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VICTORIA CHAGAS – FACULDADES PEQUENO PRÍNCIPE – T10 1 REPLICAÇÃO DO DNA DNA => DNA Precede divisão celular (FASE S) Direção 5’ => 3’ SEMICONSERVATIVO FORQUILHA DE REPLICAÇÃO: local onde abre fita de DNA (onde tem mais A e T pois é mais fácil quebrar ligação de hidrogênio) Bi-direcional Helicase: Enzima que quebra as pontes de hidrogênio (separa fitas do DNA) SSB: são proteínas que se ligam às cadeias molde separadas pela DNA Helicase, impedindo que estas se voltem a ligar, mantendo a estabilidade da forquilha de replicação. São também essenciais na reparação e recombinação de DNA. DNA primase: sintetiza o primer. Primossomo: helicase + DNA primase. DNA polimerase I: - Retira o primer ao passo que adiciona DNA - Só atua na fita descontínua - Insere nucleotídeos - Retiram os nucleotídeos que possam estar errados DNA polimerase II: participa do reparo DNA polimerase III: forma fragmentos de Okazaki DNA ligase: liga os fragmentos de Okazaki DNA girase: alivia a tensão na fita de DNA VICTORIA CHAGAS – FACULDADES PEQUENO PRÍNCIPE – T10 2 TRANSCRIÇÃO DE RNA DNA => RNA’S → Elementos necessários: • RNA polimerases (I, II, III): - Enzimas que catalisam a reação no sentido 5’ -> 3’. - Reconhecimento do promotor - Não requerem uma molécula iniciadora ou primer. • Molde de DNA: A polimerização é guiada pelo molde • Quatro precursores ativados: ATP, GTP, CTP, UTP • Ion Magnésio: Mg+2 Em eucariotos existem 3 classes de RNA polimerase - RNA pol I: RNAs ribossômicos - RNA pol II: RNAs mensageiros - RNA pol III: RNA transportador e RNA ribossômico 5S VICTORIA CHAGAS – FACULDADES PEQUENO PRÍNCIPE – T10 3 → ETAPAS: • INICIAÇÃO • ELONGAÇÃO • TERMINAÇÃO PROMOTOR: Encontra-se antes do gene e reconhece local com caixa TATA (informa a polimerase onde se inserir) ENZIMAS ACENTUADORAS: Se liga a uma região do DNA distante do promotor (regiões específicas) - Ativam e desativam transcrição → MODIFICAÇÕES PÓS-TRANSCRICIONAIS DO RNA: Os três tipos de RNA (RNAm, RNAr, RNAt) são modificados enzimaticamente para dar origem ao RNA funcional. (PROCESSAMENTO) RNAinicial > RNAfinal 1. Adição de sequências terminais Quepe 5’ e cauda poli-A: (pré-RNAm) - Facilitam a exportação do RNAm maduro para o citoplasma - Protegem o RNAm da degradação de enzimas hidrolíticas - Ajudam os ribossomos a se ligarem à extremidade 5’ UTR: - Ligação aos ribossomos 2. Diminuição enzimática do tamanho do transcrito - não codificadoras => introns - codificadoras => exons - Splicing do RNA: Remoção dos introns e união dos exons. - SPLICESSOMOS (PROTEÍNAS + RNA): Responsáveis pela retirada dos introns - snRNPs: responsáveis pela hidrólise dos introns Proteínas + pequeno RNA nuclear (150 nucleotídeos) - IMPORTÂNCIA DOS INTRONS: Splicing alternativo um único gene pode codificar mais de 1 proteína 3. Modificações de bases https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwix-u_S-YLiAhWfKLkGHb5rBEMQjRx6BAgBEAU&url=https%3A%2F%2Fslideplayer.com.br%2Fslide%2F3123866%2F&psig=AOvVaw0z9gmgNNsL46s6VrSPKMIB&ust=1557096174564995 VICTORIA CHAGAS – FACULDADES PEQUENO PRÍNCIPE – T10 4 TRADUÇÃO RNA => PROTEÍNA Durante a biossíntese de proteínas, a linguagem de quatro letras dos ácidos nucleicos é traduzida na linguagem de 20 letras das proteínas Códon: três bases = 1 aminoácido - Universal - Degenerado: Múltiplos códons para um único aminoácido - Pontuação: Sinais de término, Sinais de início RIBOSSOMAS (RNAr + PROTEÍNAS): - Responsáveis pela biossíntese de proteínas. - Livres no citosol, Maioria está ligada a membrana externa de algumas regiões do reticulo endoplasmático. - Procariotos 70S - Eucarioto 80S → A síntese de proteínas ocorre em 5 etapas 1. Ativação dos aminoácidos: formação do aminoaciltRNA 2. Iniciação: ligação da subunidade pequena e do metionina-acil tRNA no sitio AUG 3. Elongação: o polipeptídeo nascente e elongado pela ligação de novos aminoácidos 4. Terminação: a parada na síntese se da pelo encontro de um stop códon e o polipeptídeo se desliga 5. Enovelamento e processamento pós-traducional → PARA FAZER UMA PROTEÍNA DEMANDA ALTO GASTO ENERGÉTICO → NEM TODA ENZIMA É PROTEÍNA, ALGUNS NESSE PROCESSO SÃO RNA’S VICTORIA CHAGAS – FACULDADES PEQUENO PRÍNCIPE – T10 5 VICTORIA CHAGAS – FACULDADES PEQUENO PRÍNCIPE – T10 6 Tem metionina no meio do código, o ribossomo sabe qual é o primeiro devido a uma sequência sinalizadora - EUCARIOTOS: SEQUÊNCIA KOZAC - PROCARIOTOS: SHINE-DALGARNO PEPTIDIL TRANSFERASE (ENZIMA) - RNA catalítico - ligação peptídica durante a tradução O RIBOSSOMO CAMINHA SOBRE O RNAm POLIRRIBOSSOMOS: vários ribossomos leem o RNAm ao mesmo tempo - muitos antibióticos e microbianos agem interferindo nessa etapa → MODIFICAÇÕES PÓS-TRADUCIONAIS DAS PROTEÍNAS Processamento do polipeptídio recém sintetizado para atingir a conformação com atividade biológica Enovelamento correto da proteína: Chaperonas moleculares (proteína protetora enquanto proteína nova muda sua configuração necessária) Modificações amino-terminais e carboxi-terminais: Retirada da fMetionina, acetilação. Perda de sequências sinais: Exportação do polipeptídeo Modificação de aminoácidos individuais: Lisina => Metilisina Glicosilação da cadeia: Adição de carboidratos Adição de grupo prostético Processamento proteolítico: Precursor maior inativo => Proteína menor ativa Formação de pontes dissulfeto: Insulina => Pontes de S entre a cadeia A e B → REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA 1. MODIFICAÇÃO DE HISTONAS: proteínas básicas pois DNA é ácido nucleossomos = DNA enrolado em histonas acetilação = desenrola DNA para ser lido 2. TRANSCRIÇÃO: Proteínas mediadoras - por isso cada célula lê genes específicos - EX.: fígado => albumina; Olho=> cristalino 3. SPLICING: processamento do RNA 4. SILENCIAMENTO GÊNICO POR RNA DE INTERFERÊNCIA: humanos não produzem - Micro RNA se liga a RNAm e impede tradução sendo degradada (não tem tradução de RNA dupla fita) 5. PROCESSAMENTO E DEGRADAÇÃO DA PROTEÍNA: se nada disso deu certo e a proteína foi feita, há a hidrolise da proteína.