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1 
Urgências e 
Emergências 
Clínicas 
Edema agudo de 
pulmão 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
2 
Acumulo anormal de líquido no tecido pulmonar, 
no espaço alveolar ou em ambos.Condição grave e 
potencialmente fatal. 
É uma das causas mais frequentes de insuficiência respiratória; 
 Interfere na troca gasosa, provocando uma alteração na via 
difusora entre os alvéolos e os capilares pulmonares; 
Pode ser atribuído a várias etiologias, sendo a de 
origem cardiogênica a mais frequente. 
Os sinais e sintomas característicos são dispneia acentuada, 
cianose central, fome de ar e hemoptoicos. 
Considerações Iniciais 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
3 
Outras Considerações 
Pode se dar devido ao aumento da pressão 
microvascular – devido a função cardíaca anormal 
Hipervolemia ou aumento súbito da pressão 
intravascular no pulmão 
Pneumectomia – edema pulmonar de “flash” 
Edema pulmonar de reinsuflação – após 
pneumotórax ou derrame pleural 
Síndrome do desconforto 
respiratório agudo 
Choque séptico; uremia; CID 
Queimaduras extensas; 
politransfusão 
Superdosagem de narcoticos 
Pneumonia aspirativa; 
Pneumonite por irrdiação 
Infarto Agudo do Miocárdio 
IC Crônica 
ETIOLOGIAS NÃO CARDÍACAS ETIOLOGIAS CARDÍACAS 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
4 
 Agitação psicomotora – redução de 
O2 cerebral; 
 Dispneia – tosse com secreção rosea 
espumosa 
 Alteração do nível de consciência; 
 Distenção das veias do pescoço 
 Sensação de morte iminente; 
 Intolerância ao decúbito baixo; 
 Pele fria, palidez (pele acinzentada), 
 Cianose, diaforese; 
 Diminuição na SO2 
 Utilização de musculatura acessória. 
SINAIS E SINTOMAS 
 Taquicardia; 
 Pressão arterial elevada ou baixa; 
 Aumento da trama vascular 
intersticial - radiografia 
 Estertores subcrepitantes basais 
ou difusos. 
EXAME FÍSICO 
Oxigenioterapia 
Diuréticos 
Morfina 
Nitroprussiato de 
sódio 
Dobutamina 
Nitroglicerina ou 
nitratos 
Ventilação 
mecânica não 
invasiva 
Intubação e 
ventilação 
mecânica 
Tratamento 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
5 
 Administração de medicamentos IV; 
 Assistência na oxigenioterapia; 
 Assistência na intubação e ventilação, se houver insuficiência respiratória; 
 Colocar o paciente em um posição ereta; 
 Assegurar acesso venoso calibroso para a administração dos 
medicamentos; 
 Coletar amostras de sangue para exames laboratoriais e gasometria; 
Monitorar o nível de consciência e tempo de enchimento capilar; 
 Acompanhar ECG e SSVV. 
Cuidado de Enfermagem 
Hipoglicemia 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
6 
•Descompasso no horário da ingestão alimentar → pico 
de ação da insulina, agente hipoglicemiante oral, sexo 
masculino, níveis menores de hemoglobina glicada e 
maior duração da doença . 
CAUSAS 
Considerações Iniciais 
 Hipoglicemia é a diminuição dos níveis glicêmicos – com ou sem 
sintomas – para valores abaixo de 70 mg/dL; 
 
 Os sintomas clínicos, entretanto, usualmente ocorrem quando a 
glicose plasmática é menor de 60 mg/dl a 50 mg/dl, podendo esse limiar 
ser mais alto, para aqueles pacientes cujas médias de glicemias são 
elevadas, ou mais baixo para aqueles que fazem tratamento intensivo e 
estão acostumados a glicemias mais baixas (BRASIL, 2012;2013). 
•Sinais e sintomas → oriundos ativação do SN 
Simpático: palidez, sudorese, tremores, 
taquicardia, palpitação, nervosismo e fome. 
HIPOGLICEMIA 
LEVE 
• Incapacidade concentração, cefaleia, tonturas, 
confusão, lapsos de memória, dormência nos 
lábios e da língua, coordenação comprometida, 
dentre outros. 
HIPOGLICEMIA 
MODERADA 
• Convulsões, comportamento desorientado, 
dificuldade em despertar do sono ou perda da 
consciência. 
HIPOGLICEMIA 
GRAVE 
Classificação 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
7 
 Fome 
 Tontura 
 Fraqueza 
 Dor de cabeça 
 Confusão 
 Coma 
 Convulsão 
 Sudorese 
 Taquicardia 
 Apreensão 
 Tremor 
Sintomas Neuroglicopênicos 
Sintomas 
desencadeados pela 
insuficiência do 
suprimento de glicose 
para o cérebro. 
Paciente Consciente 
 
 Adm. de 15-20 g de carboidrato de ação rápida; 
 
 Repetição do tratamento em 10 - 15 min. – caso não haja melhora; 
 
 Adm. de mais alimentos de ação prolongada → combinação de 
carboidratos e proteínas ou gorduras após os sintomas recuarem. 
 
 Notificação imediata (se o paciente estiver fora do hospital) se os 
sintomas não recuarem após 2 ou 3 adm. de carboidratos de ação rápida. 
Cuidados de Enfermagem 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
8 
Cuidados de Enfermagem 
ATENÇÃO! 
Para pacientes inconscientes ou com piora dos 
sintomas: administrar por via intravenosa de 25 
mL de glicose a 50% - 3 mL/min e manter veia com 
glicose a 10% até atingir os níveis sanguíneos 
desejados 
Hemorragia 
Digestiva 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
9 
Definição 
Perda de sangue → tubo digestivo 
(esófago, estômago, intestino delgado, 
intestino grosso ou canal anal). 
Clinicamente → exteriorização de 
hematêmese, melena ou enterorragia, 
→ causa frequente de hospitalização de 
urgência 
Benignas e 
Frequentes 
Hemorróidas Fissuras do ânus 
Condições + 
graves 
Úlcera péptica 
ou Cancro do 
tubo digestivo → 
(esófago, 
estômago ou 
cólon). 
Causa e fatores de risco 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
10 
Hemorragias 
Digestivas Altas (HDA) 
Decorrem de lesões 
proximais ao ligamento de 
Treitz 
Caracterizadas por 
hematêmese e/ou melena 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
11 
Hemorragias 
Digestivas Baixas 
(HDB) 
Decorrem de lesões distais 
ao ligamento de Treitz 
Caracterizada por 
enterorragia 
CAD & SNCHH 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
12 
•Ausência ou quantidade acentuadamente 
inadequada de insulina: estado hiperglicêmico, 
acidótico e de depleção de volume 
DEFINIÇÃO 
• ↓ ou omissão da dose de insulina, doença ou 
infecção, diabetes não diagnosticado e não 
tratado, medicações hiperglicemiantes, 
intercorrências graves (IAM, AVC e traumas). 
PRINCIPAIS CAUSAS 
• + comum no DM tipo I. ATENÇÃO! 
Cetoacidose Diabética (CAD) 
-> Quadro clínico que é uma evolução lenta e progressiva dos sinais e 
sintomas do diabetes, com polidipsia, vômitos, perda de peso, 
sonolência, torpor, que finalmente pode levar ao coma. 
-> No exame físico há desidratação com pele seca e fria, língua seca, 
olhos encovados, fácies hiperemiada, agitação, pulso rápido, hiperpneia 
e respiração de Kussmaul nos casos mais graves de cetoacidose. 
-> Pode haver presença de dor abdominal, podendo-se observar defesa 
muscular abdominal, provocada pela desidratação, que dificulta o 
deslizamento dos folhetos da pleura e peritônio. 
Cetoacidose Diabética (CAD) 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
13 
Náuseas e 
vômitos 
Dor abdominal Taquipneia Hálito cetônico 
Fadiga e 
fraqueza 
Diurese ↑ 
Alteração do 
nível de 
consciência 
Arritmia 
cardíaca 
Convulsão Visão turva 
Alt. no nível de 
consciência 
Hiperventilação
/ desidratação 
CAD: Sinais e Sintomas 
Hiperglicemia - (glicemia maior de 250 mg/dl), 
Cetonemia e acidose metabólica (pH <7,3 e bicarbonato <15 mEq/l) 
CAD: Diagnóstico 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
14 
CAD: Complicações 
Esse quadro pode se agravar, levando a complicações como 
choque, distúrbio hidroeletrolítico, insuficiência renal, 
pneumonia de aspiração, síndrome de angústia respiratória do 
adulto e edema cerebral em crianças. 
Reidratação: aumenta a excreção de glicosepelos rins. 
 Restauração dos eletrólitos: principalmente o potássio 
Reversão da acidose: é revertida com insulina 
CAD: Tratamento 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
15 
• É uma emergência diabética grave, com taxa de 
mortalidade entre 10 a 50%, em que a 
hiperosmolaridade e a hiperglicemia 
predominam, com alteração do sensório. 
DEFINIÇÃO 
• O nível de insulina está muito baixo para 
impedir a hiperglicemia, porém está alto o 
suficiente para evitar a degradação dos lipídios 
PRINCIPAL 
CARACTERÍSTICA 
• O tratamento é semelhante ao da CAD. ATENÇÃO! 
Síndrome Hiperosmolar Hipergliêmica não 
Cetótica 
-> A síndrome hiperosmolar não cetótica é um estado de hiperglicemia 
grave (superior a 600 mg/dl a 800 mg/dL) acompanhada de 
desidratação e alteração do estado mental, na ausência de cetose. 
-> Ocorre apenas no diabetes tipo 2, em que um mínimo de ação 
insulínica preservada pode prevenir a cetogênese. A mortalidade é 
mais elevada que nos casos de cetoacidose diabética devido à idade 
mais elevada dos pacientes e à gravidade dos fatores precipitantes. 
Síndrome Hiperosmolar Hipergliêmica não 
Cetótica 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
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=> Os indivíduos de maior risco são os idosos, cronicamente doentes, 
debilitados ou institucionalizados, com mecanismos de sede ou acesso à 
água prejudicados. 
=> Os fatores precipitantes são doenças agudas como AVC, IAM ou 
infecções, particularmente a pneumonia, uso de glicocorticoides ou 
diuréticos, cirurgia, ou elevadas doses de glicose (por meio de nutrição 
enteral ou parenteral ou, ainda, de diálise peritoneal. 
Síndrome Hiperosmolar Hipergliêmica não 
Cetótica 
Náuseas e 
vômitos 
Dor 
abdominal 
Taquipneia e 
taquicardia 
Febre e 
hipotensão 
Fadiga e 
fraqueza 
Poliúria 
Alteração do 
nível de 
consciência 
Desidratação 
Convulsão 
focais 
SHHNC: Sinais e Sintomas 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
17 
 Assegurar permeabilidade das vias aéreas; 
 
 Administrar oxigênio; 
 
 Estabelecer acesso venoso calibroso; 
 
 Iniciar reposição volêmica com SF 0,9%; 
 
 Iniciar insulinoterapia em bolus e por infusão contínua. 
Cuidado de Enfermagem 
Edema agudo de 
pulmão 
Questões 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
18 
1. (Pref. Brasília de Minas/MG/UNIMONTES/2015) O edema pulmonar é 
um acúmulo anormal de líquido nos pulmões, que pode levar à falta de ar. 
Sobre essa patologia, é CORRETO afirmar: 
 
 
a) As manifestações clínicas incluem: pulso cheio e rápido, mãos frias e 
úmidas, respiração rápida, ruidosa e com estridor, queda de saturação de 
oxigênio e perda de peso. 
 
 
b) Como cuidado de enfermagem, com efeito imediato para aumentar o 
retorno venoso, o paciente deve ser posicionado ereto, preferivelmente com 
as pernas pendendo sobre a lateral do leito. 
 
1. (Pref. Brasília de Minas/MG/UNIMONTES/2015) 
 
c) O edema pulmonar, embora menos comum, também pode ser 
causado por distúrbios não cardíacos, como insuficiência renal, 
insuficiência hepática e condições oncológicas, que fazem com que o 
corpo retenha líquido. 
 
d) O rápido aumento na pressão atrial resulta em um aumento agudo na 
pressão venosa pulmonar, o que produz uma diminuição na pressão 
hidrostática, que força o líquido para fora dos capilares pulmonares e 
para dentro dos espaços intersticiais e alvéolos. 
 
MICROVASCULAR 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
19 
2. (EBSERH/HE-UFPel-2015) O edema agudo de pulmão (EAP) é um quadro 
clínico originado por outros agravos, que requer ação imediata da equipe 
multiprofissional em virtude de instabilidade hemodinâmica, podendo levar 
ao óbito. O EAP pode ser desencadeado por patologias cardiogênicas, como 
insuficiência cardíaca, principalmente a insuficiência cardíaca esquerda, 
coronariopatias, valvopatias, arritmias e crise hipertensiva; ou não 
cardiogênicas como a hipoxemia, afecções respiratórias, em que haja 
diminuição da complacência pulmonar e alterações da relação 
ventilação/perfusão. Assinale a alternativa que indique um dos cuidados de 
enfermagem a serem prescritos no tratamento inicial a um paciente admitido 
em EAP. 
2. (EBSERH/HE-UFPel-2015) 
 
a) Assegurar a permeabilidade das vias aéreas realizando a aspiração de 
secreções, se necessário. 
 
b) Aumentar velocidade de infusão de soroterapia. 
 
c) Posicionar o paciente em tredelenburg. 
 
d) Banho de aspersão. 
 
e) Aumentar ingesta hídrica. 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
20 
3. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) Para diminuir o retorno venoso e diminuir a pré- 
carga pela diminuição da pressão hidrostática capilar pulmonar, reduzindo a 
congestão pulmonar, o paciente com Edema Agudo de Pulmão deve 
 
a) Adotar a posição de Trendelenburg. 
 
b) Ser posicionado sentado, elevando a cabeceira 60° a 90°, com os membros 
inferiores pendentes. 
 
c) Adotar a posição de Fowler com elevação de 30° a 45°, com os membros 
inferiores elevados a 60°. 
 
d) Adotar a posição de Sims, com elevação dos membros inferiores a 30°. 
4. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) São manifestações de 
pacientes com Edema Agudo de Pulmão: 
 
a) Letargia, cefaleia, confusão, distúrbios visuais e convulsões, todos com 
início agudo ou subagudo. 
 
b) Dor lancinante, que pode ser precordial ou se irradiar para as costas; 
pulsos assimétricos; e sopro diastólico em foco aórtico. 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
21 
4. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) 
 
c) Angustia e dificuldade para respirar e falar; estertores pulmonares; baixa 
saturação de oxigênio, que pode ser caracterizada por cianose; estase 
jugular; síndrome coronariana aguda; dor ou sensação de opressão 
precordial, acompanhada ou não de náuseas, dispneia e sudorese fria; B4 
presente; e alteração ECG. 
 
d) Diagnóstico prévio de pré-eclâmpsia e que desenvolve convulsões. 
Hipoglicemia 
Questões 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
22 
5. (Prefeitura de Carandaí-MG/REIS & REIS/2014) A hipoglicemia é quando 
há uma diminuição dos níveis glicêmicos a valores abaixo de 60 a 70 mg/dl. 
Normalmente essa queda leva a sintomas neuroglicopênicos Assinale a 
alternativa que contenha um sinal não considerado neuroglicopênico. 
a) Cefaleia, caquexia 
b) Fome, tontura, fraqueza 
c) Dor de cabeça, confusão 
d) Coma, convulsão 
6. (Prefeitura de Palhoça-SC/FEPESE/2014) Níveis de glicemia inferior a 
___ mg/dl podem causar taquicardia, tremores, palpitações, sudorese e 
parestesias. Quando inferior a ___mg/dl, o paciente passa a apresentar 
manifestações neurológicas como sonolência, ataxia, dificuldade de 
concentração, alterações de comportamento e convulsão, podendo levar 
ao coma. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do 
texto. 
a) 55 ; 50 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
23 
7. (Prefeitura de São João da Barra – RJ/BIO-RIO/2015) A hipoglicemia é 
uma complicação que deve ser tratada prontamente. De acordo com o 
preconizado no Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde no. 16, 
analise as afirmativas a seguir: 
 
I – a hipoglicemia acarreta sintomas neuroglicopênicos, caracterizados por: 
fome, tontura, fraqueza, dor de cabeça, confusão, coma, convulsão. 
 
II – na hipoglicemia, as manifestações de liberação do sistema simpático 
caracterizam-se por: sudorese, taquicardia, apreensão, tremor. 
7. (Prefeitura de São João da Barra – RJ/BIO-RIO/2015) 
 
III – no paciente diabético, a hipoglicemia se caracteriza por valores de 
glicemia abaixo de 80 mg/dL. 
 
IV – a hipoglicemia pode ser grave quando a secreção de hormônios 
contra-reguladores é deficiente. 
 
 
 
As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:70 mg/dL 
a) V, V, F, V. 
A liberação de hormônios contra-reguladores (glucagon, 
epinefrina e adrenalina) aumenta a produção de glicose 
do corpo. 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
24 
Hemorragia 
Digestiva 
Questões 
8. (Prefeitura de Sumé-PB/UFCG-COMPROV/2014) São causas comuns de 
hemorragia digestiva alta de origem esofágica 
 
a) Varizes esofágicas, esofagite, lacerações de Mallory - Weiss 
 
b) Divertículo de Meckel, varizes esofágicas, úlceras pépticas 
 
c) Tumores, lacerações de Mallory – Weiss, colite ulcerativa 
 
d) Lesões de Dieulafoy, pólipos, diverticulose 
 
e) Tumores, úlceras pépticas, divertículo de Meckel 
dilatações dos vasos do esôfago 
inflamação da mucosa do esôfago 
ruptura mucosa na junção-gástrica 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
25 
C
o
n
ce
it
o
s 
Divertículo de Meckel 
Anomalia congênita mais comum do 
intestino delgado 
Úlceras pépticas Ferida na parede do estômago ou duodeno 
Colite ulcerativa Doença inflamatória do cólon, intestino 
grosso 
Lesões de Dieulafoy 
Lesão hemorrágica, causada por erosão da 
mucosa do corpo gástrico 
Pólipos 
Crescimento anormal dentro do intestino, 
às vezes, pode formar um câncer 
Diverticulose 
Doença estrutural → saliências no formato 
de bolsas (divertículos) no TGI. 
9. (Prefeitura de Osasco – SP/FGV/2014) Relacione o tipo de hemorragia 
digestiva à manifestação clínica correspondente. 
 
1. Melena 
 
2. Hematêmese 
 
3. Hematoquezia 
 
 
( ) Presença de sangue vivo nas fezes. 
 
( ) Eliminação de fezes líquidas, escuras (sangue digerido) e odor fétido. 
 
( ) Vômito com sangue vivo ou aspecto de “borra de café”. 
 
Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo. 
a) 3 – 1 – 2 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
26 
10. (Prefeitura de Vassouras – RJ/FUNCAB/2014) A ocorrência de fezes 
com sangue escuro e cheiro fétido, geralmente provocada por 
hemorragia digestiva alta, é denominada de: 
 
a) epistaxe. 
 
b) hematêmese 
 
c) hemoptise. 
 
d) metrorragia. 
 
e) melena. 
11. (HU-UFJF/EBSERH/AOCP/2015) Paciente de 80 anos, internado na 
UTI há 02 dias, apresenta sangramento digestivo baixo (sangramento 
pelo ânus) com presença de coágulos. Foi avaliado com sonda 
nasogástrica, cujo aspirado revelou bile clara. Seus sinais vitais estão 
estáveis. De acordo com o caso clínico, é correto afirmar que 
 
a) deve ser realizada endoscopia. 
 
b) a causa mais provável é neoplasia do cólon. 
 
c) a causa mais provável é sangramento por divertículos. 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
27 
11. (HU-UFJF/EBSERH/AOCP/2015) 
 
d) deve ser realizada colonoscopia. 
 
e) em caso de piora hemodinâmica deve ser solicitada tomografia 
computadorizada do abdômen para localizar o ponto de sangramento. 
12. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) Considerando a Hemorragia Digestiva Alta 
(HDA), leia as frases abaixo e marque (F) se a afirmativa for falsa e (V) se for 
verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência 
correta de cima para baixo. 
 
( ) As principais manifestações de sangramento são: hematêmese e melena. 
 
( ) A evolução da HDA é pior em idosos 
 
( ) As causas mais comuns são ulcera duodenal, doença inflamatória 
intestinal, doença diverticular e hemobilia. 
 
( ) A terapêutica consiste em pausa alimentar, estabilização clínica e 
reposição volêmica inicial. 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
28 
12. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) 
 
a) V, V, V, V. 
 
b) V, V, F, V. 
 
c) F, F, V, V. 
 
d) V, V, F, F. 
CAD & SHHNC 
Questões 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
29 
13. (HUAC-UFCG/ UFCG-COMPROV/2014) As três características clínicas 
principais da cetoacidose diabética são: 
a) Hipoglicemia; desidratação; acidose 
 
b) Hipoglicemia, convulsões; dificuldade em acordar 
 
c) Hiperglicemia; alcalose; poliúria 
 
d) Hiperglicemia; cetonúria; hipotensão 
 
e) Hiperglicemia; desidratação; acidose 
14. (Instituto Federal de Sergipe - IF-SE/ DOM CINTRA/2014) A 
cetoacidose diabética é uma situação grave cujo principal sintoma 
clínico é a: 
 
a) hipercalcemia 
 
b) Desidratação 
 
c) Hipoglicemia 
 
d) anúria 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
30 
15. (Prefeitura de Duque de Caxias-RJ/IDECAN/2014) A cetoacidose 
diabética é definida como uma disfunção metabólica grave causada pela 
deficiência relativa ou absoluta de insulina. Acerca da cetoacidose diabética, 
assinale a alternativa INCORRETA. 
a) Alteração do sensório. 
b) Respiração acidótica. 
c) Caracteriza-se clinicamente por desidratação. 
d) Deficiência relativa ou absoluta dos hormônios contrarreguladores. 
e) Insulina presente em quantidade suficiente e utilizada apropriadamente. 
16. (Prefeitura de Sertãozinho-SP/VUNESP/2012) Uma funcionária da 
escola do município queixou-se de dor abdominal, episódios de vômitos e 
ardência ao urinar, aparentava-se cansada e desidratada. O profissional de 
saúde realizou o teste de glicemia capilar em jejum, com resultado de 350 
mg/dL. Considerando os sinais e sintomas e o resultado laboratorial, a 
suspeita é de 
 
a) síndrome do intestino irritável. 
 
b) gastrite erosiva. 
 
c) cetoacidose diabética. 
 
d) endometriose. 
 
e) síndrome nefrótica. 
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17. (Prefeitura de Serra-ES/FUNCAB/2011) Uma das principais 
complicações agudas do diabetes é a cetoacidose diabética, cujos 
principais aspectos clínicos são: 
 
a) dor torácica e oligúria. 
 
b) disúria e oligofagia. 
 
c) oligúria e polassiúria. 
 
d) hiperglicemia e desidratação. 
 
e) taquicardia e oligofagia. 
18. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) Um paciente, sexo masculino, internado 
na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) apresentou um quadro clínico 
caracterizado por poliúria, polidipsia, náuseas, vômitos, dor abdominal, 
fraqueza, perda de peso e distúrbios visuais, desidratação intensa, 
taquicardia, hipotensão, hálito cetônico, alteração do nível de 
consciência e alteração do padrão respiratório. O quadro apresentado 
pelo paciente indica: 
 
a) Hipoglicemia. 
b) Acidente Vascular Cerebral. 
c) Cetoacidose diabética. 
d) Hiperglicemia leve. 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01
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GABARITO 
01 – C 
02 – A 
03 – B 
04 – C 
05 – A 
06 – A 
 
 
07 – A 
08 – A 
09 – A 
10 – E 
11 – D 
12 – B 
 
 
13 – E 
14 – B 
15 – E 
16 – C 
17 – D 
18 – C 
Obrigada! 
Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01

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