Prévia do material em texto
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ Curso de Graduação em Biomedicina Coordenação de Estágio RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANÁLISES CLÍNICA II Aluna: Tatielle Feitosa Medeiros Gouveia Matrícula: 202002108568 Polo: Setor Sul ll- Barra do Garças/MT Centro- Universidade Estácio de Ribeirão Preto. E-mail: tatiellefm@hotmail.com Barra do Garças 2023 TATIELLE FEITOSA MEDEIROS GOUVEIA RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANÁLISES CLÍNICA II Trabalho elabora pela acadêmica Tatielle Feitosa Medeiros Gouveia, como relatório final do estágio supervisionado em Análises Clínica II, sob a Supervisão da Biomédica Janaina Cipriano dos Santos, e orientado pela professora: Alice Ornelas. Barra do Garças 2023 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ........................................................................................... 3 DESENVOLVIMENTO .................................. Error! Bookmark not defined. DEPENDEDÊNCIAS DO LABORATÓRIO ............................................... 4 HEMATOLOGIA ........................................................................................ 6 BIOQUÍMICA ........................................................................................... 12 IMUNOLOGIA .......................................................................................... 16 MICROBIOLOGIA ................................................................................... 21 URINÁLISE .............................................................................................. 23 COPROLOGIA ........................................................................................ 25 CONCLUSÃO .......................................................................................... 27 ANEXOS .................................................................................................. 29 3 INTRODUÇÃO Dando continuidade ao Estágio em Análises Clínica da disciplina de Estágio Supervisionado em Biomedicina II pela professa, Alice Ornelas, realizado no Laboratório Central de Análises Clínica na cidade de Barra do Garças – MT. Situado na Rua Pires de Campos, esquina com a Rua Waldir Rabelo – Centro. No período matutino das 06hs às 12hs, supervisionado por Janaina Cipriana dos Santos, CRBM 16779/GO 3ª Região. Para o melhor aprendizado e conhecimento em geral, o estágio em Análises Clínicas, me proporcionou o desenvolvimento, habilidades técnicas e competências profissionais, necessárias para atuar em campo. Para o tratamento, prevenção e cura de várias patologias, as análises clínicas são de grande importância. Fornece informações precisas e objetivas sobre o estado de saúde de um paciente. Diagnosticar doenças com maior precisão, identificar patologias e seus estágios. Para pacientes com doenças crônicas, como diabetes, doenças cardíacas ou câncer, ajudam a monitorar o progresso da doença, ajustar os tratamentos conforme necessário e evitar complicações. Nos testes de colesterol, podem identificar fatores de risco e condições precoces, permitindo a intervenção antes que a doença se desenvolva ou se agrave. Antes de cirurgias ou procedimentos invasivos, os exames de análises são frequentemente realizados para garantir que o paciente esteja em boas condições de saúde e minimizar os riscos associados aos procedimentos. Os exames microbiológicos ajudam a identificar infecções bacterianas, virais e fúngicas. O tratamento eficaz de infecções, bem como para conter a disseminação de doenças infecciosas. Os exames de análises clínicas são vitais para a pesquisa médica. Eles nos ajudam a entender melhor as doenças, desenvolver novos tratamentos e medicamentos e melhorar os protocolos de cuidados de saúde. Os resultados de análises clínicas podem ser uma ferramenta poderosa na educação do paciente. Eles permitem que os pacientes compreendam melhor sua saúde, façam escolhas informadas sobre estilo de vida e sigam planos de tratamento. Em resumo, as análises clínicas desempenham um papel central na prática médica moderna, abrangendo desde o diagnóstico inicial de doenças até o 4 monitoramento de tratamentos e a prevenção de condições de saúde. Elas são essenciais para a medicina baseada em evidências e desempenham um papel fundamental na promoção da saúde e no bem-estar dos pacientes. Meu objetivo foi aprimorar a capacidade de trabalho em equipe, comunicação efetiva e adotar boas práticas. DESENVOLVIMENTO Desempenhamos um papel fundamental no campo das análises clínicas. Por se uma área da medicina laboratorial que envolve a coleta, processamento e análise de amostras biológicas, como sangue, urina, fezes, tecidos e outros fluidos corporais, para auxiliar no diagnóstico, monitoramento e tratamento de doenças. O papel do biomédico nas análises clínicas é multifacetado e abrange várias responsabilidades. Coletar amostras de pacientes de forma adequada e segura. Incluindo a coleta de sangue, urina, swabs de tecidos, entre outros tipos de amostras. Processamento das amostras para análise laboratorial. Isso envolve a separação de componentes, como plasma ou soro, a fim de realizar testes específicos. Realização de uma ampla variedade de testes laboratoriais, como exames de sangue, análises de urina, exames microbiológicos, análises de líquidos corporais. Operar equipamentos, como microscópios e analisadores químicos, para obter resultados precisos. Após a conclusão dos testes, interpretam os resultados à luz do histórico médico do paciente e dos sintomas apresentados quando vem para nós. Eles ajudam no diagnóstico de doenças e condições médicas, fornecendo informações essenciais ao interessado. Sempre por garantir que os procedimentos de laboratório sigam padrões rigorosos de qualidade e segurança. Isso inclui a manutenção de equipamentos, a calibração de instrumentos e a adesão a regulamentos e diretrizes. É importante destacar que os biomédicos desempenham um papel crucial na equipe de saúde, fornecendo informações laboratoriais críticas, que ajuda na tomada de decisões informadas sobre o diagnóstico e o tratamento de seus pacientes. Sua contribuição desempenha um papel vital na melhoria da saúde e no tratamento de doenças. Os exames realizados em laboratórios são agrupados em várias categorias, 5 cada uma com suas características e tipos específicos de testes. As principais categorias incluem: hematologia, bioquímica, imunologia, microbiologia, genética molecular, citologia e patologia clínica. DEPENDEDÊNCIAS DO LABORATÓRIO A equipe de recepcionistas é treinada e experiente para lidar com o atendimento ao cliente de forma cortês. São capazes de fornecer informações precisas sobre os procedimentos de coleta de amostras, horários, preparação prévia necessária e responder a quaisquer dúvidas dos pacientes. Sobre o ambiente do térreo, está sempre limpo, refrigerado, bem iluminado e confortável, com assentos adequados para os pacientes, e possui um sistema de registro eficiente. Os banheiros para os pacientes são separados por sexo. Ainda no térreo, localiza-se a sala de coleta, com ambiente separado, tranquilo e com todo o material de suporte para garantir o bom atendimento e a qualidade do exame. No primeiro andar, as salas estão divididas em bioquímica, microbiologia, parasitologia, uroanálise, microscopia, almoxarifado, centrifugação e autoclave, e estufa para vidraças. Nesse local no período que estagie, pude aplicar as teorias aprendidas na faculdade na pratica do dia a dia, o que foi de extremamente valia para o meu desenvolvimento profissional. Suas orientações,paciência e apoio foram fundamentais para meu aprendizado, e estou sinceramente grata por isso. Com uma atmosfera acolhedora, tornando minha experiencia ainda mais enriquecedora. Fui inspirada pela paixão e dedicação de toda a equipe em proporcionar cuidados de saúde de qualidade e contribuir para avanços significativos na área de analises clínica. Nessa imagem a baixo podemos analisar o espaço . Imagem 01 – instalações predial do laboratório. 6 Fonte: Elaborado pela autora (2023). HEMATOLOGIA A hematologia é o ramo da medicina que se concentra no estudo do sangue, das células sanguíneas e dos distúrbios relacionados a esses componentes. Existem vários exames de hematologia que desempenham um papel fundamental na avaliação da saúde sanguínea e no diagnóstico de doenças. Aqui estão alguns exames de hematologia comuns e seus benefícios: Hemograma Completo: Benefícios: Fornece uma visão abrangente da saúde sanguínea, incluindo contagem de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, hemoglobina, hematócrito e outros parâmetros. Pode ajudar a diagnosticar anemias, infecções, distúrbios de coagulação e outras condições. Apresento uma referência usada no laboratório. Imagem 02 – referências para o padrão de hemograma completo. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Contagem de Glóbulos Brancos (Leucograma): 7 Benefícios: Ajuda a identificar infecções, inflamações e distúrbios do sistema imunológico. Também pode ser usado para monitorar a resposta a tratamentos. Imagens de microscopia de uma lâmina, para confirmação a alteração apresentada no aparelho. Imagem 03 – analises de células sanguíneas no microscópio. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Contagem de Plaquetas (Plaquetograma): Benefícios: Avalia a capacidade de coagulação do sangue. Pode ajudar a identificar distúrbios de coagulação e condições que afetam as plaquetas, como a trombocitopenia. Imagem 04 – visualização de macro plaquetas no microscópio. Fonte: Elaborado pela autora (2023). 8 Dosagem de Hemoglobina e Hematócrito: Benefícios: Avalia a quantidade de hemoglobina (proteína que transporta oxigênio) e o volume de células vermelhas no sangue. É essencial para o diagnóstico de anemias e policitemia. Na imagem 05 podemos citar os achados. Sempre colocado em observação. Imagem 05 – resultado de um hemograma completo. Fonte: Elaborado pela autora (2023). VHS (Velocidade de Hemossedimentação): Benefícios: É um indicador de inflamação no corpo. Pode auxiliar no diagnóstico de condições inflamatórias, como artrite reumatoide. Teste de Coagulação (Tempo de Protrombina, Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada): Benefícios: Avalia a capacidade de coagulação do sangue e é usado no diagnóstico e monitoramento de distúrbios hemorrágicos e trombóticos. Dosagem de Ferritina: Benefícios: Mede os níveis de ferritina, que é uma proteína de 9 armazenamento de ferro. Pode ajudar a diagnosticar deficiência de ferro e sobrecarga de ferro (hemocromatose). Imagem 06 – do resultado de uma ferratina alterada. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Eletroforese de Hemoglobina: Benefícios: Identifica diferentes tipos de hemoglobina no sangue, sendo útil no diagnóstico de distúrbios hemoglobinopáticos, como a anemia falciforme. Teste de Anticorpos Antinucleares (ANA): Benefícios: Ajuda a identificar doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico. Teste de Fator Rh: Benefícios: Determina o tipo sanguíneo Rh (fator Rhesus) de uma pessoa, o que é importante em transfusões de sangue e gravidez. Dosagem de Eritropoietina (EPO): Benefícios: Mede os níveis de EPO, uma proteína produzida pelos rins que estimula a produção de glóbulos vermelhos. É usado no diagnóstico e tratamento de anemias. Citometria de Fluxo: Benefícios: Permite a análise detalhada de diferentes tipos de células sanguíneas e é usado no diagnóstico de distúrbios hematológicos, como leucemia. Cada um desses exames de hematologia desempenha um papel específico na avaliação da saúde sanguínea e na detecção de doenças. Eles são fundamentais para o diagnóstico precoce e a monitorização. Na área de hematologia, durante o estágio, tive a oportunidade de realizar diversos exames relacionados à análise das 10 células sanguíneas. Na análise clínica, a coloração de esfregaços é uma técnica importante para realçar ou destacar estruturas celulares e microrganismos presentes em amostras biológicas. Essas técnicas de coloração ajudam no laboratório a visualizar e identificar células e patógenos sob o microscópio. Temos: Coloração de Gram: É uma das técnicas mais conhecidas e usadas em microbiologia clínica. Divide as bactérias em dois grupos principais, gram-positivas (que aparecem em roxo) e gram-negativas (que aparecem em vermelho ou rosa). Essa coloração é útil para a identificação inicial de bactérias e ajuda na escolha de antibióticos adequados. Coloração de Wright-Giemsa: É amplamente utilizada para colorir esfregaços de sangue, permitindo a visualização de diferentes tipos de células sanguíneas, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. É útil para diagnósticos hematológicos. Coloração de Papanicolaou (Pap): É usada para esfregaços cervicais e outros esfregaços ginecológicos. Ajuda na detecção precoce de células anormais que podem indicar câncer cervical. Coloração de Ziehl-Neelsen: É usada para identificar a presença de bactérias álcool-ácido resistentes, como Mycobacterium tuberculosis, causadora da tuberculose. Essa coloração resulta em células bacterianas vermelhas em um fundo azul. Coloração de Wright: É usada para esfregaços sanguíneos e permite a identificação de várias células sanguíneas, incluindo glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas. Coloração de Hematoxilina e Eosina (H&E): É amplamente utilizada para colorir tecidos em seções histológicas. A hematoxilina destaca os núcleos celulares em azul, enquanto o eosina cora o citoplasma em tons de rosa ou vermelho. Coloração de Picrosirius Red: É usada para avaliar a matriz extracelular em tecidos, destacando fibras colágenas em diferentes cores sob luz polarizada. Coloração de Gomori-Grocott: É usada na identificação de fungos em amostras clínicas, como biópsias de tecidos. Destaca as estruturas fúngicas. Coloração de Prata Impregnada: É usada para visualizar estruturas neurais, como fibras nervosas em biópsias de nervos. Essas são apenas algumas das muitas técnicas de coloração de esfregaços 11 disponíveis em laboratórios clínicos. A escolha da técnica depende do tipo de amostra, do que se deseja identificar e dos objetivos específicos do exame. Cada técnica tem suas próprias características de coloração e aplicações clínicas. Na imagem a seguir estarei demostrando duas. Imagem 07 – após o esfregaço coloração de May Grunwald, e Giemsa. Fonte: Elaborado pela autora (2023). O passo a passo do esfregaço é o seguinte, primeiro é necessário pipetar 5- 10 microlitros (µL) de sangue total, depois usando uma segunda lâmina de vidro ou uma espátula, coloque-a levemente em um ângulo de 30 a 45 graus em relação à primeira lâmina, deslize a lâmina secundária sobre a lâmina principal, espalhando o sangue de forma uniforme e deixe secar. A lâmina de vidro com o esfregaço seco em um frasco de May-Grünwald, a amostra voltada para cima, cobre completamente o esfregaço com May-Grünwald e deixe-o agir por um tempo (geralmente, cerca de 3 minutos). Após a fixação, retire o excesso de corante inclinando suavemente a lâmina sobre um recipiente apropriado para a eliminação do resíduo de corante. Para diluir o corante May-Grünwald que permanece na lâmina, adicione água destilada na lâmina. Isso é feito com uma pipeta Pasteur, adicionando algumas gotas de água destilada nalâmina e espalhando-a suavemente por toda a superfície do esfregaço. Deixa a água agir por alguns segundos. Enxágue a lâmina com água corrente suavemente para remover o excesso de corante. Não deixa que a água corra diretamente sobre o esfregaço. Deixe a lâmina secar completamente. Coloração de Giemsa Siga o procedimento de coloração de Giemsa após a preparação do esfregaço com May-Grünwald. 12 Após a coloração de Giemsa, a lâmina estará pronta para examinar. Demostrando a lâmina depois de seca no microscópio para ser examinada. Como esta apresentado na imagem abaixo. Imagem 08 – lâmina corada no aparelho de microscópio. Fonte: Elaborado pela autora (2023). BIOQUÍMICA Os exames de bioquímica, também conhecidos como exames de sangue ou testes sanguíneos, avaliam várias substâncias químicas presentes no sangue, fornecendo informações valiosas sobre a saúde e o funcionamento do corpo. Cada exame de bioquímica mede diferentes substâncias ou parâmetros sanguíneos e oferece insights específicos sobre o estado de saúde de cada um. Abaixo estão alguns exames de bioquímica comuns e seus benefícios: Perfil Lipídico: Inclui medidas como colesterol total, lipoproteína de baixa densidade (LDL), lipoproteína de alta densidade (HDL) e triglicerídeos. Benefícios: Avalia o risco de doenças cardiovasculares, como doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral. Ajuda a monitorar e gerenciar níveis de colesterol e triglicerídeos. Glicose Sanguínea (Glicemia): Mede os níveis de açúcar (glicose) no sangue. Benefícios: Diagnóstico e monitoramento de diabetes mellitus. Pode indicar desequilíbrios no metabolismo da glicose. Teste de Função Hepática: 13 Inclui medidas como as enzimas hepáticas ALT (alanina aminotransferase) e AST (aspartato aminotransferase), bilirrubina, albumina e fosfatase alcalina. Benefícios: Avalia a função do fígado e detecta doenças hepáticas, como hepatite, cirrose e esteatose hepática. Teste de Função Renal: Inclui medidas como creatinina, ureia e taxa de filtração glomerular (TFG). Benefícios: Avalia a função dos rins, detecta doenças renais, monitora a progressão da doença renal crônica e ajuda a ajustar a dosagem de medicamentos. Exame de Eletrólitos: Inclui medidas de sódio, potássio, cálcio e magnésio. Benefícios: Avalia o equilíbrio eletrolítico do corpo, importante para a função muscular, cardíaca e nervosa. Ajuda a diagnosticar distúrbios eletrolíticos. Ácido Úrico: Mede os níveis de ácido úrico no sangue. Benefícios: Ajuda no diagnóstico e monitoramento da gota e pode indicar problemas nos rins. Proteína C-Reativa (PCR): Mede os níveis de PCR, uma proteína inflamatória. Benefícios: Indica inflamação no corpo e é usado para avaliar o risco de doenças cardiovasculares e outras condições inflamatórias. Bilirrubina Total e Direta: Mede os níveis de bilirrubina no sangue. Benefícios: Auxilia no diagnóstico de doenças do fígado, como hepatite e icterícia. Enzimas Cardíacas (Troponina I e CK-MB): Medem enzimas liberadas no sangue em caso de dano ao músculo cardíaco. Benefícios: Auxiliam no diagnóstico de infarto do miocárdio (ataque cardíaco 14 Imagem 09 - Sala de bioquímica. Fonte: Elaborado pela autora (2023). O equipamento da linha Cobas é utilizado para realizar os exames, o modelo c401 é um analisador compacto de química clínica que oferece uma ampla gama de testes bioquímicos. Esse equipamento é projetado para processar um alto volume de amostras de forma eficiente, com resultados precisos e confiáveis. Utiliza a tecnologia de espectrofotometria para medir a absorção de luz pelas amostras e determina as concentrações de soro ou plasma sanguíneo. O Cobas c401, imagem 10, é capaz de realizar testes bioquímicos, como a dosagem de enzimas hepáticas, eletrólitos, colesterol, triglicerídeos, entre outros. É um equipamento versátil e de alto desempenho, utilizado nos laboratórios para a realização dos exames. Imagem10 - .Aparelho Cobas c401. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Vale ressaltar que a capacidade do equipamento pode variar de acordo com 15 a configuração e as opções selecionada, bem como a disponibilidade de reagentes e calibradores adequados. Imagem 11 – Aparelho de hemoglobina glicada ECO e preparação para o exame. Fonte: Elaborado pela autora (2023). A hemoglobina glicada (HbA1c) é um exame de sangue que mede a média dos níveis de glicose no sangue ao longo de um período de aproximadamente 2 a 3 meses. Este teste é usado principalmente para monitorar o controle glicêmico em pessoas com diabetes e oferece vários benefícios importantes: Avaliação do Controle Glicêmico: A HbA1c fornece uma visão geral dos níveis médios de glicose no sangue ao longo do tempo. Isso é útil para avaliar o controle glicêmico em pessoas com diabetes. Valores mais altos de HbA1c indicam que os níveis de glicose no sangue estiveram persistentemente elevados, o que pode indicar um controle insuficiente da diabetes. Diferentemente dos testes de glicose no sangue (glicemia) que medem os níveis de glicose em um único momento, a HbA1c reflete os níveis médios de glicose ao longo de várias semanas. Isso ajuda a evitar oscilações diárias e oferece uma imagem mais estável do controle glicêmico. Manter a HbA1c em níveis dentro da faixa-alvo pode ajudar a reduzir o risco de complicações crônicas associadas à diabetes, como doenças cardiovasculares, neuropatia, retinopatia, nefropatia e problemas de circulação. O passo a passo para realizar o exame é iniciar pelo padrão teste, depois ID 16 dos 4 últimos números do protocolo, inserir o dispositivo do teste, coletar 5µl com a pipeta spoit (azul), pipetar até a bola azul dissolver, de 6 a 8 vezes, colocar no dispositivo e esperar o aparelho analisar a amostra. No dia a dia, além de realizar esses procedimentos, aprendemos a lidar com a dificuldades de comunicação entre os aparelhos, compras de material, realizar exames sem os aparelhos, confirmar, repetir antes de transcrever o resultado. IMUNOLOGIA A imunologia desempenha um papel fundamental na área de análises clínicas, pois está relacionada ao estudo do sistema imunológico do corpo humano e à detecção de marcadores imunológicos que podem fornecer informações importantes sobre a saúde de um indivíduo. Alguns exames imunológicos utilizam anticorpos monoclonais para detectar biomarcadores específicos associados a condições médicas, como marcadores tumorais em cânceres, testes de alergia, testes sanguíneos de IgE específicos, ajudam a identificar alergias alimentares, alergias a medicamentos, alergias sazonais e outras condições alérgicas. Eles permitem a personalização de planos de tratamento e a identificação de alérgenos específicos. Alguns exames avaliam a função do sistema imunológico, como a contagem de linfócitos CD4 em pacientes com HIV ou a dosagem de imunoglobulinas para verificar a imunidade humoral. Esses testes são importantes para monitorar a saúde imunológica. Aqui se demostra um teste rápido. Imagem 12 - Teste de BETAHCG negativo. Fonte: Elaborado pela autora (2023). O passo a passo para o exame Beta hCG é colocar a fita Reagente no soro até chegar na linha controle do exame e esperar por 5 minutos. Há muito pedido também no teste de HIV qualitativo. 17 No caso do HIV, é comum realizar testes de triagem utilizando um teste rápido, que pode ser feito com uma pequena quantidade de sangue aplicado em um dispositivo de teste e, em poucos minutos, é possível verificar se há a presença de anticorpos contra o HIV. Em caso de resultado positivo, são realizados testes adicionais de confirmação. Na imagem abaixo têm exemplos de exame de HIV. Imagem 13 - Teste positivo e outro negativo para HIV Fonte: Elaborado pela autora (2023).Depois de repetir o teste, o tubo de amostra é lacrado e enviado com o pedido de exame, para o laboratório de apoio Hermes Pardini. O passo a passo para realizar o exame de HIV utiliza 20µl de amostra do paciente, 2 gotas de reagente, então coloca no dispositivo e espera por 15 minutos. Os testes rápidos, agiliza muito, e quando a dúvida é realizada métodos quantitativos. A tipagem sanguínea Imagem 14 – Antígenos para realizar o teste de tipagem sanguínea. Fonte: Elaborado pela autora (2023). São adicionados reagentes específicos contendo anticorpos conhecidos para os antígenos A e B. Esses anticorpos reagem com os antígenos presentes nas células vermelhas do sangue. É necessário observar as reações que ocorrem quando os 18 anticorpos se ligam aos antígenos presentes nas células sanguíneas. Dependendo da combinação de antígenos e anticorpos, diferentes tipos de reação ocorrerão. Imagem 15 – Foto de uma tipagem sanguínea de O+. Fonte: Elaborado pela autora (2023). A tipagem sanguínea também é fundamental em bancos de sangue, laboratórios clínicos e estudos de pesquisa relacionados à genética e imunologia. O passo a passo para a Tipagem Sanguínea ABO e RH é a seguinte, usa 50µl de amostra em 3 espaços diferentes na placa de vidro, 1 gota de Anti-A, 1 gota de Anti- B, 1 gota de Anti-D e levar para agitador por 4 minutos a 140V. O VDRL é um teste sorológico utilizado para o diagnóstico de sífilis, uma infecção sexualmente transmissível, causada por uma bactéria, Treponema Pallidium. A amostra de sangue é processada para obter o soro, que é a porção líquida do sangue, na centrifugação o sangue é colocado em uma centrífuga e girado em alta velocidade para separar as células do soro. O soro é transferido para uma placa de vidro ou lâmina de microscopia, e é adicionado um reagente contendo partículas de cardiolipina, que é uma substância presente nas células do organismo. Em seguida, a placa de vidro ou lâmina é agitada suavemente para permitir a interação entre o soro e o reagente. Essa interação visa detectar a presença de anticorpos específicos produzidos pelo organismo em resposta à infecção por Treponema Pallidum. A imagem 10 mostra um teste rápido de Venereal Diaease Research Laboratory - VDRL. Imagem 16 – Banca com o agitador para o teste rápido de VDRL. 19 Fonte: Elaborado pela autora (2023). Observado visualmente para a formação de aglutinação (junção das partículas de cardiolipina), a presença de aglutinação indica uma reação positiva, o que significa que há a presença de anticorpos contra a sífilis no soro do paciente. Caso não haja aglutinação, o resultado é considerado negativo para sífilis. Na imagem tem-se a foto da amostra no agitador para realizar o exame. Imagem 17 - Print Screen do vídeo da amostra no agitador. Fonte: Elaborado pela autora (2023). O passo a passo para o exame VDRL - Sífilis inicia pegando uma placa de vidro, 50µl de amostra do paciente, 20µl de Reagente e 4 minutos no agitador a 140V. O exame rápido de dengue é um teste imunológico que visa detectar a presença de anticorpos específicos produzidos pelo organismo em resposta à infecção pelo vírus da dengue. Esse tipo de teste é rápido, de fácil execução e fornece resultados em um curto período de 15 minutos. A imagem 12 mostra um exemplo desses testes. Imagem 18 – Teste de dengue. 20 Fonte: Elaborado pela autora (2023). Existem diferentes formatos de exames rápidos de dengue, mas a maioria deles é baseada no princípio da imunocromatografia. Nesse método, utiliza uma pequena amostra de sangue do paciente, que é aplicada em uma tira ou dispositivo de teste contendo antígenos do vírus da dengue, como mostra a imagem abaixo. Imagem 19 – Realizando o teste de dengue. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Esses antígenos se ligam aos anticorpos específicos presentes no sangue, resultando em uma reação que produz uma linha colorida visível na tira de teste. A presença ou ausência dessa linha indica um resultado positivo ou negativo para a infecção pelo vírus da dengue. Caso o resultado seja positivo, é necessário confirmar o diagnóstico por meio de exames laboratoriais mais específicos, como testes sorológicos ou testes moleculares, como a PCR. 21 Quanto aos tipos de dengue, existem quatro sorotipos diferentes do vírus: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Todos esses sorotipos são capazes de causar a doença, mas a gravidade dos sintomas podem variar. O passo a passo para o exame de dengue AgNS1 é 2 gotas ou 70µl de amostra do paciente, 1 gota do reagente, colocar no dispositivo e esperar 20 minutos. Para dengue IgG/IgM, 5µl de amostra do paciente, 3 gotas de reagente, colocar no dispositivo e esperar 20 minutos. MICROBIOLOGIA Foram realizadas técnicas de cultivo microbiológico para isolar e identificar microrganismos patogênicos. Isso incluiu o preparo de meios de cultura, semeadura de amostras, incubação de placas e realização de testes bioquímicos e sorológicos para identificação dos microrganismos. Entre eles tem-se a urocultura que é um exame microbiológico realizado para identificar a presença de microrganismos em uma amostra de urina. É usado para diagnosticar infecções do trato urinário, como a cistite (infecção na bexiga) ou a pielonefrite (infecção nos rins). O processo de realização da urucultura envolve as seguintes etapas, o paciente é instruído a coletar uma amostra de urina de maneira asséptica. É importante que a amostra seja colhida no meio da micção para garantir que o jato inicial e final não sejam coletados, pois podem conter contaminantes. Uma pequena quantidade da amostra de urina é inoculada em um meio de cultura o ágar MacConkey ou ágar CLED (Cistina-Lactose-Eletrodo Desnaturante), como mostra a imagem abaixo. Imagem 20 - Inoculação em um meio de cultura o ágar MacConkey. Fonte: Elaborado pela autora (2023). O meio de cultura é selecionado para permitir o crescimento de 22 microrganismos específicos, como bactérias do trato urinário. As placas de cultura são incubadas em uma temperatura adequada (geralmente em torno de 37 °C) por um período especificado (geralmente 24 a 48 horas) para permitir o crescimento dos microrganismos presentes na amostra. Após o período de incubação, as placas de cultura são examinadas para identificar e contar as colônias bacterianas que cresceram na amostra. O tamanho, a forma, a cor e outras características das colônias podem ajudar na identificação preliminar dos microrganismos presentes, como a imagem 21 mostra. Imagem 21 – Placa com colônias de bactérias. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Quando bactérias patogênicas são identificadas é realizado um teste de sensibilidade aos antibióticos, também conhecido como antibiograma. As colônias bacterianas são expostas a diferentes antibióticos em placas específicas e avalia-se a capacidade de cada antibiótico em inibir o crescimento das bactérias. Isso permite determinar quais antibióticos são eficazes contra a bactéria identificada. Na imagem 16 tem-se as colônias bacterianas sendo expostas a diferentes antibióticos em placas específicas. Imagem 22 - Colônias bacterianas em placas específicas. Fonte: Elaborado pela autora (2023). O antibiograma é especialmente importante para orientar o tratamento adequado da infecção urinária, pois fornece informações sobre quais antibióticos são 23 mais eficazes contra as bactérias isoladas na amostra, como ilustração tem-se a imagem 23. Imagem 23 – Placa de Antibiograma. Fonte: Elaborado pela autora (2023). A leitura é realizada para determinar a sensibilidade ou resistência das bactérias aos diferentes antibióticos testados. Observando a placa de cultura as colônias bacterianas que cresceram variam em tamanho, forma, cor e aparência, dependendo da espécie bacteriana presente.Para realizar a contagem pode ser utilizado uma grade ou um contador automático de colônias. Compara-se o número de colônias em cada área do disco, dos diferentes antibióticos, com as diretrizes de sensibilidade. Qualificado em antibióticos como sensíveis (S), intermediários (I) ou resistentes (R) e registra-se os resultados da sensibilidade ou resistência para cada antibiótico testado. Os resultados são anotados e depois passado para o computador. URINÁLISE O exame de urina, também conhecido como uroanálise, é um dos exames mais comuns e importantes realizados, por desempenhar um papel crucial no diagnóstico e monitoramento. O exame fornece informações valiosas sobre a saúde dos rins, do trato urinário e até mesmo de outros sistemas do corpo. Na imagem abaixo tem-se uma amostra de urina sendo analisada. 24 Imagem 24 – Bancada de Urinálise. Fonte: Elaborado pela autora (2023). A urina é um produto de excreção do organismo, composta principalmente por água, resíduos metabólicos e substâncias dissolvidas. Através da análise da urina, é possível identificar alterações na função renal, presença de infecções do trato urinário, distúrbios metabólicos, desequilíbrios eletrolíticos, presença de sangue, entre outras condições. Em recipiente limpo e adequado, seguindo as instruções fornecidas pelo laboratório, a coleta geralmente é feita no laboratório ou em casa, utilizando uma técnica asséptica para evitar a contaminação da amostra. A primeira etapa do exame envolve a avaliação das características físicas da urina, como cor, transparência, odor e volume, realizada visualmente. Depois é testada para a presença de várias substâncias químicas, como glicose, proteínas, cetonas, bilirrubina, urobilinogênio, nitrito e pH. Esses testes podem ser realizados por meio de tiras reagentes que mudam de cor em resposta à presença dessas substâncias. O material é centrifugado para separar os elementos sólidos, como células, cristais e sedimentos. O resultante deste processo é examinado microscopicamente para identificar e quantificar a presença de células sanguíneas, células epiteliais, bactérias, leucócitos, cristais. Na imagem 25, tem-se a visualização microscópica da urina após ser centrifugada e desprezado seu volume. Nesse caso é claro a presença de leveduras um achado anormal, podendo ser indicativa de uma infecção ou condição médica subjacente. As leveduras são fungo unicelulares, e sua presença na urina pode ser um sinal de infecção fúngica no trato urinário. Como uma candidíase, diabetes na controlada, uso prologado de antibiótico entre outros. 25 Imagem 25 – Visualização microscópica da urina. Fonte: Elaborado pela autora (2023). Os resultados do exame de urina podem fornecer informações importantes sobre várias condições, como infecções do trato urinário, doenças renais, diabetes, distúrbios metabólicos e doenças do fígado. COPROLOGIA O exame de fezes faz parte da área de análises clínicas também, mais especificamente da área de coprologia. Esse consiste na análise das fezes para identificar possíveis alterações na saúde do trato gastrointestinal e fornecer informações sobre a presença de parasitas, bactérias, vírus, sangue, entre outros indicadores. A coleta e análise das fezes são importantes para o diagnóstico de várias condições, incluindo doenças gastrointestinais, infecções intestinais, doenças parasitárias, distúrbios da absorção intestinal, entre outras. O paciente recebe orientações específicas sobre como coletar a amostra de fezes em um recipiente limpo e adequado, recomendada a coleta de uma porção fresca de fezes, evitando a contaminação com urina ou água. Pode ser solicitada a coleta de várias amostras em dias consecutivos para aumentar a sensibilidade do exame. Inicia com avaliação visual das características das fezes, como cor, consistência, odor e presença de sangue ou muco. Essa avaliação inicial pode fornecer pistas sobre possíveis alterações intestinais. 26 Uma pequena porção da amostra é colocada na peneira e com a espátula dissolve com água na taça e deixa em repouso. Depois é examinada microscopicamente para detectar a presença de parasitas, ovos de parasitas, cistos, larvas ou outros elementos microscópicos. Esse exame permite identificar infecções parasitárias, como amebíase, giardíase ou oxiuríase e outros. Na imagem abaixo tem- se um exame com seu resultado positivo. Imagem 26 – Preparo do exame de parasitologia resultado positiva. Fonte: Elaborado pela autora (2023) Em alguns casos, é feito o isolamento e a identificação de bactérias presentes nas fezes, quando solicitado vai para sala de microbiologia para ser inoculado na placa, e depois realizar o antibiograma, especialmente quando há suspeita de infecção bacteriana, como Salmonella, Shigella ou Campylobacter. A pesquisa de sangue oculto é realizada para detectar a presença de pequenas quantidades de sangue nas fezes, que podem indicar condições como sangramento gastrointestinal, úlceras, tumores ou doenças inflamatórias intestinais. 27 CONCLUSÃO Na conclusão deste estágio de análises clínicas, foi possível consolidar uma série de aprendizados e experiências essenciais para o meu desenvolvimento profissional na área da saúde. Durante o período de estágio, fui exposto a diversas técnicas e procedimentos laboratoriais, o que contribuiu significativamente para o meu conhecimento prático e teórico. No geral, este estágio de análises clínicas foi uma experiência enriquecedora que não apenas me preparou para uma carreira na área da saúde, mas também me inspirou a buscar o aperfeiçoamento contínuo e a dedicação à excelência profissional. Estou ansioso para aplicar o conhecimento e as habilidades adquiridas neste estágio em minha futura carreira como profissional de análises clínicas, contribuindo para o bem-estar dos pacientes e a promoção da saúde. O meu estágio em laboratório, tive a oportunidade de adquirir valiosos conhecimentos e experiência prática em diversas áreas da ciência. Trabalhei em uma variedade de área, desde análises de amostras clínicas até o contato como paciente. Essa experiência me proporcionou uma compreensão mais profunda dos processos laboratoriais, das técnicas de análise e da importância da precisão e do rigor científico. Ao longo do estágio, tive a oportunidade de realizar uma variedade de análises laboratoriais, desde hemogramas até exames bioquímicos e microbiológicos. Isso me permitiu aprimorar minhas habilidades técnicas, aprender a utilizar equipamentos de laboratório de maneira eficiente e entender a importância da precisão e da qualidade nos resultados dos exames clínicos. Além disso, trabalhar em um ambiente de laboratório clínico me proporcionou uma compreensão mais profunda do sistema de saúde como um todo. Pude vivenciar a importância do trabalho em equipe, da comunicação eficaz com médicos e outros profissionais de saúde, e da responsabilidade em relação aos pacientes, que dependem de resultados precisos para diagnóstico e tratamento. Aprendi a importância da colaboração e da comunicação eficaz no ambiente de laboratório. Trabalhei em equipe com outros estagiários e profissionais experientes, o que me ajudou a desenvolver minhas habilidades de trabalho em grupo e a compartilhar conhecimentos. Ao longo do estágio, também tive a oportunidade de enfrentar desafios e superá-los com determinação e criatividade. Aprendi a lidar com situações imprevistas 28 e a ajustar procedimentos quando necessário. Este estágio também me ensinou a importância da ética profissional e da confidencialidade no manuseio de informações sensíveis dos pacientes. Aprendi a lidar com situações desafiadoras e a tomar decisões críticas em momentos de pressão. No geral, esta experiência de estágio me proporcionou uma base sólida para minhafutura carreira na área das ciências. Aprendi não apenas as habilidades técnicas necessárias, mas também a importância da ética, da segurança e do comprometimento com a qualidade em todas as atividades laboratoriais. Estou muito grato por esta oportunidade de estágio e ansioso para aplicar o que aprendi em meu futuro profissional. Essa experiência me deixou mais confiante e motivado a seguir uma carreira de sucesso no campo das ciências. 29 ANEXOS Quadro 01 – Ficha de Acompanhamento de Atividades – Parte 01. Fonte: Elaborado pela autora (2023). 30 Quadro 02 – Ficha de Acompanhamento de Atividades – Parte 02. Fonte: Elaborado pela autora (2023). 31 Quadro 03 – Ficha de Acompanhamento de Atividades – Parte 03. Fonte: Elaborado pela autora (2023). 32 Quadro 04 – Ficha de Acompanhamento de Atividades – Parte 04. Fonte: Elaborado pela autora (2023). INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO DEPENDEDÊNCIAS DO LABORATÓRIO HEMATOLOGIA BIOQUÍMICA IMUNOLOGIA MICROBIOLOGIA URINÁLISE COPROLOGIA CONCLUSÃO ANEXOS