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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP
CURSO SUPERIOR TECNOLÓGICO EM GESTÃO HOSPITALAR
GISELE SOARES FERREIRA-1705357
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR XII
Hospital Municipal Carmela Dutra
Bom Jesus da Lapa-BA
2019
GISELE SOARES FERREIRA-1705357
PROJETO INTEGRADO MULTIDISCIPLINAR XII
Hospital Municipal Carmela Dutra
Projeto apresentado à Universidade Paulista-
UNIP, como instrumento de avaliação
curricular da disciplina de Projeto Integrado
Multidisciplinar XII do Curso Superior
Tecnológico em Gestão Hospitalar.
Orientador (a): Ivete Rolim Daniel
Bom Jesus da Lapa-BA
2019
RESUMO
O presente Projeto Integrado Multidisciplinar insere-se no contexto prático exercido
pelo Hospital Municipal Carmela Dutra, uma unidade de pequeno porte, localizado
na cidade de Bom jesus da Lapa– BA, tendo como objetivos descrever o papel
exercido pela instituição, na sociedade e no mercado em que a mesma atua, bem
como os valores apresentados por ela, os princípios regentes do Sistema Único de
Saúde e a ambientação estabelecida pela unidade pesquisada que promova
condições favoráveis ao um bom desempenho de seus colaboradores. Por ser a
única unidade de saúde que atende diversos especialidades na cidade de Bom
Jesus da lapa, o Hospital Municipal Carmela Dutra foi escolhido para ser alvo desse
projeto, tendo em vista a sua contribuição para a formação de novos profissionais da
área de saúde. Foram coletados e analisados os dados necessários para a
elaboração da pesquisa, onde serão apresentadas as teorias que fundamentaram a
mesma e os resultados alcançados com essa análise. A metodologia utilizada neste
projeto, envolve estudos e pesquisas bibliográficas, levantando informações
relevantes e aplicando-as na prática, juntamente com as informações obtidos nas
disciplinas de Serviços Laboratoriais e Exames Clínicos; Sistemas de Informação na
Área de Saúde, Gestão Hospitalar Integrada. A empresa analisada contribuiu
marcantemente de maneira positiva para elaboração desse projeto.
Palavras chave: Laboratório, Exames, Informatização, Integração.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO........................................................................................................05
2 DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO.........................................................................06
2.1 Denominação e Forma de Constituição...........................................................06
2.2 Natureza e Ramo de Atuação............................................................................06
2.3 Porte da Empresa, Número de Funcionários e Principais Serviços.............06
2.4 Principais Fornecedores, Insumos e Serviços por eles fornecidos.............07
2.5 Principais Clientes e Principais Concorrentes da Organização....................08
2.6 Organograma da Empresa.................................................................................08
3 SERVIÇOS LABORATORIAIS E EXAMES CLÍNICOS.........................................09
4 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA ÁREA DE SAÚDE.........................................11
5 CONCLUSÃO.........................................................................................................14
REFERÊNCIAS..........................................................................................................15
5
1 INTRODUÇÃO
Tendo como subsídios desse projeto as revisões realizadas em Serviços
Laboratoriais e Exames Clínicos; Sistemas de Informação na Área de Saúde,
Gestão Hospitalar Integrada analises importantes para o destaque da empresa no
mercado em que ela atua. Assim sendo, o presente Projeto Integrado
Multidisciplinar, será objetivado por analises e avaliações referentes a essas
disciplinas, sendo alisadas e implementadas em um hospital de pequeno porte,
localizado na cidade de Bom Jesus da Lapa – BA.
A metodologia utilizada neste Projeto Multidisciplinar, envolveu estudos e
pesquisas bibliográficas, na qual serão levantadas informações relevantes e
aplicadas aos conhecimentos adquiridos nas disciplinas de Serviços Laboratoriais e
Exames Clínicos descreve quais são as normas e procedimentos adotados na
prestação de serviços laboratoriais e realização de exames clínicos, destacando: a
importância do laboratório clínico e a legislação vigente aplicada ao laboratório
clínico; a importância clínica de cada análise feita no laboratório. Sistemas de
Informação na Área de Saúde discorrerá sobre os sistemas de informação que dão
apoio à área de saúde, destacando: os sistemas de informação na área da saúde e
a importância da utilização de tecnologias à beira do leito; a necessidade de
padronização da linguagem informatizada e conhecer as taxonomias existentes
englobando as disciplinas citadas com o contesto de Gestão Hospitalar Integrada
Por se tratar da única unidade hospitalar que atende diversas especialidades
na cidade de Bom Jesus da Lapa, o Hospital Municipal Carmela Dutra foi escolhido
para ser alvo de pesquisas desse projeto, tendo em vista a sua contribuição para a
formação de novos profissionais da área.
Foram coletados e analisados os dados necessários para a elaboração da
pesquisa, onde apresentará as teorias que embasaram a mesma e os resultados
alcançados com essa análise.
6
2 DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
2.1 Denominação e Forma de Constituição.
Hospital Municipal Carmela Dutra, Registro no Cadastro Nacional de
Estabelecimento de Saúde–CNES4022718.
Razão social: Município de Bom Jesus da Lapa
Endereço: Avenida Manoel Novais,1022, Centro.CEP:47600-000.Telefone:
(77)34814215. CNPJ: 14.105.183/0001-14
Figura 1. Fachada do Hospital Municipal Carmela Dutra
Fonte: Elaborada Pelos Autores
2.2 Natureza e Ramo de Atuação
Natureza Jurídica:4022718Município
Ramo de Atuação: O Hospital Municipal Carmela Dutra é um Hospital Geral
que atende os moradores do município de Bom Jesus da lapa.
2.3 Porte da Empresa, Números de Funcionário e Principais Serviços.
A unidade alvo da pesquisa se enquadra em uma empresa de pequeno porte,
não possuindo filiais. Conta com 45 (quarenta e cinco) funcionários, com os vínculos
empregatícios de tipo estatutário, CLT e contrato por prazo determinado. Os
principais serviços disponibilizados por ele são os seguintes:
7
• Ambulatorial (Atenção Básica e Média complexidade).
• Atenção à saúde reprodutiva;
•Serviço de atenção ao pré-natal, parto e nascimento;
•Serviço de diagnostico por anatomia patológica e ou citopatológica;
•Serviço de diagnóstico por laboratório clínico;
•Serviço de diagnostico por métodos gráficos dinâmicos;
•Serviço de urgência e emergência;
•Internações;
•Serviço de Apoio à Diagnose e Terapia-SADT e Regulações.
2.4 Principais Fornecedores, Insumos e Serviços por eles fornecidos.
O Hospital Municipal Carmela Dutra conta com fornecedores qualificados para
manter o bom andamento de suas funções, são eles:
• Panificadora Amaralina Essa empresa é fornecedora dos gêneros
alimentícios para realização das refeições dos funcionários e clientes da
unidade.
• Supermercado. As carnes e verduras são disponibilizadas por esse
supermercado.
•A J. Martins Comercio de Produtos de Limpeza LTDA – ME. Essa empresa
fornece os materiais de limpeza e desinfecção usados na unidade.
•Bahia Med. Distribuidora de Medicamentos - Eireli – ME, Comércio
atacadista de medicamentos e drogarias farmacêuticas. Fornecedora dos
fármacos utilizados pelo hospital.
•Ultrafarma Comercio e Representações LTDA – EPP, Comércio atacadista
de medicamentos e drogarias farmacêuticas. Fornecedora dos fármacos
utilizados pelo hospital.
•HOSPIFARMA - Comércio de Produtos Hospitalares, destinado a aquisição
de materiais hospitalares para a manutenção da Unidade, no qual é
fornecedor dos principais insumos utilizados, que são: linha de medicamentos
hospitalares que inclui medicamentos de referência,genéricos e similares,
produtos de limpeza, anticépticos e conservadores de ambientes, seguidores
de normas e padrões da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária),
8
além de materiais de procedimentos habituais, como luvas, gazes, seringas e
outros insumos.
2.5 Principais Clientes e Principais Concorrentes da Organização
Os fluxos de clientela de seus atendimentos são de demandas, espontâneos
e referenciados, não tendo um público alvo. Seus principais concorrentes são,
clínicas e consultórios médicos, que prestam um serviço de saúde privada. Essas
instituições não afetam no desempenho das funções da empresa alvo da pesquisa,
pois o número de especialidades nela é maior e o serviço público gratuito se
sobressai.
2.6 Organograma da Empresa
Figura 2. Organograma da Instituição.
9
3 SERVIÇOS LABORATORIAIS E EXAMES CLÍNICOS
As diversas patologias (doenças) que a sociedade humana vem enfrentando
ao longo de sua história, mostram em alguns casos, uma semelhança ao compará –
las somente ao exame físico, dessa forma, é realizado exames complementares
para que possa sanar uma possível dúvida quando ao diagnóstico preciso. Marco
que torna importante um exame laboratorial, é a ausência de procedimentos
invasivos ao paciente, podendo encontrar, ou retirar agentes nocivos à saúde sem a
necessidade de procedimentos de maior complexidade.
Laboratórios de análises clinicas exercem uma comunicação entre diversos
setores de uma unidade de saúde, isso se torna perceptível quando as equipes
multidisciplinares acionam o laboratório para diversas analises fazerem. O
planejamento dos serviços de apoio diagnostico deve ser orientado pelos princípios
e diretrizes do Sistema Único de Saúde, o SUS no que diz respeito aos serviços
laboratoriais, deve‑se buscar garantir a universalidade e oportunidade de acesso
dos cidadãos a todas as ações e serviços necessários, a integralidade da atenção, a
equidade na alocação de recursos e no acesso, além da subordinação das diretrizes
de política para essa área ao controle social, visão importante destacada por Pereira
(2016, p.9)
O Hospital Municipal Carmela Dutra, conta com uma unidade laboratorial
que realiza a apenas a fase pré-analítica, que configura na indicação, solicitação do
exame, preparo do paciente, a coleta, armazenamento e transporte do material. As
fases, analítica e pós-analítica, cabe ser realizado por laboratórios de análises
convencidos ao poder público local, que executam o teste, a análise dos resultados
e a liberação dos laudos dos exames.
Cada protocolo destaca os principais aspectos relacionados as
indicações clinicas do exame; preparo do paciente; cuidados com
coleta e manuseio da amostra biológica; principais fatores pré-
analíticos e interferentes; métodos mais utilizados para a realização
dos testes; critérios para interpretação do resultado e os comentários
do patologista clinico. Nessa última seção, chama‑se a atenção para
questões relevantes em relação ao teste e/ou resultado, com o intuito
de contribuir para melhor utilização da propedêutica laboratorial;
tanto na solicitação do exame, quanto na interpretação do resultado.
Os processos operacionais que devem ser observados nos
laboratórios clínicos são destacados em três etapas: Fase pré-
analítica Fase analítica Fase pós-analítica (PEREIRA, 2016, p.10)
10
A área da saúde depende de diversos profissionais para que possa ser
diagnosticado ou tratado uma doença, e o laboratório clinico desempenha esse
papel de máxima importância, na qual os profissionais desse setor tem essa
importância em suas atividades laborais.
Cada análise feita no laboratório, tem uma importância clínica, pois são os
achados nessas analises que implicaram na sequência, ou no termino de um
tratamento, portanto, devem ser observados diversos fatores que possibilitaram
esses achados.
As legislações vigentes que regulamentam essa área, está expressa na
qualidade e na eficácia das análises feitas pelos laboratórios, garantindo os usuários
dos sistemas de saúde uma coleta, analise e resultados de confiança.
Laudos de testes laboratoriais acurados (exatos e precisos)
dependem, em grande parte, de uma flebotomia adequada, com a
qual se obtêm amostras de qualidade. Assim, as diversas variáveis
pré-analíticas devem ser controladas de forma a preservar a
representatividade e a integridade das amostras. Essas
recomendações para garantia da qualidade na fase pré-analítica
fundamentam- se nos programas de acreditação de laboratórios
clínicos da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial (SBPC/ML) e Colégio Americano de Patologistas (CAP).
(RECOMENDAÇÕES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE
PATOLOGIA CLÍNICA, 2010)
São importantes, todos e quais quer variáveis biológicas, que poderá
influenciar significativamente a qualidade final do trabalho, pois as condições da
coleta influenciam na hora da análise, como jejum e atividades que alteram os
fatores de normalidade. A biossegurança, fundamenta a segurança e qualidade de
trabalho aos servidores/ colaboradores, e aos pacientes.
O Ministério da Saúde – MS, juntamente com a Agência Nacional de
Vigilância Sanitária – ANVISA, define por meio RESOLUÇÃO DE DIRETORIA
COLEGIADA – RDC Nº 302, DE 13 DE OUTUBRO DE 2005, e dispõe sobre
Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos, o conceito de
biossegurança. “4.6 Biossegurança: Condição de segurança alcançada por um
conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, reduzir ou eliminar riscos
inerentes às atividades que possam comprometer a saúde humana, animal e o meio
ambiente”.
11
4 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA ÁREA DE SAÚDE.
Ao ser questionar sobre a importância e o que é um Sistema de Informação
em Saúde, Ferreira (1999 p. 2) afirma que a importância de um Sistema de
Informação em Saúde Sem nenhuma dificuldade, poderíamos listar uma infinidade
de situações cotidianas onde as informações são utilizadas para orientar a tomada
de decisões. Por exemplo: como estão as condições climáticas (temperatura, chuva
etc.) para decidir sobre que tipo de roupa vestir; quais são as condições da estrada
para decidir sobre uma viagem e entre outros fatores. Tudo a nossa volta, configura
como fontes de informações, participando de nossas decisões e nos atos futuros.
As informações estão sempre presentes nas nossas vidas e
participam de diversas decisões do nosso cotidiano. O fato de ter
acesso a determinadas informações não garante que,
consequentemente, as decisões e ações desencadeadas serão
sempre “acertadas” ou estarão “corretas”. Ou seja, as informações
refletem as concepções, os valores, as intenções, a visão de mundo
e outras particularidades daquele que as está utilizando influenciando
diretamente nas decisões tomadas. As informações não são neutras.
Portanto, elas refletem “o grau de miopia” daquele que as está
utilizando. Mesmo quando temos acesso a informações pertinentes e
confiáveis, ainda assim, mantém-se presente a incerteza. O tamanho
ou o grau dessa incerteza é variável. (FERREIRA, 1999 p. 2)
Migliore (2016, p. 56) diz que os sistemas informatizados de apoio à decisão
são recursos que organizam, aprimoram e fornecem em tempo real dados que o
profissional de saúde necessita para o desenvolvimento de suas ações. O problema
está em determinar quais informações o profissional precisa para gerir com
qualidade os cuidados, dado que o volume de dados sobre o paciente aumenta
crescentemente, e o registro manual se mostra ineficaz por não garantir o
armazenamento e controle destas informações. Entre outras possibilidades, estes
sistemas exigem o gerenciamento de padrões de dados sobre o paciente. Tais
padrões colaboram para a troca, direção e integração de registros eletrônicos de
saúde.
Os pacientes ao serem submetidos a um procedimentoseja ele qual for, é
imprescindível consultar e relar tais procedimentos no prontuário, documento este
que serve de avaliador, comunicador e fonte de registro. A não utilização dessa
ferramenta, implica em uma conduta não permita.
12
Em momentos corriqueiros, o profissional de saúde fica de uma certa forma,
quase que incapacitado de relatar os procedimentos realizados nos pacientes em
imediato, devido ao acumulo de tarefas e prazos dentro da instituição para serem
cumpridos. Relatando as ocorrências em momentos futuros, não deixando de ser
relatado, a consequência disso e a falta de informações em tempo real.
Um grande problema na área de saúde consiste na disponibilização de
informações, haja vista tradicionalmente as informações sobre saúde no Brasil
serem fragmentadas, resultado da atividade compartimentalizada das várias
instituições que atuam no setor, contexto importante relembrado por Pólvora (2016,
p 11) sobre a Conferência Nacional de Saúde ocorrido em 1994.
Prontuário eletrônico, cada vez mais utilizado por grandes corporações,
substitui esse equipamento manual, mantendo sua eficácia e seus objetivos, possui-
lo a beira do leito, trará somente benefícios, o seu valor de mercado, é um embargo
para que todas as unidades de saúde tenham.
Prontuário eletrônico é um meio físico, um repositório onde todas as
informações de saúde, clínicas e administrativas, ao longo da vida de
um indivíduo estão armazenadas, e muitos benefícios podem ser
obtidos deste formato de armazenamento. Dentre eles, podem ser
destacados: acesso rápido aos problemas de saúde e intervenções
atuais; acesso a conhecimento científico atualizado com
consequente melhoria do processo de tomada de decisão; melhoria
de efetividade do cuidado, o que por certo contribuiria para obtenção
de melhores resultados dos tratamentos realizados e atendimento
aos pacientes; possível redução de custos, com otimização dos
recursos. (FERREIRA, 2016 p. 45)
A falta de padronização nos sistemas provoca a perda ou inviabiliza muitos
dos recursos que podem ser disponibilizados, como alertas, sistemas de apoio à
decisão, pesquisas clínicas e outros, reflete Ferreira, (2016 p 46)
Esses sistemas têm recebido grande interesse da classe médica e
dos cientistas da computação por terem suas bases de
conhecimento bem mais definidas em termos de representação do
conhecimento, regras de decisão, dados para apoiar a decisão,
padronização de nomenclatura e concordância entre os
especialistas; e produzem resultados mais úteis do ponto de vista
prático, pois enfocam seus poderes de resolução em problemas
diagnósticos difíceis. (FERREIRA, 2016 p. 46)
13
As nomenclaturas, essenciais para a expulsão de termos “vulgares” no
ambiente acadêmico. Uma padronização desses recursos possibilita uma melhor
concordância nos diagnósticos, concorda Ferreira (2016, p. 64) Sistemas
especialistas representam uma aplicação capaz de tomar decisões, fazer escolhas e
têm como finalidade resolver problemas e realizar tarefas extremamente complexas
tendo o mundo real como tratativa e escolher a melhor opção entre as corretas e as
prováveis. São aplicados em dois momentos: apoio à decisão e na tomada de
decisão.
14
5 CONCLUSÃO
Após a realização desse projeto, chega à conclusão que a um bom
planejamento antes de tomar medidas importantes para o futuro da empresa é de
extrema importância, com isso o gestor deve ficar atento quanto os critérios a serem
seguido para o desenvolvimento do planejamento estratégico, pois como o próprio
nome já diz, é uma estrategia que visa desenvolver melhoria na instituição.
Cabe aos futuros gestores, que estarão futuramente exercendo essa
profissão, reverter os possíveis agravos de uma instituição que não adotam medidas
que visam o beneficiamento da unidade, como prevenção e extinção de acidentes
de trabalho.
Nesse sentido, esse projeto contribuiu para o entendimento das atividades
exercidas pela organização, sendo cumpridos os objetivos que foram propostos.
Cabe a instituição aprimorar continuamente as atividades profissionais que tenha o
sentido de melhorar o ambiente de trabalho e de estudo.
15
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução
RDC. nº 302, de 13 de outubro de 2005. Dispõe sobre Regulamento Técnico para
funcionamento de Laboratórios Clínicos. Diário Oficial da União da República
Federativa do Brasil. Brasília, 14 de out. de 2005
FERREIRA, S. M. G. Sistema de informação em saúde: conceitos fundamentais e
organização. Belo Horizonte: Nescon/FM/UFMG, 1999. Disponível em:
<https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/ imagem/2249.pdf>. Acesso em: 15
nov. 2017.
MIGLIORI, E. A. O. Sistema de Informação na Área da Saúde./ - São Paulo:
Editora Sol, 2016 128p., il. ISSN 1517-9230
MINISTÉRIO DA SAÚDE/ Secretaria de Atenção à Saúde/ Coordenação Geral de
Sistemas de Informação/ DATASUS. Disponível em: <http://cnes2.datasus.gov.br/
Exibe_FichaEstabelecimento.asp?VCo_Unidade=2928202514311&VEstado=29&V>
Acesso em: 10 out. 2016
PEREIRA, F. E. G. Serviços laboratoriais e exames clínicos. – São Paulo: Editora
Sol, 2016. 128 p., il. ISSN 1517-9230.
PÓLVORA, V. N. Gestão Hospitalar Integrada. – São Paulo: Editora Sol, 2016. 88
p., il. ISSN 1517-9230.
RECOMENDAÇÕES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA.
Medicina Laboratorial para coleta de sangue venoso – 2. ed. Barueri, São Paulo:
Minha Editora, 2010. Vários autores. ISBN 978-85-98416-94-6

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