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A INTERVENÇÃO DO ASSISTENTE SOCIAL NAS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS: SAÚDE DO IDOSO NA ATENÇÃO BÁSICA EDILMA MONTEIRO FERREIRA¹ JESSY CAROLINE AVIZ COSTA KELIANE DE SOUZA TEIXEIRA MARIA DE NAZARÉ DIAS QUEIROZ JACQUELINE MORAES² RESUMO Este trabalho tem por objetivo identificar a intervenção do assistente social nas políticas públicas brasileiras, mais especificamente referente a saúde da pessoa idosa, considerando o Estatuto do Idoso, suas leis, a legislação brasileira, as políticas para a pessoa idosa como a PNI, neste sentido, também explanaremos a atuação do profissional de serviço social na atenção básica no âmbito da saúde e do envelhecimento, relatando as propostas de atribuições deste profissional. Sendo assim identificaremos a importância do assistente social, para a promoção da saúde do idoso e encaminhamento de serviço, fazendo se compreender que velhice não é sinônimo de doença. Palavras-chave: Idosos. Saúde. Assistente Social 1. INTRODUÇÃO Segundo o IBGE a expectativa de vida dos brasileiros está crescendo a cada dia, o envelhecimento é um fenômeno que pode ser observado mundialmente. O serviço social tem em sua trajetória a inserção de profissionais na área da saúde, principalmente a partir da lei 8080\90 que cria o SUS. O presente trabalho tem por objetivo abordar a atuação do profissional de serviço social na saúde básica. Considerando o estatuo do idoso, suas leis, a legislação brasileira, as politicas para pessoa idosa como PNI, assim identificaremos a importância do assistente social, para a promoção da saúde do idoso, encaminhamento de serviço e fazendo e compreendendo que a velhice não e sinônimo de doença. Na legislação brasileira, é considerada idosa a pessoa que tenha 60 anos ou mais de idade, e ainda é assegurado dentre os idosos com mais de 80 anos, uma prioridade maior em atendimentos de saúde dentre os outros idosos. Devido ao atual cenário em que estamos vivendo durante o distanciamento social por motivo da pandemia de Covide 19, não fizemos visita técnica em espaços de atuação onde estão inseridos assistentes sociais no trabalho com idosos. A metodologia utilizada para o desenvolvimento deste trabalho, foram pesquisas em artigos científicos, livros e afins. 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 Desenvolvimento das Políticas Públicas de Saúde para idosos no Brasil O desenvolvimento de políticas públicas para a pessoa idosa tem sido destaque na agenda de organizações internacionais de saúde com relação à proposição de diretrizes para nações que ainda precisam implantar programas sociais e assistenciais para atender às necessidades dessa parte da população. A implantação no Brasil de uma política nacional para as pessoas idosas,é recente, pois data de 1994. Antes desse período na década de 70 todo o trabalho realizado com os idosos no Brasil era de cunho caritativo, realizado especialmente por entidades religiosas ou entidades leigas filantrópicas. Nesse sentido, a Política Nacional do Idoso (PNI), promulgada em 1994 e regulamentada pelo Decreto n. 1948, de 03 de junho de 1996, assegura direitos sociais à pessoa idosa, ao criar condições para promover sua autonomia, sua integração e sua participação efetiva na sociedade e reafirmar seu direito à saúde nos diversos níveis de atendimento do SUS. A partir desse contexto e da cogitada transição demográfica e epidemiológica, quais foram as políticas públicas implantadas no país em prol do bem-estar da pessoa idosa considerando os eixos sócio-histórico e sócio-político. A seguir são apresentados alguns dos trechos das principais regulamentações que focalizam o contexto sócio-político: · A Lei Orgânica da Saúde No Brasil, o direito universal e integral à saúde foi conquistado pela sociedade na Constituição de 1988 e reafirmado com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Lei Orgânica da Saúde nº 8.080/90(6). O entendimento desse direito passa pelo acesso universal e equânime aos serviços e ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com garantia da integralidade da atenção, considerando as diferentes realidades e necessidades de saúde da população. · O Estatuto do Idoso: O Estatuto do Idoso veio priorizar tanto seu atendimento de um modo geral, como também aquela clientela que já apresenta algum grau de dependência. É com essas ações fundamentais de prevenção secundária, de reabilitação, de promoção da saúde, além do cuidado e do tratamento, que é possível garantir melhor qualidade de vida para idosos na vida em família e em sociedade. O estatuto enfatiza a interface entre a intersetorialidade e o direito à saúde: Incorpora o conceito de integralidade da atenção, ao afirmar que “o idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se lhe (…) todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade” (Art. 2). É assegurada a atenção integral à saúde do idoso, por intermédio do Sistema Único de Saúde – SUS, garantindo-lhe o acesso universal e igualitário, em conjunto articulado e contínuo das ações e serviços, para a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde (Art.15). Coerentemente, aborda a problemática de recursos humanos: as instituições de saúde devem atender aos critérios mínimos para o atendimento às necessidades do idoso, promovendo o treinamento e a capacitação dos profissionais, assim como orientação a cuidadores familiares e grupos de autoajuda(Art.18). Demanda a inserção, nos currículos dos diversos níveis de ensino formal, de conteúdos relativos ao processo de envelhecimento, à eliminação de preconceitos e à valorização social dos idosos (Art. 22). · A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa: Nessa política estão definidas as diretrizes norteadoras de todas as ações no setor de saúde e indicadas as responsabilidades institucionais para o alcance da proposta. Além disso, ela orienta o processo contínuo de avaliação que deve acompanhar seu desenvolvimento, considerando possíveis ajustes determinados pela prática. Sua implementação compreende a definição e readequação de planos, programas, projetos e atividades do setor da saúde, direta ou indiretamente relacionados com seu objeto. Assim, essa política define diretrizes norteadoras de todas as ações no setor da saúde, com indicação de responsabilidades para o alcance da proposta, a saber: Promoção do envelhecimento ativo e saudável; Atenção integral e integrada à saúde da pessoa idosa; Estímulo às ações intersetoriais, com vistas à integralidade da atenção; Implantação de serviços de atenção domiciliar; Acolhimento preferencial em unidades de saúde, com respeito ao critério de risco; Provimento de recursos capazes de assegurar qualidade da atenção à saúde da pessoa idosa; Fortalecimento da participação social; Formação e educação permanente dos profissionais de saúde do SUS na área de saúde da pessoa idosa; Divulgação e informação sobre a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS; Apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas. A PNSPI também aponta estratégias para: Implantação da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa; Edição e distribuição do Caderno de Atenção Básica – Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, nº 19; Realização do Curso de Educação à Distância em Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa – EAD; Elaboração do Plano Integrado de Ações de Proteção à Pessoa Idosa SUAS-SUS; Edição e distribuição do Guia Prático do Cuidador; Criação e implantação do Plano Nacional de Formação de Cuidadores de IDOSOS Dependentes na Rede de Escolas Técnicas do SUS (RET-SUS); Publicação da portaria sobre Prevenção e Cuidado à osteoporose e quedas (Portaria nº 3.213/GM de 20 dezembro de 2007); Ampliação de acesso à consulta no Programa Olhar Brasil (Portaria n/33/SAS de 23 de janeiro de 2008); Fomento à pesquisa na área de Envelhecimento de Saúde da Pessoa Idosa; Implementaçãodo Programa de Internação Domiciliar; O Brasil tem se organizado na tentativa de responder às crescentes demandas da população que envelhece, preparando-se para enfrentar as questões da saúde e do bem-estar dos idosos, um grupo que emerge rapidamente no cenário da vulnerabilidade, embora a legislação brasileira relativa aos cuidados da população idosa seja bastante avançada, a prática ainda é insatisfatória. Observa-se que tanto a atenção primária à saúde, quanto a estratégia de saúde da família apontam para a inespecificidade da atenção ao idoso o que impacta em seu bem-estar. Dessa forma, ele precisa receber do profissional um novo olhar, não mais focado na doença, porém na funcionalidade. Para a população idosa, a saúde não se restringe apenas ao controle e à prevenção de agravos de doenças crônicas não transmissíveis, mas também à interação entre a saúde física e mental, a independência financeira, a capacidade funcional e o suporte social. Do ponto de vista da normatização legal, o envelhecimento é protegido no Brasil. Contudo, embora haja diretrizes a serem seguidas, mesmo com todas as discussões já realizadas, suas implementações ainda não foram feitas de forma completa. Cabe aos profissionais da saúde inclusive os assistentes sociais construir estratégias de enfrentamento, que assegurem a proteção social e a qualidade de vida a pessoa idosa. 2.2 A Saúde do Idoso e as Atribuições dos Assistentes Sociais O Assistente Social está inserido nas mais diversas áreas profissionais e possui um espaço privilegiado na área da saúde, em que atua com diversas expressões da questão social. Para tanto, é importante constante aprimoramento para capacitação profissional para intervir na realidade que é imposta. Verificou-se que o Assistente Social faz parte do quadro de profissionais atuantes na política de Saúde, mas precisa de produções científicas que ofereçam suporte ao desenvolvimento das ações, principalmente no que se refere à saúde do idoso. Mesmo com o entendimento de que nessa parte a população faz parte da demanda de atuação, alguns profissionais ainda tem dificuldade em saber qual sua real atuação para a população idosa. Por outro lado, muitos idosos não conseguem se quer visualizar a figura profissional em Serviço Social como alguém predisposto a direcioná-los na efetividade de seus direitos e resolutividade das demandas trazidas. Nesse sentido, é importante salientar que o serviço social deve ir além do acolhimento, da orientação, da escuta e do direcionamento a pessoa idosa, contribuir no empoderamento desse segmento e no incentivo à participação nos processos de controle social, reafirmando assim o compromisso ético-político assumido pela categoria. Para Bravo (2009), o trabalho do assistente social na saúde deve ter como eixo central a busca criativa e incessante da incorporação destes conhecimentos, articulados aos princípios do projeto de Reforma Sanitário e pelo Projeto Ético-Político do Serviço Social (Bravo,2009,p.43). Objetivamos assim, a partir da produção de conhecimento e processo de trabalho do Serviço Social no atendimento as pessoas idosas na atenção básica de saúde, desenvolver algumas propostas de atribuições profissionais que poderão dar embasamento a atuação do Assistente Social nesse espaço sócio ocupacional. Propostas de atribuições profissionais do Assistente Social na atenção básica no atendimento à saúde da pessoa idosa, com base na análise do Caderno de Atenção Básica “Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa” (2006) – Ministério da Saúde. · Caracterizar a população idosa atendida pela Unidade de Saúde; · Elaborar e planejar, junto com os demais profissionais de saúde, ações socioeducativas de atenção à saúde do idoso; · Acolher o idoso e sua família; · Socializar informações em relação ao acesso a serviços, objetivando a garantia de direitos do idoso e sua família; · Encaminhar para a rede de proteção social básica e especial quando necessário; · Elaborar junto com a equipe de atenção básica, planos de estratégias de atendimento integral e especializado para a pessoa idosa. Respeitando suas limitações, suas particularidades, direito a prioridade de atendimento (salvo casos de emergência e urgência), na perspectiva de uma atenção integral humanizada; · Propor e incentivar a equipe de saúde a se capacitar continuamente, para melhor atender os usuários do SUS, em especial o idoso, para que todo e qualquer profissional esteja preparado para lidar com as questões do processo de envelhecimento, particularmente no que concerne à dimensão subjetiva da pessoa idosa; · Incentivar a participar junto com os demais profissionais de saúde(equipe multiprofissional) da discussão sobre a saúde do idoso, rompendo com a fragmentação de atendimento do processo saúde/doença; · Planejar, executar e avaliar com a equipe de saúde ações que assegurem a saúde enquanto direito; · Incentivar e propor a participação do idoso e sua família no processo de decisão do tratamento proposto pela equipe multiprofissional; Diante das propostas de atribuições, é importante perceber que o maior desafio profissional na atenção a pessoa idosa é contribuir para que os idosos redescubram possibilidades de viver com qualidade e que por direito, possuem acesso livre aos serviços prestados. O Assistente Social deve buscar o empoderamento do idoso, para que o mesmo, apesar das suas limitações, passe a ter os seus direitos efetivados. Essa possibilidade aumenta na medida em que a sociedade considera o contexto familiar e social e consegue reconhecer as potencialidades e o valor da pessoa idosa. 3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 A Política de Saúde Para os Idosos e os Desafios da Atuação do Serviço social. Aqui tomaremos como base a classificação da OMS (Organização Mundial da Saúde), que propõe o marco cronológico de entrada na fase da velhice de 65 anos para países desenvolvidos e 60 anos para países considerados subdesenvolvidos. Além do acumulo de anos, o envelhecer traz consigo mudanças biológicas, sociais, psicológicas, entre outras que marcam este momento da vida. É nesta fase da vida que o indivíduo sofre significativas perdas, que vai desde o afastamento de familiares, perpassando a ótica da doença até a exclusão do mercado de trabalho. O idoso desenvolve o sentimento de inutilidade, ocasionando sua marginalização social, principalmente como advento da aposentadoria. (LEÃO, 2015, p. 78) A velhice, além de mudanças físicas sociais e subjetivas, vem sendo acompanhada historicamente por estigmas e preconceitos que subalternizam os velhos. A valorização do jovem por ser produtivo, aliado a uma visão capitalista de produtividade, e o retrato do idoso por sua inutilidade, aliando a imagem da doença e fim deplorável para o ser. Estas mudanças demográficas e sociais são colocadas em cheque perante o desafio de atendimento as demandas do idoso, no tocante a saúde deste, vemos um despreparo ao atendimento adequado para o alcance da almejada qualidade de vida, visualizando este como cidadão, e o segmento a qual pertence, colocado como prioritário pela Constituição de 1988.Perante esse quadro diferenciado de atendimento aos idosos, tende de se ampliar os conceitos e práticas dos programas de saúde para esta parcela da população. O gráfico a seguir deixa evidente o aumento da população idosa esses dados indicam que em breve o número de idosos poderá ser superior ao número de jovens. Isso certamente tornará emergente a discussão sobre as características, e discussão que envolve o processo de envelhecimento: Dessa forma, tendo em vista o cenário atual em que o aumento do envelhecimento populacional e da taxa de longevidade são fenômenos que vêm ocorrendo mundialmente. Importante analisar os desafios da atuação do Serviço Social na defesa dos direitosda terceira idade visto que o aumento da expectativa de vida, não significa que os idosos estão vivendo com qualidade de vida. O aumento da expectativa de vida significa um ganho em termos de qualidade de vida, mas significa também o risco de o ser humano conviver com doenças crônicos degenerativos, incapacidades e dependências que podem se instalar à medida que o indivíduo vai envelhecendo. O trabalho visa contribuir para que o idoso seja mais bem cuidado durante seu envelhecimento, pois infelizmente para muitos o idoso é visto como um sinônimo de doenças. Sabemos que a medida que a pessoa vai envelhecendo, vai ficando mais vulnerável e mais sujeito a patologias. Muitas dessas enfermidades podem deixá-lo fragilizado. Para uma proporção de idosos frágeis a presença de cuidadores formais e informais comprometidos e a melhor forma de apoio que essas pessoas podem ter na vida. Na maioria das vezes é a família que assume o papel de auxiliar na realização de tarefas instrumentais e afetivas para o idoso que está experimentando perdas físicas e cognitivas. A prestação de cuidados com os idosos têm consequências graves para a unidade familiar em geral, até mesmo porque geralmente os familiares não estão qualificados ou nem mesmos preparados para esse tipo de atividade. Daí a importância e a necessidade da aquisição de conhecimentos para poder assumir a responsabilidade de dar apoio e ajudar para satisfazer as necessidades, visando a melhoria da qualidade de vida, zelando pelo bem-estar, pela saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e pelo laser do idoso assistido. Afim, de garantir ao idoso uma qualidade de vida estimulando sua autonomia e independência, além de desenvolver uma mentalidade preventiva no sentido de se evitarem danos à saúde do idoso. 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO O que fica evidenciado neste trabalho e uma análise sobre como atua o Assistente Social para com os idosos dentro da área da saúde, pois a demanda que busca o trabalho do Assistente Social espera encontrar resolutividade em seus anseios, suas necessidades, mesmo as mais imediatas, com a pessoa idosa isso não é diferente. Para a pessoa idosa, o trabalho do Assistente Social se torna um importante instrumento da colaboração na orientação aos direitos estabelecidos em lei, pois essas, nem sempre são efetivadas e o idoso procura do profissional de Serviço Social um compromisso, um acolhimento e um amparo que o conduza na direção da busca desses direitos. É preciso que o profissional seja capaz de construir essas respostas que dê conta da sua necessidade, mesmo aquelas de caráter imediato, tais como: A dificuldade de acessar os serviços na saúde pública, a complexidade de garantir exames e medicamentos, a violência existente no seio da vida familiar ou ainda o acesso aos direitos sociais, e, nesse sentido, um direcionamento quanto aos direitos normatizados onde recorrer e como recorrer de ser as ações prioritárias ao Assistente Social. 5. CONCLUSÃO A partir do exposto sobre a intervenção do profissional de serviço social, podemos analisar que se tratando da saúde do idoso ainda existe muito despreparo no atendimento adequado que eles têm direito garantido em lei. Com isso o trabalho do assistente social se torna muito importante em relação a garantia de direitos estabelecidos em lei, fazendo a garantia desses direitos para que os idosos possam ter um atendimento humanizado. A população idosa, a sociedade e os gestores nas várias esferas de governo precisam continuamente discutir as necessidades de saúde dos idosos nas regiões diferentes do Brasil em relação às ofertas de serviços, com organização e integração das redes de atenção em sistemas para a manutenção da saúde, mas sobretudo em sua funcionalidade. Neste sentido, modificar conceitos arraigados é um dos desafios das políticas públicas, principalmente, em relação à saúde do idoso. Fica evidente a necessidade de novas tecnologias serem incorporadas de modo sistemático e crítico, de se aprender a falar de recursos financeiros, assim como de aproximar a saúde coletiva à saúde do idoso. Além disso, construir uma rede de atenção de cuidados ao idoso, e viabilizar políticas para as demandas crescentes e emergentes em consequência do envelhecimento da população, no Brasil, ao interconectar os serviços de saúde aos serviços sociais. REFERÊNCIAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. MÜLLER, Antônio José (Org.). et al. Metodologia científica. Indaial: Uniasselvi, 2013. 2013. Disponível em: <https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=https://www.jusbrasil.com.br/topicos/11738598/lei-n-6179-de-11-de-dezembro-de-1974>. Acesso em 10 jun.2020. 2013<https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/saude-da-pessoa-idosa/2616-caderno-de-atencao-basica-em-envelhecimento-e-saude-da-pessoa-idosa>. Acesso em 10 jun.2020. 1 Edilma Monteiro Ferreira Jessy Caroline Aviz Costa Maria de Nazaré Dias Queiroz Keliane de Souza Teixeira 2 Jacqueline Moraes Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – Curso (SES 0499/2) – Prática do Módulo VI –13 /07/