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Siderurgia 
 
 A Elaboração do Aço 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Franciel Souza 201509228268 
Hanae oguino 201707183473 
 
 
 
 
 
Sequência : 
O processo siderúrgico 
Redução - Altos Fornos 
Refino - Aciaria 
 
I. Conformação 
A Laminação a Quente 
Laminação de Tiras a Quente 
 
 
Fluxo de produção: Ferro-gusa e Aço Siderurgia Moderna 
 Conversor Lingotamento 
 Contínuo 
Calcário Minério 
de Ferro 
Carvão 
Pátio de 
Minério e Carvão 
Coqueria 
Sinterização 
Gasômetro 
de Gás de 
Coqueria 
Alto Forno 
Gasômetro 
de Gás de 
Alto Forno 
Alcatrão 
Consumo 
 
Próprio 
 
Carro - torpedo 
 
 
Matérias primas 
 
As mais importantes matérias primas utilizadas em uma usina siderúrgica 
integrada são o minério de ferro , o carvão mineral e os fundentes ( calcário 
e dolomita) . 
➢ Nas usinas, as matérias primas ficam 
armazenadas nos pátios , para garantir o 
pronto abastecimento do processo 
siderúrgico . 
 
 
Matéria prima: 
carvão mineral 
 
 
➢ É constituída por um conjunto de fornos dispostos lado a lado, onde o carvão mineral 
é depositado, permanecendo por cerca de 16 horas a 1300º C sem contato com o ar. 
 
➢ Durante o aquecimento os componentes voláteis do carvão são destilados e 
evaporados. 
 
➢ O material sólido que resta nos fornos é uma massa de carbono, denominada coque. 
 
➢ O coque é retirado dos fornos e esfriado na estação de apagamento. 
 
Coqueria 
 
Produto: 
 coque 
 
 
Sinterização 
 
Matéria prima: 
minério de ferro, 
fundentes e finos 
de coque 
 
 
➢ O sínter é produto da aglomeração a quente de pequenas partículas de minério de 
Ferro em mistura com fundentes e finos de coque. 
 
➢ O sínter é uma forma de carga preparada para uso em altos-fornos de grande porte. 
 
 
 
Produto: 
 sinter 
 
➢ O Alto Forno produz o 
ferro gusa a partir do minério 
de ferro, do sínter, do coque e 
do carvão pulverizado - PCI. 
 
➢ A redução do minério de ferro em ferro 
metálico ocorre a 1500º C, pela reação do 
monóxido de carbono com a hematita. 
 
 Fe2O3+ 3 CO 2 Fe (~94%) + 3 CO2 (~4%) 
 
➢ Após a redução saem do alto forno o gusa e a escória líquidos, que são separados 
por diferença de densidade. 
➢ O gusa líquido é transferido para a aciaria por carros-torpedo. 
 
Matéria prima: 
sínter, coque, minério 
bitolado e fundentes 
Alto Forno 
 
 
 
 
Corrida do Alto - Forno 
 
Gusa 
Escória 
 
 Transferência do Gusa para a Aciaria 
 
 
 
 
através da oxidação dos elementos do gusa que se deseja remover ou diminuir, como o 
carbono, silício, fósforo e enxofre. 
 
➢O teor destes elementos no gusa tornam esse metal demasiadamente frágil para ser útil 
como material de engenharia. 
 
➢ A utilização de sucata de aço nos conversores evita que a temperatura atinja valores 
muito altos durante a oxidação. 
 
➢ O aço líquido é transportado em panela até o lingotamento contínuo. 
Aciaria 
 
Matérias primas: 
ferro gusa, sucata 
e fundentes 
Produto: 
 aço líquido 
➢ A transformação do ferro - gusa em aço é realizada em conversores a oxigênio, 
 
 
Lingotamento Convencional 
Forno de Reaquecimento de Lingotes 
Histórico do Lingotamento 
 
Limitações: 
 
1 - Produtividade / Escala de Produção 
 
2 - Custo 
 
3 - Tempo de Laminação 
 
 
➢ O lingotamento contínuo transforma o aço líquido em formas sólidas de aço, 
em dimensões apropriadas ao seu manuseio e transformação mecânica por 
laminação ou Forjamento. 
 
➢ O aço é moldado e solidificado de maneira progressiva da superfície para o núcleo 
do veio. 
 
➢ A forma é cortada em comprimentos pré-definidos em função da faixa de peso 
dos produtos finais, buscando-se maximizar a produtividade dos processos 
subsequentes. 
 
Lingotamento Contínuo 
 
Matéria prima: 
 Aço Líquido 
Produtos: 
 Placas, Tarugos, 
Billets , Blooms 
 
 
VISTA ESQUEMÁTICA DA MÁQUINA DE 
LINGOTAMENTO CONTÍNUO 
 
 
Visão Geral e Produtos Semi - Acabados 
 
 
 
Laminação a Quente 
Objetivos: 
✓ Permite grandes deformações → do semi-acabado até a espessura final 
✓ Dá forma e dimensões requeridas no produto 
✓ Elimina a estrutura e defeitos de solidificação, permitindo uma ampla utilização 
do aço 
✓ Aumenta a resistência mecânica do material 
✓ Permite o atendimento aos requisitos de Normas de produtos 
 
 
 
 
 
Linha de 
Zincagem Contínua Laminador de 
Tiras a Frio 
Linha de 
Decapagem Contínua 
Bobina a 
Quente Decapada 
Linha de Recozimento 
Contínuo de Chapas 
Recozimento 
em Caixa 
Laminador de Encruamento 
Tesoura 
Recozimento Contínuo 
Limpeza 
Eletrolítica 
Laminador de 
Encruamento 
Linha de 
Preparação de Bobinas 
Linha de 
Estanhamento 
Linha de 
Cromagem 
Linha de 
Reinspeção 
Balança 
Linha de Preparação de 
Bobinas a Quente 
Tesoura 
Bobina a 
Quente 
Bob. e Chapa a 
Quente 
Chapa Fina 
a Frio 
Bobina 
a Frio 
Chapa Zincada 
Bobina Zincada 
Bobina e Folha 
de Flandres 
Bobina e Folha 
Cromada 
 
 
 
 
Fluxo de Laminação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Laminação de tiras a quente - 
 
LTQ 
 
Matéria prima: 
 placas 
Produto: 
 chapas e bobinas 
a quente 
 
 
 
 
 
 
 
 
➢ É composta de 5 estágios: reaquecimento, desbaste, acabamento, resfriamento e 
bobinamento. 
➢ A placa de aço é reaquecida em forno a uma temperatura superior a 1150ºC e conduzida 
para o processo termomecânico de laminação a quente. 
➢ O processo de LTQ consiste na deformação a quente do aço através da sua passagem 
entre cilindros em vários passes, até atingir a dimensão final do produto. 
➢ Ao sair da última “cadeira de laminação”, a chapa é resfriada com água até uma 
temperatura pré-determinada e enrolada na forma de uma bobina de aço. 
 
➢ A bobina laminada a quente é estocada para ser enviada aos clientes ou para seguir 
 
 Fim 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências bibliográficas http://ftp.demec.ufpr.br/disciplinas/TM049/Aula%201.pdf 
 
 Créditos Prof Adriano Scheid, DEMEC – TM175 
 
 Acessado em 02 de outubro de 2019

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