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1 Urgências e Emergências Clínicas Edema agudo de pulmão Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 2 Acumulo anormal de líquido no tecido pulmonar, no espaço alveolar ou em ambos.Condição grave e potencialmente fatal. É uma das causas mais frequentes de insuficiência respiratória; Interfere na troca gasosa, provocando uma alteração na via difusora entre os alvéolos e os capilares pulmonares; Pode ser atribuído a várias etiologias, sendo a de origem cardiogênica a mais frequente. Os sinais e sintomas característicos são dispneia acentuada, cianose central, fome de ar e hemoptoicos. Considerações Iniciais Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 3 Outras Considerações Pode se dar devido ao aumento da pressão microvascular – devido a função cardíaca anormal Hipervolemia ou aumento súbito da pressão intravascular no pulmão Pneumectomia – edema pulmonar de “flash” Edema pulmonar de reinsuflação – após pneumotórax ou derrame pleural Síndrome do desconforto respiratório agudo Choque séptico; uremia; CID Queimaduras extensas; politransfusão Superdosagem de narcoticos Pneumonia aspirativa; Pneumonite por irrdiação Infarto Agudo do Miocárdio IC Crônica ETIOLOGIAS NÃO CARDÍACAS ETIOLOGIAS CARDÍACAS Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 4 Agitação psicomotora – redução de O2 cerebral; Dispneia – tosse com secreção rosea espumosa Alteração do nível de consciência; Distenção das veias do pescoço Sensação de morte iminente; Intolerância ao decúbito baixo; Pele fria, palidez (pele acinzentada), Cianose, diaforese; Diminuição na SO2 Utilização de musculatura acessória. SINAIS E SINTOMAS Taquicardia; Pressão arterial elevada ou baixa; Aumento da trama vascular intersticial - radiografia Estertores subcrepitantes basais ou difusos. EXAME FÍSICO Oxigenioterapia Diuréticos Morfina Nitroprussiato de sódio Dobutamina Nitroglicerina ou nitratos Ventilação mecânica não invasiva Intubação e ventilação mecânica Tratamento Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 5 Administração de medicamentos IV; Assistência na oxigenioterapia; Assistência na intubação e ventilação, se houver insuficiência respiratória; Colocar o paciente em um posição ereta; Assegurar acesso venoso calibroso para a administração dos medicamentos; Coletar amostras de sangue para exames laboratoriais e gasometria; Monitorar o nível de consciência e tempo de enchimento capilar; Acompanhar ECG e SSVV. Cuidado de Enfermagem Hipoglicemia Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 6 •Descompasso no horário da ingestão alimentar → pico de ação da insulina, agente hipoglicemiante oral, sexo masculino, níveis menores de hemoglobina glicada e maior duração da doença . CAUSAS Considerações Iniciais Hipoglicemia é a diminuição dos níveis glicêmicos – com ou sem sintomas – para valores abaixo de 70 mg/dL; Os sintomas clínicos, entretanto, usualmente ocorrem quando a glicose plasmática é menor de 60 mg/dl a 50 mg/dl, podendo esse limiar ser mais alto, para aqueles pacientes cujas médias de glicemias são elevadas, ou mais baixo para aqueles que fazem tratamento intensivo e estão acostumados a glicemias mais baixas (BRASIL, 2012;2013). •Sinais e sintomas → oriundos ativação do SN Simpático: palidez, sudorese, tremores, taquicardia, palpitação, nervosismo e fome. HIPOGLICEMIA LEVE • Incapacidade concentração, cefaleia, tonturas, confusão, lapsos de memória, dormência nos lábios e da língua, coordenação comprometida, dentre outros. HIPOGLICEMIA MODERADA • Convulsões, comportamento desorientado, dificuldade em despertar do sono ou perda da consciência. HIPOGLICEMIA GRAVE Classificação Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 7 Fome Tontura Fraqueza Dor de cabeça Confusão Coma Convulsão Sudorese Taquicardia Apreensão Tremor Sintomas Neuroglicopênicos Sintomas desencadeados pela insuficiência do suprimento de glicose para o cérebro. Paciente Consciente Adm. de 15-20 g de carboidrato de ação rápida; Repetição do tratamento em 10 - 15 min. – caso não haja melhora; Adm. de mais alimentos de ação prolongada → combinação de carboidratos e proteínas ou gorduras após os sintomas recuarem. Notificação imediata (se o paciente estiver fora do hospital) se os sintomas não recuarem após 2 ou 3 adm. de carboidratos de ação rápida. Cuidados de Enfermagem Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 8 Cuidados de Enfermagem ATENÇÃO! Para pacientes inconscientes ou com piora dos sintomas: administrar por via intravenosa de 25 mL de glicose a 50% - 3 mL/min e manter veia com glicose a 10% até atingir os níveis sanguíneos desejados Hemorragia Digestiva Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 9 Definição Perda de sangue → tubo digestivo (esófago, estômago, intestino delgado, intestino grosso ou canal anal). Clinicamente → exteriorização de hematêmese, melena ou enterorragia, → causa frequente de hospitalização de urgência Benignas e Frequentes Hemorróidas Fissuras do ânus Condições + graves Úlcera péptica ou Cancro do tubo digestivo → (esófago, estômago ou cólon). Causa e fatores de risco Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 10 Hemorragias Digestivas Altas (HDA) Decorrem de lesões proximais ao ligamento de Treitz Caracterizadas por hematêmese e/ou melena Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 11 Hemorragias Digestivas Baixas (HDB) Decorrem de lesões distais ao ligamento de Treitz Caracterizada por enterorragia CAD & SNCHH Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 12 •Ausência ou quantidade acentuadamente inadequada de insulina: estado hiperglicêmico, acidótico e de depleção de volume DEFINIÇÃO • ↓ ou omissão da dose de insulina, doença ou infecção, diabetes não diagnosticado e não tratado, medicações hiperglicemiantes, intercorrências graves (IAM, AVC e traumas). PRINCIPAIS CAUSAS • + comum no DM tipo I. ATENÇÃO! Cetoacidose Diabética (CAD) -> Quadro clínico que é uma evolução lenta e progressiva dos sinais e sintomas do diabetes, com polidipsia, vômitos, perda de peso, sonolência, torpor, que finalmente pode levar ao coma. -> No exame físico há desidratação com pele seca e fria, língua seca, olhos encovados, fácies hiperemiada, agitação, pulso rápido, hiperpneia e respiração de Kussmaul nos casos mais graves de cetoacidose. -> Pode haver presença de dor abdominal, podendo-se observar defesa muscular abdominal, provocada pela desidratação, que dificulta o deslizamento dos folhetos da pleura e peritônio. Cetoacidose Diabética (CAD) Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 13 Náuseas e vômitos Dor abdominal Taquipneia Hálito cetônico Fadiga e fraqueza Diurese ↑ Alteração do nível de consciência Arritmia cardíaca Convulsão Visão turva Alt. no nível de consciência Hiperventilação / desidratação CAD: Sinais e Sintomas Hiperglicemia - (glicemia maior de 250 mg/dl), Cetonemia e acidose metabólica (pH <7,3 e bicarbonato <15 mEq/l) CAD: Diagnóstico Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 14 CAD: Complicações Esse quadro pode se agravar, levando a complicações como choque, distúrbio hidroeletrolítico, insuficiência renal, pneumonia de aspiração, síndrome de angústia respiratória do adulto e edema cerebral em crianças. Reidratação: aumenta a excreção de glicosepelos rins. Restauração dos eletrólitos: principalmente o potássio Reversão da acidose: é revertida com insulina CAD: Tratamento Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 15 • É uma emergência diabética grave, com taxa de mortalidade entre 10 a 50%, em que a hiperosmolaridade e a hiperglicemia predominam, com alteração do sensório. DEFINIÇÃO • O nível de insulina está muito baixo para impedir a hiperglicemia, porém está alto o suficiente para evitar a degradação dos lipídios PRINCIPAL CARACTERÍSTICA • O tratamento é semelhante ao da CAD. ATENÇÃO! Síndrome Hiperosmolar Hipergliêmica não Cetótica -> A síndrome hiperosmolar não cetótica é um estado de hiperglicemia grave (superior a 600 mg/dl a 800 mg/dL) acompanhada de desidratação e alteração do estado mental, na ausência de cetose. -> Ocorre apenas no diabetes tipo 2, em que um mínimo de ação insulínica preservada pode prevenir a cetogênese. A mortalidade é mais elevada que nos casos de cetoacidose diabética devido à idade mais elevada dos pacientes e à gravidade dos fatores precipitantes. Síndrome Hiperosmolar Hipergliêmica não Cetótica Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 16 => Os indivíduos de maior risco são os idosos, cronicamente doentes, debilitados ou institucionalizados, com mecanismos de sede ou acesso à água prejudicados. => Os fatores precipitantes são doenças agudas como AVC, IAM ou infecções, particularmente a pneumonia, uso de glicocorticoides ou diuréticos, cirurgia, ou elevadas doses de glicose (por meio de nutrição enteral ou parenteral ou, ainda, de diálise peritoneal. Síndrome Hiperosmolar Hipergliêmica não Cetótica Náuseas e vômitos Dor abdominal Taquipneia e taquicardia Febre e hipotensão Fadiga e fraqueza Poliúria Alteração do nível de consciência Desidratação Convulsão focais SHHNC: Sinais e Sintomas Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 17 Assegurar permeabilidade das vias aéreas; Administrar oxigênio; Estabelecer acesso venoso calibroso; Iniciar reposição volêmica com SF 0,9%; Iniciar insulinoterapia em bolus e por infusão contínua. Cuidado de Enfermagem Edema agudo de pulmão Questões Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 18 1. (Pref. Brasília de Minas/MG/UNIMONTES/2015) O edema pulmonar é um acúmulo anormal de líquido nos pulmões, que pode levar à falta de ar. Sobre essa patologia, é CORRETO afirmar: a) As manifestações clínicas incluem: pulso cheio e rápido, mãos frias e úmidas, respiração rápida, ruidosa e com estridor, queda de saturação de oxigênio e perda de peso. b) Como cuidado de enfermagem, com efeito imediato para aumentar o retorno venoso, o paciente deve ser posicionado ereto, preferivelmente com as pernas pendendo sobre a lateral do leito. 1. (Pref. Brasília de Minas/MG/UNIMONTES/2015) c) O edema pulmonar, embora menos comum, também pode ser causado por distúrbios não cardíacos, como insuficiência renal, insuficiência hepática e condições oncológicas, que fazem com que o corpo retenha líquido. d) O rápido aumento na pressão atrial resulta em um aumento agudo na pressão venosa pulmonar, o que produz uma diminuição na pressão hidrostática, que força o líquido para fora dos capilares pulmonares e para dentro dos espaços intersticiais e alvéolos. MICROVASCULAR Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 19 2. (EBSERH/HE-UFPel-2015) O edema agudo de pulmão (EAP) é um quadro clínico originado por outros agravos, que requer ação imediata da equipe multiprofissional em virtude de instabilidade hemodinâmica, podendo levar ao óbito. O EAP pode ser desencadeado por patologias cardiogênicas, como insuficiência cardíaca, principalmente a insuficiência cardíaca esquerda, coronariopatias, valvopatias, arritmias e crise hipertensiva; ou não cardiogênicas como a hipoxemia, afecções respiratórias, em que haja diminuição da complacência pulmonar e alterações da relação ventilação/perfusão. Assinale a alternativa que indique um dos cuidados de enfermagem a serem prescritos no tratamento inicial a um paciente admitido em EAP. 2. (EBSERH/HE-UFPel-2015) a) Assegurar a permeabilidade das vias aéreas realizando a aspiração de secreções, se necessário. b) Aumentar velocidade de infusão de soroterapia. c) Posicionar o paciente em tredelenburg. d) Banho de aspersão. e) Aumentar ingesta hídrica. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 20 3. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) Para diminuir o retorno venoso e diminuir a pré- carga pela diminuição da pressão hidrostática capilar pulmonar, reduzindo a congestão pulmonar, o paciente com Edema Agudo de Pulmão deve a) Adotar a posição de Trendelenburg. b) Ser posicionado sentado, elevando a cabeceira 60° a 90°, com os membros inferiores pendentes. c) Adotar a posição de Fowler com elevação de 30° a 45°, com os membros inferiores elevados a 60°. d) Adotar a posição de Sims, com elevação dos membros inferiores a 30°. 4. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) São manifestações de pacientes com Edema Agudo de Pulmão: a) Letargia, cefaleia, confusão, distúrbios visuais e convulsões, todos com início agudo ou subagudo. b) Dor lancinante, que pode ser precordial ou se irradiar para as costas; pulsos assimétricos; e sopro diastólico em foco aórtico. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 21 4. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) c) Angustia e dificuldade para respirar e falar; estertores pulmonares; baixa saturação de oxigênio, que pode ser caracterizada por cianose; estase jugular; síndrome coronariana aguda; dor ou sensação de opressão precordial, acompanhada ou não de náuseas, dispneia e sudorese fria; B4 presente; e alteração ECG. d) Diagnóstico prévio de pré-eclâmpsia e que desenvolve convulsões. Hipoglicemia Questões Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 22 5. (Prefeitura de Carandaí-MG/REIS & REIS/2014) A hipoglicemia é quando há uma diminuição dos níveis glicêmicos a valores abaixo de 60 a 70 mg/dl. Normalmente essa queda leva a sintomas neuroglicopênicos Assinale a alternativa que contenha um sinal não considerado neuroglicopênico. a) Cefaleia, caquexia b) Fome, tontura, fraqueza c) Dor de cabeça, confusão d) Coma, convulsão 6. (Prefeitura de Palhoça-SC/FEPESE/2014) Níveis de glicemia inferior a ___ mg/dl podem causar taquicardia, tremores, palpitações, sudorese e parestesias. Quando inferior a ___mg/dl, o paciente passa a apresentar manifestações neurológicas como sonolência, ataxia, dificuldade de concentração, alterações de comportamento e convulsão, podendo levar ao coma. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto. a) 55 ; 50 Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 23 7. (Prefeitura de São João da Barra – RJ/BIO-RIO/2015) A hipoglicemia é uma complicação que deve ser tratada prontamente. De acordo com o preconizado no Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde no. 16, analise as afirmativas a seguir: I – a hipoglicemia acarreta sintomas neuroglicopênicos, caracterizados por: fome, tontura, fraqueza, dor de cabeça, confusão, coma, convulsão. II – na hipoglicemia, as manifestações de liberação do sistema simpático caracterizam-se por: sudorese, taquicardia, apreensão, tremor. 7. (Prefeitura de São João da Barra – RJ/BIO-RIO/2015) III – no paciente diabético, a hipoglicemia se caracteriza por valores de glicemia abaixo de 80 mg/dL. IV – a hipoglicemia pode ser grave quando a secreção de hormônios contra-reguladores é deficiente. As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:70 mg/dL a) V, V, F, V. A liberação de hormônios contra-reguladores (glucagon, epinefrina e adrenalina) aumenta a produção de glicose do corpo. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 24 Hemorragia Digestiva Questões 8. (Prefeitura de Sumé-PB/UFCG-COMPROV/2014) São causas comuns de hemorragia digestiva alta de origem esofágica a) Varizes esofágicas, esofagite, lacerações de Mallory - Weiss b) Divertículo de Meckel, varizes esofágicas, úlceras pépticas c) Tumores, lacerações de Mallory – Weiss, colite ulcerativa d) Lesões de Dieulafoy, pólipos, diverticulose e) Tumores, úlceras pépticas, divertículo de Meckel dilatações dos vasos do esôfago inflamação da mucosa do esôfago ruptura mucosa na junção-gástrica Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 25 C o n ce it o s Divertículo de Meckel Anomalia congênita mais comum do intestino delgado Úlceras pépticas Ferida na parede do estômago ou duodeno Colite ulcerativa Doença inflamatória do cólon, intestino grosso Lesões de Dieulafoy Lesão hemorrágica, causada por erosão da mucosa do corpo gástrico Pólipos Crescimento anormal dentro do intestino, às vezes, pode formar um câncer Diverticulose Doença estrutural → saliências no formato de bolsas (divertículos) no TGI. 9. (Prefeitura de Osasco – SP/FGV/2014) Relacione o tipo de hemorragia digestiva à manifestação clínica correspondente. 1. Melena 2. Hematêmese 3. Hematoquezia ( ) Presença de sangue vivo nas fezes. ( ) Eliminação de fezes líquidas, escuras (sangue digerido) e odor fétido. ( ) Vômito com sangue vivo ou aspecto de “borra de café”. Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo. a) 3 – 1 – 2 Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 26 10. (Prefeitura de Vassouras – RJ/FUNCAB/2014) A ocorrência de fezes com sangue escuro e cheiro fétido, geralmente provocada por hemorragia digestiva alta, é denominada de: a) epistaxe. b) hematêmese c) hemoptise. d) metrorragia. e) melena. 11. (HU-UFJF/EBSERH/AOCP/2015) Paciente de 80 anos, internado na UTI há 02 dias, apresenta sangramento digestivo baixo (sangramento pelo ânus) com presença de coágulos. Foi avaliado com sonda nasogástrica, cujo aspirado revelou bile clara. Seus sinais vitais estão estáveis. De acordo com o caso clínico, é correto afirmar que a) deve ser realizada endoscopia. b) a causa mais provável é neoplasia do cólon. c) a causa mais provável é sangramento por divertículos. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 27 11. (HU-UFJF/EBSERH/AOCP/2015) d) deve ser realizada colonoscopia. e) em caso de piora hemodinâmica deve ser solicitada tomografia computadorizada do abdômen para localizar o ponto de sangramento. 12. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) Considerando a Hemorragia Digestiva Alta (HDA), leia as frases abaixo e marque (F) se a afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo. ( ) As principais manifestações de sangramento são: hematêmese e melena. ( ) A evolução da HDA é pior em idosos ( ) As causas mais comuns são ulcera duodenal, doença inflamatória intestinal, doença diverticular e hemobilia. ( ) A terapêutica consiste em pausa alimentar, estabilização clínica e reposição volêmica inicial. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 28 12. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) a) V, V, V, V. b) V, V, F, V. c) F, F, V, V. d) V, V, F, F. CAD & SHHNC Questões Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 29 13. (HUAC-UFCG/ UFCG-COMPROV/2014) As três características clínicas principais da cetoacidose diabética são: a) Hipoglicemia; desidratação; acidose b) Hipoglicemia, convulsões; dificuldade em acordar c) Hiperglicemia; alcalose; poliúria d) Hiperglicemia; cetonúria; hipotensão e) Hiperglicemia; desidratação; acidose 14. (Instituto Federal de Sergipe - IF-SE/ DOM CINTRA/2014) A cetoacidose diabética é uma situação grave cujo principal sintoma clínico é a: a) hipercalcemia b) Desidratação c) Hipoglicemia d) anúria Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 30 15. (Prefeitura de Duque de Caxias-RJ/IDECAN/2014) A cetoacidose diabética é definida como uma disfunção metabólica grave causada pela deficiência relativa ou absoluta de insulina. Acerca da cetoacidose diabética, assinale a alternativa INCORRETA. a) Alteração do sensório. b) Respiração acidótica. c) Caracteriza-se clinicamente por desidratação. d) Deficiência relativa ou absoluta dos hormônios contrarreguladores. e) Insulina presente em quantidade suficiente e utilizada apropriadamente. 16. (Prefeitura de Sertãozinho-SP/VUNESP/2012) Uma funcionária da escola do município queixou-se de dor abdominal, episódios de vômitos e ardência ao urinar, aparentava-se cansada e desidratada. O profissional de saúde realizou o teste de glicemia capilar em jejum, com resultado de 350 mg/dL. Considerando os sinais e sintomas e o resultado laboratorial, a suspeita é de a) síndrome do intestino irritável. b) gastrite erosiva. c) cetoacidose diabética. d) endometriose. e) síndrome nefrótica. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 31 17. (Prefeitura de Serra-ES/FUNCAB/2011) Uma das principais complicações agudas do diabetes é a cetoacidose diabética, cujos principais aspectos clínicos são: a) dor torácica e oligúria. b) disúria e oligofagia. c) oligúria e polassiúria. d) hiperglicemia e desidratação. e) taquicardia e oligofagia. 18. (SSA-HMDCC/IBFC/2015) Um paciente, sexo masculino, internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) apresentou um quadro clínico caracterizado por poliúria, polidipsia, náuseas, vômitos, dor abdominal, fraqueza, perda de peso e distúrbios visuais, desidratação intensa, taquicardia, hipotensão, hálito cetônico, alteração do nível de consciência e alteração do padrão respiratório. O quadro apresentado pelo paciente indica: a) Hipoglicemia. b) Acidente Vascular Cerebral. c) Cetoacidose diabética. d) Hiperglicemia leve. Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01 32 GABARITO 01 – C 02 – A 03 – B 04 – C 05 – A 06 – A 07 – A 08 – A 09 – A 10 – E 11 – D 12 – B 13 – E 14 – B 15 – E 16 – C 17 – D 18 – C Obrigada! Tatiane Da Silva Brunetto - 017.591.261-01