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Fluxograma parcial de uma usina integrada até o Alto Forno alto forno: primeiro estágio na produção de aço a partir dos óxidos de ferro primeiros altos fornos >>século 14 >> 1 tonelada de ferro gusa / dia atualmente: 13.000 toneladas por dia alto forno: sistema destinado a produzir ferro gusa em estado líquido a uma temperatura em torno de 1500ºC, com a qualidade e em quantidade necessárias para o bom andamento dos processos produtivos subsequentes matérias primas básicas (carregadas pelo topo do forno): carga metálica ( sinter, pelotas, minério granulado ) combustível sólido ( coque ou carvão vegetal ) fundentes • reator mais complexo da metalurgia. • centenas de reações • 3 estados da matéria: sólidos, líquidos e gases • grandes gradientes de temperatura, variando de mais de 2000 °C na zona em frente as ventaneiras, até cerca de 150 °C, na região superior onde os gases deixam o forno. Esquema simplificado do alto forno, indicando os principais equipamentos “casa de silos” (1) silos separados (2) equipados com balanças carro “skip” (3) ou correia transportadora tremonha de recebimento no topo do forno (4) cones (5), responsáveis pela selagem dos gases e pela distribuição circunferencial dos materiais na “goela” do forno. “uptakes” (6), o gás quente e sujo de pós deixa o forno e flui para cima “downcommer” (7) válvulas “bleeders” (8) cuja função é permitir a liberação do gás e proteger o topo no caso de uma súbita elevação de pressão do gás coletor de pó (9) “venturi” (10), onde são removidas as partículas mais finas na forma de lama. desumidificador (11) cuja função é reduzir o teor de umidade do gás. regeneradores (12) chaminé (13). o gusa e a escória são separados por diferença de densidade no canal principal (14) carros torpedos (15) potes de escória (16) Produtos do Alto-Forno Ferro gusa : •4,5 % Carbono •0,4% Silício •0,3% Manganes •0,1 % Fósforo •0,03% Enxôfre Temperatura: 1400-1500 C Escória: SiO2-CaO-Al2O3 Gás: CO-CO2-N2 Reações Carregamento Skip: até 15 m3; para af pequenos, até 3.000 t/dia Esteira ou correia; carregamento contínuo; inclinação máxima de 15’; velocidade 1 a 3 m/s, largura ~1 m. Topo- Duplo cone Topo sem cone- calha rotativa-Paul Wurth Sistema de gases Gás de saída do alto forno: 10 a 40 g de partículas finas por Nm3, dos quais ~ 35 % pó de coque. Esquema de um regenerador de alto forno Têm por função aquecer o ar injetado através das ventaneiras para a combustão do coque. O regenerador recebe o ar na temperatura entre 150 a 200 °C, chamado ar frio, e eleva esta temperatura para a faixa de 1000 a 1250 °C, dependendo de sua capacidade, passando a ser chamado de ar quente. Combustível utilizado: gás misto, mistura de gases provenientes do próprio alto forno ( 86 a 94% de GAF ) e da coqueria ( 14 a 6% de GCO). A câmara de combustão tem grande altura e diâmetro, para evitar o impacto da chama no domo e para alargar mais a chama. Dimensões típicas: 10,4 m diâmetro, 40 m altura. Pré-aquecimento de ar-regeneradores Regeneradores Arranjo das ventaneiras no interior do forno e detalhes internos. Ventaneira com lança de injeção Operação de abertura e fechamento do furo de gusa Sequência de eventos durante uma corrida do alto forno Drenagem do gusa para os carros torpedo O canhão de lama (1) e a perfuratriz (2) são os equipamentos utilizados para fechar e abrir o furo de gusa. O gusa e a escória, após deixarem o furo na forma de um jato de material líquido, são separados por diferença de densidade no canal principal (3). A escória é direcionada para um sistema de granulação através do canal de escória. O gusa após passar também pelo canal secundário (4), é direcionado para carros torpedos posicionados no piso inferior da casa de corrida, por meio da bica basculante (6), cuja função é permitir a troca dos carros torpedos, direcionando o fluxo de gusa para o carro ao lado. O enchimento do carro torpedo pode ser monitorado automaticamente através de um medidor de nível (5). Avaliação da Performance do Alto-Forno • 1- Vida Útil Elevada: • 2 - Alta Produtividade • 3 - Baixo Consumo de Combustível: • 4 – Qualidade Adequada: Vida Útil Elevada • altíssimo investimento na construção ou reforma de um alto-forno • grande esforço para prolongar a vida útil média, ou campanha • atualmente na faixa de 12 a 18 anos produtividade • critério de avaliação: razão entre produção média diária e volume interno do alto-forno (toneladas/dia/m3 ) • produtividade média dos altos-fornos brasileiros de 1,80 a 2,80 t/dia/m3 depende de • idade do forno • particularidades de cada usina • condições do mercado de aço • ocorrência de problemas operacionais • disponibilidade de oxigênio para enriquecimento do ar soprado • melhoria da permeabilidade da carga • redução do “fuel rate consumo de combustível • medido em kilogramas de combustível consumido para a produção de uma tonelada de ferro gusa. Atualmente o combustível é coque carregado pelo topo do forno mais carvão pulverizado injetado pelas ventaneiras. • elevado custo de combustíveis, • carvão pulverizado injetado diretamente é de custo mais baixo • importante atingir altas taxas de injeção, mantendo a estabilidade operacional • Fuel Rate típico é de 500 kg/tonelada de gusa, sendo aproximadamente 350 kg de coque e 150 kg de carvão pulverizado, mas pode variar bastante dependendo de condições muito diversas. Qualidade Adequada • A qualidade do gusa deve estar dentro dos padrões exigidos pelo processo seguinte (Aciaria) • Isto implica no atendimento de requisitos de composição química e de temperatura cada vez mais restritivos • A escória também deve ter uma composição adequada à sua utilização mais freqüente, que é a indústria cimenteira operação do alto-forno • carregamento periódico de sólidos pelo topo, • drenagem contínua ou periódica de líquidos pela parte inferior, • contínua injeção de ar quente e hidrocarbonetos através das ventaneiras e • remoção de gás e poeira pelo topo. Fabricação de aço Processos de produção de aço ➢ Método 1 ➢ Realizado em Usinas Integradas – 70/75% produção mundial • Redução do minério de ferro a temperaturas capazes de fundir o produto (“alto forno”) • Produto ferro líquido com alto carbono (aprox. 4,5%), ferro gusa; • Para transformar em aço precisa diminuir teor de carbono, por oxidação (refino primário); ➢ Método 2 ➢ Realizado em usinas a redução direta – 4-5% produção mundial • Redução do minério de ferro por carbono a temperaturas insuficientes para fusão do produto (“redução direta”) • Produto ferro sólido com baixo carbono, que deve ser fundido em fornos elétricos a arco para obtenção de aço líquido ➢ Método 3 ➢ Realizado em Usinas Semi- Integradas – 25-30% produção mundial • Fusão da sucata em forno elétrico Processo de produção de aço A partir de minério de ferro em usinas integradas Etapas principais •Redução do minério de ferro a ferro metálico em altos-fornos, obtendo ferro gusa líquido •Conversão do ferro gusa em aço líquido, pela “queima” do carbono do gusa em convertedores a oxigênio (LD); •Refino secundário (purificação) do aço •Solidificação do aço em forma de placas (lingotamento). Fluxo do Processo de Aciaria LD Pré-tratamento do gusa Dessulfuração de gusa em carro Torpedo Dessulfuração de gusa na panela Processo LD (BOF) LD vem de Linz e Donawits, cidades da Austria onde o processo foi desenvolvido na década de 1950 BOF, iniciais de Basic Oxygen Furnace, nome usado nos EUA Fabricação de Aço Conversor a Oxigênio (processo LD, ou BOF) Ferro gusa líquido e sucata de aço são carregados em conversor (convertedor, em alguns estados) e submetidos a sopro de oxigênio puro. A queima do carbono (e dosilício) do gusa causa aumento de temperatura e diminuição do teor de carbono (até entre 0,03 a 0,06 de carbono). Adicona-se cal para neutralizar o óxido de silício formado. Produtos finais: Aço líquido e escória de aciaria, além do gás de aciaria ➢ principais reações 2C + O2 → 2CO Si + O2 → SiO2 2Mn + O2 → 2MnO 2P + 5/2 O2 → P2O5 ➢ Ocorre parcialmente: 2Fe + O2 → 2FeO Processo L.D. - Operação do Conversor O ciclo de operações de refino no LD, envolve 6 etapas, que correspondem a uma corrida: a) Carregamento de carga sólida b) Carregamento do gusa líquido c) Sopro d) Medição de temperatura e retirada de amostras e) Vazamento do aço f) Vazamento de escória O tempo total de corrida é contado entre os vazamentos de aço de corridas sequenciais, e é chamado de tempo “tap-to-tap” a) Carregamento de carga sólida Processo L.D. - Sucata Sucata é necessária para absorver parte da energia disponível ao processo (calor sensível do gusa+ calor das reações de oxidação), e é vantajoso proporção alta de sucata, uma vez que seu teor de ferro é superior ao do gusa. É usado sucata de retorno da própria usina e também sucata comprada. dimensões da sucata: tal que possa permitir completa fusão durante o sopro e não causar estragos ao revestimento do conversor no carregamento. deve estar completamente seca, para evitar o risco de explosões. b) Carregamento de gusa líquido Processo L.D. - Gusa Líquido A proporção de gusa líquido na carga do conversor depende de sua composição e temperatura (conteúdo térmico), da qualidade do aço a ser produzido, do volume das adições de cal, minério e carepa, e em parte das dimensões do conversor. Normalmente varia entre 70 e 85%. Sopro Processo L.D. - Operação do Conversor c) Sopro Terminado o carregamento do gusa líquido o conversor é trazido novamente à posição vertical, a lança de oxigênio é baixada e o sopro iniciado, já durante a descida da lança. Processo LD (BOF) Processo L.D. - Sopro- Adição de Cal e fundentes A adição de cal no conversor L.D. é necessária para a escorificação da sílica formada pela oxidação do silício da carga metálica e para a remoção do fósforo e enxofre. Além disso uma quantidade de CaO suficiente para diminuir o ataque dos refratários deve ser mantido na escória. A cal utilizada no processo deve ser de alta reatividade. Fluorita, CaF2: fundente da cal, para acelerar a sua dissolução e aumentar a fluidez de escórias muito viscosas. Outros fundentes: os aluminatos (especialmente bauxita) e boratos. Reações durante o sopro Reações : 2Fe + O2 2 FeO 2FeO + Si SiO2 + 2 Fe FeO + Mn MnO + Fe FeO + SiO2 FeO . SiO2 MnO + SiO2 MnO . SiO2 FeO . SiO2 + CaO CaO . SiO2 + FeO MnO . SiO2 + CaO CaO . SiO2 + MnO Reações de Refino Praticamente todas as reações que ocorrem no processo L.D. são exotérmicas, isto é, liberam calor. Desta forma, há uma elevação acentuada na temperatura do banho. Terminada a oxidação do silício, que corresponde à primeira etapa do sopro, o aumento da temperatura e a formação de uma emulsão metal-gás-escória criam condições em que a única reação importante é a descarburação (segunda etapa), cuja a velocidade atinge valores só limitados pelo oxigênio disponível. Reações : FeO + C Fe + CO 2 C + O2 2 CO Reação carbono-oxigênio Oxigênio soprado dissolve no banho de ferro O2 2 O (Oxigênio gasoso dissolve no ferro líquido) C + O CO (Carbono dissolvido reage com o oxigênio dissolvido) No equilíbrio termodinâmico, DG = 0, e portanto DG0 = -RT ln [Pco/(%C x % O)] Assumindo Pco = 1 atm, tem-se que para uma temperatura fixa, DG0 está definido, e portanto %C x % O é uma constante. 0,000 0,050 0,100 0,150 0,200 0,250 0,300 0 0,05 0,1 0,15 0,2 0,25 % C % O 2 ➢A 1600 0C % C x % O = 0,0025 d) Medição de temperatura e retirada de amostras Assim que o sopro é interrompido o conversor é basculado para posição horizonta, a fim de se medir a temperatura e retirar amostras de aço e escória. Se a composição química e a temperatura correspondem ao especificado o conversor é basculado no sentido contrário para vazamento da corrida na panela de aço. e) Vazamento do aço O processo L.D. é oxidante, e portanto o aço a ser vazado precisa ser desoxidado. Isto é feito durante o vazamento para a panela, por meio de Alumínio e/ou Silício, jogados diretamente no jato de aço através de calhas direcionais. Durante o vazamento são adicionados ainda as ferro-ligas, que irão conferir ao aço certas características desejadas. Esse material é adicionado através da mesma calha direcional mencionada acima. O tempo de vazamento deve ser controlado, para minimizar a passagem de escória para panela, evitar oxidação excessiva do metal pelo ar bem como perdas elevadas de temperatura, de maneira a permitir uma produtividade adequada. f) Vazamento da escória Após o vazamento do aço o conversor é basculado completamente para o lado de carregamento e a escória é vazada no pote, pela sua boca, e ele volta à posição inicial de carregamento, reiniciando o ciclo. A panela de aço, após medição de temperatura, é encaminhada para as máquinas de lingotamento contínuo ou para o lingotamento convencional. Processo L.D. - Noções do Controle de Processo A finalidade do controle de processo é a obtenção, no final do sopro, do peso de aço visado, na temperatura e com a composição química desejadas. Para isso são utilizadas várias técnicas, com distintos graus de refinamento, dependendo das condições locais e opções técnico- econômicas. Controle mais simples: é efetuado pelo soprador, que se apoia apenas na sua experiência pessoal, e na observação visual da chama para a avaliação do teor de C e temperatura, e a definição das medidas a serem adotadas para a interrupção do sopro no momento adequado. Processo L.D. - Noções do Controle de Processo Mais comumente utiliza-se um modelo matemático que pode ser mais ou menos complexo, abrangendo número variável de parâmetros, e que fornece ao soprador subsídios para a condução do sopro. Esses modelos são classificados genericamente em estáticos, quando os cálculos são realizados a partir de dados levantados do início do sopro; e dinâmicos, quando utilizam informações colhidas durante o sopro e determinam ações corretivas. Esquema de uma sublança para controle dinâmico Filosofia do controle dinâmico por sublança Metalurgia secundária do aço ou Refino Secundário ➢O tratamento do aço na panela é uma prática comum nas aciarias. ➢Reduz custos ao utilizar o forno elétrico como equipamento de fusão rápida. ➢O ajuste final de composição química e de temperatura feito na panela. ➢Algumas reações metalúrgicas ocorrem de maneira mais eficiente na panela. ➢ Principais equipamentos de metalurgia secundária: ➢ Forno panela ➢ Desgaseificadores Refino secundário ➢ O tratamento secundário do aço líquido é feito em panelas de manutenção e transporte. ➢ Nessas operações pode-se tirar a escória, aquecer eletricamente ou através de tochas de plasma, resfriar o banho através da adição de sucata fria, injetar pó ou arame metálico ou ainda promover agitação pelo borbulhamento de gás ou agitação magnética. A maneira mais simples de Refino secundário Equipamentos especiais transformam o aço bruto naquele especificado pelo cliente Metalurgia secundária e inclusões ➢ O oxigênio, o enxofre, o fósforo e o nitrogênio formam compostos como óxidos, sulfetos, fosfatos e nitretos, denominados inclusões, que podem permanecer dentro dos aços, e que quase sempre são prejudiciais para as propriedades mecânicas do aço ➢ As inclusões diminuem a plasticidade e a tenacidade, favorecendo a formação de trincas e de defeitos superficiais. ➢ O hidrogênio,pode em certas condições causar o aparecimento de trincas internas no aço. ➢ Daí a importância da eliminação das impurezas oxigênio (O), enxofre (S), nitrogênio (N), hidrogênio (H) e o fósforo (P). ➢O lingotamento contínuo consiste no vazamento do aço líquido em um pequeno molde vertical de cobre refrigerado e na extração simultânea da casca solidificada que contém aço líquido em seu interior. Lingotamento contínuo de aço ➢O molde é feito de cobre - metal de alta condutividade térmica – refrigerado com água e oscila verticalmente para evitar adesão da casca solidificada ao molde. ➢O tarugo é suportado por vários rolos guia em seu movimento de descida para evitar que a pressão ferrostática do líquido dobre a casca. ➢Dependendo da seção transversal da placa ou do tarugo e da velocidade de lingotamento, a zona de resfriamento secundário pode ter de 10 a 40 metros de extensão. ➢Ao passar pelo último rolo de sustentação o tarugo entra em uma mesa de saída e é cortada, ainda em movimento, por tochas oxi-acetilênicas. Lingotamento contínuo Perfís obtidos por lingotamento contínuo Placas de Aço Obtenção de Ferro e Aço em usinas semi-integradas - Redução direta de minério de ferro seguida de fusão em fornos elétricos - A partir de sucata de ferro e aço: Usinas semi integradas (mini mills):fusão de sucata em forno elétrico Usinas semi-integradas Forno elétrico ➢25% da produção mundial de aço é feita em forno elétrico. ➢Arco elétrico de elevada corrente para fundir e obter aço líquido. ➢Controle mais acurado da temperatura do banho, ➢A maior parte da carga dos fornos elétricos é constituída de sucata de aço. A qualidade da sucata tem influência direta na qualidade do aço produzido. Forno Elétrico (fusão) Fluxograma da Metalurgia Primária Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5: Produtos do Alto-Forno Slide 6: Reações Slide 7: Carregamento Slide 8: Topo- Duplo cone Slide 9: Topo sem cone- calha rotativa-Paul Wurth Slide 10: Sistema de gases Slide 11 Slide 12 Slide 13: Arranjo das ventaneiras no interior do forno e detalhes internos. Slide 14: Ventaneira com lança de injeção Slide 15: Operação de abertura e fechamento do furo de gusa Slide 16 Slide 17 Slide 18: Avaliação da Performance do Alto-Forno Slide 19: Vida Útil Elevada Slide 20: produtividade Slide 21: consumo de combustível Slide 22: Qualidade Adequada Slide 23: operação do alto-forno Slide 24: Fabricação de aço Slide 25: Processos de produção de aço Slide 26 Slide 27 Slide 28: Pré-tratamento do gusa Slide 29: Processo LD (BOF) Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36: Processo LD (BOF) Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42: Reação carbono-oxigênio Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49: Esquema de uma sublança para controle dinâmico Slide 50: Filosofia do controle dinâmico por sublança Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54: Refino secundário Equipamentos especiais transformam o aço bruto naquele especificado pelo cliente Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64: Usinas semi-integradas Slide 65 Slide 66 Slide 67: Fluxograma da Metalurgia Primária