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UNIDADE 1 – ANTECEDENTES HISTÓRICOS Gestão de Recusos Naturais e Unidades de Conservação – Unidade 1 Tela 01 UNIDADE 1 – ANTECEDENTES HISTÓRICOS Tela 02 APRESENTAÇÃO Nesta unidade, você verá que desde que o homem construiu as primeiras ferramentas e desenvolveu algumas técnicas vem causando impactos sobre o meio ambiente. Esses danos, portanto, não são fenômenos recentes e vêm correndo desde o desenvolvimento das atividades agrícolas, sendo intensificados com a Revolução Industrial. Aqui será possível conhecer o conceito de desenvolvimento sustentável e também suas complexidades. Quando foi cunhado, sinalizava somente um caminho. Objetivos: Ao final desta unidade esperamos que você seja capaz de: · Explicar a evolução histórica da questão ambiental; · Definir o conceito de desenvolvimento sustentável; · Identificar os elementos estratégicos da gestão empresarial. Tela 03 INTRODUÇÃO Nesta unidade, você vai estudar os impactos causados pelo homem no meio ambiente ao longo dos tempos. Você vai ver como a Revolução Industrial intensificou esses danos em escala exponencial. Com a introdução de máquinas, o homem dominou o meio a sua volta. A produção de alimentos e produtos foi ampliada de forma incalculável. E quando se tem mercadorias excedentes, é possível exportar e também importar produtos que não se tem. Uma grande rede de comércio é criada. Você verá o importante papel do Clube de Roma, uma organização informal, composta por um seleto grupo, formada com o objetivo de examinar os problemas que preocupavam todo os países. Serão abordadas as conferências mundiais sobre o meio ambiente, que ressaltaram a necessidade de conciliar proteção do meio ambiente e desenvolvimento econômico. Será apresentado também o conceito de desenvolvimento sustentável, empregado, pela primeira vez, no relatório Nosso Futuro Comum, pela Comissão Mundial das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento. E, por último, serão discutidos os desafios para trilhar a rota da sustentabilidade. Tela 04 PRIMEIROS IMPACTOS “Para superar suas limitações, o homem aprendeu a criar ferramentas que multiplicavam suas capacidades limitadas, e ao mesmo tempo compreendeu que a sua resistência ao meio ambiente hostil era mais facilmente superada com a formação de grupos, que, organizados em torno de um objetivo, multiplicavam suas capacidades individuais”. (DIAS, 2017, p. 2). No imaginário coletivo, geralmente a Revolução Industrial, no início do século XVIII, na Inglaterra, é representada por paisagens urbanas repletas de chaminés sujas e cheias de fumaça, ou por mineradores de carvão, sofrendo ao serem explorados em condições sub-humanas debaixo da Terra. Mesmo antes da Revolução Industrial, ou seja, desde o início da civilização, o homem vem transformando o meio ambiente para conseguir os recursos necessários para produzir bens e serviços de que precisa e, ao mesmo tempo, gerando resíduos. E quanto mais a capacidade humana foi sendo ampliada e as condições de vida foram melhoradas, maiores eram também os dejetos produzidos. A poluição proveniente das atividades humanas, contudo, era localizada e, como era de origem orgânica, absorvida com mais facilidade. Há registros de manadas de grandes animais que sofreram grandes baixas, na América do Norte, quando foram encurraladas pelos caçadores em desfiladeiros. As intervenções feitas na natureza não causavam grandes impactos. Quando um recurso acabava, bastava mudar para outro local (BARBIERI, 2016; DIAS, 2017). O que aconteceu na Revolução Industrial foi uma explosão na produtividade humana. A energia física foi substituída pela energia mecânica no processo de produção. A máquina passou a fazer o que antes era feito pelo homem. Os métodos de produção se tornaram mais eficientes, permitindo um ritmo mais acelerado na fabricação dos produtos. Os bens ficaram assim mais acessíveis e a custos muito mais baixos. Os novos meios de transporte possibilitaram transportar mais mercadorias e pessoas, em um tempo também mais curto, com custos mais baixos. A oferta de energia foi abundante e as matérias primas ficaram mais baratas. A produção em larga escala foi estimulada. Segundo Barbieri (2016, p. 7-8): “A partir da Revolução Industrial surge uma diversidade de substâncias e materiais que não existiam na natureza. Milhões de substâncias químicas foram criadas, e esse número não para de crescer. A era industrial alterou a maneira de produzir degradação ambiental ao criar técnicas produtivas intensivas em materiais e energia para atender mercados de grandes dimensões, de modo que a exploração de recursos e as descargas de resíduos cresceram a ponto de amaçar a subsistência de muitos povos da atualidade e das gerações futuras”. A Revolução Industrial gerou também alguns “subprodutos”, como a urbanização; o desaparecimento da classe camponesa; a ascensão do proletariado industrial; o empoeiramento do indivíduo comum; a desintegração do patriarcado; o crescimento desordenado das cidades e; o êxodo rural. As consequências para a sociedade foram danosas, pois todas essas transformações aconteciam em maior quantidade e velocidade. Fenker et al. (2015, p. 17) chama a atenção sobre um fato que há muito tempo já é consenso entre os estudiosos: “A natureza é a única fonte de matéria-prima para satisfação das necessidades materiais do ser humano. De maneira simplista, existem tão somente dois fatores de produção de bens e serviços para satisfazer às necessidades do ser humano. Um deles é a Natureza, que nos proporciona a matéria-prima e a energia. A outra, o Trabalho nas mais variadas formas e intensidades, seja ele braçal ou intelectual”. Tela 05 CONFERÊNCIAS MUNDIAIS Um grupo denominado Clube de Roma desempenhou um importante papel no enfrentamento dos problemas ambientais. Criado, em 1968, em Roma, reuniu personalidades do mundo da ciência, da indústria, chefes de Estado, e outras lideranças, com a missão de identificar os problemas globais do planeta, naquele momento e no futuro. O Clube de Roma tinha também como objetivo promover o entendimento dos componentes variados, mas interdependentes - econômicos, políticos, naturais e sociais -; e chamar a atenção dos que são responsáveis por decisões de alto alcance e do público do mundo inteiro (DIAS, 2017). Na primeira reunião, também em 1968, o Clube de Roma chegou à conclusão que o mundo teria de diminuir a produção, de forma que os recursos naturais fossem menos solicitados, e que houvesse uma redução gradual dos resíduos, principalmente lixo industrial. A primeira proposta do Clube de Roma foi diminuir a produção mundial. Mas imediatamente se deparou com o primeiro obstáculo: havia toda uma demanda reprimida pelas duas guerras da primeira metade do século, já estava instalada uma cultura consumista, que tomou conta do mundo, e mudá-la exigiria muito tempo. Assim, a primeira proposta do Clube de Roma foi considerada inviável e não vingou. No mesmo ano, em Founex, na Suíça, alguns encontros para discutir a degradação ambiental, o consumo indiscriminado e a poluição ambiental, foram realizados, como a reunião especial do Painel de Especialistas em Desenvolvimento e Meio Ambiente. O Painel de Founex, como ficou conhecido, foi uma das peças fundamentais para consolidar as bases conceituais a serem discutidas na Conferência de Estocolmo, no ano seguinte, ao enfatizar que meio ambiente e desenvolvimento eram os dois lados da mesma moeda, um problema relacionado não somente aos aspectos biofísicos, como também aos socioeconômicos. A participação dos países subdesenvolvidos na reunião, incluído o Brasil, evidenciou a divergência entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, a polarização entre os defensores do chamado crescimento zero, e os adeptos do desenvolvimentismo. Para os países industrializados, o desenvolvimento seria a causa de problemas ambientais. Para os países pobres o desenvolvimento constituiria o veículo de correções dos desequilíbrios ambientais e sociais. Ou seja, de um lado os países mais ricos advogavam a contenção dos índicesde crescimento econômico dos países pobres, diante da ameaça de esgotamento dos recursos naturais que o ritmo de exploração da natureza poderia causar. Do outro, os mais pobres reivindicavam o direito ao desenvolvimento, mesmo trazendo impactos ambientais. A melhoria da qualidade ambiental de países em desenvolvimento dependeria da obtenção de melhores condições de saúde, educação, nutrição e habitação, apenas alcançáveis pelo desenvolvimento econômico. Curiosidade O conceito de desenvolvimento sustentável foi esculpido com as discussões do Painel de Founex, com a nova noção definida, a do ecodesenvolvimento, que pode definido como o desenvolvimento baseado na potencialidade de cada ecossistema, levando em conta a participação das populações locais, a redução dos desperdícios de qualquer ordem e a reciclagem dos resíduos. Tela 06 O desenvolvimento sustentável propunha observar as potencialidades e fragilidades dos sistemas que compunham o meio e estimular a participação popular. O conceito de desenvolvimento sustentável começava a ganhar forma. A partir daí o Clube de Roma produziu uma série de documentos de grande impacto. O principal deles foi o relatório “Os Limites do Crescimento,” publicado em 1972, uma análise do que poderia acontecer se a humanidade não mudasse seus métodos econômicos e políticos. De acordo Machado et al. (2008, p. 124) “O relatório produziu os primeiros estudos científicos a respeito da preservação ambiental, identificando quatro grandes problemas a serem solucionados para a manutenção da sustentabilidade: o controle do crescimento populacional, controle do crescimento industrial, insuficiência de alimentos e o esgotamento dos recursos naturais”. Tela 07 COMPLEXO MODELO MATEMÁTICO MUNDIAL Baseado em um complexo modelo matemático mundial, que utilizava a nova metodologia de dinâmica de sistemas (system dynamics), o relatório “Os Limites do Crescimento” demonstrava que, se perdurassem as mesmas taxas de crescimento demográfico de industrialização e de utilização de recursos naturais, em longo prazo, em meados do século XXI, ocorreriam inevitáveis efeitos catastróficos. Fome, escassez de recursos naturais e altos níveis de poluição, assolariam o planeta, culminando com uma incontrolável mortandade da população. Apesar da proposta do crescimento zero, sugerido pelo Clube de Roma, não ter sido aceita, ela abalou as convicções da época sobre o valor do desenvolvimento econômico. Na realidade, a poluição passou a ser encarada como uma forma de desperdício e um sintoma de ineficiência da produção industrial. Desde seu início o Clube de Roma adotou três princípios básicos em suas análises: a interdependência das nações na resolução de problemas globais; o pensamento holístico nos problemas de longo prazo; e uma abordagem multidisciplinar na análise desses problemas e de suas possíveis soluções. Ocorreram, então, muitas outras ações, e o problema do meio ambiente tornou-se objeto de debates em praticamente todos os países do mundo. A sociedade passou, a partir daí, a fazer maior pressão sobre os governos acerca da questão ambiental. Nesse mesmo ano, 1968, a Assembleia das Nações Unidas decide pela realização de uma Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, que seria realizada na cidade de Estocolmo, na Suécia, em 1972. Tela 08 O dia 5 de junho passou a ser celebrado como o Dia Mundial do Meio Ambiente, por ser a data do início da Conferência. Como foi realizada em Estocolmo, ficou conhecida popularmente como Conferência de Estocolmo. Com ela chegou-se à conclusão de que a solução não era diminuir a produção, como propôs o Clube de Roma, mas sim começar a pensar em produzir melhor. Um Plano de Ação foi elaborado, convocando todos os países, os organismos das Nações Unidas, bem como todas as organizações internacionais, a cooperarem na busca de soluções para uma série de problemas ambientais (MACHADO et al. 2008). A Declaração de Estocolmo foi o marco divisor da história da conscientização ambiental. Na época da Conferência de Estocolmo sobre Meio Ambiente, apenas cerca de dez nações contavam com ministérios ou agencias ambientais. O movimento ambientalista, a partir de 1972, cresceu muito em alguns países. Na Alemanha surgiram os partidos verdes. As questões ambientais passaram a fazer parte dos temas globais, juntamente com a proteção dos Direitos Humanos, as questões relacionadas com o crescimento populacional e com as migrações, e, ainda, o controle das armas de destruição em massa (MEADOWS; RANDERS; MEADOWS, 2007). Tela 09 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Em 1987, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente, presidida pela primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, produziu um relatório, intitulado “Nosso Futuro Comum”, um dos mais importantes documentos dos nossos tempos, e que traz à tona o conceito de desenvolvimento sustentável (DIAS, 2017; PHILIPPIS; ROMÉRO; BRUNA, 2014) Atenção para saber mais Segundo a Comissão Brundtland, nome com o qual ficou conhecida, “o desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades” (COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, 1991, p. 46). Clique no botão abaixo e acesse o quadro com a síntese dos principais fatos sobre o desenvolvimento sustentável. DOWNLOAD O desenvolvimento sustentável está alicerçado em dois conceitos-chave: o de “necessidades”, principalmente as essenciais à sobrevivência dos menos favorecidos, que deve ter prioridade; e o de que o nível de evolução da tecnologia e da organização social atingido pela sociedade estabelecem limitações ao meio ambiente que impossibilitam atender às necessidades das gerações presentes e futuras (DIAS, 2017). O desenvolvimento sustentável está alicerçado em dois conceitos-chave: o de “necessidades”, principalmente as essenciais à sobrevivência dos menos favorecidos, que deve ter prioridade; e o de que o nível de evolução da tecnologia e da organização social atingido pela sociedade estabelecem limitações ao meio ambiente que impossibilitam atender às necessidades das gerações presentes e futuras (DIAS, 2017). Exemplos O conceito de desenvolvimento sustentável preconiza que para atender às necessidades das presentes e futuras gerações é necessário garantir a disponibilidade de recursos naturais, que é transformada em bens. Se o homem plantar mais árvores do que cortar, por exemplo, ou se pescar respeitando a velocidade de reprodução dos peixes, ou seja, se observar a velocidade de renovação desses recursos, estará na direção do desenvolvimento sustentável (BARBIERI, 2016). Tela 10 Para atingir o desenvolvimento sustentável é preciso também respeitar os limites da biosfera para a assimilação dos resíduos e da poluição. Isso significa não jogar no meio ambiente resíduos e poluição, em quantidades e velocidade superiores à capacidade de autodepuração da biosfera nem em locais inapropriados. E quanto mais biodegradável um produto, maior a capacidade de assimilação. Um grande desafio do desenvolvimento sustentável é a redução da pobreza mundialmente. Até aqui, a capacidade do funcionamento da economia para criar coesão social e fornecer mecanismos para erradicar a pobreza têm sido muito limitadas. É cada vez menos óbvia a conexão entre a expansão da produção de bens e serviços e o ganho real de bem-estar para as pessoas. Apesar da redução espantosa da pobreza nos países em desenvolvimento e da crescente prosperidade material, o número de pessoas em miséria extrema ainda é atemorizante. Bilhões de pessoas no planeta têm ainda acesso precário ao preenchimento de suas necessidades básicas, enquanto cresce a desigualdade na renda, no uso da energia, nas emissões, no consumo, na educação e na saúde (ABRAMOVAY, 2012; BARBIERI, 2016). Apesar do termo desenvolvimento sustentável ter sido amplamente empregado, desde 1987, portanto, há mais de três décadas, e ser responsável por acaloradas discussões entre governo, empresas e sociedade civil, há ainda uma enorme distânciaentre o discurso da sustentabilidade e a prática. Leitura complementar Para complementar os seus conhecimentos relacionados ao Desenvolvimento Sustentável, acesse a internet e busque o texto “Com fome não haverá um futuro sustentável” de autoria de José Graziano da Silva. Tela 11 CONCLUSÃO O meio ambiente, durante um longuíssimo período, foi considerado uma fonte inesgotável de recursos naturais. Essa noção equivocada que ele duraria para sempre, desde a Revolução Industrial, o transformou em um recipiente de resíduos. Com a compreensão de que o meio ambiente não suporta mais a impiedosa exploração dos recursos naturais, setores da sociedade passaram a se mobilizar. O conceito de desenvolvimento sustentável é uma das mais importantes ideias surgidas no século XX. Surgiu como um novo modelo capaz de conciliar atividade econômica, meio ambiente e bem-estar da sociedade sem esgotar os recursos naturais. Apesar do longo tempo desperdiçado em inércia e desperdício, o homem contemporâneo precisa encontrar a rota da sustentabilidade para garantir que as presentes e futuras gerações possam ter suas necessidades atendidas. Tela 12 Estamos chegando ao final da unidade, mas, antes de encerrar, assista à videoaula para aprofundar um pouco mais seus conhecimentos. Tela 13 EXERCÍCIOS Agora, para avaliar seu nível de aprendizagem sobre esta unidade, você fará alguns exercícios. Fique atento a cada questão antes de responder. Se tiver alguma dúvida, retorne ao conteúdo. Tela 14 1 Para ampliar o controle sobre o meio ambiente, o homem construiu ferramentas que lhe permitiram superar os limites do próprio corpo humano e também dos animais, o que acarretou uma série de impactos negativos para o planeta. Em qual período o homem passou a poluir o meio ambiente? a) Paleolítico.b) Neolítico.c) Segunda Guerra Mundial.d) Revolução Industrial.e) Primeira Guerra Mundial. Tela 15 2 No final dos anos 60, as Nações Unidas resolveram convocar a Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, que seria realizada na Suécia, em 1972, a partir da qual algumas importantes decisões foram tomadas. O evento ficou conhecido como Conferência de Estocolmo. Qual um importante legado que a Conferência de Estocolmo? a) Aumentar a produção.b) Produzir melhor.c) Inventar novos combustíveis.d) Reduzir o consumo de alimentos.e) Ampliar o comércio. Tela 16 3 O conceito de desenvolvimento sustentável, quando foi cunhado, significava apenas um novo caminho a ser trilhado pela sociedade. Contudo, para ser atingido, tem ainda uma série de desafios a serem vencidos. Qual é um grande desafio do desenvolvimento sustentável? a) Ampliar o comércio.b) Aumentar a taxa de natalidade.c) Utilizar somente os combustíveis fósseis.d) Garantir a disponibilidade de recursos naturais.e) Aumentar o consumo. Tela 17 REFERÊNCIAS ABRAMOVAY, R.Muito além da economia verde.São Paulo: Editora Abril, 2012. BARBIERI, J. C.Gestão ambiental empresarial:conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2016. BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P.Gestão ambiental. São Paulo: Érica, 2014. CAPRA, F.As conexões ocultas: ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Cultrix, 2001. COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO.Nosso futuro comum. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1991. DIAS, R.Gestão ambiental:responsabilidade social e sustentabilidade. 3 ed. Rio de Janeiro: Atlas. 2017. FENKER, E. A. et al.Gestão ambiental:incentivos, riscos e custos. São Paulo: Atlas, 2015. JABBOUR, A. B. L. de S.; JABBOUR, C. J. C.Gestão ambiental nas organizações:fundamentos e tendências. São Paulo: Grupo Gen, 2013. MACHADO, C.B.; SANTOS, S. E.; SOUZA, T.C. A sustentabilidade ambiental em questão. In: SILVA, Christian Luiz Da. (Org.)Desenvolvimento Sustentável:um modelo analítico integrado e adaptativo. 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. MAZZINI, A. L. D. de A.Dicionário educativo de termos ambientais.5 ed. Belo Horizonte: A.L.D. Amorim Mazzini, 2011. MEADOWS, D.; RANDERS, J.; MEADOWS, D.Limites do crescimento:a atualização de 30 anos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. PHILIPPI JR., Arlindo; ROMÉRO, Marcelo de Andrade; BRUNA, Gilda. C.Curso de gestão ambiental.São Paulo: Manole, 2014. SACHS, I.Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2008. TACHIZAWA, T.Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa:estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2014. 1 de 17