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Pilates nas Patologias do Ombro

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Carvalhok

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

A clavícula deve ser avaliada em 3 eixos de movimento. Quais são esses eixos e suas respectivas amplitudes de movimento?

Eixo oblíquo: Elevação (30 a 40°) e Depressão (5 a 10°).
Eixo longitudinal: Rotações (30 a 40°).
Eixo vertical: Protração (15°) e Retração (15°).

Quais são os elementos que ajudam a estabilizar a articulação glenoumeral?

Cápsula articular fibrosa, lábio glenoidal, ligamentos glenoumeral (superior, médio e inferior), ligamento coracoumeral, transverso do úmero e tendões dos músculos do Manguito Rotador (supraespinhal, infraespinhal, cabeça longa do bíceps, subescapular e redondo menor).

Qual é o objetivo do exercício de Tríceps no Pilates nas patologias do ombro?

a) Fortalecimento dos extensores do cotovelo e estabilizadores da coluna e ombros.
b) Fortalecimento dos flexores horizontais dos ombros e extensores do cotovelo.
c) Mobilização e alongamento do complexo do ombro, flexores laterais da coluna com ênfase nos flexores horizontais dos ombros.

Qual é o objetivo do exercício SWAN?

a) Estabilização da cintura escapular e da coluna vertebral. Fortalecimento dos extensores da coluna e dos ombros. Alongamento dos flexores da coluna.
b) Estabilização e mobilização da cintura escapular, coluna vertebral e cintura pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril e coluna e dos adutores da cintura escapular. Alongar a cadeia anterior e posterior alternadamente.
c) Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores inferiores e depressores da escápula e extensores do cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício HUNGING PULL UPS?

a) Estabilização da cintura escapular e da coluna vertebral. Fortalecimento dos extensores da coluna e dos ombros. Alongamento dos flexores da coluna.
b) Estabilização e mobilização da cintura escapular, coluna vertebral e cintura pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril e coluna e dos adutores da cintura escapular. Alongar a cadeia anterior e posterior alternadamente.
c) Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores inferiores e depressores da escápula e extensores do cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "BRIDGE" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "ARMS PULL UP AND DOWN" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "ARMS PUSH UP AND DOWN" (VARIAÇÃO) no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo, extensores do ombro, flexores da coluna e transverso abdominal.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "ARMS TRÍCEPS / UP AND DOWN" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "SIT UP" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo da atividade 'FORTALECIMENTO DE ROTADORES INTERNOS (REFORMER)' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
B) Fortalecer os rotadores externos do ombro e adutores da escápula.
C) Fortalecer os flexores do ombro e extensores da coluna.
D) Fortalecer os rotadores externos do ombro e abdutores da escápula.

Qual é o objetivo da atividade 'MOBILIDADE E ESTABILIZAÇÃO DO OMBRO NO REFORMER' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Fortalecer os rotadores da coluna, transverso abdominal e os estabilizadores da cintura escapular.
B) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
C) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.
D) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.

Qual é o objetivo da atividade 'ESTABILIDADE DE OMBRO NA POSIÇÃO DE PRANCHA' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.
B) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
C) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.
D) Fortalecer os rotadores da coluna, transverso abdominal e os estabilizadores da cintura escapular.

Qual é o objetivo da atividade 'EMPURRANDO NO REFORMER PARA CIMA' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.
B) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.
C) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
D) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.

Qual é o objetivo da atividade 'COMBINAÇÃO DE MOVIMENTOS COM CIRCULO DE OMBROS' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Estabilização e mobilização da cintura escapular, fortalecendo flexores do ombro e da coluna.
B) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.
C) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
D) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.

Na atividade 'FORTALECIMENTO DE ROTADORES INTERNOS (REFORMER)', qual é a instrução correta para o movimento?

A) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação interna do ombro, mantendo o cotovelo estendido.
B) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação interna do ombro, mantendo o cotovelo fletido a 90°.
C) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação externa do ombro, mantendo o cotovelo fletido a 90°.
D) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação externa do ombro, mantendo o cotovelo estendido.

Na atividade 'MOBILIDADE E ESTABILIZAÇÃO DO OMBRO NO REFORMER', qual é a dica de cuidado fornecida?

A) Cuidado com a hiperextensão de cotovelo.
B) Cuidado com a hiperextensão lombar.
C) Cuidado com a hiperextensão de joelho.
D) Cuidado com a hiperextensão de ombro.

15. ROTAÇÃO DO TRONCO ESTABILIZADORA
OBJETIVOS:
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecer o transverso abdominal, e os rotadores da coluna. Estabilização da cintura pélvica.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. Segurar a alça com a mão mais próxima à ela mantendo o ombro em abdução com o cotovelo flexionado, o ombro contralateral deve estar em abdução a 90 graus com o cotovelo estendido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação da coluna. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A coluna deve estar estabilizada para realizar o movimento de rotação;
- O punho deve estar neutro.

16. FORTALECIMENTO DE TRÍCEPS COM ALONGAMENTO DE CADEIA LATERAL
OBJETIVOS:
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo e transverso abdominal.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. A mão mais próxima às ombreiras deve estar apoiado sobre ela de forma que a coluna fique em flexão lateral. A mão do membro superior livre deve estar segurando a alça de mão com o ombro abduzido e cotovelo fletido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a extensão do cotovelo. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A cervical deve estar bem posicionada;
- O tronco deve estar estabilizado;
- O punho deve estar neutro.

19. MERMAID
OBJETIVOS:
- Mobilização da coluna, alongamento dos flexores laterais da coluna. Fortalecimento dos músculos rotadores inferiores da escápula para estabilização.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no Reformer com membros inferiores cruzados, joelhos flexionados e quadril em rotação externa, de lado para a barra. Apoie uma das mãos na barra de pés.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração empurrar a barra estendendo o cotovelo, abduzindo o ombro e flexionando a coluna lateralmente. Ao mesmo tempo, o membro superior livre deve realizar um abdução de ombro acompanhando o movimento da coluna.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Os glúteos não devem perder o apoio com o carrinho do Reformer.

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Questões resolvidas

A clavícula deve ser avaliada em 3 eixos de movimento. Quais são esses eixos e suas respectivas amplitudes de movimento?

Eixo oblíquo: Elevação (30 a 40°) e Depressão (5 a 10°).
Eixo longitudinal: Rotações (30 a 40°).
Eixo vertical: Protração (15°) e Retração (15°).

Quais são os elementos que ajudam a estabilizar a articulação glenoumeral?

Cápsula articular fibrosa, lábio glenoidal, ligamentos glenoumeral (superior, médio e inferior), ligamento coracoumeral, transverso do úmero e tendões dos músculos do Manguito Rotador (supraespinhal, infraespinhal, cabeça longa do bíceps, subescapular e redondo menor).

Qual é o objetivo do exercício de Tríceps no Pilates nas patologias do ombro?

a) Fortalecimento dos extensores do cotovelo e estabilizadores da coluna e ombros.
b) Fortalecimento dos flexores horizontais dos ombros e extensores do cotovelo.
c) Mobilização e alongamento do complexo do ombro, flexores laterais da coluna com ênfase nos flexores horizontais dos ombros.

Qual é o objetivo do exercício SWAN?

a) Estabilização da cintura escapular e da coluna vertebral. Fortalecimento dos extensores da coluna e dos ombros. Alongamento dos flexores da coluna.
b) Estabilização e mobilização da cintura escapular, coluna vertebral e cintura pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril e coluna e dos adutores da cintura escapular. Alongar a cadeia anterior e posterior alternadamente.
c) Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores inferiores e depressores da escápula e extensores do cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício HUNGING PULL UPS?

a) Estabilização da cintura escapular e da coluna vertebral. Fortalecimento dos extensores da coluna e dos ombros. Alongamento dos flexores da coluna.
b) Estabilização e mobilização da cintura escapular, coluna vertebral e cintura pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril e coluna e dos adutores da cintura escapular. Alongar a cadeia anterior e posterior alternadamente.
c) Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores inferiores e depressores da escápula e extensores do cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "BRIDGE" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "ARMS PULL UP AND DOWN" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "ARMS PUSH UP AND DOWN" (VARIAÇÃO) no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo, extensores do ombro, flexores da coluna e transverso abdominal.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "ARMS TRÍCEPS / UP AND DOWN" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo do exercício de "SIT UP" no Pilates nas patologias do ombro?

A. Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril, coluna e ombros.
B. Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
C. Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
D. Estabilização da cintura escapular e mobilidade da coluna vertebral. Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.

Qual é o objetivo da atividade 'FORTALECIMENTO DE ROTADORES INTERNOS (REFORMER)' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
B) Fortalecer os rotadores externos do ombro e adutores da escápula.
C) Fortalecer os flexores do ombro e extensores da coluna.
D) Fortalecer os rotadores externos do ombro e abdutores da escápula.

Qual é o objetivo da atividade 'MOBILIDADE E ESTABILIZAÇÃO DO OMBRO NO REFORMER' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Fortalecer os rotadores da coluna, transverso abdominal e os estabilizadores da cintura escapular.
B) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
C) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.
D) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.

Qual é o objetivo da atividade 'ESTABILIDADE DE OMBRO NA POSIÇÃO DE PRANCHA' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.
B) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
C) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.
D) Fortalecer os rotadores da coluna, transverso abdominal e os estabilizadores da cintura escapular.

Qual é o objetivo da atividade 'EMPURRANDO NO REFORMER PARA CIMA' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.
B) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.
C) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
D) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.

Qual é o objetivo da atividade 'COMBINAÇÃO DE MOVIMENTOS COM CIRCULO DE OMBROS' no contexto do Pilates nas patologias do ombro?

A) Estabilização e mobilização da cintura escapular, fortalecendo flexores do ombro e da coluna.
B) Estabilizar a cintura escapular, fortalecendo os rotadores externos do ombro.
C) Fortalecer os rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
D) Estabilizar a coluna, a cintura pélvica e escapular, fortalecendo flexores da coluna e transverso abdominal.

Na atividade 'FORTALECIMENTO DE ROTADORES INTERNOS (REFORMER)', qual é a instrução correta para o movimento?

A) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação interna do ombro, mantendo o cotovelo estendido.
B) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação interna do ombro, mantendo o cotovelo fletido a 90°.
C) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação externa do ombro, mantendo o cotovelo fletido a 90°.
D) Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação externa do ombro, mantendo o cotovelo estendido.

Na atividade 'MOBILIDADE E ESTABILIZAÇÃO DO OMBRO NO REFORMER', qual é a dica de cuidado fornecida?

A) Cuidado com a hiperextensão de cotovelo.
B) Cuidado com a hiperextensão lombar.
C) Cuidado com a hiperextensão de joelho.
D) Cuidado com a hiperextensão de ombro.

15. ROTAÇÃO DO TRONCO ESTABILIZADORA
OBJETIVOS:
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecer o transverso abdominal, e os rotadores da coluna. Estabilização da cintura pélvica.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. Segurar a alça com a mão mais próxima à ela mantendo o ombro em abdução com o cotovelo flexionado, o ombro contralateral deve estar em abdução a 90 graus com o cotovelo estendido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar rotação da coluna. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A coluna deve estar estabilizada para realizar o movimento de rotação;
- O punho deve estar neutro.

16. FORTALECIMENTO DE TRÍCEPS COM ALONGAMENTO DE CADEIA LATERAL
OBJETIVOS:
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo e transverso abdominal.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. A mão mais próxima às ombreiras deve estar apoiado sobre ela de forma que a coluna fique em flexão lateral. A mão do membro superior livre deve estar segurando a alça de mão com o ombro abduzido e cotovelo fletido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a extensão do cotovelo. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A cervical deve estar bem posicionada;
- O tronco deve estar estabilizado;
- O punho deve estar neutro.

19. MERMAID
OBJETIVOS:
- Mobilização da coluna, alongamento dos flexores laterais da coluna. Fortalecimento dos músculos rotadores inferiores da escápula para estabilização.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no Reformer com membros inferiores cruzados, joelhos flexionados e quadril em rotação externa, de lado para a barra. Apoie uma das mãos na barra de pés.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração empurrar a barra estendendo o cotovelo, abduzindo o ombro e flexionando a coluna lateralmente. Ao mesmo tempo, o membro superior livre deve realizar um abdução de ombro acompanhando o movimento da coluna.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Os glúteos não devem perder o apoio com o carrinho do Reformer.

Prévia do material em texto

1Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO 05
BIOMECÂNICA 06
 ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA 09
 ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR 15
 ARTICULAÇÃO ACRÔMIOCLAVICULAR 17
 ARTICULAÇÃO SUBACRONIAL 18
 ARTICULAÇÃO GENOUMERAL 19
MUSCULOS 20
 SERRÁTIL ANTERIOR 20
 ROMBÓIDE MAIOR E MENOR 21
 PEITORAL MENOR 22
 PEITORAL MAIOR 23
 ELEVADOR DA ESCÁPULA 24
 DELTÓIDE 25
 SUPRA-ESPINHOSO 26
 INFRA-ESPINHAL E REDONDO MENOR 27
 SUBESCAPULAR 27
 REDONDO MAIOR 28
 CORACOBRAQUIAL 28
 BÍCEPS BRAQUIAL 29
 TRÍCEPS BRAQUIAL 30
 GRANDE DORSAL 31
4Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
O MANGUITO ROTADOR E A ESTABILIZAÇÃO 33
 SÍNDROME DO IMPACTO 35
 INSTABILIDADE GLENOUMERAL 43
 CAPSULITE ADESIVA 50
CONSIDERAÇÕES FINAIS 56
CADILAC 60
REFORMER 105
CHAIR 168
LADDER BARREL 181
SOLO E ACESSÓRIOS 188
REFERENCIA 219
5Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
É de senso comum que o complexo do ombro apresenta a maior mobilidade 
articular do corpo humano e um dos importantes fatores para essa característica é a 
movimentação conjunta de todas as suas articulações. 
Figura 1. Complexo do ombro
Fonte: http://maurogracitelli.com/blog/tendoes
O complexo do ombro é composto por várias articulações integradas, que atuam 
de forma coordenada para propiciar uma ampla e refi nada amplitude de movimento 
(ADM) aos membros superiores (MMSS) e, conseqüentemente, atender às diversas 
demandas funcionais dos indivíduos. Para que isto ocorra é de fundamental 
importância uma coordenação muscular íntegra, pois os músculos, além de 
realizarem o movimento funcional desejado, proporcionam estabilidade dinâmica 
a todo o complexo articular.
INTRODUÇÃO
6Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Para que possa realizar todas suas habilidades motoras sem que ocorra prejuízo 
ou comprometimento da sua integridade, as articulações esternoclavicular, 
acromioclavicular e glenoumeral devem agir de forma coordenada seguindo um 
determinado padrão de movimento, devendo ocorrer adequada congruência óssea, 
equilíbrio de força e resistência muscular, flexibilidade e controle neuromuscular.
Se um desses fatores estiver comprometido poderá ocorrer comprometimento 
funcional do complexo do ombro e/ou uma instabilidade podendo levar à ocorrência 
de lesões. Freqüentemente as disfunções no membro superior estão associadas a 
problemas no complexo do ombro, envolvendo assim a escápula, podendo levar a 
inatividade e comprometimento na qualidade de vida. 
A escápula tem um importante papel na função normal do ombro. Seu movimento 
e posição criam parâmetros para permitir uma normal fisiologia e biomecânica do 
mesmo. O controle escapular é realizado por padrões de ativação muscular que 
estabelecem a escápula em uma ótima posição para ser base estável do tronco e 
móvel do braço.
Classicamente, são descritos sete movimentos básicos da escápula: adução, 
abdução, rotação lateral ou ascendente, rotação medial ou descendente, inclinação 
anterior, elevação e depressão.
Todas as funções desempenhadas pela escápula durante o ritmo escapuloumeral 
são dependentes da atividade consistente e coordenada dos músculos estabilizadores 
da escápula. Acredita-se que os músculos trapézio e serrátil anterior tenham um 
importante papel de estabilizadores da cintura escapular, e na produção e controle 
do movimento escapulotorácico.
Dentre as disfunções desse complexo são extremamente comuns problemas 
relacionados à instabilidade articular e a síndrome do impacto do ombro (SI), a qual 
apresenta uma posição de destaque por ser uma das maiores causas de queixas 
relacionadas a esse complexo articular e o diagnóstico mais comum de dor no ombro.
7Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
O complexo do ombro se movimenta nos três eixos de movimento tendo assim três graus de liberdade de movimento:
 • Plano Sagital: flexão e extensão
 • Plano Frontal: Adução e Abdução
 • Plano Transverso: Flexão horizontal, extensão horizontal, rotação 
lateral e rotação medial.
O movimento de circundução do ombro ocorre na junção dos movimentos nos três 
eixos. Para que esses movimentos ocorram, como já dito anteriormente, as articulações 
precisam trabalhar em congruência para que o movimento ocorra de maneira 
harmônica. Podemos dividir as articulações em dois tipos: articulações anatômicas e 
articulações funcionais.
• ARTICULAÇÕES ANATÔMICAS:
o Glenoumeral (Fossa glenóide e cabeça do úmero)
o Acromioclavicular (Acrômio e clavícula)
o Esternoclavicular (Esterno e clavícula)
BIOMECÂNICA
8Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 • ARTICULAÇÕES FUNCIONAIS:
o Subacromial (Nos movimentos de fl exão e abdução do ombro a cabeça do 
úmero desliza em baixo do acrômio, e o tendão do bíceps desliza no sulco bicipital)
o Escapulotorácica (durante os movimentos do MS a escápula desliza livremente 
sobre o tórax)
Qualquer problema que ocorra nessas articulações irá provocar uma disfunção no 
complexo do ombro. 
Figura 2. Articulações anatômicas
Fonte: Google Imagens, 2016
9Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA
 A articulação escapulo-torácica é a responsável por garantir a orientação da fossa 
glenóide para que ocorra uma excelente congruência com a cabeça do úmero. Ela 
também permite que aumente a amplitude do movimento do ombro por deslizar 
sobre o gradil costal. Sempre está associada com os movimentos das articulações 
esternoclavicular e acromioclavicular.
A escápula é responsável por realiza 6 movimentos de deslizamento no gradil, os 
quais estão descritos abaixo:
• ELEVAÇÃO ESCAPULAR (60°)
o Articulação acromioclavicular participa;
o Movimento superior.
 Figura 3. Elevação da escápula
10Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 MÚSCULOS RESPONSÁVEIS:
• Trapézio superior e Elevador da escápula
• Rombóides e Peitoral menor
 
• DEPRESSÃO ESCAPULAR (5 A 10°)
o Articulação acromioclavicular participa;
o Estabilização da escápula;
o Elevação do corpo (10 a 5 cm do solo)
Figura 4. Depressão da escápula
 MÚSCULOS RESPONSÁVEIS:
• Trapézio Médio e Inferior
• Subclávio
• Peitoral menor
• Grande dorsal
11Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 • ABDUÇÃO OU PROTAÇÃO (13 A 15 CM)
o Movimento anterior;
o A borda medial afasta-se da linha média. 
Figura 5. Abdução ou Protração da escápula
MÚSCULOS RESPONSÁVEIS:
• Serrátil anterior
• Peitoral maior e menor
 
12Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
• ADUÇÃO OU RETRAÇÃO (25°)
o Movimento posterior;
o Borda medial se aproxima da linha média.
Figura 6. Adução ou Retração da escápula
MÚSCULOS RESPONSÁVEIS:
• Rombóides
• Trapézio médio
• Grande dorsal
 
13Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
• ROTAÇÃO EXTERNA OU SUPERIOR (60°)
o Deslizamento lateral e anterior da escápula;
o Flexão máxima do ombro.
 Figura 7. Rotação externa da escápula
MÚSCULOS RESPONSÁVEIS:
• Trapézio médio e inferior
• Serrátil anterior
 
 
14Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
• ROTAÇÃO INTERNA OU INFERIOR (60°)
o Deslizamento lateral e anterior da escápula;
 o Mãona parte inferior das costas.
 Figura 8. Rotação interna da escápula
MÚSCULOS RESPONSÁVEIS:
• Elevadores da escápula
• Rombóides
• Grande dorsal
 
 
15Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ARTICULAÇÃO ESCTERNOCLAVICULAR
A articulação esternoclavicular é formada pela extremidade externa da clavícula e a 
incisura do osso esterno. Entre essas extremidades há uma fi brocartilagem (disco) que 
aumenta o contato dessa união melhorando a congruência óssea.
A estabilidade dessa articulação é dada pela cápsula articular, o disco 
fi brocartilaginoso, e por 3 ligamentos: esternoclavicular – anterior e posterior, 
costoclavicular e interclavicular. 
Figura 9. Articulação esternoclavicular
Fonte: Atlas de anatomia humana, Netter, 2015
16Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
A clavícula deve ser avaliada em 3 eixos de movimento:
• Eixo oblíquo (entre a clavícula e o disco):
 Elevação (30 a 40°)
 Depressão (5 a 10°)
• Eixo longitudinal:
 Rotações (30 a 40°)
• Eixo vertical (entre o disco e o externo):
 Protração (15°)
 Retração (15°)
17Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR
A articulação acromioclavicular é a união do acrômio escapular com a 
extremidade acromial da clavícula. Sua função é manter o contato clavicular com 
a escápula durante o inicio do movimento de elevação dos MMSS e aumentar a 
rotação da escápula no fi nal desse movimento. A articulação irá restringir alguns 
movimentos acima da cabeça.
A estabilização da articulação é dada pela cápsula articular, pelos ligamentos: 
acromioclavicular, coracoclavicular, coracoacromial e disco fi brocartilaginoso 
(este pode não estar presente).
Figura 10. Articulação acromioclavicular
Fonte: Google Imagens, 2016
18Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ARTICULAÇÃO SUBACRÔMIAL
A articulação subacrômial é formada pelo arco Córaco-acromial e úmero. O arco 
córaco-acromial por sua vez protege a cabeça do úmero, os tendões e a bursa de um 
trauma direto vindo de cima, e previne a cabeça do úmero deslocar-se para cima.
Figura 11. Articulação subacrômial
Fonte: http://maurogracitelli.com/blog/tendoes
19Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
A articulação Glenoumeral é composta pela cabeça esférica do úmero e a cavidade 
glenóide da escápula.
Os elementos que ajudam a estabilizar essa articulação são: a cápsula articular 
fibrosa, o lábio glenoidal de grande importância para o aumento da congruência 
óssea; os ligamentos: glenoumeral – superior, médio e inferior, ligamento 
coracoumeral, transverso do úmero e tendões dos músculos do Manguito Rotador 
(supraespinhal, infraespinhal, cabeça longa do bíceps, subescapular e redondo 
menor)
È responsável por todos os movimentos do úmero: flexão, extensão, abdução, 
adução, rotação interna, rotação externa, adução horizontal, abdução horizontal e 
circundução.
20Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
MÚSCULOS
Como já citado acima, a articulação do ombro possui a maior amplitude de movimento das articulações do corpo humano, Para garantir uma movimentação em tantos graus e direções, é necessário que os músculos 
ajudem na sua estabilização, abaixo estão os principais músculos dessa articulação.
SERRÁTIL ANTERIOR
O Serrátil anterior é 
responsável em manter segura 
a borda medial da escápula 
contra o tórax. Ele é responsável 
pelos movimentos de abdução, 
depressão, elevação e rotação 
superior escapular.
Quando esse músculo está 
com disfunção o braço não pode 
ser elevado acima da cabeça, 
não conseguimos alcançar algo 
a nossa frente, e a escápula 
perde o apoio no tórax então é 
classifi cada como alada.
 
Figura 12. Músculo Serrátil Anterior
Fonte: Google Imagens, 2016
21Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ROMBÓIDE MAIOR E MENOR
O músculo Rombóide é responsável pela adução e elevação da cintura escapular, 
também é responsável por girar a cavidade glenóide para baixo. Sua paralisia pode 
provocar um deslocamento da escápula. 
Figura 13. Músculos Rombóides
Fonte: Google Imagens, 2016
22Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
PEITORAL MENOR
O músculo peitoral menor é responsável em deprimir o ombro, e realizar a rotação 
inferior da escápula, a protração escapular e a elevação das costelas na inspiração 
forçada. 
Figura 14. Músculo Peitoral menor
Fonte: Google Imagens, 2016
23Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
PEITORAL MAIOR
O músculo peitoral maior é dividido e 3 partes. A porção clavicular auxilia na 
abdução horizontal e na fl exão do ombro. Já a porção esternal e obliqua é responsável 
pela extensão do braço, a adução, rotação interna e elevação do tórax na inspiração 
forçada. 
Figura 15. Músculo Peitoral maior
Fonte: Google Imagens, 2016
24Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ELEVADOR DA ESCÁPULA 
O músculo elevador da escápula é responsável pela elevação escapular, rotação 
inferior da escápula, adução escapular, extensão da coluna cervical bilateral e fl exão 
da coluna cervical unilateral. Sua paralisia provoca queda do ombro. 
Figura 16. Músculo Elevador da escápula
Fonte: Google Imagens, 2016
25Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DELTÓIDE
O músculo deltóide pode ser dividido em três porções: anterior (clavicular), média 
(acromial) e posterior (espinhal).
Figura 17. Músculo deltóide
Fonte: Google Imagens, 2016
A porção anterior é responsável pelos movimentos de fl exão, e adução do 
ombro, e também auxilia na rotação interna e abdução do ombro. A porção média 
é responsável pela abdução do ombro. Já a porção posterior é responsável pela 
abdução horizontal e extensão do ombro, e auxilia no movimento de rotação 
externa.
Quando analisamos a função muscular das três porções podemos identifi car 
que ele é responsável pela estabilização da articulação glenoumeral, por projetar a 
cabeça o úmero na fossa glenoidal.
26Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
SUPRA-ESPINHOSO
O músculo supra-espinhoso é responsável pela abdução do braço, auxilia na 
rotação externa, e estabiliza a cabeça do úmero na cavidade glenóide. Sua ruptura 
diminui a estabilidade do ombro e se ocorre calcifi cação em seu tendão aumenta a 
freqüência de Síndrome do Impacto (SI).
Figura 18. Músculo supra-espinhoso
Fonte: Google Imagens, 2016
INFRA-ESPINHAL E REDONDO MENOR
Esses músculos trabalham juntos para obterem juntos os movimentos de rotação 
externa do ombro, abdução horizontal do braço e principalmente estabilizar a 
cabeça do úmero na cavidade glenóide.
27Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 
Figura 19. Músculo Infra-espinhal e Redondo Menor
Fonte: Google Imagens, 2016
SUBESCAPULAR
O músculo subescapular é um grande responsável por estabilizar a cabeça do 
úmero na cavidade glenóide, e também pela rotação interna do ombro. 
Figura 20. Músculo Subescapular
Fonte: Google Imagens, 2016
28Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
REDONDO MAIOR
O músculo redondo maior é responsável pelo movimento de adução, extensão, 
extensão horizontal e rotação interna do ombro. 
Figura 21. Músculo Redondo Maior
Fonte: Google Imagens, 2016
CORACOBRAQUIAL
 
O músculo coracobraquial é um dos responsáveis pelos movimentos de fl exão, 
adução horizontal, rotação interna e auxilia na adução do ombro. Também é 
responsável por estabilizara articulação do ombro, impedindo o deslocamento do 
úmero para baixo.
29Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Figura 22. Músculo Coracobraquial
Fonte: Google Imagens, 2016 
BÍCEPS BRAQUIAL
 
O músculo bíceps braquial possui duas 
porções: cabeça longa e cabeça curta. A cabeça 
longa do bíceps é responsável em ajudar na 
estabilização da cabeça do úmero projetando-a 
na cavidade glenóide, também auxilia na 
abdução do úmero e flexão. Já a cabeça curta 
do bíceps é responsável pelos movimentos de 
flexão e adução horizontal do ombro, e auxilia 
na rotação interna do ombro.
Figura 23. Músculo Bíceps braquial
Fonte: Google Imagens, 2016
30Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
TRÍCEPS BRAQUIAL
O músculo tríceps também possui 3 porções: longa, lateral e média. Ele é 
responsável pela extensão do cotovelo, e a porção longa do músculo é uma das 
responsáveis da adução e hiperextensão do ombro, e estabilização da articulação 
do ombro. 
Figura 24. Músculo Tríceps braquial
Fonte: Google Imagens, 2016
GRANDE DORSAL
O músculo grande dorsal é responsável por ações no ombro e no tronco, o que 
comprova que não podemos estudar separadamente cada músculo, pois eles estão 
em contato indiretamente ou diretamente. 
Sua ação no ombro é de adução, extensão, rotação interna e extensão e abdução 
horizontal. Já no tronco os movimentos em que o grande dorsal participa é flexão 
lateral, hiperextensão, rotação de tronco para o mesmo lado, elevação da pelve para 
o mesmo lado e auxilia na anteroversão da pelve.
31Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 
Figura 25. Músculo Grande Dorsal
Fonte: Google Imagens, 2016
32Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Segue a baixo o resumo dos músculos responsáveis pelos movimentos da 
articulação:
33Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Figura 26. Músculo Grande Dorsal
Fonte: Google Imagens, 2016
Os músculos redondo menor, infra-espinhal, supra-espinhal e subescapular formam 
manguito rotador, além desse grupo muscular criar uma variedade de torques 
em torno da articulação glenoumeral, ele atua para estabilizar dinamicamente 
e equilibrar a cabeça do úmero em relação à glenóide, enquanto que o grupo 
muscular axial (deltóide, peitoral maior, etc) age para mover o úmero, tais músculos 
O MANGUITO ROTADOR 
E A ESTABILIZAÇÃOE A ESTABILIZAÇÃO
34Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
estabilizam a articulação, particularmente contra subluxação. 
Os músculos fortalecem a articulação por meio de fibras que formam parte da 
cápsula articular. Artigos dizem que a parte mais fraca da cápsula é a face inferior, 
onde o reforço pelos músculos do manguito rotador é mínimo. 
Sahaem seu artigo, descreveu a estabilidade dinâmica da articulação glenoumeral 
como a exigida durante o movimento, em contraste com a estabilidade estática. A 
articulação glenoumeral é mais instável na frente, em certo grau abaixo e menos 
instável atrás.
Já Ovesen e Nielson descreveram a importância relativa das estruturas 
estabilizadoras que previnem uma subluxação anterior. Nesse estudo o foco deles 
era sobre a face anterior da cápsula articular e o músculo subescapular. Eles relatam 
que durante a parte inicial da amplitude de movimento para a abdução glenoumeral, 
o tendão do subescapular e o terço proximal da cápsula articular limitam a rotação 
da cápsula tornando-se o limite predominante da rotação externa.
Relatou-se que a estabilidade dinâmica depende do desenvolvimento 
antropométrico da cavidade glenóide, da inclinação da cavidade glenóide, do 
ângulo da cabeça e colo do úmero e da resistência do manguito rotador. Os agonistas 
da articulação glenoumeral dependem do auxílio dos músculos do manguito para 
posicionar a cabeça do úmero com referência à cavidade glenóide para alcançar 
uma amplitude total de movimento, conforme anteriormente descrito.
Na literatura também se atribuiu à inclinação da cavidade glenóide a estabilidade 
da articulação glenoumeral contra subluxação inferior. Foi relatado que, ao contrário 
das expectativas, os músculos da articulação glenoumeral orientados verticalmente, 
como o deltóide e coracobraquial, não fornecem uma tensão que a proteja de 
trações para baixo. Ao invés, devido aos componentes horizontais e verticais do 
ângulo da cavidade glenóide, a cabeça do úmero se move lateralmente quando 
é forçada para baixo. O movimento lateral alonga o músculo supra-espinhal e sua 
35Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
atividade, servindo para estabilizar a articulação glenoumeral horizontalmente e 
também serve para prevenir o movimento dirigido para baixo.
SINDROME DO IMPACTO
Figura 26. Complexo do ombro
Fonte: Google Imagens, 2016
Dentre as lesões do ombro que provocam dor e impotência funcional, a Síndrome 
do Impacto (SI) se destaca, foi descrita em 1972 pela primeira vez por Charles Neer, 
se caracteriza pelo uso repetitivo dos braços acima da linha do ombro, condição 
patológica em que ocorre a irritação do tendão supraespinhoso secundária a uma 
abrasão em sua superfície pelo terço anterior do acrômio. Neer também relata a 
importância da superfície interna do tendão e as potenciais mudanças que podem 
36Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ocorrer pela fricção repetitiva e irritação deste no estágio três na classifi cação do 
processo de impacto. A altura do espaço subacromial em ombros saudáveis está 
entre 9 e 10 milímetros, sendo que medidas radiográfi cas menores que 6 milímetros 
são consideradas patológicas para compressão do manguito rotador. A espessura 
normal do tendão do manguito rotador nesta área está entre cinco e seis milímetros.
 
Figura 27. Músculo Grande Dorsal
Fonte: http://maurogracitelli.com/blog/tendoes, 2016
A síndrome do impacto (SI), também pode ser defi nida como uma dor anterior 
do ombro de causa mecânica, pelo impacto sofrido nos tecidos compreendidos 
no espaço subacromial. Essa síndrome tem sua patomecânica dividida em fatores 
37Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
extrínsecos e intrínsecos para melhor organização de sua etiologia. Como fatores 
extrínsecos, há problemas de variação anatômica, normalmente resolvidos 
cirurgicamente e os fatores intrínsecos, como os problemas de instabilidade 
escapular, que têm como foco de tratamento o fortalecimento muscular, para evitar 
a instabilidade glenoumeral, segundo Araújo, 2007. Ela tem sido muito associada 
com o movimento anormal da escápula durante a elevação do braço, ou seja, com 
alterações do ritmo escapuloumeral (ROY et al., 2007) e alterações na sua dinâmica 
3-D (LAUDNER et al., 2006).
Segundo Ludewig (2005), a SI também pode ser definida como uma compressão 
e uma irritação mecânica das estruturas localizadas no espaço subacromial, como 
os tendões do manguito rotador, ligamento coracoacromial, bursa subacromial e 
cabeça longa do bíceps, durante a elevação dos MMSS, principalmente quando 
as mãos ultrapassam o nível da cabeça. De uma forma geral, a SI manifesta-se 
com queixa de dor, diminuição da mobilidade, fraqueza muscular, desequilíbrio 
muscular e limitação funcional, acarretando, por conseqüência, em alterações 
musculoesqueléticas, degenerativas e em comprometimento da qualidade de vida.
Ocorre que associado a SI ocorrem algumas alterações na atividade muscular da 
escápula (PHADKE; CAMARGO; LUDEWIG, 2009). 
Em condições normais, os ritmos escapuloumeral e escapulotorácico ajudam na 
manutenção da fossa glenóide com a cabeça umeral, o que aumentaa congruência, 
diminui as forças de cisalhamento articular, e mantêm os músculos em uma faixa 
favorável da relação comprimento-tensão.
Estudo recente demonstra que durante o movimento de elevação do braço no 
plano da escápula, em indivíduos saudáveis, a escápula realiza o movimento de 
rotação externa (rotação lateral do ângulo inferior da escápula) sobre um eixo 
posicionado ântero-posterior ao acrômio, associado a um movimento de inclinação 
posterior no eixo latero-lateral e a um movimento de rotação interna (tendência de 
alamento escapular) da escápula no eixo crânio-caudal (LUDEWIG et al., 2004).
38Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Como a origem e/ou inserção da maioria dos músculos do complexo do ombro 
encontram-se na escápula a contração simultânea (co-contração) destes faz com 
que ocorra uma relação cinemática entre as articulações durante os movimentos 
do complexo do ombro, principalmente na elevação, que determina o ritmo 
escapuloumeral e escapulotorácico. Dentre eles o trapézio (médio e inferior) 
junto com o serrátil anterior são reconhecidos como músculos que podem rodar e 
estabilizar a escápula.
Também deve ser dito que a força associada do deltóide e do trapézio são de 
grande importância durante a elevação do braço. A função desta força associada 
é para obter uma suave elevação do braço sem chocar a cabeça umeral, contra 
o arco coracoacromial e para intensificar a estabilidade dinâmica da articulação 
glenoumeral. 
A força associada do trapézio e serrátil anterior é obtida em cima da rotação da 
escápula pela ação concêntrica durante a elevação umeral. Durante o abaixamento 
dos braços, a força associada age excentricamente para controlar a rotação da 
escápula para baixo. 
Num movimento normal do ombro, o mecanismo do manguito rotador está 
intimamente relacionado ao arco coracoacromial e é apenas separado por uma 
bursa subdeltóidea. 
De acordo com Phadke, Camargo e Ludewig (2009), em um estudo de revisão 
sobre alterações na atividade muscular da escápula durante elevação do ombro, 
os estudos mostram que na SI há um aumento na atividade do trapézio superior, 
redução na atividade do músculo serrátil anterior, porções média e inferior, atraso 
no tempo de início de ativação do trapézio médio e inferior durante perturbação 
súbita e atraso na ativação com maior variabilidade na latência do serrátil anterior.
Para Neer, 95% dos casos de ruptura do Manguito Rotador são causados por 
impacto subacromial, a etiologia pode ser dividida em primária e secundária.
39Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
O impacto primário pode resultar de diminuição do espaço subacromial, laxitude 
capsular posterior, ou excessiva migração superior da cabeça umeral associada 
à fadiga ou falência dos depressores da cabeça umeral, ou ainda produzida por 
compressão do manguito rotador sob a porção ântero-inferior do acrômio. Bartel 
e Biglianni em estudos descreveram 3 tipos de acrômios: reto, curvo e ganchoso, 
e ainda concluíram que 74% dos acrômios são retos, 26% curvos, considerando os 
ganchosos como resultado de formações esteofitárias, em decorrência de trações 
exercidas pelo ligamento coracoacromial. Ou seja, quanto mais ganchoso o acrômio 
mais impacto causa. Ainda podendo ser classificado em 3 fases: 
• Fase I é caracterizada por dor aguda, hemorragia e edema, causados pelo uso 
exagerado do membro superior no trabalho ou esporte, ocorrendo tipicamente em 
indivíduos jovens até 25 anos, o tratamento é conservador, com bom prognóstico.
• Fase II fica evidenciada um processo inflamatório acarretando fibrose com 
espessamento da bursa subacromial e tendinite do manguito rotador, menos comum, 
ocorre em pacientes entre 25 e 40 anos. Geralmente relacionado com esforços repetitivos, 
os quais podem gerar inflamação de origem mecânica sobre as estruturas subacromiais, 
tornando a bursa fibrótica e espessada. Nesse estágio, as funções do ombro geralmente 
não são muito afetadas levando o paciente a postergar a procura por um especialista. 
O tratamento é conservador, e se não houver melhora indicação para cirurgia. 
• Fase III ocorre lacerações parciais ou totais do manguito rotador ou bíceps braquial 
associado a alterações ósseas, sendo prevalente em pacientes a partir da 4ª década 
de vida. As alterações vistas em um Rx incluem a redução da distancia do acrômio, e 
podendo ser observada esclerose óssea no nível da inserção do músculo supra-espinhal 
e do acrômio.
40Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 
Figura 28. Tipos de acrômio
Fonte: http://www.rafaelavelino.com.br/sd-do-impacto-tendinopatia-e-bursite, 2016
O impacto secundário é defi nido por um relativo decréscimo do espaço subacromial 
associado à instabilidade da articulação glenoumeral ou instabilidade funcional 
da articulação escápulo-torácica. A incompetência dos músculos estabilizadores 
estáticos e dinâmicos pode levar ao impacto subacromial, pela perda da capacidade 
de manter a cabeça do úmero centralizada durante os movimentos do membro 
superior, o que resulta na subida em direção ao arco coracoacronial.
A área de impacto está centralizada na inserção do músculo supra-espinhal com a 
cabeça longa do bíceps, além da bursa subacromial, que protege toda essa região. 
É, portanto, o atrito constante dessas partes moles contra o arco acromial duro que 
determina a degeneração. Um número de processos anormais poderá infl uenciar 
nestes mecanismos e causar fricção, impacto, e aumento do desgaste dos tendões 
do manguito rotador.
MATSEN e ARNTZ descreveram fatores estruturais e funcionais que poderão 
potencialmente aumentar o impacto do manguito rotador.
41Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Tabela 2. Fatores estruturais e funcionais que podem aumentar o impacto do manguito rotador
Fonte: Th e Shoulder, MATSEN, ARMTZ, Vol 2. 
42Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Pacientes acometidos por Impacto primário se caracterizam pó hipomobilidade 
articular, já no caso de impacto secundário é a instabilidade articular que é marcante. 
Podemos pensar então que no caso de impacto primário o trabalho através de 
exercícios de Pilates seja melhor e mais indicado para ganho de mobilidade, sim. 
Mas também é de extrema necessidade a reorganização muscular e ganho de 
estabilidade nas estruturas citadas acima que estão em disfunção no impacto 
secundário por meio dos conceitos do método Pilates.
Segundo Boeck, Döhnert e Pavão (2012) em um estudo que comparou a eficiência 
de protocolos de exercícios de cadeia cinética fechada (CCF) e cadeia cinética 
aberta (CCA) em indivíduos com SI sem intervenção cirúrgica. Foi comprovado 
que ambos os protocolos de intervenção apresentaram resultados satisfatórios 
na reabilitação da SI. Porem o grupo que participou com os exercícios em CCF 
apresentou resultados mais expressivos quanto ao ganho de mobilidade articular, 
funcionalidade, força e ativação muscular do manguito rotador, em comparação 
ao programa de exercícios em CCA.
Alguns autores defendem a opinião de que o tratamento da SI deve ser inicialmente 
clínico, independentemente da presença de alterações anatômicas envolvidas na 
gênese da doença.
O tratamento deve ser baseado no conhecimento das estruturas envolvidas. 
Logo após passado a fase aguda, o paciente deve ser imediatamente envolvido em 
um protocolo de exercícios que tenham como objetivo a mobilização escapular e 
torácica; a estabilização do centro de força (Power House) e do complexo escapular, 
para ganho de ADM e melhora da congruência articular. Inicialmente deve-se 
evitar movimentos em que opaciente relembre as dores que possuem. Em casos 
de mudança estrutural anatômica do acrômio (acrômio em gancho) deve evitar a 
abdução do ombro acima de 90° com rotação interna do úmero. 
Devemos levar em conta que os estudos mostram que há uma grande incidência 
de desequilíbrio muscular na articulação escapulotorácica, essa articulação deve ter 
43Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
grande importância durante o tratamento. Deve ser trabalhado em primeiro plano 
o ritmo escapulotorácico, para melhorar a organização das estruturas envolvidas, 
e em seguida a atenção deve ser dividida com os músculos do Manguito Rotador, 
para ganhar força de estabilidade glenoumeral.
INSTABILIDADE GLENOUMERAL
Como visto no texto acima a articulação glenoumeral não tem uma congruência 
ótima para uma articulação com o grau de mobilidade que existe. Podemos dizer 
que é considerada a articulação mais instável do corpo devido ao pequeno contato 
entre as superfícies: glenóide rasa e pequena e a cabeça do úmero 3x maior.
 Figura 29. Estruturas que aumentam a estabilidade da articulação glenoumeral
Fonte: http://maurogracitelli.com/blog/ligamentos, 2016
Mas também sabemos que há estruturas cartilaginosas que ajudam a aumentar a 
concavidade da cavidade glenóide, criando uma fossa mais funda para aumentar o 
“encaixe” articular. Além do Labrum glenoidal, também existem outros mecanismos 
passivos que não despendem de energia muscular, os quais consistem em 
cápsula articular, ligamentos glenoumerais superior, média e inferior, ligamento 
coracoacromial e ligamento coracoumeral.
44Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Os mecanismos ativos que participam de maneira muito efetiva para a estabilidade 
da articulação é o Manguito rotador: infra e supra espinhal, subescapular e redondo 
menor; cabeça longa do bíceps, e outros músculos presentes na articulação que 
aumentam a pressão da cabeça umeral na fossa glenóide.
 
Figura 30. Imagem de radiografia: luxação anterior do ombro
Fonte: Google Imagens, 2016
45Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Sabendo disso, a luxação é definida como “perda do contato articular”, ou seja, a 
separação de dois ossos que estão em contato íntimo e contínuo por meio de uma 
região lisa e deslizante, a cartilagem. A luxação do ombro ocorre quando uma 
força extrema supera os mecanismos estabilizadores (lábio, cápsula e manguito) 
e desloca a cabeça do úmero para fora da glenóide, não havendo recolocação 
espontânea imediata. 
Já a subluxação é a translação sintomática da cabeça umeral sob a glenóide sem 
separação completa das superfícies e o úmero retorna à posição original sozinho 
após o deslocamento. Essas circunstâncias podem ocasionar lesões dos tecidos. Na 
maioria das vezes, os danos serão no lábio e nos ligamentos.
Ela pode ser classificada em congênita, aguda, crônica e recorrente; também em 
traumática e atraumática.
• Luxação do tipo TUBS - traumática, unidirecional, Bankart (lesão de labrum 
anterior), cirurgia;
• Luxação do tipo AMBRI - atraumática, multidirecional, bilateral, reabilitação 
inferior;
• Luxação do tipo AIOS - atraumática, instabilidade, overuse (desgaste por excesso 
de uso), cirurgia. 
A classificação mais utilizada é de acordo com a direção da instabilidade. 
As luxações no sentido anterior representam 85% de todas as luxações no ombro, 
devido a uma frouxidão da cápsula anterior em relação à cápsula posterior, que é 
mais densa. Os mecanismos de lesão são por combinação de abdução, extensão 
e rotação externa, ou por um trauma direto no sentido póstero-anterior, levando 
a ruptura do labrum, com ou sem lesão de cápsula anterior. OS exames clínicos 
utilizados são:
46Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
• Teste de gaveta anterior: paciente posicionado em decúbito dorsal com a 
articulação gleno-umeral próximo a borda da maca. O fisioterapeuta deve colocar uma 
de suas mãos abaixo do colo cirúrgico, no úmero e, com a outra, segurar a espinha da 
escápula e o processo coracóide, para estabilizar a escápula. Realiza uma tração suave 
no sentido anterior. Se houver translação umeral anterior aumentada e se o paciente 
apresentar apreensão em relação ao teste, é sinal positivo para instabilidade anterior. 
Deve ser avaliado bilateralmente.
• Teste de apreensão anterior: paciente posicionado em decúbito dorsal com 
o ombro afetado e o cotovelo em 90º. O fisioterapeuta roda externamente o ombro 
afetado. O teste é considerado positivo se o paciente apresentar apreensão durante a 
realização do movimento.
A luxação posterior ocorre por trauma direto no sentido ântero-posterior, levando, 
obrigatoriamente, a lesão de cápsula posterior. Os testes utilizados para comprovar 
a luxação são:
• Teste de gaveta posterior: paciente posicionado em decúbito dorsal com a 
articulação gleno-umeral próximo a borda da maca. O fisioterapeuta deve colocar uma 
de suas mãos abaixo do colo cirúrgico, no úmero e, com a outra, segurar a espinha da 
escápula e o processo coracóide, para estabilizar a escápula. Aplica uma pressão no 
sentido posterior da cabeça do úmero. Se houver instabilidade posterior aumentada e se 
o paciente apresentar apreensão em relação ao teste, é sinal positivo para instabilidade 
posterior. 
• Teste de apreensão posterior: paciente posicionado em decúbito dorsal com 
o ombro afetado em 90º de flexão e rotação interna, enquanto o fisioterapeuta aplica 
uma força no sentido posterior. O teste é considerado positivo se o paciente apresentar 
apreensão durante a realização do movimento.
A luxação superior é considerada rara. Para que ela ocorra deve haver fratura de 
acrômio devido a um trauma direto no sentido superior ou cranial. 
47Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
E por último a luxação inferior ocorre por uma hiperabdução, em que o pinçamento 
do acrômio sobre a cabeça do úmero, empurra essa estrutura para baixo, em sentido 
caudal. Quando fazemos a avaliação da instabilidade articular glenoumeral também 
devemos levar em conta o posicionamento escapular. 
Segundo diversos autores a postura escapular ideal é classificada como sendo 
uma postura em que as escápulas repousam “planas contra a coluna superior, 
aproximadamente entre a segunda e a sétima vértebra torácica, e cerca de 10 cm 
separadas. A escápula deve estar paralela à coluna vertebral, plana contra o tórax e 
rodada 30° do plano frontal.
Quando há disfunção nesses posicionamentos podem ocorrem patologias no 
complexo do ombro. A postura “patológica” mais citada é a Protrusão do Ombro, que 
pode ser considerada como o resultado de uma combinação de sub-componentes 
de posturas escapulares (inclinação anterior, rotação medial e protração) e umerais 
(rotação medial da articulação glenoumeral). 
A postura de inclinação anterior da escápula ocorre no plano sagital sobre o eixo 
horizontal, que se encontra paralelo à espinha da escápula. O termo inclinação 
anterior é utilizado para o afastamento do ângulo inferior da escápula do gradil 
costal. A postura de rotação medial da escápula ocorre no plano transverso sobre 
o eixo vertical, que passa pela articulação acrômio-clavicular e pelo ângulo inferior 
da escápula, que é caracterizada pelo afastamento da borda medial da escápula do 
gradil costal e é chamada de alamento escapular. 
A postura de protração ocorre num plano oblíquo, cerca de 30º a 45º do plano 
frontal e é caracterizada pelo posicionamento da escápula no sentido mais lateral 
e anterior sobre o gradil costal. Pode ser considerado uma das principais causas de 
subluxação do ombro não traumática.48Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 
Figura 31. Escápula alada direita, com enfraquecimento do músculo Serrátil anterior. 
Fonte: Google Imagens, 2016
Weiser, em um estudo demonstrou a existência de uma maior força aplicada ao 
ligamento gleno-umeral anterior quando este é submetido a cargas translatórias na 
posição de protrusão em comparação com a postura neutra da cintura escapular. 
Segundo esse autor, o estresse repetitivo no ligamento poderia predispor os 
indivíduos com a instabilidade gleno-umeral.
Em outro estudo Von Eisenhart-Rothe observou, através de ressonância magnética, 
que indivíduos com sintomas de instabilidade atraumática do ombro apresentam 
maior rotação medial da escápula e descentralização da cabeça do úmero na 
cavidade glenóide.
49Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Como citado à cima, podem ocorrer alguns problemas que levam a instabilidade 
glenoumeral, devemos levar em consideração o mecanismos que levou o individuo 
a apresentar o problema, se traumático ou não e o mecanismo de lesão para 
podermos entender onde a reabilitação deverá ter inicio. 
No caso de luxação e subluxação traumática devemos dar atenção principalmente 
para estabilização glenoumeral, ou seja para todos os componentes que iram ajudar 
na estabilidade, com ênfase no manguito rotador. Porém não podemos deixar se 
lado o posicionamento escapular e a mobilidade da coluna torácica, devemos ter 
um trabalho global de toda essa região. Inicialmente evitar exercícios que lembrem 
o mecanismo de lesão no qual ocorreu a luxação ou a subluxação, isso poderá causar 
insegurança no paciente.
Já no caso de subluxação sem trauma, devemos realizar uma avaliação rigorosa 
no posicionamento escapular para que possamos trabalhar de maneira eficiente os 
músculos que estão em desarmonia. Exercícios de mobilidade e conscientização 
escapular são de extrema importância. Geralmente os alunos/pacientes não 
têm coordenação muscular e percepção da musculatura escapular. Inicialmente 
devemos ensinar os alunos a sentir os músculos escapulares, para conseguirem 
tornar conscientes. O ideal é iniciar o treino com exercícios simples, os quais não 
exijam muitos grupos musculares envolvidos em um mesmo movimento.
50Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
CAPSULITE ADESIVA
 Figura 32. Imagem do ombro a esquerda saudável e do ombro a direita comprometido. 
Fonte: Google Imagens, 2016
A capsulite adesiva, também conhecida como ombro congelado, foi descrita pela 
primeira vez por Duplay em 1872 e nomeada de “ombro congelado” por Codman, 
em 1934, sendo defi nida como uma condição idiopática do ombro, caracterizada 
pelo início espontâneo de dor, e evoluindo com restrição dos movimentos da 
articulação gleno-umeral. Sabe-se que ela está relacionada à fatores genéticos e às 
reações auto-imunes, mas não se conhece ao certo qual sua origem. Geralmente 
ele acomete pacientes com doenças hormonais, como o diabetes e com hipo ou 
51Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
hipertireoidismo, mas também pode ocorrer em indivíduos sem essas alterações. 
Estudos também mostram que pode ocorrer em pacientes que permanecem com 
o ombro imobilizado por período prolongado ou em pacientes com hérnia de 
disco cervical. 
Várias etiologias, muitas vezes associadas, podem ocasionar o ombro doloroso, 
como as estruturas da cintura escapular ou irradiadas de outras regiões. Déficits de 
movimentos caracterizam anormalidades do tônus muscular, adaptações posturais, 
movimentos sinergéticos, falta de dissociação entre os cíngulos dos membros 
superior e inferior, perda dos movimentos seletivos e da coordenação motora 
acentuada no membro superior, com conseqüentes prejuízos nas habilidades 
motoras dificultando os movimentos.
Indivíduos com capsulite adesiva freqüentemente queixam-se de dor difusa 
no ombro, com um ponto sensível à palpação adjacente à inserção do deltóide e 
ocasionalmente dor irradiada para o cotovelo e, algumas vezes, irradiada para a 
face lateral de antebraço. A dor geralmente piora com os movimentos de ombro e 
melhora com o repouso. Ocasionalmente a dor é pior à noite podendo despertar o 
paciente.
A capsulite é considerada uma doença auto-limitada, ou seja, que chegará a curar 
mesmo sem tratamento, porém é um processo longo e que pode levar até 2 ou 3 
anos, nos quais o paciente terá que aprender a conviver com as limitações e dores 
que podem ser significativas.
Ela se inicia com uma inflamação no tecido que reveste a articulação, a cápsula 
articular. Ela também pode estar associada com a Síndrome do Impacto, ou por um 
choque mecânico repetitivo, ou ainda por um trauma.
Na capsulite adesiva ou “ombro congelado”, um processo inflamatório dentro 
da articulação leva a uma diminuição progressiva do fundo de saco axilar, a um 
encurtamento de todos os ligamentos, á formação de aderências (pontes entre 
52Aline Cristina Longhini Alberti
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várias estruturas) e a um aumento da espessura da cápsula a qual perde a sua 
distensibilidade. São estes fatos que levam à principal característica desta doença 
que é a limitação da mobilidade passiva, sobretudo da rotação externa.
Sabendo disso, a capsulite adesiva pode ser dividida em 2 tipos, as quais possuem 
apresentação clínica similar, diferindo apenas na etiologia:
• Capsulite adesiva primária, a qual se refere à forma idiopática de ombro rígido 
e doloroso.
• Capsulite adesiva secundária, a qual se refere à perda de movimento articular 
resultante de algum evento desencadeante bem definido, tal como trauma, AVC, 
lesões do manguito rotador, fratura do membro superior, distrofia simpático-reflexa 
e imobilização pós-cirúrgica. A capsulite adesiva ocorre em 3 diferentes fases com 
características diferentes. 
A primeira fase a caracterizada por inflamação da cápsula, chamada de Fase 
Inflamatória. A segunda é caracterizada pela rigidez articular, chamada de Fase de 
Rigidez, ou Fase do Congelamento. E por último a Fase do Descongelamento, na 
qual os movimentos irão retornando aos poucos.
A Fase Inflamatória é caracterizada por dor limitante, que inicialmente aparece 
leve e vai aumentando a cada dia. Ela se difere das outras patologias do ombro como 
a bursite, tendinite e SI por apresentar dos em todos os movimentos do complexo 
do ombro, e não apenas nos testes específicos. No inicio dessa fase o movimento 
ainda está presente, mas ocorre dor, e tem duração de até 9 meses. 
A Fase de Rigidez ou Congelamento, como o nome diz, ocorre perda progressiva 
dos movimentos até o ombro ficar “congelado”. Ainda pode haver dor nessa fase, 
mas com menor intensidade. O indivíduo sente o ombro mais curto, não alcança 
locais altos que alcançava anteriormente, e não consegue realizar os movimentos 
de rotação interna e externa, tendo dificuldade em colocar a mão nas costas, buscar 
o cinto de segurança ou prender o sutiã. Essa fase pode durar até 12 a 18 meses. 
53Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 Figura 33. Gráfi co mostrando a evolução dos sintomas da Capsulite adesiva em relação ao tempo.
Fonte: http://maurogracitelli.com/blog/capsulite
Por último, A Fase de Descongelamento, é caracterizada pela volta dos movimentos 
progressivamente, sua duração é muito variável, e poderá ocorrer a perda de até 15-
20% dos movimentos.
Geralmente o diagnóstico é tardio em muitos casos. Para o diagnóstico precoce é 
essencial o exame físico, que já pode demonstrar uma perda dos movimentos e uma 
história clínica detalhada, avaliando os principais fatores de risco. O exame físico 
irá evidenciarfreqüentemente limitação multidirecional dos movimentos ativos e 
passivos da gleno-umeral. Cyriax descreve que nestes casos as restrições obedecem 
ao padrão capsular da articulação do ombro: a Rotação externa sendo o componente 
mais restrito, seguido de abdução e a rotação medial sendo o componente menos 
restrito dos três. Exames de radiografi a e/ou ultrasonografi a não vão demonstrar 
alterações na capsulite adesiva, mas podem ser úteis para diferenciar de outras 
causas de rigidez. Nos casos duvidosos ou em que se suspeita de outras doenças, 
a ressonância magnética pode ser indicada. É importante ressaltar que mesmo a 
54Aline Cristina Longhini Alberti
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ressonância magnética pode não detectar a capsulite, dependendo da fase da 
doença, e que outras alterações como as tendinites, bursites e lesões dos tendões 
do manguito rotador podem coexistir com a capsulite.
O tratamento na maioria dos casos é não operatório, e consegue obter ótimos 
resultados quando bem realizado. Existem diversas opções de tratamento para 
cada fase da capsulite. Inicialmente, na 1ª fase devem ser realizados tratamentos 
para diminuição da dor e inflamação. Já na 2ª fase, a rigidez, o tratamento deve ser 
voltado para o alongamento e ganho de movimentação e mobilidade do complexo 
do ombro.
Não devemos realizar alongamentos de forte intensidade na fase dolorosa (1ª 
fase), isso pode piorar e prolongar essa fase. Dentre as opções de tratamento para 
a fase dolorosa, estão os antiinflamatórios não hormonais, corticóides, acupuntura, 
infiltrações intra-articulares com corticóide ou os bloqueios do nervo-supraescapular. 
Essa conduta quem deverá tomar é médico.
Segundo Jacobs, os exercícios de fortalecimento muscular devem ser acrescentados 
à medida que a amplitude de movimento da articulação glenoumeral estiver 
aumentada. Evoluindo da posição de decúbito dorsal até a posição ortostática, 
aumentando a atividade de manguito rotador e do deltóide, com os movimentos 
de abdução em plano escapular, rotação externa e extensão do ombro. Os exercícios 
podem ser aplicados por contrações musculares dinâmicas como estáticas. Podendo 
ser executados isotonicamente com contrações concêntricas e excêntricas, 
isometricamente e até mesmo isocineticamente.
A aplicação de calor e de gelo no ombro nessa fase também é muito bem vinda, 
isso irá ajudar no alivio da dor, também poderá contribuir para a recuperação pós-
exercício. Logo que percebido que o paciente está saindo da fase de dor aguda, 
deve ser dado inicio aos exercícios para ganho e manutenção de ADM, além desse 
beneficio também ira ajudar a minimizar a perda de massa e força muscular no 
membro afetado.
55Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
Alguns exercícios devem ser orientados para o paciente realizar em domicilio.
 
Figura 34. Exercícios que devem ser orientados para os pacientes realizarem todos dos dias.
Fonte: Fonte: Google Imagens, 2016
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
O papel da escápula como percebido é de grande importância para conseguirmos 
traçar um protocolo eficiente de tratamento das patologias do ombro. Como dito 
anteriormente devemos saber avaliar de maneira eficiente as articulações que 
estão envolvidas no complexo do ombro. Tendo em vista a grande importância 
da avaliação funcional desse complexo, segue um resumo de avaliação física e 
funcional do Ombro para facilitar a elaboração de um protocolo de exercícios de 
Pilates eficiente para cada paciente.
1. ANAMNESE
Idade:
Endereço:
Profissão:
2. HISTÓRIA CLÍNICA
• O paciente sustenta o membro superior em uma posição protegida? 
• Houve uma lesão, qual foi o seu mecanismo? 
• Quanto tempo?
• Movimentos que causam dor? Como é a dor (característica)?
• Qual atividade aumenta a dor?
• Há qualquer indicação de espasmo muscular, deformidade, atrofia, parestesia?
57Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3. AVALIAÇÃO POSTURAL GLOBAL
• Avaliação especifica da postura do ombro:
• Avaliar os pontos de referência ósseos anteriores (articulação esternoclavicular, 
acromioclavicular, a clavícula e o processo coracóide)- 
• Avaliar os pontos de referencia ósseos posteriores (coluna torácica, a escápula, 
e a articulação acromioclavicular)
• Posição das escápulas (Simetria/ Rotação interna ou externa/ Protração/ 
Retração/ depressão/ superiorização/ alamento).
4. MOVIMENTAÇÃO PASSIVA E ATIVA (BILATERAL)
• Quando e onde, em cada um dos movimentos, ocorre o início de dor; O 
movimento aumenta a intensidade?
• O padrão de limitação do movimento?
• A sensação final do movimento;
• O movimento das articulações;
• Se há restrição de movimento.
• Obs: Para ser mais preciso realizar os testes com o goniômetro.
58Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
5. TESTE DE FORÇA MUSCULAR
Obs: Realizar testes dos músculos mais acometidos.
• Trapézio superior e elevador da escápula;
• Músculo trapézio médio;
• Músculo trapézio inferior;
• Músculos rombóides;
• Músculo serrátil anterior;
• Músculo peitoral menor e maior;
• Músculo deltóide (porção clavicular, acromial e espinal);
• Músculo coracobraquial;
• Músculo grande dorsal;
• Músculo redondo maior e menor;
• Músculo supraespinal e infraespinal;
• Músculo subescapular
59Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
6. TESTES FUCIONAIS IMPORTANTES
• Teste de Apley
• Teste de Neer
• Teste de Lippman
• Teste de Yergason
• Teste de Ludington
• Teste de Jobe
• Teste de Gerber
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A PRÁTICA COM O 
MÉTODO PILATES
EXERCÍCIOS NO
CADILLAC
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1. MOVIMENTO DO ARQUEIRO 
(SENTADO CADILLAC)
OBJETIVOS: 
- Mobilização e estabilização da cintura escapular, mobilização da coluna torácica 
em rotação. Fortalecimento dos extensores do ombro, adutores, elevadores e 
rotadores inferiores da cintura escapular, flexores do cotovelo e rotadores da coluna.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no centro do Cadilac com a coluna neutra, segurar as alças 
com as mãos, mantendoos cotovelos estendidos. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
rotação da coluna flexionando o cotovelo e hiperestendendo o ombro do mesmo lado. 
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento do quadril;
- O movimento deve ocorrer na cintura escapular, ombro e coluna torácica, evite 
movimentar a lombar
62Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar a articulação do quadril.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência da mola ao movimento;
- Realizar o movimento sentado sobre um banco para alunos com encurtamento 
em extensores do quadril.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência da mola;
- Realizar o movimento sentado sobre bosu para maior instabilidade.
 
63Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
2. VARIAÇÃO ARMS UP AND DOWN 
CADILLAC
 
64Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular, fortalecimento dos extensores do ombro e 
rotadores inferiores e depressores da cintura escapular.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal com os joelhos e quadril flexionados e pés 
apoiados no cadilac, mantendo o alinhamento corporal. Segure as alças com as 
mãos.
- Movimento:Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
uma leve extensão horizontal e em seguida a extensão dos ombros, tencionando a 
mola tentando tocar o cadilac. 
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o contato da coluna e das escapulas com o solo;
- A coluna vertebral deve sempre estar alinhada e o movimento deve acontecer 
apenas nos ombros;
- A mão ficará um pouco abaixo da linha do ombro;
- A mola deve ser fixada de maneira diferente, isso irá promover uma maior 
instabilidade e amplitude de movimento, conforme a imagem.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar apenas o movimento de extensão de ombro;
- Realizar o movimento com movimento do punho associado;
- Hiperextensão lombar.
65Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência da mola.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Associar o movimento de rotação externa do ombro;
- Apoio unipodal, diminuindo a base de apoio;
- Realizar a flexão e extensão do quadril até 45° junto com o movimento dos 
membros superiores.
 
66Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3. FORTALECIMENTO DE DELTÓIDE
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna, estabilização da cintura pélvica e escapular, fortalecimento 
dos rotadores superiores da cintura escapular, abdutores do ombro, flexores laterais 
da coluna e abdutores e adutores do quadril. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito lateral no Cadilac, apoie-se sobre a mão tendo o 
cotovelo estendido e ombro abduzido. Os membros inferiores devem estar cruzados 
com os pés apoiados no solo. Segure a alça com a mão livre estando em rotação 
externa de ombro.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
abdução do ombro com o cotovelo estendido, e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola deve ser longa e de baixa resistência;
- Cuidado com hiperextensão de cotovelo;
67Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Alunos com Síndrome do túnel do carpo devem evitar fazer esse exercício;
- As espinhas ilíacas superiores devem estar alinhadas.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento elevando os ombros;
- Movimentar o quadril;
- Hiperextensão lombar;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com os joelhos apoiados no aparelho ou com cotovelo 
fletido no membro inferior de apoio, permitindo contato do antebraço com o 
cadillac;
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Apoio unipodal, diminuindo a base de apoio.
 
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PILATES NAS patologias do ombro
4. POSIÇÃO DE 6 APOIOS COM 
DESENVOLVIMENTO NO CADILAC
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PILATES NAS patologias do ombro
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna, estabilização da cintura pélvica e escapular, fortalecimento 
de abdutores do ombro, extensores do cotovelo e rotadores superiores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: em posição de 6 apoios no Cadilac, a coluna bem alinhada, segurar 
a alça com a mão estando o ombro abduzido a 90 graus e cotovelo totalmente 
fletido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
a extensão do cotovelo e abdução total do ombro. Após, retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola deve ser longa e de baixa resistência;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Alunos com Síndrome do túnel do carpo devem evitar fazer esse exercício;
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Hiperextensão lombar;
- Tencionar o trapézio superior;
- Flexionar lateralmente ou rotar a coluna.
70Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento sem o apoiado dos os joelhos no solo;
- Realizar o movimento com joelhos estendidos e sem contato com o solo.
 
71Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
5. FORTALECIMENTO DE PEITORAL
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna, estabilização da cintura pélvica e escapular, fortalecimento 
de flexores do ombro, extensores do cotovelo e rotadores superiores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado no Cadilac de costas para a barra móvel do Cadilac, 
segurando as alças com as mãos, os ombros em abduzidos a 90° e cotovelos 
flexionados com a radio-ulnar pronada. Incline o tronco a frente estendendo os 
joelhos.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
extensão do cotovelo, flexão horizontal dos ombros e supinação da radio-ulnar até a 
posição neutra, mantendo as mãos na altura dos ombros, e retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O corpo deve estar inclinado para frente e o Powerhouse ativado para manter a 
estabilidade da coluna.
72Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento elevando os ombros;
- Movimentar o quadril.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento sentado sobre uma caixa;
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento em pé sobre o Cadilac;
 
73Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
6. MOBILIDADE DE CINTURA 
ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura pélvica, fortalecimento dos adutores da escápula, 
extensores horizontais do ombro, flexores do cotovelo, rotadores da coluna e 
alongamento dos flexores horizontais do ombro contralateral.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: em pé do lado de fora do Cadilac de frente para as molas. Mantenha 
os joelhos semi-flexionados e os membros superiores com cotovelos estendidos e 
ombros flexionados a 90° segurando as alças com as mãos.
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
rotação da coluna associada à flexão do cotovelo e extensão horizontal do ombro. 
O outro membro superior realizara a flexão horizontal e será tracionado pela mola, 
o que facilitará a rotação do tronco. Retorne à posição inicial, e realizar o movimento 
para o outro lado.
74Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser nem muito e nem pouco resistente, devendo haver um 
equilibrio;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O aluno deve deixar a mola tracioná-lo.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Elevar os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento.
 
75Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
7. MOVIMENTO DE RELÓGIO
OBJETIVOS: 
- Mobilização e alongamento do complexo do ombro, flexores laterais da coluna 
com ênfase nos flexores horizontais dos ombros.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: em pé do lado de fora do Cadilac de costas para as molas, segure 
as alças com as mãos. Mantenha os joelhos semi-flexionados e ombros abduzidos 
em extensão horizontal.- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
uma flexão lateral da coluna. Retorne à posição inicial e realize o movimento para o 
outro lado.
76Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser nem muito e nem pouco resistente, devendo haver um 
equilibrio;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Elevar os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com um membro inferior com quadril fletido e joelho 
flexionado à frente e o outro membro inferior atrás com quadril e joelho estendidos 
na posição do “afundo”;
- Realizar movimento simultâneo com o membro inferior contralateral ao lado da 
inclinação. 
 
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PILATES NAS patologias do ombro
8. SOCO NO CADILAC
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos extensores do cotovelo e flexores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em pé do lado de fora do Cadilac de costas para as molas, segure 
78Aline Cristina Longhini Alberti
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as alças com as mãos. Posicione um membro inferior à frente com quadril e joelho 
fletidos. O outro membro inferior deve estar atrás com quadril e joelho estendidos, 
na posição do “afundo”. 
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
flexão do ombro e extensão de um cotovelo, dando um “soco” para frente, na altura 
do ombro. Retorne à posição inicial e realize o movimento alternadamente.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser nem muito e nem pouco resistênte, devendo haver um 
equilibrio;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar inclinado com leve flexão do quadril.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento bilateralmente com a mesma sobrecarga;
- Realizar o movimento com quadril e joelhos neutros mantendo o apoio dos pés 
em flexão plantar.
 
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9. CRUCIFIXO NO CADILAC
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos flexores horizontais dos ombros e extensores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em pé do lado de fora do Cadillac de costas para as molas segurando 
as alças com as mãos. Mantenha os ombros abduzidos e cotovelos flexionados a 
90 graus. Flexione levemente os quadris mantendo a ativação do powerhouse e 
escápulas organizadas. 
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
flexão horizontal dos ombros associada a extensão dos cotovelos, unindo as mãos. 
Após retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser nem muito e nem pouco resistênte, devendo haver um 
equilibrio;
80Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar inclinado levemente para frente a partir de uma flexão do 
quadril.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Tensionar os elevadores da escápula. 
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o exercício com o quadril de um dos membro inferiores fletido à frente 
e o outro estendido atrás.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento em flexão plantar ou com apoio unipodal.
81Aline Cristina Longhini Alberti
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10. TRÍCEPS
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos extensores do cotovelo e estabilizadores da coluna e ombros.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: De joelhos sobre o Cadilac de frente para a barra torre fixa às molas. 
Segurando a barra torre com as mãos na largura dos ombros, incline levemente o 
tronco à frente estendendo um pouco os joelhos. 
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão dos cotovelos e retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Tencionar os elevadores da escápula.
82Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento unilateral.
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11. ESTABILIZAÇÃO ESCAPULAR 
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos músculos estabilizadores da cintura escapular, extensores do 
cotovelo e flexores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em seis apoios no Cadilac de frente para a barra torre. Segure a 
barra torre com uma das mãos, mantendo este ombro e cotovelo fletidos. Os joelhos 
devem estar alinhados com o quadril e a mão de apoio alinhada com o ombro.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar o 
movimento de extensão do cotovelo com flexão total do ombro sem desestabilizar 
a escápula, empurrando a barra para frente. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser nem muito e nem pouco resistente, devendo haver um 
equilibrio;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
84Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Tencionar os elevadores da escápula.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio unilateral do membro inferior.
85Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
12. MOBILIZAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO 
ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecer os depressores e 
abdutores da cintura escapular.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado em uma bola do lado de fora do Cadilac de frente para 
a barra torre, com os pés apoiados no solo e joelhos fl exionados a 90° alinhados 
com o quadril. Segure a barra torre com uma das mãos mantenho o ombro fl etido e 
cotovelo estendido. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração abduzir a 
escápula empurrando a barra para a frente realizando uma leve rotação da coluna. 
Inspirar, e retornar o movimento durante a expiração.
86Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Tencionar os elevadores da escápula.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência da mola.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio unilateral do membro inferior
 
87Aline Cristina Longhini Alberti
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13. MOBILIZAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO 
ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores 
inferiores e depressores da escápula e extensores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado em uma bola do lado de fora do Cadilac de frente para 
a barra torre, com os pés apoiados no solo e joelhos flexionados a 90° no alinhados 
com o quadril. Segure a barra torre com as mãos, mantendo ombros fletidos ecotovelos estendidos. 
88Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e expirar flexionando 
o cotovelo, após, estenda os cotovelos e flexione ainda mais os ombros. Inspirar, 
e retornar o movimento na expiração, atentando aos movimentos de depressão e 
rotação inferior da escápula.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser nem muito e nem pouco resistênte, devendo haver um 
equilibrio;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência da mola.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio unipodal.
 
89Aline Cristina Longhini Alberti
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14. MOBILIZAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO 
ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores 
do cotovelo e alongamento dos flexores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre a caixa em cima do cadillac com os joelhos 
flexionados e alinhados com o quadril, de costas para a barra torre. Segure a barra 
com as mãos mantendo os ombros hiperestendidos, cotovelos fletidos e radio-ulnar 
supinada. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e expirar estendendo 
os cotovelos contra a resistência das molas. O professor deve ajudar o aluno a se 
posicionar no início do exercício e ajudá-lo a sair do equipamento.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
90Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência da mola.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas.
 
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15. HUNGING PULL UPS 
OBJETIVOS: 
- Estabilização e mobilização da cintura escapular, coluna vertebral e cintura 
pélvica. Fortalecimento dos extensores do quadril e coluna e dos adutores da cintura 
escapular. Alongar a cadeia anterior e posterior alternadamente.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Segurando nas barras horizontais do Cadilac com as mãos, 
mantenha os cotovelos estendidos e escápulas em posição neutra. Os membros 
inferiores devem estar suspensos pelas alças Fuzy tendo os joelhos em extensão e o 
quadril flexionado.
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar o 
movimento de extensão do quadril associado à extensão e hiperextensão da coluna. 
O professor deve ajudar o aluno a se posicionar no inicio do exercício e ajudá-lo a 
sair do equipamento. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A coluna torácica deve realizar a maior amplitude de extensão para não 
sobrecarregar a coluna lombar;
92Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
-Flexionar os cotovelos durante o movimento.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- O instrutor ajudar o aluno dando suporte para o quadril.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Após a extensão do quadril interrompa o exercício, permanecendo em isometria. 
Então, flexione e estenda os cotovelos.
 
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16. SWAN
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular e da coluna vertebral. Fortalecimento dos 
extensores da coluna e dos ombros. Alongamento dos flexores da coluna.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito ventral sobre o Cadillac, segure a barra torre com as 
mãos mantendo os cotovelos fletido próximos ao corpo. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar o 
movimento de extensão da coluna vertebral e cotovelos empurrando a barra torre 
para baixo ativando os extensores do ombro. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A maior amplitude de extensão da coluna deve ser realizada pela coluna torácica, 
para não sobrecarregar a lombar;
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
94Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
-Flexionar o cotovelo durante o movimento.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Empurra a barra torre para frente ao invés de empurrá-la para baixo.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento de extensão de quadril associada com a extensão da 
coluna.
95Aline Cristina Longhini Alberti
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17. BRIDGE
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular e pélvica. Fortalecimento dos extensores do 
quadril coluna e ombros.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal, segure a barra de madeira com as mãos. 
Mantenha os membros inferiores apoiados na alças do trapézio e os ombros 
flexionados a 90°.
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
o a extensão da coluna vertebral e do quadril mobilizando a coluna. Ao mesmo 
tempo, estenda os ombros contra a resistência das molas. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Mobilizar a coluna nas duas fases do movimento;
 - Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
96Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
-Flexionar o cotovelo durante o movimento;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar os movimentos de membros superiores e inferiores separadamente.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Permanecer em isometria na primeira fase do movimento, enquanto isso realize 
movimentos isolados dos membros superiores ou inferiores.
 
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18. ARMS PULL UP AND DOWN
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos flexores do cotovelo e extensores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado com membros inferiores cruzados, tendo joelhos fletidos 
e quadril em rotação externa sobre o Cadilac, de costas para a barra torre. Segure a 
barra torre com as duas mãos, radio-ulnar supinada, cotovelos e ombros flexionados 
aproximadamente a 90°.
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
a extensão do ombro flexionando o cotovelo, levando a barra na direção do peito. 
Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A coluna deve estar alinhada e com alongamento axial;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
98Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento unilateral;
- Realizar o movimento com os joelhos em extensão.
 
99Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
19. ARMS PUSH UP AND DOWN 
(VARIAÇÃO)
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos flexores do cotovelo, extensores do ombro, flexores da coluna 
e transverso abdominal.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no Cadilac de costas para a barra torre,com os joelhos e 
quadris flexionados e tronco inclinado para trás. Segurar a barra torre com as duas 
mãos com a radio-ulnar de supinada e cotovelos flexionados.
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
o movimento de extensão de ombro associado à flexão do cotovelo. Retornar à 
posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A coluna deve estar alinhada e com alongamento axial;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
100Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento unilateral.
101Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
20. ARMS TRÍCEPS / UP AND 
DOWN
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em pé do lado de fora do Cadilac, segure a barra de madeira com 
as mãos e mantenha os cotovelos em 90° de flexão juntos do corpo.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão do cotovelo. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A coluna deve estar alinhada e com alongamento axial;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
102Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência das molas;
- Realizar o movimento com os cotovelos estendidos, realizando apenas a extensão 
dos ombros.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento unilateral com as alças de mão no lugar da barra de madeira.
 
103Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
21. SIT UP.
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular e mobilidade de coluna vertebral. 
Fortalecimento dos flexores da coluna e extensores do ombro e cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal no Cadilac com a cabeça próxima abaixo da 
barra torre. Segure a barra com as duas mãos mantendo os cotovelos estendidos, e 
os joelhos e quadris flexionados com pés apoiados sobre o aparelho.
 - Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
a coluna e quadril, e em seguida estender novamente a coluna. Inspirar e retornar 
à posição inicial. Permita que os ombros flexionem ainda mais e a mobilização da 
coluna nas duas fases de movimento. 
DICAS E CUIDADOS:
- A coluna deve estar alinhada e com alongamento axial;
104Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Aumentar a resistência da mola para ajudar no movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com os joelhos em extensão.
105Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
A PRÁTICA COM O 
MÉTODO PILATES
EXERCÍCIOS NO
REFORMER
106Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
1. FORTALECIMENTO EM DIAGONAL
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos abdutores e extensores horizontais do ombro, rotadores 
superiores e adutores das escápulas.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado no carrinho de lado para a barra do Reformer, segure a 
alça de mão mantendo o ombro aduzido e cotovelo estendido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração abduzir o 
ombro associado à extensão horizontal. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
107Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento elevando as escápulas;
- Realizar o movimento associado à rotação da coluna.
Modificação facilitadora:
- Realizar o movimento sentado sobre a caixa do Reformer;
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento em pé sobre o Reformer.
108Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
2. FORTALECIMENTO DE ROTADORES 
EXTERNOS (REFORMER)
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento de rotadores externos do ombro e adutores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no carrinho do Reformer, com os membros inferiores 
cruzados, tendo joelhos fletidos e quadris em rotação externa. Segure a alça com 
a mão mais distante do eixo. Mantenha o cotovelo fletido a 90° em contato com o 
corpo. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
rotação externa do ombro, o cotovelo deve permanecer em 90° e em contato com 
o corpo.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
109Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O cotovelo permanece fletido a 90° todo o movimento;
- O ombro deve permanecer aduzido durante todo o movimento.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar a hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas;
- Realizar a extensão de cotovelo;
- Abduzir o ombro.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Colocar uma toalha entre o cotovelo e o tronco para aumentar a percepção do 
aluno da posição correta de execução do exercício.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento ajoelhado.
 
110Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3. FORTALECIMENTO DE ROTADORES 
INTERNOS (REFORMER)
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos rotadores internos do ombro e abdutores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no carrinho do Reformer, com os membros inferiores 
cruzados, tendo joelhos fletidos e quadris em rotação externa. Segure a alça com a 
mão mais próxima do eixo das cordas. Mantenha o cotovelo fletido a 90° em contato 
com o corpo. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
rotação interna do ombro, o cotovelo deve permanecer fletido a 90° e o ombro 
aduzido em contato com o corpo.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
111Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O cotovelo deve permanecer fletido a 90° durante todo o movimento;
- O ombro deve permanecer aduzido durante todo o movimento.
 ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar a hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas;
- Realizar a extensão de cotovelo;
- Não manter o ombro aduzido.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Colocar uma toalha entre o cotovelo e o tronco para aumentar a percepção do 
aluno da correta posição do ombro para a realização do exercício.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento ajoelhado.
 
112Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
4. MOBILIDADE E ESTABILIZAÇÃO 
DO OMBRO NO REFORMER
OBJETIVOS: 
- Fortalecer os rotadores da coluna, transverso abdominal e os estabilizadores da 
cintura escapular.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado no carrinho de lado para a barra do reformer, colocar a 
alça de tornozelo no ombro do membro superior miaspróximo à barra do Reformer 
mantendo ombro abduzido, cotovelo fletido e o dorso da mão em contato com a 
testa. Segure a borda do aparelho com a mão do membro superior de apoio. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
rotação da coluna levando o cotovelo do membro superior preso à alça para cima. 
Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a amplitude de movimento do ombro;
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
113Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A pelve deve estar alinhada.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- Elevar as escápulas.
114Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
5. ESTABILIDADE DE OMBRO NA 
POSIÇÃO DE PRANCHA.
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna, estabilização da cintura pélvica e escapular, fortalecimento 
flexores da coluna, transverso abdominal, flexores do quadril, abdutores das 
escápulas e extensores horizontais do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em pé ao lado do Reformer, apoiar a mão de um membro superior 
sobreo carrinho do reformer e outra mão no apoio de pés. Mantenha ombros fletidos 
a 90 graus, cotovelos e joelhos estendidos e quadris levemente abduzidos na largura 
da pelve. Mantenha a coluna em posição neutra.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar o 
movimento de extensão horizontal dos ombros empurrando o carrinho do Reformer 
contra a resistência das molas. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
115Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A pelve deve estar alinhada;
- Cuidado com a hiperextensão lombar.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- Elevar as escápulas;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento ajoelhado sobre a caixa do reformer;
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com abdução do quadril associada à extensão horizontal 
dos ombros.
- Utilizar pouca ou nenhuma resistência para aumentar a instabilidade e enfatizar 
os flexores horizontais dos ombros.
 
116Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
6. EMPURRANDO NO REFORMER 
PARA CIMA
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna, estabilização da cintura pélvica e escapular, fortalecimento 
flexores da coluna, transverso abdominal, flexores do ombro e do quadril e rotadores 
superiores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito ventral ao lado do Reformer, mantenha a mão d 
eum dos membros superiores apoiada sobre a caixa e a outra mão sobre o carrinho, 
apoiada na ombreira. Mantenha os ombros flexionados a 90 graus e cotovelos 
estendidos. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
flexão do ombro, empurrando o carrinho contra a resistência das molas. Retorne à 
posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão de cotovelo;
117Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A pelve deve estar alinhada;
- Cuidado com a hiperextensão lombar.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- elevar as escápulas;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento deitado sobre a caixa do Reformer;
- Realizar o movimento ajoelhado sobre caixa do Reformer mantendo o quadril 
estendido.
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar com apoio unipodal.
 
118Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
7. COMBINAÇÃO DE MOVIMENTOS 
COM CIRCULO DE OMBROS
OBJETIVOS: 
- Estabilização e mobilização da cintura escapular. Fortalecimento dos flexores do 
ombro e da coluna, extensores do cotovelo e rotadores superiores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre Reformer de costas para as cordas, apoie a lombar 
nas ombreiras e mantenha os joelhos estendidos e alinhados com o quadril. Segure 
as alças com as mãos mantendo os ombros hiperextendidos e cotovelos fletidos.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração estenda 
os cotovelos e flexione os ombros , ao mesmo tempo, flexione a coluna levando os 
membros superiores até o prolongamento do corpo. Inspirar e na expiração estenda 
a coluna sem movimentar os membros superiores. Após, aduza os ombros e então 
retorne à posição inicial. 
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PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a hiperextensão do cotovelo;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
-Ultrapassar a linha do corpo nos movimentos.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento fragmentado;
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas.
 
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8. ROTAÇÃO EXTERNA NO REFORMER
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores externos do 
ombros e adutores das escápulas.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre a caixa em cima do Reformer de frente para as 
cordas. Segure as alças com as mãos mantendo os cotovelos flexionados a 90° ao 
lado do corpo com radio-ulnar em posição neutra.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
rotação externa dos ombros. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a amplitude de movimento;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados.
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Afastar os cotovelos do corpo.
121Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a sobrecarga oferecida pelas molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas.
 
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9. BÍCEPS E ESTABILIZADORES DE 
ESCÁPULA
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos extensores do ombro, rotadores inferiores da escápula e 
flexores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre a caixa de frente para as cordas. Os pés devem 
estar apoiados sobre o apoio de cabeça com os joelhos flexionados e alinhados com 
o quadril. Segurar com as mãos as alças mantendo os cotovelos estendidos, ombros 
fletidos e uma radio-ulnar pronada enquanto a outra está supinada.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
para o membro superior em supinação a flexão do cotovelo até 90° enquanto o 
outro membro superior realiza a extensão do ombro até a linha do quadril. Retornar 
à posição inicial e alternar os movimentos.
DICAS E CUIDADOS:
- Cuidado com a amplitude de movimento;
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PILATES NAS patologias do ombro
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Os dois membros devem realizar força simultaneamente.
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Desalinhar os membros superiores.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência das molas;
- Realizar os movimentos separadamente.MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas;
- Realizar o movimento com associado à extensão de um joelho.
 
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10. TRÍCEPS NO REFORMER
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos extensores do cotovelo e flexores horizontais dos ombros. 
Alongamento flexores dorsais do tornozelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sobre o Reformer, de costas para as cordas, sente sobre os 
calcanhares, com a coluna neutra e alinhamento axial. Segure as alças de mão 
mantendo os ombros em abduzidos e cotovelos flexionados com o dorso das mãos 
apoiados na testa.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão do cotovelo associada a flexão horizontal dos ombros. Inspirar e retornar 
à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O tronco deve estar um pouco inclinado para frente, fletindo o quadril.
125Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Desalinhar os membros superiores.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas;
- Realizar o movimento ajoelhado.
 
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PILATES NAS patologias do ombro
11. FORTALECIMENTO DE ROM-
BÓIDES E TRÍCEPS
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna, estabilização da cintura pélvica e escapular, fortalecimento 
dos extensores do cotovelo e adutores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. Segure a alça 
com a mão mais distante dela, mantendo o ombro em abdução com o cotovelo 
flexionado.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão do cotovelo e retornar à posição inicial inspirando.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
127Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento sentado sobre os calcanhares.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas.
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12. THE CAT E FORTALECIMENTO DE 
TRÍCEPS
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo, 
flexores da coluna e transverso abdominal. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em 4 apoios sobre Reformer de frente para as cordas segure a 
ombreira com a mão do membro superior de apoio e a alça com a outra mão. O 
membro superior com a alça deve estar com ombro em posição neutra e cotovelo 
fletido a 90°. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão do cotovelo. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
129Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O movimento deve acontecer apenas com o cotovelo.
- O punho deve ser mantido neutro.
ERROS COMUNS:
- Movimentar o quadril;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a resistência das molas
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio unipodal.
 
130Aline Cristina Longhini Alberti
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13. DESENVOLVIMENTO UNILATERAL
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores da coluna, 
transverso abdominal, flexores, flexores horizontais e abdutores do ombro e 
extensores do cotovelo. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. Segurar a alça 
com a mão mais próxima à ela mantendo o cotovelo flexionado e a radio-ulnar 
supinada. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
flexão do ombro e cotovelo levando a mão a cima da cabeça. Inspirar e retornar à 
posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- O movimento deve acontecer apenas com o cotovelo e ombro;
131Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O tronco deve estar estabilizado;
- O punho deve estar neutro.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento sentado sobre o Reformer.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento em pé sobre o Reformer.
132Aline Cristina Longhini Alberti
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14. PEQUENOS CÍRCULOS COM O 
OMBRO
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos flexores e flexores 
horizontais do ombro, extensores do cotovelo, rotadores da coluna e transverso 
abdominal.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. Segurar a 
alça com a mão mais próxima à ela mantendo o cotovelo flexionado e radio-ulnar 
supinada. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
a extensão de cotovelo, pronação da radio-ulnar e a flexão do ombro associada a 
flexão horizontal. Retorne à posição inicial. O movimento deve ser um semicírculo. 
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
133Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- O movimento deve acontecer apenas com o cotovelo e ombro;
- O tronco deve estar estabilizado;
- O punho deve estar neutro.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento sentado sobre o Reformer.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento em pé sobre o Reformer;
- Aumentar amplitude de movimento.
 
134Aline Cristina Longhini Alberti
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15. ROTAÇÃO DO TRONCO 
ESTABILIZADORA 
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecer o transverso abdominal, e os 
rotadores da coluna. Estabilização da cintura pélvica.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. Segurar a alça 
com a mão mais próxima à ela mantendo o ombro em abdução com o cotovelo 
flexionado, o ombro contralateral deve estar em abdução a 90 graus com o cotovelo 
estendido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
rotação da coluna. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A coluna deve estar estabilizada para realizar o movimento de rotação;
135Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O punho deve estar neutro.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Hiperextensão lombar;
- Elevaras escápulas.
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento sentado sobre a caixa do Reformer.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento em pé sobre o Reformer.
 
136Aline Cristina Longhini Alberti
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16. FORTALECIMENTO DE TRÍCEPS 
COM ALONGAMENTO DE CADEIA 
LATERAL 
 OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do cotovelo e 
transverso abdominal. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. A mão mais 
próxima às ombreiras deve estar apoiado sobre ela de forma que a coluna fique em 
flexão lateral. A mão do membro superior livre deve estar segurando a alça de mão 
com o ombro abduzido e cotovelo fletido. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão do cotovelo. Inspirar e retornar à posição inicial.
137Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A cervical deve estar bem posicionada;
- O tronco deve estar estabilizado;
- O punho deve estar neutro.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a resistência das molas.
 
138Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
17. ABRAÇANDO O CÉU 
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos abdutores do ombro e 
flexores do cotovelo. Flexores laterais da coluna e transverso abdominal como 
estabilizadores.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra. A mão mais 
próxima ao apoio das ombreiras deve estar segurando a alça de mão. Os ombros 
devem estar abduzidos a 90° com os cotovelos semi-flexionados e radio-ulnar 
supinada. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
abdução dos ombros até as mãos se encontrarem. Inspirar e retornar à posição 
inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O quadril deve estar alinhado e estabilizado;
- A cervical deve estar bem posicionada;
139Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O tronco deve estar estabilizado;
- O punho deve estar neutro;
- Cotovelos semi-flexionados.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento sentado sobre a caixa do Reformer.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com um apoio unilateral.
 
140Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
18. KNEE STRETCHES ROUND
 
OBJETIVOS: 
- Mobilização da coluna e cintura pélvica. Estabilização da cintura escapular. 
Fortalecimento dos flexores do ombro e extensores da coluna. Alongamento dos 
extensores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer com as mãos apoiadas na barra à 
frente. Mantenha o quadril alinhado com os joelhos. Os pés devem estar em contato 
com as ombreiras. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração iniciar o 
movimento realizando a flexão da coluna, vértebra por vértebra, a partir da coluna 
cervical até a coluna lombar e então flexione o quadril e os ombros estendendo a 
coluna. Inspire e retorne à posição inicial. 
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O joelho deve estar bem estabilizado;
141Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- Ao final do movimento as articulações do quadril e joelho devem estar flexionadas 
a 90°.
 ERROS COMUNS:
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
- Perder o alinhamento dos membros inferiores.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Ajudar o aluno com estimulo no quadril para que ele mantenha o alinhamento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Reduzir a resistência das molas.
 
142Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
19. MERMAID
OBJETIVOS: 
- Mobilização da coluna, alongamento dos flexores laterais da coluna. 
Fortalecimento dos músculos rotadores inferiores da escápula para estabilização.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no Reformer com membros inferiores cruzados, joelhos 
flexionados e quadril em rotação externa, de lado para a barra. Apoie uma das mãos 
na barra de pés.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração empurrar 
a barra estendendo o cotovelo, abduzindo o ombro e flexionando a coluna 
lateralmente. Ao mesmo tempo, o membro superior livre deve realizar um abdução 
de ombro acompanhando o movimento da coluna.
143Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Os glúteos não devem perder o apoio com o carrinho do Reformer.
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas.
- Perder o alinhamento axial.
 Modificação facilitadora:
- Sentar com um joelho flexionado e o quadril em rotação externa, e o outro 
membro inferior com joelho estendido e quadril neutro, formando um 4.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Sentar na posição de “sereia”. 
- Associar a rotação da coluna ao final do movimento.
 
144Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
20. LONG STRETCHES UP
OBJETIVOS: 
- Estabilização de coluna vertebral, cintura pélvica e escapular. Fortalecimento 
flexores do quadril, flexores da coluna, transverso abdominal, flexores e extensores 
do ombro, de acordo com a resistência.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito ventral, mãos apoiadas na barra do Reformer com os 
cotovelos estendidos e ombros fletidos a 90°. Mantenha os joelhos estendidos e pés 
apoiados nas ombreiras em flexão plantar. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os ombros contra a resistência das molas. Inspirar e retornar à posição inicial. 
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A cervical alinhada;
- O quadril deve estar alinhado e pelve neutra durante todo o movimento.
145Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Perder o alinhamento axial;
- Hiperextensão lombar;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento na posição ajoelhado sobre o carrinho.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Manter-se na posição final e flexionar e estender o quadril e joelho.
 
146Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
21. ARMS UP AND DOWN
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos músculos extensores do 
ombro e rotadores inferiores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal no Reformer, segurando as alças de mão com 
os cotovelos estendidos e ombros fletidos a 90°. Mantenha o quadril e os joelhos 
fletidos a 90°.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão de ombro. Retorne à posição inicial. 
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados em 90°;
- A cervical alinhada;
- O punho deve ser mantido neutro;
- Manter a pelve neutra durante todo o movimentoe o powrhouse ativado.
147Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas;
- Perder o alinhamento axial;
- Flexionar o cotovelo;
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com os membros inferiores cruzados um sobre o outro.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Modificar a posição dos membros inferiores estendendo os joelhos.
 
148Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
22. ARMS CICLE
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos músculos adutores do 
ombro e rotadores inferiores e superiores como estabilizadores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal sobre o Reformer segure as alças de mão com 
os cotovelos estendidos e ombros fletidos a 90°. Mantenha o quadril e os joelhos 
flexionados a 90°.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração estenda 
horizontalmente os ombros sem movimentar o carrinho. Em seguida, aduza os 
ombros contra a resistência, levando a mão em encontro do quadril, e retorne à 
posição inicial flexionando os ombros.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados a 90°;
- A cervical deve estar alinhada;
149Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O movimento pode ser realizado nos dois sentidos;
- O punho deve ser mantido neutro;
- A deve ser mantida pelve neutra durante todo o movimento e o powerhouse 
ativado.
ERROS COMUNS:
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
- Flexionar o cotovelo;
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com os membros inferiores cruzados um sobre o outro;
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Modificar a posição dos membros inferiores estendendo os joelhos.
 
150Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
23. ARMS BÍCEPS
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco. Fortalecimento dos músculos flexores do cotovelo, além 
dos estabilizadores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre o Reformer com os membros inferiores cruzados, 
de frente para as cordas. Segure com as mãos as alças mantendo os cotovelos 
estendidos e ombros fletidos a 90° com a radio-ulnar supinada.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os cotovelos levando as mãos na direção da testa, sem elevar as escápulas. Inspirar 
e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados em 90° 
de flexão;
- O punho deve ser mantido neutro;
151Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- A pelve deve estar neutra durante todo o movimento e o powerhouse ativado.
ERROS COMUNS:
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
- Realizar o movimento estendendo os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento sentado sobre a caixa do Reformer
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Modificar a posição dos membros inferiores estendendo os joelhos.
 
152Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
24. ARMS PULLING
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos extensores do 
ombro, flexores do cotovelo e rotadores inferiores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre o Reformer com os membros inferiores cruzados, 
de frente para as cordas. Segure com as mãos as alças mantendo os cotovelos 
estendidos e ombros fletidos a 90°.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os cotovelos até 90° e, ao mesmo tempo, estendendo os ombros aproximando as 
escápulas. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A cervical alinhada;
- O punho deve ser mantido neutro;
- O A pelve deve estar neutra durante todo o movimento e o powerhouse ativado.
153Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento sentado sobre a caixa do Reformer;
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento iniciando com os ombros abduzidos; 
Modificar a posição dos membros inferiores estendendo os joelhos.
 
154Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
25. ARMS OPEN AND CLOSE
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos músculos 
abdutores e extensores horizontais dos ombros, adutores e rotadores superiores da 
escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre a caixa em cima do Reformer de frente para as 
cordas. Apoie os pés na cabeceira do aparelho e mantenha os joelhos flexionados. 
Segure com as mãos as alças mantendo os cotovelos semi-flexionados e os ombros 
flexionados a 45°.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração abduza 
e estenda horizontalmente os ombros, aduzindo as escápulas. Inspire e retorne à 
posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas;
- A cervical deve estar alinhada;
155Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O punho deve ser mantido neutro;
- A pelve deve estar neutra durante todo o movimento e o powerhouse ativado.
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
- Perder o alinhamento do punho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Modificar a posição dos membros inferiores estendendo os joelhos.
 
156Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
26. THE QUEEN
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos músculos flexores 
do ombro e rotadores superiores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado no Reformer sobre a caixa de costas para as cordas. 
Mantenha os joelhos estendidos sobre a caixa. Segure as alças com as mãos 
mantendo os cotovelos estendidos, com a radio-ulnar supinada.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os ombros. Inspirar e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados em 90° 
de flexão;
- O punho deve estar neutro;
- A pelve deve ser mantida neutra durante todo o movimento e o powerhouse 
ativado.
157Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a resistência das molas.
158Aline Cristina Longhini Alberti
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27. EMPURRANDO A BARRA
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos extensores da 
coluna, abdutores do ombro, adutores da escápula, rotadores inferiores da escápula, 
como estabilizadores e extensores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Deitado sobre a caixa em cima do Reformer de frente para a barra 
de pés. Segurar a barra com as mãos mantendo os cotovelos flexionados e os ombros 
abduzidos. O apoio do tórax na caixa deve estar próximo ao processo xifóide.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração estenda 
os cotovelos e abduzindo os ombros ainda mais. Sustente a posição e estenda a 
coluna estendendo os ombros. Inspire e retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A cervical deve estar alinhada;
- A pelve deveser mantinda neutra durante todo o movimento e o powerhouse 
ativado.
159Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
- Realizar o movimento flexionando horizontalmente os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a resistência das molas;
- Realizar apenas a primeira fase do movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento unilateral.
 
160Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
28. EMPURRANDO O REFORMER 
COM O OMBRO
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos flexores do 
quadril, flexores da coluna, transverso abdominal, flexores dos ombros, extensores 
do cotovelo e estabilizadores da escápula. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito ventral, com os pés apoiados na barra de pés e os 
cotovelos flexionados apoiados sobre o carrinho do Reformer com ombros fletidos 
e as mãos em contato com as ombreiras. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os ombros empurrando o carrinho contra a resistência das molas. Inspirar e retornar 
à posição inicial.
161Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A lombar e cervical devem estar alinhadas;
- Os cotovelos devem estar alinhados com os ombros.
- A pelve deve ser mantida neutra durante todo o movimento e o powerhouse 
ativado.
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com apoio unipodal.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Diminuir a resistência das molas desafia os estabilizadores. Aumentar a resistência 
das molas deixa o movimento mais estável e desafia os flexores do ombro e 
extensores do cotovelo.
 
162Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
29. DESLIZANDO O REFORMER
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos flexores laterais da 
coluna, abdutores do ombro e rotadores inferiores da escápula como estabilizadores.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado sobre o Reformer de lado para a barra dos pés. O joelho 
do membro inferior de apoio deve estar fletido e em contato com a ombreira. O 
outro membro inferior deve estar com joelho estendido e sem apoio. Segure a barra 
com a mão do membro superior de apoio mantendo o ombro abduzido a 90 graus 
e cotovelo estendido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
a abdução de ombro contra a resistência das molas. Em seguida realize uma flexão 
lateral da coluna a favor da gravidade. Retorne à posição inicial.
163Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A cervical deve estar alinhada;
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
- Realizar apenas a flexão lateral da coluna.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com apoio bipodal;
- Realizar apenas a primeira fase do movimento;
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio dos pés e joelhos estendidos. 
 
164Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
30. ESTABILIZAÇÃO ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos abdutores do 
ombro, flexores laterais da coluna e estabilizadores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito lateral sobre o Reformer. Mantenha os joelhos e 
quadril flexionados. Apoie um membro superior com ombro abduzido e cotovelo 
fletido sobre o apoio de pés do Reformer.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
abdução do ombro contra a resistência das molas. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A cervical deve estar alinhada;
- A pelve deve ser mantida neutra durante todo o movimento e o powerhouse 
ativo.
165Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
 - Desalinhar a coluna.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento estendendo os joelhos e quadril ao mesmo tempo que 
abduz o ombro.
 (Variação)
166Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 
30. ROTAÇÃO DE TRONCO COM 
BASTÃO
OBJETIVOS: 
- Estabilização do tronco e cintura escapular. Fortalecimento dos rotadores da 
coluna e adutores e abdutores das escápulas como estabilizadores.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado de lado sobre o Reformer com os membros inferiores 
cruzados. Passar um bastão pelas alça de pés e segurar o bastão posicionado na 
vertical com as mãos. Mantenha os ombros abduzidos e cotovelos fletidos.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
rotação da coluna mantendo a posição dos ombros. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- A cervical deve se manter alinhada;
167Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar;
- Perder o contado do quadril com o aparelho.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Segurar o bastão com uma mão sobre a outra.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento ajoelhado sobre o Reformer.
168Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
A PRÁTICA COM O 
MÉTODO PILATES
EXERCÍCIOS NO
CHAIR
169Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
1. FORTALECIMENTO DOS 
MÚSCULOS ESTABILIZADORES 
DOS OMBROS
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos extensores do ombro e flexores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: De joelhos sobre o pedal da Chair de frente para as barras verticais. 
Segure as manipulas com as mãos mantendo os ombros e cotovelos em flexão a 90º.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração estenda 
os ombros ao mesmo tempo que flexiona os cotovelos. Permita que o pedal suba, 
170Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
assistindo o movimento. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- Para iniciantes use molas de alta resistência;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar levemente inclinado para frente a partir da articulação do 
quadril.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Aumentar a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Diminuir a resistência das molas.
171Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
2. SUPINO EM PRANCHA
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna vertebral, cintura pélvica e escapular. Fortalecimento dos 
flexores do quadril, flexores da coluna, transverso abdominal, rotadores da coluna, 
extensores do cotovelo, flexores horizontais dos ombros e adutores das escápulas 
como estabilizadores.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito ventral ao lado da Chair. Mantenha o apoio nos pés 
em flexão plantar de tornozelo, e as mãos apoiadas, uma no pedal do aparelho e, a 
outra, sobre o banco do Barrel. Mantenha os ombros fletidos e cotovelos estendidos 
com as escápulas organizadas. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
a extensão horizontal dos ombros com flexão do cotovelo permitindoque o pedal 
suba assistindo o movimento. Retorne à posição inicial contra a resistência das 
molas.
172Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- Para iniciantes utilize molas de baixa resistência;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar alinhado com a pelve.
- Não realizar a rotação da coluna.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros e o quadril;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento na posição de seis apoios.
- Realizar o movimento em quatro apoios, somente com os joelhos apoiados no 
chão.
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Aumentar a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio unipodal.
173Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3. ORGANIZAÇÃO DAS ESCÁPULAS 
NOS APOIOS DA CHAIR 
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento dos depressores das escápulas.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre o assento Chair com os pés apoiados nos pedais. 
Os pedais devem estar quase tocando o solo com os joelhos fletidos a 90°. As mãos 
174Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
devem estar segurando as manipulas das barras verticais com cotovelos fletidos.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração deprimir 
as escápulas. Sustente a posição por alguns segundos e retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O tronco deve estar alinhado com a pelve.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento estendendo o quadril;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com molas de baixa resistência.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com apoio unipodal. 
 
175Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
4. TRÍCEPS UNILATERAL
OBJETIVOS: 
- Estabilização da cintura escapular. Fortalecimento extensores do cotovelo, 
adutores do ombro, flexores laterais da coluna e rotadores inferiores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado de lado para os pedais da Chair sobre a caixa do Reformer. 
Os joelhos e quadris devem estar flexionados e os pés apoiados no solo. Apoie uma 
das mãos sobre o pedal da Chair com ombro abduzido e cotovelo fletido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
adução do ombro e extensão do cotovelo contra a resistência das molas. Retorne à 
posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar alinhado com a pelve;
176Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- A coluna não deve realizar a flexão lateral ou rotação.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento desalinhando os ombros e o quadril;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento sentado sobre caixas de diferentes tamanhos para alterar 
a amplitude do movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com os joelhos estendidos.
 
177Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
5. TRICEPS SITTING ON
 
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna vertebral e cintura escapular. Fortalecimento flexores 
do ombro, extensores do cotovelo, estabilizadores da escápula. Alongamento dos 
flexores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre a caixa do Reformer de costas para os pedais da 
Chair. Apoie os pés no solo mantendo joelhos e quadril flexionados. As mãos devem 
estar apoiadas nos pedais com ombros hiperestendidos e em rotação externa. 
Mantenha oos cotovelos flexionados.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
extensão do cotovelo e flexão dos ombros contra a resistência das molas. Retorne à 
posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A mola não deve ser forte inicialmente;
178Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar alinhado com a pelve.
- Auxilie o aluno na hora iniciar e finalizar o movimento.
- Cuidado com pacientes com instabilidade articular nos ombros.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento estendendo o quadril;
- Elevar as escápulas;
- Afastar os cotovelos flexionando horizontalmente os ombros.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento retirando com apoio unipodal, mantendo o joelho em 
extensão durante toda a execução do exercício.
 
179Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
6. ESTABILIZAÇÃO ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Estabilização da coluna vertebral e cintura escapular. Fortalecimento adutores 
do ombro e rotadores inferiores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre a caixa do Reformer de lado para os pedais da 
Chair com os pés apoiados no solo, joelhos e quadril flexionados. Apoie o cotovelo 
flexionado, antebraço e mão sobre os pedais. Mantenha o ombro abduzido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração aduza o 
ombro contra a resistência das molas. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados; 
- O tronco deve estar alinhado com a pelve.
180Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento estendendo o cotovelo;
- Elevar a escápula.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a resistência das molas.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento retirando com apoio unipodal, mantendo um joelho em 
extensão durante a execução do exercício.
181Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
A PRÁTICA COM O 
MÉTODO PILATES
EXERCÍCIOS NO
LADDER
BARREL
182Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
1. SAUDAÇÃO
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos abdutores do ombros, flexores do cotovelo, flexores e 
rotadores da coluna.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre o Ladder Barrel com pés apoiados no espaldar 
tendo joelho e quadril fletidos. Mantenha os ombros em abdução, cotovelos semi-
flexionados e radio-ulnar supinada segurando uma Tonning Ball com cada mão. 
Inicie o movimento com a coluna flexionada.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
movimentos de rotação da coluna mantendo a estabilidade em membros superiores 
e cintura pélvica.
183Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o controle do tronco;
- Cuidado com hiperextensão de cotovelo, ele deve-se manter semi-flexionado.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento com o punho;
- Movimentar a articulação do quadril;
- Hiperextensão lombar.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Apoio unilateral dos pés.
 
184Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
2. SWAN
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos flexores e extensores do ombro. Alongamento extensores da 
coluna e do quadril. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre o Ladder Barrel com pés apoiados tendo joelhos 
estendidos. Mantenha os ombros em fletidos a 90°, cotovelos estendidos e radio-
ulnar pronada, segurando uma Tonning Ball com cada mão.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
a rotação associada com a flexão e flexão lateral da coluna. Leve a mão direita em 
direçãoao pé esquerdo estendendo o ombro esquerdo. Retorne à posição inicial e 
repita para o outro lado.
185Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o controle do tronco;
- Cuidado com hiperextensão de cotovelo.
- A cervical deve acompanhar o movimento da coluna.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento com o punho;
- Movimentar a articulação do quadril.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento.
186Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3. EXTENSORES
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos extensores da coluna, extensores horizontais do ombro e 
extensores do cotovelo.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: EM decúbito ventral sobre o Ladder Barrel, com os pés apoiados e 
joelhos estendidos. Mantenha os membros superiores à frente do corpo segurando 
uma Tonning Ball em cada uma das mãos. A coluna deve permanecer neutra ao 
longo de todo o exercício. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
movimentos de extensão horizontal do ombro e retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o controle do tronco;
- Cuidado com hiperextensão de cotovelo;
- A coluna deve estar neutra;
- Cuidado com hiperextensão da coluna;
187Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- A coluna não se movimenta.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento com o punho;
- Movimentar a articulação do quadril.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento; 
- Realizar o movimento de remada alta.
- Repousar sobre o Barrel.
 MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento de flexão e extensão de ombro;
188Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
A PRÁTICA COM O 
MÉTODO PILATES
EXERCÍCIOS NO
SOLO E
ACESSÓRIOS
189Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
1. MOBILIDADE GLENOUMERAL COM 
ESTABILIZAÇÃO ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
-Mobilizar a articulação glenoumeral, fortalecimento dos depressores da coluna 
como estabilizadores da cintura escapular.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal com os joelhos e quadril flexionados e pés 
apoiados no solo. Segure com uma das mãos uma Over Ball sobre o ombro oposto.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
circundução do ombro sob a Over Ball. O movimento de círcundução deve iniciar 
com a flexão do ombro, seguir para extensão horizontal, e adução até a posição 
inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o contato da coluna torácica e escapulas com o solo;
- A coluna vertebral deve sempre estar alinhada, o movimento deve acontecer 
apenas nos ombros.
190Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento de círculo com o punho;
- Movimentar a articulação do quadril;
- Hiperextensão lombar.
- Elevação das escápulas
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento, usando uma bola maior.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a amplitude de movimento, usando uma bola menor;
- Realizar o movimento utilizando Tonnig Ball ou faixa elástica como resistência à 
circundução do ombro;
- Apoio unipodal;
- Associar movimento unilateral de extensão do quadril e joelho.
 
191Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
2. MOBILIDADE DA CINTURA 
ESCAPULAR E ALONGAMENTO DE 
PEITORAL
OBJETIVOS: 
-Mobilizar a articulação glenoumeral, e cintura escapular, alongamento dos 
flexores e flexores horizontais do ombro. Fortalecer os depressores, rotadores 
inferiores e adutores da escápula como estabilizadores.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em pé, segurando uma faixa elástica de resistência forte, com os 
cotovelos estendidos. A distância entre as mãos deve ser um pouco maior do que a 
largura dos ombros.
192Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os ombros até levar a faixa acima da cabeça. Circunde os ombros, levando a faixa até 
o quadril. Inspirar e retornar à posição inicial. 
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno deve respeitar seu limite;
- Não elevar as escápulas.
- A coluna vertebral deve sempre estar estável, o movimento deve acontecer 
apenas nos ombros.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento tencionando a cervical;
- Elevar as escápulas;
- Movimentar a articulação do quadril;
- Hiperextensão lombar.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Aumentar a distância inicial entre as mãos.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com um bastão, ou faixa rígida.
 
193Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
3. POSICIONAMENTO ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Mobilização e estabilização da cintura escapular e coluna vertebral. Fortalecimento 
do transverso abdominal, adutores e abdutores da escápulas como estabilizadores 
e flexores da coluna.
194Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Posição de 6 apoios, mantendo as mãos alinhadas com os ombros, 
e joelhos alinhados com a pelve.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração a flexão 
da coluna e abdução das escápulas. Inspirar e na expiração realizar a adução das 
escápulas associada a extensão da coluna. 
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- Alunos com Síndrome do túnel do carpo devem executar com apoio de cotovelos 
e antebraços no solo.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar a articulação do quadril;
- Hiperextensão lombar.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento em pé, com as mãos apoiadas na parede;
- Utilizar um suporte para apoio das mãos.
195Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
4. MOBILIDADE DE ROTAÇÃO INTER-
NA E EXTERNA
OBJETIVOS: 
-Mobilizar a articulação glenoumeral, alongamento dos rotadores da coluna e 
flexores horizontais do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito lateral, com o joelho e o quadril do membro inferior 
de apoio estendidos, O membro inferior livre deve estar com joelho flexionado 
apoiado sobre uma bola pequena, tendo o quadril fletido a 90°. Mantenha a cabeça 
apoiada sobre o membro superior de apoio com cotovelo e ombro fletidos, e 
membro superior livre com ombro flexionado a 90° e cotovelo estendido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
rotação da coluna associada a extensão horizontal do membro superior livre.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o contato da cabeça com o apoio;
- A bola pequena irá limitar o movimento, mantenha o membro inferior em contato 
com a bola.
196Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Perder o contato com a bola;
- Perder o alinhamento do ombro.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento, usando uma bola maior.
- Diminuir a amplitude de movimento de rotação da coluna.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Aumentar a amplitude de movimento, usando uma bola menor;
- Realizar o movimento utilizando uma Tonnig Ball como resistência ao movimento 
do ombro.
 
197Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
5. ESTABILIDADE DE MANGUITO 
ROTADOROBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos estabilizadores da cintura escapular e ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito lateral, com os joelhos e o quadril flexionados a 
90°, mantenha a cabeça apoiada na mão do membro superior de apoio. O membro 
superior livre deve estar com o ombro abduzido, cotovelo estendido e com um 
halter na mão.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
o movimento de rotação interna e externa do ombro associado à supinação e 
pronação da radio-ulnar, mantendo o cotovelo neutro. 
DICAS E CUIDADOS:
- Manter o alinhamento da cervical;
- Manter o movimento no ombro, não somente na radio-ulnar.
198Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Perder o alinhamento do ombro.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a carga.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Diminuir a base de apoio.
 
199Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
6. ESTABILIDADE DA CINTURA 
ESCAPULAR 
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos estabilizadores da cintura escapular, depressores, rotadores 
inferiores e adutores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito dorsal com os joelhos flexionados e pés apoiados no 
solo. Segure com as mãos um bastão mantendo o alinhamento de ombros, cotovelos 
e punhos, tendo ombro semi-flexionados e cotovelos estendidos.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração flexionar 
os ombros até o prolongamento do corpo. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- A limitação da amplitude do movimento será dor, ou o aluno não conseguir 
manter o apoio da torácica e escápulas no solo.
- A coluna vertebral deve sempre estar alinhada, o movimento deve acontecer 
apenas nos ombros.
200Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
 ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar a articulação do quadril;
- Hiperextensão lombar.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento sem o uso do bastão.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento utilizando Tonnig Ball, ou faixa elástica como resistência 
para o movimento de membros superiores;
- Apoio unipodal;
- Associar o movimento unilateral de extensão e flexão do quadril e joelho.
 
201Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
7. ESTABILIDADE DA CINTURA 
ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento do transverso abdominal, extensores horizontais do ombro e 
adutores das escápulas. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em posição de seis apoios, fixe uma das extremidades de uma 
faixa elástica sob a mão de apoio. Com a outra mão segura a outra extremidade da 
faixa. Mantenha o alinhamento da coluna e cintura escapular.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração extender 
horizontalmente o ombro com o cotovelo estendido contra a resistência da faixa 
elástica. 
DICAS E CUIDADOS:
- A amplitude do movimento deverá respeitar o plano escapular, e a estabilização 
das escápulas.
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna, rodando o tronco;
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PILATES NAS patologias do ombro
- Alunos com Síndrome do túnel do carpo devem manter o membro superior de 
apoio com cotovelo fletido e apoio sobre o antebraço;
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar a articulação do quadril;
- Hiperextensão lombar.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento sem o uso da faixa elástica;
- Utilizar um suporte para a mão de apoio.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar a extensão do quadril e joelho contralaterais;
- Posicionar um disco de rotação sob a mão de apoio.
 
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8. SWAN (VARIAÇÃO)
OBJETIVOS: 
-Mobilizar a coluna vertebral e estabilizar a cintura escapular. Fortalecer os 
extensores do cotovelo, ombro e coluna. Alongamento dos flexores da coluna.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito ventral mantenha os punhos apoiados sobre um 
rolo com ombros fletidos no prolongamento do corpo e cotovelos em extensão. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração estender 
a coluna, mobilizando-a, empurrando o rolo contra o solo.
204Aline Cristina Longhini Alberti
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 DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o contato das cristas ilíacas e púbis com o solo;
- Não realizar hiperextensão de cotovelo;
- O movimento de extensão deve ocorrer inicialmente na coluna torácica;
- Não realizar hiperextensão da coluna cervical.
 ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar hiperextensão na cervical;
- Elevar as escápulas;
- Empurrar o rolo para frente.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento utilizando uma Over Ball.
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9. ESTABILIZAÇÃO ESCAPULAR
 OBJETIVOS: 
- Fortalecer os rotadores inferiores, depressores e adutores das escápulas como 
estabilizadores.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado, apoie o quadril e abdômen sobre uma bola. Os ombros 
devem estar abduzidos e em rotação externa com os cotovelos flexionados. O quadril 
deve estar semi-flexionado inclinado o tronco à frente e mantendo a coluna neutra.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração abduzir 
ainda mais os ombros e estender os cotovelos, mantendo as escápulas estáveis. 
Retorne à posição inicial.
206Aline Cristina Longhini Alberti
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DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- Não realizar hiperextensão de cotovelo;
- O quadril deve estar alinhado;
- Não realizar hiperextensão de cervical.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o exercício ajoelhado, sem a inclinação do corpo sobre o apoio da bola.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento utilizando uma Over Ball.
- Realizar o movimento com joelhos estendidos tendo o apoio dos pés no solo e 
da região abdominal sobre a bola.
 
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10. MOBILIZAÇÃO E ESTABILIZAÇÃO 
ESCAPULAR
OBJETIVOS: 
- Fortalecer os estabilizadores da cintura escapular e mobilizar a coluna torácica.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre os calcanhares, apoie as mãos sobre um rolo 
próximo ao joelho mantendo os ombros semi-flexionados e cotovelos estendidos.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na abduza as escápulas 
ao mesmo tempo que realiza a flexão da coluna.
DICAS E CUIDADOS:
- Não elevar as escápulas.
- Manter o tempo todo o quadril em contato com o calcanhar.
ERROS COMUNS:
- Realizar o movimento tencionando a coluna cervical;
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PILATES NAS patologias do ombro
- Elevar as escápulas;
- Hiperextensão lombar.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Aumentar a distância entre as mãos.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento com um bastão, ou faixa rígida sem o contato com o solo.
 
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11. MOBILIZAÇÃO DE COLUNA 
TORÁCICA COM O ROLO
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos estabilizadores da cintura escapular e coluna. Alongamento 
dos rotadores da coluna, adutores das escápulase extensores horizontais dos 
ombros.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em posição de seis apoios posicione um no solo ao longo e paralelo 
ao corpo. Apoie sobre o rolo o dorso da mão do membro superior contralateral. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
rotação da coluna e flexão horizontal do ombro. Retorne à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da pelve;
- Evite o movimento da coluna lombar;
- Alunos com Síndrome do túnel do carpo devem evitar esse exercício.
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ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial e realizar a flexão lateral da coluna ou compensar 
com movimentos da pelve.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Realizar o movimento em pé, com as mãos apoiadas na parede;
- Utilizar um suporte para apoio da mão de que está no solo.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar o movimento substituindo o rolo por uma bola.
 
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12. MOBILIDADE DE ROTAÇÃO DOS 
OMBROS COM BANDA ELÁSTICA
OBJETIVOS: 
-Mobilizar a articulação glenoumeral e cintura escapular. Alongar os flexores 
horizontais dos ombros. Fortalecer os estabilizadores da escápula e adutores e 
abdutores do ombro.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Ajoelhado, posicione um membro inferior à frente com quadril e 
joelho fletidos e pé apoiado no solo. Segure as extremidades de uma faixa elástica 
com as mãos, tendo os ombros fletido no prolongamento do corpo e cotovelos 
estendidos. 
212Aline Cristina Longhini Alberti
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- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
circundução dos ombros, rotando a coluna para o lado da perna de apoio à frente, 
tencionando a faixa aduzindo os ombros na fase 1 e abduzindo na fase 2.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno deve respeitar seu limite;
- A distância entre as mãos deve ser um pouco maior que a largura dos ombros;
- As escapulas devem estar estabilizadas;
- Não elevar as escápulas.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Realizar o movimento tencionando a cervical;
- Elevar as escápulas;
- Perder a estabilidade do quadril.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Diminuir a amplitude de movimento;
- Aumentar a distância entre as mãos.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Alinhar os pés, estando ajoelhado.
 
213Aline Cristina Longhini Alberti
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13. FORTALECIMENTO DE ROM-
BÓIDES E TRÍCEPS
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento de extensores do cotovelo, adutores da escápula, extensores 
horizontais do ombro, flexores laterais da coluna, transverso abdominal, adutores e 
abdutores do quadril. 
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Em decúbito lateral, mantenha os pés apoiados no solo com 
membros inferiores cruzados e apoio sobre uma mão, com cotovelo estendido e 
ombro abduzido. Fixe a extremidade de uma faixa elástica sob a mão de apoio. A 
outra extremidade da faixa deve estar fixa não mão do membro superior livre, co 
cotovelo fletido.
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração estenda 
horizontalmente o ombro, e estenda o cotovelo flexionado contra a resistência da 
faixa elástica. Retornar à posição inicial.
214Aline Cristina Longhini Alberti
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DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- Alunos com Síndrome do túnel do carpo devem evitar fazer esse exercício;
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o quadril;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas;
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento sem o uso da faixa elástica;
- Realizar o movimento com os joelhos flexionados e apoiados no solo;
- Realizar o exercício com suas fases isoladas, somente movimento de ombro ou 
cotovelo.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Apoio unipodal.
 
215Aline Cristina Longhini Alberti
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14. FORTALECIMENTO DE 
ROTADORES EXTERNOS
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos rotadores externos do ombro e adutores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre uma faixa elástica com membros inferiores cruzados 
com joelhos flexionados e quadril em rotação externa. Segure a outra extremidade 
da faixa elástica com a mão do membro superior contralateral. Mantenha o cotovelo 
flexionado a 90° em contato com o corpo. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar a 
216Aline Cristina Longhini Alberti
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rotação externa do ombro e adução da escápula. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
- O aluno deve estar sentado sobre os ísquios.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o punho;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com faixa elástica de baixa resistência;
- Realizar o movimento sentado em uma cadeira.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Segurar uma extremidade da faixa elástica com cada uma das mãos e realizar a 
rotação externa bilateral.
 
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15. FORTALECIMENTO DE 
ROTADORES INTERNOS
OBJETIVOS: 
- Fortalecimento dos rotadores internos do ombro e abdutores da escápula.
INSTRUÇÕES:
- Posição inicial: Sentado sobre uma faixa elástica com membros inferiores cruzados 
com joelhos flexionados e quadril em rotação externa. Segure a outra extremidade 
da faixa elástica com a mão do membro superior ipsilateral. Mantenha o cotovelo 
flexionado a 90° em contato com o corpo. 
- Movimento: Inspirar preparando-se para o movimento, e na expiração realizar 
rotação interna do ombro. Retornar à posição inicial.
DICAS E CUIDADOS:
- O aluno não deve perder o alinhamento da coluna;
- As escápulas devem estar conectadas para manter os ombros alinhados;
218Aline Cristina Longhini Alberti
PILATES NAS patologias do ombro
- O aluno deve estar sentado sobre os ísquios.
ERROS COMUNS:
- Perder o alinhamento inicial;
- Movimentar o punho;
- Hiperextensão lombar;
- Elevar as escápulas.
MODIFICAÇÃO FACILITADORA:
- Realizar o movimento com uma faixa elástica de baixa resistência;
- Realizar o movimento sentado em uma cadeira.
MODIFICAÇÃO DIFICULTADORA:
- Realizar a rotação interna dos ombros bilateral.
219Aline Cristina Longhini Alberti
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BIBLIOGRAFIA
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