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ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ESTUDO DE CASO DA EMPRESA MAGAZINE LUÍZA S/A Francielly Pereira De Oliveira Juliana Helen Alves Félix Kátia Kely Medeiros Cunha Kássia Augusta Resende Marcos Henrique Pereira Sabrina Carvalho da Silva Thaynara Laila Marques RESUMO Este trabalho tem como objetivo realizar uma análise completa das demonstrações contábeis da empresa Magazine Luiza S/A por meio de um levantamento de dados dos anos de 2014 a 2018. Dados estes que possibilitou realizarmos Análise vertical e horizontal, calcular o índice de endividamento, índice de liquidez, índice de rentabilidade e os índices de atividades. Para que, com base nisto, pudéssemos visualizar a evolução da empresa durante todos estes anos, possibilitando realizarmos um comparativo de um ano para o outro. Palavras chaves: Análise, demonstrações, contabilidade. 1. Introdução A análise das demonstrações contábeis é uma técnica que realiza a decomposição, comparação e interpretação dos demonstrativos financeiros da empresa visando extrair informações para obter um diagnóstico sobre a situação econômica e financeira da empresa em determinado tempo e em comparação com os concorrentes. Quando são analisadas, as demonstrações contábeis e financeiras de uma empresa passam a ter valor como informação e deixam de ser apenas uma reunião de dados. Segundo o IBRACON (NPC 27), " O objetivo das demonstrações contábeis de uso geral é fornecer informações sobre a posição patrimonial e financeira, o resultado e o fluxo financeiro de uma entidade, que são úteis para uma ampla variedade de usuários na tomada de decisões." Ou seja, essas informações são relevantes não somente para os gestores, que utilizam esta análise para melhorar o desempenho operacional da organização, como também para os credores, servindo para que eles tenham uma estimativa da remuneração do capital emprestado e para os acionistas permite uma projeção dos lucros, dividendos e dos preços das ações da empresa. Desta forma auxiliando a todos em suas tomadas de decisão. 2. História da Magazine Luiza S/A Em tempos difíceis, é bastante natural as pessoas optarem pelo empreendedorismo na hora de sair do vermelho. A iniciativa contribui para o crescimento pessoal de quem o faz e também para a economia do país. Nesse contexto inicia-se uma história de sucesso de uma das maiores redes de lojas do nosso país, a Magazine Luiza. A rede Magazine Luiza começou com uma pequena loja de presentes inaugurada na cidade de Franca no interior de São Paulo em 1957, tornando-se uma das maiores redes de varejo do Brasil. Hoje já são mais de 760 lojas em todo país. O sonho do casal de vendedores, Luiza Trajano e Pelegrino José Donato, de constituir um comércio que gerasse emprego para toda a família em Franca, fez nascer a rede de varejo Magazine Luiza S.A. Para escolher um novo nome para a loja de presentes (Cristaleira) adquirida por eles, os fundadores criaram um concurso cultural numa rádio local, convidando os clientes a participar com sugestões. E, como Luiza era uma vendedora muito popular na cidade, os ouvintes escolheram o seu nome. Assim surgiu a Magazine Luiza. Inovação e comunicação transparente sempre nortearam os princípios da Companhia. Luiza Helena sobrinha de Luiza Trajano começou a trabalhar na loja aos 12 anos como balconista. Atualmente é presidente da rede, com muito empenho e trabalho, Luiza Helena trasformou a marca em uma das maiores, mais conceituadas do mercado, dando voz aos seus funcionários e colegas de profisão, indo sempre em busca de inovação. Segundo ela: “Primeiro faça o necessário, depois faça o possível e, de repente, você vai perceber que pode fazer o impossível”. Em 1974 inaugurou a primeira loja de departamento e, em 1976 deu inicio as Lojas Mercantil, com filiais em outras cidades da região de São Paulo. Na década de 90 tendo já se expandindo por varios estados brasileiros, foram os pioneiros na criação do primeiro modelo de comércio eletrônico. No ano de 2000 Magazine levou a experiência adquirida em vedas virtuais para a internet, com a criação do portal magazineluiza.com.br. Hoje ele é um dos maiores do setor e conta com os mais modernos canais e ferramentas de interação com os clientes. Em 2001 constituiu associações com instituições financeiras, para prover uma ampla gama de serviços e produtos financeiros voltados ao crédito de consumo, seguros e garantias estendidas aos clientes. Em 2014 foi criado o Luizalabs, o centro de inovação. No ano de 2015, ja com 786 lojas, o Magaine Luiza deu inicio a um novo ciclo, o Ciclo da Transformação Digital com Lançamentos de um novo aplicativo mobile e implantação do Mobile Vendas em 180 lojas. Segundo uma materia do jornal G1 no dia 17 de novembro de 2015, Frederico Trajano aos 39 anos, filho de Luiza Helena Trajano, iria assumir o comando da varejista a partir do dia 1° de janeiro de 2016, ocupando o cargo como novo CEO. O executivo faz parte da terceira geração da familia fundadora do Magazine Luiza. Segundo a Equipe InfoMoney em uma publicação no seu site, relata que Frederico Trajano transforma o Magazine Luiza em uma plataforna online. O resultado é um lucro recorde impulsionado principalmente pelo e-commerce, que já representava 30% das vendas. 3. Análise Vertical e Horizontal Para que as empresas possam conquistar um bom posicionamento no mercado e crescer, é fundamental que as suas decisões estratégicas sejam assertivas. E as análises vertical e horizontal são importantes para o controle financeiro, pois comparam números e resultados. Como qualquer relatório financeiro, eles nos mostram o caminho que a empresa está tomando, sinalizando qual decisão precisa ser tomada. Essa análise terá mais eficácia se esses relatórios forem analisados juntos. 3.1 Análise Vertical Análise vertical tem a função de analisar as demonstrações financeiras, segundo Alexandre Assaf a Analise Vertical é um processo comparativo e que pode apurar de forma fácil a participação de cada item no ativo, passivo ou na demonstração de resultado, dispondo-se de valores absolutos em Vertical. Fórmula: AV= valor da conta ou grupo/valor base x 100 Nesse sentido aplicamos esse método no balanço patrimonial e nas demonstrações do resultado do exercício (DRE) da empresa Magazine Luiza. De modo simplificado colocamos as principais contas do balanço patrimonial aplicando a análise vertical. Se observamos o gráfico a empresa manteve um padrão de equilíbrio do passivo e do ativo circulante, nos anos 2014, 2015 e 2016, mas em 2016 e 2017 o ativo circulante deu um aumento considerável, isso pode significar uma boa liquidez. Nesse sentido, e notório que a participação do ativo não circulante no ativo total teve uma queda nos anos de 2016 e 2017, de modo geral mostra que a administração da empresa atualmente investe grande parte dos seus recursos a curto prazo. Como podemos ver, o gráfico nos mostra que o passivo circulante teve sua participação aumentada durante o período, saindo de 53,52% em 2014 para 61,26% em 2018, o passivo não circulante teve uma redução, pois em 2014 ele representava 32,21% do passivo total, já em 2018 ele representou 12,56%, portanto, a maioria das obrigações da empresa são de curto prazo. O que o patrimônio líquido da empresa no período analisado teve um aumento de mais 10% entre 2014 a 2018, representando que a empresa teve um crescimento. Na demonstração de resultado a análise vertical nos mostra que o CMV ( Custo da Mercadoria Vendida) mantém um padrão na participação da receita de venda por consequência o resultado bruto acompanha o mesmo padrão mostrando uma relação entre elas, desse moda há um aumento de CMV, há uma redução no resultado bruto. 3.2 Análise horizontal Análise horizontal tem a função de comparar a variação de uma conta ao longo do tempo, com isso, conseguimos comparar o crescimento ou a queda ocorrida em percentual ao longo do período. Verificando a variação das contas que compõe as demonstrações contábeis em diversos momentos. Os cálculossão: AH: Ano atual /Ano base x 100. Os resultados encontrados teve como base o ano de 2014. Com isso podemos perceber que o passivo circulante teve um crescimento, sendo responsável também pelo aumento do ativo total, por outro lado o passivo não circulante teve uma queda, ou seja a empresa aumentou suas obrigações de curto prazo. Observamos no gráfico a representação das principais contas do ativo, todas as contas tiveram um aumento em 2018 principalmente o ativo circulante que atingiu 88,83% (188,83 - 100 = 88,83) isso significa que a empresa cresceu seus investimentos de curto prazo em relação a 2014. Além disso, 2015 e 2016 teve poucas oscilações, já em 2017 teve crescimento em toda conta do ativo tendo como destaque o ativo circulante. Na DRE tivemos como principal aumento a receita bruta de 2018, que alcançou um crescimento de 68,52% (168,52 - 100 = 68,52) , a receita de venda também teve uma crescente de 59,42%, que nos mostra um aumento de arrecadação. 4. Índices de liquidez Os índices de liquidez ou índices financeiros, são indicadores financeiros de análises, responsáveis em revelar a capacidade que a empresa possui, para cumprir suas obrigações com terceiros, ou seja, o quanto detém de recursos disponíveis para quitar suas dívidas. Quanto maior for o índice de liquidez, maior tende a ser a saúde financeira da empresa. Segundo Iudícibus (1998, p.99) “os quocientes ou grupos de quocientes, perdem o significado se não forem analisados em conjunto com outros grupos”. Então é importante fazer uma análise em conjunto desses quocientes, os índices de rentabilidade e os índices de atividade demonstram um efeito marcante sobre os índices de liquidez ao decorrer dos anos. 4.1 Liquidez Imediata O índice de liquidez imediata se refere as disponibilidades sobre as obrigações de curto prazo, o que claramente significa a capacidade que a empresa tem de quitar suas obrigações se elas vencessem imediatamente. Nas palavras de Iudícibus (1998 p.99) “representa o valor de quanto dispomos imediatamente para saldar nossas dívidas de curto prazo”. A empresa Magazine Luiza apresentou nos últimos cinco anos os respectivos índices de liquidez imediata conforme o gráfico: 4.2 Liquidez Corrente O índice de liquidez corrente também conhecido como índice de liquidez comum, é um dos mais simples de calcular, basta dividir o ativo circulante da empresa pelo seu passivo circulante. O índice encontrado representa a capacidade de pagamento da organização em curto prazo. De acordo com Iudícibus (1998, p.100) o índice de liquidez corrente relaciona o valor em reais que uma empresa tem disponível e conversível em dinheiro no curto prazo em relação as obrigações de curto prazo. Tal índice é considerado como o melhor indicador financeiro da situação de liquidez da instituição. Magazine Luiza apresentou nos anos de 2014 a 2018 os respectivos índices de liquidez corrente: 4.3Liquidez Seca O índice de liquidez seca é bem parecido com o índice de liquidez corrente, a diferença é que a liquidez seca exclui os estoques e despesas antecipadas do ativo circulante, pois estes são ativos menos realizáveis ao curto prazo. Muitas das vezes a empresa não consegue vender todo seu estoque, por isso a necessidade de desconsiderá-lo no cálculo de liquidez seca, pois esta é a disponibilidade que a empresa tem de saldar seu passivo no curto prazo. Segundo Iudícibus (1998, p.102) “o quociente apresenta uma posição bem conservadora da liquidez da empresa em determinado momento, sendo preferida pelos emprestadores de capitais”. Veja no gráfico abaixo os índices de liquidez seca dos últimos cinco anos da empresa Magazine Luiza: 4.5 Liquidez Geral O último índice de liquidez apresentado nesse trabalho é o de liquidez geral. Esse índice serve para indicar como se estabelece a saúde financeira da instituição em longo prazo. Esse índice acrescenta em sua composição além do ativo circulante, o realizável a longo prazo da empresa, e é dividido pelo passivo circulante e também pelo não circulante, ou seja, todo o passivo exigível da empresa. O índice de liquidez geral deve ser comparado e observado com os outros índices de liquidez e também com seus resultados anteriores, pois sozinho não possui muita utilidade. Os índices de liquidez geral dos anos de 2014 a 2018 da Magazine Luiza foi: 4.6 Capital circulante líquido – CCL O CCL (capital circulante líquido) representa o valor total que determinada empresa possui de recursos disponíveis para o desenvolvimento das atividades da companhia. A análise do CCL não é feita por divisão de valores e sim pela diferença. É medido pela diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante. O resultado pode ser positivo ou negativo, mas, quanto maior for o montante positivo do CCL menos risco a empresa representa. Nos anos de 2014, 2015, 2017 e 2018 o capital circulante líquido foi positivo e os valores em reais foi respectivamente: R$564.474,00; R$485.733,00; R$1.121.581,00 e R$1.023.792,00. Em 2016 o CCL foi negativo em um saldo de R$662.129,00. 5. Índices de Rentabilidade Os índices de rentabilidade evidenciam o quanto renderam os investimentos efetuados pela empresa. A rentabilidade pode ser entendida como o grau de remuneração de um negócio. Retorno é o lucro obtido pela empresa, por isso, pode ser analisada a lucratividade de um negócio e também as condições em que o lucro é gerado. Os indicadores de rentabilidade são, dentre outros, os que mais interessam aos sócios, pois demonstram a remuneração dos recursos aplicados. Segundo Vasconcelos (2005, p. 138), no cálculo de indicadores de rentabilidade, o analista poderá usar diversos conceitos de lucro (do lucro bruto ao lucro líquido). • A receita líquida corresponde à receita bruta deduzida as devoluções de clientes, impostos sobre as vendas e outros. • O Ativo Operacional Líquido compreende os ativos aplicados na atividade principal do negócio, ou seja, o imobilizado (saldos líquidos da depreciação), ativo circulante (clientes, disponível e estoques), e o realizável em longo prazo. • O Lucro Operacional Líquido é o lucro decorrente das operações antes do IR, diminuídas todas as despesas e receitas associadas à atividade financeira (ajuste extra contábil). Giro do Ativo O volume de vendas é um fator fundamental do sucesso de uma empresa. Existe uma relação direta entre o volume de vendas e o montante de seus investimentos, ou o montante de Ativo. É um indicador de margem de lucro, este indicador evidencia o lucro obtido pela empresa em relação às suas vendas líquidas. Pode-se também calcular a margem de lucro bruto, que consiste na capacidade de mercado da empresa em absorver preços. A margem de lucro bruto mostra a capacidade das receitas em absorver as despesas operacionais, o desempenho da produção no controle dos custos. E indica o impacto do custo da mercadoria vendida sobre o lucro. Além disso, pode-se calcular a margem operacional, que consiste na relação entre o lucro operacional e as vendas líquidas. Evidencia o impacto das despesas e custos operacionais sobre o desempenho da empresa em sua atividade operacional. Rentabilidade do Ativo indica o quanto a empresa obtém de lucro comparado com o seu investimento total, ou seja, o total de seu Ativo. É o retorno sobre o investimento (do inglês Return On Investiment). Segundo Marion (2002), investimento é toda a aplicação realizada pela empresa com o objetivo de obter lucro (retorno). As aplicações estão evidenciadas no ativo. Assim, temos as aplicações em disponíveis, estoques, imobilizados, investimentos etc. A combinação de todas essas aplicações proporciona resultado para a empresa: lucro ou prejuízo. Esses índices permitem que se identifique, por meio da contabilidade, o número de dias que a empresa espera para receber as suas duplicatas, bem como o prazo médio de pagamento para os fornecedores e o prazo médio para renovação do seu estoque. Estes índices são também conhecidos como índices de atividade. A empresa Magazine Luizaapresentou de 2014 a 2018 (em ordem cronológica) os seguintes dados: 5.1 Taxa de retorno dos investimentos (TRI) (Lucro líquido ÷ Ativo total) x 100 2,43%, 1,17%, 1,66%, 5,24% e 6,79%. Esse índice mostra quanto a empresa está obtendo de retorno em relação aos seus investimentos totais. 5.2 Taxa de retorno sobre o património líquido (TRPL) (Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido) x 100 17,04%, 9,91%, 12,22%, 18,76% e 25,94%. Mede a remuneração dos capitais próprios investidos na empresa, ou seja, quanto foi adicionado ao patrimônio líquido decorrente do resultado do período. 5.3 Giro do ativo (GA) (Venda líquida ÷ Ativo total) 1,84; 1,61; 1,83; 1,62 e 1,77. Esse indicador demonstra se o faturamento gerado no período foi suficiente para cobrir o investimento total. 5.4 Margem Bruta (MB) (Lucro bruto ÷ Receita operacional líquida) x 100 27,53%; 28,72%; 30,74%; 30,08% e 29,10%. Representa a lucratividade auferida sobre o produto ou serviço comercializado pela A empresa Magazine Luiza apresentou de 2014 a 2018 (em ordem cronológica). 5.5 Margem Operacional (MO) (Lucro operacional ÷ Receita operacional líquida) x 100 5,02%; 3,77%; 6,10%; 7,40% e 6,93%. Avalia o ganho operacional da empresa em relação ao seu faturamento. Esse indicador revela a eficiência operacional da empresa, medida exclusivamente em função de suas operações normais realizadas para manutenção da atividade-fim. 5.6 Margem líquida (ML) (Lucro líquido ÷ Receita operacional líquida) x 100 1,31%; 0,73%; 0,41%; 3,25% e 3,83%. Esse índice demonstra o retorno líquido da empresa sobre seu faturamento, após dedução das despesas operacionais e não operacionais e os impactos do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro. 6. Índice de atividade Índice de atividade é uma listagem organizada de temas, assuntos, palavras e tópicos que costumam estar presentes em livros ou documentos. Os índices apresentam informações detalhadas sobre os conteúdos apresentados ao longo do trabalho, sendo organizado por ordem alfabética ou cronológica. De acordo com Gitman(2004,p.74), “os índices de atividade medem a velocidade com que as várias contas são convertidas em vendas ou caixa, entradas ou saídas”. Os principais índices de atividades são: 6.1 Prazo Médio de Recebimentos Esse índice indica quantos dias ou meses, em média a empresa leva para receber suas vendas. Segundo Padoveze (2010,p.214)” este indicador tem por objetivo dar parâmetro médio de quanto tempo em média a empresa demora para receber suas vendas diárias”. A formula utilizada é: Prazo Médio de Recebimentos = Média de Clientes x 360\ Receita Bruta. O resultado do cálculo do prazo médio de recebimentos, apresenta-se em dias, sendo assim, quanto menor o número de dias, mais rápido a empresa recebe seus direitos. 6.2 Prazo Médio de Pagamento Segundo Padoveze(2010,p.215) ” a finalidade desde indicador é manter o prazo médio que a empresa consegue pagar seus fornecedores de matérias e serviços”. Nesse intuito Assaf Neto(2010), ao estudar as práticas relacionadas aos indicadores de atividade revela que para a empresa é mais atrativo ter um prazo de pagamento mais longo, pois pode financiar sua necessidade de capital de giro com recursos menos custos. Para calcular este índice utiliza-se a seguinte formula: Prazo Médio de Pagamento= Média de Fornecedores x 360\ Montantes de Compras. A resultante do cálculo do prazo médio de pagamento apresenta-se em dias, sendo assim, quanto maior o indicador melhor será a situação financeira da empresa. É importante analisar esses prazos separadamente, para que consiga ver a posição da empresa se é favorável ou desfavorável. 6.3 Prazo Médio de Estocagem Segundo Assaf Neto(2010,p,105) “ o prazo médio de estocagem indica o tempo necessário para completa renovação dos estoques da empresa”. É obtido, admitindo demonstrações financeiras anuais, da seguinte formula: Prazo Médio de Estocagem= Média de Estoques x 360\ Custo das Mercadorias Vendidas. De acordo com Padovaze(2010), este índice mostra a velocidade com que os estoques se transforma em produto vendido. 6.4 Ciclo Operacional O ciclo operacional é um conjunto de fatos periódicos sequenciais e com duração definitiva. De acordo com Padoveze (2010,p.216) “o ciclo operacional é o tempo médio que a empresa leva para produzir, vender e receber a receita de seus produtos” A formula utilizada no ciclo operacional é: Ciclo Operacional = Prazo médio de Recebimentos + Prazo Médio de Estocagem. De acordo com Ross, Westerfeld e Jordan (2002,p.414) “o ciclo operacional apresenta como o produto se movimenta entre as contas do ativo circulante”. “Sua vida começa como estoque, e é convertida em contas a receber ao ser vendida e finalmente em caixa quando as vendas são pagas”. 6.5 Ciclo Financeiro De acordo com Hessel Júnior (2011,p.18)” o ciclo financeiro trata-se do período em que a empresa gira com recursos entre os recebimentos e os pagamentos”. O ciclo financeiro começa com o primeiro desembolso e termina geralmente com recebimento da venda. A formula utilizada para se calcular o ciclo financeiro é: Ciclo Financeiro = Ciclo Operacional – Prazo Médio de Pagamento. “Desta forma quanto maior o ciclo financeiro, pior para a empresa pois representa maior tempo de utilização do financiamento e, portanto, maior custo” (Matarazzo, 2008.p320). Tabela referente aos dias encontrados através das formulas abordadas no texto com os dados da Empresa Magazine Luiza S/A. 6.4 Posicionamento da Empresa Esse índice consiste na utilização de conjuntos distintos de atividade para produzir melhor determinados produtos ou serviços. Para calcular utilizamos a seguinte fórmula: Posicionamento da Atividade = Prazo Médio de Estocagem + Prazo Médio de Recebimento das Vendas\ Prazo Médio de Pagamento das Compras. Posicionamento da atividade da empresa Magazine Luíza S/A 7. Índice de Endividamento Os índices de endividamento são utilizados para revelar o grau de Endividamento da empresa. Quando feita a análise é capaz de demonstrar a política de obtenção de recursos da empresa. Ou seja, verifica se a empresa vem financiando o seu ativo com Recursos Próprios (Patrimônio liquido) ou de terceiros (Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo) e a qual proporção isso ocorre. 7.1 Composição de Endividamento Geral Esse índice indica quanto da dívida total da empresa deverá ser pago a curto prazo, ou seja, obrigações a curto prazo comparadas com as obrigações totais. A Composição do Endividamento, é um indicador que mostra a relação entre a dívida de curto prazo e a dívida total de uma companhia. Desse modo, deve ser usado por gestores como ferramenta para definição de estratégias de gerenciamento da dívida. Entretanto, sua utilização também é feita frequentemente por investidores, como dado para tomada de decisão de investimento em determinada companhia. Por isso, a CE deve ser utilizada por gestores financeiros para entender quais estratégias devem ser traçadas, podendo evitar que a empresa tenha uma falta de liquidez para o pagamento das dívidas. CE = PC/PNC x 100 7.2 Participação de capitais de terceiros sobre patrimônio líquido (PCT) Este índice indica o percentual de capital de terceiros em relação ao patrimônio líquido retratando a dependência da empresa em relação aos recursos externos. Este índice evidencia a proporção que existe entre os Capitais de Terceiros e os Capitais próprios. Indica também quantos reais a empresa deve para terceiros, a curto e a longo prazo, para cada R$1,00 de patrimônio líquido ou capital próprio. Sendo que, um resultado superior a 1 significa maior grau de dependência financeira em relação ao capital de terceiros. PCT = PC + PNC/ PL x 100 7.3 Imobilização do Patrimônio Líquido (IPL) Este índice indica quanto o patrimônio líquido da empresa está aplicado no imobilizado, ou seja, o quanto do ativo imobilizado da empresa é financiado pelo seu patrimônio líquido, evidenciando, a maior ou menor dependência de recursos de terceiros para manutenção dos negócios.Através do índice de imobilização do patrimônio líquido, ficarão evidentes o equivalente a quanto do Patrimônio Líquido foi investido. Sendo que a empresa, ao investir grande parcela de recursos em ativo permanente, compromete seu ativo circulante Desse modo, quanto maior o investimento em ativo permanente, menor será o recurso disponível para o ativo circulante. Consequentemente, a dependência da empresa do capital de terceiros ou financiamento para o ativo circulante será maior. IPL = IMO/PL x 100 7.4 Imobilizado dos recursos não correntes (IRNC) Este índice indica que percentuais de recursos não correntes a empresa aplicou no imobilizado. A imobilização dos recursos não correntes, também conhecida como imobilização de recursos permanentes, representa o capital investido em recursos permanentes. Através desse indicador, pode-se descobrir o quanto de capital próprio ou capital de terceiros a empresa reserva para esses itens. Princípios sobre como analisar o balanço de uma empresa Assim, as aplicações nos ativos permanentes serão evidenciadas pelo índice de imobilização de recursos, o qual é calculado através de uma formula. Os ativos imobilizados financiados pela empresa também entram no calculo de imobilização. Este é o caso de financiamentos maiores, nos quais a empresa paga os recursos permanentes no longo prazo. Esse tipo de operação contribui para que os empreendedores não aloquem capital próprio na empresa. A participação de terceiros na empresa acontece através dos empréstimos e fornecedores. Assim, é possível avaliar o quanto de capital próprio é investido no negócio. IRNC = IMO/PL + ELP x 100 7.5 Endividamento geral (EG) Esse índice demonstra o grau de endividamento da empresa. O Índice de Endividamento Geral (EG) é a representação da proporção do ativo total que está comprometida para custear o endividamento da empresa com terceiros (passivos exigíveis). Por isso, ele é usado como um indicador para a análise da saúde financeira de uma companhia. EG = PC + PNC/PT x 100 7.6 Garantia de Capital Próprio ao capital de terceiros Este índice indica que quanto maior for o grau de endividamento da empresa, maior será o risco financeiro. Demostra o quanto de dívidas a empresa tem com terceiros em relação ao total de obrigações. Já que o ativo reflete as operações da empresa é comum dizer que esse quociente mostra como a organização têm financiado as suas operações. ICP = CAPITAL PROPRIO/EXIGIVEL TOTAL x 100 Considerações Finais Este trabalho teve por objetivo propor uma análise contábil da empresa Magazine Luiza S/A, através de um levantamento de dados para compreender a situação econômica e financeira da empresa. Pois por meio desta análise é possível que os gestores tenham uma visão ampla dos indicadores financeiros. Com a realização da análise das demonstrações contábeis e através do índice de liquidez, percebe-se que a empresa possui uma situação favorável em liquidar suas dívidas de curto prazo. Em relação ao índice de atividade a empresa Magazine Luiza tem seus pontos fortes e fracos, sendo assim não apresentou problemas significativos, levando em conta o prazo médio de estocagem que foi alto. Os outros prazos apresentaram resultados satisfatórios, resultando em ciclos operacionais e financeiros curtos que permite um bom desenvolvimento das atividades rotineiras da organização. O índice de endividamento e rentabilidade dos últimos cinco anos apresentaram resultados desfavoráveis para a situação econômica da empresa, pois a participação de capitais de terceiros é alta, aumentando o risco do negócio. A lucratividade da empresa foi baixa gerando margens insatisfatórias. Conclui-se, que a análise contábil não deve ser feita de modo isolado, pois assim, não terá uma visão ampla do negócio. Referencias Bibliográficas · MARQUES, José P. Conheça a historia de sucesso de Luiza Helena Trajano, da rede Magazine Luiza. Ibc. [S.I] 6 de jul.2019. Disponivel em: <https://www.ibccoaching.com.br/portal/exemplo-de-lideranca/historia-sucesso-luiza-helena-trajano-magazine-luiza/#> acesso em: 13 de nov. de 2019 · COOPERATIVAS, Empresas; Inspire-se – Magazine Luiza: a marca com o DNA na inovação. [S.I] 12 de jun.2019. Disponivel em: <https://empresasecooperativas.com.br/inspire-se-magazine- luiza/> acesso em: 13 de nov. de 2019 · NETO, Alexandre Assaf. Analise vertical / horizontal. 9 Edição-editora atlas S.A. São Paulo. 2010. · Dicionariofinanceiro.com/indices-de-liquidez Acessado dia 13/11/2019 às 10:18. · contabeis.com.br/forum/contabilidade/1546/ccl/ Acessado dia 13/11/2019 às 12:13. · IUDICÍBUS, Sergio de . Análise de balanços. 7 edição, São Paulo: Atlas. 1998. Anexo Índice de liquidez Liquidez imediata (LI=Disponível/PC) 2014- 412170 / 2831448 = 0,15 2015- 617465 / 2874782 = 0,21 2016- 234560 / 3672426 = 0,06 2017- 412707 / 4136036 = 0,1 2018- 599087 / 5388598 = 0,11 Liquidez corrente (LC=AC/PC) 2014- 3395922 / 2831448 = 1,2 2015- 3360515 / 2874782 = 1,17 2016- 3010297 / 3672426 = 0,82 2017- 5257617 / 4136036 = 1,27 2018- 6412390 / 5388598 = 1,19 Liquidez seca (LC=AC-estoque-desp. antecipada/PC) 2014- (3395922 – 1472738 – 0) / 2831448 = 0,68 2015- (3360515 – 1353092 – 0) / 2874782 = 0,7 2016- (3010297 – 1346252 – 0) 3672426 = 0,45 2017- (5257617 – 1969333 – 0) / 4136036 = 0,8 2018- (6412390 – 2810248 – 0) / 5388598 = 0,67 Liquidez geral (LG=AC+RLP/PC+PNC) 2014- 3395922 + 519565 / 2831448 + 1704122 = 3915487 / 4535570 = 0,86 2015- 3360515 + 758706 / 2874782 + 2051543 = 4119221 / 4926325 = 0,84 2016- 3010297 + 749155 / 3672426 + 1806594 = 3759452 / 5479020 = 0,69 2017- 5257617 + 749162 / 4136036 + 1209500 = 6006779 / 5345536 = 1,12 2018- 6412390 + 722814 / 5388598 + 1105271 = 7135204 / 6493869 = 1,1 Capital circulante líquido (CCL=AC-PC) 2014- 3395922 - 2831448 = R$564474 2015- 3360515 - 2874782 = R$485733 2016- 3010297 - 3672426 = (R$662129) 2017- 5257617 - 4136036 = R$1121581 2018- 6412390 - 5388598 = R$1023792 Índice de Rentabilidade TRI (lucro líquido ÷ ativo total) x 100 2014 – 128556 ÷ 5290037 x 100 = 2,43% 2015 – 65605 ÷ 5588537 x 100 = 1,17% 2016 – 86565 ÷ 5200333 x 100 = 1,66% 2017 – 389022 ÷7419513 x 100 = 5,24% 2018 – 597429 ÷ 8796741 x 100 = 6,79% TRPL (lucro líquido ÷ patrimônio Líquido) x 100 2014 – 128556 ÷ 754467 x 100 = 17,04% 2015 – 65605 ÷ 662212 x 100 = 9,91% 2016 – 86565 ÷ 708152 x 100 = 12,22% 2017 – 389022 ÷ 2073977 x 100 = 18,76% 2018 – 597429 ÷ 2302872 x 100 = 25,94% Giro do ativo (vendas líquidas ÷ ativo total) 2014 – 9779385 ÷ 5290037 = 1,84 2015 – 8978259 ÷ 5588537 = 1,61 2016 – 9508745 ÷ 5200333 = 1,83 2017 – 11984250 ÷ 7419513 = 1,62 2018 – 15590444 ÷ 8796741 = 1,77 Margem Bruta (lucro bruto ÷ receita operacional líquida) x 100 2014 – 2692476 ÷ 9779385 x 100 = 27,53% 2015 – 2578629 ÷ 8978259 x 100 = 28,72% 2016 – 2922615 ÷ 9508745 x 100 = 30,74% 2017 – 3606011 ÷ 11984250 x 100 = 30,08% 2018 – 4537422 ÷ 15590444 x 100 = 29,10% Margem Operacional (lucro operacional ÷ receita operacional líquida) x 100 2014 – 490928 ÷ 9779385 x 100 = 5,02% 2015 – 338926 ÷ 8978259 x 100 = 3,77% 2016 – 580945 ÷ 9508745 x 100 = 6,10% 2017 – 887694 ÷ 11984250 x 100 = 7,40% 2018 – 1081551 ÷ 15590444 x 100 = 6,93% Margem líquida (lucro líquido ÷ receita operacional líquida) x 100 2014 – 128556 ÷ 9779385 x 100 = 1,31% 2015 – 65605 ÷ 8978259 x 100 = 0,73% 2016 – 86565 ÷ 9508745 x 100 = 0,91% 2017 – 389022 ÷ 11984250 x 100 = 3,25% 2018 – 597429 ÷ 15590444 x 100 = 3,83% Índice de Atividade Prazo Médio de Recebimento das Vendas Fórmula: Média de Clientes x 360\ Receita Bruta Média de 2014: 530620+618276\2=574448 2014: 574448 x 360\ 9779385= 21 dias Média de 2015: 618276+435225\2=526750,50 2015: 526750,50 x 360\ 8978259= 21 dias Média de 2016: 435225+423054\2=429139,50 2016: 429139,50 x 360\9508745= 16 dias Média de 2017: 423054+1241290\2=832172 2017: 832172 x 360\11984250= 25 dias Média de 2018: 1241290+2051557\2=164423,502018: 1646423,50 x 360\15590444= 38 dias. Prazo Médio de Pagamento das Compras Fórmula: Média de Fornecedores x 360\ Montante de Compras (CMV+EF-EI) Média de 2014: 1651543+1789898\2=1720720,50 Montante de Compras de 2014: 7086909+1472738-12551362=7308285 2014: 1720720,50 x 360\7308285= 85 dias Média de 2015: 1789898+1894157\2=1842027,50 Montante de Compras de 2015: 6399630+1353092-1472738=6279984 2015: 1842027,50 x 360\6279984= 106 dias Média de 2016: 1894157+2364959\2=2129558 Montante de Compras de 2016: 6586130+1346252-1353092=6579290 2016: 2129558 x 360\6579290= 117 dias Média de 2017: 2364959+2919541\2=2642250 Montante de Compras de 2017: 8378239+1969333-1346252=9001320 2017: 2642250 x 360\9001320= 104 dias Média de 2018: 2919541+4105244\2=3512392,50 Montante de Compras de 2018: 11053022+2810248-1969333=11893937 2018: 3512392,50 x 360\11893937= 108 dias. Prazo Médio de Estocagem Fórmula: Média de Estoques x 360\ Custo da Mercadoria Vendida Média de 2014: 1251362+1472738\2=1362050 2014: 1362050 x 360\7086909= 69 dias Média de 2015: 14722738+1353092\2=1412915 2015: 1412915 x 360\6399630= 79 dias Média de 2016: 1353092+1346252\2=1349672 2016: 1349672 x 360\6586130= 74 dias Média de 2017: 1346252+1969333\2=1657792,50 2017: 1657792,50 x 360\8378239= 71 dias Média de 2018: 1969333+2810248\2=2389790,50 2018: 2389790,50 x 360\11053022= 78 dias. Posicionamento da Atividade Fórmula: Prazo Médio de Estocagem + Prazo Médio de Recebimento de Vendas\ Prazo Médio de Pagamento das Compras 2014: 21+69\85= 1,06 2015: 79+21\106= 0,94 2016: 16+74\117= 0,77 2017:71+25\104= 0,92 2018: 78+38\108=1,07 Ciclo Operacional Fórmula: Prazo Médio de Estocagem + Prazo Médio de Recebimento das Vendas 2014: 69+21= 90 2015: 79+21= 100 2016: 74+16= 90 2017: 71+24=96 2018: 78+38= 116 Ciclo Financeiro Fórmula: Ciclo Operacional – Prazo Médio de Pagamento das Compras 2014: 90-85= 5 2015: 100-106= -6 2016: 90-117= -27 2017: 96-104= -8 2018: 116-108= 8 INDICES DE ENDIVIDAMENTO ICP = PL / PC + PNC x 100 (Garantia de capital próprio ao capital de terceiros) (2018) ICP= 2302872 / 5388598 + 1105271 x 100 = 35,46% (2017) ICP= 2073977 / 4136036 + 1209500 x 100 = 38,80% (2016) ICP= 708142 /3672426 + 1806594 x 100 = 67,03% (2015) ICP= 662212 / 2874782 +2051543 x 100 = 58,36% (2014) ICP= 754467 / 2831448 + 1704122 x 100 = 16,63% IRNC = IMO / PL + PNC x 100 (Imobilização dos recursos não correntes) (2018) IRNC= 754253 + 308462 + 598822 / 2302872 + 1105271 x 100 = 48,75% (2017) IRNC= 569027 + 311347 + 532360 / 2073977 + 1209500 x 100 = 43,03% (2016) IRNC= 508245 + 558986 + 373650 / 708142 + 1806594 x 100 = 57,30% (2015) IRNC= 506720 + 578571 + 384025 / 662212 + 2051543 x 100 = 54,14% (2014) IRNC= 488753 + 566193 + 319604 / 754467 + 1704122 x 100 = 55,91% CE = PC / PC + PNC x 100 (Composição de endividamento) (2018) CE= 5388598 / 5388598 + 1105271 x 100 = 82,98% (2017) CE= 4136036 / 4136036 + 1209500 x 100 = 77,37% (2016) CE= 3672426 / 3672426 + 1806594 x 100 = 67,03% (2015) CE= 2874782 / 2874782 + 2051543 x 100 = 58,36% (2014) CE= 2831448 / 2831448 + 1704122 x 100 = 62,43% EG = PC + PNC / PT x 100 (Endividamento Geral) (2018) EG= 5388598 + 1105271 / 8796741 x 100 = 73,82% (2017) EG= 4136036 + 1209500 / 7419513 x 100 = 72,05% (2016) EG= 3672426 + 1806594 / 6187162 x 100 = 88,55% (2015) EG= 2874782 + 2051543 / 5588537 x 100 = 88,15% (2014) EG= 2831448 + 1704122 / 5290037 x 100 = 85,74% IPL = IMO / PL x 100 (Imobilizado do patrimônio líquido) (2018) IPL= 754253 + 308462 + 598822 / 2302872 x 100 = 72,15% (2017) IPL= 569027 + 311347 + 532360 / 2073977 x 100 = 68,12% (2016) IPL= 508245 + 558986 + 373650 / 708142 x 100 =203,47% (2015) IPL= 506720 + 578571 + 384025 / 662212 x 100 = 221,88% (2014) IPL=488753 + 566193 + 319604 / 754467 x 100 = 765,38% PCT = PC + PNC / PL x 100 (Participação dos capitais de terceiros sobre o patrimônio líquido) (2018) PCT= 5388598 + 1105271 / 2302872 x 100 = 281,99% (2017) PCT= 4136003 + 1209500 / 2073977 x 100 = 257,74% (2016) PCT= 3672426 + 1806594 / 708142 x 100 = 773,72% (2015) PCT= 2874782 + 2051543 / 662212 x 100 = 743,92% (2014) PCT= 2831448 + 1704122 / 754467 x 100 = 601,16% INDICES DE ENDIVIDAMENTO ICP = PL / PC + PNC x 100 (Garantia de capital próprio ao capital de terceiros) (2018) ICP= 2302872 / 5388598 + 1105271 x 100 = 35,46% (2017) ICP= 2073977 / 4136036 + 1209500 x 100 = 38,80% (2016) ICP= 708142 /3672426 + 1806594 x 100 = 67,03% (2015) ICP= 662212 / 2874782 +2051543 x 100 = 58,36% (2014) ICP= 754467 / 2831448 + 1704122 x 100 = 16,63% IRNC = IMO / PL + PNC x 100 (Imobilização dos recursos não correntes) (2018) IRNC= 754253 + 308462 + 598822 / 2302872 + 1105271 x 100 = 48,75% (2017) IRNC= 569027 + 311347 + 532360 / 2073977 + 1209500 x 100 = 43,03% (2016) IRNC= 508245 + 558986 + 373650 / 708142 + 1806594 x 100 = 57,30% (2015) IRNC= 506720 + 578571 + 384025 / 662212 + 2051543 x 100 = 54,14% (2014) IRNC= 488753 + 566193 + 319604 / 754467 + 1704122 x 100 = 55,91% CE = PC / PC + PNC x 100 (Composição de endividamento) (2018) CE= 5388598 / 5388598 + 1105271 x 100 = 82,98% (2017) CE= 4136036 / 4136036 + 1209500 x 100 = 77,37% (2016) CE= 3672426 / 3672426 + 1806594 x 100 = 67,03% (2015) CE= 2874782 / 2874782 + 2051543 x 100 = 58,36% (2014) CE= 2831448 / 2831448 + 1704122 x 100 = 62,43% EG = PC + PNC / PT x 100 (Endividamento Geral) (2018) EG= 5388598 + 1105271 / 8796741 x 100 = 73,82% (2017) EG= 4136036 + 1209500 / 7419513 x 100 = 72,05% (2016) EG= 3672426 + 1806594 / 6187162 x 100 = 88,55% (2015) EG= 2874782 + 2051543 / 5588537 x 100 = 88,15% (2014) EG= 2831448 + 1704122 / 5290037 x 100 = 85,74% IPL = IMO / PL x 100 (Imobilizado do patrimônio líquido) (2018) IPL= 754253 + 308462 + 598822 / 2302872 x 100 = 72,15% (2017) IPL= 569027 + 311347 + 532360 / 2073977 x 100 = 68,12% (2016) IPL= 508245 + 558986 + 373650 / 708142 x 100 =203,47% (2015) IPL= 506720 + 578571 + 384025 / 662212 x 100 = 221,88% (2014) IPL=488753 + 566193 + 319604 / 754467 x 100 = 765,38% PCT = PC + PNC / PL x 100 (Participação dos capitais de terceiros sobre o patrimônio líquido) (2018) PCT= 5388598 + 1105271 / 2302872 x 100 = 281,99% (2017) PCT= 4136003 + 1209500 / 2073977 x 100 = 257,74% (2016) PCT= 3672426 + 1806594 / 708142 x 100 = 773,72% (2015) PCT= 2874782 + 2051543 / 662212 x 100 = 743,92% (2014) PCT= 2831448 + 1704122 / 754467 x 100 = 601,16% Analise Horizontal da DRE Receita de venda 2018 2017 2016 2015 1.5942000000000001 1.2255 0.97230000000000005 0.91810000000000003 CMV 2018 2017 2016 2015 1.5596000000000001 1.1821999999999999 0.92930000000000001 0.90300000000000002 Receita Bruta 2018 2017 2016 2015 1.6852 1.3392999999999999 1.0854999999999999 0.9577 Índice de liquidez imediata Índice de liquidez imediata 2014 2015 2016 2017 2018 0.15000000000000019 0.21000000000000019 6.0000000000000039E-2 0.1 0.11000000000000001 Índice de liquidez corrente Índice de liquidez imediata 2014 2015 2016 2017 2018 1.2 1.1700000000000021 0.82000000000000062 1.27 1.1900000000000033 Índice de liquidez seca Índice de liquidez imediata 2014 2015 2016 2017 2018 0.68 0.70000000000000062 0.45 0.8 0.67000000000000126 Índice de liquidez geral Índice de liquidez imediata 1,12 2014 2015 2016 2017 2018 0.86000000000000065 0.84000000000000064 0.69000000000000061 1.1299999999999983 1.1000000000000001 Capital circulante líquido - CCL Índice de liquidez imediata 2014 2015 2016 2017 2018 564474 485733 -662129 1121581 102379 2 TRI 2014 2015 2016 2017 2018 2.4300000000000002 1.17 1.66 5.24 6.79 TRPL 2014 2015 2016 2017 2018 17.04 9.91 12.22 18.760000000000002 25.94 GIRO DO ATIVO 2014 2015 2016 2017 2018 1.84 1.61 1.83 1.62 1.77 Série 2 2014 2015 2016 2017 2018 Série 3 2014 2015 2016 2017 2018 GA 2014 2015 2016 2017 2018 MO 2014 2015 2016 2017 2018 5.0199999999999996 3.77 6.1 7.4 6.93 MB 2014 2015 2016 2017 2018 27.53 28.72 30.74 30.08 29.1 ML 2014 2015 2016 2017 2018 1.31 0.73 0.41 3.25 3.83 Prazo Médio de Recebimento das Vendas 2014 2015 2016 2017 2018 21 21 16 25 38 Prazo Médio de Pagamento das Compras 2014 2015 2016 2017 201885 106 117 104 108 Prazo Médio de Estocagem 2014 2015 2016 2017 2018 69 79 74 71 78 Ciclo Operacional 2014 2015 2016 2017 2018 90 100 90 96 116 Ciclo Financeiro 2014 2015 2016 2017 2018 5 -6 -27 -8 8 Posicionamento da Ativiadade 2014 2015 2016 2017 2018 1.06 0.94 0.77 0.92 1.07 POSICIONAMENTO DA ATIVIDADE 2014 2015 2016 2017 2018 1.06 0.94 0.77 0.92 1.07 CE 2014 2015 2016 2017 2018 0.62429999999999997 0.58360000000000001 0.67030000000000001 0.77370000000000005 0.82979999999999998 PCT 2014 2015 2016 2017 2018 6.0115999999999996 7.4391999999999996 7.7371999999999996 2.5773999999999999 2.8199000000000001 IPL 2014 2015 2016 2017 2018 7.6538000000000004 2.2187999999999999 2.0347 0.68120000000000003 0.72150000000000003 IRNC 2014 2015 2016 2017 2018 0.55910000000000004 0.54139999999999999 0.57299999999999995 0.43030000000000002 0.48749999999999999 EG 2014 2015 2016 2017 2018 0.85740000000000005 0.88149999999999995 0.88549999999999995 0.72050000000000003 0.73819999999999997 ICP 2014 2015 2016 2017 2018 0.1663 0.58360000000000001 0.67030000000000001 0.38800000000000001 0.35460000000000003