uma instrução de três operandos, onde OP2 define para onde vai o resultado da conversão, OP1 
onde está a fonte de dados para conversão e OP3 qual EI indicará se o número a ser convertido é 
positivo ou negativo, a instrução tem duas entradas: 
 
Float/Decimal - Estando a entrada F/D acionada a conversão é feita considerando a fonte (OP1) como 
um dado em BCD, portanto uma conversão BCD para Float. Caso a entrada F/D esteja desacionada a 
conversão é feita Float para BCD. Se a conversão de Float para BCD implica em um número superior 
a + ou - [9999.9999], a instrução não será executada e o EI 0FFh será ligado. 
 
HABILITA - se acionada executa as funções anteriores. 
 
Observação: Os valores de ponto flutuante estão armazenados segundo a norma ANSI/IEEE Std 754-
1985. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
No exemplo, sempre que o EI 200 estiver ligado o conteúdo do registro 600 será convertido 
(obedecendo ao sinal indicado no EI 206), de float p/ BCD ou vice-versa, dependendo do EI 100, e 
armazenado no registro 800. 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
57 
BCDAS 
 
Conversão de dados decimais para ASCII. 
 
É uma instrução de dois operandos que provoca a conversão de um dado em BCD ou HEXADECIMAL 
de 4 dígitos em 4 bytes ASCII correspondentes. 
 
A fonte para conversão é indicado por OP1 e o destino é indicado por OP2. A instrução tem uma 
entrada Habilita. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Sempre que o EI 100 estiver ligado o conteúdo do registro 880 será convertido de hexadecimal ou 
decimal para o equivalente ASCII de cada dígito e armazenado nos registros 882 e 884. 
 
Supondo que em etapas anteriores do programa houve o carregamento do registro 880 com o dado 
1234, quando o EI 100 for acionado os registros 882 e 884 serão carregados com os valores 3132 e 
3334. 
Cada dígito original convertido produz um byte em ASCII. 
 
Ver tabela ASCII na página 58. 
 
 
BCDAP 
 
Conversão de dados decimais para ASCII com colocação de ponto decimal. 
 
É uma instrução de três operandos que provoca a conversão de um registro BCD em ASCII, levando 
em consideração a colocação do ponto decimal (.), vírgula (,) ou dois pontos (:). 
 
A fonte para conversão é indicada por OP1 e o destino é indicado por OP2 e o byte de controle em 
OP3. 
 
Mnemônico para lista de instruções: BCDAP OP1 OP2 OP3 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
ONDE: OP1 – Endereço de origem 
 OP2 – Endereço destino 
 OP3 – Byte de controle 
 H – Entrada Habilita – Permite cálculo 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
58 
Byte de controle: 
 
Define a posição do ponto, vírgula ou ponto decimal segundo a tabela mostrada abaixo: 
 
BYTE DE CONTROLE VALOR À SER MOSTRADO 
 
01 XXX.X 
02 XX.XX 
03 X.XXX 
11 XXX,X 
12 XX,XX 
13 X,XXX 
21 XXX:X 
22 XX:XX 
23 X:XXX 
 
Observação: OP1 OP2 devem estar na mesma página 
 
No exemplo apresentado, se o conteúdo de F00 for igual a 9876d e o estado interno 100 for acionado, 
através de MONOA ou MONOD, o conteúdo de F02 será igual a 3938,o conteúdo de F04 será igual a 
372E e o conteúdo de F06 será igual a 36xx. 
 
Cada dígito original convertido produz um byte em ASCII. 
 
TABELA ASCII 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
59 
• Instruções de Trabalho com Relógio e Calendário 
 
 
LDATA 
 
Ler data. 
 
É uma instrução de um operando tendo uma entrada ASC/BCD e uma entrada Habilita. Esta instrução 
é utilizada para se conhecer em qualquer instante a data fornecida por um calendário da CPU cujos 
dados são colocados em registros a partir de OP1. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Estando a entrada A/B desacionada a leitura é feita no formato BCD. Com a entrada A/B acionada o 
formato será ASCII (possibilitando a impressão direta). 
 
O formato dos dados será o seguinte: 
 
FORMATO BCD 
OP1+3 0 0 
OP1+2 DIA+ DIA- 
OP1+1 MÊS+ MÊS- 
OP1 ANO ANO- 
 
 
 
 
 
No exemplo apresentado, se o estado interno auxiliar 200 estiver acionado (através de uma instrução 
MONOA ou MONOD) os registros 600, 601, 602 e 603 serão atualizados com os seguintes dados: 
 
603 0 0 
602 DIA+ DIA- 
601 MÊS+ MÊS- 
600 ANO ANO- 
 
 
Nesse caso esses dados serão fornecidos pela CPU. 
 
Os dados poderão ser vistos se uma tela de um campo de visualização de oito dígitos for programada 
na IHM utilizada. 
FORMATO ASCII
OP1+7 ASCII DE ANO- 
OP1+6 ASCII DE ANO 
OP1+5 ASCII DE / 
OP1+4 ASCII DE MÊS- 
OP1+3 ASCII DE MÊS+ 
OP1+2 ASCII DE / 
OP1+1 ASCII DE DIA- 
OP1 ASCII DE DIA+ 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
60 
LTIME 
 
Ler hora. 
 
É uma instrução de um operando tendo uma entrada ASC/BCD e uma entrada Habilita. Esta instrução 
é utilizada para se conhecer em qualquer instante a hora fornecida por um relógio em tempo real e 
cujos dados são colocados em registros a partir de OP1. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Estando a entrada A/B desacionada a leitura é feita no formato BCD. Com a entrada A/B acionada o 
formato será ASCII (possibilitando a impressão direta). 
 
O formato dos dados será o seguinte: 
 
FORMATO BCD 
OP1+3 0 0 
OP1+2 SEG+ SEG.- 
OP1+1 MIN+ MIN- 
OP1 HORA+ HORA- 
 
 
 
 
 
No exemplo apresentado, se o estado interno 200 estiver acionado (através de uma instrução MONOA 
ou MONOD) os registros 800 a 807 serão atualizados com os seguintes dados: 
 
807 ASCII DE SEG.- 
806 ASCII DE SEG+ 
805 ASCII DE : 
804 ASCII DE MIN- 
803 ASCII DE MIN+ 
802 ASCII DE : 
801 ASCII HORA- 
800 ASCII HORA+ 
 
Nesse caso esses dados serão fornecidos pela CPU. 
 
Os dados poderão ser vistos se uma tela de um campo de visualização de oito dígitos do tipo ASCII for 
programada na IHM utilizada. 
FORMATO ASCII 
OP1+7 ASCII DE SEG.- 
OP1+6 ASCII DE SEG+ 
OP1+5 ASCII DE : 
OP1+4 ASCII DE MIN- 
OP1+3 ASCII DE MIN+ 
OP1+2 ASCII DE : 
OP1+1 ASCII HORA- 
OP1 ASCII HORA+ 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
61 
SDATA 
 
Acerta data. 
 
É uma instrução de um operando, tendo uma entrada Habilita. Esta instrução serve para acertar a data 
de um calendário a partir de dados apontados por OP1. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
O formato de dados necessário é o seguinte: 
 
 
 
 
 
Uma possibilidade para acertar a data do calendário da CPU seria a seguinte: 
 
Programar uma tela de um campo de edição de oito dígitos, com registro inicial igual a 600, para poder 
entrar com a data correta quando desejar. E no programa usuário colocar a instrução SDATA mostrada 
acima. 
 
Quando o estado interno 200 for acionado através de MONOA ou MONOD, o valor que foi carregado a 
partir de 600, via teclado da IHM, será enviado para a CPU como data atual. 
 
 
 
STIME 
 
Acerta hora. 
 
É uma instrução de um operando, tendo uma entrada Habilita. Esta instrução serve para acertar a hora 
de um relógio em tempo real a partir de dados apontados por OP1. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
O formato de dados necessário é o seguinte: 
 
 
 
 
 
Uma possibilidade para acertar a hora/min/seg da CPU seria a seguinte: 
OP1+3 0 0 
OP1+2 DIA+ DIA- 
OP1+1 MÊS+ MÊS- 
OP1 ANO ANO- 
OP1+3 0 0 
OP1+2 SEG+ SEG.- 
OP1+1 MIN+ MIN- 
OP1 HORA+ HORA- 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
62 
Programar uma tela de um campo de edição de oito dígitos, com registro inicial igual a 800, para poder 
entrar com a hora/min/seg. corretos quando desejar. E no programa usuário colocar a instrução STIME 
mostrada acima.Quando o estado interno 200 for acionado através de MONOA ou MONOD, o valor que foi carregado a 
partir de 800, via teclado da IHM, será enviado para a CPU como hora/min/seg. atuais. 
 
 
 
LDAT2 
 
Ler data. 
 
É uma instrução de um operando tendo uma entrada ASC/BCD e uma entrada Habilita. Esta instrução 
é utilizada para se conhecer em qualquer instante a data fornecida por um relógio em tempo real e 
cujos dados são colocados em registros apontados por OP1. 
 
Esta instrução se difere da LDATA por trazer o ano em 4 dígitos. Fornece também o dia da semana, 
representado por números de 0 a 6, onde 0 representa o domingo. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Estando a entrada A/B desacionada a leitura é feita no formato BCD. Com a entrada A/B acionada o 
formato será ASCII (possibilitando a impressão direta). 
 
O formato dos dados será o seguinte : 
 
FORMATO BCD 
OP1+5 0 Dia da semana (0-6) 
OP1+4 0 0 
OP1+3 DIA+ DIA- 
OP1+2 MÊS+ MÊS- 
OP1+1 ANO+ ANO- 
OP1 SECULO+ SECULO- 
 
FORMATO ASCII 
OP1+11 BCD do dia da semana (0 a 6) 
OP1+10 0 
OP1+9 ASCII DE ANO- 
OP1+8 ASCII DE ANO+ 
OP1+7 ASCII DE SECULO- 
OP1+6 ASCII DE SECULO 
OP1+5 ASCII DE / 
OP1+4 ASCII DE MÊS- 
OP1+3 ASCII DE MÊS+ 
OP1+2 ASCII DE / 
OP1+1 ASCII DE DIA- 
OP1 ASCII DE DIA+ 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
63 
 
No exemplo apresentado, se o estado interno auxiliar 200 estiver acionado (através de uma instrução 
MONOA ou MONOD) os registros 600, 601, 602, 603 e 604 serão atualizados com os seguintes dados: 
 
604 0 0 
603 DIA+ DIA- 
602 MÊS+ MÊS- 
601 ANO+ ANO- 
600 SECULO + SECULO -
 
Nesse caso esses dados serão fornecidos pela CPU.Os dados poderão ser vistos se uma tela de um 
campo de visualização de oito dígitos for programada na IHM utilizada. 
 
 
 
 
SDAT2 
 
Acerta data. 
 
É uma instrução de um operando, tendo uma entrada Habilita. Esta instrução serve para acertar a data 
de um calendário a partir de dados apontados por OP1. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
O formato de dados necessário é o seguinte: 
 
 
 
 
 
Uma possibilidade para acertar a data do calendário da CPU seria a seguinte: 
 
Programar uma tela de um campo de edição de oito dígitos, com registro inicial igual a 600, para poder 
entrar com a data correta quando desejar. E no programa usuário colocar a instrução SDAT2 mostrada 
acima. 
 
Quando o estado interno 200 for acionado através de MONOA ou MONOD, o valor que foi carregado a 
partir de 600, via teclado da IHM, será enviado para a CPU como data atual. 
 
 
OP1+3 ANO+ ANO- 
OP1+2 SECULO+ SECULO- 
OP1+1 MÊS+ MÊS- 
OP1 DIA+ DIA- 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
64 
• Instruções de Contagem Up/Down 
 
 
UPDD 
 
Aumenta ou diminui de uma unidade o conteúdo de um registro. 
 
A contagem se dá em BCD. É composta das seguintes entradas: 
 
• (I)NC/DEC - se acionada produz diminuição na contagem; caso contrário produz aumento na 
contagem. 
• (R)ESET - se acionada o conteúdo do registro é zerado. 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Se o conteúdo do registro 600 for inicialmente igual a 0000d e estando as entradas 100 e 101 
desacionadas, assim que o estado interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA ou 
MONOD o conteúdo de 600 passará a ser igual a 0001d, portanto a cada acionamento do E.I. 200 o 
conteúdo de E.I. 600 será incrementado de uma unidade. 
 
Agora se a entrada 100 estiver acionada e o E.I. 200 for acionado o conteúdo de 600 será 
decrementado de uma unidade, deste modo se o conteúdo de 600 fosse igual a 0000d passaria a ser 
igual a 9999d. 
 
Para zerar o conteúdo de 600 é necessário acionar a entrada 101 e o E.I. 200. 
 
Em caso de não se desejar zerar o registro em nenhuma condição, a entrada RST pode ser ligada ao 
contato invertido da entrada HABILITA. 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
65 
UPDB 
 
Aumenta ou diminui de uma unidade o conteúdo de um registro. A contagem se dá em hexadecimal. É 
composta das seguintes entradas: 
 
• INC/DEC - se acionada produz diminuição na contagem; caso contrário produz aumento na 
contagem. 
• RST - se acionada o conteúdo do registro é zerado. 
• HABILITA - se acionada executa as funções anteriores 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o conteúdo do registro 600 for inicialmente igual a 0000h e estando as entradas 100 e 101 
desacionadas, assim que o estado interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA ou 
MONOD o conteúdo de 600 passará a ser igual a 0001h, portanto a cada acionamento do estado 
interno 200 o conteúdo de estado interno 600 será incrementado de uma unidade. 
 
Agora se a entrada 100 estiver acionada e o estado interno 200 for acionado o conteúdo de 600 será 
decrementado de uma unidade, deste modo se o conteúdo de 600 fosse igual a 0000h passaria a ser 
igual a FFFFh. 
 
Para zerar o conteúdo de 600 é necessário acionar a entrada 101 e o estado interno 200. 
 
Em caso de não se desejar zerar o registro em nenhuma condição, a entrada RST pode ser ligada ao 
contato invertido da entrada HABILITA. 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
66 
 
UPDDC 
 
Incrementa e compara (decimal). 
 
Aumenta ou diminui uma unidade do conteúdo, em BCD, do registro indicado por OP1 e executa a 
comparação dos 16 bits deste registro com os 16 bits do registro indicado por OP2. Esta instrução tem 
três entradas: 
 
• INC/DEC - se acionada produz diminuição na contagem; caso contrário produz aumento. 
• RESET - se acionada o conteúdo do registro indicado por OP1 é zerado. 
• HABILITA - se acionada executa as funções anteriores 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Após a execução da instrução os flags de comparação estarão na seguinte condição: 
 
 
Se (OP1) > (OP2) liga 0F8 
Se (OP1) = (OP2) liga 0F9 
Se (OP1) < (OP2) liga 0FA 
 
 
Onde (OP1) e (OP2) indicam os conteúdos dos registros indicados por OP1 e OP2. 
 
Supondo inicialmente 600=0000d, quando o estado interno 200 for acionado pela primeira vez, através 
de MONOA ou MONOD, e estando a entrada 100 desacionada o conteúdo de 600 irá para 0001d este 
valor será comparado com o conteúdo do registro 602 que resultará no acionamento de um dos 
estados de comparação (0F8, 0F9, 0FA). 
 
Se ao invés de a entrada 100 estar desacionada estivesse acionada, o conteúdo de 600 iria para 
9999d e ocorreria a comparação da mesma forma. 
 
Para zerarmos o conteúdo de 600 temos que acionar a entrada 101 e acionar o estado 200. 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
67 
 
UPDBC 
 
Incrementa e compara (hexadecimal). 
 
Aumenta ou diminui uma unidade do conteúdo, em binário, do registro indicado por OP1 e executa a 
comparação dos 16 bits deste registro com os 16 bits do registro indicado por OP2. Esta instrução tem 
3 entradas: 
 
• (I)NC/DEC - se acionada produz diminuição na contagem; caso contrário produz aumento. 
• (R)ESET - se acionada o conteúdo do registro indicado por OP1 é zerado. 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Após a execução da instrução os flags de comparação estarão na seguinte condição: 
 
Se (OP1) > (OP2) liga 0F8 
Se (OP1) = (OP2) liga 0F9 
Se (OP1) < (OP2) liga 0FA 
 
Onde (OP1) e (OP2) indicam os conteúdos dos registros indicados por OP1 e OP2. 
 
Neste exemplo ocorrerá o mesmo que no exemplo da instrução UPDDC, porém os conteúdos dos 
registros estarão na base hexadecimal. 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
68 
• Instruções de Operações Lógicas com 16 bits 
 
 
WNOT 
 
Complementa conteúdo de registro. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada, o conteúdo do registro OP1 é complementado e armazenado 
no registro OP2. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Suponha os dados iniciais conforme ao lado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
WAND 
 
AND (bit abit) do conteúdo de dois registros de 16 bits. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada é executada uma operação lógica AND entre o conteúdo do 
registro OP1 e o conteúdo do registro OP2. O resultado da operação é colocado no registro OP2. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
XX
800 XX 
 
 AA 
600 AA 
 
 55 
800 55 
 
 AA 
600 AA 
ANTES DO ACIONAMENTO DE E100 
APÓS O ACIONAMENTO DE E100 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
69 
 
Suponha os dados iniciais conforme ao lado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
WOR 
 
OR (bit a bit) do conteúdo de dois registros de 16 bits. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada é executada uma operação lógica OR entre o conteúdo do 
registro OP1 e o conteúdo do registro OP2. O resultado da operação é colocado no registro OP2. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Suponha os dados iniciais conforme ao lado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FF
800 FF 
 
 00 
600 00 
 
 00 
800 00 
 
 00 
600 00 
55
800 55 
 
 AA 
600 AA 
 
 FF 
800 FF 
 
 AA 
600 AA 
ANTES DO ACIONAMENTO DE E100 
APÓS O ACIONAMENTO DE E100 
ANTES DO ACIONAMENTO DE E100 
APÓS O ACIONAMENTO DE E100 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
70 
 
WXOR 
 
XOR (bit a bit) do conteúdo de dois registros de 16 bits. 
 
Se a entrada Habilita estiver acionada é executada uma operação lógica XOR (OR exclusivo) entre o 
conteúdo do registro OP1 e o conteúdo do registro OP2. O resultado da operação é colocado no 
registro OP2. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Suponha os dados iniciais conforme ao lado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AA
800 AA 
 
 AA 
600 AA 
 
 AA 
800 AA 
 
 AA 
600 AA 
ANTES DO ACIONAMENTO DE E100 
APÓS O ACIONAMENTO DE E100 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
71 
• Instruções de Movimentação entre Bits e Estados 
 
 
BITW 
 
Movimentação de estado para palavra. 
 
Esta instrução realiza a transferência do conteúdo (ON/OFF) de 16 estados internos consecutivos para 
um registro de 16 bits. É uma instrução de dois operandos onde OP2 indica o registro que vai receber 
as informações dos estados internos a partir do OP1, que é o primeiro estado interno dos 16 utilizados 
e corresponde ao bit 0 do registro OP2/OP2+1. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD, estiver acionado, os estados 
internos 100 a 10F são transferidos para os bits do registro 600. 
 
Se os estados internos 100 a 10F estiverem no seguinte formato: 
 
 100 = ON 108 = OFF 
 101 = OFF 109 = OFF 
 102 = ON 10A = ON 
 103 = OFF 10B = OFF 
 104 = OFF 10C = OFF 
 105 = OFF 10D = OFF 
 106 = OFF 10E = OFF 
 107 = OFF 10F = OFF 
 
Após a execução da instrução o conteúdo do registro 600 será FBFAh. 
 
Importante: um E.I. ON corresponde a um bit 0 e um E.I. OFF corresponde a um bit 1. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
72 
 
 
 
 
 
WBIT 
 
Movimentação de palavra para estado. 
 
Esta instrução executa a transferência de 16 bits de um registro de palavras para 16 estados internos 
consecutivos. É uma instrução de dois operandos onde OP2 indica o primeiro estado interno da 
seqüência de 16 e OP1 indica o registro de palavras de onde irá ocorrer a transferência. A instrução 
tem ainda uma entrada Habilita. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD estiver acionado, os bits do 
registro 600 serão transferidos para os estados internos (neste caso, saídas) 180 a 18F. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
73 
Por exemplo, se o conteúdo do registro 600/601 for FAFBh os estados internos 180 a 18F serão 
afetados da seguinte forma: 
 
 180 = OFF 188 = ON 
 181 = OFF 189 = OFF 
 182 = ON 18A = ON 
 183 = OFF 18B = OFF 
 184 = OFF 18C = OFF 
 185 = OFF 18D = OFF 
 186 = OFF 18E = OFF 
 187 = OFF 18F = OFF 
 
 
Importante: um bit 0 corresponde a um E.I. ON e um bit 1 corresponde a um E.I. OFF. 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
74 
WBITX 
 
Movimentação de palavra para estado no modo indexado com auto incremento ou auto 
decremento. 
 
Esta instrução executa a transferência de 16 bits de um registro de palavras para 16 estados internos 
consecutivos. É uma instrução de dois operandos onde o OP2 indica o primeiro estado interno de uma 
seqüência de 16 estados internos e OP1 indica um registro de palavras índice, ou seja o conteúdo de 
OP1 aponta para os 16 bits a serem transferidos. 
 
Como o incremento ou decremento é feito antes da execução da transferência, é necessário que o 
conteúdo inicial do índice seja 2 unidades a menos ou a mais conforme a operação seja de incremento 
ou decremento respectivamente. 
 
É uma instrução de duas entradas: 
 
• AUTO INCREMENTO - quando ativada provoca um decremento automático; caso contrário um 
incremento automático; 
• HABILITA - se acionada executa a função anterior 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma operação MONOA ou MONOD estiver acionado a instrução 
será executada, caso contrário a próxima linha de programa será iniciada. 
 
Suponha que através de instruções realizadas anteriormente a estrutura de dados 
seja: 
 
 
 
Ao executar-se a instrução WBITX, com a entrada 100 desacionada, o registro índice 800 que tinha o 
conteúdo 600, passará a ter 602 e então os bits do reg. 602 serão copiados, ou colocados, nos 
estados internos 180 a 18F. 
0 6 0 0
800 801 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
75 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Se a entrada 100 estiver acionada o conteúdo do registro índice 800 passará a ser 5FE. 
Importante: um bit 0 corresponde a um E.I. ON e um bit 1 corresponde a um E.I. OFF. 
 
 
AUTO DECREMENTO AUTO INCREMENTO 
F E 0 2 
0 5 800 0 6 800 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
76 
• Instruções Especiais 
 
 
JMP 
 
Salto no programa. 
 
Controla a seqüência de execução do programa de usuário. Caso a entrada esteja acionada a 
operação salto é executada, caso contrário a seqüência de programa será a próxima linha do diagrama 
de relés. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
No exemplo acima, se a entrada 100 estiver acionada a próxima linha de programa a ser executada 
será a linha 3, que neste caso contém a indicação de desvio (LABEL 00), a qual é feita através da tecla 
L na edição do programa usuário, portanto neste ciclo de varredura, a linha 2 não será executada 
permanecendo sem alteração a saída 180. 
 
 
 
CALL 
 
Chamada de subrotina. 
 
Controla o desvio de execução de um programa de usuário, com retorno para a instrução seguinte ao 
CALL. Caso a entrada esteja acionada a operação chamada de sub-rotina é executada, caso contrário 
a seqüência de programa será a próxima linha do diagrama de relés. É necessária uma instrução RET 
no final da sub-rotina para voltar ao ponto seguinte à origem do CALL. As chamadas podem ser 
encadeadas em até 4 chamadas. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
ADSUB 
 
Aumenta/diminui valor constante de registro binário. 
A instrução soma ou subtrai uma constante de valor K (máximo 12 bits), em binário, do conteúdo de 
um registro indicado por OP1. É composta das seguintes entradas: 
 
• (A)UM/DIM - se acionada produz subtração; caso contrário produz soma. 
• (R)ESET - se acionada o conteúdo do registro indicado por OP1 é zerado. 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
77 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Neste exemplo ocorrerá o mesmo que no próximo exemplo, porém utilizando a base hexadecimal. 
 
 
 
ADSUD 
 
Aumenta/diminui valor constante de registro BCD. 
 
A instrução soma ou subtrai uma constante de valor K (máximo 999), em BCD, do conteúdode um 
registro indicado por OP1. É composta das seguintes entradas: 
 
• (A)UM/DIM - se acionada produz subtração; caso contrário produz soma. 
• (R)ESET - se acionada o conteúdo do registro indicado por OP1 é zerado. 
• (H)ABILITA - se acionada executa as funções anteriores 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se o estado interno 200, derivado de uma instrução MONOA ou MONOD, estiver acionado, estando a 
entrada 101 e a entrada 100 desacionadas o conteúdo do registro 600 será aumentado de 12 
unidades, agora se a entrada 100 estiver acionada o conteúdo do registro 600 será diminuído de 12 
unidades. O conteúdo do registro 600 será zerado quando a entrada 101 estiver acionada e o estado 
interno 200 for acionado. 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
78 
ASCB 
 
Converte 8 códigos ASCII em 8 dígitos BCD ou Hexadecimais correspondentes. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada, o conteúdo de 8 bytes iniciados no endereço apontado por OP1 
será convertido em 8 dígitos BCD ou Hexadecimais e o resultado da conversão irá para o conteúdo de 
4 bytes iniciados no endereço apontado por OP2. 
 
A instrução ASCB é composta da seguinte entrada: 
• (H)ABILITA - se acionada executa a conversão. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Quando o estado interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA ou MONOD, os valores 
contidos nos endereços 2000 a 2007 serão convertidos para BCD ou Hexadecimal correspondentes e 
o resultado da conversão será colocado no conteúdo dos endereços 2008 a 200B. 
 
Exemplo 1: 
DADOS EM ASCII DADOS CONVERTIDOS 
ENDEREÇO VALOR ENDEREÇO VALOR 
 
2000 30 
2001 31 2008 01 
2002 32 
2003 33 2009 23 
2004 34 
2005 35 200A 45 
2006 36 
2007 37 200B 67 
 
 
Exemplo 2: 
DADOS EM ASCII DADOS CONVERTIDOS 
ENDEREÇO VALOR ENDEREÇO VALOR 
 
2000 30 
2001 41 2008 0A 
2002 42 
2003 43 2009 BC 
2004 30 
2005 44 200A 0D 
2006 45 
2007 46 200B EF 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
79 
PRINT 
 
Envio de dados para o canal serial. 
 
Através desta instrução os dados enviados são as palavras contidas entre os operandos OP1 e OP2. A 
instrução tem uma entrada Habilita, necessitando também para ser ativada que um flags de controle 
(0FB) impressora/rede esteja na posição impressora a mais de uma varredura de programa e que o 
flag de impressora em uso (0FC) esteja desativado. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Como a transferência é feita diretamente da memória de dados, é necessário que o formato da 
memória de dados esteja em ASCII e que OP1 seja menor que OP2. 
 
Para a impressão de: 
 
 
Neste formato (centralizado) em uma impressora serial de 32 colunas deve-se carregar o seguinte 
bloco de dados : 
 
F00=2020 F02=2020 F04=2020 F06=2020 F08=2020 F0A=2020 F0C=2020 
F0E=4154 F10=4F53 F12=0A0D F14=0A0D F16=2020 F18=2020 F1A=2020 
F1C=4155 F1E=544F F20=4D41 F22=4341 F24=4F20 F26=494E F28=4455 
F2A=5354 F2C=5249 F2E=414C 
 
 
O registro F00 foi escolhido como início do bloco de dados (ver exemplo apresentado). 
 
 
Deste modo se o estado interno especial 0FB estiver acionado (indicando impressora), quando o 
estado interno 200 for acionado através de MONOA ou MONOD, o bloco de dados acima será 
transferido para o canal serial do CP utilizado. 
 
ATOS
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
80 
FATOR 
 
Ajuste de escala de entrada analógica. 
 
Esta instrução possibilita o ajuste da escala de uma entrada analógica definida pelo parâmetro EA. 
OP1 será um registro que conterá o valor relativo ao zero da escala ajustada (início da escala 
ajustada) e OP2 será um registro que conterá o valor relativo ao fundo de escala para a escala 
ajustada (fim da escala ajustada). TIPO definirá se o valor de leitura da EA será apresentado em BCD 
(decimal) ou BIN (hexadecimal). 
 
A instrução possui duas entradas: 
 
ZERO/FUNDO DE ESCALA - Define se o ajuste será de ZERO (início da escala ajustada), quando 
desacionado ou de FUNDO de ESCALA (fim da escala ajustada), quando acionado. 
 
(H)ABILITA - permite a execução do ajuste da escala. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Se a entrada 100 (Habilita) for acionada, com a entrada 101(Z/F) desacionada o conteúdo de 
OP1(600) e o valor efetivo real da EA serão os dados para o cálculo do fator. 
 
 
 (OP2 - OP1) 
 = Fator 
 (Fundo de Escala Real - Zero Real) 
 
 
A partir desse fator a escala de leitura da entrada analógica 33 estará ajustada para o novo "Zero" 
(início de escala). 
 
Agora se a entrada 100 (Habilita) for acionada, com a entrada 101(Z/F) acionada, o conteúdo de 
OP2(602) e o valor efetivo real da EA serão os dados para o cálculo do fator. 
 
 
 (OP2 - OP1) 
 = Fator 
 (Fundo de Escala Real - Zero Real) 
 
 
A partir desse fator a escala da entrada analógica 33 estará ajustada para o novo valor de FUNDO de 
ESCALA (final de escala). 
 
Observação: Se o conteúdo de OP2 for menor que o conteúdo de OP1, o efetivo da EA ficará com o 
valor fixo 9999 para a escala em decimal e FFFF para a escala em hexadecimal. O mesmo acontece 
com o valor Zero Real > Fundo de escala Real. Além desta forma de visualização de erro de operação, 
no MPC1600 o conteúdo dos registros 0FDC e 0FDDh apresentam outra forma de sinalização desta 
ocorrência: 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
81 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exemplo ilustrativo: 
 
A escala real é fixa e possui valores entre 0000d e 4095d. Supondo que a escala ajustada deva ir de 
um ponto qualquer escolhido na escala real (neste caso 0076d) e adotado como início da escala 
ajustada neste caso (OP1) = 0000d, até um ponto na escala real (neste caso 3834d) e adotado como 
final da escala ajustada, neste caso (OP2) = 1750d, ocorrerá o seguinte: 
 
 
 .......................................Escala Real............................................................ 
 0000 0076 3834 4095 
 
 ........................Faixa a ser ajustada................................ 
 
 
 
 ................................Escala Ajustada............................... 
 0000 (offset) 1750 (fundo de escala) 
 
 
 
Vamos agora calcular o fator: 
 
 (OP2 = 1750) - (OP1 = 0000) 
 = 0,4656 
 (F.E. Real = 3834) - (Zero Real = 0076) 
 
Se pegarmos um ponto na escala real, por exemplo 1956d teremos na escala ajustada : 
 
 (1956 - 0076) x 0,4656 = 0875d (meio da escala ajustada) 
 
Observação: a instrução FATOR permite a adequação de escala em várias aplicações, como na 
leitura de posição, de pressão, de peso e outros. Tornando mais simples a utilização das entradas 
analógicas. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
82 
 
CTCPU 
 
Contador rápido CPU. 
 
Esta instrução faz a comparação do efetivo do contador rápido presente na CPU com o conteúdo de 
um registro (OP1), considerando-se OP1 como um registro de 16 bits. Pode-se escolher que tipo de 
comparação será executada (efetivo >, < ou = ao conteúdo de OP1) e quando o resultado da 
comparação for verdadeiro será acionado um único estado interno (OP2) em cada bloco, escolhido de 
180 a 187. 
 
No mesmo programa usuário só poderá haver oito instruções CTCPU, das quais somente uma 
habilitada por vez. O estado interno 3FF quando acionado indica valor "negativo" no efetivo do 
contador. 
 
A instrução possui duas entradas: 
 
RESET - quando ativada permite o reset do efetivo do contador rápido presente na CPU. 
 
HABILITA - quando acionada a instrução é executada. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 
Observação: " # " poderá ser >, < ou = 
 
 
No exemplo apresentado, se o estado interno 200 for acionado, através de uma instrução MONOA ou 
MONOD, o registro correspondente ao efetivo do contador rápido receberá conteúdo igual a 00000000. 
 
 
Se a entrada 201 for acionada, estandoo estado interno 200 desacionado, a instrução começará a 
verificar se o efetivo do contador é maior que o conteúdo de 800/802 e quando isso ocorrer a saída 
187 será acionada, permanecendo acionada enquanto a instrução estiver habilitada e a condição for 
verdadeira. 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
83 
Exemplo de aplicação 
 
Esta aplicação demonstra a utilização da instrução CTCPU em uma máquina que faz o avanço de um 
filme, onde esse avanço é feito em duas etapas: 
 - etapa 1 com avanço rápido (velocidade alta). 
 - etapa 2 com avanço lento (velocidade baixa). 
 
 
Supondo que cada avanço seja de 1000 mm (pulsos do encoder), a troca de velocidade alta para 
velocidade baixa é feita em 900 mm. 
 
 
Observe o gráfico: 
 
 
 Velocidade 
 1o CTCPU habilitada 
 V1 
 
 2o CTCPU habilitada 
 V2 Pulsos de Encoder 
 
 900 1000 
 
 
 
Deste modo teremos o trecho de programa abaixo: 
 
 
 
 
Quando a entrada 201 for acionada, o estado interno 200 também será acionado durante uma 
varredura (através da instrução MONOA), deste modo o efetivo do contador será resetado. Na próxima 
varredura a saída 180 será acionada e assim permanecerá enquanto o efetivo for menor que o 
conteúdo do registro 800/802. Com o desacionamento da saída 180 ocorrerá a habilitação da segunda 
instrução CTCPU e da mesma forma a saída 181 ficará acionada até que o efetivo do contador fique 
com um valor igual ou superior ao conteúdo do registro 700/702. 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
84 
CCS 
 
Esta instrução calcula o “CHECK SUM” (OU EXCLUSIVO) de todos os bytes que estiverem dentro 
de um intervalo apontado por OP1 e OP2. 
O resultado da operação é colocado no registro OP3 no formato 00XX on XX é o byte de CHECK SUM. 
 
Mnemônico para lista de instruções: CCS OP1 OP2 OP3 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Onde: OP1 – Endereço Inicial 
 OP2 – Endereço Final 
 OP3 – Resultado 
 H – Entrada (Habilita) – permite o cálculo 
 
Observação: OP1 e OP2 devem estar na mesma página 
 
Supondo que tenhamos o seguinte conteúdo nos registros: 
 
720 721 722 723 Inicialmente calcula-se o XOR. 
 12 34 56 78 (bits iguais = 0, bits diferentes = 1) 
 
 12 = 0001 0010 26 = 0010 0110 
 34 = 0011 0100 56 = 0101 0110 
XOR= 26 = 0010 0110 XOR= 70 = 0111 0000 
 
 70 = 0111 0000 
 78 = 0111 1000 
 XOR= 08 = 0000 1000 
 
 
 
LDIA 
 
Atualiza canal de entrada analógica. 
É uma instrução de uma única entrada (habilita). A instrução atualiza o canal de entrada analógica 
selecionado. Onde OP1 define o canal a ser atualizado. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
O exemplo apresentado atualiza o primeiro canal de entrada analógica. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
85 
DINT1 
 
Desabilita interrupção1. 
 
A instrução DINT1, disponível somente para os driver MPC4004R, MPC4004T e MPC2440, 
habilita/desabilita a interrupção 1 no controlador. Ela é utilizada para regiões do programa de usuário 
que não podem ser interrompidas. Abaixo exemplifica-se um método de programação da instrução 
DINT1. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No exemplo acima, as rotinas ROT2, ROT3 e ROT4 nunca sofrerão a atuação da interrupção, pois o 
bloco DINT1, que está habilitado com o contato 0F6, está desabilitando esta configuração de 
hardware, que só volta a ser habilitada após a rotina ROT4. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
86 
PID 
 
Calcula PID. 
 
Esta instrução contém três operandos, uma entrada Habilita e uma de Reset para carregar o valor 
inicial da somatória do erro. 
 
Quando a entrada Habilita (H) é acionada e a entrada Reset (R) estiver acionada, o valor inicial da 
somatória do erro é transferido para a região de parâmetros e efetuado o cálculo do PID (deve ser 
utilizado um MONOA na entrada Reset (R), caso contrário o valor inicial da somatória do erro será 
transferido para a região de parâmetros toda varredura). Se a entrada Habilita (H) é acionada e a 
entrada Reset (R) estiver desacionada, é efetuado apenas o cálculo do PID. 
 
A instrução PID segue a seguinte equação: S = P + I + D 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Onde: 
 
OP1 – Variável de entrada (efetivo) (0 – 9999) 
OP2 – Ponteiro do bloco de dados 
 
 OP2 - Set point (0 – 9999) 
 OP2+02 - Banda (0 – 255) 
 OP2+04 - Kp (ganho proporcional) (0 – 100%) 
 OP2+06 - Ki (ganho integral) (4 – 250 rep/min) 
 OP2+08 - Kd (ganho derivativo) (0 – 25,0 min.) 
 OP2+0A - RESERVADO 
 OP2+0C - Valor mínimo da saída (0 – 1000) 
 OP2+0E - Valor máximo da saída (0 – 1000) 
 OP2+10 - Tempo (2 – 25,0 seg.) 
 OP2+12 - Estado interno de aquecimento 
 OP2+14 - Valor inicial somatória do erro (0 – 9999) 
 OP2+16 - RESERVADO 
 OP2+18 - RESERVADO 
 OP2+1A - RESERVADO 
 OP2+1C - RESERVADO 
 OP2+CE - RESERVADO 
 
OP3 – Variável de saída (0 – 1000) 
 
 
Observação: O valor inicial da somatória do erro pode ser positivo ou negativo. Os valores positivos 
vão de 0 a 4999, e os negativos de 5000 a 9999. 
Se não for efetuado o carregamento do valor inicial da somatória do erro, teremos um valor indefinido 
no mesmo. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
87 
PID_I 
 
Algoritmo PID padrão ISA. 
 
A instrução PID_I está presente nos drivers MPC4004R, MPC4004T e MPC2440. O PID padrão ISA é 
inserido através de blocos ladder (pelo WinSUP 2.5), resultando nas seguintes características para 
cada driver: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esta instrução contém três operandos com definição do tipo de controle, uma entrada de habilitação do 
bloco (H) e uma de definição de modo Manual / Automático (MAN). 
 
Entrada [H]: Se habilitada realiza o calculo de controle PID; 
Entrada [MAN]: Se habilitada, define controle como modo MANUAL (valor de saída definido pelo 
usuário); 
 
Quando desabilitada, valor de saída volta a ser definido pelo controle PID. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Onde: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
88 
 
Descrição dos parâmetros: 
 
OP1: Endereço da variável de entrada. Este endereço sempre deve existir. 
 
OP2: Endereço inicial do bloco de parâmetros. Este endereço sempre deve existir. 
 
OP3: Endereço da variável de saída. Este endereço sempre deve existir. 
 
Setpoint: Valor a ser atingido. 
 
Período de amostragem 
 
Período de tempo em que a instrução faz a amostragem da variável de processo (PV) e efetua o 
algoritmo de controle. 
 
Este parâmetro deve ser configurado entre 1 e 50, sendo que 1 equivale a 0.1 segundos e 50 a 5.0 
segundos. 
 
Ganho proporcional 
 
Ganho do termo proporcional do PID. 
 
Este valor deve ser configurado entre 1 e 1000, sendo que para 1 o ganho é de 0.1% e para 1000 o 
ganho é de 100.0% 
 
Ganho integral 
 
Ganho do termo integral do PID. 
 
Este valor deve ser configurado entre 1 e 3600 segundos. Para desativar o termo integral deixe este 
valor com zero. 
 
Ganho derivativo 
 
Ganho do termo derivativo do PID. 
 
Este valor deve ser configurado entre 1 e 900 segundos. É importante observar que este ganho deve 
ser no mínimo 10 vezes maior que o período de amostragem. Esta característica é devido a equação 
do termo derivativo com filtro incorporado. 
 
Para desativar o termo derivativo deixe este valor com zero. 
 
Mínimo valor da saída 
 
Valor mínimo de limite para saída. 
 
É importante observar que este valor não tem nenhuma relação com fundo de escala mínimo da saída, 
nenhum cálculo e efetuado com este valor. 
 
Máximo valor da saída 
 
Valor máximo de limite para saída. 
 
É importante observar que este valor não tem nenhuma relação com fundo de escala máximo da 
saída, nenhum cálculo e efetuado com este valor. 
 
Offset da saída (Feedforward – BIAS) 
 
Valor que será somado à saída do PID em modo automático. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
89 
 
Este valor deve serconfigurado entre 0 e o máximo fundo de escala da saída. 
 
Banda morta alta 
 
Valor que será somado ao setpoint (SP) para definir o valor da banda morta alta. 
 
Este valor deve estar configurado entre 0 e o Maximo fundo de escala da entrada. Para desativar a 
banda morta alta deixe este valor com zero. 
 
O calculo da banda é simples: para um setpoint de 1000 e uma banda de 1200 deixe este valor com 
200 (1000 + 200 = 1200). 
 
Banda morta baixa 
 
Valor que será subtraído do setpoint (SP) para definir o valor da banda morta baixa. 
 
Este valor deve estar configurado entre 0 e o Maximo fundo de escala da entrada. Para desativar a 
banda morta baixa deixe este valor com zero. 
 
O calculo da banda e simples: para um setpoint de 1000 e uma banda de 900 deixe este valor com 100 
(1000 - 100 = 900). 
 
Estado interno de saída PWM 
 
Endereço do estado interno que será utilizado pelo PWM. 
 
Este valor deve esta entre 0000 e 03FF ou E000 e EFFF (observe que os endereços estão em 
hexadecimal). Se um valor inválido for colocado, a saída PWM será desativada. 
 
Para desativar a saída PWM deixe este valor com FFFF. 
 
Tempo do PWM da saída 
 
Período da saída PWM. 
 
Este valor deve estar entre 20 e 250, sendo que para 20 temos 2.0 segundos e para 250 temos 25.0 
segundos. 
 
Se o estado interno de saída PWM estiver com FFFF ou com um valor inválido,o tempo do PWM da 
saída será ignorado não importando o seu valor. 
 
Máx. Fundo de escala entrada 
 
Fundo de escala da entrada. 
 
Este valor deve ser configurado de acordo com a escala de grandeza física controlada. 
 
Por exemplo: Se estiver realizando um controle de temperatura com uma placa 4004.66/J com fundo 
de escala de 0 a 500.0, deixe este valor com 5000. 
 
Máx. Fundo de escala saída 
 
Fundo de escala da saída. 
 
Este valor deve ser configurado de acordo com o hardware de saída do controle. 
 
Por exemplo: Se estiver utilizando uma placa de saída analógica de 0 a 10V com resolução de 0 a 
1000 deixe este valor com 1000 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
90 
 
Exemplo de programação: 
 
O exemplo de programação abaixo mostra parâmetros utilizados para controle de uma malha de 
temperatura, utilizando uma placa 4004.6x/J - TERMOPAR tipo J (0 A 500°C). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação: A monitoração e parametrização dos blocos PID_I é feita através do software PID 
Studio. Para mais informações consulte o manual "ALGORÍTMO PID PADRÃO ISA" Ref.4-0063.xx no 
site www.atos.com.br, opção downloads, link Manuais Técnicos Ferramentas de Programação 
(Cadastro e downloads são gratuitos). 
 
http://www.atos.com.br/
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
91 
OUTIS 
 
Atualiza canal de saída analógica. 
É uma instrução de uma única entrada (habilita). A instrução atualiza o canal de saída analógica 
selecionado. Onde OP1 define o canal a ser atualizado. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
O exemplo apresentado atualiza o primeiro canal de saída analógica 
 
 
 
 
SCL 
 
Gera uma saída linear em relação a entrada. 
Esta instrução necessita da entrada de quatro valores no intervalo de 0 e 9999. Os parâmetros de 
entrada são: 
 x0 = valor inicial do ponto x 
 y0 = valor inicial do ponto y 
 x1 = valor final do ponto x 
 y1 = valor final do ponto y 
 
 A fórmula para conversão da entrada é: 
 
 y = mx + b 
 
 onde: 
 
 y = saída 
 m = fator de escalonamento (y1 - y0) / (x1 - x0) 
 x = entrada 
 b = offset (b = y1 - mx1) 
 
 O valor de "m" deve estar entre -99,990 a 99,990. Caso o valor calculado exceda os limites, será 
ligado o estado interno 0FFH indicando a ocorrência do erro. Se a entrada Habilita estiver acionada e a 
entrada y/m estiver acionada, será feito o cálculo do valor de m, caso a entrada y/m estiver 
desacionada então será feito o cálculo de y. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
92 
 
Onde OP1 = Ponteiro dos dados 
 OP2 = Entrada 
 OP3 = Saída ajustada 
 
Não é necessário que OP1, OP2 e OP3 estejam na mesma página. São RESERVADOS 16 bytes a 
partir do endereço apontado em OP1. 
 
 
 Importante: Os valores apontados a partir de OP1 devem estar na mesma página. 
 
 800 Valor de x0 
 802 Valor de y0 
 804 Valor de x1 
 806 Valor de y1 
 808 RESERVADO 
 80A RESERVADO 
 80C RESERVADO 
 80E RESERVADO 
 
 
Exemplo: 
 
 800 0000 
 802 0010 
 804 0500 
 806 0350 
 808 RESERVADO 
 80A RESERVADO 
 80C RESERVADO 
 80E RESERVADO 
 
 
 
 
 
 800 0500 
 802 0350 
 804 1000 
 806 0000 
 808 RESERVADO 
 80A RESERVADO 
 80C RESERVADO 
 80E RESERVADO 
 
 
 
 
 
 
 
A instrução define limites para o valor de f(x), quando a entrada “L” estiver habilitada. O limite será 
obtido através dos próprios valores de y0 y1, fornecidos pelo usuário, garantindo assim com que os 
valores de f(x) estejam sempre dentro dos limites dados por y0 y1 . 
 
 
 
 
350 
y0 
0 
y1 
500
x0 
1000
x1 
0 
x0 
10 
y0 
350 
y1 
500
x1 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
93 
 
Exemplo: Para X crescente, se o valor de Y for menor do que Y0 então a função assumirá o valor de 
Y igual a Y0 e sendo Y maior que Y1 a função assumirá Y igual a Y1. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No exemplo acima para X = 0, Y seria igual a 120. 
350 
Y1 
120 
 Y0 
1000
 X1
500 
 X0 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
94 
SCL2G 
 
Gera uma parábola. 
 
A instrução SCL2G é utilizada para gerar rampas de aceleração e desaceleração. Estas rampas 
seguem uma equação do segundo grau. Esta instrução possui três operandos, os quais são descritos 
a seguir: 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
 OP1 - Ponteiro dos parâmetros, (reservar 32 bytes). 
 
 OP1 - Min Y ra (0 - 0999) 
 OP1 + 2 - Min Y rd (0 - 0999) 
 OP1 + 4 - Max Y (0 - 0999) 
 OP1 + 6 - Max X (00065536) 
 OP1 + 10 - Ra (0010 - 4999) 
 OP1 + 12 - Rd (0010 - 4999) 
 
OBS: Min Y ra e Min Y rd devem ser menores que Max Y 
 Max X deve ser maior que Ra + Rd 
 
OP2 - Valor da entrada. 
OP3 - Valor da saída. 
K - Entrada que habilita o cálculo do fator de ajuste da parábola. 
H - Entrada que habilita a instrução. 
 
O gráfico abaixo demonstra o funcionamento da instrução. 
Y min ra - Mínimo valor de saída analógica na aceleração; 
Y min rd - Mínimo valor de saída analógica na desaceleração; 
Y máx - Máximo valor de saída analógica; 
X max - Máximo valor de contagem; 
Ra - Valor do delta X para rampa de aceleração; 
Rd - Valor do delta X para rampa de desaceleração. 
 
 Ymax 
 
 
 
 
 
 Ymin ra 
 
 Ymin rd 
 Ra Rd 
 
X max 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
95 
No exemplo apresentado temos: 
 
 
 Onde: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 800 0100 Y min ra 1,00 V 
 802 0000 Y min rd 0,00 V 
804 0278 Y max 2,78 V 
806 00006000 X max 6000 
 80A 0200 Ra 200 
 80C 0500 Rd 500 
 
 820 00000149 Valor atual da entrada X 149 
 
 824 0532 Valor calculado da saída Y 532 
 
 
Nestas condições temos: 
 
 
Se a entrada 100 (K) estiver habilitada e a entrada 101 (H) for habilitada, a instrução fará o cálculo dos 
parâmetros da equação do segundo grau. 
Se a entrada 100 (K) estiver desabilitada e a entrada 101 (H) for habilitada, a instrução procederá da 
seguinte maneira: 
 
 
Calcula para o valor do X atual (R820) o valor da saída Y e coloca no registro R824, enquanto X menor 
ou igual a 200 (Ra). 
 
 
Quando X for maior que Ra, a instrução coloca no registro R824 o máximo valor de Y, até que o valor 
de X seja maior ou igual a (Xmax – Rd) (5500). Apartir deste instante a instrução passa a calcular 
novamente o valor de Y (R824) para cada valor de X (R820). 
 
Y 
 
2,78 
 
 
 
 
1,00 
 
0,00 X 
200 5500 500 
 
0 6000 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
96 
SCHED 
 
Programação Horosazonal de EI. 
 
Esta instrução, disponível somente para os drivers MPC4004R, MPC4004T e MPC2440. O bloco 
SCHED (abreviação para SCHEDULE) utiliza o relógio interno do CLP como referência de data/hora 
para executar um programador horosazonal. Desta forma, durante o período especificado um 
determinado EI (definido na configuração do bloco) ficará acionado. 
 
A instrução SCHED é composta pela seguinte entrada: 
 
HABILITA - Se acionada executa a instrução. 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE 
RELÉS 
EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Onde: 
 
OP1 = EI que será programado 
OP2 = Dia da semana de início do período 
OP3 = Horário de inicio do período 
OP4 = Dia da semana de fim do período 
OP5 = Horário de fim do período 
 
Exemplo de programação 1: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
97 
Descrição dos campos: 
 
Nas opções de "Intervalo" definem-se os períodos de acionamento do EI definido em "Saída". 
 
Na caixa de seleção "De" define-se o dia da semana que a programação irá começar; 
 
Na caixa de seleção "Até" define-se o dia da semana que termina-se essa programação; 
 
No campo "Liga" define-se o horário de inicio do período e no campo "Desliga" o horário de fim. 
 
Na figura mostrada acima, foi definido o período de domingo a quinta, com o acionamento das 07:00h 
às 18:00h. 
 
Abaixo da região de configuração é mostrado um gráfico em vermelho com os períodos de 
acionamento definidos, permitindo ter uma exata noção da programação da instrução. 
 
Representação no ladder: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação: Utilizando o EI 0F7h a execução do bloco SCHED ficará constante, pois a entrada 
"Habilita" estará sempre ligada. Em casos que a entrada "Habilita" seja desacionada, a programação 
horosazonal será interrompida e o EI programado será desligado independente de seu estado atual. 
 
 
Exemplo de programação 2: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
98 
O exemplo acima mostra uma programação em que o EI liga ao fim do dia e desliga na manhã do dia 
seguinte, dentro do período definido (de segunda a quarta). 
 
 
Representação no ladder: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exemplo de programação 3: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O exemplo acima mostra uma programação em que o EI está programado para ligar nos fins de 
semana, das 08:35h às 16:47h. 
 
 
Representação no ladder: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
99 
TXPR 
 
A instrução TXPR é utilizada para carregar blocos de impressão. 
 
Em aplicações onde há uma grande variedade de mensagens a serem impressas, há um gasto 
excessivo de programa de usuário e de registros para guardar os textos. A função da instrução TXPR é 
poder chamar automaticamente textos previamente construídos pelo usuário para a região de registros 
os quais serão impressos através da instrução PRINT. 
 
A formatação do texto como, por exemplo, a inclusão de campos, fica a cargo do usuário para que haja 
maior liberdade de opções. 
 
Mnemônico para lista de instruções: TXPR OP1 OP2 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Onde: OP1 – Região do usuário para colocação do texto 
 K – Número da tabela de texto (01 – 16) 
 
 
Os textos serão construídos no menu configuração submenu “PRINT”. O usuário poderá criar até 16 
“textos” para serem manipulados, com um tamanho máximo de 256 caracteres. 
No menu do print existe a configuração, de parâmetros básicos do texto: 
 
 
Número de colunas : xx (máximo) 
CR no final da linha : sim (sim/não) 
LF no final da linha : não (sim/não) 
 
 
O número de colunas será igual para todos os textos criados. 
 
 
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0
 T E S T E D E I M P R E S S A O 
 
 
 
 
 
 
Observação: para otimização das tabelas o fim da tabela será sinalizado com o caracter “FF” (default 
do buffer). 
 
No exemplo apresentado, se o estado interno 200 for acionado, através de uma instrução MONOA ou 
MONOD, os caracteres referentes a tabela 01 serão carregados a partir do endereço 0F00. 
 
 
Observação: Onúmero de caracteres carregados dependerá do tamanho da tabela criada no menu 
configuração submenu PRINT. 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
100 
CEP 
 
Manipulação de um bloco de dados tipo FIFO correspondentes a uma variável do CP. 
 
Se a entrada Habilita acionada e a entrada R desacionada, será descartado o enésimo elemento da 
FIFO e adicionado o primeiro elemento correspondente ao valor OP1 neste instante. O endereço do 
primeiro elemento da FIFO é apontado por OP2 e n é o numero de elementos da FIFO (máx = 64). 
 
São executadas também as seguintes operações: 
 
• Cálculo do menor valor da FIFO cujo resultado é armazenado em OP2+2; 
• Cálculo do maior valor da FIFO cujo resultado é armazenado em OP2+4; 
• Cálculo do valor médio de todos os elementos da FIFO cujo resultado é armazenado em 
OP2+6; 
• Fica reservado OP2+8; 
• OP2+10 é o contador da FIFO. 
 
 Se a entrada Habilita estiver acionada e a entrada R estiver acionada, serão zerados os dados da 
FIFO. 
 
O cálculo do menor valor, do maior valor e da média leva em consideração quantos elementos foram 
preenchidos desde a ultima zeragem da FIFO. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Não é necessário que a FIFO toda caiba numa única página. 
 
 
Quando o estado interno 200 for acionado, através de uma instrução MONOA ou MONOD, ocorrerá 
um deslocamento dos 16 registros a partir do endereço apontado por 800 e serão calculados o menor 
valor, o maior valor e a média. 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
101 
AJUST 
 
Esta instrução possibilita o ajuste da escala. 
 
A instrução possui duas entradas: 
 
ZERO/FUNDO DE ESCALA - Define se o ajuste será de ZERO (início da escala ajustada), quando 
desacionado ou de FUNDO de ESCALA (fim da escala ajustada), quando acionado. 
 
(H)ABILITA - permite a execução do ajuste da escala. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Onde: 
 
OP1 – Registro contendo o Valor do Zero e fundo de escala relativo. 
OP2 – Endereço da variável de entrada. 
OP3 – Endereço da variável de saída 
TIPO – Define se as variáveis de entrada e saída serão apresentadas em BCD (decimal) ou BIN 
(hexadecimal). 
 
No exemplo apresentado, se a entrada 100 (Habilita) for acionada, com a entrada 101(Z/F) 
desacionada o conteúdo de OP1 (0600), OP!+2 (0602) e o fundo de escala real serão os dados para o 
cálculo do fator da escala. 
 
 (OP1+2 - OP1) 
 = Fator 
 (Fundo de Escala Real – OP2) 
 
A partir desse fator a escala da entrada estará ajustada para o novo "Zero" (início de escala). 
 
Agora se a entrada 100 (Habilita) for acionada, com a entrada 101(Z/F) acionada, o conteúdo de 
OP1(0600), OP1+2(0602) e o zero real serão os dados para o cálculo do fator da escala. 
 
 (OP1+2 - OP1) 
 = Fator 
 (OP2- Zero Real) 
 
A partir desse fator a escala da entrada estará ajustada para o novo valor de “FUNDO de ESCALA” 
(final de escala). 
 
 
Observação: Se o conteúdo de OP1+2 for menor que o 
conteúdo de OP1, a variável de saída ficará com o valor fixo 
9999 para a escala em decimal e FFFF para a escala em 
hexadecimal. O mesmo acontece com o valor Zero Real > 
Fundo de escala Real. 
 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
102 
FILT 
 
Filtro de amostras. 
 
Classifica um universo entre 3 e 15 amostras de uma variável de entrada, obtendo como resultado o 
valorda amostra central. 
 
O número de amostras, apontado por OP3, pode ser escolhido de uma lista. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada, o valor contido no registro apontado por OP1, será capturado 
como nova amostra e substituirá a amostra mais antiga. Em seguida será executada a classificação 
das amostras (colocação dos valores das amostras em ordem crescente) e o valor da amostra central, 
após a classificação, será colocado no conteúdo do registro apontado por OP2 (variável de saída do 
filtro). 
 
A primeira execução da instrução FILT (após inicialização do CLP) preenche a pilha de amostras e o 
valor da variável de saída com o primeiro valor lido da variável de entrada. 
O BUFFER de armazenamento das amostras está apontado por OP4 e seu tamanho (em bytes) é 
igual a 2 bytes para o contador da pilha + 2 bytes por amostra, podendo atingir um tamanho máximo de 
32 bytes (contador + 15 amostras). 
 
A instrução FILT é composta da seguinte entrada: 
 
(H)ABILITA - se acionada executa a captura de uma amostra, a classificação das amostras e atualiza a 
variável de saída com o valor da amostra central. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Onde: 
 
OP1 = Registro da variável de entrada do filtro 
OP2 = Registro da variável de saída do filtro 
OP3 = Número de amostras do filtro 
OP4 = Endereço do BUFFER de armazenamento das amostras 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
103 
Quando o estado interno 200 for acionado através de uma instrução MONOA OU MONOD, o valor 
contido no registro 0800 (OP1) será capturado para ser classificado com mais 4 amostras previamente 
aquisitadas, conforme o número de amostras selecionado (OP3 = 05). Após a classificação o valor 
central das amostras será colocado no conteúdo do registro 0880 (OP2). A região onde as amostras 
serão armazenadas e classificadas não é disponível ao usuário e a execução da instrução pode ser 
exemplificada da seguinte forma: 
 
 
 
 Amostra Valor Valor 
Variável de Saída 
Amostra mais antiga N-4 103,4 99,5 
 
N-3 99,8 99,8 
 
Registro Valor 
Variável de Entrada N-2 100,2 100,2 Valor central 
Registro Valor 
 
N-1 101,8 101,8 
0800 99,5 Amostra mais recente N 99,5 
Após 
classificação 
103,4 
 0880 100,2 
 
 
Após o acionamento do estado interno 200 - (H)abilita: 
 
 
 
 Amostra Valor Valor 
Variável de Saída 
Amostra mais antiga N-4 99,8 99,5 
 
N-3 100,2 99,8 
 
Registro Valor 
Variável de Entrada N-2 101,8 99,8 Valor central 
Registro Valor 
 
N-1 99,5 100,2 
0800 99,8 Amostra mais recente N 99,8 
Após 
classificação 
101,8 
 0880 99,8 
 
 
Observação: O conteúdo do BUFFER apontado por OP4 não expressa a classificação das amostras, 
e para se conhecer a amostra mais antiga ou a recente, há necessidade de cálculo juntamente com o 
contador da pilha, pois uma amostra não é remanejada de sua posição e sim descartada (a mais 
antiga) quando uma nova amostra é adquirida e colocada em seu lugar (método de pilha circular). O 
valor do contador determina o deslocamento a ser somado ao endereço da primeira amostra (OFF-
SET) afim de apontar para o endereço da próxima amostra a ser descartada e atualizada. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
104 
MED 
 
Executa a média aritmética de 3 a 125 amostras. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada e a entrada (D)ecimal estiver desacionada, o valor HEXADECIMAL 
contido no registro apontado por OP1, será capturado como nova amostra e substituirá a amostra mais 
antiga. 
 
Se a entrada (H)abilita for acionada e a entrada (D)ecimal estiver acionada, o valor DECIMAL contido 
no registro apontado por OP1, será capturado como nova amostra e substituirá a amostra mais antiga. 
Em seguida será executada a média aritmética do número de amostras selecionadas por OP3 e o 
resultado será colocado no conteúdo do registro apontado por OP2 (variável de saída). 
 
O resultado da média será dado HEXADECIMAL OU DECIMAL de acordo com a condição da entrada 
(D)ecimal. A primeira execução da instrução MED (após inicialização do CLP) preenche a pilha de 
amostras e o valor da variável de saída com o primeiro valor lido da variável de entrada. 
 
O BUFFER de armazenamento das amostras está apontado por OP4 e seu tamanho (em bytes) é 
igual a 2 bytes para o contador da pilha + 4 bytes para o totalizador + 2 bytes por amostra, podendo 
atingir um tamanho máximo de 256 bytes (contador + totalizador +125 amostras). 
 
A instrução MED é composta das seguintes entradas: 
 
(D)ECIMAL – estando esta entrada desacionada, o valor da amostra será considerado com sendo um 
dado HEXADECIMAL e conseqüentemente o resultado também será HEXADECIMAL. Estando esta 
entrada acionada, o valor da amostra será considerado com sendo um dado DECIMAL e 
conseqüentemente o resultado também será DECIMAL. 
 
(H)ABILITA - se acionada executa a captura de uma amostra, a média aritmética do número de 
amostras declarado e coloca o resultado na variável de saída. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Onde: 
 
OP1 = Registro da variável de entrada 
OP2 = Registro da variável de saída 
OP3 = Número de amostras 
OP4 = Endereço do BUFFER de armazenamento das amostras 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
105 
Quando o estado interno 201 acionado, quando o estado interno 200 for acionado através de uma 
instrução MONOA OU MONOD, o valor (em DECIMAL) contido no registro 0800 (OP1) será capturado, 
e será executada a média aritmética deste valor com mais 4 amostras previamente aquisitadas, 
conforme o número de amostras selecionado (OP3 = 05). O resultado da média aritmética (em 
DECIMAL) será colocado no conteúdo do registro 0880 (OP2) . A região onde as amostras serão 
armazenadas e a média aritmética executada não é disponível ao usuário e a execução da instrução 
pode ser exemplificada da seguinte forma: 
 
Antes do acionamento do estado interno 200 - (H)abilita: 
 
 
 
 Amostra Valor 
Variável de Saída 
Amostra mais antiga N-4 103,4 
 
N-3 99,8 
 
Registro Valor 
Variável de Entrada N-2 100,2 Resultado 
Registro Valor 
 
N-1 101,8 
0800 99,5 Amostra mais recente N 99,5 
Após média 
aritmética 
 
0880 100,9 
 
 
Após o acionamento do estado interno 200 - (H)abilita: 
 
 
 
 
 Amostra Valor 
 Variável de Saída 
 Amostra mais antiga N-4 99,8 
 N-3 100,2 
Registro Valor 
Variável de Entrada N-2 101,8 Resultado 
Registro Valor 
 
N-1 99,5 
0800 99,8 Amostra mais recente N 99,8 
Após média 
aritmética 
 
0880 100,2 
 
 
Observação: O conteúdo do BUFFER apontado por OP4 não expressa as amostras e o totalizador em 
seu formato original, ou seja, em DECIMAL ou HEXADECIMAL, e para se conhecer a amostra mais 
antiga ou a recente, há necessidade de cálculo juntamente com o contador da pilha, pois uma amostra 
não é remanejada de sua posição e sim descartada (a mais antiga) quando uma nova amostra é 
adquirida e colocada em seu lugar (método de pilha circular). O valor do contador determina o 
deslocamento a ser somado ao endereço da primeira amostra (OFF-SET) afim de apontar para o 
endereço da próxima amostra a ser descartada e atualizada. 
Capítulo 2 - Conjunto de Instruções 
 
106 
RAIZQ 
 
Cálculo de raiz quadrada. 
 
Executa o cálculo da raiz quadrada de um número BCD de até 8 dígitos (00000000 a 99999998), 
apontado por OP1, e fornecendo como resultado um número BCD de 4 dígitos (0000 a 9999), 
apontado por OP2, que correspondente à parte inteira do resultado do cálculo. 
 
A instrução RAIZQ é composta pela seguinte entrada: 
HABILITA - Se acionada o cálculo é executado. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
Estando o estado interno 200 for acionado, através de uma instrução MONOA OU MONOD, será 
executado o cálculo da raiz quadrada do valor contido no endereço 3000 e o resultado será colocado 
no conteúdo do endereço 3004. 
 
ANTES DEPOIS 
Registro Conteúdo em BCD Registro 
Conteúdo 
em BCD 
 
3000 99000000 3000 99000000 
3004 XXXX 3004 9949 
 
 
O valor obtido9949 é a parte inteira do resultado da raiz quadrada do número 99.000.000, e que 
também pode significar o resultado da raiz quadrada do número 99 com 3 casas decimais, ou seja, 
9,949. Desta forma, podemos obter resultados de extração de raiz quadrada de números entre 01 e 99 
com até 3 casas decimais, ou de maneira geral: 
 
 
• A extração da raiz quadrada de números entre 01 e 99, com seis zeros à direita (01000000 a 
99000000), resultará em valores entre 1 e 9 seguido de três dígitos à direita que representam 
três casas decimais do resultado; 
 
• A extração da raiz quadrada de números entre 0001 e 9999, com quatro zeros à direita 
(00010000 a 99990000), resultará em valores entre 01 e 99 seguido de dois dígitos à direita 
que representam duas casas decimais do resultado; 
 
• A extração da raiz quadrada de números entre 000001 e 999999 com dois zeros à direita 
(00000100 a 99999900) resultará em valores entre 001 e 999 seguido de um dígito à direita que 
representa uma casa decimal do resultado. 
 
 
 
Capítulo 3 – Tempo de Execução das Instruções 
 
107 
3. Tempo de Execução das Instruções 
 
O tempo de execução de cada instrução é dado relativamente ao tempo de execução da instrução 
NOP. Por exemplo a instrução ADSUB quando habilitada tem um tempo de execução 6,4 vezes maior 
que o tempo de execução da instrução NOP. 
 
 
INSTRUÇÃO TEMPO HABILITADO 
TEMPO 
DESABILITADO INSTRUÇÃO 
TEMPO 
HABILITADO 
TEMPO 
DESABILITADO 
 
ADSUB 6,4 5,3 ADSUD 6,8 5,3 
AND 1,4 ••••• ANDN 1,5 ••••• 
ANLD 1,3 ••••• ATAB (um valor) ATAB (cada valor) 
4,8 
+ 0,8 2,0 
BCDAS 4,4 2,3 BITW 9,8 2,5 
BMOVX (um valor 
BMOVX (cada valor)) 
4,9 
+ 0,8 2,1 CALL 4,3 2,3 
CMP 4,9 2,5 CNT 4,2 4,1 
CONV (BCD/BIN) 
CONV (BIN/BCD) 
7,8 
9,0 
3,9 
3,9 DIV (MÁX) 26,2 2,6 
DIVB (MÁX) 16,5 2,7 DIVBL (MIN) DIVBL (MÁX) 
11,0 
404,0 
2,7 
 
FIM 1,0 ••••• JMP 3,4 2,4 
LD 1,3 ••••• LDATA (BCD) LDATA (ASCII) 
5,9 
8,8 
3,4 
3,4 
LDI 2,3 ••••• LDN 1,5 ••••• 
LDX 2,2 ••••• LTIME (BCD) LTIME (ASCII) 
7,0 
8,8 
3,4 
3,4 
MONOA 1,8 ••••• MONOD 1,8 ••••• 
MOV 3,5 2,5 MOVK 3,3 2,6 
MOVX 5,8 3,9 MULT (MÁX) 47,5 2,6 
MULTB (MÁX) 7,5 2,6 NOP 1,0 ••••• 
OR 1,4 ••••• ORLD 1,3 ••••• 
ORN 1,5 ••••• OUT 1,4 ••••• 
OUTI 1,4 ••••• OUTIN •••• 
OUTN 1,5 ••••• 
OUTR 4,9 ••••• OUTX 2,2 ••••• 
PRINT 7,0 2,3 RET 4,3 2,3 
SDATA 4,4 2,1 
SETR (SETADO) 
SETR (RESETADO) 
SETR (ch. abertas) 
4,4 
4,4 
3,9 
••••• 
••••• 
••••• 
SFR 8,8 6,6 SHIFB 4,7 3,7 
SHIFN 4,9 3,7 STIME 4,4 2,1 
SUB 5,5 2,7 SUBB 5,4 2,7 
 SUM 5,1 2,6 SUMB 4,8 2,6 
TAB (um valor) 
TAB (cada valor) 
3,4 
+ 0,6 
3,1 
 TMR 4,2 4,1 
UPDB 6,0 5,0 UPDBC 8,2 5,3 
UPDD 6,1 5,1 UPDDC 8,4 5,3 
VTAB (um valor) 
VTAB (cada valor) 
4,6 
+ 0,8 
2,1 
 WAND 3,9 2,5 
WBIT 9,8 2,5 WBITX 12,2 3,9 
WLDX 5,8 3,9 WNOT 3,6 2,5 
WOR 3,7 2,6 WXOR 3,9 2,5 
Capítulo 3 - Tempo de Execução das Instruções 
 
108 
 
 
Capítulo 4 – Conjunto de Pseudo Instruções 
 
109 
4. Conjunto de Pseudo Instruções 
 
As pseudo-instruções foram criadas para representar, tanto na edição, na monitoração on-line, como 
na listagem de programas, alguns recursos descritos abaixo, que anteriormente faziam parte da 
configuração do CP utilizado. 
 
Deste modo tornou-se mais simples a monitoração, bem como o acompanhamento da lógica 
desenvolvida em um determinado programa utilizando as pseudo-instruções. 
 
 
GAV 
 
Armazenamento / Recuperação de receitas. 
 
OBS: 
 
• (Gaveta=Receita). O conjunto de parâmetros “Pseudo-instrução GAVETA” neste manual será 
trabalhado como Receitas; 
• É permitida apenas uma “Pseudo-instrução GAV” por projeto; 
• Para esta pseudo-instrução, os Estados Internos GO e GI funcionam apenas nos Drivers 
MPC4004G, MPC4004R, MPC4004T e MPC2440; 
 
A utilização desta pseudo-instrução é indicada para aplicações onde existe a necessidade de se 
carregar um conjunto de parâmetros diferentes várias vezes em uma mesma máquina ou processo. 
Esta pseudo-instrução realiza o armazenamento ou a recuperação de até oito blocos de dados 
chamados de segmentos. Cada conjunto de oito segmentos formará o que chamamos de "Receita". 
 
O conteúdo do registro OP00 indicará qual receita, dentre as receitas possíveis e dependendo da 
quantidade de memória disponível, será armazenada ou recuperada. 
O registro OP01 indica o início do 1o segmento e o registro OP02 indica o final do 1o segmento, da 
mesma forma para os outros segmentos. Do início do segmento até o final do mesmo deve haver um 
número par de bytes. 
 
EX: 
Registros: OP1=400h a OP2=403h, logo temos um número par de bytes (400h,401h,402h e 403h = 4 
bytes); 
 
Estados Internos: OP1=181h a OP2=188h, número par de bytes (181h, 182h, 183h, 184h, 185h, 186h, 
187h, 188h = 8 bytes); 
 
OBS: Para os Drivers MPC4004R, MPC4004T e MPC2440 cada segmento deve começar com um 
endereço par e terminar com um endereço ímpar, compreendendo, no máximo 510 bytes por 
segmento. 
 
 
RECEITAS: Depois da definição dos segmentos, será calculado o número máximo de receitas que o 
usuário poderá ter e esse número será mostrado na frente de No Receitas (não existe Receita de 
número zero). Há a possibilidade de restringir o número de receitas a serem usadas, por exemplo: 
 
• Definir segmentos; 
• Feito o calculo do número de Receitas Disponíveis = 256; 
• Em Quantidade de Receitas se estabelece o número de receitas a serem utilizadas, o valor 
pode estar entre 1 e 256 receitas e será mostrado na frente de No Receitas;. 
• Se Quantidade de Receitas = 50, ou seja, do total de 256 receitas calculadas pela pseudo-
instrução o usuário definiu trabalhar apenas com 50, ficando com 206 sem utilização, podendo 
ser habilitadas futuramente através do WinSup e reconfigurando o CLP. 
 
A pseudo-instrução Receitas possui duas entradas: 
 
HABILITA - quando acionada executa a pseudo-instrução. Não é necessário utilizar MONOA ou 
MONOD para o acionamento da entrada, pois quando acionada se desliga automaticamente. Para 
aplicações com a utilização dos EIs GO/GI, será necessário utilizar uma lógica no programa de usuário 
para ligar e desligar a entrada Habilita. 
Capítulo 4 - Conjunto de Pseudo Instruções 
 
110 
 
RECUPERA/ARMAZENA - possibilita a recuperação ou o armazenamento de uma determinada 
receita. 
 
(ON=Recupera / OFF=Armazena) 
 
 
Estados Internos GO/GI 
 
• GO - Receita Ocupada. Em ON Informa quando a receita que se deseja armazenar já está 
ocupada; 
• GI - Receita Inválida. Em ON Informa quando a receita que se deseja recuperar não contém 
informações, ou seja, nunca foi armazenado nada na receita. 
 
GO/GI são estados internos hora de status / hora de comando, ou seja, o funcionamento desses 
estados internos está limitado pela Quantidade de Receitas habilitadas, ou seja, no exemplo citado 
anteriormente, o total disponível é de 256 e foram habilitadas 50, com isso, quando tentarmos gravar 
ou recuperar a receita de número 51, não terá sentido observarmos os Eis GO/GI. 
 
EX: CORRETO: 
• Receita 10 gravada; 
• Recuperar receita 11 (não gravada), ocorrerá ativação de GI (receita inválida); 
• Reconfigurou parâmetros e quer gravar na receita 10, ocorrerá ativação de GO (receita 
ocupada). 
 
 
ERRADO: 
• Receita 50 gravada; 
• Recuperar receita 51 (fora do limite habilitado), não ocorrerá ativação de GI; 
• Reconfigurou parâmetros e quer gravar na receita 51, não ocorrerá ativação de GO. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
111 
 
Para este exemplo considera-se o uso de uma IHM, estados internos: EI 00A0h (botão K1) para ligar e 
desligar a entrada R/A. Para sinalizar se iremos recuperar uma receita foi utilizado o EI 00C4h (Led 
5). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Se o estado interno referente ao botão K1 (00A0h) for acionado irá ativar o MONOA que em seguida 
aciona o estado interno 0208h referente a entra R/A. O estado interno 0208h também aciona o led 5 
(00C4h) da IHM como forma de identificação que a receita será recuperada. Acionando o botãoK1 
novamente o mesmo desligará o estado interno 0208h R/A e o led 5 (desligado) indicando que a 
receita será armazenada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gravando Receita 
 
Seguir a seqüência: 
 
• Definir o número da receita a ser gravada no conteúdo do registro 0800h; 
• Definir os segmentos a serem gravados; 
• Entrada R/A (EI 0208h) deve estar desligada; 
• Para os drivers com GO/GI, o estado interno GO (0300h) deve estar desligado; 
• Acionar a entrada Habilita (EI 020Ah); 
• Os oito segmentos escolhidos serão armazenados na receita indicada pelo conteúdo do 
registro 0800h. 
 
OBS: Após a gravação a entrada habilita é desacionada automaticamente. 
 
 
Recuperando Receita 
 
Seguir a seqüência: 
 
• Definir o número da receita a ser recuperada no conteúdo do registro 0800h; 
• Entrada Habilita (EI 020Ah) deve estar desligada; 
• Acionar a entrada R/A (EI 0208h); 
• Acionar a entrada Habilita (EI 020Ah); 
• Os oito segmentos serão recuperados. 
 
OBS: Enquanto a entrada R/A estiver acionada não é possível gravar receitas, apenas recuperar. 
Capítulo 4 - Conjunto de Pseudo Instruções 
 
112 
 
Receita Ocupada GO 
 
A saída GO (EI 0300h) será acionada caso o número da receita (definido pelo conteúdo do registro 
0800h) e ser armazenada já esteja ocupada. Caso isso aconteça, para cancelar o armazenamento 
nesta posição de receita siga a seqüência: 
• Desacione a entrada habilita (EI 020Ah); 
• Para confirmar a ação, desligue GO (EI 0300h) receita ocupada. 
 
Não é possível apagar receitas, pode haver a substituição da mesma por outra regravando na mesma 
posição indicada no registro 0800h. 
 
Para confirmar a sobreposição de uma posição de receita já existente desligue GO (EI 0300h). Neste 
instante, a entrada habilita (EI 020Ah) é desligada automaticamente e a gravação será realizada. 
 
 
 
Receita Inválida GI 
 
O GI (EI 0301h) será acionado toda vez que a receita que se quer recuperar não foi anteriormente 
armazenada, ou seja, nunca ter sido utilizada. Uma vez acionado, ele permanecerá ligado até que 
alguma lógica do programa de usuário o desligue. 
 
 
 
 
TMRX 
 
Temporizador de 1 ms. 
 
Esta pseudo-instrução foi criada para que se possa monitorar on-line o funcionamento dos 
temporizadores (1 e 2) de 1ms, sendo possível observar o valor do preset, o valor do efetivo e o 
acionamento/desacionamento do estado interno habilita e da saída associada. Além disso nas 
listagens de programas usuário que utilizarem esses temporizadores, aparecerá um bloco semelhante 
ao bloco das instruções convencionais, facilitando a análise e a compreensão da lógica desenvolvida. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
Onde: 
 
 X - indicará qual temporizador (1 ou 2) será utilizado. 
 YYY - indicará o registro referente ao preset. 
 ZZZ - indicará o registro referente ao efetivo. 
 
 
Observação: O endereçamento YYY, ZZZ, E.I. Hab. e saída, será automaticamente colocado assim 
que a pseudo-instrução for editada. No MPC1600 as saídas associadas correspondem às duas últimas 
da primeira unidade de saída configurada. 
 
 
Assim que o estado interno 020h for acionado a saída 186 ficará ativa e o temporizador executará a 
contagem de tempo até atingir o valor definido no registro 540h e então desacionará a saída associada 
186. 
 
Capítulo 2 – Conjunto de Instruções 
 
113 
CAV 
 
Contador de alta velocidade (CPU). 
 
Esta pseudo-instrução foi criada para que se possa monitorar on-line o funcionamento do contador de 
alta velocidade (CPU), podendo-se observar o valor do set-point, o valor do efetivo, o valor inicial e o 
acionamento/desacionamento saídas associadas. Além disso nas listagens de programas usuário que 
utilizarem esse contador, aparecerá um bloco semelhante ao bloco das instruções convencionais, 
deste modo facilitando a análise e a compreensão da lógica desenvolvida. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
Onde: 
 
 XXX - indica o registro que conterá o set-point. 
 YYY - indica o registro que conterá o valor inicial. 
 ZZZ - indica o registro que conterá o efetivo. 
 As saídas 1, 2 e 3 podem ser escolhidas de 180 a 187, ou no caso do MPC1600 entre os 
estados internos especificados para a primeira unidade de saída configurada, dependendo do CP 
utilizado. 
 
 
No exemplo apresentado, assim que o estado interno 0D3 (habilita saídas do contador rápido) for 
acionado as saídas 180, 181, e 183 estarão habilitadas a indicar o resultado da comparação entre o 
efetivo (4D6) e o set-point (4D2). 
 
Quando o estado interno 0D1 (load valor inicial no efetivo do contador rápido) for acionado o conteúdo 
do registro 4DA (valor inicial) será carregado para o conteúdo do registro 4D2 (efetivo). Quando o 
estado interno 0D2 (bloqueio de contagem) for acionado a contagem de pulsos será bloqueada. 
 
Quando o estado interno 0D0 (reset do efetivo do contador rápido) for acionado o conteúdo do registro 
4D6 (efetivo) passará a ser igual a zero. O estado interno 0D7 (posição zero do contador rápido) será 
acionado durante uma varredura, toda vez que o pulso de referência do encoder chegar ao CP, 
fazendo que o conteúdo do registro 4D6 (efetivo) passe a ser igual a zero. 
Capítulo 4 - Conjunto de Pseudo Instruções 
 
114 
 
SYNC 
 
Sincronismo. 
 
Esta pseudo-instrução é indicada para sincronizar estados internos, acionados por dispositivos que 
utilizam o canal de comunicação serial ou acionados a partir de sinais gerados por interrupções de 
teclado ou timers. O número máximo de instruções SYNC que podem existir no mesmo programa 
usuário é de oito instruções. Depois de escolhido o estado interno OP1, cada nova instrução incluída 
no mesmo programa usuário já terá os estados internos automaticamente escolhidos a partir de 
OP1+1. 
 
 
SÍMBOLO EM DIAGRAMA DE RELÉS EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO 
 
 
 
 
O estado interno definido por OP1 será o estado interno de origem, portanto não sincronizado com a 
varredura e OP1+1 será um estado interno consecutivo a OP1 e representa o estado interno que será 
acionado apenas durante uma varredura. 
 
Os estados internos OP1 e OP1+1 serão desacionados pelo Firmware simultaneamente ao final de 
uma varredura. 
 
 
Observação: em um programa usuário pode-se utilizar até oito pseudo-instruções SYNC, e depois que 
OP1 for definido os estados sincronizados serão automaticamente definidos na seqüência a partir de 
OP1, por exemplo: OP1+1, OP1+2, OP1+3,... 
 
Esquema da relação entre OP1, OP1+1 e os ciclos de varredura: 
 
 
 
 
 
 
Atos 
115 
Atos 
116 
Atos 
117 
Atos 
118 
 
	1. Introdução
	Tabela de Instruções
	 Restrições das Instruções
	Lista de PSEUDO-Instruções existente
	Lista de instruções existentes \(po
	 Lista de drivers para programação da
	SÉRIE MPC4004
	SÉRIE TICO
	SÉRIE EXPERT
	2. Conjunto de Instruções
	 Instruções Básicas
	LD
	LDN
	LDI
	OUT
	OUTN
	OUTI
	OUTIN
	OUTR
	SETR
	MONOA
	MONOD
	TMR
	CNT
	CNT2
	LDX
	LDW
	OUTX
	 Instruções de Comparação
	CMP
	FCMP
	Instruções Aritméticas
	SUM
	FSUM
	SUMB
	SUMBL
	SUB
	FSUB
	SUBB
	SUBBL
	DIV
	FDIV
	DIVB
	DIVBL
	DVBLL
	MULT
	FMUL
	MULTB
	MULBL
	 Instruções de Movimentação de Dados
	MOV
	MOVK
	TAB
	ATAB
	VTAB
	FTAB
	MOVX
	WLDX
	BMOVX
	SCRLL
	 Instruções de Deslocamento
	SFR
	SFRW
	SHIFB
	SHIFN
	SHIFL
	 Instruções de Conversão de Dados
	CONV
	CONVL
	FCONV
	BCDAS
	BCDAP
	 Instruções de Trabalho com Relógio 
	LDATA
	LTIME
	SDATA
	STIME
	LDAT2
	SDAT2
	 Instruções de Contagem Up/Down
	UPDD
	UPDB
	UPDDC
	UPDBC
	 Instruções de Operações Lógicas 
	WNOT
	WAND
	WOR
	WXOR
	 Instruções de Movimentação
	BITW
	WBIT
	WBITX
	Instruções Especiais
	JMP
	CALL
	ADSUB
	ADSUD
	ASCB
	PRINT
	FATOR
	CTCPU
	CCS
	LDIA
	DINT1
	PID
	PID_I
	OUTIS
	SCL
	SCL2G
	SCHED
	TXPR
	CEP
	AJUST
	FILT
	MED
	RAIZQ
	3. Tempo de Execução das Instruções
	4. Conjunto de Pseudo Instruções
	GAV
	TMRX
	CAV
	SYNC
<<
 /ASCII85EncodePages false
 /AllowTransparency false
 /AutoPositionEPSFiles true
 /AutoRotatePages /All
 /Binding /Left
 /CalGrayProfile (Dot Gain20%)
 /CalRGBProfile (sRGB IEC61966-2.1)
 /CalCMYKProfile (U.S. Web Coated \050SWOP\051 v2)
 /sRGBProfile (sRGB IEC61966-2.1)
 /CannotEmbedFontPolicy /Warning
 /CompatibilityLevel 1.4
 /CompressObjects /Tags
 /CompressPages true
 /ConvertImagesToIndexed true
 /PassThroughJPEGImages true
 /CreateJDFFile false
 /CreateJobTicket false
 /DefaultRenderingIntent /Default
 /DetectBlends true
 /ColorConversionStrategy /LeaveColorUnchanged
 /DoThumbnails false
 /EmbedAllFonts true
 /EmbedJobOptions true
 /DSCReportingLevel 0
 /EmitDSCWarnings false
 /EndPage -1
 /ImageMemory 1048576
 /LockDistillerParams false
 /MaxSubsetPct 100
 /Optimize true
 /OPM 1
 /ParseDSCComments true
 /ParseDSCCommentsForDocInfo true
 /PreserveCopyPage true
 /PreserveEPSInfo true
 /PreserveHalftoneInfo false
 /PreserveOPIComments false
 /PreserveOverprintSettings true
 /StartPage 1
 /SubsetFonts true
 /TransferFunctionInfo /Apply
 /UCRandBGInfo /Preserve
 /UsePrologue false
 /ColorSettingsFile ()
 /AlwaysEmbed [ true
 ]
 /NeverEmbed [ true
 ]
 /AntiAliasColorImages false
 /DownsampleColorImages true
 /ColorImageDownsampleType /Bicubic
 /ColorImageResolution 300
 /ColorImageDepth -1
 /ColorImageDownsampleThreshold 1.50000
 /EncodeColorImages true
 /ColorImageFilter /DCTEncode
 /AutoFilterColorImages true
 /ColorImageAutoFilterStrategy /JPEG
 /ColorACSImageDict <<
 /QFactor 0.15
 /HSamples [1 1 1 1] /VSamples [1 1 1 1]
 >>
 /ColorImageDict <<
 /QFactor 0.15
 /HSamples [1 1 1 1] /VSamples [1 1 1 1]
 >>
 /JPEG2000ColorACSImageDict <<
 /TileWidth 256
 /TileHeight 256
 /Quality 30
 >>
 /JPEG2000ColorImageDict <<
 /TileWidth 256
 /TileHeight 256
 /Quality 30
 >>
 /AntiAliasGrayImages false
 /DownsampleGrayImages true
 /GrayImageDownsampleType /Bicubic
 /GrayImageResolution 300
 /GrayImageDepth -1
 /GrayImageDownsampleThreshold 1.50000
 /EncodeGrayImages true
 /GrayImageFilter /DCTEncode
 /AutoFilterGrayImages true
 /GrayImageAutoFilterStrategy /JPEG
 /GrayACSImageDict <<
 /QFactor 0.15
 /HSamples [1 1 1 1] /VSamples [1 1 1 1]
 >>
 /GrayImageDict <<
 /QFactor 0.15
 /HSamples [1 1 1 1] /VSamples [1 1 1 1]
 >>
 /JPEG2000GrayACSImageDict <<
 /TileWidth 256
 /TileHeight 256
 /Quality 30
 >>
 /JPEG2000GrayImageDict <<
 /TileWidth 256
 /TileHeight 256
 /Quality 30
 >>
 /AntiAliasMonoImages false
 /DownsampleMonoImages true
 /MonoImageDownsampleType /Bicubic
 /MonoImageResolution 1200
 /MonoImageDepth -1
 /MonoImageDownsampleThreshold 1.50000
 /EncodeMonoImages true
 /MonoImageFilter /CCITTFaxEncode
 /MonoImageDict <<
 /K -1
 >>
 /AllowPSXObjects false
 /PDFX1aCheck false
 /PDFX3Check false
 /PDFXCompliantPDFOnly false
 /PDFXNoTrimBoxError true
 /PDFXTrimBoxToMediaBoxOffset [
 0.00000
 0.00000
 0.00000
 0.00000
 ]
 /PDFXSetBleedBoxToMediaBox true
 /PDFXBleedBoxToTrimBoxOffset [
 0.00000
 0.00000
 0.00000
 0.00000
 ]
 /PDFXOutputIntentProfile ()
 /PDFXOutputCondition ()
 /PDFXRegistryName (http://www.color.org)
 /PDFXTrapped /Unknown
 /Description <<
 /FRA <FEFF004f007000740069006f006e00730020007000650072006d0065007400740061006e007400200064006500200063007200e900650072002000640065007300200064006f00630075006d0065006e00740073002000500044004600200064006f007400e900730020006400270075006e00650020007200e90073006f006c007500740069006f006e002000e9006c0065007600e9006500200070006f0075007200200075006e00650020007100750061006c0069007400e90020006400270069006d007000720065007300730069006f006e00200061006d00e9006c0069006f007200e90065002e00200049006c002000650073007400200070006f0073007300690062006c0065002000640027006f00750076007200690072002000630065007300200064006f00630075006d0065006e007400730020005000440046002000640061006e00730020004100630072006f0062006100740020006500740020005200650061006400650072002c002000760065007200730069006f006e002000200035002e00300020006f007500200075006c007400e9007200690065007500720065002e>
 /ENU (Use these settings to create PDF documents with higher image resolution for improved printing quality. The PDF documents can be opened with Acrobat and Reader 5.0 and later.)
 /JPN <FEFF3053306e8a2d5b9a306f30019ad889e350cf5ea6753b50cf3092542b308000200050004400460020658766f830924f5c62103059308b3068304d306b4f7f75283057307e30593002537052376642306e753b8cea3092670059279650306b4fdd306430533068304c3067304d307e305930023053306e8a2d5b9a30674f5c62103057305f00200050004400460020658766f8306f0020004100630072006f0062006100740020304a30883073002000520065006100640065007200200035002e003000204ee5964d30678868793a3067304d307e30593002>
 /DEU <FEFF00560065007200770065006e00640065006e0020005300690065002000640069006500730065002000450069006e007300740065006c006c0075006e00670065006e0020007a0075006d002000450072007300740065006c006c0065006e00200076006f006e0020005000440046002d0044006f006b0075006d0065006e00740065006e0020006d00690074002000650069006e006500720020006800f60068006500720065006e002000420069006c0064006100750066006c00f600730075006e0067002c00200075006d002000650069006e0065002000760065007200620065007300730065007200740065002000420069006c0064007100750061006c0069007400e400740020007a0075002000650072007a00690065006c0065006e002e00200044006900650020005000440046002d0044006f006b0075006d0065006e007400650020006b00f6006e006e0065006e0020006d006900740020004100630072006f0062006100740020006f0064006500720020006d00690074002000640065006d002000520065006100640065007200200035002e003000200075006e00640020006800f600680065007200200067006500f600660066006e00650074002000770065007200640065006e002e>
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