Prévia do material em texto
& Todas as Imagens deste ppt são meramente ilustrativas Fonte: Google Images, 2018/2019 Implantação 2018/1 CARGA HORÁRIA: 60 Teórica: 40 Prática: 20 Professor 2019/02 – Carlos Eduardo Dezan Scopinho (Cadu) EMENTA Apresenta os principais conceitos e técnicas de Promoção de Vendas e Merchandising, evidenciando sua aplicabilidade como instrumental básico na concepção, planejamento e elaboração de estratégias adequadas às políticas estabelecidas na esfera da comunicação mercadológica de natureza comercial, institucional ou comunitária. COMPETÊNCIAS COMPETÊNCIAS GERAIS I - VISÃO SISTÊMICA - Articular saberes da profissão com o contexto cultural, ambiental, social e global para compreender a realidade e resolver problemas. II - PENSAMENTO ANALÍTICO - Analisar e interpretar sistematicamente os dados a fim de solucionar problemas. III - COMUNICAÇÃO - Comunicar, interpretar e produzir textos orais e escritos do meio acadêmico e profissional. IV - TRABALHO EM EQUIPE - Realizar trabalhos em conjunto, possuindo flexibilidade para lidar com diferentes perfis de pessoas, reconhecendo a interdependência para o alcance dos objetivos comuns. V – INOVAÇÃO - Buscar soluções viáveis e inovadoras na resolução de situações-problema. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS VI - CRIATIVIDADE - Gerar ideias para a criação de conceitos e soluções na área de comunicação. VII - RELACIONAMENTO COM O CLIENTE - Estabelecer um relacionamento VIII - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - Posicionar o cliente estrategicamente de forma diferenciada e competitiva no seu mercado de atuação OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Posicionar o marketing promocional como ferramenta de comunicação e mostrar suas vertentes. Mostrar as tendências de mercado e o perfil do profissional 2. Conhecer as ferramentas promocionais e estabelecer conexões com as teorias do composto mercadológico. 3. Estabelecer bases para a continuidade da discussão a propósito do pensamento promocional. 4. Possibilitar aos alunos maior conhecimento do planejamento promocional PLANO DE ENSINO PROMOÇÃO DE VENDAS E MERCHANDISING Fundamentos de marketing Necessidade humana é um estado de privação De alguma satisfação básica. Desejo são carências por satisfações específicas Para atender a estas necessidades mais profundas Demanda são desejos por produtos específicos que são Respaldados pela habilidade de disposição de compra-los Necessidades Autorrealização Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image DEMANDA INEXISTENTE DEMANDA NEGATIVA Ocorre quando uma parcela significativa do mercado rejeita ou não gosta do produto e até mesmo o evita. É toda a procura por produto/serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, não são socialmente bem aceitos, têm sido alvo de estratégias de marketing que possuem campanhas publicitárias que tentam desestimular seu consumo. Quando o target não tem interesse em um produto ou desconhece seus eventuais benefícios, desta forma, é dito que determinado produto tem demanda inexistente. É a demanda mais difícil de ser alterada. DEMANDA INDESEJADA É quando os produtos existentes não conseguem atender a todas as necessidades dos consumidores, sempre há um espaço para as tendências (inovações). Neste caso da demanda latente, o objetivo consiste em detectar essas necessidades e verificar a viabilidade comercial de atendê-las. DEMANDA LATENTE Vários produtos possuem uma sazonalidade em seu consumo. Essa variação pode ocorrer até mesmo durante certos períodos: diário, semanal, mensal e anual. DEMANDA IRREGULAR Ocorre quando as empresas estão satisfeitas com seu volume de negócios. Ou seja, quando o volume de consumidores é satisfatório para a organização. DEMANDA PLENA Ocorre quando a empresa não consegue atender à demanda total de seus produtos. DEMANDA EXCESSIVA Um produto pode ter seu consumo diminuído e chegar até mesmo a desaparecer do mercado. Neste caso, o marketing deve verificar o porquê desse processo e, caso seja uma situação irreversível, a retração do produto no mercado não deve ser desfavorável aos shoppers e nem a empresa. DEMANDA DECRESCENTE ESTADOS DA DEMANDA Atmosfera de Compra, ou de vendas Refere-se ao design de um ambiente por meio de Comunicações visuais, iluminação, cores, música, aromas para estimular as respostas emocionais e de percepção dos clientes que, ao final, poderão afetar seu comportamento de compra. BLESSA, Regina (2007, p. 29) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Na integração de esforços de marketing e de comunicação, é preponderante estar sempre um passo à frente, visando a um trabalho de longo alcance, analisando e agindo, considerando todas as possibilidades do mercado. BLESSA, Regina (2007) ” “ Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Processo de planejamento, execução, preço, comunicação e distribuição de ideias, bens e serviços, de modo a criar trocas (comércio) que satisfaçam aos objetivos individuais e organizacionais. A ação de marketing é mais ou menos ampla, conforme o enfoque de cada empresa . BLESSA, Regina (2007, p.1) ” “ Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image MERCADO-ALVO PRODUTO Tecnologia do design Usabilidade Utilidade Valor Qualidade Marca Garantia PREÇO Estratégia de penetração Método cost-plus de formação de preço Produto-chamariz outros PONTO DE VENDA Canal múltiplo Atacadista Local – Exportação Internet PROMOÇÃO Propaganda – Publicidade Recomendações Ofertas especiais PESSOAS Fundadores Colaboradores Cultura Atendimento ao Cliente PROVA FÍSICA Histórias dos usuários Recomendações Instalações da empresa Entusiasmo oriundo da percepção do cliente PROCESSO Serviço de entrega Reclamações Tempo de resposta PESQUISA 1 2 3 4 5 6 7 8 O QUE É O MÉTODO COST-PLUS – você calcula qual deve ser sua meta de vendas. Depois , calcula o seu custo e adiciona a margem de lucro. Exemplo: Você precisa vender 100 matrículas. O seu custo médio é de R$ 100,00 por matrícula. Se você quer uma margem de lucro de 35%, então seu preço de venda deverá ser R$ 135,00. Na Idade Média, quando esse método surgiu foi apoiado em 3 pontos: a) Simplicidade – cálculos básicos, bastando conhecer seus números. b) Justo – assegura que não está explorando o consumidor ( esta era a exigência da Igreja na Idade Média, quando ela controlava o comércio) c) Prudente – garante a margem de lucro Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Em alguns casos, este método não é adequado, pois, pode depreciar a sua marca. Ao acrescentar apenas a margem de lucro ao seu custo, o preço pode ficar muito baixo e gerar desconfiança em seu cliente potencial. Além disso, muitos dos serviços que oferecemos tem propriedade intelectual que representam anos de estudos e conhecimento que muitas empresas não consideram em seus custos. Muitos vendedores querem aumentar suas vendas , colocando os preços bem baixos, mas para isso , teria que garantir determinado volume de vendas para compensar os custos baixos . Esse volume, com certeza, irá aumentar os custos na empresa, e portanto, diminuir as margens de lucro. Esse método leva apenas em consideração as necessidades imediatas da empresa e esquece de atender as expectativas dos clientes. E em muitos casos o método cost- plus estabelece preços abaixo do que deveria. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Ou Trade Marketing, tem como prioridade o relacionamento estratégico entre o fornecedor e os pontos-de-venda, criando ainda ligação entre as áreas de marketing e vendas – dentro da própria empresa. É uma atividade integrada que tem como objetivo planejar os canais de venda e os clientes-chave (key accounts), melhorando o posicionamento no varejo e garantindo a atuação da marca junto aos consumidores. BLESSA, Regina (2007, p.1) ” “ Imagemmeramente ilustrativa – Fonte: Google Image É qualquer técnica, ação ou material promocional usado no pdv que proporcione informação e melhor visibilidade a produtos, marcas ou serviços, com o propósito de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores. BLESSA, Regina (2007, p.1) “ ” Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image É qualquer esforço feito para comunicar e promover empresas ou produtos, sem utilizar mídia convencional. Tem uma abrangência muito grande, podendo ser uma ação ou conjunto de ações amparadas em uma mensagem objetiva de comunicação, ou um evento simples, como um patrocínio de um campeonato esportivo ou concerto musical. BLESSA, Regina (2007, p. 2) “ ” Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Esforço específico de promoção com objetivos de promover vendas. Em geral, são promoções que oferecem ofertas ou condições especiais de venda, visando a uma maior rotatividade do produto ou a um aumento da demanda de serviço. Apóia a propaganda e é muito confundida com promoção em geral e merchandising. BLESSA, Regina (2007, p.1) “ ” Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image A diferença entre Merchandising e Promoção de Vendas é que a promoção é feita por tempo determinado, enquanto o merchandising é constante. BLESSA, Regina (2007, p. 2) “ ” Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image É uma estratégia de varejo que trabalha o ambiente do ponto de venda, criando identidade e personalidade por meio do design e da disposição dos produtos, motivando e influenciando as decisões de compra dos consumidores. “ ” Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image BLESSA, Regina (2007, p. 2) O visual merchandising é um dos elementos mais eficazes no marketing de varejo. Essa tática está inteiramente ligada às ações tomadas em diversos setores mercadológicos, pois influencia diretamente na escolha final do consumidor, estimulando-o a comprar por impulso. Em palavras simples, o visual merchandising valoriza esteticamente um produto a partir de artifícios que elevam a percepção dos sentidos humanos. Outro requisito dessa tática é facilitar a visualização de determinadas mercadorias, aguçando os desejos do consumidor. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagens meramente ilustrativas – Fonte: Google Image É uma das vertentes de merchandising e diz respeito as técnicas utilizadas na montagem de vitrines, a fim de obter os melhores resultados possíveis na exibição de produtos. Vitrines bem elaboradas são capazes de transmitir uma ideia ou até mesmo uma sensação ao possível cliente - valorizando os produtos expostos, criando imagens e aguçando os sentidos das pessoas que olham as vitrines. O vitrinismo é mais popular do que geralmente se imagina. Tanto que existem profissionais especializados nas técnicas de vitrinismo: os vitrinistas A colocação de produtos, também conhecida como marketing embutido, é uma técnica de marketing na qual referências a marcas ou produtos específicos são incorporadas em outro trabalho, como um filme ou programa de televisão, com promoções específicas de intenção. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Embora as referências à marcas possam ser voluntariamente incorporadas a trabalhos ficcionais em um esforço para manter um sentimento de realismo ou comentar sobre a própria marca, a colocação de produtos é a incorporação deliberada de uma marca ou produto em troca de compensação. A veiculação de produtos pode variar de aparências discretas dentro de um ambiente a uma integração e reconhecimento proeminentes do produto dentro do trabalho. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Canais, como marcas específicas de automóveis ou eletrônicos de consumo, podem aparecer em um único filme ou programa de televisão ou em trabalhos produzidos por empresas verticalmente integradas (como a Sony) para representar produtos de suas outras divisões como uma forma de sinergia corporativa. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Um trabalho de ligação é uma obra de ficção ou outro produto baseado em uma propriedade de mídia, como um filme, um videogame, uma série de televisão, um tabuleiro de jogo, um site, um RPG ou uma propriedade literária. Os tie-ins são autorizados pelos proprietários da propriedade original e são uma forma de promoção cruzada usada principalmente para gerar renda adicional a partir dessa propriedade e promover sua visibilidade. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Menção no texto Quando a personagem fala o nome da marca Uso do produto ou serviço A cena mostra a utilização do produto ou serviço. Conceitual Quando a personagem explica para outros as vantagens, inovações, relevâncias e os preços do produto ou serviço. Estímulo Visual Se dá quando o produto ou serviço é mostrado de forma a ser apreciado, isto é, visto no contexto da cena e devidamente explorado pela câmera. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image LEVOPS Levantamento de oportunidades Promoção de vendas & Merchandising Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Ângulo de visão e ponto de pega Altura Máxima para inserção de produtos 2,0 m Altura dos olhos (melhor exposição) 1,6 m Altura das mãos (ponto de pega) de 1,0 a 1,6 m Altura mínima para a exposição do produto 0,5 m (abaixo desta altura, só uma base) Promoção de vendas & Merchandising Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Arrumação em Gôndola Os consumidores fazem compras da mesma forma que leem jornal, da esquerda para a direita, de cima para baixo. Portanto, a arrumação das mercadorias deve seguir esse mesmo critério Tipos de Arrumação VERTICAL – proporciona maior impacto e clareza visual para quem escolhe os produtos e facilita o pega do produto. HORIZONTAL – esse sistema é pouco usado pois confunde visualmente. EM BLOCO – mistura-se os tipos de produto sem respeitar uma linha vertical, é de visualização difícil complicando a escolha. Visibilidade e alcance da mão: Adulto> 0,5 a 1,6 m Criança> 0,3 a 09 m Quando o marketing promocional pode ser utilizado? Como apoio à Propaganda. Produtos com baixa participação de mercado e baixo investimento em comunicação. Quando os objetivos de Marketing precisarem ser alcançados em prazos mais curtos. Demanda seletiva por preço. Estimular força de vendas e públicos internos. Bloquear investida da concorrência. Quando não ocorre diferenciação entre produtos, sendo a promoção o diferencial. Formas de Promoção Propaganda Rádio – TV – Jornal – Revista - Internet Promoção de Vendas Liquidações – Vale- Brindes - Cupom de descontos – Amostragens – Demonstrações – Show-roons – Pague 2 leve 3 - Degustação Venda Pessoal Vendedores próprios – Representantes comerciais Telemarketing Próprio ou Terceirizado Merchandising Layout de loja – Distribuição de produtos no PDV – Equipamentos de exposição de produtos Comunicação no PDV Sinalização interna – Fachada e entorno Publicidade Assessoria de imprensa – Produção própria de press- release Patrocínio Feiras – Eventos esportivos – culturais ou benemerentes Exposições e Feiras Participação como: Expositor ou Visitante Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Detecção das necessidades Avaliação das necessidades Determinação dos mercados de atuação Desenvolvimento e lançamento do produto Distribuição e comercialização Comunicação Acompanhamento da vida do produto Qualitativamente Quantitativamente Processo de Marketing Sentido de Marketing - Do mercado para a empresa/produto - Da empresa/produto para o mercado Fonte: COSTA e TALARICO, 1996 Sinalização Diferenciação Rentabilidade do CanalExposição de produtos e solução Gerenciamento da equipe e Roteirização Material de Merchandising Ambientação Demonstração Informação GESTÃO EFICIENTE DO PDV PDV VAREJISTA CONCORRÊNCIA CONSUMIDOR DEMANDA E TENDÊNCIAS DE MERCADO FORNECEDOR Avaliação da categoria e seus níveis de detalhamento (EX: subcategorias) através de indicadores de desempenho. Olhar para dentro da empresa Avaliação da categoria e respectivas variáveis ao mix varejista (Ex: Mix, preço, crédito, visual merchandising, localização...) dos competidores. Avaliação o shopper. Entendimento da percepção de valor do cliente em relação a categoria de produtos, motivos de intenção de compra no varejista ao invés da concorrência. Avaliação do tamanho do mercado (volume consumido), e tendências de mercado e hábitos de consumo em relação aos produtos da categoria versus substitutos. Avaliação da categoria pelo fornecedor que é o expert da cadeia de valor, possuidor de estatísticas e melhores práticas. Avaliação da parceria entre varejista e fornecedores. OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO Identificar situação atual da Categoria Identificar oportunidades de melhorias nos indicadores de desempenho Identificar melhorias nas decisões de mix, preços e margens, promoções, planograma, serviços e abastecimento Áreas de Avaliação das Categorias 1 2 3 4 5 SHOPPER Aquele que efetua as compras, pode ou não consumir. Abordagem mais utilizada m Trade Marketing CONSUMIDOR Aquele que consome. Alvo prioritário do Marketing. CLIENTE Na perspectiva da área de vendas dos fabricantes, o cliente é o varejista. Geralmente, na figura do: Comprador: em inglês, chamado de “ buyer” ESTRATÉGIA Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Rubens Sant’Anna Compartilhar informações com a indústria MÍNIMAS Vendas em volume (por loja e SKU) Faturamento (por loja e SKU) COMPLEMENTARES Estoque Lucro Margem VAREJISTA FORNECEDOR Analisar os dados do varejo Entender o papel da categoria e sua importância para o varejo Comparar com os dados de mercado (Nielsen, Ibope, revistas, associações, entre outras) Mapear oportunidades para recomendação das táticas de: Layout Sortimento Exposição Vizinhança Para que o GC (gerente por categoria) seja possível, a relação do varejo com a indústria tem que ser pautada por CONFIANÇA e TRANSPARÊNCIA. Fonte: Rubens Sant’Anna Metodologia Simplificada do GC Fonte: Rubens Sant’Anna Pré-avaliação Pré-requisitos básicos Industria e varejo Mapeamento de oportunidades Análise qualitativa Análise quantitativa Desenvolvimento de táticas Sortimento Planograma Apresentação da proposta Sortimento Planograma Envolvimento dos tomadores de decisão Envolvimento e treinamentos da equipe Ajustes na recomendação Aplicação das táticas MONITORAMENTO A V A L IA Ç Ã O R E C O M E N D A Ç Ã O IM P L E M E N T A Ç Ã O Pré-avaliação Pré-requisitos básicos Industria e varejo Mapeamento de oportunidades Análise qualitativa Análise quantitativa Desenvolvimento de táticas Sortimento Planograma Apresentação da proposta Sortimento Planograma Envolvimento dos tomadores de decisão Envolvimento e treinamentos da equipe Ajustes na recomendação Aplicação das táticas MONITORAMENTO A V A L IA Ç Ã O R E C O M E N D A Ç Ã O IM P L E M E N T A Ç Ã O FILME: Amor por Contrato SINOPSE Os Jones formam uma família aparentemente perfeita. Tanto Steve (David Duchovny) e sua esposa Kate (Demi Moore) quanto seus filhos Mick (Ben Hollingsworth) e Jenn (Amber Heard) são bonitos, populares e confiantes. Além disto, a casa dos Jones é luxuosa e repleta de aparelhos de ponta. A situação provoca a inveja dos vizinhos, especialmente em Larry (Gary Cole) e Summer Symonds (Glenne Headly). Só que este é exatamente o desejo que os Jones querem causar. Eles não formam uma família de fato e são, na verdade, funcionários da empresa LifeImage. Os Jones são a mais nova estratégia de marketing da empresa, que resolveu inserir famílias em mercados de luxo de forma a dar vida aos seus produtos. Ou seja, dar visibilidade de forma que as pessoas que convivam com esta família desejem ter estes produtos. Tudo corre bem para os Jones, até que um dia KC (Lauren Hutton), supervisora da LifeImage, resolve visitá-los. KC alerta que Steve não está indo bem em sua função e o estimula a pôr em prática seu instinto de vencedor. Para tanto Steve decide focar em Larry, que o idolatra e está disposto a ganhar muito dinheiro para ser igual a ele. Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-139372/ Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image http://www.adorocinema.com/filmes/filme-139372/ 1. A partir das técnicas sobre o comportamento do consumidor, classifique quem são os Joneses para a empresa Life Image. (A questão exige análise das causas) Os Joneses são a mais nova estratégia de Marketing da empresa, que resolveu inserir famílias em mercado de luxo de forma a dar vida aos seus produtos, ou seja, visibilidade de forma que as pessoas que convivam com esta família desejem ter estes produtos. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image 2. Defina quais são as relações entre o filme “Amor por Contrato” com a sociedade de consumo. ( A questão exige conhecimento das causas) • Tática: família fictícia – a estética das personagens – figura emblemática; • Segurança e obsolência das mercadorias – consumir mais para não perder espaço na sociedade (lugar de diferenciação); • Construção das diferenciações sociais; • Competições por reconhecimento; • A mercadoria passou a ocupar uma posição na vida dos indivíduos; • AFF (Angústia, Felicidade e Frustração); • Alterações culturais e subculturas. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Amor – sentimento que se sente – intangível 1. Afeição profunda a outrem, a ponto de estabelecer um vínculo afetivo intenso, capaz de doações próprias, até o sacrifício. 2. Dedicação extrema e carinhosa. 3. Sentimento profundo e caloroso de atração que um sexo experimenta pelo outro. 4. Apego. 5. Carinho; ternura. 6. Cuidado; zelo. 7. Fig. Pessoa amada, ser amado. s.m.pl.(os) 8. Relações amorosas; namoro • Contrato - Instrumento escrito ou verbal por intermédio do qual as partes convencionam prazo, preço, condições e obrigações mútuas para a consecução de determinado fim lícito. Sinônimos: acordo pacto convenção acomodamento adesão ajustamento ajuste aliança assentimento avença coalizão c ombinação composição compromisso concerto conchavo con ciliação concordância conformidade consenso consentimento consonância consubstanciação contrato convénio decisão engajamento entendimento harmonia inteligência ... 3. Demonstre e explique o título do filme “Amor por contrato” a partir das teorias psicológicas comportamental. (A questão exige compreensão e aplicação das causas) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image http://www.dicionarioinformal.com.br/sinonimos/contrato/ http://www.dicionarioinformal.com.br/acordo/ http://www.dicionarioinformal.com.br/pacto/ http://www.dicionarioinformal.com.br/conven%C3%A7%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/acomodamento/ http://www.dicionarioinformal.com.br/ades%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/ajustamento/ http://www.dicionarioinformal.com.br/ajuste/ http://www.dicionarioinformal.com.br/alian%C3%A7a/ http://www.dicionarioinformal.com.br/assentimento/ http://www.dicionarioinformal.com.br/aven%C3%A7a/ http://www.dicionarioinformal.com.br/coaliz%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/combina%C3%A7%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/composi%C3%A7%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/compromisso/ http://www.dicionarioinformal.com.br/concerto/ http://www.dicionarioinformal.com.br/conchavo/ http://www.dicionarioinformal.com.br/concilia%C3%A7%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/concord%C3%A2ncia/http://www.dicionarioinformal.com.br/conformidade/ http://www.dicionarioinformal.com.br/consenso/ http://www.dicionarioinformal.com.br/consentimento/ http://www.dicionarioinformal.com.br/conson%C3%A2ncia/ http://www.dicionarioinformal.com.br/consubstancia%C3%A7%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/contrato/ http://www.dicionarioinformal.com.br/conv%C3%A9nio/ http://www.dicionarioinformal.com.br/decis%C3%A3o/ http://www.dicionarioinformal.com.br/engajamento/ http://www.dicionarioinformal.com.br/entendimento/ http://www.dicionarioinformal.com.br/harmonia/ http://www.dicionarioinformal.com.br/intelig%C3%AAncia/ Necessidade básica e autorrealização (Maslow) Estímulo - Resposta (Behaviorismo) Motivação e Trabalho (Herzberg) ID, EGO, Superego – Inconsciente (Teoria Freudiana) Apelo Emocional (família) Condicionamento (Pavlov) Apelo Racional (acordo) Emulação x Hedonismo (Lacan) 3. Demonstre e explique o título do filme “Amor por contrato” a partir das teorias psicológicas comportamental. (A questão exige compreensão e aplicação das causas) Fatores de equilíbrio Gestalt Amor Contrato CONSUMIDOR X SHOPPER SHOPPERCONSUMIDOR PROMOÇÕES PREÇO POSICIONAMENTO PRODUTO PROPAGANDA EMBALAGEM PUBLICIDADE & COMUNICAÇÃO NA LOJA DISPLAYS GONDOLA FOLHETOS SORTIMENTO INFORMAÇÃO Fonte: https://rockcontent.com/blog/o-que-e-inbound-marketing/ <acesso em 15/08/2019> https://rockcontent.com/blog/o-que-e-inbound-marketing/ MARKETING 1.0 A prática do Marketing começou a tomar sua forma até chegar no que conhecemos hoje, com o final da segunda guerra mundial, por conta da crise econômica generalizada da época, o marketing surgiu então como uma comunicação vertical, ou seja, que não possui troca de informações, e focado somente no produto. O mercado consumidor era visto como “compradores em massa com necessidades físicas”. Por isso, o valor dos produtos/serviços era estruturalmente funcional, o objetivo era padronizado e visava ganhar em escala, reduzindo os custos e consequentemente os preços. Um exemplo do Marketing 1.0 foi o modelo de produção em massa criado por Henry Ford em 1914, onde os carros da Ford eram fabricados apenas na cor preta. Isso permitia uma produção em massa com valores mais baixos, afinal, se não existem opções, não se torna necessário dividir as frentes de produção. 1910 - 1960 FORDISMO Política de Empresa Personalizada. Trabalho mecânico. Tecnologia acessível para Todos. Aparição da Classe Social Média. Cadeias Produtivas de trabalho. Com esse modelo, a produção era intensificada e o custo para isso era menor, gerando mais lucro para o negócio e a sociedade era atendida com mais agilidade e eficiência. Além disso, o Marketing 1.0 foi evoluindo e com ele aconteceu também o aprimoramento do produto e a identificação das marcas, afinal, existem evoluções dentro de cada fase. Antes não existia a preocupação de mostrar ao consumidor qual era a marca por trás de um produto. Eles eram vendidos a granel, ou seja, sem embalagem. Mas no Marketing 1.0 as empresas começaram a se diferenciar. Junto a isso as técnicas de Marketing foram surgindo e evoluindo. Em 1960, Jeromy McCarthy apresentou os 4 Ps do Marketing, dos quais já foram abordados. Já em meados do século 1920 com o aumento da competitividade cresceu, assim como a necessidade pela busca por diferenciações e inovações, marcando o fim do Marketing 1.0. O marketing surgiu para suprir necessidades, suas técnicas também. Por conta disso começou a alta competitividade do mercado. Finalmente, com a modificação do mercado o consumidor se converteu em vista da grande quantidade de opções disponíveis, as pessoas ficaram cada vez mais exigentes e, por isso, passaram a buscar sempre pelo melhor custo-benefício. As três Eras da Administração SÉCULO XX ERA CLÁSSICA 1900 - 1950 ERA NEOCLÁSSICA 1950 - 1990 ERA DA INFORMAÇÃO APÓS 1990 Início da industrialização Estabilidade Pouca mudança Previsibilidade Regularidade e certeza Administração Científica Teoria Clássica Relações humanas Teoria da Burocratização Aparição da Classe Social Média. Desenvolvimento Industrial Aumento da mudança Fim da previsibilidade Necessidade de inovação Aparição da Classe Social Média. Teoria Neoclássica Teoria estruturalista Teoria comportamental Teoria de sistemas Teoria da contingência Aparição da Classe Social Média. Tecnologia da Informação Globalização Ênfase nos serviços Aceleração da mudança Imprevisibilidade e incerteza Aparição da Classe Social Média. Ênfase na: Produtividade Qualidade Competitividade Cliente Globalização F o n te : C h ia v e n a to , 2 0 0 0 . MARKETING 2.0 Com chegada então a etapa do Marketing 2.0, consequentemente acabou sendo a estrutura para outras bases como os seguintes modelos seguintes (3.0 e 4.0). Essa fase teve início por volta da década de 1970, e seu auge ficou conhecido mundialmente só em 1993. Nesse momento o objetivo do Marketing não era simplesmente vender produtos, pois a satisfação do cliente passou a ser prioridade, por isso surgiu o conceito de target (público-alvo). O conceito mostrou ainda que era fundamental entender as necessidades emocionais do target, por isso os estudos sobre consumidores evoluíram e foram se aprimorando no decorrer dos períodos. Os estudiosos identificaram que era preciso oferecer uma proposta de valor funcional e emocional. Com isso, as pessoas não eram mais somente compradores em massa com necessidades em comum e, sim, consumidores com o desejo primordial de diferenciação. O desejo era ser diferenciado, dando força ao conceito de status pessoal. Em meio a essa fase as marcas começaram a deixar de ser meramente funcionais, para começar a oferecer um diferencial ao seu público. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Como o status estava em ascensão, e não era somente uma imagem de “poder aquisitivo”, o próprio arquétipo do poder como um todo era utilizado nas divulgações dos produtos. Nesse sentido, as empresas começaram a contemplar por técnicas que visam despertar os sentimentos e as sensações com seus produtos e serviços que gerava interesse no consumidor, já que ao adquirirem determinado produto eles também aspiravam suas qualidades para si. A produção de sentido não se resumia somente a marca, desta forma, era preciso despertar as emoções e as impressões de valor agregado. Com isso as empresas passaram a investir cada vez mais em sua imagem, sendo necessário compreender o que elas desejam transmitir para os clientes. O valor dos produtos foram associados a essa construção. Por consequência, para que o cliente pagasse pelo valor tangível da marca, era preciso se destacar no meio de outros tantos. Foi nesse estágio que as empresas começaram a adotar táticas diferentes para gerar interesse no consumidor, como o uso das personalidades (celebridades) e suas qualidades para criar credibilidade e reconhecimento. Ainda, com o surgimento do Marketing 2.0 um ponto de atenção definiu a sensibilidade para as empresas: “É mais fácil construir uma imagem do que recuperá-la”. Uma empresa que constrói uma imagem forte, se sobressai sobre aquelas em que o público não enxerga valor agregado. Desta maneira, as empresas que começaram a baixar o preço de seus produtos sem qualquer razão específica como calendário promocional, datas sazonais entre outras, e começaram a ser percebidas da seguinte forma: Ou o antigo valor ofertado era maior do que o produto realmente valia, ou o produto não tinha a qualidade que deveria ter. Isso aconteceu com a empresa de tabaco Philip Morris, em 1993, quando anunciou que cortaria 20% do preço dos cigarros Malboro, com o intuito de concorrer com as empresas que ainda não tinham poder de marca e possuíam preço baixo. Porém, o que era para ser lucro, se tornou prejuízo e dos grandes, pois neste mesmo dia o preço das ações detodas estas empresas despencou. Isso aconteceu, pois na mente das pessoas, se uma empresa deste porte estava tão desesperada para concorrer com empresas que só tinham foco no preço e não na qualidade, talvez o valor cobrado anteriormente não fosse alinhado com o que o produto realmente valia. Isto afetou não apenas a lucratividade do negócio, mas também a credibilidade dele. Por isso, Philip Kotler afirmou que é mais importante fazer o que é estrategicamente correto, do que imediatamente lucrativo. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Falando em estratégia assertiva, uma nova necessidade surgia na sociedade após a virada do século. As pessoas começaram a mudar seus hábitos de consumo por conta do novo tema que emergiu: o aquecimento global. E as empresas tiveram que dar foco estratégico nessa questão. Por conta desse novo cenário, a população estava ficando mais consciente e uma nova geração de consumidores estava crescendo com novos valores. O ponto de destaque agora não era mais apenas se uma marca é melhor que a outra ou não, mas se as ações dela são realizadas em prol de um bem maior. COMUNICAÇÃO CONVENIÊNCIA CLIENTE CUSTO Minimizar para oferecer produtos e serviços Competitivos. Foco da gestão, Administração de Marketing, Objetivo principal. Facilidades e comodidades aos clientes. Atingir os clientes com ofertas interessantes. 1 2 3 4 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. MARKETING 3.0 Com o progresso da internet no início do século e o aquecimento global como assunto principal, as pessoas começaram a ficar mais conscientes. Por conta disso, as empresas perceberam que era preciso se adaptar novamente ao mercado. Desta vez, se fazia necessário compreender que o foco eram os valores pessoais, logo, o consumidor começa se preocupar mais com o desenvolvimento mundial, e acabou por se engajar nas causas pertinentes ao planeta, como: auxiliar nas razões humanas e ambientais, proteção aos animais e as ações de sustentabilidade. Nesse momento o Marketing deixa de tratar os consumidores apenas como compradores e começa a oferecer propostas de valor funcional, emocional e espiritual. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. O principal foco do objetivo é fazer do mundo um lugar melhor. Além do mais, as técnicas de Marketing também avançaram e, com isso foi percebido que um dos estágios mais importantes da venda é o pós-compra. Entende-se que não bastava mais somente se diferenciar e vender, mas sim fidelizar o consumidor, pois um cliente satisfeito enxerga o valor tangível e intangível da marca, oferecendo chances menores de realizar compras com a concorrência, e por consequência, de realizar recomendações. Sabe-se que, um cliente fidelizado pode oferecer maior lucro para a uma empresa, pois, certamente irá recomprar, já que o mesmo sentiu confiança no seu trabalho prestado. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. De fato, isso gera maior lucratividade para uma empresa, pois um novo cliente conta com um custo de aquisição, isto é, um investimento a mais feito pela empresa. Enquanto que o cliente fidelizado não necessita de investimento para ser conquistado, logo a empresa obtém melhores resultados e com ações mais rápida. Existe ainda a possibilidade de um cliente fidelizado se tornar um multiplicador da marca, justamente por acreditar em seus valores, gerando assim outros novos clientes e, consequentemente, aumenta o faturamento da empresa também. Tais estratégias ganharam forças, eis que surge então o Marketing de Relacionamento, o qual visa manter um contato próximo com os clientes através de uma formatação personalizada. lealdade do consumidor customer loyalty Promoção Interação / Conexão Análises Ordem DATABASE Comunicação Documentação CRM Porém, como cada grupo de pessoas se diferencia pelas atitudes e estilos de vida, para isso é utilizado a segmentação ou fragmentação de públicos. Maiores foram as forças durante a evolução do consumo, e o Marketing de Relacionamento se aprofundou ainda mais com o surgimento das redes sociais, logo, elas são capazes de realizar essa segmentação de público de forma ágil. Por conta da forte inserção das redes sociais e do mercado on-line, as empresas foram deixando de focar na divulgação em massa e passaram a direcionar suas ações para públicos específicos. As táticas de Marketing Direto, ou seja, ferramentas como cartas, flyers e telemarketing foram avançando com a internet e os anúncios em redes sociais começavam a surgir com mais força, assim como e-mails direcionados e newsletters segmentadas. Desta forma originou-se o Marketing Digital e as empresas começaram a perceber que melhor do que bombardear os consumidores de anúncios, era atraí-los com o que de fato lhe interessava, e nada melhor do que utilizar a internet para isso. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. MARKETING 4.0 Alguns estudiosos defendem que o Marketing 4.0 ainda não é uma realidade para todos os países. Inclusive, no Brasil a estratégia ainda se pauta no Marketing 3.0, mas já começamos a ver os indícios atuantes do Marketing 4.0. O Marketing 4.0 é o marketing focado nos sentimentos humanos, das transformações sociais, dos textos bem elaborados, que tocam no coração, na razão e na consciência do consumidor. A diferença entre o Marketing 3.0 para o 4.0 é reduzida, mas relevante, o eixo é na internet e na geração de conteúdo. O objetivo visa atrair consumidores através de conteúdos significativos e bem segmentados. INBOUNDOUTBOUND Comunicação Aberta Seu produto ou serviço é encontrado por pessoas interessadas Relacionamento duradouro Maior engajamento Comunicação Unilateral Você anuncia seu produto ou serviço para uma grande Audiência Oferta direta menor engajamento Não objetiva mais empurrar (push) produtos para o consumidor, mas atraí-lo (pull) até o site ou canal de vendas digital e consequentemente a página da empresa. O Marketing 4.0 está intimamente em conexão com a internet, ao Marketing de Conteúdo e ao Inbound Marketing, em que o conceito é de atrair, converter, fechar e encantar os consumidores. Isso é feito através da personalização de conteúdo direcionado ao interesse do cliente. Conservaties Anti-innators Conservação da tendência Trend Creators Criação das tendências Trendsetters Fabricação de sua existência Trend Followers Seguidores de tendências Early mainstreamers Estágio inicial da apresentação da tendência Mainstreamers Tendência de ver o mundo sob o nosso ponto de vista Late mainstreamers Estágio avançado da tendência Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Marketing 1.0 versão Marketing 2.0 versão Marketing 3.0 versão Marketing 4.0 versão Marketing 5.0 versão Trata-se do modelo tradicional, completamente passivo para as demandas dos consumidores e focados no conhecimento das marcas, produtos e as características que as diferenciam de seus concorrentes. Era o Marketing original que começou a utilizar o Mix ou composto de Marketing, ou como era conhecido popularmente: os 4 Ps: Produto, Preço, Praça e Promoção. Busca atingir o lado emocional dos consumidores. Converte os consumidores em embaixadores da marca. Apoia causas justas, demonstra responsabilidade social e ambiental corporativa. Utiliza o Marketing sensorial para atingir os 5 sentidos do consumidor. Envolve o consumidor de uma forma invasiva, sem, que, no entanto, seja intrusivo. Devido à grande passividade gerada pelo Marketing 2.0, Philip Kotler desenvolve o Marketing 3.0. Baseia-se na definição de Marketing com o objetivo de criar um ambiente melhor para os consumidores. Com a passividade abandonadana versão anterior, surge este nova versão de Philip Kotler em 2010. Seus planejamentos estão totalmente apoiados nos anteriores para definir o objetivo do marketing como o de um lugar para criar um mundo melhor. O Foco se volta para o cliente durante o início dos anos 90 e se tenta associar o produto às características e perfil dos consumidores de uma forma genérica. São incluídos os 4 Cs: Consumidor, Custo, Conveniência e Comunicação. Utilizou-se a Internet, onde os consumidores poderiam encontrar todas as informações dos milhares de produtos que estes poderia pesquisar através de um computador. Assim, o consumidor poderia encontrar não apenas o produto que queria, mas outros que pudessem substituir o que procurava. Atua no conhecimento não apenas dos consumidores atuais, mas dos futuros. Inicia a busca por consumidores via Internet, com determinadas necessidades e desejos que possam ser atendidas pelo produto genérico, customizado ou com pequenas alterações, antecipando o que o consumidor iria buscar. Quase tudo é baseado na Internet, aplicativos, sites, portais, blogs. Os fabricantes trocam as lojas físicas com altos custos, por sites de venda. Resumindo... Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Produto Preço Promoção Praça 4P’s – Marketing Mix McCarthy, 1960 Produto Preço Promoção Pessoa Praça 5P’s – Marketing Mix Judd, 1987 Produto Praça Promoção Public Opinion formation Political power 6P’s – Marketing Mix Kotler, 1984 Preço Formação de Opinião Pública Poder político Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Produto Praça Pessoa Process 7P’s – Marketing Mix Booms & Bitner, 1981 Preço Processo Ambiente Físico Promoção Physical envinment Produto Pessoas Praça Política 7P’s – Marketing Mix Baumgartner, 1991 Preço Promoção Plano Prioridades Public relations Relações Públicas Profit Lucro PosiçãoPerformance Participação Implementações positivas Positive Implementations Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Produto Preço Promoção PraçaPessoas Processo Prova Física MARKETING MIX Composto mercadológico Embalagem Tamanhos Serviços Garantias Preço de tabela Descontos Margens Prazos de pagamentos Condições de crédito Publicidade Propaganda Relações Públicas Conteúdo Digital Venda Pessoal Distribuição Canais Cobertura Localização Estoques Transporte Fornecedores de serviços Atendimento ao cliente Funcionários e clientes Políticas e procedimentos Duração do ciclo (fabricação-entrega) Sistemas de treinamentos e remuneração Disposição de objetos Materiais utilizados Formas e Funções Luzes e sombras Cor Temperatura Ruído Conforto em geral Qualidade Característica Opções Estilo Devoluções Marca Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Fornecedores Empresa Concorrentes Intermediários Consumidor Final ANÁLISE ADAPTAÇÃO ATIVAÇÃO AVALIAÇÃO É a fase de identificação de: Forças do Mercado: Política – Sociedade – Legislação – Tecnologia – Concorrência. É a fase de adaptação dos Produtos/Serviços ás necessidades levantadas na fase de Análise. É a fase de concretizar os planos. É a fase de análise dos esforços dispensados e das forças e fraquezas organizacionais. Prototipagem e testes de mercado Pesquisa de Mercado Distribuição Comunicação integrada de Marketing Canais de Consumo PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS CLIENTES AMEAÇA ENTRADA DE NOVOS CONCORRENTES CONCORRÊNCIA DENTRO DE UMA INDÚSTRIA AMEAÇA DE PRODUTOS SUBSTITUTOS PODER DE NEGOCIAÇÃO DOS FORNECEDORES INPUTS OUTPUTS As cinco forças de Porter Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. FATORES INTERNOS FATORES EXTERNOS FORÇAS A reputação da imagem da marca; Fidelidade do cliente; Fontes competitivas de matéria-prima; Mão de obra talentosa; Conhecimento do proprietário Vantagens industriais; Conexões comerciais. FRAQUEZAS Novos estilistas ainda não conhecidos; Nome e Marca de reputação pouco conhecida no mercado; Pouca variada no mix de produtos; Danos ecológicos na produção de seus produtos; Nova linha sem uma anterior; OPORTUNIDADES Mercado emergentes; Novas tecnologias que possibilitam a redução de custos; Eliminação de barreiras comerciais Internacionais (exportação); Mão de obra nova AMEAÇAS Tendências mutáveis; Recessão econômica; Barreiras comerciais (importação); Mudanças nas Regulamentação governamentais. SWOT Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. FORÇAS DO MOVIMENTO - Variáveis de marketing: Estímulos diversos: Publicidade, Promoção, Embalagens,... - Variáveis individuais: Necessidades, Motivações - Variáveis socioculturais: Indivíduos ou grupos de referência FILTROS: - Conduta - atitudes - Implicações - inferências - Experiência do Usuário (UX) Exposição Seletiva Atenção Seletiva Percepção Seletiva Compreensão Seletiva Recordação Seletiva Comportamento Seletivo Distorção Seletiva Percepção e Estímulo Visual Sentimento Pensamento Pouco Importante Muito Importante Modelo de satisfação própria Modelo de formação de hábitos Modelo afetivo Modelo informativo Modelo Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. PROCESSO DE COOL-HUNTING 1. OBSERVAR os eixos cotidianos; as mudanças. 2. DETECTAR Padrões, Necessidades, valores e desejos. 3. Analisar Motivações culturais subjacentes. 4. Capitalizar Observações, insights. Fonte: Consumer truth, 2017 (tradução do autor) Análise das vendas para a Promoção de Vendas Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Tempo V o lu m e d e V e n d a s Novo Patamar de Vendas projetado Período Promocional Incremento de Vendas Vendas Médias 0 Comunicação Interna Comunicação Institucional Comunicação Mercadológica Comunicação Administrativa (fluxos) Redes formais e informais (veículos) Relações Públicas Jornalismo Empresarial Assessoria de Imprensa Editoração Multimídia Imagem Corporativa Propaganda Institucional Marketing Social. Marketing Cultural Marketing Propaganda Promoção de Vendas Feiras e Exposições Marketing Direto Merchandising Venda Pessoal Mensagem Unificada Estratégias Inovadoras Estratégias Tradicionais Estratégias Complementares Comunicação integrada de Marketing Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Dopamina (DA) Noradrenalina (NA) Serotonina humor compulsões impulso obsessões alerta energia motivação zelo drive Marketing Sensorial - NeuroMarketing - Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Mente Humana EU EGO Autoestima Amor-próprio Prazeres momentâneos Crenças e bloqueios Evolução pessoal Validação Consequência - Felicidade - Satisfação - Seguir as paixões - Viver a vida com intenção Consequência - Insatisfação constante - Sensação de vazio - Medo - Indecisões - ... Meios - Manipulação - Mentira - Falsidade - .... Equilíbrio Vibracional Ser não FísicoFísico Corpo Energia Vibração Positiva Negativa Estado de permitir Emoções Lei da atração Dá resposta a todas as vibrações Eu físico – Eu não físico Eu físico Eu não físico Marketing Sensorial - NeuroMarketing - Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. GC é um processo permanente de melhoria contínua; Cooperação com fornecedores competentes é fundamental; Os papéis das categorias definem as bases de diferenciação competitiva; Categorias são unidades estratégicas de negócio; Nada acontece no GC se não for Implementado na lojas (Físicas ou Virtuais); Mensuração dos resultados é ingrediente fundamental para o sucesso; Categorias refletem para as Necessidades dos consumidores.Benefícios do GCCaracterísticas do GC Maior Foco no Consumidor; Identificar Gaps e Oportunidades de melhoria; Melhorar margens, determinando de forma mais eficiente, decisões de variedade, preço, promoção e merchandising; Acrescentar categorias e subcategorias que realmente provoquem melhor variedade e aumento de vendas; Integrar os esforços de Marketing do Fornecedor ao varejista para obter melhor KPIs (Indicadores-chave de desempenho ou “KPIs” (Key Performance Indicators) Melhorar Resultados: Vendas, Lucro e Giro. Gerência de Categoria Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019.Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Táticas de Categorias Merchandising Centros de Solução Grande Layout Planograma Comunicação Visual Diretrizes de abastecimento Promoção Modelo de promoções por categoria Promoções Sazonais Promoções de Oportunidades Promoções de Produtos Obsoletos Promoções Planejadas Mix de produtos Mix de produtos considerando amplitude e profundidade por categoria Preço Posicionamento de Preço dos KVIs ” (Key Performance Values), considerando papel e estratégia da categoria, informações dos concorrentes, insights do shopper e margem Merchandising Promoção Preço Mix de Produtos & Sortimento Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Categoria de produtos que os consumidores mais procuram, e que vinculam a imagem de marca do negócio com esses determinados Produtos. Categoria de produtos que os consumidores compram constantemente com alta frequência de compra. Categoria de produtos que os consumidores compram com menos frequência de compra. Produtos com vendas sazonais estão nessa Classificação. Conveniência ou Complementares, categorias de produtos que os consumidores compram por impulso e/ou por aproveitar a praticidade de também encontrar a oferta desses produtos. 1 DESTINO 2 ROTINA 3 OCASIONAL 4 CONVENIÊNCIA Mapa conceitual Ação Promocional - Lacta - Trade Marketing ComunicaçãoMarketing SIM CIM MIX PROMOÇÃO DE VENDAS PROMOÇÃO MERCHANDISING ESTRATÉGIA TÁTICAOPERACIONALIZAÇÃO PLANO REGULAMENTO PRODUTOS FAQPARTICIPAÇÃO GANHADORES CADASTRO MECÂNICA HOT SITE INSIGHT ONOFF PUSH PULL CRIAÇÃO PRODUÇÃO DISTRIBUIÇÃO EXIBITÉCNICA PLANEJAMENTO DECISÕES Certificado de autorização SECAP UX Fonte: Rubens Sant’anna PAPEL DAS CATEGORIAS Papel da Categoria Varejo Giro de unidades (estratégia de preço, sortimento e Comunicação) Faturamento (estratégia, sortimento) Rentabilidade (estratégia sortimento básico e bem exposto) Faturamento e rentabilidade (estratégia ou de destino ou de conveniência) Leve até a loja Está na lista de compras. Compra quando for na loja. Compra na loja por Comodidade. Compra somente na sazonalidade, Neste período pode funcionar como “destino” ou “conveniência”. Papel da Categoria Varejo Consumidor Destino Rotina Conveniência Sazonal Fonte: Rubens Sant’anna CATEGORIA SUBCATEGORIA SEGMENTO SUBSEGMENTO Produtos para gatos Produtos para pássaros Produtos para cães Produtos para animais de pequeno porte Produtos para peixes / animais Aquáticos Alimentos Saúde Acessórios Guloseimas / Recompensas Ração Seca Ração Molhada Ração Úmida P R O D U T O S P A R A A N IM A IS D O M É S T IC O S ESTRUTURA DA ÀRVORE DE DECISÃO E PLANOGRAMA Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Zona fria Zona fria Zona quente Zona quente Zona morna Tratamento Transformação Coloração Finalização Mapas de Calor PDV – identificar a zonas de maior circulação de clientes na área de vendas, distinguem-se as zonas quentes, mornas e frias, onde o shopper (quem decide pela compra) terá acesso aos produtos expostos. Categorias Depois de bem posicionados na área de Vendas. Argumentos e defesas sobre a exposição dos produtos devem ser realizadas por finalidade. De acordo com as premissas acima, associado ao comportamento do mercado, é necessário oferecer a dimensão exata no que envolve inovação em produtos, versatilidade em finalidade, como, a excelência de consumo. DISTRIBUIÇÃO VERTICAL DISTRIBUIÇÃO HORIZONTAL Zona fria Zona quente Zona morna Zona fria Zona quente Zona morna 0,8 metros 0,8 metros 0,8 metros 0,8 metros 1,40 metros1,40 metros + - + - Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e , a d a p ta d o p e lo a u to r, 2 0 1 9 . O Planograma é o desenho gráfico (processo) que orienta o posicionamento de um produto na Gôndola, no PDV (PDX), na prateleira ou expositor de acordo com o sortimento ou gerenciamento Por categoria. É a forma de comunicar a distribuição do sortimento a quem faz a reposição da loja. O Planograma Visa facilitar a tomada de decisão de compra do shopper. Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e , a d a p ta d o p e lo a u to r, 2 0 1 9 . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Gerenciamento por Categoria Fonte: Wagner Picolli Exemplos de Exposição Combinada (em blocos) Horizontal Vertical Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Gestão de Categoria e Precificação Planograma – Espaço Lógico A organização da Loja de Conveniência é apoiada nos diferentes tipos de compras: Todo esforço de arrumação, planejamento, organização, promoção, visual-merchandising, atendimento entre outros, tem por função única transformar o processo de compra de produtos planejados em uma compra de produto planejados e não planejados. Compras Planejadas Compras Não Planejadas Impulso Ação Promocional Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. O surgimento do Trade Marketing na indústria trouxe mudanças no varejo, que teve que estruturar um departamento para falar a mesma linguagem da indústria. A maior parte das redes varejistas de médio e grande porte já implementaram ou estão em processo de implementação do setor. Como na indústria, o trade surge no varejo (na maior parte dos casos) com o papel de executar ações de merchandising e promoção no PDV. É uma evolução do setor de visual merchandising. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Que o setor de Trade Marketing é a “bola da vez” nas indústrias de bens de consumo não restam dúvidas. Mas ainda existem muitos pontos em aberto quando o assunto envolve as competências que os profissionais de Trade devem possuir. Antes de tudo, é preciso esclarecer qual a missão da área de Trade Marketing nas empresas. Fonte: Rubens Sant’anna “Potencializar nossas cadeias de distribuição, gerando excelência no PDV, direcionado por nossos pilares estratégicos: distribuição e exibição.” – Missão do Trade na Cadbury Adams “Focar nossa força no PDV, garantindo que os produtos J&J estejam disponíveis aos consumidores, no preço certo, no cliente e na gôndola certa, com o mix adequado e merchandising superior ao dos nossos concorrentes.” – Missão do Trade na Johnson & Johnson ORGANOGRAMA AVANÇADO DE TRADE MARKETING Diretoria Comercial Marketing Trade Marketing Vendas Trade Categoria Trade Canal Foco: Shopper Missão: Valor Foco: Cliente Missão: Serviço Fonte: Rubens Sant’anna Tipos de DISTRIBUIÇÃO Exclusiva Seletiva Capilaridade total Revendedores exclusivos que seguem à risca as orientações de uma marca. Fonte: Rubens Sant’anna É menos restritiva que o anterior, mas ainda exige um conjunto de pré-requisitos dos Revendedores. São lojas credenciadas, varejos autorizados Onde quer que possa ser vendido: supermercado,bar, conveniência... É sabido que o surgimento do Trade Marketing na indústria foi motivado por fatores externos, entre eles a concentração e ganho de poder do varejo. Portanto, existe uma relação de causa e efeito: o varejo mais poderoso (causa) obrigou a indústria a implementar o Trade Marketing (efeito). Marketing Promocional Relatórios E Pesquisa Recrutamento E Seleção Treinamentos Coordenação Supervisão Merchandising Degustação Sampling Brindes Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. O universo do Trade Marketing – case NESTLÉ Alinhamento Cliente Shopper Insight Domínio do PDV Estratégia e Planejamento Comunicação com Equipe de Vendas Gerenciamento de Categorias Políticas Comerciais Suporte aos Business Plans Treinamentos de Promotores Material PDV Guias de Implementação no PDV Informações Gerenciais Segmentação de Shopper e análise Planejamento de Demanda Estratégias e Planos de canal para o Longo Prazo Plano de Ciclo e Efetividade Promocional Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Fonte: Rubens Sant’anna Do mesmo mal que padece o Trade Marketing da indústria, o do varejo passa também a sofrer: torna-se uma área operacional. A evolução natural do setor de Trade Marketing do varejo é migrar para uma relação mais estreita com o departamento de compras. Isso ocorre na medida em que o varejo começa a compreender a expertise do setor de Trade Marketing no que envolve gerenciamento por categorias e Shopper Insights Os P’s do PDV De área reativa, passa a ser conselheira e auxiliar o setor de compras a melhor gerenciar seus fornecedores, de modo a atender da melhor forma possível a demanda da ponta. A partir desse entendimento, o setor de Trade “brifa” o de Marketing, que deverá criar ações e materiais de merchandising para ativar as categorias. Outras interações importantes do setor de Trade Marketing no varejo ocorrem com a área de tecnologia da informação e de vendas (balconistas, atendentes, vendedores). Fonte: Rubens Sant’anna Assim como na indústria, o papel do Trade Marketing no varejo deve ser desenvolver e implementar modelos de canais de venda. Diante de um contexto no qual diferentes formatos de lojas concorrem entre si e a compra pela internet se intensifica, o varejo, assim como a indústria, deve diversificar canais e buscar meios alternativos de conquistar o Shopper. O desafio do profissional de Trade Marketing do varejo, seja ele mono ou multimarca, é expandir a visão do varejo e através da aliança estratégica com seus fornecedores buscar vantagens competitivas que sustentem o crescimento e principalmente a lucratividade da operação varejista. Fonte: Rubens Sant’anna Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. “Trade tirou meu poder” “Trade me permitiu focar melhor na minha função” Fase 1 Fase 2 Fase 3 A percepção da área de vendas em relação ao trade (em três fases) Fonte: Rubens Sant’anna “Trade tirou meu poder” “Trade me permitiu focar melhor na minha função” “Trade é parte fundamental da minha estratégia” Malha do Trade Marketing Trade Marketing Desenvolvimento e conceitos de marcas Agências de Imagens Marketing Visual Marketing de Incentivo Endomarketing Planejamento Estratégico Pré e Pós Produção Eventos Audiovisual Desenvolvimento de Campanhas orientadas a: Promocional Novas formas de Impactar, comunicar e persuadir Merchandising Planos Anuais Lançamentos de Produtos Time de Promoção Documentários Institucionais Vídeos de Incentivo Stands Cenográficos Área Comercial - Vendas - Força de Vendas Clientes Varejistas Distribuidores Marketing Interno Áreas de: Produção Planejamento, e Operações Público-alvo Canal de distribuição Ocasião de compra e Consumo Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e , a d a p ta d o p e lo a u to r, 2 0 1 9 . 1 2 Estratégia Estrutura e Fluxo Especificação Funcional Lista Funcional Prioridades Design de informação Arquitetura de informação Mockup & Protótipo Estratégia de Conteúdo 3 4 5 6 7 Fluxo estratégico para o Trade Marketing 1 2 3 4 5 Insight de alternativas Ideação Triagem da informações Análise das alternativas Definição da solução Investigação do problema Brainstorming Brainwriting – método 635 Analogias e Metáforas Biônica Hipótese de Mercado Evolução histórica Comparação de similaridades Análise de Tendências Pesquisa por imersão Definição de personas Prova de idealização Prova de casos de uso Prova de produção Análise ergonômica Análise estética Análise simbólica Evolução Iterativa * Design de tendências Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e , a d a p ta d o p e lo a u to r, 2 0 1 9 . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. O Merchandising no pdv é realizado por meio da criação de uma atmosfera que induza à compra por impulso. BLESSA, Regina (2007, p. 30) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. I m a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. I m a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. I m a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. I m a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . INPUTS Estímulos de Marketing Busca de informação externa Exposição Atenção Compreensão Aceitação Retenção Memória Influencias ambientais Cultura Classe social Influencias pessoais Família Situação Influencias ambientais Recursos do consumidor Motivação e envolvimento Conhecimento Atitudes Personalidade, valores e estilo de vida Insatisfação Satisfação PROCESSAMENTO DAS INFORMAÇÕES PROCESSAMENTO DE DECISÕES VARIAVEIS QUE INFLUENCIAM O PROCESSO DE DECISÃOBusca de Informação interna Reconhecimento da necessidade Busca de informações Avaliação de alternativas Compra Impressões Pós-compra Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Processo de Compras As características da loja, a disposição de produtos, o número e altura de balcões e gôndolas, o chão, as paredes, o teto, o ar condicionado e até o próprio público que transita no ambiente, todos contribuem para que, ao andar pela loja, o consumidor sinta-se tentado, ou não, a comprar. BLESSA, Regina (2007, p. 29) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Todo o conjunto de técnica de exibição de produto é manejado no sentido de proporcionar maiores vendas. BLESSA, Regina (2007, p. 29) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image O emprego de materiais de ponto-de- venda, iluminação cenográfica, manequins, decoração, disposição criativa dos produtos, mostruários, fachadas temáticas, aromas aplicados, degustação e som são algumas técnicas a serem exploradas. BLESSA, Regina (2007, p. 29) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Como agradar o consumidor? 1.Como o consumidor vê o pdv (decoração/visibilidade);2.Como se sente nele (conforto/facilidades); 3.Como é atendido (simpatia e disposição dos funcionários); 4.Como espera encontrar os produtos (localização/qualidade preço) 5. Qual a impressão que vai levar, comprando ou não. BLESSA, Regina (2007, p. 30) Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Cada técnica no seu devido lugar... BLESSA, Regina (2007, p. 30) - Fachadas, luminosos, vitrines, arquitetura; - Música ambiente, som; - Perfume ou aromas característicos; - Iluminação, movimento, cores; - Decoração, ambientação de cada seção; - Pilhas de promoções, ofertas; - Cartazes, sinalização; - Exposições de mercadorias em balcões ou vitrines; - Espaços apropriados para andar sem esbarrar nos outros; Imagem meramente ilustrativa – Fonte: www.mundomarketing.com.br Cada técnica no seu devido lugar... BLESSA, Regina (2007, p. 30) - Ar condicionado, plantas; - Aspecto e uniforme dos funcionários; - Variedade de produtos; - Estacionamento fácil; - Banheiros, fraldários, áreas de descanso; - Atendimento e “sorriso” dos funcionários; - Atendimento e “sorriso” do gerente ou do proprietário da loja; Imagem meramente ilustrativa – Fonte: www.soap.com.br - www.fernandokimura.com.br Layout da loja - Diferencial competitivo (7 P’s); - Design diferenciado (palco com artistas principais); - Arquiteto de varejo; - Projeto que dimensione a produtividade dos espaços; - Ambientação e atmosfera; - Mobiliário especializado; - Organização do atendimento; - Adaptação das prateleiras (facings – adornos/revestimentos); - Corners exclusivos. - (cantos, esquinas, ângulos) Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image COMPETÊNCIAS GERAIS I - VISÃO SISTÊMICA - Articular saberes da profissão com o contexto cultural, ambiental, social e global para compreender a realidade e resolver problemas. II - PENSAMENTO ANALÍTICO - Analisar e interpretar sistematicamente os dados a fim de solucionar problemas. III - COMUNICAÇÃO - Comunicar, interpretar e produzir textos orais e escritos do meio acadêmico e profissional. IV - TRABALHO EM EQUIPE - Realizar trabalhos em conjunto, possuindo flexibilidade para lidar com diferentes perfis de pessoas, reconhecendo a interdependência para o alcance dos objetivos comuns. V – INOVAÇÃO - Buscar soluções viáveis e inovadoras na resolução de situações-problema. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS VI - CRIATIVIDADE - Gerar ideias para a criação de conceitos e soluções na área de comunicação. VII- RELACIONAMENTO COM O CLIENTE - Estabelecer um relacionamento VIII - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO - Posicionar o cliente estrategicamente de forma diferenciada e competitiva no seu mercado de atuação Descubra qual imagem visual que seu produto tem no ponto de venda. Pesquise os pontos fortes e fracos da embalagem, do material promocional, dos displays e da localização. Dicas para planejar uma ação de merchandising 01 Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Encontre o diferencial entre seu produto e os demais concorrentes. Classifique-os entre os outros. Dicas para planejar uma ação de merchandising 02 Identifique e atenda às necessidades de seu consumidor. Dicas para planejar uma ação de merchandising 03 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Trace objetivos e planos de trabalho para os PDVs, assim como se planeja mídia. Calcule a porcentagem esperada de vendas ou público a atingir. Dicas para planejar uma ação de merchandising 04 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Analise sempre os resultados de suas ações nos PDVs, para medir acertos, perdas, tendências sazonais e calcular riscos nas próximas ações. Dicas para planejar uma ação de merchandising 05 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Tente agregar valor a seus produtos com demonstrações, degustações e promoções. Dicas para planejar uma ação de merchandising 06 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Ouça o consumidor e o varejista sobre o que eles acham de seu produto e de sua equipe de merchandising (Trade) Dicas para planejar uma ação de merchandising 07 Consumidor Varejista Fabricante PDV Interface de negociação Marketing de Varejo Marketing de consumo O trade marketing colabora com as diferentes interfaces Invista em novidades para o lojista e para consumidor. Dicas para planejar uma ação de merchandising 08 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Crie materiais simples, fáceis de montar, compreensíveis e que não poluam a loja. Dicas para planejar uma ação de merchandising 09 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Mantenha-se sempre em parceria com o Trade (varejo), mas saiba desafiar os limites impostos por alguns varejistas que não têm padrões coerentes de aceitação de ações e materiais promocionais. Dicas para planejar uma ação de merchandising 10 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Tenha agilidade para repor estoques. Dicas para planejar uma ação de merchandising 11 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Estimule sua equipe de campo com conversas francas e motive-a para alcançar metas possíveis, pois a confiança rege 100% da conduta e entusiasmo de funcionários que são 99% do tempo longe de você e nos PDVs. Dicas para planejar uma ação de merchandising 12 Dê total cobertura a sua equipe, que enfrenta uma batalha diária no varejo. Acompanhe sua equipe constantemente, mesmo que por meio de supervisores. Nunca menospreze um funcionário seu, por meros interesses comerciais. Dicas para planejar uma ação de merchandising 13 Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Adote um dia da semana para rodar PDVs e enxergar o que seus consumidores enxergam diariamente. Dicas para planejar uma ação de merchandising 14 Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Tenha flexibilidade e descentralize suas decisões. Dicas para planejar uma ação de merchandising 15 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Não tente corrigir falhas na política de preços de sua empresa como promoção. Assim, você estará promovendo o concorrente. Dicas para planejar uma ação de merchandising 16 Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Exija que sua agência de propaganda tome conhecimento do que acontece com seu produto dentro do pdv. Dicas para planejar uma ação de merchandising 17 Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e . Se você não conseguir acompanhar todos esses itens, contrate uma agência de merchandising e terceirize sua equipe. Dicas para planejar uma ação de merchandising 18 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Marketing Especialista: Marca – Consumidor Objetivos: Maximizar Share e Lucro de Marcas Áreas de Responsabilidade: - Definir objetivos de faturamento, volume e lucro por marca. - Definir posicionamento e estratégias por marca. - Definir e controlarinvestimentos por marca. - Participação de mercado da marca. - Planejar e controlar o Budget. - Promoções ao consumidor. - Lançamento de produto. - Gestão da comunicação. - Pesquisa ao consumidor. - Análise de dados do mercado. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Principais funções do merchandising 1. Aumentar as vendas por impulso 2. Criar ligação entre propaganda e produto no PDV 3. Atrair a atenção do consumidor 4. Apresentar o produto de forma mais atraente 5. Obter melhor cooperação das revendas 6. Realizar melhor promoção e identificação da marca ou produto 7. Ajudar os funcionários do varejo 8. Associar o tipo de loja ao produto 9. Ajudar os representantes do fabricante e do distribuidor 10. Obter melhor cooperação dos atacadista 33% 58% 32% 22% 20% 19% 13% 12% 11% 8% BLESSA, Regina (2007, p. 10) LEGISLAÇÃO E ÉTICA NO MARKETING PROMOCIONAL LEGISLAÇÃO E ÉTICA NO MARKETING PROMOCIONAL Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Objetivos: - Alertar sobre a seriedade e o alto grau de profissionalismo de que se deve revestir a realização de ações promocionais. - Informar ao mercado os princípios éticos e os diplomas legais que regem a promoção de vendas nos nossos dias, em nosso país. - Auxiliar os públicos, empresas, agências e consumidores no entendimento da importância de aceitar, adotar e obedecer às leis e códigos de ética relativos à promoção, comportamento este que propiciará o crescimento da atividade em benefício da própria sociedade. ASSOCIAÇÃO DE MARKETING PROMOCIONAL • Fundada em 29 de junho de 1993. • Única associação que desenvolve e aprimora a atividade no Brasil. • Mais de um milhão de empregos diretos e indiretos. 5 COMITÊS • Produtos e serviços promocionais • Marketing de incentivo • Operadoras de viagens de incentivo • Logística promocional • Legislação promocional Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Tudo que envolve comunicação e sorte deve ter aprovação da SECAP. • Sorteio • Vale-brinde PROMOÇÕES COMERCIAIS • Concurso • Assemelhada a Concurso PROMOÇÕES COMERCIAIS Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image A CAIXA comunica aos clientes que, de acordo com a Lei 13.756/18, publicada em 13/12/2018 no Diário Oficial da União, a atividade de Promoções Comerciais e Sorteios Filantrópicos, que era operacionalizada pela CAIXA por meio da REPCO – Representação de Promoções Comerciais, passará a ser executada pela Secretaria de Avaliação de Políticas Públicas, Planejamento, Energia e Loteria – SECAP do Ministério da Economia. Segundo o §3º do artigo 26 da referida Lei , não caberá a CAIXA nenhum atendimento, análise ou autorizações de processos a partir da data citada, o mesmo se aplicando às denúncias de Promoções Comerciais e Sorteios Filantrópicos realizados sem autorização. Esclarecemos que, por força da referida Lei, todos os processos de Promoções Comerciais e Sorteios Filantrópicos que constavam em andamento na CAIXA, em qualquer situação, serão transferidos para a SECAP para devido tratamento por aquele órgão, não cabendo à CAIXA nenhum atendimento, análise e autorizações destes processos à partir da publicação da Lei. Desta forma, caso haja alguma dúvida sobre novos processos de autorização e fiscalização de Promoções Comerciais, processos que estavam em andamento na CAIXA, assuntos relacionados ao tema ou ainda denúncia de promoções não autorizadas, deve-se contatar a SECAP. Promoções Comerciais e Sorteios Filantrópicos Tudo que envolve comunicação e sorte deve ter aprovação da SECAP A lei das promoções no Brasil • Lei 5.768 de 20 de Dezembro de 1971 • Decreto 70.951 de 09 de Agosto de 1972 • Portaria 41 de 21 de Fevereiro de 2008 O Brasil das mudanças • De 1971 a 1996 Receita Federal • De 1996 a 2000 Ministério da Justiça • De 2001 a 2018 Caixa Econômica Federal/SEAE-MF (Secretaria de Acompanhamento Econômico – Ministério da Fazenda A partir de 2018 - SECAP Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Saiba mais em: Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e SMS • Portaria regulamentou uso do SMS de celular. • Um SMS para cada inscrição, equivalente a um produto por participação Shopping-centers • Documentos apenas da Administração do Shopping PROMOÇÕES COMERCIAIS – (Associação/Clube dos Lojistas etc.) • Atenção: § 6º estabelece que as Declarações de Receita Operacionais das Lojas(s) deverão estar disponíveis para a fiscalização em suas sedes caso solicitado. Prazo Prazo de análise reduzido para 30 dias Im a g e m m e ra m e n te i lu s tr a ti v a – F o n te : G o o g le I m a g e Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Não podem ser objeto de promoção comercial com distribuição gratuita de prêmios: •Medicamentos; •Armas e munições, explosivos, fogos de artifício ou estampido, bebidas alcoólicas, fumos e seus derivados; •Outros produtos que venham a ser relacionados pelo Ministério da Fazenda. A taxa cobrada pela Caixa varia conforme a premiação. Até R$1.000 você paga apenas R$27,00 de taxa de fiscalização. Acima de R$1.667.000,01 você paga apenas R$66.667,00. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Para realizar então a sua ação promocional dentro das regras, você terá que passar por estas 4 etapas: 1. Solicite autorização da Caixa para realizar uma ação promocional; 2. Comprove a propriedade dos prêmios, ou seja, mostre que você tem (precisa de nota fiscal); 3. Entregue os prêmios em até 30 dias após o sorteio/apuração dos resultados; 4. Preste contas a Caixa. Você deve protocolar a documentação necessários. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google ImageC Dentro do site da Caixa há um FAQ, que responde algumas das várias perguntas que você deve ter depois de ficar sabendo disso. Obviamente estas regras servem, em geral, para grandes empresas e seus sorteios de milhões em prêmios. E caso de procedimentos errados, as penas são: •Proibição de realizar distribuição gratuita de prêmios pelo prazo de até dois anos; •Multa de até cem por cento do valor total dos prêmios. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image.Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. É o único tipo de distribuição gratuita de prêmios, cujo registro não é obrigatório (embora você possa fazer); Uma ação onde a participação é dada através da criação de uma peça (texto, foto, ilustração), e que a vitória depende apenas do esforço do concorrente. Portanto, como não precisa registrar, você não precisa pagar taxas, esperar vários dias pela aprovação, etc. Mas ainda assim há algumas regras que devem ser respeitadas para você não ter maiores problemas com a lei. Mas e os concursos culturais? •O concurso deve ter regulamento; •É necessário que os critérios de escolhas sejam declarados; •Não pode dar dinheiro ou vale-compras; •O concurso não pode obrigar a pessoa a interagir com a marca; Mas e os concursos culturais? Para quem gosta de leis, aqui vai a definição do que é uma “promoção cultural”: A Lei no 5.768, de 20 de dezembro de 1971, que, entre outras determinações, estabelece o marco legal para as promoções comerciais, foi regulamentada pelo Decreto no 70.951, de 9 de agosto de 1972. Ambos os diplomas legais desobrigam da autorização governamental os concursos exclusivamente culturais, recreativos, artísticos e desportivos. No caso do Decreto, trata-se do Artigo 30 Mas e os concursos culturais? Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google ImageC Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google ImageC A distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda é uma estratégia que visa alavancar a vendade produtos e serviços ou promover marcas. Essa tática pode ser realizada nas seguintes modalidades: sorteio, concurso, vale-brinde e assemelhadas. Para realizar distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda, a pessoa jurídica depende de autorização da Caixa Econômica Federal, nos termos da Lei nº 5.768, de 20/12/1971, e de decretos e portarias complementares. A partir das informações apresentadas acima, avalie as afirmações a seguir. I. Para a distribuição de prêmios em razão do resultado de concurso exclusivamente cultural, artístico, desportivo ou recreativo, sem a vinculação dos contemplados à aquisição ou ao uso de qualquer bem, direito ou serviço, não há necessidade de autorização prévia da Caixa Econômica Federal. II. A distribuição de prêmios em medicamentos, fumos e derivados ou em bebidas alcoólicas só pode ser realizada para público maior de 18 anos e mediante a autorização da Caixa Econômica Federal. III. Quando todos os participantes ganham os prêmios independentemente de sorte e quando esses prêmios são iguais para todos, não há necessidade de autorização prévia da Caixa Econômica Federal para a sua distribuição. É correto afirmar em: (A) II, apenas. (B) III, apenas. (C) I e II, apenas. (D) I e III, apenas. (E) I, II, III. Vamos testar o nosso conhecimento? A distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda é uma estratégia que visa alavancar a venda de produtos e serviços ou promover marcas. Essa tática pode ser realizada nas seguintes modalidades: sorteio, concurso, vale-brinde e assemelhadas. Para realizar distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda, a pessoa jurídica depende de autorização da Caixa Econômica Federal, nos termos da Lei nº 5.768, de 20/12/1971, e de decretos e portarias complementares. A partir das informações apresentadas acima, avalie as afirmações a seguir. I. Para a distribuição de prêmios em razão do resultado de concurso exclusivamente cultural, artístico, desportivo ou recreativo, sem a vinculação dos contemplados à aquisição ou ao uso de qualquer bem, direito ou serviço, não há necessidade de autorização prévia da Caixa Econômica Federal. II. A distribuição de prêmios em medicamentos, fumos e derivados ou em bebidas alcoólicas só pode ser realizada para público maior de 18 anos e mediante a autorização da Caixa Econômica Federal. III. Quando todos os participantes ganham os prêmios independentemente de sorte e quando esses prêmios são iguais para todos, não há necessidade de autorização prévia da Caixa Econômica Federal para a sua distribuição. É correto afirmar em: (A) II, apenas. (B) III, apenas. (C) I e II, apenas. (D) I e III, apenas. (E) I, II, III. Planejamento Promocional Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image, adaptado pelo autor, 2019. Análise SWOT Fatores positivos Fatores negativos Strengths (forças) Oportunities (oportunidades) Weaknesses (fraquezas) Threats (ameaças) F a to re s in te r n o s F a to re s e x te r n o s TO WS Planejamento de Comunicação Integrada de Marketing Objetivo e meta de Marketing Objetivo e meta de Comunicação Decisões estratégicas USP Reason Why Proposta Secundária Planejamento Promocional Objetivo: Meta: Estratégia: (Re)Posicionamento: Período: Tema / Slogan: Mecânica: Peças Promocionais Internas: Pessoas: Custos / Investimentos: Restrições Éticas / Legais / Plano de Ação / Requerimento: Objetivo O Objetivo da promoção deve estar em conformidade com o objetivo de marketing da empresa ou produto. EX: Aumentar as vendas... Atrair novos consumidores... Aumentar o valor do ticket médio e a lealdade dos Consumidores... Variáveis: selecionar os P’s Meta EX: Aumentar em 10% as vendas em relação ao Natal anterior num período de 35 dias. Estratégia A estratégia é a criação de planos para atingir os Objetivos, visa integrar uma sequência de ações. EX: Atingir os objetivos de marketing e comunicação através de uma ação conjunta com atividades de propaganda e ações promocionais que serão realizadas em 03 (três) etapas. Período EX: De 20/11/2018 A 24/12/2018 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Tema / Slogan Tema Assunto que tornará a apresentação mais comercial Obs: o tema é um problema de comunicação que A USP (Diferencial Competitivo) deve responder! Tema / Slogan Mecânica Mecânica Exemplo: - Primeira Etapa: - Tipo de Promoção: Interna Incentivo de vendas – data: 20/11/2018 (explicar) - Segunda Etapa - Tipo de Promoção: Externa Sorteios – data: de 20/11/2018 a 24/12/2018 A partir de 20/11/18, os consumidores que efetuarem Sua compras no Shopping com valor igual ou superior À R$ 300,00 (trezentos reais), somente sendo válido O acúmulo de Notas Fiscais de uma mesma loja; Poderão trocar os comprovantes de compras (NF) por Cupons no quiosque instalado na praça de eventos... Peças Promocionais Internas Citar apenas as peças que serão produzidas para a ação promocional: EX: - Cupom - Cartazetes/lojas - Banners indicativos (sinalização) - Camisetas com a logo da promoção - Wobbler - Display para as entradas - ... Pessoas Haverá contratações ou realocações de pessoas? EX: 01 Papai Noel 05 Promotoras/atendimento 04 Noeletes Custo / Investimento Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Restrições Éticas Legais Regulamento Plano de Ação Requerimento Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Restrições Éticas Legais Regulamento Plano de Ação Requerimento Restrições Éticas Legais Regulamento Plano de Ação Requerimento 1. Da empresa 2. Modalidade da operação 3. Área de execução 4. Prazo de execução 5. Descrição e quantificação do prêmios 6. Mecânica operacional 7. Segunda mecânica operacional 8. Produtos/objeto da promoção 9. Prazo de prescrição dos prêmios 10.Divulgação 11.Exibição do prêmio 12.Entrega dos prêmios 13.Não poderão participar da promoção 14.Apuração/sorteio Restrições Éticas Legais Regulamento Plano de Ação Requerimento Tendências Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Com a Revolução digital o que muda no PDV? A Evolução do PDV para PDX DE Gerar Venda PARA Gerar Experiencia Serviço Educação Relacionamento Interação Customização Venda PDV PDX Fonte: SANT’ANNA, Rubens. LinkedIn, 2018 Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. O Guaraná Antarctica quer aumentar a patrimônio de um brasileiro. Ou melhor, de um sortudo do país. Assim, a marca convida os consumidores a participarem da promoção “Patrimônio do Brasil”, com prêmios de até R$ 1 milhão de reais. Para participar, basta comprar qualquer produto Guaraná Antarctica e cadastrar o número do código de barras no site. Na hora, o consumidor já concorre a prêmios instantâneos de R$ 500 e recebe um número da sorte para poder se tornar um milionário. Considerado um patrimônio nacional com 98 anos de história, o Guaraná Antarctica tem orgulho da origem e de representar o sabor do Brasil pelo mundo. A matéria-prima, o fruto do guaraná, é cultivada e colhida de forma artesanal por produtores locais da cidade de Maués, no Amazonas. Na comunicação, a televisão ganha um filme protagonizado por uma simpática senhora e mostra os consumidores correndo em direção às prateleiras em busca de Guaraná Antarctica. Já nas redes sociais, o público poderá conferir conteúdos exclusivos com o passo a passo para concorrer aos prêmios. A promoção “Patrimônio do Brasil” é válida até 18 de novembro em todo o Brasil para todas as embalagens da família Guaraná Antarctica, Pepsi e H2OH! com código de barras. A BFerraz é responsável pela idealização e conceito da promoção e a F/Nazca Saatchi & Saatchi assina a criação da campanha online e off-line que divulga a promoção. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: GoogleImage. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. Imagem meramente ilustrativa – Fonte: Google Image. O que é um Mapa conceitual: Mapa conceitual é uma estrutura gráfica que ajuda a organizar ideias, conceitos e informações de modo esquematizado. Consiste numa ferramenta de estudo e aprendizagem, onde o conteúdo é classificado e hierarquizado de modo a auxiliar na compreensão do indivíduo que o analisa. A partir de uma representação gráfica ilustrativa, a pessoa que idealiza um mapa conceitual consegue criar ligações entre os diferentes assuntos que fazem parte de determinado conhecimento. FONTE: https://www.significados.com.br/mapa-conceitual/ O Mapa conceitual é a nova forma de apresentar planejamentos em forma de Design. Por norma, os mapas conceituais são construídos a partir de conceitos mais abrangentes e amplos até pontos mais específicos. A idealização do mapa conceitual, como um método de organização administrativa de conteúdos, surgiu na década de 1970, nos Estados Unidos, através do professor e educador Joseph Novak. Como mencionado, o mapa conceitual pode ser uma excelente ferramenta didática, principalmente devido ao uso das representações visuais. Além de ser útil no âmbito educacional, os mapas conceituais ainda podem ser aplicados em outras áreas, como para a estruturação de planejamentos e organização de pesquisas. Todas as Imagens deste ppt são meramente ilustrativas Fonte: Google Images, 2018/2019 Bibliografia BIBLIOGRAFIA BÁSICA BELCH, E., G., BELCH, E., M. (01/2014). Propaganda e Promoção: Uma Perspectiva da Comunicação Integrada de Marketing, 9th edição. CÔNSOLI, Alberto; D’ANDREA, Rafael(Coord.). (04/2011). Trade marketing: estratégias de distribuição e execução de vendas. JAVIER, Francisco. (08/2007). Trade marketing : A conquista do consumidor no ponto-de-venda. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOTLER. Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. LESSA, Regina. Merchandising no ponto-de-venda. Atlas, 4. ed. São Paulo: 2006. COSTA, Antonio R.; CRESCITELLI, Edson. Marketing promocional para mercados competitivos. São Paulo: Atlas, 2007. FERRACCIÙ, João De Simoni Soderini. Marketing promocional. 6.ed. São Paulo: Pearson, 2008. FERRACCIÙ, João De Simoni Soderini. Promoção de Vendas. 5. ed. São Paulo: Pearson Education, 2002. PINHEIRO, Eduardo Perrone. Promoção de Vendas e merchandising. São Paulo: RG Editores, 2004.