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© ABNT 2014 - Todos os direitos reservados 15
ABNT NBR 15512:2014
 c) identificação dos volumes recebidos e expedidos;
 d) detalhes operacionais (inspeção, decantação, drenagem etc.) da liberação de tanques para uso;
 e) informações sobre bateladas e numeração alocada;
 f) registros de data de recebimentos e transferências de produto;
 g) registros de manutenção e comissionamento de tanque;
 h) registro do início de operação de tanques liberados;
 i) registros de drenagens de tanques e filtros;
 j) registros de limpeza e inspeção de tanques;
 k) registros de datas de substituição de elementos filtrantes;
 l) registros de conformidade das mangueiras;
 m) registros de datas de todos os trabalhos de manutenção realizados nas suas instalações de 
armazenamento.
Os registros supramencionados devem ser guardados por um período mínimo de dois anos.
11.2 Guarda de amostra-testemunha
Amostras de biodiesel devem ser retidas pelo prazo previsto em regulamentação específica da ANP 
nas unidades produtoras.
As amostras devem ser guardadas em recipientes adequados, conforme determinado 
na ABNT NBR 14883, em ambiente ventilado e protegido da luz, e sob temperatura que garanta 
a integridade das amostras.
12 Segurança
No que tange à prevenção e proteção contra incêndio, deve ser observada a ABNT NBR 17505 (todas 
as partes).
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Anexo A 
(informativo) 
 
Processos de limpeza de caminhões-tanque
A.1 Drenagem (operação normalmente realizada nas instalações operacionais) 
A.1.1 Estacionar o veículo em local com inclinação mínima de 10 % (podendo utilizar rampas 
portáteis), favorável ao escoamento do produto anteriormente transportado. Posicionar o bocal 
de saída de produto em local adequado ao recolhimento seguro dos resíduos (tambores ou sistema 
de recolhimento de resíduos).
A.1.2 Promover o aterramento do caminhão-tanque e do recipiente de coleta.
A.1.3 Abrir a tampa da boca de visita (certificando-se antes que o equipamento esteja realmente 
vazio). Observar os procedimentos para operações em atmosferas potencialmente explosivas.
A.1.4 Abrir a válvula de dreno.
A.1.5 Abrir a válvula de fundo lentamente.
A.1.6 Aguardar a redução do fluxo de escoamento e só então retirar a tampa da tubulação de saída 
do produto. 
A.1.7 Deve-se certificar de que todo o produto tenha escoado antes de se dar início ao carregamento, 
uma vez que o escoamento acontece por gravidade. 
A.1.8 Após o escoamento total do produto anteriormente transportado, fechar todas as válvulas 
e a tampa da boca de visita e liberar o equipamento para carregar biodiesel.
A.1.9 Recolher o resíduo gerado para local adequado e posteriormente enviar para tratamento 
e/ou destinação final em local aprovado.
A.2 Lavagem simples
A.2.1 O local onde for efetuada a lavagem deve estar de acordo com a legislação vigente do Inmetro.
A.2.2 Estacionar o veículo em local com inclinação mínima de 10 % (podendo utilizar rampas 
portáteis), favorável ao escoamento do produto anteriormente transportado. Posicionar o bocal 
de saída de produto em local adequado ao recolhimento seguro dos resíduos (tambores ou sistema 
de recolhimento de resíduos).
A.2.3 Promover o aterramento do caminhão-tanque e do recipiente de coleta.
A.2.4 Abrir a tampa da boca de visita (certificando-se antes que o equipamento esteja realmente 
vazio). Observar os procedimentos para operações em atmosferas potencialmente explosivas.
A.2.5 Abrir a válvula de dreno.
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A.2.6 Abrir a válvula da tubulação de saída de produto.
A.2.7 Aguardar a redução do fluxo de escoamento e só então retirar a tampa da tubulação de saída 
do produto e abrir a válvula de fundo lentamente. 
A.2.8 Retirar a tampa da tubulação de saída do produto.
A.2.9 Em decorrência do fato de que o escoamento acontece por gravidade, deve-se se certificar 
de que todo o produto tenha escoado.
A.2.10 Com mangueira de alta pressão, injetar água limpa pela boca de visita do equipamento.
A.2.11 Efetuar a lavagem do equipamento, direcionando o jato em todas as direções, para 
certificar-se de que todos os compartimentos de carga sejam lavados adequadamente. Observar que 
equipamentos dotados de quebra-ondas são mais difíceis de lavar e requerem a entrada do homem, 
a fim de garantir que todo o interior dos compartimentos esteja isento de resíduos. 
A.2.12 Após o escoamento do produto da lavagem, efetuar a secagem de todos os compartimentos, 
a fim de garantir que não permaneça água (ou umidade) no interior do equipamento.
A.2.13 Fechar todas as válvulas e a tampa da boca de visita.
A.2.14 Liberar o equipamento para nova operação.
A.2.15 Recolher o resíduo gerado para local adequado e posteriormente enviar para tratamento 
e/ou destinação final em local aprovado.
A.3 Vaporização
A.3.1 O local onde for efetuada a vaporização deve estar de acordo com a legislação vigente 
do Inmetro.
A.3.2 Estacionar o veículo em local com inclinação mínima de 10 % (podendo utilizar rampas 
portáteis), favorável ao escoamento do produto anteriormente transportado. Posicionar o bocal 
de saída de produto em local adequado ao recolhimento seguro dos resíduos (tambores ou sistema 
de recolhimento de resíduos).
A.3.3 Promover o aterramento do caminhão-tanque e do recipiente de coleta.
A.3.4 Abrir a tampa da boca de visita (certificando-se antes de que o equipamento esteja realmente 
vazio). Observar os procedimentos para operações em atmosferas potencialmente explosivas.
A.3.5 Abrir a válvula de dreno.
A.3.6 Abrir a válvula da tubulação de saída de produto.
A.3.7 Aguardar a redução do fluxo de escoamento e, só então, retirar a tampa da tubulação 
de saída do produto e abrir a válvula de fundo lentamente.
A.3.8 Retirar a tampa da tubulação de saída do produto.
A.3.9 Introduzir mangueira de vapor pela boca-de-visita.
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A.3.10 Fixar adequadamente a mangueira de vapor, a fim de evitar que ela escape, causando acidentes.
A.3.11 Vaporizar os compartimentos por um período mínimo de 3 h (dependendo do produto 
anteriormente transportado e da qualidade do vapor empregado).
A.3.12 Bloquear o vapor d’água e aguardar alguns minutos (cerca de 30 min).
A.3.13 Retirar a mangueira de vapor da boca de visita.
A.3.14 Instalar uma ventoinha no bocal de saída do produto, a fim de promover o resfriamento 
do tanque.
A.3.15 O processo de resfriamento dura, em média, 1 h. Se o equipamento for dotado de isolamento 
térmico, o tempo de resfriamento deve ser ampliado.
A.3.16 Desligar e desacoplar a ventoinha da tubulação de saída de produto.
A.3.17 Efetuar a secagem de todos os compartimentos, a fim de garantir que não permaneça água 
no interior do equipamento. 
A.3.18 Fechar todas as válvulas e a tampa da boca de visita.
A.3.19 Liberar o equipamento para nova operação.
A.3.20 Recolher o resíduo gerado para local adequado e posteriormente enviar para tratamento 
e/ou destinação final em localaprovado.
A.4 Evaporação
A.4.1 O local onde for efetuada a evaporação deve estar de acordo com a legislação vigente 
do Inmetro.
A.4.2 Estacionar o veículo em local com inclinação mínima de 10 % (podendo utilizar rampas 
portáteis), favorável ao escoamento do produto anteriormente transportado. Posicionar o bocal 
de saída do produto em local adequado ao recolhimento seguro dos resíduos (tambores ou sistema 
de recolhimento de resíduos).
A.4.3 Promover o aterramento do caminhão-tanque e do recipiente de coleta.
A.4.4 Abrir a tampa da boca de visita (certificando-se antes de que o equipamento esteja realmente 
vazio). Observar os procedimentos para operações em atmosferas potencialmente explosivas.
A.4.5 Abrir a válvula de dreno.
A.4.6 Abrir a válvula da tubulação de saída de produto.
A.4.7 Aguardar a redução do fluxo de escoamento e só então retirar a tampa da tubulação de saída 
do produto e abrir a válvula de fundo lentamente. 
A.4.8 Aguardar até que o produto evapore naturalmente, passando do estado líquido para o estado 
de vapor. Este processo é lento e, dependendo do produto anteriormente transportado e das condições 
climáticas, não será possível obter a evaporação total do produto sem o auxílio de um equipamento 
mecânico (ventoinha) ou de uma ventilação forçada (insuflamento de ar comprimido), de acordo com 
a NR 33.
A.4.9 Liberar o equipamento para nova operação.
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ABNT NBR 15512:2014
A.5 Secagem (operação normalmente realizada nas instalações operacionais) 
A.5.1 Promover o aterramento do caminhão-tanque.
A.5.2 Abrir a tampa da boca de visita (certificando-se antes de que o equipamento esteja realmente 
vazio). Observar os procedimentos para operações em atmosferas potencialmente explosivas.
A.5.3 Abrir a válvula de dreno.
A.5.4 Abrir a válvula da tubulação de saída de produto.
A.5.5 Aguardar a redução do fluxo de escoamento e só então retirar a tampa da tubulação de saída 
do produto.
A.5.6 No caso de secagem manual, os operadores que adentrarem ao equipamento devem estar 
protegidos por EPI, e todos os requisitos estabelecidos pela NR 33 devem ser seguidos.
A.5.7 Liberar o equipamento para nova operação.
A.6 Liberação do equipamento para o transporte de biodiesel após a realização 
dos processos de limpeza
Nos casos previstos na Tabela 1, há necessidade de se realizarem vários processos de limpeza 
(por exemplo, lavagem, vaporização e secagem) e a liberação para carregamento de biodiesel só será 
feita após o último procedimento (no exemplo, após a secagem).
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ABNT NBR 15512:2014
Bibliografia
[1] NR 33, Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados
[2] Resolução ANP Nº 14, Publicada em 18/05/2012
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