Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

NP1 – PSICOPATOLOGIA ESPECIAL. 
Posicionamento político do Conselho federal de psicologia relativo as políticas de drogas: 
O consumo abusivo e descontrolado de substância psicoativas podem trazer da nos sociais e à saúde dos sujeitos. 
· Devemos nos atentar nas formas de uso dessas substâncias, até porque nem todo possuem problemas crônicos com o seu uso. 
· É possível a criação de uma estratégia de atenção aos padrões básicos de consumo que pode ou não caracterizar o uso nocivo dessas drogas. 
Nós profissionais, de vemos discutir sobre a legislação que aborda o uso de drogas, garantindo formas mais humanizadas de cuidado como: discriminação, preconceito com as pessoas que fazem o uso dessas drogas. 
As políticas de drogas de vem focar suas atenções no bem-estar dos sujeitos e do ambiente social, nós princípios de justiça, direitos humanos, desenvolvimento e saúde. 
Na redução de danos, passa -se de uma lógica de “clínica do comando’’ para uma “clínica ampliada’’.
 
· Neste caso, quem estabelece a direção do cuidado que se quer ter é a própria pessoa, que poderá escolher diminuir ou interromper o uso dessas substâncias psicoativas (Abstinência VS controle de uso). 
Países que impõem penas mais severas ao uso de substâncias psicoativas, tem um maior número de usuários na prisão. 
· Isso causa um custo significativo para a população. 
Sobre o cuidado humanizado, o CFP deve promover a aproximação e o diálogo com os usuários e a sociedade, tomando tal temática como eixo central da comissão de Direitos humanos. 
· Implementação de uma política de álcool e drogas que visam o respeito aos direitos humanos de cada um. 
A redução de danos objetiva a responsabilidade pública no cuidado com os usuários e suas famílias, criando um espaço de diálogos que promove a ruptura dos estigmas e preconceitos. 
· A partir da reforma psiquiátrica, desenvolve -se uma crítica referente a internação desses usuários, pois, a exclusão da sociedade pode ser mais prejudicial ao sujeito, porque de vemos respeitar o direito da cidadania dele. 
Ao trabalhar a redução de danos, não devemos excluir ou separar os sujeitos do seu ambiente social e familiar, não cabe a nós impedir os seus direitos de liberdade.
SINDROMES PSICOATIVAS (QUADROS DO ESPECTRO DA ESQUIZOFRENIA E OUTRAS PSICOSES). 
A base da esquizofrenia: questões ambientais, metabólicas (sinapses, 
neurotransmissores), alterações de imagem, gatilho (stress que opera como a “gota d’água”). 
 
Síndromes Psicóticas: Alucinações e delírios, pensamentos desorganizados, comportamentos claramente bizarros. 
 
Sintomas Paranoides: ideias delirantes e alucinações auditivas d e conteúdo persecutório. - Observa-se desorganização profunda da vida mental e do comportamento do sujeito. 
Psicose: Perda de contato com a realidade. 
Passa a viver fora da realidade, vive sobre o princípio de prazer do ID e do Narcisismo. 
 Tem insight prejudicado diante das situações (exemplo: da doença ou da sua situação clínica). 
EQUIZOFRENIA: A principal forma de psicose. 
- Alguns sintomas são muitos significativos para o diagnóstico da esquizofrenia. 
 
 Chamamos de Sintomas de 1ª ordem: 
A. Percepção diferente e vivência de revelação: ocorre, em geral, de forma abrupta como uma “revelação”. É uma percepção real com uma interpretação delirante. A representação está revestida por uma história. O pensamento produz a ideia a respeito do estímulo real. Primeiro sintoma a aparecer. Faz parte do processo inicial do surto em que não entende a realidade a seu redor, até que tem uma revelação (teoria sobre um estímulo).
B. Eco do pensamento ou sonorização do pensamento: paciente escuta seus pensamentos ao pensa-los, como se fosse uma voz narrando.
C. Difusão do pensamento: sensação de que os pensamentos são ouvidos ou percebidos claramente pelos outros, no momento em que os pensa.
D. Alucinações: vozes que comentam ou comandam a ação.
E. Roubo do pensamento: vivência de que o pensamento é inexplicavelmente extraído de sua mente.
F. Vivência de influência: vivência de que forças externas agem sobre o corpo ou o pensamento.
A 3° tipos de Vivências que ele passa: 
1. vivências de influências corporal, onde o paciente sente uma força externa que age sobre o seu corpo. Esquizofrenia catatônica. 
2. vivências de influências do pensamento, experiencia de algo influenciando o seu pensamento, recebe pensamentos impostos de fora. 
3. Experiências corporais ou ideativas, experenciadas como feitas e impostas de fora. - Ao sentir que algo é imposto de fora, vivência um descontrole sobre si mesmo. A invasão do mundo sobre o seu ser. - É um tipo de experiencia psicótica.
Os Sintomas negativos: 
a) Distanciamento afetivo. 
b) Retração social. 
c) Empobrecimento da linguagem. 
d) Diminuição da fluência verbal. 
e) Negligência. 
f) Lentificação psicomotora.
OS Sintomas positivos: 
a) Delírios. 
b) Alucinações. 
c) Agitação psicomotora. 
d) Ideias bizarras. 
e) Neologismo/parafraseia. 
Síndrome desorganizada: 
a) Pensamento progressivamente desorganizado.
b) Comportamento desorganizado. 
c) Afeto inadequado. 
d) Afeto pueril. 
Teoria do duplo vínculo: criança tem no mínimo duas interpretações do mesmo fenômeno. A criança vê uma coisa e o adulto desmente/diz outra, fazendo com que a criança tenha duas interpretações. - Fatores ambientais, sociais, psicológicos que afetam na patologia. - Algumas teorias afirmam que são necessárias 3 gerações para acabar com a esquizofrenia. 
Chamamos de Sintomas de 1ª ordem: 
· São menos importantes para o diagnóstico. 
· São eles: Perplexa a de alteração da sensopercepção, vivência de influência no campo dos sentimentos, impulsos ou vontades, empobrecimento afetivo, intuição delirante e alterações do ânimo. 
 
Remissão: quando o sintoma some.
 
O que é mesmo um transtorno? R: É um conjunto de sintomas e comportamentos clinicamente reconhecidos. 
O que é mesmo a esquizofrenia? R: É um transtorno psíquico severo, caracterizado por uma coleção de sintomas, como: alteração do pensamento e da linguagem, alucinações, delírios e perda da conta o com a realidade. Atinge mais homens do que mulheres. 
Blue (século XIX e XX): rebatizou a esquizofrenia, pois essa se manifestava através do pensamento, entendeu que a principal forma de tratar era através da palavra. Tratava como orgânica. Tem base nos conceitos freudianos. A esquizofrenia se manifesta quando há o rompimento de “schizen”, como uma pele que separa de mundo interno e mundo externo. Vida íntima vem à tona. 
 
A esquizofrenia pode surgir nas seguintes idades: 
 Homens: 15 a 25 a nós. 
 Mulheres: 25 a 3 5 anos.
Para um diagnóstico é necessário tempo e atenção ao paciente. - Principais sintomas da esquizofrenia é a confusão do pensamento.
 
Sintomas Positivo: O que acrescenta (comportamentos, ideias, etc.). 
Sintomas Negativos: perda de uma função, movimento ou fala. 
 
Tipos de Delírios: Persecutório, grandeza, ciúmes patológicos, de referência, somatoformes, religioso, amoroso, mitos. 
Fase prodrômica: Sintomas negativos, afastamentos que antecedem o transtorno. 
 
QUESTÃO DISSE RTATIVA DE PROVA: diferenciar os 3 tipos de esquizofrenia. 
1. Catatônica: (Psicomotricidade Alterada). Estupor ou agitação com perda de contato com a realidade, algumas posições parecem desconfortáveis e ao mover a pessoa ela pode permanecer na mesma posição por horas. Pode envolver também episódios de violência, alta sugestionabilidade e/ou alucinações vívidas. 
2. Paranoide: Presença de delírios ou alucinações estáveis como de estamina que desafiam as leis naturais de processos básicos de lógicas de pensamento, ou transtornos do pensamento e retirada devido a esses pensamentos e delírios. 
3. Hebefrênica: (Alteração do afeto e humor). Caracterizada pela presençaproeminente de uma perturbação dos afetos; as ideias delirantes e as alucinações são fugazes e fragmentárias, o comportamento é irresponsável e imprevisível; existem frequentemente maneirismos. O afeto é superficial e inapropriado.
 
Em muitas pessoas com Esquizofrenia, o córtex frontal responsável pela atenção e raciocínio é menos ativado, enquanto o corpo estriado, responsável pelas sensações e com grandes números de receptores do paminérgicos, é superativado. 
Delírios não são precisamente da esquizofrenia, pois aparece em outros quadros ou transtornos. 
Antipsicóticos - medicamentos usados no tratamento da esquizofrenia, da paranoia, dos dele íris e das psicoses de uma forma geral. Geralmente agem sob o neurotransmissor chamada Dopamina. Os antipsicóticos trazem a pessoa psicótica ou esquizofrênica de volta a realidade. 
 
Antidepressivo - medicamentos usados no tratamento da depressão, dos transtornos de ansiedade, transtornos alimentares e disfunções sexuais. De maneira geral, os antidepressivos melhoram o humor, a disposição e alguns reduzem a ansiedade (Serotonina). 
 
QUAL A DIFERENÇA ENTRE NEUROSE E PSICOSE? 
R: Na Neurose há conflito primordial entre o ‘'eu’ ‘e o ID (Isso) e seu mecanismo de defesa é a repressão. Já na Psicose é o conflito primordial entre o ‘'eu’ ‘e a Realidade, seu mecanismo de defesa é a projeção. 
Na psicose, o ''eu’ ‘recusa novas percepções e cria um novo mundo externo a partir dos desfechos do ID. 
 O delírio é uma reconstrução desse mundo externo que surge a partir da frustração intolerável do desejo inconsciente. 
 
TRANSTORNO DO HUMOR E SINDROMES DEPRESSIVAS: 
As síndromes depressivas têm como elementos mais salientes o humor triste e o desânimo. 
 Pode estar presente, em formas graves de depressão, sintomas psicóticos (delírios, alucinações), marcante alteração motora (lentificação ou estupor), e fenômenos biológicos (neuronais e neuroendócrinos associados). 
Síndromes depressivas são reconhecidas pela OMS como um problema prioritário de saúde pública. 
 A depressão maior unipolar (síndrome cujos sintomas principais são tristeza ou anediai que é a perda d a capacidade de sentir prazer, próprio dos estados gravemente depressivos), é considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de saúde. 
 
SINTOMAS AFETIVOS DA SINDROME DEPRESSIVA: tristeza, sentimento de melancolia - Choro fácil e/o u frequente apatia (indiferença afetiva; “Tanto faz como tanto fez.") sentimento de falta de sentimento (" É terrível: não consigo sentir mais nada!") sentimento de tédio, de aborreci mento crônico irritabilidade aumentada (a ruídos, pessoas, vozes, etc.), angustia ou ansiedade, desespero e desesperança. 
ALTE RAÇÕES DA ESFERA INSTINTIVA E NEUROVEGETATIVA: Anediai (incapacidade de sentir prazer em várias esferas da vida) Fadiga, cansaço fácil e constante (sente o corpo pesado - Desânimo, diminuição da vontade (hipobulia; “Não tenho pique para mais nada.") - Insônia ou hipersônica. Perda ou aumento do apetite. Constipação, palidez. Diminuição da libido (do desejo sexual). Diminuição da resposta sexual (disfunção erétil, orgasmo retardado, ou anorgasmia). 
ALTE RAÇÃO IDEATIVA: Ideação negativa, pessimismo em relação a tudo. Ideias de arrependimento e de culpa. Ruminações com mágoas antigas. Visão de mundo marcada pelo tédio (“A vida é vazia, sem sentido; nada vale a pena.”). Ideias de morte, desejo de desaparecer, dormir para sempre. Ideação, planos ou atos suicidas. 
ALTERAÇÕES COGNITIVAS: Déficit de atenção e concentração. Déficit de memória. Dificuldade de tomar decisões. Pseudodemência depressiva. 
ALTERAÇÕES DA AUTOVALORAÇÃO: Sentimento de autoestima diminuída. Sentimento de insuficiência, de incapacidade. Sentimento de vergonha e auto depreciação.
 
ALTERAÇÃO DA VOLIÇÃO E DA PSICOMOTR ICIDADE: Tendência a permanecer na cama por todo o dia (com o quarto escuro, recusando visitas). Aumento na latência entre as perguntas e as respostas.
 
SINTOMAS PSICÓTICOS: Ideias delirantes de conteúdo negativo: Delírio de ruína ou miséria. Delírio de culpa. Delírio hipocondríaco e/ou de negação dos órgãos. Delírio de inexistência (de si e/ ou do mundo). Alucinações, geralmente auditivas, com conteúdos depressivos. Ilusões auditivas ou visuais. Ideação paranoide e outros sintomas psicóticos. Humor incongruentes. 
Certamente fatores biológicos, genéticos e neuroquímicos têm importante peso nos diversos quadros depressivos. Do ponto de vista psicológico, as síndromes depressivas têm uma relação fundamental com as experiências de perda. 
 As síndromes e as reações depressivas surgem com muita frequência após perdas significativas: de pessoa muito querida, emprego, moradia, status socioeconômico, ou de algo puramente simbólico. No episódio depressivo, evidentes sintomas depressivos (humor deprimido, anedonia, fatigabilidade, diminuição da concentração e da autoestima, ideias de culpa e de inutilidade, distúrbios do sono e do apetite) devem estar presentes por pelo me nas duas semanas, e não mais que por dois anos de forma ininterrupta. Os episódios duram geralmente entre 3 e 12 meses.
 
Quanto aos episódios depressivos, é conveniente ressaltar que: 
 O episódio depressivo é classificado pela CID -10 em leve, moderado ou grave, de acordo com o número, a intensidade e a importância clínica dos sintomas. 
 Quando o paciente apresenta, ao longo de sua vida, mais de um episódio depressivo, que nunca foram intercalados por episódios maníacos ou hipomaníacos, faz -se estão o diagnóstico de transtorno depressivo recorrente.
 
DISTEMIA: Trata -se de uma depressão crônica, geralmente de intensidade leve, muito duradoura. 
Começa no início da vida adulta e persiste por vários anos. 
Os sintomas depressivos mais com uns são diminuição da autoestima, fatigabilidade aumentada, dificuldade em tomar decisões ou se concentrar, mau humor crônico, irritabilidade e sentimento de desesperança. - Sintomas devem estar presentes pelo me nos 2 a nos. 
 
DEPRESSÃO ATÍPICA: 
É um subtipo de depressão que pode ocorrer em episódios depressivos de intensidade leve a grave, em transtorno bipolar. 
 Além dos sintomas depressivos gerais, ocorrem: Aumento do apetite, Hipersônica, Sensação do corpo muito pesado, Sensibilidade exacerbada, Reatividade do humor aumentada, Fobias e aspecto histriônico.
 
DEPRESSÃO TIPO MELANCOLICA: 
Trata -se de um subtipo de depressão na qual predominam os sintomas classicamente endógenos. Sinais e sinto, mas como lentificação psicomotora, anedonia (perda da capacidade de sentir prazer), alterações do sono e do apetite, piora dos sintomas no período da manhã (melhora no período da tarde e da noite) e ideias de culpa devem fazer o clínico pensar em depressão tipo endógena ou melancólica.

Mais conteúdos dessa disciplina