Prévia do material em texto
Avaliação do Quadril Prof. Rafael Bittencourt Alves Email: ralves2704@gmail.com Movimentos Osteossinemáticos 2 Quadril Ligamentos Capsulares Iliopsoas Músculo (ou grupo muscular) definido pelo junção dos tendões de 3 outros músculos: Ilíaco e Psoas Maior e Menor. Origem: Psoas (12ª vértebra torácica e todas as lombares); Ilíaco (Ílio e Sacro). Inserção: Trocânter menor do úmero. Sartório Músculo fusiforme mais longo do corpo humano. Origem: Espinha ilíaca ântero-superior. Inserção: Tuberosidade da Tíbia. Ação: Quadril - Flexão, abdução e rotação externa; Joelho - *Pode atuar como flexor ou extensor dependendo do sujeito. Reto femoral Músculo bipenado que compõe o quadríceps. Origem: Espinha ilíaca ântero-inferior e uma região acima do acetábulo. Inserção: Patela. Ação: Quadril – Flexão e abdução; Joelho – Extensão. Tensor da Fáscia lata Origem: Crísta ilíaca. Inserção: Trato íliotibial da fáscia lata da coxa – côndilo lateral da tíbia. Ação: Rotação interna, flexão e abdução. Nada é descrito em relação ao joelho. Glúteo máximo Origem: Ílio, sacro e cóccix. Inserção: Linha áspera e o trato íliotibial da fáscia lata. Ação: Extensão, rotação externa e abdução. * Na marcha permanece praticamente silencioso. Músculos Posteriores da coxa Bíceps Femoral Semitendíneo Semimenbranáceo Bíceps femoral Músculo fusiforme, assemelha-se ao bíceps braquial. Origem: Porção longa - tuberosidade do ísquio; Porção curta – linha áspera do úmero. Inserção: Côndilo lateral da tíbia e cabeça da fíbula. Semitendíneo Origem: Tuberosidade do ísquio, por meio de um tendão comum ao bíceps femoral. Inserção: Parte superior da superfície medial da tíbia. Ação: Quadril – Extensão e rotação interna; Joelho – Flexão e rotação interna. semimembranáceo Origem: Tuberosidade do ísquio. Inserção: Face posterior do côndilo medial da tíbia. Ação: Quadril – Extensão e rotação interna; Joelho – Flexão e rotação interna. Glúteo médio Origem: Ílio. Inserção: Trocânter maior. Ação: Anterior – Flexão e rotação medial; Posterior – Extensão e rotação lateral; Ambas - Abdução. Glúteo mínimo Origem: Ílio. Inserção: Trocânter maior. Ação: Anterior – Rotação medial e flexão; Posterior – Extensão e rotação lateral; Ambas - Abdução. Grácil Origem: Sínfise púbica. Inserção: Superfície medial do da tíbia, abaixo do côndilo. Ação: Quadril – Adução, rotação interna e flexão; Joelho – Flexão e rotação interna. Adutor longo Origem: Púbis. Inserção: Terço médio do fêmur. Ação: Adução, rotação externa e flexão. Adutor Curto Origem: Púbis. Inserção: Terço proximal do fêmur. Ação: Adução, rotação externa e flexão. Adutor Magno Origem: Púbis e tuberosidade isquiática. Inserção: Toda a extensão do fêmur até o seu côndilo medial. Ação: Superiores - Adução, rotação externa e flexão; Inferiores - Adução, rotação interna e extensão; Fêmur Músculos Anteriores da Coxa Músculos Posteriores da Coxa Região Glútea e Nervo Ciático Testes especiais Teste de Ortolani Teste de Allis Sinal da telescopagem Teste de Anvil Teste de Thomas Teste de contratura do reto femoral Teste de Ely Teste de Ober Teste de Patrick (FABER) Teste de Ortolani Procedimento: Segurar ambas as coxas com os polegares nos trocanteres menores. Fletir e abduzir as coxas bilateralmente. Explicação: Clique palpável ou audível são sinais de teste positivo. Significa luxação da cabeça femoral para dentro ou para fora do acetábulo. Teste de Allis ou Galleazi Procedimento: Bebê em supino com os joelhos fletidos. Explicação: Diferença na altura dos joelhos indica teste positivo e sugere luxação posterior da cabeça femoral ou diminuição do comprimento da tíbia. Joelho longo do lado afetado indica luxação anterior ou aumento do comprimento da tíbia. Sinal da Tescopagem Procedimento: Bebê em supino com o quadril e joelho fletidos, segurar a coxa e empurrar posteriormente e depois puxa-la. Explicação: Movimento excessivo ou clique para alguma direção indica luxação ou instabilidade da articulação do quadril. Teste de Anvil Procedimento: Percutir a parte inferior do calcâneo. Explicação: Dor local no quadril indica fratura ou patologia articular. Teste de Thomas Procedimento: Paciente em supino, aproximar os joelhos do tárax e palpar o retofemoral contralateral. Explicação: se houver uma flexão do joelho involuntária contralateral e tensão muscular durante a palpação é indicado contratura em flexão do quadril, por encurtamento do músculo retofemoral ou retração da cápsula articular. Teste de contratura do Reto femoral Procedimento: Paciente em supino, aproximar os joelhos do tórax e fletir o joelho contralateral para fora da maca. Explicação: se houver uma restrição para flexão do joelho o teste é positivo por encurtamento por encurtamento do músculo Retofemoral. Teste de Ely Procedimento: Paciente em Prono ou DV. Realizar uma flexão passiva do joelho. Explicação: Se houver uma tensão ou encurtamento encurtamento do músculo Retofemoral ocorrerá uma flexão do quadril do mesmo lado com elevação da nádega. Teste de Ober Procedimento: Paciente em DL, realizar uma abdução passiva do quadril e liberar o MI. Explicação: Se o MI falhar no retorno (Adução), suspeitar de contratura do músculo tensor da fáscia lata e tracto Iliotibial. Teste de Patrick (FABER) Procedimento: Paciente em supino (DD), realizar flexão, abdução e RE do quadril com apoio da perna acima do joelho contralateral. Estabilizar a pelve contralateral e empurrar o MI testado. Explicação: Este movimento provoca pressão interna na art. Coxofemoral. Dor indica lesão articular.