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Texto e mensagem
Objetivos(s) - Veri car os mecanismos do processo comunicacional, compreendendo a
necessidade deste processo adequado ao contexto de produção. Compreender o conceito de
língua e linguagem dentro do contexto cultural nacional. Identi car os diferentes tipos de
linguagens verbais e não verbais e suas características dentro das produções textuais. Analisar
as funções da linguagem em diferentes produções textuais. Reconhecer os diversos tipos de
discursos que caracterizam as diferentes pro ssões ou áreas pro ssionais. Possibilitar que o
aluno desenvolva competências e habilidades para a produção, leitura e compreensão de textos
escritos. Promover o interesse para leituras de diferentes textos em vários veículos de
comunicação para atualização de conhecimentos.
A noção de texto é ampla e pode ser entendida como qualquer manifestação de linguagem:
um texto pode ser falado, escrito, ou até mesmo um quadro, uma música pode ser um texto.
 
Saiba Mais
Letra, em música, é o texto contido nas composições vocais para ser cantado ou, às vezes,
recitado. O escritor de uma "letra" é chamado de autor da letra ou letrista. A "letra" na
música erudita é chamada de "texto". O escritor do texto é chamado de "autor" do texto.
(Ex. Schiller é o autor do texto da Nona Sinfonia de Beethoven).
O texto passa uma mensagem. O produtor do texto, ou o emissor, encaminha uma
mensagem que será decodi cada pelo receptor.
A seguir, temos um texto verbal e um visual (foto do autor da frase).
 
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Qual a mensagem que o criador desta imagem quer passar? É importante ter criatividade? É
interessante não ser compreendido? Quando escrevemos, para quem escrevemos e quem
vai ler nosso texto?
Por isso, quando um texto é produzido, é preciso compreender o contexto de produção da
mensagem. Ou seja:
ONDE O TEXTO CIRCULA?  Quem são as pessoas que vão ler o texto?  Alunos da
universidade? Um grande jornal? Um jornal de bairro? Só as pessoas da sua família? Seu
professor? Ou é uma redação para um concurso?
Veja o texto a seguir, encontrado no blog:
 
TEXTO SEM SENTIDO
 
http://framcouto.blogspot.com.br/
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Em um dia ensolarado, tarde da manhã, quando a lua cheia era minguante, tudo era
nada diferente do igual. A temperatura alta congelava o vento, que de desmotivado,
motivava-se a soprar sem se pôr em movimento. E, isso era aquilo que, por não
compreender era compreensível não ter compreendido. Poderia ser diferente e, só
era igual porque ninguém me disse que, me dizendo, o que dissesse seria dito por
aquele que diria o que ainda não me disseram; mas, eu acho que isso nada tem a
dizer... Então, parti em direção contrária à oposta e, me disse em silêncio gritante: -
Por que as palavras não dizem aquelas coisas pelas quais não foram escritas para
dizer? Nisso, esse negócio todo confundia os meus olhos que queriam acompanhar
o raciocínio lógico que, por sua vez, corria tanto quanto uma placa de 300km; o que
não é muito, mas, é bastante. Eu pude fazer esta descoberta graças a estar coberto
pelo véu que o cobria, cabendo a mim descobri-lo da forma tradicional: retirando-o
do estado de coberto para o estado de descoberto. Estes problemas foram
resolvidos com simples cálculos matemáticos e, só não foram exatos devido a
complicação que é de sua propriedade. Além do que, há o fator relevante das aulas
que me dei e não recebi, referente ao mesmo assunto, que particularmente já nem
sei a que respeito venha a ser. E me encontrando neste local, onde não me localizo,
olhei para o mapa que nunca levo comigo e, lembrei sempre esquecê-lo em casa.
Naquele instante, foi quando o despertador me despertou, e eu disse com todas as
palavras que essas letras me ensinaram: - Se queres despertar do pesadelo,
certi que-se primeiro de estar dormindo!
 
Este texto, aparentemente, tem toda a estrutura de um texto: as frases têm sujeitos e
predicados e é devidamente separado em parágrafos. Leia este trecho:
 
A temperatura alta congelava o vento (objeto direto).
SINTATICAMENTE ESTA FRASE ESTÁ PERFEITA. O QUE HÁ, ENTÃO, DE ERRADO COM
ELA? (ruídos?)
A PRODUÇÃO DE SENTIDO.
AS MENSAGENS PRECISAM PRODUZIR SENTIDO PARA AQUELES QUE AS
RECEBEM!!!! (ruídos?)
Lembre-se de tornar comum! Então, precisamos tornar comum tudo aquilo que pensamos,
porém de uma maneira coerente!
A mesma coisa acontece com os textos publicitários:
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A seguir, uma propaganda da WWF alertando para o uso indiscriminado do papel
relacionando-o ao desaparecimento das nossas orestas.
 
Fonte: http://obviousmag.org/archives/2007/10/publicidade_cri_1.html
O texto publicitário não apresenta palavras, no entanto, é perfeitamente compreensível em
sua mensagem: “Precisamos economizar papel e preservar as orestas brasileiras.”
 
Saiba Mais
O texto publicitário tem 5 pilares: clareza, concisão, interesse, proximidade com o
consumidor e persuasão.
O texto jornalístico, por exemplo, contém informações mais precisas e a interpretação é
objetiva.
Veja, abaixo, como diferentes jornais abordam o mesmo fato, com a foto idêntica de
maneira diferente. Quais as mensagens que cada um quer passar sobre os desejos do
presidente eleito?
 
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Ponto-Chave
Qual a diferença entre o texto jornalístico e publicitário?
 
No texto jornalístico a informação é o principal fator de construção, sendo mais objetiva e
precisa. Já no texto publicitário uma mensagem pode ser passada mesmo sem usar
palavras.
Texto acadêmico
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A seguir, apresentamos um exemplo de texto acadêmico.  O artigo cientí co é um gênero
textual bastante utilizado nos cursos de pós-graduação. O exemplo seguinte é um resumo
elaborado pelos autores do texto:
 
Verbete - Texto acadêmico:  texto acadêmico tem como característica veicular o fruto de
alguma investigação cientí ca, losó ca ou artística.
 
LIDERANÇA ESTRATÉGICA E CRIAÇÃO DE VALOR, de W. Glenn Rowe, Doutor em
Administração pela Texas A&M University, Professor e Reitor Associado do Programa de
Pós-Graduação e Pesquisa da Faculty of Business Administration da Memorial University of
Newfoundland (Canadá).
RESUMO: A criação de valor tanto nas organizações recém-criadas quanto nas já
estabelecidas é uma tarefa complexa e desa adora. A liderança estratégica cria condições
favoráveis para esse processo e para a maximização do retorno sobre o investimento. A
liderança gerencial provavelmente conseguirá, no máximo, retornos equivalentes à média
dos retornos. As organizações lideradas por visionários que não possuem apoio de uma
liderança gerencial sólida podem perder seus recursos até mais rapidamente do que as
dirigidas por líderes gerenciais. Este artigo de ne liderança estratégica e diferencia os
conceitos de liderança estratégica, visionária e gerencial. Além disso, analisa os diferentes
vínculos entre esses três tipos de liderança e a criação de valor. Quando as organizações
restabelecem o controle estratégico e permitem o desenvolvimento de um grupo de líderes
estratégicos, eles serão fonte de maximização do retorno sobre o investimento. O resultadoserá a criação de valor para os funcionários, clientes, fornecedores e acionistas.
Publicado em: Revista de Administração de Empresas. v. 42.  n. 1.  Jan./Mar. 2002, p. 7-19.
 
Ponto-Chave
O que é liderança estratégica?
 
É a habilidade de antecipar, prever, manter a exibilidade, e autorizar outros a criar
mudanças.
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Conclusão: Se comunicar hoje em dia é tão fácil que até crianças na mais tenra idade já
sabem como mandar um SMS ou adicionar alguém no “WhatsApp”. Mas, como ca a
qualidade dessa comunicação, se fazer entender não é tão fácil como se imagina.Então,
saber com quem se fala, como se fala e passar uma informação correta é a base para uma
comunicação organizada e clara.
Multimídia: Mr. Holland – Adorável professor: Em 1964 um músico (Richard Dreyfuss)
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decide lecionar para ter mais dinheiro e assim se dedicar a compor uma sinfonia.
Inicialmente, ele sente grande di culdade em fazer com que seus alunos se interessem pela
música e as coisas se complicam ainda mais quando sua mulher (Glenne Headly) dá luz a um
lho, que o casal vem a descobrir, mais tarde, que é surdo. Importante perceber como o pai
músico cria uma comunicação nova com seu lho.
 
Bibliogra a Básica
BLINKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 26.ed. São Paulo: Atlas, 2012.
DIONISIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel;BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros Textuais e ensino. 4.ed. Rio de Janeiro:
Lucerna, 2005.
GRANATIC, Branca. Técnicas de redação. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2005
 
 
Bibliogra a Complementar
BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as ideias. 9ed. São Paulo: Ática, 2009.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48.ed. São Paulo: Nacional, 2008.
CIPRO NETO, Pasquale. Inculta e bela 1. São Paulo: Publifolha, 2002.
CIPRO NETO, Pasquale. Inculta e bela 2. São Paulo: Publifolha,2001.
CIPRO NETO, Pasquale. Inculta e bela 3. São Paulo: Publifolha, 2001.
CIPRO NETO, Pasquale. Inculta e bela 4. São Paulo: Publifolha, 2003.
FARACO, Carlos Alberto & TEZZA, Cristóvão. Prática de texto – língua portuguesa para estudantes universitários. Rio de
Janeiro: Ed. Vozes, 2001.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lilia. Resenha. 6 ed. São Paulo: Parábola, 2009.
MARTINO, Agnaldo. Português esquematizado. São Paulo: Saraiva, 2012.
PLATÃO & FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática Universidade, 2003.

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