Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Paulo Afonso, BA
2017
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
Organização Sete de Setembro de Cultura e Ensino – LTDA
Faculdade Sete de Setembro – FASETE
Curso de Bacharelado Biomedicina
Fase pré- analítica: É a fase, dentro das atividades do laboratório clínico que vai desde a requisição dos exames até a  disponibilização das amostras do paciente para a fase analítica ou de processos analíticos.
Pré- analítica, Analítica, Pós - analítica
BIOMEDICINA
Fase pré – analítica 
Avaliação da qualidade da amostra
Erros mais comuns:
Fatores que interferm no resultado final
Fase analítica 
É realizada a análise do material coletado. São diversos os processos envolvidos nessa fase, na dependência do método analítico empregado, envolvimento de pessoas e, sobretudo, o emprego de métodos de controle para garantia de resultados mais acertados.
Verificação de instrumentos e reagentes
Verificação do estado de controle dos sistemas
Monitorização dos processos de analises
Manutenção de soroteca
Manutenção de soroteca.
6
Segundo a RDC 302/2005 da Anvisa:  4.20 FASE PÓS-ANALÍTICA: FASE QUE SE INICIA APÓS A OBTENÇÃO DE RESULTADOS VÁLIDOS DAS ANÁLISES E FINDA COM A EMISSÃO DO LAUDO, PARA A INTERPRETAÇÃO PELO SOLICITANTE. Porém, muitos consideram essa fase numa extensão até o processo de utilização da informação para tomada de decisão médica.
Fase pós analítica 
A importância da Parasitologia
PARASITOLOGIA
Ciência que estuda os organismos (Parasitos)
Exame parasitológico das fezes (EPF)
Detecta a existência de parasitas intestinais (Protozoários e Helmintos).
Protozoários causadores de doenças mais comuns:
Os helmintos causadores de doenças mais comuns: 
Sedimentação Espontânea- Método de Hoffman: larvas, ovos e cistos.
URINÁLISE
A urinálise é o exame não invasivo de grande importância para avaliar a função renal. Com o auxílio deste exame pode-se diagnosticar diversas patologias, monitorar o progresso destas doenças no organismo, acompanhar a eficácia do tratamento e ainda constatar a cura.
Coleta: O paciente deve ser informado sobre o passo a passo de como fazer a coleta adequada para que não haja interferências nos resultados dos exames.
O exame de urina é composto por: 
Exame Físico
Exame Químico
Sedimentoscopia
EXAME FÍSICO
Volume
Cor
Aspecto
Densidade
EXAME QUÍMICO
Fitas Reagentes:
Urobilinogênio
Glicose
Corpos Cetônicos
Bilirrubina
Proteínas
Nitrito
Leucócitos
pH
Sangue
SEDIMENTOSCOPIA
Para a análise microscópica, é necessária a centrifugação e concentração da urina em condições padronizadas. O sedimento concentrado é analisado à microscopia óptica, à procura de elementos anormais.
HEMATOLOGIA
HEMATOLOGIA
COLETA SANGUÍNEA
1ª etapa para realização do Hemograma.
CONFECÇÃO DO ESFREGAÇO usado para fazer diferenciação entre os leucócitos. 
COLORAÇAO
Eosina 10s
Onde vai avaliar os:
Hematócrito (HTC) É a porcentagem da massa da hemácia em relação ao volume sanguíneo.
Hemácias são os glóbulos vermelhos.
Hemoglobina (HB) é uma proteína presentes nas hemácias.
VCM ajuda na observação do tamanho das hemácias.
HCM peso da Hb, dentro das hemácias.
CHCM concentração de Hb dentro das hemácias.
RDW indica variação de tamanho (Anisocitose)
HEMATOLOGIA
VCM = Hematócrito x 10/ Contagem de hemácias x 10
HCM = HB x 10/ contagem de hemácias x 10
CHCM = HB x 10/ hematócrito
RDW
ERITROGRAMA
HEMATOLOGIA
Geralmente é a segunda parte do hemograma, é constituída pelos glóbulos brancos, e é onde acontece a avaliação do número de leucócitos totais e a contagem de leucócitos diferencial 
LEUCOGRAMA
LEUCOCITOSE
LEUCOPENIA
HEMATOLOGIA
LEUCOGRAMA
PLAQUETAS
HEMATOLOGIA
PLAQUETOGRAMA
As plaquetas são responsáveis pela coagulação sanguínea, e sua contagem é útil para o esclarecimento de sangramentos ou de formação inapropriada de coágulos. O valor normal das plaquetas varia entre 150.000 a 450.000 por microlitro (uL).
TROMBOCITOPENIA
TROMBOCITOSE
CONTAGEM DE PLAQUETAS
HEMATOLOGIA
TP
TTPA
É o tempo entre a adição do cálcio e a coagulação. E esse teste vai avaliar a via extrínseca e a via comum, ou seja, os fatores VII, X, V, II e o fibrinogênio. O testepode auxiliar no acompanhamento do uso de anticoagulantes e na avaliação do risco cirúrgico.
Este teste avalia todos os fatores da coagulação, exceto o FVII e o FXIII. E esse exame tem utilidade na detecção de deficiências congênitas e adquiridas dos fatores da via intrínseca da coagulação
HEMATOLOGIA
SISTEMA ABO
Serve para avaliar casos de transfusão de sangue e também a eritroblastose fetal – quando a mãe tem RH negativo e o filho, positivo.
HEMATOLOGIA
HEMATOLOGIA
VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTAÇÃO (VHS)
É um exame de sangue que avalia a velocidade de sedimentação das hemácias, podendo indicar se há alguma inflamação no organismo, como por exemplo uma simples gripe ou resfriado ou inflamações mais graves como pancreatite aguda, por exemplo.
O VHS é o marcador preferido para avaliação da eficácia do tratamento e cura, sendo o marcador preferido para avaliação da resposta terapêutica e também como critério de cura.
Proteína C- Reativa
A proteína C reativa, também conhecida pela sigla PCR, é uma proteína produzida no fígado, cuja concentração sanguínea se eleva radicalmente quando há um processo inflamatório em curso, como infecções, neoplasias, doenças reumáticas ou traumatismos.
IMUNOLOGIA
Em pessoas sadias, a PCR costuma estar abaixo de 0,3 mg/dL (3 mg/L), mas esse valor pode ser um pouco mais elevado em indivíduos idosos.
Fator Reumatoide 
O fator reumatoide é um exame de diagnóstico que avalia a quantidade de proteínas, presentes em uma amostra de sangue, que podem atacar tecidos saudáveis como por exemplo a cartilagem das articulações.
Lúpus eritematoso;
Síndrome de Sjogren;
Escleroderma;
Tuberculose;
Mononucleose;
Sífilis;
Malária;
Problemas no fígado;
Infecção no coração;
Leucemia.
VDRL
O VDRL sigla de Veneral Disease Research Laboratory, é um teste laboratorial que permite a identificação de pacientes portadores da sífilis, uma doença de transmissão sexual, causada pela espiroqueta Treponema pallidium. 
IMUNOLOGIA
Antiestreptolisina O (ASLO)
É um teste para fazer a detecção de infecções estreptocócicas gram positivas por estreptococos do tipo beta hemolítico do grupo A, bactérias que geralmente possuem resistência a um grande número de antibióticos.
MICROBIOLOGIA
O Laboratório de Microbiologia possui o objetivo de apontar o responsável por um determinado estado infeccioso e indicar através do monitoramento de populações microbianas qual o perfil dos microrganismos que estão interagindo com o homem. 
36
MICROBIOLOGIA
Esquema de identificação: Gram +
Catalase
-
Streptococcus
+
Staphylococcus
Hemólise
Beta 
Alfa 
Gama 
Coagulase
+
-
S. aureus
S. saprophyticus
Novobiocina
Teste da Bacitracina- O teste tem a finalidade de diferenciar S. pyogenes de outras cepas do grupo A.
Test de CAMP- O teste visa a identificação de cepas de S. agalactiae (grupo B). Estas cepas produzem o fator CAMP que atua sinergicamente com a β-hemolisina produzida pelo Staphylococcus aureus em ágar sangue.
Test da Optoquina- A optoquina é uma droga solúvel em água que se difunde rapidamente em meio de cultura sólido. Para este teste, em geral, utiliza-se o disco de optoquina de 6 mm contendo 5 µg da droga. 
MICROBIOLOGIA
MICROBIOLOGIA
Provas Bioquímicas 
 
Bactérias fermentadoras Bactérias não fermentadoras
Esquema de identificação: Gram -
Acinetobacter
Pseudomonas
Escherichia coli
Klebsiella pneumoniae
Teste de sensibilidade aos antimicrobianos (TSA)
Coloração de Gram
MICROBIOLOGIA
Coloração de Zihel-Neelsen
MICROBIOLOGIA
BIOQUÍMICA
COLETA
TUBOS
Tampa vermelha (Bioquímica)
Tampa cinza (Glicose)
EQUIPAMENTOS
Bioplus - Semiautomático
Centrífuga
Banho Maria
EQUIPAMENTOS/REAGENTE
Pipetas AutomáticasBioTécnica
EXAMES
Glicose
Colesterol e Frações
Triglicérides
Ácido Úrico
TGO
TGP
GAMA GT
Fosfatase Alcalina
Creanina
Ureia
Procedimento de dois exames:	
COLESTEROL
Colocar 1 ml do reagente de colesterol + 10 microlitros da amostra do paciente;
Homogeneizar; 
Colocar por 10 minutos no banho maria; 
Fazer a leitura no BioPlus.
TGO
Pré aquecer 1 ml do reagente de TGO por 3-5 minutos;
Colocar a amostra do paciente;
Homogeneizar; 
Fazer a leitura no BioPlus.
DISCUSSÃO DO AMBIENTE DE ESTÁGIO
O Estágio Supervisionado em Atividades Biomédicas I foi realizado no Laboratório Escola da FASETE – LABESF, localizado na Rua Vereador José Moreira, nº 1.000, no bairro Perpétuo Socorro em Paulo Afonso – BA, no Laboratório Municipal de referência regional de Paulo Afonso – LACEN, localizado na Avenida Getúlio Vargas, nº 125, centro, Paulo Afonso-BA e no Laboratório São Lucas, localizado na Rua Independência, 79, Centro, Delmiro Gouveia-AL. Tendo inicio no dia 8 de fevereiro com finalização no dia 14 de junho, com carga horária a ser cumprida de 260 horas. 
CASOS CLÍNICOS
Deu entrada no posto de saúde um paciente, 30 anos, sexo masculino, com cefaléia, anorexia e urina vermelha. O exame clínico revelou edema periocular e hipertensão leve. Aprofundando a história médica, revelou que a irmã teve amigdalite há um mês, tratada com sucesso. O paciente ainda informou que o próprio desenvolveu feridas nas amígdalas que durou poucos dias, mas que não foi tratado.
Resultado 
51
Com os dados, qual o provável diagnóstico?
Glomerulonefrite Aguda

Mais conteúdos dessa disciplina