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Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI / CURITIBANOS
Turma: PEDA 2461
Curitibanos, SC - 28/05/2017.
	TRAJETÓRIA DE VIDA DE MARIA NILDE MASCELLAN
Bruna Fernandes de Oliveira [footnoteRef:0] [0: Bruna Fernandes de Oliveira] 
Lilian Pereira de Paula[footnoteRef:1] [1: Lilian pereira de Paula ] 
Marizete Proença Amaral de Souza[footnoteRef:2] [2: Marizete Proença Amaral de Souza ] 
Miriam Pereira de Paula[footnoteRef:3] [3: Miriam Pereira de Paula ] 
Miriam Queren D. de Morais[footnoteRef:4] [4: Miriam Queren D. de Morais ] 
Tutor externo: Vânia Perla Alves Cozer[footnoteRef:5] [5: Vânia Perla Alves Cozer 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI - Curso Pedagogia (PED 1182 ) – Prática do Módulo I - 17/05/19
] 
RESUMO
O presente estudo buscou apresentar a trajetória de vida de Maria Nilde Mascellan, em que sua trajetória ajudou muito a educação no Brasil, sendo de suma importância sua contribuição, estabelecendo uma relação entre as Classes Experimentais e os Ginásios Vocacionais, tornando-a uma das maiores educadoras brasileiras. O estudo buscou subsídios da pesquisa bibliográfica na sustentação que o autor considerava importante a criação dos Ginásios Vocacionais (GVs) oferecendo ensino em período integral para o então 1° ciclo secundário de quatro anos. Uma mulher que teve a trajetória marcada pela coragem, honestidade intelectual e sensibilidade aos problemas do ensino. Sendo de suma importância o Vocacional passando a sobreviver a diversas apreensões, Maria Nilde contestou às ações corruptas que se tentava imputar à experiência. Concluindo que Maria Nilde foi importante na história da educação brasileira em que a educadora contribuiu com o Serviço de Ensino Vocacional (SEV) elemento importante na implantação e administração dos Ginásios Vocacionais, estabelecendo uma ligação entre as Classes Experimentais e os Ginásios Vocacionais.
 
Palavras-chave: Trajetória de Vida. Maria Nilde. Ginásios Vocacionais.
1 INTRODUÇÃO
Nesta pesquisa vem apresentar uma investigação que visa aprofundar a compreensão de como o processo de concepção e implantação dos Ginásios Vocacionais, unidades escolares que teve a participação de Maria Nilde. Contribuindo com a construção de uma nova concepção de educação experimental no Brasil, havendo uma relação dos Ginásios com as chamadas Classes Experimentais. 
Sendo que a trajetória de vida de Mascellani permitiu a compreensão de como essa educadora e intelectual mobilizou seus fundamentos e sua rede de sociabilidades para tornar possíveis os argumentos de inovação de que fora personagem principal.
2 TRAJETÓRIA DE VIDA DE MARIA NILDE MASCELLAN
 A professora e pedagoga Maria Nilde Mascellani teve uma contribuição importante para a educação brasileira, principalmente no Estado de São Paulo. Nasceu na cidade de São Paulo em 03 de abril de 1931, sendo filha do Dr. Tito Mascellani e da dona de casa Margarida Swoboda Mascellani.
 Na adolescência apresentou os primeiros sinais da doença que a acompanhou durante toda a vida, um reumatismo deformante. Já adulta caminhava com dificuldade, sentia muitas dores e só suportava as crises devido aos analgésicos. Sua enfermidade não impediu que dedicasse para os problemas da educação e suas alternativas, tornando-se uma das maiores educadoras brasileiras.
 De todas as suas contribuições para a educação, o que teve destaque foi à participação na montagem do Serviço de Ensino Vocacional (SEV), foi chamada pelo então Secretário de Educação do Estado de São Paulo, Luciano Carvalho, para participar de uma comissão de educadores com a finalidade de elaborar um projeto educacional que privilegiasse a vocação do aluno e de sua comunidade. Em 1961 foi criado o S.E.V, (Serviço de Ensino Vocacional), do qual Maria Nilde assumiu a coordenação até sua extinção, em 1969, tornando coordenadora após a sua implantação. Ficou no cargo até 1969, quando o a Ditadura Militar eliminou o SEV, sofrendo perseguições por não se submeter às determinações políticas em detrimento do projeto educacional. 
 Com a criação do Ato Institucional nº 5 (AI-5), o governo adquiriu armas para reprimir as liberdades democráticas. No Ensino vocacional levou a prisão de orientadores, professores e alunos e a invasão policial-militar em ação conjugada para todas as unidades do SEV em 12 de dezembro de 1969. Onde muitos professores e funcionários foram detidos e em janeiro de 1970 Maria Nilde foi aposentada, com base no AI-5.
 Maria Nilde sofreu repressões do governo da época, ela condenava a imposição na contratação de funcionários, como pedidos de vagas para alunos que não tinham passado pelo processo seletivo, especialmente os oriundos do alto escalão do regime militar. Com o AI-5, a escola passa a sofrer mais com as limitações impostas. Em 18 de janeiro de 1974, Maria Nilde presa com seus companheiros do RENOV, uma entidade de assessoria educacional que foi criada depois que ela passou a ser impedida de trabalhar nos Ginásios Vocacionais (GVs). Na prisão, foi torturada e acusada de ter redigido um relatório considerado revolucionário, denominado Educação Moral e Cívica e escalada fascista no Brasil, obrigatoriedade do ensino de Educação Moral e Cívica no país, a partir de 1971, a ex-coordenadora do Ensino Vocacional do Estado de São Paulo foi absolvida pelo Conselho Permanente da 2ª Auditoria de Guerrada Justiça Militar em São Paulo, em 6 de junho de 1977. O documento fora encomendado pelo Conselho Mundial de Igrejas, sediado em Genebra, Suíça.
 Os Ginásios Vocacionais (GVs) ofereciam ensino em período integral para o então 1° ciclo secundário de quatro anos. Foram criadas seis unidades do Vocacional: em 1962, fundadas as unidades de São Paulo, Americana e Batatais. Em 1963, as unidades de Rio Claro e Barretos, e enfim a unidade de São Caetano do Sul em 1968. Essa inovadora proposta pedagógica aplicava estratégias de integração curricular, os estudos do meio, projetos de intervenção na comunidade e planejamento curricular através da pesquisa junto à comunidade. Os GVs foram instalados a partir de sondagens das características culturais e socioeconômicas da localidade.
 Como a ditadura impediu Maria Nilde de trabalhar, ela juntamente com alguns ex-companheiros de serviço público, que eram perseguidos pelo regime militar, criou a Equipe RENOV, entidade de assessoria, projetos, pesquisa e planejamento de ação comunitária e educacional, baseado na defesa dos direitos humanos e dos perseguidos políticos do regime militar. Em janeiro de 1974, o RENOV foi invadido por policiais militares e Maria Nilde e seus companheiros foram presos por cerca de um mês.
 Quando a psicóloga Lélia Vizanni levou para as SEDES, Maria Nilde abriu seu espaço dentro da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, criando um centro educacional se tornando professora de psicologia educacional. Como professora da PUC, a partir de 1970 orientou teses de inúmeros alunos deixando para segundo plano a sua própria tese de doutorado.
 A Confederação Nacional dos Metalúrgicos em 1995 procurou algumas instituições de ensino e pesquisa (PUC-SP, UFRJ, UNICAMP, CEFET-SP) para estabelecer uma parceria com o objetivo de estruturar, no âmbito estadual e no nacional, um projeto de qualificação profissional para metalúrgicos e ex-metalúrgicos, sendo o projeto INTEGRAR. Maria Nilde à idealizadora desse projeto, pela PUC-SP, conseguiu reunir sindicalistas, intelectuais, professores e trabalhadores e juntos organizaram um currículo formado por disciplinas básicas e técnicas que estavam relacionadas à experiência dos alunos (o saber acumulado) e a comunidade da qual faziam parte.
 No dia 09 de dezembro de 1999 defende, na Faculdade de Educação da USP, sua tese de doutorado Uma Pedagogia para o Trabalhador: o Ensino Vocacional como base para uma proposta pedagógica de capacitação profissional de trabalhadores desempregados (Programa Integrar CNM/CUT). Dias depois, em 19 de dezembro, falece aos 68 anos na cidade de São Paulo, vítima de um infarto fulminante. Chegando ao fim a vida de uma mulher que teve a trajetória marcada pela coragem, honestidade intelectual e sensibilidade aos problemas do ensino.
Maria Nilde Mascellani
Fonte: http://fabiocaramuru.com.br/pessoas-eticas-5-maria-nilde-mascellani/
2.1 MARIA NILDE MASCELLANI E AS CLASSES EXPERIMENTAIS DO INSTITUTO NARCISO PIERONI
Instituto Narciso Pieroni – SEV
 Fonte: http://gvive.org.br/historia-sev-1/
"A educação vem como um processo pelo qual todas as potencialidades são atualizadas numa linha de conscientização de si e da realidade." -Maria Nilde Mascellani
 A educadora Maria Nilde Mascellani teve relação sobre a inovação pedagógica, atuando como orientadora educacional no Instituto Estadual “Narciso Pieroni”, na cidade de Socorro (SP), sendo uma experiência das Classes Experimentais juntamente com Olga Bechara e Lygia Furquim Sim.
Maria Nilde Mascellani e Olga Bechara, Escola Experimental de Socorro – SEV
 Fonte: Gvive | História do SEV – Gvive
 Segundo Bourdieu (1983, p. 89) campo são “espaços estruturados de posições (ou de postos) cujas propriedades dependem das posições nestes espaços, podendo ser analisadas independentemente das características de seus ocupantes”. Esses campos são delimitados partindo da definição dos objetos de disputas e de seus interesses específicos, que são obstinados às competições e interesses de outros campos. 
 Sendo colocados em jogo os fundamentos acumulados, como os lugares “de relações objetivas entre indivíduos ou instituições que competem por um mesmo objeto” (BOURDIEU, 1983, p. 155). Portanto como os demais campos, o campo educacional caracterizado pela disputa pelas funções de poder e pelo domínio dos bens culturais sendo necessário, além de conhecer bem as regras e propriedades específicas, possui capacidade considerável necessário mais fecundo nesse espaço social.
 A educadora relacionava à suas ações em busca da renovação do ensino secundário brasileiro nos anos 1950 a 1970. Com o projeto dos Ginásios Vocacionais, experiência por ela projetada e coordenada até o ano de 1969, quando ocorre, por ação policial-militar, o fechamento de todas as unidades (CHIOZZINI, 2003).
 Chama-se atenção, inicialmente, ao fato de Classes Experimentais situadas em uma escola pública de uma cidade do interior paulista terem se destacado entre colégios de alto padrão da rede particular, como Santa Cruz, Santa Maria, Mackenzie, Des Oiseaux e Sion (MARQUES, 1985).
 Nos anos de 1965 Maria Nilde inicia um movimento divulgando e apoiando os organismos internacionais para os Vocacionais. Sendo de suma importância o Vocacional passou a sobreviver a diversas apreensões, principalmente por Maria Nilde opor-se às ações corruptas que se tentava imputar à experiência, desde no governo Adhemar de Barros em São Paulo. 
 No relato de Mascellani (1999) o episódio que ficara conhecido como “crise de 65 dos Vocacionais”, quando é afastada por negar-se a ceder às pressões políticas, e diante de seu afastamento, são nomeados para a Coordenação do Serviço de Ensino Vocacional e para a direção do Ginásio Vocacional Oswaldo Aranha, por decreto de Adhemar de Barros, os professores Joel Martins e Lygia Furquim Sim. 
 No dia 21 de janeiro durando 4 horas Maria Nilde foi interrogada em uma sala de choque com a presença de torturadores, onde seu conteúdo era formalizado, apresentados documentos de igreja, declaração do bispo, cartas que educadora enviou a Genebra e a Itália, solicitado pelo Conselho Mundial de Igrejas, se tratando da Educação Moral e Cívica, atividades educacionais dos tempos do Vocacional e atividades do escritório RENOV. Segundo a educadora, o interrogatório se desenvolveu em dois planos: “a) Documento de Educação Moral e Cívica; b) relação com a Igreja e trabalhos educacionais” (MASCELLANI, 1974, p. 07).
 Depois de sessenta dias presa, a educadora conseguiu o alvará de soltura, ficando comprovado que se tratava de uma perseguição aos elementos da Igreja e de uma tentativa de desmoralização do Senhor Cardeal. A figura de Mascellani desperta muitas inquietações, assim compreendendo melhor sua inserção na igreja Católica e as formas como sua rede de social refletiu na renovação de que fez parte. 
2.2 A RELAÇÃO ENTRE CLASSES EXPERIMENTAIS E GINÁSIOS VOCACIONAIS
Ginásio Estadual Vocacional 
 Fonte: file:///C:/Users/User/Downloads/DissertacaoDanielaGomesAlbuquerque.pdf
 A educadora Mascellani coordenou Serviço de Ensino Vocacional (SEV), um elemento fundamental na implantação e administração dos Ginásios Vocacionais. As pesquisas de Daniel Chiozzini e Sandra Lunardi Marques (2015) mostram que se estabeleceu uma relação sucessiva entre as Classes Experimentais e os Ginásios Vocacionais. 
 Sandra Marques (1985) informa que para se lecionar nos Vocacionais deveriam os candidatos frequentar um treinamento específico oferecido pelo Serviço de Ensino Vocacional (SEV), sob a liderança de Maria Nilde Mascellani, e também serem selecionados por currículo, para fazerem parte de uma equipe altamente qualificada, e assim poderem atuar “na proposta de uma educação renovada, através de estudo e palestra sobre fundamentação teóricae metodológica, estágio de observação e debates sobre situações-problema”. (MARQUES, 1985, p. 59-60). 
 Letícia Vieira (2015) concorda sobre a influência ativa de Maria Nilde Mascellani nesta relação, e denota o sentido dos Ginásios Vocacionais considerando-os como: 
(...) desdobramento das Classes Experimentais Secundárias, uma vez que desfrutam da flexibilidade iniciada por estas experiências e consolidadas na LDB de 1961, os Ginásios Vocacionais de São Paulo tem ligação direta com as Classes Experimentais de Socorro. (VIEIRA, 2015, p. 114)
 Os autores citados acima ao colocarem em continuidade e desdobramento possibilitavam a investigação dos aspectos diferenciados entre as experiências das Classes Experimentais e os Ginásios Vocacionais.
 O estudo apresentado sobre as Classes Experimentais realizadas por Jayme Abreu e Nádia Cunha (1963) revelam críticas no sentido educacional de combater a “uniformidade do modelo oficial compulsoriamente imposto às escolas secundárias do país” (ABREU, 1963, p.108). Apontando as diferenças em relação à rigidez e aos problemas educacionais, com o relato dos problemas curriculares e educacionais vigentes, como citados a seguir:
1) exígua duração do ano letivo; 
2) número excessivo de disciplinas no ano escolar; 
3) falta de flexibilidade na organização curricular; 
4) ensino verbalista; 
5) dissociação do currículo quanto às necessidades e interesses dos alunos; 
6) excesso de provas; 
7) sobrevalorização das notas; 
8) falta de articulação com os ensinos primário e superior. (ABREU, 1963, p. 97) 
 Na fala do autor citado acima em forma de listagem reforça a necessidade de novas as práticas pedagógicas, tal como a inovação e experimentalismo do modelo curricular. 
 Portanto lançaram mão de “metodologia ativa e nos processos avaliativos,” optaram em não existir “zeros e reprovações.” (...) “Em suma, é a valorização de todas as suas atividades positivas ponderadas em classificação qualitativa” (VIEIRA, 2015, p. 94). Jayme Abreu e Nadia Cunha (1963) separaram um item específico sobre o “Currículo” das Classes Experimentais, e enunciam que:
Prevaleceu o conceito mais lato e atualizado de currículo, entendendo-o não apenas como o simples curso de matérias, mas abrangendo toda a gama de experiências vividas pelo aluno sob a direção da escola. Em sua organização foram sempre incluídas, com maior ou menor intensidade e variada nomenclatura, as chamadas atividades ou práticas educativas e as atividades extraclasses. A parte de curso de estudos acadêmicos funcionou estruturada à base de matérias isoladas, com alguns casos de matérias integradas, embora por vezes ainda com mais justaposição do que integração de conteúdos. (ABREU, 1963, p. 121)
 Portanto as práticas pedagógicas eram denominadas de atividades ou práticas educativas e as atividades extraclasses, demonstrando dificuldade de integração de conteúdos, revelando uma postura de sobreposição disciplinar do que da integração. Porém o que é ensinado são escolhas/seleções/fragmentos de cultura para determinados grupos ou sociedade, inserido neste processo expondo os fragmentos de cultura não legitimados, não incorporadas nas práticas escolares, e consequentemente passa a designar de currículo. 
 O documento de Jayme Abreu e Nádia Cunha (1963) destacam modificações ocorridas, em específico, no segundo ciclo do Ensino Secundário, como justificativa o momento de transição entre o primeiro ciclo (ginasial) para o segundo ciclo (colegial) “onde necessidades de diversificação mais nítida se fazem sensíveis.” (ABREU, 1963, p.121). 
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Considera-se que Maria Nilde Mascellani foi uma educadora que defendia a educação, que queria o melhor. Mesmo doente não a impediu que se dedicasse para os problemas da educação e suas alternativas, criado o S.E.V, (Serviço de Ensino Vocacional), do qual assumiu a coordenação até sua extinção, tornando coordenadora após a sua implantação. Após a Ditadura Militar eliminar o SEV, sofreu perseguições por não se submeter às determinações políticas em detrimento do projeto educacional. 
 Pode-se concluir que quando coordenou Serviço de Ensino Vocacional (SEV), um elemento importante na implantação e administração dos Ginásios Vocacionais, as pesquisas mostraram que se estabeleceu uma relação entre as Classes Experimentais e os Ginásios Vocacionais.
Conclui-se que para poder lecionar nos Vocacionais os candidatos deveriam frequentar um treinamento específico oferecido pelo Serviço de Ensino Vocacional (SEV), sob a liderança de Maria Nilde Mascellani, e serem selecionados por currículo, para fazerem parte de uma equipe altamente qualificada, para poder oferecer uma educação de qualidade. Em sua trajetória de vida essa educadora tornou possível a conquista e a importância das experiências de renovação em que fez parte. 
REFERÊNCIAS
ABREU, Jayme; CUNHA, Nádia. Classes secundárias experimentais: balanço de uma experiência. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. RJ: INEP, v. 40, n. 91, Jul/set, 1963.
BOURDIEU, Pierre. Questões de Sociologia. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. 1983.
CHIOZZINI, Daniel Ferraz; MARQUES, Sandra Machado Lunardi. As relações entre escola nova, classes experimentais e Ginásios Vocacionais (1958-1970). Anais. VIII Congresso Brasileiro de História da Educação, Universidade Estadual de Maringá, 2015.
CHIOZZINI, Daniel Ferraz. Os ginásios vocacionais: a (des) construção de uma experiência educacional transformadora (1961-1969). Dissertação (mestrado). São Paulo: UNICAMP, 2003.
MARQUES, Sandra Machado Lunardi. Contribuição ao estudo dos Ginásios Vocacionais do Estado de São Paulo: o ginásio Vocacional “Chanceller Raul Fernandes” de Rio Claro. 1985. Dissertação (Mestrado em Educação). Pontíficia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 1985.
MASCELLANI, Maria Nilde. Relato da minha prisão e das circunstância que a envolveram. São Paulo, abril de 1974. [mimeografado]. Centro de Memória da Faculdade Educação da Universidade de São Paulo.
______. Uma pedagogia para o trabalhador: O Ensino Vocacional como base para uma proposta pedagógica de capacitação profissional de trabalhadores desempregados (Programa Integrar CNM/CUT). São Paulo, SP, 1999 Tese (Doutorado) - FE/USP. 
______. Entrevista concedida à Sandra Marques. 1984.Centro de Memória da Faculdade Educação da Universidade de São Paulo. 
	
	VIEIRA, Letícia. Um núcleo pioneiro na renovação da educação secundária brasileira: as primeiras classes experimentais do estado de São Paulo (1951-1961). 2015. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade do Estado de Santa Catarina. Programa de Pós-graduação em Educação, Florianópolis, 2015.

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