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Prof. Fillipe Virgolino – Engº. Mecânico RECIFE, 2019.1 GRADUAÇÃO ENGENHARIA MECÂNICA DISCIPLINA : MOTORES E COMBUSTÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RECIFE CAMPUS SAN MARTIN APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR • Doutorando em engenharia Mecânica • Mestre em engenharia Mecânica • Especialista Engenharia de Segurança do Trabalho • Engenheiro Mecânico; Contato: fsmecanica@gmail.com FILLIPE VIRGOLINO mailto:fsmecanica@gmail.com Principais Componentes Móveis Parte 1 Válvulas • As válvulas são feitas de aço de alta qualidade e resistência mecânica, e, no caso da válvula de escape, de elevada resistência ao calor, pois estas podem operar em temperaturas que excedam 700oC. haste cabeça (A)Pinças de válvula: fixam a haste da válvula ao retentor da mola, que é a peça que permite que a mola traga a válvula para o seu assento (B)Retentor da mola. (C)Mola: mantém a válvula sob o controle do eixo comando de válvulas, e a mantém firme em seu assento quando fechadas. (D)Vedação da haste da válvula: impede que o óleo seja escoe através do guia de válvula para a câmara de combustão. (E)Parte da cabeça do cilindro que contém o assento e a guia da válvula. (F)Válvula. O assento da válvula normalmente é cortado em 44,5o na cabeça da válvula; já o acoplamento do assento de válvula na cabeça do cilindro é cortado em um ângulo de 45o. Isto proporciona um vedação hermética quando a válvula está fechada. A guia da válvula mostrada ao lado é um cilindro oco inserido na cabeça do cilindro e seu propósito é garantir que a válvula permaneça concêntrica com o assento da válvula. As guias de válvulas são normalmente feitas de ferro fundido ou bronze de fósforo. Um outro arranjo comum, usado normalmente em cabeças de cilindro em ferro fundido, é a guia da válvula ser parte integrante da cabeça do cilindro. Em operação a guia da válvula tira o calor da válvula e o direciona ao sistema de refrigeração do motor. Eixo Comando de Válvulas • O eixo comando de válvulas (ou árvore de cames, eixo de cames, etc.) tem cames cuja função é transmitir movimento do eixo para as válvulas. Excêntricos, resaltos ou cames 1. Eixo comando deválvulas 2. Tucho 3. Haste impulsora (vareta) 4. Pedestal 5. Regulagem ou ajuste 6. Balancim 7. Retentor da válvula 8. Mola daválvula 9. Guia da válvula 10. Válvula 11. Assento da válvulapistão 10 11 9 8 7 6 3 2 4 5 1 Acionamento de válvulas por meio de varetas ou hastes impulsoras: Motor OHV (overheadvalve) 1. Tucho 2. Eixo comando de válvulas 3. Porca retentora do berço do eixo comando 4. Folga 5. Regulagem ou ajuste • Uma vantagem do sistema OHC sobre o OHV é que são necessárias menos peças para transmitir o movimento do eixo comando para a válvula. No entanto, requer um abundante suprimento de óleo para o eixo comando, exigindo maior complexidade para a parte superior do motor. Acionamento direto de válvulas: Motor OHC (overhead camshaft) Molas de Válvulas • Como já mencionado, molas mantém a válvula sob o controle do eixo comando de válvulas, e a mantém firme em seu assento quando fechadas. • Molas são normalmente feitas de aço alto carbono ou aço liga, e são projetadas para suportar o ciclo completo de vida do motor. Entretanto, na prática, por vezes as molas perdem sua força e sua substituição é necessária. Montagem mola, balancim e haste de válvula Molas helicoidais padrão, constante de mola fixa (single rate spring) Molas helicoidais de passo variável (variable rate spring) Molas helicoidais duplas (double springs) Molas helicoidais duplas (double springs) Mola helicoidal simples •A mola helicoidal simples, ou de constante de mola fixa, é o tipo mais amplamente utilizado nos motores automotivos. •Molas vibram quando comprimidas e liberadas; a frequência em que vibram é chamada de frequência natural de vibração. •Se a frequência natural coincide com a frequência em que a válvula está sendo aberta e fechada, pode ocorrer ressonância. •Quando isso acontece, o movimento da válvula sai do controle do eixo comando de válvulas, e isto pode causar danos sérios ao motor. •É mais provável que este fenômeno ocorra se a rotação do motor exceder o seu máximo projetado ou se as molas se tornaram fracas. Mola de passo variável •Esta mola tem, na sua extremidade, um passo menor, o que tem o efeito de mudar a rigidez da mola à medida que a válvula se movimenta. Isso altera a frequência de vibração e diminui as chances de ocorrência de ressonância. Molas duplas •Trata-se de um par de molas, no qual uma mola de menor diâmetro se encaixa dentro de outra, maior. As molas têm diferentes frequências de vibração e isso reduz a possibilidade de ressonância. Acionamento do Eixo Comando • O movimento das válvulas é controlado pelo eixo comando e uma mola. • A válvula de admissão abre e fecha uma vez a cada quatro golpes do pistão, ou duas rotações do virabrequim, assim como a válvula de escape. Isto significa que a árvore de cames deve girar uma vez por cada duas revoluções do virabrequim. • Uma vez que o eixo comando é normalmente acionado pelo virabrequim, então o acionamento entre o eixo virabrequim e a árvore de cames tem uma redução de 2: 1. • O acionamento do eixo comando pelo virabrequim é comumente realizado através de corrente, engrenagens (trem de engrenagens) ou por correia dentada. Acionamento por corrente Em uso, ocorre o desgaste das ligações de corrente e isso faz com que a corrente se alongue. Para manter a corrente adequadamente tensa ao longo da sua vida, a corrente é equipada com alguma forma de esticador Eixo comando de válvulas Engrenage m intermediári a trem de engrenagen s Virabrequim Frequentemente usado em motores a diesel. A engrenagem do eixo comando tem o dobro do diâmetro da engrenagem do virabrequim. A engrenagem intermediária garante que o eixo comando gire na mesma direção que o virabrequim, mas não afeta a relação de rotações. Acionamento por correia dentada Este tipo de acionamento de eixo comando é utilizado em uma ampla gama de motores. Tem a vantagem de baixo custo, e de operação silenciosa. Correia dentada instalada em um motor com comandos de válvulas sobre o cabeçote. • Embora as correias de transmissão de cames sejam bastante duráveis, é de vital importância que a tensão esteja correta. • Recomenda-se que as correias sejam inspecionadas a intervalos de serviço agendados e alteradas em intervalos regulares porque a falha do correia pode causar danos extensos ao motor. • A quilometragem recomendada entre as trocas da correia varia de uma marca de veículo para outra, de modo que é importante verificar a recomendação do fabricante para este detalhe. • Na ausência de informações precisas, recomenda-se não ultrapassar 75 000 km ou 4 anos. Principais Componentes Móveis Parte 2 Tucho Hidráulico • Em alguns projetos, um dispositivo hidráulico é usado para controlar a folga da válvula e, de fato, a folga é reduzida a zero porque o balancim é mantido em leve contato durante todo o ciclo. • A parte hidráulica do tucho de auto-ajuste (tucho hidráulico) é mostrada abaixo. • A válvula de esfera controla o movimento de uma pequena quantidade de óleo para dentro e para fora do tucho, da galeria de óleo principal. • Quando o eixo comando começa a abrir a válvula, a válvula de esfera sela a câmara. Como o óleo é incompressível, a válvula começa a abrir imediatamente. • Quando o eixo comando começa a fechar a válvula, a pressão sobre a válvula de esfera é liberada e uma pequena quantidade de óleo entra no tucho para assumir qualquer jogo livre. O contato leve entre o balancim e a válvula é mantido, mas não é suficiente para prejudicar o assento da válvula.• Os tuchos hidráulicos foram introduzidos na década de 1950 como forma de tornar os motores produzidos em massa mais silenciosos, e usam pressão de óleo para eliminar as folgas provocadas por desgaste e preservar a regulagem fina do tempo de abertura e fechamento das válvulas. • Nas últimas décadas, os balancins passaram a ser roletados (usam rolamentos), facilitando a movimentação do comando de válvulas. Os tuchos geralmente são usados porque exigem pouca manutenção e reduzem drasticamente o ruído do motor. Além disso, os tuchos hidráulicos promovem a redução de calor e maior durabilidade do conjunto. • Entretanto, estes dispositivos têm suas desvantagens. • Os tuchos podem perder pressão na faixa de alta rotação RPM do motor, reduzindo a elevação das válvulas, ou ainda pode tornar-se "sobrepressurizado", tornando-se grande demais e assim impedindo que as válvulas se assentem. • Além disso, para que a gravidade não esvazie o tucho, há uma válvula de retenção. Ocorre que, em casos de desgaste moderado, esta válvula começa a falhar e o motor faz um característico “tec tec tec” por alguns segundos, até que o tucho seja pressurizado. Isso também pode ter relação com baixa pressão na bomba de óleo. O ideal neste caso é levar o carro em um mecânico de confiança para que o profissional faça a distinção dos problemas. • Em carros com tuchos mecânicos (Honda Fit, City, HR-V e Civic são exemplos em 2017), o acionamento das peças é mais barulhento e há um desgaste da superfície do tucho. • Nos Honda, a cada 40.000 km, a manutenção envolve a abertura da tampa de válvulas para a troca da pastilha que fica acima do tucho. Essa providência preventiva corrige a folga entre os componentes e ajusta as válvulas. Como é necessário trocar a junta desta tampa, que se danifica no momento em que abre a tampa de válvulas, o procedimento tende a ter valor elevado. Tuchos mecânicos Honda • A Honda diz manter os tuchos mecânicos até hoje em prol da confiabilidade. O argumento tem justificativa: tuchos hidráulicos podem travar se a troca de óleo não for feita no tempo certo. E mais: como o óleo que circula nos tuchos é o mesmo do motor, pode acumular óleo velho mesmo após a troca do fluido que circula no motor. Para fazer a limpeza correta desses pequenos componentes, claro, é necessário desmontar todo o conjunto – operação que tem custo de mão-de-obra onerosa. Tuchos hidráulicos GM Corsa Pistões • Quando o pistão está no ponto morto superior (TDC), ele atua como parte da câmara de combustão. • Após a combustão ocorrer, a força do gás gerado é transmitida do pistão para o virabrequim, através do pino e da biela. • A maioria dos pistões automotivos são feitos de liga de alumínio, que tem as seguintes propriedades: 1. É mais leve do que o aço ou o ferro fundido. 2. Possui boa condutividade térmica. 3. Tem boa resistência e é razoavelmente resistente ao desgaste. 4. Possui um maior coeficiente de expansão térmica do que dos cilindros de ferro fundido ou aço. • O alto coeficiente de expansão térmica da liga de alumínio tem um efeito considerável sobre o projeto dos pistões, que é um fator que deve ser considerado. coroa Saia Canaletas dos anéis Alojamento do pino do pistão e da trava do pino QUAIS AS FUNÇÕES DOS ANEIS DE SEGMENTO? 2- Gerenciamento da temperatura (arrefecimento) 1- Vedação (pressão) 3- Controlar a espessura do filme de óleo (1-2m) (raspagem do óleo) Aneis de segmentos travados Alojamento do pino Alojamento da trava do pino Anel do óleo 1º anel de compressão “Anel de fogo” – revestimento de cromo 2º anel de compressão cilindro pistão Anel do óleo Temperatura de fusão •Liga de alumínio derrete a aproximadamente 520oC e a temperatura na câmara de combustão pode atingir 1600oC. Este não é normalmente um problema por causa da alta condutividade térmica da liga de alumínio (Al) e do fato de que o pistão só está em contato com altas temperaturas por um curto período de tempo. •A temperatura de trabalho da coroa do pistão está normalmente entre 200 e 300oC. • Expansão térmica • O coeficiente de expansão térmica da liga Al é aproximadamente 0,000023 m/m por oC, enquanto que o do ferro fundido é de aproximadamente 0,000011 m/m por oC. • Assim, no caso do uso de um cilindro de ferro fundido (bloco de ferro fundido), para permitir esta diferença, o diâmetro do pistão é feito menor que o diâmetro do cilindro, quando frio. • Quando o pistão e o cilindro estão em temperatura de trabalho, o espaço entre eles é diminuído pela maior expansão do pistão de liga de Al. • Atualmente, a maioria dos blocos de motores automotivos, especialmente os de baixa e média potência, são feitos também de liga de alumínio. Estrutura do pistão • A tensão mecânica no pistão é maior na coroa e na região do pino, e portanto um maior volume de metal é concentrado nessas áreas para fornecer a força extra que é necessária. • Isso significa que a expansão térmica é maior em algumas regiões do pistão do que em outras, mas os pistões são projetados para permitir isso. Canaletas dos anéis Saia • A parte superior do pistão, a coroa, opera em temperaturas mais altas, e portanto o diâmetro E é consideravelmente menor do que o diâmetro interno do cilindro, de modo a permitir a expansão. • O diâmetro C, medido na parte inferior do pistão (saia) em ângulos retos ao alojamento do pino, é maior que o diâmetro E, e assim o pistão é efetivamente afunilado ao longo do seu comprimento. Canaletas dos anéis Saia • O diâmetro D, o qual é medido na saia, logo abaixo dos furos do alojamento do pino, é menor do que o diâmetro C. • Isto ocorre para permitir uma expansão extra causada pelo metal adicional nas imediações do alojamento do pino. • O diâmetro C é o maior diâmetro do pistão e é consideravelmente maior do que D, o que significa que o pistão tem uma forma oval na saia. Canaletas dos anéis Saia • O diâmetro C é chamado de diâmetro nominal do pistão, quando este está sendo medido para verificar a folga no cilindro. Como norma geral, recomenda- se que a folga entre a saia do pistão e o cilindro esteja entre 0,001 e 0,002 vezes o diâmetro (p.ex.: 0,12 mm contra diâm. do cilindro de 91 mm). • Logicamente, na prática, isto sempre deve ser verificado em relação a uma recomendação do fabricante. Canaletas dos anéis Saia • A distância A, medida do centro do alojamento do pino para a parte superior da coroa do pistão, é chamada de altura de compressão do pistão. • Esta dimensão afeta a taxa de compressão do motor e deve ser levada em consideração quando os pistões de substituição estiverem sendo selecionados para um motor. Canaletas dos anéis Saia Saia do pistão • A figura abaixo, em (a), mostra um pistão com uma ranhura cortada em seu lado. Este tipo de pistão entra bem justo no cilindro quando este está frio e, à medida que o motor se aquece, a expansão do pistão fecha a ranhura. Este tipo de pistão é conhecido como um pistão de saia fendida, e é projetado para reduzir o ruído mecânico. Saia fendida Material removido Lado de maior atrito, lado de empuxo principal • Em (b), a figura mostra um pistão cuja parte da saia é removida para aliviar o peso do componente, assim como reduzir a área em contato com a parede do cilindro. Saia dividida Material removido Lado de maior atrito Lado de empuxo principal • O ângulo como o qual a biela está alinhada quando a alta pressão da combustão é aplicada ao pistão faz com que este seja empurrado forte contra a parede do cilindro. • A seta na figura ao lado mostra a direção da reação da parede do cilindro a este impulso. Com o tempo, esta ação leva ao desgaste na parte superior do cilindro. Lado de empuxo principal Sem desgaste desgas te Seção de um cilindro Lado de empuxo principal Principais ComponentesMóveis Parte 3 Virabrequim • O virabrequim é parte do motor onde o movimento alternativo dos pistões é convertido em movimento rotativo. Principais componentes ½ curso do pistão moentes munhões moentes contrapeso moentes munhões munhão Bronzinas de biela e mancal Biela “roletada” Virabrequim “roletado” nos munhões moentes Raio de concordância moentes Orifícios de lubrificação flange Rolamento de agulha ou bucha • Os virabrequins são normalmente feitos de aço de alta qualidade por forjamento. Após a forja, os munhões e moentes são usinados e, no processo, os raios de concordância são cuidadosamente trabalhados porque desempenham uma parte importante na capacidade do eixo para resistir à fratura. As perfurações internas transferem o óleo dos mancais principais (munhões) para os moentes. munhões Rasgo de chaveta Casquilhos do virabrequim •Como os virabrequins de motores multi-cilindros são normalmente feitos de uma só vez, é necessário usar mancais divididos. As duas metades do mancal dividido são muitas vezes referidas como casquilhos. Normalmente são feitos de chapa de aço com aproximadamente 2,5 mm de espessura e revestidos com uma camada de 0,15 mm de metal adequado para mancais. Material dos casquilhos • O metal branco ou o metal Babbit tem o nome devido a Isaac Babbit, que o desenvolveu no início do século XIX. • O metal Babbit original foi fabricado a partir de 50 partes de estanho, 5 de antimônio e 1 de cobre. As ligas posteriores contêm um pouco de chumbo e as proporções dos elementos de liga variam de acordo com a utilização a que o metal deve ser colocado. • É bastante macio e tem baixa fricção quando usado para suporte de eixos de aço. O metal macio permite que pequenas partículas abrasivas sejam levadas para abaixo da superfície, e isso reduz o desgaste do eixo. Devido aos elevados níveis de stress impostos aos munhões e aos moentes, os casquilhos de Babbit são normalmente usados para eixos comandos de válvula. Ligas de Estanho - Alumínio • São comumente usadas para casquilhos porque são resistentes à fadiga e têm baixa fricção quando usadas contra um eixo de aço. Uma camada fina da liga de estanho-alumínio é aplicada no casquilho de aço como mostrado a seguir. Ligas de Cobre - Estanho •São aproximadamente 70% de cobre e 30% de estanho. Eles são mais duras do que as ligas de alumínio e têm alta resistência à fadiga, mas são menos capazes de permitir a incorporação de pequenas partículas, o que significa que são indicados para suportar eixos de maior carga ou de maior dureza. Ligas de Cobre - Chumbo •São constituídas por cobre e chumbo com uma pequena adição de estanho. Eles são muito usadas em motores turbinados ou pesados, devido a sua capacidade de carga. Sofrem a desvantagem de serem suscetíveis a ataques corrosivos de ácidos encontrados em alguns óleos, de modo que são revestidos com uma fina camada de liga de chumbo, estanho e índio de 0,02 mm de espessura. Biela • A biela transmite a força do gás em expansão do pistão para o virabrequim. As bielas são normalmente feitas de aço forjado e têm uma forma de seção , o que lhes dá resistência máxima e um peso relativamente pequeno. Seção em Extremidade menor (pistão) Extremidade menor (pistão) Extremidade maior (virabrequim) Pino do pistão Trava (anel) de fixação Alojamento da trava do pino Pino do pistão: conecção biela/pino do tipo restritiva. Neste tipo de conecção, o pino é fixado à biela, sendo todos os movimentos restritos ao pistão. Pino do pistão: conecção biela/pino do tipo livre. O o pino é gira livremente tanto em relação à biela quanto em relação ao pistão, sendo impedido de movimentos axiais pela trava de fixação. • A extremidade grande da biela contém o mancal que liga a biela ao virabrequim. O mancal é dividido em duas partes para permitir a montagem ao virabrequim. casquilhos Capa ou cobertura do mancal OBRIGADO!