Prévia do material em texto
Ciclo Celular e Carcinogênese Prof. Dr. Diego Aguiar Centro Universitário Estadual da Zona Oeste Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação Estado do Rio de Janeiro Definição: Ciclo celular é o conjunto de processos que se passam numa célula viva entre duas divisões celulares. O ciclo celular consiste na interfase e na fase mitótica, que inclui a mitose e a divisão celular (citocinese). Ciclo Celular Tempo de Cada Fase do Ciclo Celular Fases do Ciclo Celular Interfase A vida de uma célula começa no momento em que a divisão celular que a originou acaba e termina quando ela mesma se divide ou morre. A interfase corresponde ao período entre o final de uma divisão celular e o início da outra. Geralmente a célula encontra-se nesta fase durante a maior parte da sua vida. Durante esta fase os cromossomas não são visíveis ao microscópio óptico. Interfase S G2 G1 A intérfase divide-se em três fases: Fase G1 Nesta fase sintetizam-se muitas proteínas, enzimas e RNA, verifica-se também a formação de organelas celulares e, consequentemente, a célula cresce. Fase S Nesta fase que ocorre a auto-replicação das moléculas de DNA (diz-se no plural porque para cada cromossomo existe uma molécula de DNA). A partir deste momento os cromossomos passam a possuir dois cromatídeos ligados por um centrómero. Fase G2 Neste período dá-se a síntese de moléculas necessárias à divisão celular (como os centríolos). Mitose A mitose é um processo contínuo de divisão celular, que podemos dividi-la em fases: PRÓFASE, METÁFASE, ANÁFASE e TELÓFASE Alguns autores costumam citar uma quinta fase – a Prometáfase – intermediária entre a prófase e a metáfase. O final da mitose, com a separação do citoplasma, é chamado de Citocinese. Prófase Os cromossomos começam a ficar visíveis devido à espiralação. O nucléolo começa a desaparecer. Organiza-se em torno do núcleo um conjunto de fibras (nada mais são do que microtúbulos) originadas a partir dos centrossomos, constituindo o chamado fuso de divisão (ou fuso mitótico). O núcleo absorve água, aumenta de volume e a carioteca se desorganiza. No final da prófase, curtas fibras do fuso, provenientes do centrossomos, unem-se aos centrômeros. Cada uma das cromátides-irmãs fica ligada a um dos pólos da célula. Obs: Note que os centrossomos ainda estão alinhados na região equatorial da célula, o que faz alguns autores designarem essa fase de prometáfase. Embora os centríolos participem da divisão, não é deles que se originam as fibras do fuso. A formação de um novo par de centríolos é iniciada na fase G1, continua na fase S e na fase G2 a duplicação é completada. No entanto, os dois pares de centríolos permanecem reunidos no mesmo centrossomo. Ao iniciar a prófase, o centrossomo parte-se em dois e cada par de centríolos começa a dirigir-se para pólos opostos da célula que irá entrar em divisão. 7 Prófase Metáfase Os cromossomos atingem o máximo em espiralação, encurtam e se localizam na região equatorial da célula. No finalzinho da metáfase e início da anáfase ocorre a duplicação dos centrômeros. Anáfase As fibras do fuso começam a encurtar. Em consequência, cada lote de cromossomos-irmãos é puxado para os pólos opostos da célula. Como cada cromátide passa a ser um novo cromossomo, pode-se considerar que a célula fica temporariamente tetraplóide. Telófase Os cromossomos iniciam o processo de desespirilação. Os nucléolos reaparecem nos novos núcleos celulares. A carioteca se reorganiza em cada núcleo-filho. Cada dupla de centríolos já se encontra no local definitivo nas futuras células-filhas. Citocinese Estrangulação e partida em duas (citocinese centrípeta) Gera a distribuição de organelas pelas duas células-irmãs 12 Estapas da Proliferação Celular Estímulo mitogênico: ligação do fator de crescimento-receptor Ativação do receptor de fator de crescimento ativa proteínas transdutoras de sinal Transmissão do sinal pelas proteínas de transdução de sinal para o núcleo Indução e ativação de fatores de transcrição iniciam trasncrição DNA Progressão G1-S divisão celular Ciclo celular normal e pontos de checagem: Os eventos do ciclo celular ocorrem em uma ordem fixa Deve ativar enzimas no tempo correto e desativá-las logo após o término do processo Deve assegurar que cada estágio do ciclo tenha terminado antes de iniciar o próximo 13 Fosforilação Proteica Regula e Passagem por etapas do Ciclo Celular Positiva Negativa Progressão Estagnação Controle------Regulação Etapas de vida da célula – Questões relevantes G1 (Gap 1), S (Síntese), G2 (Gap 2), M (Mitose ou Meiose) G1 S G2 M O que, por que, como, quando ? E se der errado? Como parar ou acelerar? Considerando a proporção temporal Caminhos da célula durante a divisão celular Fosforilação Proteica Regula e Passagem por etapas do Ciclo Celular Quais são elas? Quinases de proteínas heterodiméricas Aumentam ou diminuem com a fase do ciclo celular Ciclinas As subunidades catalíticas se chamam: Cdk (Ciclinas dependentes de quinase) Controle do Ciclo Celular Proteíno-quinases: ativadas ciclicamente → fosforilação → transferência de um grupo fosfato do ATP → aa na proteína alvo (treonina, serina) Ciclinas: varia de concentração de maneira cíclica durante o ciclo celular (↑ intérfase e ↓ mitose) → não possuem atividade enzimática por si. função: ativar as Cdk. Quinases dependentes de ciclinas: (Cdk) → são ativadas após fosforilação pelas ciclinas → conduzem o ciclo celular pela fosforilação de proteínas alvo para progressão das células no ciclo celular Regulação das Cdk pela degradação das Ciclinas Ciclina D Cdk4 Ciclina D-Cdk4 Cdk2 Ciclina A Ciclina A-Cdk2 As ciclinas Os reguladores positivos G1 S G2 M Ciclina D1 Ciclina E Ciclina A Ciclina B Ciclinas A,B Ciclina H As ciclinas Os reguladores positivos Proteínas Inibidoras de Cdk Se algum estágio do ciclo celular for retardado o sistema controle atrasa a ativação do estágio seguinte → ação de proteínas que podem parar o ciclo celular nos pontos de checagem → inibidores de Cdk) bloqueiam a montagem ou atividade dos complexos de Ciclina-Cdk. Famílias Cip/Kip: p21, p27 e p57 e INK4/ARF : p16 e p14 Ponto de checagem G1: regulado pela proteína p53 → estimula a transcrição de um gene responsável por uma proteína inibidora de Cdk → p21 → liga-se ao complexo ciclina-Cdk de fase S → bloqueando sua ação. As CDKs são reguladores positivos G1 S G2 M Ciclina D1 Ciclina E Ciclina A Ciclina B Ciclinas A,B Ciclina H CDK7 CDK1 e 2 CDK 1 CDK2 CDK4 e 6 CDK1 e 2 As CDKs são reguladores positivos A p53 bloqueia o Ciclo Celular 24 Decisões no Ponto de Checagem G1 Parar ou Continuar divisão: diferente da pausa em G1-S para acertos da célula como reparo. A célula pode progredir para completar um outro ciclo celular. Pode parar temporariamente até atingir condições corretas ou retirar-se do ciclo totalmente e entrar em G0 (dias, semanas ou anos): Ex.: Células nervosas e músculo esquelético não sofrem divisão → Entram em G0 → desaparecimento de Cdk e Ciclinas. Células hepáticas: Sofrem divisão uma vez a cada 1-2 anos Células epiteliais do intestino: Dividem-se mais de 2 vezes por dia Após G1: Avança ciclo celular rápido: 12-24horas Proliferação Celular: Fatores de Crescimento Sinal químico estimulador → Fator de Crescimento Ligam-se a receptores específicos da membrana celular → estimulam o crescimento e divisão celular Ex: PDGF, FGF, EGF e HGF Proliferação Celular: controlada, cada célula sofre divisão apenas quando necessário → Crescimento ou reposição. Proliferação Celular Estimulada pelos Fatores de Crescimento Proliferação Celular Normal x Descontrolada (Oncogene) Oque causa Câncer ? Hereditariedade Inflamações Crônicas Causas ambientais ???? From http://www.cancersupportivecare.com/riskintro.html CANCER: “A multicausal, multistage group of diseases the mechanisms of which are still only partially known” (IARC Scientific Publications, 1992) “Cancer is a group of diseases characterized by uncontrolled growth and spread of abnormal cells […] that can result in death” (American Cancer Society, 2006) Age adjusted Cancer Death Rates, by Site, US, 1930-2002 Benigno Não é câncer. Apesar de haver um crescimento celular, há um aumento de volume moderado, entretanto a célula não invade os tecidos vizinhos e nem migra para nenhuma outra parte do corpo. Maligno As células cancerígenas dividem-se sem controle, invadindo e destruindo os tecidos adjacentes e existe uma grande chance de migrarem para outras partes do corpo. Avaliação Histopatológicas do Câncer - OMS Metástase Células que migram apartir da massa tumoral para outras partes do corpo. Noções básicas: Initiating Event Cell Proliferation (clonal expansion) Progression Cell Proliferation Cell Proliferation Malignancy Second Mutating Event "N" Mutating Event Initiation Promotion Estágio da Carcinogênese Base Molecular do Câncer Hereditariedade? Modificações epigenética Alteram a transcrição e tradução de proteínas em três grande etapas. Modificações Estruturais em Genes Ligados a Epigenética Hereditária SAM SAH DNMT1 DNMT3a DNMT3b Methylation of DNA Modifications of histones RNA-mediated modifications RNA-directed DNA methylation RNA-mediated chromatin remodeling RNAi, siRNA, miRNA … A Me P U - acetylation - methylation - phosphorylation - ubiquitination P U Me A N Basophilic Focus Adenoma Carcinoma M 1 M N Promotion Regression Progression Adaptado de Marsman and Popp. Carcinogenesis 15:111-117 (1994) No Tumors Tumors = Application of Promoter Mutações gênicas Desregulação do ciclo celular Proliferação celular descontrolada Câncer Oncogenes Genes supressores de tumor Genes de reparo do DNA Base Molecular do Câncer Mutações Gênicas e Câncer Genes que controlam o ciclo celular e apoptose Proto-oncogenes : ativação do ciclo celular Proliferação celular Genes supressores: bloqueio do ciclo celular: perda de função Proliferação celular Genes de reparo do DNA: Mutações em genes celulares (oncogenes e genes supressores) Instabilidade Genômica 37 Classes de Genes Associados com o Câncer Décadas 70-80: estudo citogenético em tumores sólidos identificação de cromossomos e regiões cromossômicas diferentes alterações Perda: Deleção Monossomia Ganho: Duplicação, Amplificação Trissomia, Poliploidia Relocação: Translocação Inversão Inserção t(9;22): LMC t(8;14): Linfoma de Burkitt t(11;22): sarcoma de Ewing t(3;8): adenoma pleomorfo Bandiamento G Lesões que Retardam o Ciclo Celular Danos DNA Bloqueio do ciclo celular (Checkpoint) Reparo do DNA Apoptose Proteína ATM Identifica lesão no DNA Sinal p/ p53 → Ativar Genes Reparo DNA Esquema Geral para Mecanismos de Oncogênese Mutação ou perda de genes supressores tumorais. Ativação de genes anti-apoptóticos ou perda de genes pró-apoptóticos. Câncer “Stem Cell”. Esquema Geral para Mecanismos de Oncogênese O Que São Oncogenes? Proto-oncogene: genes promotores do crescimento e diferenciação celulares contraparte normal de um oncogene (sem mutação). Mutação Dominante Ganho de função Oncogene: Genes mutados cuja expressão alterada estimula a proliferação celular de forma anormal. Oncogene Quais são as funções dos produtos dos oncogenes? Fatores de crescimento Receptores Transdutores de sinais Fatores de transcrição Componentes da maquinaria que coordenam o ciclo celular e estimulam a proliferação celular Oncogenes Frequentemente Alteram a Função das Vias dos Fatores de Crescimento Fatores de crescimento: super produção crescimento continuado. Ex.: TGF-a, PDGF, HGF, FGF. Receptores: mutação ou amplificação de genes que codificam receptores aumenta a sinalização. Ex.: ErbB-1,2, c-MET. Transdução de sinal: mutações em genes que codificam mensageiros secundários. Ex.: Ras, Raf, ABL induz ativação constitutiva e promove o crescimento. Fatores de transcrição : mutação induz ativação constante de genes imediatos e crescimento celular. Ex.: Jun, Fos, c-MYC Como os Oncogenes Tornam-se Ativados e Causam Câncer em Células Humanas? Mutação de Ponto: proteína estrutural e funcionalmente aberrante. Aberrações Cromossômicas (Rearranjos Cromossômicos): proteína quimérica ou expressão elevada. Amplificação Gênica: super expressão de proteína estruturalmente normal. Inserção de DNA viral: inserção de oncogenes-virais. Mutação de Ponto: Oncogene H-ras Mutação do aminoácido 12: glicina valina (câncer bexiga, mama, cólon) Causa mudança na conformação da proteína ras que não pode converter GTP GDP, que permanece ativado induzindo a proliferação celular progressão para o câncer Oncoproteína bloqueada: Sinal permanece ligado Ativa continuamente a quinase seguinte GDP Ras inativa GTP Ras ativa x Modelo de Ação Do Gene Ras Rearranjos Cromossômicos Espressão desregulada de proto-oncogenes Translocação cromossômica Leucemia mielóide crônica: t(9;22)(q34;q11) proteína quimérica (truncada) abl/bcr atividade de quinase aumentada. Rearranjos Cromossômicos Linfoma de Burkitt: t(8;14): gene c-myc é ativado expressado em níveis elevados contribue para o câncer Amplificação Aumento do número de cópias (dezenas-centenas de vezes) de oncogenes (erros de replicação do DNA): c-Myc, Her-2/Neu, CCND1. Double minutes (DM): DNA circular extracromossômico. Regiões Homogeneamente Coradas (HSR): intracromossômico Genes Supressores de Tumor Regulam negativamente o crescimento celular e desenvolvimento do tumor quando mutados ou deletados o controle do ciclo celular é perdido. Padrão Recessivo Perda de Função Experimentos com fusão celular: Células normais x células tumorais Células tumorais híbridas voltam ao estado normal. Funções Bioquímicas dos Genes Supressores de Tumor Produção de moléculas de superfície: Proteínas transmembranas transmissão de sinais negativos Inibição por contato: DCC (inibição por contato) Moléculas que regulam a transdução de sinais: enzimas que impedem a fosforilação das proteínas da membrana relacionadas com a emissão de sinais para o núcleo: NF1 (inativa ras) Moléculas que regulam a transcrição nuclear: p53 e RB Retinoblastoma – RB – 13q14 Primeiro gene supressor de tumor descoberto tumor de retina Atuam recessivamente: ambas as cópias devem ser perdidas para a perda da função celular Teoria de Knudson: “Dois Eventos de Mutação” Primeiro alelo herdado com mutação (1o. Evento) Alelo normal perdido ou mutado na infância (2o. Evento) Células da retina Perda de Heterozigose (LOH): perda do alelo (frequentemente por deleção ou monossomia) RB: controla a entrada do ciclo celular Regula o ponto de restrição G1 S Ação do produto do gene RB1 Ação do produto do gene RB1 Gene Tp53 – Guardião do Genoma TP53 : (17p13) segundo principal gene supressor de tumor descoberto. Mutado em ~ 50 % dos tumores humanos. Mutagênese aumentada: quando a célula perde TP53 ela também perde o controle do ciclo celular que é necessário para reparo do DNA lesado Aumento de células com mutações. Perda da apoptose: importante ativador da morte celular programada Muitas células falham em entrar em apoptose em resposta a lesões no DNA. célula normal lesão do DNA Bloqueio em G1 APOPTOSE REPARO DO DNA p53 p53 Ativação da transcrição Gene Tp53 – Guardião do Genoma Papeldo Tp53 e Integridade do Genoma Câncer Hereditário Causado Por Mutações em Genes Supressores Polipose adenomatosa do cólon (FAP): APC (5q21) Câncer hereditário cólon não-poliposo (HNPCC): MSH2, MLH1 (2p16, 3p21) Câncer de mama e ovário: BRCA1 (17q21) Câncer de mama de início precoce: BRCA2 (13q12) Síndrome de Li-Fraumeni: TP53 (17p13) Retinoblastoma: RB1 (13q14) Ataxia telangiectasia: ATM (11q22) Tumor de Wilms: tumor renal – WT1 (11p13) Mutação da linhagem germinativa 5-10% tumores sólidos Tumores múltiplos e bilaterais Início precoce p = braço curto, q = braço longo Câncer de Mama 20% mulheres até 50 anos e ~10% até 80 anos. Prevalência (EUA): 180.000 casos novos/ano e 46.000 óbitos/ano 5-10% - forma hereditária da doença Início precoce (pré-menopausa) e bilateral Associado a risco elevado de câncer de ovário Metade: mutações em BRCA1 (17q21) e BRCA2 (13q12-13) BRCA1 e BRCA2 Proteínas nucleares Abundantes na fase S do ciclo celular: Reparo de quebras duplas (reparo recombinacional) BRCA1 ou BRCA2 defeituosos Desenvolvimento de câncer de mama ou ovário. O Câncer Desenvolve por Evolução Clonal 1. Iniciação: Alteração genética de uma célula (mutação) Vantagem de crescimento ou sobrevivência 2. Promoção do tumor: Agentes como hormônios ou trauma, ou mudanças que aumentam a evolução clonal, estimulam o crescimento celular. Desenvolve de uma única célula alterada (cerca de 10 ou mais mutações Seleção) 3. Evolução Clonal: Base para o desenvolvimento do câncer (anos). Evolução continuada de mais células malignas que crescem ou sobrevivem melhor desenvolvimento e progressão tumoral. 4. Progressão tumoral: Desenvolvimento do câncer requer pequenos múltiplos passos (mutação e seleção). Cada passo confere a célula uma vantagem adicional de sobrevivência ou crescimento (necessidade reduzida para fatores de crescimento ou resistência a apoptose). O Câncer Desenvolve por Evolução Clonal Câncer de Cólon Desenvolve por Progressão de Múltiplos Passos APC K-Ras TP53, DCC Iniciação: pode ser causada por carcinógenos da dieta (nitrosaminas) Mutação de APC Células iniciadas: Vantagem proIiferativa: uma via de fator de crescimento pode ser constantemente ligada por mutação no gene K-Ras células crescem sobre as vizinhas (hiperplasia adenoma) Mutações adicionais: Seleção de células com vantagem proliferativa e de sobrevivência: inativação do gene TP53 permite uma taxa mais rápida de mutagênese (adenoma inicial adenoma tardio) Outra mutação converte adenoma em carcinoma: mutação na produção de proteases invasão de outros tecidos. Ex. -18 (DCC), -17 e outros cromossomos Nature Reviews Clinical Oncology: Outubro, 2016