Prévia do material em texto
Gerenciamento de Processos de Negócios Modelagem de processos Material Complementar Prof. D. Sc. Roquemar Baldam Pós Graduação em Engenharia de Produção BPMN Componentes básicos dos diagramas de modelagem BPMN A seguir são apresentadas apenas as simbologias básicas para interpretação dos diagramas em BPMN. Elemento Descrição Notação Evento Um Evento é algo que “ocorre” durante o curso de um processo. Estes eventos o fluxo do processo e usualmente possuem uma causa (gatilho) ou um impacto (resultado). Três tipos são possíveis: início (inicia o processo), intermediário e final (finaliza o processo). Eventos com designação de tipos Os eventos podem ter designados a causa de sua existência. Tarefa (atômica) Uma tarefa é uma atividade de pouca abrangência (atômica). É usada quando o trabalho no processo não será mais detalhado em níveis inferiores de detalhamento gráfico. Subprocesso comprimido Os detalhes do subprocesso não estão visíveis no diagrama. Um sinal “+” indica que este subprocesso possui níveis adicionais de detalhamento. 1 Subprocesso expandido As fronteiras do subprocesso é expandida e os detalhes do mesmo são visíveis dentro da fronteira. Note que a seqüência do fluxo não poderá cruzar a fronteira do subprocesso. Portal (gateway) É usado para controlar a divergência ou convergência de múltiplas seqüências de fluxos. Determinará a geração de ramificações, bifurcações e uniões de diversos caminhos do fluxo. Portal – tipos de controles Os ícones com o losango indicarão o tipo de comportamento do gateway: XOR: Decisão ou união exclusiva OR: Decisão ou união inclusiva. Uma ou outra opção podem ser aceitas Complexa: Múltiplas opções são aceitas. AND: junção ou separação paralelas Seqüência de fluxo normal Refere-se ao fluxo originado a partir de um evento e continua através de atividades até o evento final, não dependente de condições. Seqüência de fluxo condicional O fluxo seguirá dependendo de condições estabelecidas. Somente usada este representação quando não for usada a representação condicional com o losango. Seqüência de fluxo condicional padrão (default) Usado quando a opção de decisão é a predominantemente mais usada, ou seja, é uma resposta padrão. Exceção em fluxo Ocorre quando algo ocorre fora do planejado para o fluxo e é baseado em um evento intermediário que ocorre durante a execução do processo 2 Fluxo de mensagem É usado para mostrar fluxo de mensagens entre duas entidades que podem enviar e recebê-las. No BPMN, duas piscinas (pools) separadas num diagrama representarão duas entidades, Associação de compensação Ocorre fora do fluxo normal e é baseado em evento que é acionado por uma falha de transação. O objetivo da associação (atividade) deve estar marcada com tal, com setas de retorno. Objeto de dados São considerados artefatos por que não possuem qualquer efeito direto sobre o fluxo de atividades ou mensagens, mas provê informação sobre o que atividades requerem para serem executadas e/ou o que produzem. Distribuição (Fork – AND) Usado para dividir um caminho em dois ou mais caminhos paralelos. A tarefa passará a ser executada de modo concorrente. Pode ser representada de dois modos,conforme ao lado. Junção (Join – AND) Usado para juntar dois caminhos paralelos em um único caminho, como forma de sincronização. Decisão baseada em dados A alternativa a seguir depende do atendimento às condições expostas. Somente um caminho poderá ser seguido. 3 Decisão baseada em evento A alternativa a seguir dependerá do evento que ocorre no processos. Normalmente um tipo de mensagem seria o evento que determinará o caminho a seguir. Outros tipos de eventos, como Cronômetros, podem ser usados. Somente uma alternativa é possível. usados. Decisão inclusiva Representa ponto onde as alternativas são baseadas em expressões condicionais. Uma condição padrão (default) pode ser usada. Junção (OR – Join) Combinação de dois ou mais caminhos em um único caminho, mas não em paralelo, ou seja, bastará vir de uma das direções para encaminhar o processo. Atividade em repetição (looping) Indica que uma atividade deve ser repetida uma ou mais vezes, se uma condição interna não for atendida. Um símbolo de repetição é colocado na parte central inferior da atividade. Seqüência em repetição (looping) Repetição pode ocorrer em seqüências de atividades. Instâncias múltiplas Determinará se instâncias múltiplas da atividade podem ocorrer em paralelo. Um indicador com duas linhas em paralelo indica esta condição. Interrupção de processo (algo fora do controle do processo faz o mesmo parar) Mostra quando é esperado um período de espera dentro de um processo. Um evento intermediário é usado. 4 Transação É um subprocesso que é suportado por um protocolo especial que garante que todas as partes envolvidas tenham concordado que a atividade foi completada ou cancelada. Uma linha dupla indica que o subprocesso é uma transação, Grupo Um grupo de atividades que são marcadas dentro de um retângulo para fins de documentação ou análise. Não afeta o andamento do processo. Conector de páginas Geralmente usado em impressão, este objeto é utilizado para indicar onde o fluxo deixa uma página e inicia em outra. Um evento intermediário de ligação é usado como conector de páginas. Associação É usado para associar informações com objetos do fluxo. Textos e objetos que não sejam do fluxo podem ser associados com objetos do fluxo. Anotação de texto É um mecanismo para adicionar informação complementar ao diagrama. Piscina (pool) Representa a porção maior do processo e contém as raias (lanes) que conterão por sua vez as atividades, eventos, etc. Em um contexto de B2B pode-se ter mais de uma pool para descrever o processo como um todo. Raias (lanes) É uma partição da piscina e se estende por toda sua extensão. Pode ser vertical ou horizontal (mais comum). Normalmente, o nome que encabeça cada raia é o papel funcional que executará as atividades nela contida. 5 Ilustrações básicas para acompanhamento da aula 6 7 8 9 10 11 12 EPC Event-driven Process Chain DAVIS, Rob; BRABÄNDER, Eric. Aris design platform. Getting Started with BPM. London: Springer-Verlag, 2007. Capítulo 7. 13 Chapter 7 The Event-driven Process Chain In this chapter we look at the Event-driven process chain that forms the core of the ARIS Method. We explore how it is built using events, functions and rules and how to model decisions, parallel paths, loops and process flows. 7.1 Introduction The Event-driven process chain (EPC) is the main ARIS model for representing processes. It is a dynamic model bringing together the static resources of the business (systems, organisation, data, etc.) and organising them to deliver a sequence of tasks or activities (‘the process’) that adds business value. There are several varieties of the EPC (row, column, etc.), but in this book we will concentrate on the basic EPC. The majority of other models in ARIS give views of the basic information and relationships presented in the EPC. 7.2 The EPC Objects Essentially there are four types of objects used in the EPC: x Events, x Functions, x Rules, x Resources (data, organisation, system, etc.). Fig. 7.1 shows an example EPC model of a process fragment using the four object types above. In this chapter we will look at the first three types and show how they areused to model process flow. In Chapter 11 we will see that by adding resource objects we can show how the process interacts with its environment. 7.2.1 Events ARIS Events represent the changing state of the world as a process proceeds: x External changes that trigger the start of the process (e.g. “customer order received”), x Internal changes of state as the process proceeds (e.g. “product manufactured ”), x The final outcome of the process that has an external effect (e.g. “order delivered to customer”). 14 106 The Event-driven Process Chain To borrow a software engineering term: events represent the ‘pre-conditions’ and ‘post-conditions’ for each step in the process. Pre-conditions are those things that must be present, or must have happened, before an activity can start. Post- conditions represent what has changed as a result of doing the activity. Events can occur as a result of things people do or as a result of an IT system operation. The final event in one process can be the trigger for another process and in that way we can link sections of processes together to form a larger ‘end-to-end’ process. To describe events, we typically use the convention ‘noun–verb’ or, more spe- cifically in an IT environment, ‘information item – action’ (see Table 7.1). Description Noun (information item) Verb (action) “Order Entered” Order Entered “Cost Calculated” Cost Calculated is evaluated byis evaluated by Event Inquiry is received activates XOR Rule Event Inquiry to be created activates creates Event Customer inquiry is opened creates Event Car is configured Function Open customer inquiry Function Configure product system type Organizational unit executescan support Entity type is input for Document creates output to Application Resources Event Rule Operator Function Fig. 7.1 Typical EPC Process Model Table 7.1 Naming Events 15 7.3 The Event-driven Process Chain 107 7.2.2 Functions ARIS Functions represent the activities or tasks carried out as part of a business process; ideally with each one adding some value to the business. Functions may be carried out by people or by IT systems. They have inputs (information or material), create outputs (different information or a product) and may consume resources. In Chapter 11 we shall look in more detail at the exact nature of processes, acti- vities and functions. We shall see they are in fact ‘transformations’, but for the moment we can just think of functions as ‘doing something’. To describe functions we use the convention ‘verb–noun’ or more specifically, ‘action – information item’ (see Table 7.2). Description Verb (action) Noun (information item) “Enter Order” Enter Order “Calculate Cost” Calculate Cost “Sell Product” Sell Product Expert Tip – it is quite common to use terms such as “sales” or “mar- keting” to represent high-level business operations. However, it is too easy to confuse these with the names of business departments. It is bet- ter to use the ‘verb–noun’ approach to describe what is really done (e.g. “Sell Product”). It is important not to use ambiguous or long-winded descriptions for functions. In more detailed process models functions will represent specific, well-under- stood, activities (e.g. “Enter Order”). However, when modelling high-level opera- tions it can be tempting to have long descriptions (e.g. “Receive order, validate, process and inform customer”). It is better to have one succinct title or split the function into several separate functions. 7.3 The Event-driven Process Chain Functions are triggered by one or more events. In ARIS terminology an event “activates” a function and a function will always “create” one or more new events. So events trigger functions, and functions produce new events which in turn trigger further functions, and so on, to produce a chain of functions and events – the Event-driven process chain (Fig. 7.2). In fact the Event-driven pro- cess chain should really be called the Event-driven function chain. Table 7.2 Naming Functions 16 108 The Event-driven Process Chain Hint – in the previous chapters we showed example EPC fragments exactly as they appear in the Designer Module. We will be looking at many EPC examples in this chapter so to make them easier to read on the printed page we have turned off the background colours of the objects and made the connecting lines bolder. In reality processes are not a simple chain of events and functions and we need to introduce the concept of process flow. Process flows are built around deci- sions and parallel paths. Decisions that change the process flow are always taken by functions, but to represent the logic of the possible outcomes we need to introduce ‘Rules’. We briefly introduced those in Chapter 5, but we shall People who are used to other modelling methods and tools that don’t have the concept of the Event- driven process chain often wonder about the value of introducing events. They are more used to just string- ing functions together one after another. We shall see in Section 7.3.2 that the addition of events to the pro- cess model introduces a degree of rigour that makes ARIS models a more accurate representation of the ‘real world’ and hence increases their value. The important rules to bear in mind when using the Event-driven process chain are: x Every model must have at least one start event and one end event, x Functions and events always alternate. Functions should not normally connect to another function and events should never connect to other events. With simple models it is easy to ensure the ‘greens’ and ‘purples’ always alternate, but in larger models, with many rules, it can be a bit trickier to ensure this rule is followed. The easiest way to do this is just to fol- low each path, ignore the rules, and check that the functions and events alternate. Expert Tip – creating an appropriate Method Filter can be used to enforce modelling conventions such as not allowing functions to con- nect to other functions. 7.3.1 Naming Events in the EPC The naming of events in the EPC requires some additional explanation. The way we view the events depends to a large extent on whether they are at the start of the process, the end of the process, or in the middle (Fig. 7.3). Event Order Received Event Order Entered Event Cost Calculated Function Enter Order Function Calculate Cost Fig. 7.2 Event-driven look at them in more detail in Section 7.4. Process Chain 17 7.3 The Event-driven Process Chain 109 Start Event The event at the top of a process represents the change in the external world that causes the entire process to be initiated. It triggers the first function in the process and its name is normally chosen to be something meaningful and significant to the process as a whole, rather than just something relevant for the first function. Thus we might call the event “Customer Order Received ” rather than “Envelope in Post Tray ”. End Event The event at the end of the process represents the completion of the whole process (or that part of it described in the model). The end event may often be the trigger for a further process in another model, so it is wise to choose a name that is mean- ingful when viewed at the end of the model or at the start of another. Its name is not, therefore, necessarily directly related to the function that created it which may be of little importance. In the example shown in Fig. 7.2, the last event was Cost Calculated. In real- ity, therewould probably be further functions and events after this step, but if it really were the end of the process, we would probably give it a more significant name such as “Order Entry Complete”. Event Start Event Event Middle Event Event End Event Function Function Function Function Name as trigger for entire process Name as outcome of preceding function Name as outcome of entire process Fig. 7.3 Naming Events 18 110 The Event-driven Process Chain Internal Events Events in the middle of a process, those connecting the sequence of functions together, are both trigger events for the following function and outcome events for the preceding function. That gives us a problem; do we label them to reflect what has just happened or what is about to happen? The normal convention is to name them to reflect the outcome of the previous function. As we shall see below, this helps us to establish that we have correctly described what the functions do and how the process flows. In processes where there is a long sequence of functions and events without any change in control flow, the names of the intervening events will be trivial and will not add much value. Some people are tempted to miss these events out, but this can be dangerous as we shall see later. However, occasionally, an event may denote that a significant stage in the process has been reached. In this case, it is perfectly acceptable to give the event a more significant name, just as we did with the ‘end event’. Such naming should be used sparingly to create more effect. 7.3.2 Why Use Events? People new to ARIS, especially those who have used other flowcharting or model- ling tools, often wonder about the value of adding events between every function. Why not just connect functions directly together as shown in Fig. 7.4a? In ARIS it is possible to connect functions together, if this is enabled in the Method Filter. However, there are good reasons not to do this because adding and naming events is: x a good check of correct definition of the function, x a good check of correct process flow. The first reason for not directly connecting functions together is that the disci- pline of working out what event follows a function is an extremely good check that the function has been correctly described: x Does the function really occur as a consequence of the event? x Does the event always trigger the function or are there other conditions that must also be met? Also look at the event following the function: x Does it describe what has changed as a result of executing the function? x Is it the only outcome or are there several alternatives? If you can’t work out what has changed, it is likely that the definition of the function is not correct. If rather a lot seems to have changed, did all this change as a result of this one activity? It may be that what the function is representing is not really just one activity, but a number of activities (parallel or sequential) wrapped up together that would be better shown separately. Check if the granularity and importance of this function is similar to those in the rest of the model. 19 7.3 The Event-driven Process Chain 111 The second reason for using events is that the careful consideration of the event following a function will make it clear where decisions are being made that affect process flow. Look again at the process just using functions in Fig. 7.4a. The process looks like a straightforward chain of activities: Enter Order, Check Order and Manufacture Product. But now look at the process in Fig. 7.4b where events have been added between the functions. In particular, look at the event following the function Check Order. What should this be called? It is tempting to label it “Order Checked ”. At first sight this looks correct, but look again; does it really make sense? What has changed as a result of checking the order? It is too simplistic to say the order has been checked. Why has the order been checked? The step adds no value unless there is a reason for checking the order and hence more than one possible outcome. People often make this mistake when first starting to use ARIS. If asked “why was the order checked?” modellers nearly always know why (e.g. to see if the order is valid or if it is above a certain monetary value) yet they have not reflected this knowledge in the model. As a result, they miss the obvi- ous fact that there is more than one outcome from executing the function. The function not only carries out the check, but also makes a decision about what should happen next. Order Received Order Entered ? Enter Order Check Order Enter Order Check Order Manufacture Product Order Received Order Entered Order Valid Enter Order Check Order XOR Manufacture Product Order Reject Order Invalid (a) Process just with functions (b) Process with events added (c) Correctly modelled process But what is this event called? Actually there are two events This function makes a decision Rule Fig. 7.4 The Benefit of Events 20 112 The Event-driven Process Chain If we now look at the correct process model in Fig. 7.4c we can see there is a rule after the function which is followed by two events. These events now repre- sent the two possible outcomes of the decision taken by the Check Order func- tion. The rule represents the logic of the outcome (e.g. with an XOR only one of them can occur at any one time). We will look at rules in detail in Section 7.4. In the simple example above we assumed there was only one outcome from Enter Order, but two outcomes from Check Order. Of course, it is also possible there may be more than one outcome from Enter Order. For instance, order entry might fail and alternative action may be necessary. It is a matter of judgement how much detail you will need to model. Remember: “Don’t model the universe!” “Know when you have done enough.” “Define standards and stick to them.” Thus, far from being an unnecessary effort, the addition of events between functions adds a degree of rigour to process modelling. This helps ensure the models are a more accurate reflection of what really happens. The disadvantage is the models become larger, which makes concise presentation more difficult. If you really must, you can remove the ‘trivial’ events between strings of func- tions, particularly in high-level models. However, we would strongly recommend you initially build your models with all the events in place. Only once you are confident the model is correct should you delete the trivial events 7.4 Rules and Process Flow As we said above, real processes do not just consist of sequential steps. The need to cope with parallel paths, decisions, multiple triggers and complex flows is the reason we use modelling tools to represent processes. To model a process flow we add ‘Rules’ to the functions and events previously described. We saw an example of this in the previous section (Fig. 7.4c) where there were two possible outcomes from a decision, only one of which can be true at any one time. 7.4.1 Rules There are three basic types of rule, as shown in Table 7.3, and they have slightly different usage depending on whether they follow or precede functions. Understanding the flow of process models requires an understanding of how rules combine with functions and events to represent decisions and parallel paths. Decisions (see Section 7.5) use OR and XOR rules, while parallel paths (see Sec- tion 7.6) use AND rules. Some combinations are not valid in anycircumstances while others are valid, but are confusing so we will not show them. If you use the rules as defined above and in the examples that follow, you will be able to cor- rectly model the majority of process flow situations. 21 7.5 Decisions 113 Operator Following a Function (single input, multiple outputs) Preceding a Function (multiple inputs, single output) OR OR – Decision One or many possible paths will be followed as a result of the decision. OR – Trigger Any one event, or combination of events, will trigger the Func- tion. XOR Exclusive OR – Decision One, but only one, of the possi- ble paths will be followed. Exclusive OR – Trigger One, but only one, of the possi- ble events will be the trigger. AND AND – Parallel Path Process flow splits into two or more parallel paths. AND – Trigger All events must occur in order to trigger the following Func- tion. 1 events must occur in order for the AND trigger to be valid. Expert Tip – to change a rule to one of a different type (e.g. OR to XOR), select the operator, Right-Click > Properties [Format / Object Appearance] and select the new operator from the Symbol field scroll box. Then select the Attributes Tab on the Properties Bar and change the Name attribute of the operator. 7.5 Decisions In the ARIS EPC modelling method decisions are made by functions; the name of the function describing the decision being taken. 7.5.1 Modelling Decisions The function makes the decision and connects to a rule which determines the logic of the possible outcomes (e.g. OR or XOR). The rule has a single input and two or more outputs. The outputs lead to events that indicate which particular outcome of the decision has triggered that path of the process (see Fig. 7.5b). You should avoid having OR or XOR rules following an event because there is no function to make the decision about which path to follow. You do sometimes see this in top-level models. For instance, in Fig. 7.5a an event Order Received connects to an OR which connects to parallel paths that each process a different type of order. The assumption here is that when the order is received it is routed to the appropriate path of the order-handling process. Note 1: It may be necessary to consider a time period during which all the Table 7.3 ARIS Rules 22 114 The Event-driven Process Chain Although this shorthand approach keeps the model simple, it can give a false impression of what is actually happening. If the order is actually routed to differ- ent processes, it is better to model the function that representing the routing deci- sion, even if it is automatic (Fig. 7.5b). If, on the other hand, the orders aren’t routed to the particular process, but the customer sends the order to a different address depending on the product, then they are in fact entirely separate processes and it is a mistake to model them as if they were one. Incorrect modelling of decisions is one of the most common mistakes people make using ARIS (after not modelling decisions at all!). Typically people don’t model what actually happens, but some idealised version of it. This only leads to problems later during implementation, analysis or re-design. 7.5.2 Decision Rules There are two rules we can use to represent decisions: x OR – Any combination of paths, x XOR – One path or the other, but not both. It is very tempting to model everything using an OR operator because this is the term we use in everyday language. However, in practice most decisions can only take one of the possible outcomes and hence should be modelled using the XOR. The exceptions to this are situations similar to the order-processing example above. For example, imagine a business with different processes for delivering each different product it sells. When an order arrives it might be for just one product, or XOR XOR Manufacture Product B Manufacture Product A Product A Ready Manufacture Product B Manufacture Product A Order Received Product B Ready Order Received Check Product Ordered Product A Required Product B Required Rule determines logic Events show outcomes What are the possible outcomes? Function makes decision What makes the decision which path to follow? (a) Incorrect (b) Correct Fig. 7.5 Modelling Decisions 23 7.5 Decisions 115 it may be for a combination of products. To model this situation you should use an OR operator after the function to allow for any combination of processes flows to be initiated. However, you should remember that later in the process there must be a step that makes sure the correct combination of products has been assembled before final delivery (see Fig. 7.6). These situations are not that common, so we can state the general rule: x Always model decisions with an XOR unless you are certain multiple combi- nations can actually occur. 7.5.3 Joining Decision Paths The result of a decision is to send the process down one or more alternative paths. Sometimes one of those paths may be a dead-end where the process stops but, normally, the paths join back together at some point to complete the process. The join should always be made using the same rule used to make the split after the decision, as shown in Fig. 7.6. (b) Joining After Functions Order Received Product B Ready Manufacture Product B Product A Ready Manufacture Product A Check Products Required Product B Required Product A Required Pack Products for Delivery Products Ready for Delivery OR Required Products Ready to Pack OR Order Received OR Manufacture Product B Manufacture Product A Check Products Product B Required Product A Required OR Use same rule type to split and join Last event in model (a) Joining After Events (b) Joining After Functions Fig. 7.6 Joining Decision Paths 24 116 The Event-driven Process Chain Order Received Product A (Variant A) Ready OR Manufacture Product A (Variant B) Product B Ready Manufacture Product B Check Products Required Product A Required Product B Required Assemble Products for Delivery Products Ready for Delivery OR Check Variant Required XOR Variant B Variant A Manufacture Product A (Variant A) XOR Order Received Manufacture Product A (Variant B) Product B Ready Manufacture Product B Check Products Required Product A Required Product B Required Assemble Products for Delivery Products Ready for Delivery OR Check Variant Required XOR Variant B Variant A Manufacture Product A (Variant A) XOR Product A (Variant B) Ready OR Product A Ready (a) Multiple Joins (b) Fig. 7.7 Multiple Joins 25 7.5 Decisions 117 The question arises: should the join be made after the events in the alternative paths or after the functions? Provided you ensure the functions and events cor- rectly alternate, it doesn’t really matter. Normally it is better to have the join after the events (Fig. 7.6a) so the event at the end of each path marks the completion of the path. The ‘joining’ rule is then followed by a function. If you need to make the join at the very end of a process, often there are no other functions after the join and before the final event. In this case you will have to put the rule before the final event and the paths must end in functions (Fig. 7.6b). Often, paths split from several different decisions will join at the samepoint. In that case, although you can bring all the joining paths together at the same rule, it is good practice to use individual rules and join the rules as in Fig. 7.7a. This is essential if the rules are of different types (e.g. OR and XOR). Fig. 7.7b shows an alternative approach. The OR rule that joins the path from the Product B Required flow is separated by an event (Product A Ready) from the XOR rule that combines the paths from the Product A Required flow. This is possible because the Variant A and Variant B paths in the Product A Required flow have been modelled ending in functions. Although we said it was generally better to end paths in events, this representation probably leads to a clearer model. This just goes to show there is no single correct way to model a process. Provided you follow the alternating event–function chain you may choose the representation that seems to make the most sense in terms of the process you are modelling. 7.5.4 Do-nothing Decision Paths You make think paths resulting from decisions where nothing subsequently hap- pens would be pointless, but in fact they occur quite often. Look at the example in Fig. 7.8a. If the paint is still wet we have to wait for it to dry before applying the second coat. If the paint is already dry we can carry straight on to apply the second coat so there is no need for a task, and hence a function, in the “paint dry” path. Fig. 7.8b shows an alternative way to represent this. This time there is no event or function in the “paint dry” path, but just a connecting line. The left-hand example has the advantage that the events after the rule make it clear what the outcome of the decision is. On the other hand, the right-hand example looks cleaner and it is very obvious nothing happens in the “paint dry” path. However, it is not so clear which outcome triggered the “do nothing” path and we have had to resort to putting a label on the path to make it clear. Once again you have to choose the most appropriate method for the process you are modelling. Warning – if you should need two events with the same name, it is essential you create two separate events. On no account should you copy the event object. In any case, it is good practice to make the names of similar events slightly different. If we didn’t need a second coat and Paint Dry was the end of the process, we would have no choice but to use the right-hand representation, because we need to end the process in an Event. 26 118 The Event-driven Process Chain 7.6 Parallel Paths Parallel paths use the AND rule which separates the process into two or more paths. The paths normally re-combine in an AND later on in the process. When they re-combine, the process cannot continue until all the paths joining at the AND have been completed. In the example in Fig. 7.9 we now have to complete both the Manufacture Product A and Manufacture Product B flows for every order. The AND split is normally made after an event, and best practice is to re-combine after the last event in the parallel paths. Again this is not a hard and fast rule. You can re-combine after functions and put a single event after the AND which repre- sents all the paths being completed. First Coat Applied Paint Wet Check Paint Dry XOR Wait for Paint Dry Paint Dry Apply Second Coat Paint Now Dry XOR First Coat Applied Paint Wet Check Paint Dry XOR Wait for Paint Dry Apply Second Coat Second Coat Applied Paint Dry XOR Second Coat Applied Paint Dry (a) (b) Fig. 7.8 Do-nothing Paths 27 7.7 Triggers 119 The former is better for long complex process paths and the latter for simple parallel tasks. Splitting the process into parallel paths implies they can be done at the same time because they have no dependence on each other. Of course, just because you have modelled it that way, doesn’t mean they will actually happen at the same time. There may be no process dependence, but if the same person has to do both tasks, then only one can be done at a time. Even if different people do the tasks, there is still no guarantee they will work in parallel; there could be a significant gap be- tween the one branch completing and the other even starting. Collecting real process data will en- able you to check if the process is being executed as you intended. Simulating the process with ARIS Simulation will enable you to check if the allo- cated resource can achieve what you intended. 7.7 Triggers 7.7.1 Basic Triggers Most of the examples so far have a single event triggering the start of the process. The event represents a change of state in the external environment that requires the process to start. When defining trigger events it is important to make sure the event, by itself, is sufficient to trigger the process. For instance, an order received by telephone is an obvious trigger. The telephone rings, someone answers it and takes the order. Similarly, an order received by FAX also seems to be a trigger. If you were mod- elling the sales process at a high-level you would certainly show telephone and FAX as alternative triggers. However, at a more detailed level, they may not be equivalent. There is no guarantee that when a FAX arrives anyone will notice and process the order. It may be necessary to design a process where, periodically, someone checks the FAX and deals with the orders. Processes often fail because tasks that are ‘so obvious’ are not modelled and as a result no one does them; everyone assumes someone else does it. A good example is an Internet web site that gives an e-mail address for making contact, but when you send a message no one ever replies! Always scrutinise your events and apply the following tests: x Does the event represent an external ‘change of state’? x Does the change of state itself directly trigger the process as opposed to just influencing it? Order Received Product B Ready Manufacture Product B Products Ready for Delivery Product A Ready Pack Products Manufacture Product A AND AND Fig. 7.9 Parallel Paths 28 120 The Event-driven Process Chain x Is the event sufficient to trigger the process or are there other conditions that must be met? 7.7.2 Multiple Triggers Often a process can be triggered by several different events; Fig. 7.10 shows three examples modelled with different rules. As we saw with decisions, the use of the XOR is more common than the OR. However, it is very important to work out the correct logic for triggering the process. In the first example, Fig. 7.10a, we can see the start of an order entry process triggered by the customer making a telephone call or by sending a FAX. At first sight this seems fairly straightforward and it is modelled with an XOR. But, what happens if the customer telephones to place an order, but also sends a FAX con- firmation? In that case either or both events will trigger the process. To handle this situation we might be tempted to replace the XOR with the OR, but is this correct? The telephone call would always trigger the process, but if it is common for customers to also send a FAX confirmation, then when a FAX is received it would be necessary to associate the FAX with any previous telephone order to make sure the order was only placed once. This means the process for handling receipt of a FAX is slightly different from receiving a telephone call and needs to be modelled differently. We can now see that modelling triggers using an OR can be a bit awkward. If you do use the OR you shouldthink very carefully about what it means. In the example in Fig. 7.10b the triggers are Doorbell Rung OR Knock at the Door. This means any combination of those events can trigger the process. Either event will trigger the process by themselves and it is pretty obvious a visitor may knock on the door and ring the bell at the same time and it stills triggers you to open the door in the same way. Well maybe you might answer it just that bit more quickly, but you still only open it the once. To make valid use of the OR we have to be certain if both events occur at the same time they have exactly the same triggering effect as either one occurring by Telephone Order Received XOR Enter Order FAX Order Received Doorbell Rung OR Open the Door Knock at the Door Telephone Order Received AND Enter Order FAX Confirmation Received (a) (b) (c) itself. If we decide they never occur simultaneously then, provided they both have Fig. 7.10 Multiple Triggers 29 7.8 Loops 121 the same triggering effect, we should use XOR. If they have different effects then we need more complex logic; we also have to think about what time period counts as being ‘simultaneous’. These different scenarios are summarised in Table 7.4. Occurrence Effect Model with Non-simultaneous events Each have same effect. XOR Non-simultaneous events Each have different effect. More complex logic required. Simultaneous events Same effect as when they occur individually. OR Simultaneous events Different effect from when they occur indi- vidually. More complex logic required. Simultaneous events Both required to trigger. AND The third example, Fig. 7.10c, shows triggers combined with an AND. Both events have to occur before the function is executed. In this example we have insisted the customer confirm telephone orders by FAX before we process them. However, we come across the problem of time periods again. If the customer places the telephone order, but we never receive the FAX, the process just stalls. In practice we might prefer to give the customer a call if we haven’t received the FAX by the next day. Therefore, we need to consider during what time period the events combined by an AND must arrive for the process to be triggered and, if not all the events arrive during that period, what we do instead? The above examples are rather contrived, but they help to make the point that you need to think carefully about how multiple events combine to trigger a pro- cess. The use of a single rule may seem an easy way out of describing an awkward scenario, but it may cause you to gloss over vital detail that should be modelled in a more complete way. 7.8 Loops To cope with more complex process flows and decisions we need to introduce the concept of loops. A loop returns a process to an earlier stage to re-run that part of the process again. Fig. 7.11 shows a slightly more complex version of our order- handling process. The process requires a FAX confirmation to be received before the original telephone order can be processed. Because there might be a delay before the FAX is received, the process checks to see if the order is still valid, i.e. the price is still correct. If the order is OK, the Order Current event will link to the rest of the order-handling process (not shown). If the order is no longer valid, Table 7.4 Event-triggering Logic 30 122 The Event-driven Process Chain the customer is asked if they want to re-order with the revised prices. If they do, the process loops back to the top of the process to go through the order and confirmation activities again. To link the loop into the process we have broken the connection between the first event and func- tion and inserted an XOR operator to make the connection for the loop. You will notice it is an XOR and not an OR because, logically, the initial trigger and the loop trigger could never occur to- gether. A new order and a re-order may arrive at the same time, but one would have to wait its turn. The process continues exactly as before with the customer still needing to confirm by FAX. Of course, if the customer once again delays sending the FAX, the order may go out of date again and so we would go around the loop another time. If this continues to happen, we could go around the loop forever; that’s the problem with loops – they loop! So in practice we would need an escape route. Perhaps if the order goes out of date twice we would just cancel it. You do need to be sure when you send the process flow back to an earlier point, that the same process does repeat in exactly the same way. Often when process exceptions or errors occur, and the process loops back to an earlier point, it will get special attention the next time around and it may not be true to model it as if it were exactly the same as the first time. In our example, (Fig. 7.11), we have shown the Record Order Details step being repeated. However, in practice it would not be necessary to re-enter the whole order again, but just to update the prices. Typically, there is some special processing in the loop back which then joins the main process later than might be first thought. It is a matter of judgement whether to draw attention to the detailed differences occurring after a loop back. 7.9 Horizontal or Vertical Layout? The Event-driven process chain can be drawn either horizontally or vertically. As we have seen in Chapter 5, we can have ARIS automatically layout the model and one of the options we can chose is horizontal or vertical orientation. All the exam- ples in this book are shown in vertical format as they fit the page better. Although some people prefer to lay out processes horizontally, so they can see the process flowing from left to right, experience has shown that EPCs are easier to follow in a vertical format. Telephone Order Received AND FAX Confirmation Received Record Order Details Order Recorded Is Order Still Valid? Order Current Order Out of date XOR Contact Customer Again Customer Wants to Re-order XOR XOR Customer Cancelled Order Fig. 7.11 Loops 31 7.9 Horizontal or Vertical Layout? 123 Event Event Function Event Event Function Event Event Function Event Event Function Event Function Event Event Function Event Function Event Event Function Function Function Event Function Function Event Function Function Event Function Function Event Function Function Fig. 7.12 Function, Event and Rule Combinations 32 124 The Event-driven Process Chain 7.10 Putting it All Together You may be thinking the Event-driven process chain is really rather complicated. However, all we have been doing is combining the three basic object types (Func- tions, Events and Rules) together to represent various process flow scenarios. It is possible to combine these objects together in many different ways. Some of these are valid and some are invalid, as summarised in Fig. 7.12. Fig. 7.13 shows a more complete version of our order-handling process incorpora- ting many of the scenarios introduced in this chapter. But don’t forget, not every- thing can be represented as a process. Complex project planning, tasks with multiple options and data driven systems don’t model well as processes, either because they can be better represented in other ways or because they use a high degree of human intelligence, design and planning in their implementation. 7.10.1 The Rules for Modellingin an EPC Based on the principles we have introduced in this chapter we can summarise the following basic rules of using the Event-driven process chain to cover modelling process flows: x Every model must have at least one start event and one end event, x Functions and events always alternate, x Functions and events only have a single incoming and outgoing connection, x Process paths always split and combine using rules, x Multiple events triggering a function combine using a rule, x Rules cannot follow a single event, x Decisions are taken by functions, x Functions that take decisions are always followed by rules, x Rules show the valid combination of paths that follow a decision, x Events following rules indicate the actual outcomes of decisions, x Rules cannot have multiple input and multiple outputs. These rules follow the ARIS Method, but in some cases are more prescriptive than those you may come across in an ARIS training course or in ARIS Help. This is in order to remove some of the confusion that occurs when people use rules in ambiguous ways. 33 7.10 Putting it All Together 125 Telephone Order Received AND Enter Order FAX Confirmation Received Record Order Details Order Recorded Start Timer AND Timer Running Timeout ? No Timeout Timeout XOR XOR Check with Customer Customer Cancelled Order XOR Customer Intends to Confirm XOR Is Order Still Valid? Order Current Order Out of Date Check if Customer Will Reorder XOR XOR Is this First Timeout ? First Timeout Second Timeout XOR Delete Order Record XOR Order Processing Complete XOR Customer Reorders XOR XOR Order Previously Cancelled XOR Fig. 7.13 Putting it All Together 34 FORMULÁRIO Unidade: Gerencia Técnica TÍTULO: Formulário de Controle de Processo Nº: MP-040-050-010-010 FOLHA: 1/1 Informações administrativas do processo Nome Código Organização / Divisão / Gerência / Departamento (se aplicável) Posicionamento dentro da cadeia de valor (se possível) Objetivo do processo Informações de controle do processo Uso do processo ( ) Ativo ( ) Inoperante Este processo está associado à outra(s) iniciativa(s) de gerenciamento de processo? ( ) Não ( ) ISO 9000 ( ) ISO 14000 ( ) SOX ( ) Six Sigma ( ) Custeio ABC ( ) OSHAS ( ) Implantação ERP ( ) Outro. Indicar: Documentação usada ( ) Geral do BPM ( ) Próprio da iniciativa de processo associada Critério de auditoria usado? ( ) Geral do BPM ( ) Próprio da iniciativa de processo associada Peridiocidade ......... meses Auditorias realizadas Identificação:................ Auditor:................... Data:...................... Identificação:................ Auditor:................... Data:...................... Identificação:................ Auditor:................... Data:...................... Auditoria Auditoria programada Identificação:................ Auditor:................... Data:...................... Em execução usando as seguintes soluções: ( ) ERP ( ) Workflow ( ) CRM ( ) email ( ) CRM ( ) SCM ( ) Ambiente legado ( ) Outros:............................. Indicadores para os quais este processo fornece itens de controle Observações 35 FORMULÁRIO Unidade: Gerencia Técnica TÍTULO: Requisição de Modelagem de Processo Nº: MP-040-050-010-010 FOLHA: 1/1 Informações administrativas Projeto associado Organização / Divisão / Gerência / Departamento Nome do processo Contato direto no site: nome, cargo, telefone, email Líder do processo Informações da modelagem de processo Posicionamento (se possível) dentro da cadeia de valor Objetivo de existência do processo Escopo Propósitos primários de execução da modelagem ( ) Documentar o processo atual e torná-lo claro a outros ( ) Treinar outras pessoas ( ) Propor melhorias ( ) Corrigir erros e incrementar qualidade ( ) Melhorar desempenho e diminuir custo ( ) Implementar software e ferramentas de execução dos processos ( ) Outro. Indicar: ( ) Gargalos ( ) Redundâncias ( ) Retrabalhos ( ) Valor não agregado ( ) Fontes de erro ( ) Falta de integração ( ) Desperdício ( ) Inatividade ( ) Excesso de trabalho manual ( ) Atrasos ( ) Não suporta novos desafios ( ) Risco financeiro ( ) Compromete a empresa junto a clientes ( ) Outro risco. Indicar: Há falhas já percebidas na execução deste Processo? ( ) Outros. Indicar: Tipos de modelagem a serem executados ( ) Estado atual (As Is) ( ) Estado futuro (To Be) Método de modelagem ( ) BPMN ( ) EPC ( ) Outro. Especificar e indicar fonte de consulta do método: ( ) Atividade ( ) Competências necessárias ( ) Etapas da atividade ( ) Sistemas em uso na atividade ( ) Recurso ( ) Unidade organizacional relacionada ( ) Agente – papéis funcionais ( ) Itens de controle necessários para compor indicadores ( ) Informação gerada e recebida ( ) Leis, normas, regulamentos, etc, aplicáveis ( ) Eventos ( ) Novos conceitos, siglas, termos, etc, adotados no processo ( ) Custos por atividade ( ) Desvios de processo Informações que deverão ser coletadas ( ) Tempos da atividade ( ) Outros. Especificar: Observações 36 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 1/17 ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA R. FL. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 R. FL. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X 31 07 X 32 08 X 33 09 X 34 10 X 35 11 X 36 12 X 37 13 X 38 14 X 39 15 X 40 16 X X 41 17 X X 42 18 43 19 44 20 45 21 46 22 47 23 48 24 49 25 50 REV. EMIS. DATA ELAB. VERIF. AUT. DESCRIÇÃO 00 A 29/06/07 Roquemar Lourenço 01 F 12/07/07 Lourenço Roquemar TIPO DE EMISSÃO (A) PRELIMINAR (E) PARA COMENTÁRIOS (B) PARA APROVAÇÃO (F) APROVADO (C) PARA CONHECIMENTO (X) CADASTRAMENTO INICIAL (D) CANCELADO 37 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 2/17 Sumário 1 Objetivo......................................................................................................................................... 3 2 Escopo.......................................................................................................................................... 3 3 Participantes da Modelagem deste Processo .............................................................................. 3 4 Definições ..................................................................................................................................... 3 5 Referências................................................................................................................................... 4 6 Diagrama Geral do Processo....................................................................................................... 4 7 Dados finais Registrados.............................................................................................................. 5 8 Equipamentos, software e materiais de consumo ........................................................................ 5 8.1 Equipamentos e software .................................................................................................. 5 8.2 Materiais de consumo........................................................................................................ 5 9 Papéis funcionais envolvidos........................................................................................................ 5 10 Detalhamento das Instruções ....................................................................................................... 5 10.1 010 - Estabelecer detalhes de modelagem ....................................................................... 5 10.2 020 - Preparar reunião....................................................................................................... 6 10.3 030 - Realizar entrevista e criar lista de atividades ........................................................... 6 10.4 040 – Criar rascunho do modelo As Is .............................................................................. 7 10.5 050 – Gerar prévia do modelo As Is .................................................................................. 8 10.6 060 – Analisar consistência do modelo As Is .................................................................... 8 10.7 070 – Liberar modelo As Is discutido................................................................................. 9 10.8 080 – Validar processo.................................................................................................... 10 10.9 090 – Gerar modelo As Is final ........................................................................................ 10 10.10 100 – Aprovar modelo As Is pelos envolvidos................................................................. 11 10.11 110 – Criar documentos As Is complementares.............................................................. 11 10.12 120 – Criar sugestão de modelo To Be ........................................................................... 12 10.13 130 – Gerar modelo To Be .............................................................................................. 12 10.14 140 – Liberar modelo de estado futuro (To Be)............................................................... 13 10.15 150 – Criar documentos To Be complementares ............................................................ 13 10.16 160 – Aprovar modelo To Be pelos envolvidos ............................................................... 13 10.17 170 – Analisar consistência do modelo To Be................................................................. 14 10.18 180 – Publicar processo .................................................................................................. 14 11 Fluxograma................................................................................................................................. 15 38 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 3/17 1 Objetivo Fornecer as orientações básicas a serem seguidas quando da modelagem de processos nos serviços prestados pela Ícone, bem como para seus próprios procedimentos, de modo a tornar a modelagem desenvolvida de acordo com o ambiente de BPM do cliente ou diretrizes da internas. 2 Escopo Trabalhos técnicos de modelagem de processos executados pelo escritório de processos da Ícone. Para o uso em clientes, deve ser observado se este processo precisará de condicionantes especiais com relação ao projeto e cliente em questão. 3 Participantes da Modelagem deste Processo Os principais participantes da elaboração deste procedimento são os seguintes: Setor Participante Representante OBS Ícone Diretor Técnico Lourenço Costa Dono do processo Gerente responsável Diretor Comercial Ricardo Tedesco Especialista em processos Assessoria Roquemar Baldam Líder de processo Gerente de projeto André Campos Gestor do processo Implementação de sistemas Weslly Jorge Infra-estrutura de TI 4 Definições BPM 1 (Business Process Management): Envolve a descoberta, projeto e entrega de processos de negócios. Adicionalmente, o BPM inclui o controle executivo, administrativo e supervisório destes processos. Atividade: É um termo genérico para o trabalho que uma companhia ou organização executa via um processo de negócio. Pode ser atômica (pouca abrangência) ou não-atômica. Os tipos de atividades que fazem parte de um processo são: processos, subprocessos ou tarefas. Processo: É um encadeamento de atividades executadas dentro de uma companhia ou organização, que transformam entradas em saídas. Subprocesso: É um processo que está incluso em outro processo. 1 Apesar de existir este mesmo acrônimo como: Business Performance Management, Business Process Modeling ou mesmo conforme indicaria alguns autores normalmente ingleses, que apontam o BPM como uma ferramenta e não uma técnica gerencial, neste Manual de Procedimento é sempre adotado o conceito tal qual a BPMI / BPMN. 39 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 4/17 Tarefa: É uma atividade atômica2 (pouca abrangência) que está incluída num processo. É usada quando a atividade no processo não será mais refinada em subprocessos dentro do modelo do processo. Geralmente executada por um único usuário final, equipamento ou sistema. Modelo: Uma representação (com maior ou menor grau de formalidade) abstrata da realidade (num dado contexto). Isto significa que não há um modelo perfeito, objetivo, indiscutível. Nenhum modelo corresponde exatamente à realidade; todos apenas a representam, de um modo que parecerá mais adequado ou menos adequado, de acordo com o contexto, os atores e as finalidades da modelagem. 5 Referências Leitura Obrigatória: BPMN. Business Process Modeling Notation Specification. Needram: Business Process Management Initiative, 2006. 308 p. Clique aqui para baixar arquivo. ROSEMANN, Michael. Potential pitfalls of process modeling: part A. In: Business Process Management Journal. Vol. 12 No. 2, p. 249-254. 2006. Clique aqui para baixar arquivo. ROSEMANN, Michael. Potential pitfalls of process modeling: part B. In: Business Process Management Journal. Vol. 12 No. 3, p. 377-384. 2006. Clique aqui para baixar arquivo. Leitura opcional: BALDAM, Roquemar; et al. Gerenciamento de Processos de Negócios. São Paulo; Editora Érica, 2007. 6 Diagrama Geral do Processo Fornecedores Insumos (Entradas) Processo Produtos (Saídas) Cliente Escritório BPM - Requisição de Modelagem - Dados existentes do processo Modelar Processo - Modelo de estado atual (As Is) - Modelo de estado futuro (To Be) Área requisitante 2 Apesar de “atômica” ser a tradução direta, pode ser entendido como “elementar”, menor porção. 40 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 5/17 7 Dados finais Registrados Dado / Documento Forma de armazenamento dos documentos e dados Requisição de Modelagem do Processo No ambiente GED de gerenciamento do BPM Modelo do estado atual x Versão original e documentos eletrônicos de apoio: Ambiente GED x Versão HTML e PDF: Intranet controlada pelo escritório de BPM Modelo do estado futuro Idemao Modelo de estado atual 8 Equipamentos, software e materiais de consumo 8.1 Equipamentos e software Mesa corrida com três metros, parede para fixar os modelos, computador com software de modelagem, máquina fotográfica com resolução superior a 3.2 megapixel (para os rascunhos em grande formato), escâner formato A4 ( para documentos de apoio). 8.2 Materiais de consumo Blocos de adesivos, fita adesiva, régua de 50 cm, lápis, borracha, folhas de papel sulfite (A0, A1). 9 Papéis funcionais envolvidos Papel funcional Competências requeridas Gerente de BPM - Capacitação geral de Gerência de BPM Líder de Processo - Capacitação geral de Líder de Processo Entrevistados - Micro treinamento de modelagem de processos - Conhecimento de execução do processo a ser modelado Consultor de processos Sênior - Capacitação geral de Líder de Processo - Mínimo de três anos de experiência em modelagem de processos Envolvidos - Não são exigidos pré-requisitos específicos 10 Detalhamento das Instruções 10.1 010 - Estabelecer detalhes de modelagem 10.1.1 Etapas 1. Estabelecer junto à direção do projeto e à parte interessada em que a modelagem está envolvida, os seguintes itens: x Definição clara do propósito do modelo; x Escopo do modelo; x Dados desejados de serem obtidos no modelo; x Indicadores de desempenho ao qual este modelo deverá fornecer os itens de controle; x Técnica de modelagem que deverá ser usada (BPMN, EPC, outra); 2. Selecionar o Líder de Processo mais adequado para esta modelagem em particular. 3. Complementar requisição de modelagem de processo, conforme Clique aqui para baixar arquivo. 41 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 6/17 10.1.2 Dados complementares Papéis envolvidos Gerente de BPM Novas Entradas Requisição de modelagem incompleta. Novas Saídas Não há. Evento resultante / resultado esperado Requisição de modelagem atualizada. Desvio e Atitudes Não há. Tempos Execução: 2 horas. Espera: 2 dias Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: R$ 220,00 Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Data e hora de início do processo. 10.2 020 - Preparar reunião 10.2.1 Etapas 1. Estabelecer quem fará parte da equipe envolvida nesta modelagem: dono do processo, gestor do processo, gerentes de departamento, especialistas no tema, equipe de Tecnologia da Informação. 2. Agendar as reuniões necessárias para executar o processo como um todo em função do tamanho do modelo. Inclui: x Verificar quais participantes participarão de cada uma delas e seu de acordo com as datas propostas; x Verificar espaço disponível para as datas selecionadas; x Fazer reserva de espaço e equipamentos necessários. 3. Comunicar aos envolvidos. 4. Coletar e ler modelos anteriores, leis, normas e outros materiais de apoio à entrevista e que servirão de base à modelagem. 5. Conhecer, se for o caso de processo existente, os recursos que hoje executam este processo (equipamentos, softwares, instalações, pessoas). 6. No caso dos envolvidos se disporem a fazer um pré-modelo, poderão fazer da forma que eles considerarem mais adequada: desenho a mão livre, usando Word, Power Point, etc. 10.2.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processo Novas Entradas Modelos anteriores, leis, normas, etc, de apoio à entrevista Novas Saídas Não há. Evento resultante / resultado esperado Reuniões agendadas. Desvio e Atitudes Não há. Tempos Execução: 2 horas. Espera: 2 dias Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: R$ 220,00 Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há. 10.3 030 - Realizar entrevista e criar lista de atividades 10.3.1 Etapas 1. No início da reunião: x Indicar/ alinhar objetivos da modelagem; 42 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 7/17 x Indicar/ alinhar tipos de dados que deverão ser coletados para atingir propósitos pré- estabelecidos. 2. Realizar a entrevista com observações das atividades executadas. 3. Criar as listas de atividades em blocos adesivos, em conjunto com os entrevistados, para compor os modelos na próxima atividade. 10.3.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processo Entrevistados Novas Entradas Não há. Novas Saídas Entrevista do funcionamento do processo. Evento resultante / resultado esperado Entrevista do funcionamento do processo realizada. Desvio e Atitudes - Entrevistados não conhecem o método de modelagem usado: usar uma palestra de no máximo 45 minutos para explicitar o método. Tempos Execução: variável. Espera: variável. Custos de execução da tarefa Material: R$ 20,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há. 10.4 040 – Criar rascunho do modelo As Is 10.4.1 Etapas 1. Criar o rascunho do modelo As Is, observando: x Sempre criar o rascunho em modelo de papel de grande formato; x Começar o rascunho com o cabeçalho, indicando ao menos: nome do processo, data e envolvidos na entrevista; x Usar a técnica de modelagem selecionada (BPMN, EPC, outra); x Usar blocos adesivos, lápis e borracha para executá-los de modo a ter um modelo fácil de corrigir e de alta interatividade com os interessados; x Nunca se abster de fazer as alterações indicadas pelos usuários; x Deixar clara a participação dos envolvidos na criação e modelos e envolvê-los sempre durante a criação; x Não criar sob nenhum aspecto na presença dos participantes rascunhos próprios para compreensão do processo. Isso tem tendência de induzir o raciocínio dos demais. 2. Apresentar aos entrevistados rascunho para validá-lo. 3. Fotografar o modelo em resolução superior a 3.2 megapixels e armazenar no repositório do projeto. Figura 1. Exemplo de rascunho de processo feito com blocos adesivos em grandes formatos. 43 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 8/17 4. Digitalizar, se for o caso, os materiais complementares para compreensão ou suporte ao modelo: leis, formulários, normas, referências, etc. 10.4.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processo Entrevistados Novas Entradas Não há Novas Saídas Rascunho do modelo As Is, contendo: x Modelo em papel de grande formato; x Imagem (fotografias) do rascunho em JPG; x Arquivos referências de suporte ao modelo. Evento resultante / resultado esperado Rascunho do modelo As Is realizado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 30,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.5 050 – Gerar prévia do modelo As Is 10.5.1 Etapas 1. Gerar prévia do modelo usando o software indicado: x Modelos em Aris: executar no próprio ARIS; x Modelos em Visio: executar no próprio Visio; x Modelos em outros softwares: o padrão é executar modelo preliminar em Visio. 2. Em primeiro plano e para compreensão facilitada, o modelo deve ser feito em folha única, evitando modelo distribuído em várias folhas que dificultam muito a visualização por pessoas não habituadas com processos. 3. Para modelos em Visio, usar formas disponíveis em http://146.64.95.4/bpm/bpm_visio.zip 4. Armazenar modelo no GED. No caso do ARIS, guardar um arquivo de impressão no GED, deixando o modelo original no banco de dados. 10.5.2 Dadoscomplementares Papéis envolvidos Líder de processo Novas Entradas Não há Novas Saídas Prévia do modelo As Is Evento resultante / resultado esperado Prévia do modelo As Is realizado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 30,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.6 060 – Analisar consistência do modelo As Is 10.6.1 Etapas 1. Fazer, sobre o arquivo eletrônico, checagem geral do modelo para verificar possíveis: 44 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 9/17 x Erros grosseiros; x Acertos gráficos; x Possibilidades de integração; x Qualidade do modelo; x Outras sugestões. 2. Alterar motivo de emissão do documento 3. Salvar versão alterada do modelo. 10.6.2 Dados complementares Papéis envolvidos Consultor de processo Sênior Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Prévia do modelo As Is revisado pelo Consultor de Processos Sênior Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.7 070 – Liberar modelo As Is discutido 10.7.1 Etapas 1. Normalmente se faz necessário imprimir modelo em grande formato. O formato deve ser tal que permita visualização plena a 1,5 metros de distância. Só não será feita em modelos muito elementares (5 ou menos tarefas). O Líder de Processos deverá providenciar esta impressão. 2. Em caso de modelos maiores que formato A3, fixar o modelo na parede para facilitar visualização por todos os presentes. Figura 2. Modelos fixados em parede para discussão com envolvidos. 3. Discutir se o modelo apresentado corresponde sem problemas ao rascunho, fazendo marcações no próprio modelo das alterações propostas ou novas observações. 4. As observações devem ser marcadas no modelo e feitas as notações necessárias. 5. Havendo mudanças pouco significativas, deve ser dado encaminhamento do modelo. Havendo muitas mudanças o processo retornará ao líder de processos para devidas correções. 10.7.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos e Entrevistados Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há 45 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 10/17 Evento resultante / resultado esperado Modelo As Is liberado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.8 080 – Validar processo 10.8.1 Etapas 1. De posse do modelo, deve-se testar o mesmo, com dados e registros reais de execução, de modo a garantir que o modelo corresponde o melhor possível ao objeto de estudo. 2. Registrar alterações no próprio modelo. 3. Fazer as alterações necessárias no modelo As Is. 10.8.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos e Entrevistados Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Modelo As Is final validado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.9 090 – Gerar modelo As Is final 10.9.1 Etapas 1. Fazer correções finais. 2. Alterar motivo de emissão. 3. Salvar documento no ambiente GED. 4. Havendo mudanças sensíveis sugeridas, os entrevistados deverão ser mais uma vez consultados. Não havendo mudanças significativas, poder-se-á passar para análise dos envolvidos. 10.9.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Modelo As Is final concluído Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da Material: não há 46 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 11/17 tarefa Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.10 100 – Aprovar modelo As Is pelos envolvidos 10.10.1 Etapas 1. Imprimir modelo em grande formato e fixar o modelo na parede para facilitar visualização por todos os presentes. Deve ser impresso em qualquer formato que permita visualização, mesmo que seja formatos maiores que A0. 2. Não havendo disponibilidade de impressora de grande formato, imprima o modelo em partes no Visio (o mesmo possui recurso facilitado para tal) e imprima as diversas páginas necessárias. 3. Importante garantir que realmente todos envolvidos estarão presentes. O risco é ter um modelo que não corresponderá às necessidades do cliente. 4. Discutir se o modelo apresentado corresponde ao estado atual, fazendo marcações no próprio modelo das alterações propostas ou novas observações. 5. As observações devem ser marcadas no modelo e feitas as anotações necessárias. 10.10.2 Dados complementares Papéis envolvidos Envolvidos Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Modelo As Is liberado pelos envolvidos Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 30,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.11 110 – Criar documentos As Is complementares 10.11.1 Etapas 1. Criar os documentos: x Manual de procedimento. O modelo de Manual de Procedimento encontra-se em Clique aqui para baixar arquivo. x Formulários; x Manuais complementares; x Outros documentos necessários a compreensão do processo. 2. Armazenar os documentos adicionais no GED. 3. Imprimir cópia do documento e solicitar assinatura dos envolvidos. 4. Digitalizar e armazenar o documento assinado. 10.11.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos Novas Entradas Não há Novas Saídas Documentos As Is complementares Evento resultante / resultado esperado Documentos completos do modelo As Is concluídos Desvio e Atitudes Não há 47 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 12/17 Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 10,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.12 120 – Criar sugestão de modelo To Be 10.12.1 Etapas 1. Em caso de modelo existente (em uso ou adquirido por melhores práticas, benchmarking, etc), o mesmo deve ser apresentado aos participantes. 2. Focar sempre: x Quem é o Cliente; x O que é o Produto Desejado do processo. 3. Usando a técnica que for adequada ao processo em questão (Redesenho, análise, FAST, teoria dos Uns da reengenharia, JAD, etc), criar rascunho de modelo To Be, usando mesmas premissas da construção do rascunho em As Is. 10.12.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos e entrevistados Novas Entradas Não há Novas Saídas Rascunho do modelo To Be Evento resultante / resultadoesperado Modelo As Is liberado pelos envolvidos Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 10,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.13 130 – Gerar modelo To Be 10.13.1 Etapas 1. Executar de maneira similar a “050 – Gerar prévia do modelo As Is” 10.13.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos Novas Entradas Não há Novas Saídas Modelo To Be Evento resultante / resultado esperado Modelo To Be gerado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: Não há Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 48 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 13/17 10.14 140 – Liberar modelo de estado futuro (To Be) 10.14.1 Etapas 1. Executar de maneira similar a “070 – Liberar modelo As Is” 10.14.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos e entrevistados Novas Entradas Não há Novas Saídas Documentos To Be complementares Evento resultante / resultado esperado Modelo To Be liberado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 30,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.15 150 – Criar documentos To Be complementares 10.15.1 Etapas 1. Executar de modo similar a “120 – Criar documentos As Is complementares” 10.15.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processos Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Documentos completos do modelo To Be concluídos Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: R$ 10,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.16 160 – Aprovar modelo To Be pelos envolvidos 10.16.1 Etapas 1. Executar de modo similar a “100 – Aprovar modelo As Is pelo envolvidos” 10.16.2 Dados complementares Papéis envolvidos Envolvidos Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Modelo To Be liberado pelos envolvidos Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável 49 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 14/17 Custos de execução da tarefa Material: R$ 30,00 Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.17 170 – Analisar consistência do modelo To Be 10.17.1 Etapas 1. Executar de modo similar a “060 – Analisar consistência do modelo As Is” 10.17.2 Dados complementares Papéis envolvidos Consultor de processo Sênior Novas Entradas Não há Novas Saídas Não há Evento resultante / resultado esperado Modelo To Be revisado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Não há 10.18 180 – Publicar processo 10.18.1 Etapas 1. Checar sobre o modo de publicação do modelo na organização. 2. Criar arquivos e links necessários. 3. Disponibilizar os arquivos. 10.18.2 Dados complementares Papéis envolvidos Líder de processo Novas Entradas Não há Novas Saídas Modelo To Be publicado Evento resultante / resultado esperado Modelo To Be publicado Desvio e Atitudes Não há Tempos Execução: variável Espera: variável Custos de execução da tarefa Material: não há Serviço: variável. Centro de Custo: CCT – Desenvolvimento e implantação Item de controle coletado na tarefa Dia e hora de publicação do processo 50 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 15/17 11 Fluxograma 51 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 16/17 52 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Unidade: Gerência Técnica TÍTULO: Modelar Processos Nº: MP-040-050-010 – R1 FOLHA: 17/17 53 Empresa XPTO LOGO Unidade: Gerência de Suprimentos TÍTULO: Manual de Instrução P-23-45-020 Montagem de Válvula Nº: P-23-45-020-0 FOLHA: 1/3 080 - Manual de Instruçao - modelo.DOC ESTA FOLHA ÍNDICE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA FL/R.0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 FL/R. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 01 X 26 02 X 27 03 X 28 04 X 29 05 X 30 06 X 31 07 X 32 08 X 33 09 X 34 10 X 35 11 X 36 12 X 37 13 X 38 14 X 39 15 X 40 16 X 41 17 X 42 18 X 43 19 X 44 20 X 45 21 X 46 22 X 47 23 X 48 24 X 49 25 50 REV. EMIS. DATA ELAB. VERIF. AUT. DESCRIÇÃO 00 B 09/10/01 EM TIPO DE EMISSÃO (A) PRELIMINAR (E) PARA COMENTÁRIOS (B) PARA APROVAÇÃO (F) APROVADO (C) PARA CONHECIMENTO (X) CADASTRAMENTO INICIAL (D) CANCELADO 54 Empresa XPTO LOGO Unidade: Gerência de Suprimentos TÍTULO: Manual de Instrução P-23-45-020 Montagem de Válvula Nº: P-23-45-020-0 FOLHA: 2/3 080 - Manual de Instruçao - modelo.DOC Sumário 1 Equipamentos necessários........................................................................................................... 2 2 Materiais necessários ................................................................................................................... 2 3 Etapas........................................................................................................................................... 2 4 Resultado Esperado ..................................................................................................................... 2 5 Desvio e Atitudes.......................................................................................................................... 2 6 Vista Explodida ............................................................................................................................. 2 55 Empresa XPTO LOGO Unidade: Gerência de Suprimentos TÍTULO: Manual de Instrução P-23-45-020 Montagem de Válvula Nº: P-23-45-020-0 FOLHA: 3/3 080 - Manual de Instruçao - modelo.DOC 1 Equipamentos necessários Chave pneumática. 2 Materiais necessários Graxa especial de vedação; desengraxante; tinta lacre; kit de parafusos; etiqueta de identificação. 3 Etapas 3.1. Verificar a presença de rebarbas no corpo (47001) e tampa (47004) 3.2. Passar pequena quantidade de graxa de montagem no diafragma da válvula (47002) 3.3. Efetuar sua montagem no corpo, sendo que o resultado da vedação irá de encontro ao assento de vedação do corpo 3.4. Passar pequena quantidade de graxa no anel oring (47003)e efetuar sua colocação na tampa (47002)3.5. Proceder o fechamento da válvula, utilizando a tampa (47004) e o conjunto parafusos (47005) 3.6. Limpar a superfície da válvula com desengraxante e aplicar etiqueta de identificação (ET02) 3.7. Aplicar tinta lacre nos parafusos de fechamento, em toda a extensão da rosca 4 Resultado Esperado 4.1. Após montagem deverá estar funcionando em conformidade com o procedimento de teste 5 Desvio e Atitudes 5.1. Vazamentos: verificar a posição do anel de vedação Importante – Lançar ocorrências de desvios e atitudes em de registro apropriado 6 Vista Explodida 56 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 1. Processo: Entregar material requisitado A Empresa XPTO deseja modelar um processo para requisição de material usado na empresa. A idéia é que qualquer funcionário possa preencher um formulário de requisições. Este formulário é enviado ao almoxarifado que verifica se o item está na previsão de material do setor. Se estiver na previsão e em estoque, envia o material ao despacho. Se estiver na previsão e não tiver o material, deve-se proceder a compra do material, emitindo um pedido de compra e enviando ao setor de compras. Não estando na previsão o pedido é negado. 2. Processo: Comprar material Um pedido de compra é recebido do almoxarifado. Se a compra for menor ou igual a R$ 100,00, envia-se direto ao departamento de compras para efetivar a compra direta. Acima de R$ 100,00 até R$ 5.000,00, precisa-se de aprovação do gerente de compras. Acima de R$ 5.000,00, precisa-se de aprovação do superintendente. O superintendente só aprovará a compra se houver ao menos uma cotação de preço associada. Se não houver cotação, espera até chegar à mesma. Em qualquer caso, um aprovador (superintendente ou gerente de compras) pode rejeitar a compra. Compras rejeitadas devem ser enviadas ao escaninho de rejeitadas, com justificativa da rejeição. Passado um dia que o pedido estiver na responsabilidade do gerente de compras ou superintendente, um alerta deve ser enviado ao responsável pela compra (gerente ou superintendente respectivo) para alertá-lo que a compra precisa ser aprovada. O alerta deve ser repetido a cada dia até que a compra seja decidida. Tomada a decisão, a compra é efetuada e a ordem de compra e pedido são enviados ao almoxarifado, para aguardar chegada do produto. Uma vez o produto disponível, o mesmo é conferido e enviado ao solicitante. A nota Fiscal correspondente, juntamente com pedido de compra e documento de recepção do material são enviados ao Contas a Pagar. 57 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 3. Processo: Analisar currículos Pessoas enviam currículos o tempo todo aos departamentos de nossa empresa, Companhia Genérica, Inc. Esses currículos, dos vários departamentos, são passados para o pessoal de RH. Os analistas de RH olham os currículos e determinam se deverão ou não recomendar a contratação dessas pessoas, enviando para aprovação do gerente de RH, ou se rejeitam o referido currículo, armazenando os rejeitados. O gerente do RH vai decidir se efetivamente fará a contratação ou rejeitar o referido currículo. Uma mensagem a cada dois dias deve ser enviada ao gerente do RH caso exista algum currículo parado. 4. Processo: Contratar novo funcionário Os casos contratados no processo do exercício anterior serão transferidos para este exercício e terão seus currículos enviados para o departamento de Benefícios e Taxas do RH. Aqui, eles irão determinar se toda a documentação pertinente à pessoa está na pasta do processo ou não. Cada candidato precisa de um Contrato de Trabalho, de uma Listagem de Benefícios associados ao seu cargo e de um Contrato de Confidencialidade. Os documentos são relacionados pelo número de CPF. Se estiver tudo ok, uma mensagem será enviada para o Vice-Presidente do departamento dizendo que eles possuem todos os documentos e encaminha para finalização da contratação. Existe uma pessoa especialmente treinada no RH para fechar o contrato. Caso a documentação completa não esteja disponível, eles aguardarão até sete dias. Terminado este prazo, eles irão verificar se todos os documentos estão corretos. Se todos os documentos não estiverem presentes depois de sete dias, o usuário deverá decidir se aprova o processo, mesmo faltando itens. Se o Analista do departamento de Benefícios e Taxas desaprovar o processo, o currículo ficará em uma fila de espera até que decida verificá-lo novamente. 58 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 5. Processo : Executar cadastro em vídeo locadora A empresa Movie Times deseja ajustar seu processo de cadastramento de clientes. Usando um sistema via internet de cadastramento de usuários, os formulários eletrônicos preenchidos chegam ao nosso processo. Cada solicitação possui ao menos Número de Solicitação, Nome, tipo (se é normal ou estudante) e número de identidade. Depois de verificar que todas as palavras-chave estão presentes e não existem solicitações em duplicidade (Se estiver duplicado, nega o pedido da duplicação), a solicitação é enviada para o departamento de crédito. Lá eles irão designar um código de crédito – 1, 2 ou 3. O código 1 significa aprovação automática. Todas as solicitações com código 2 serão aprovadas, precisando somente ter uma nota de período de experiência. As solicitações com código 3 serão rejeitadas. As solicitações rejeitadas são mantidas por 07 dias e depois removidas do processo. O auxiliar irá telefonar para o solicitante para informá-lo de sua aprovação como membro e solicitar cópias dos documentos. Caso não consiga entrar em contato com o solicitante, eles aguardarão 3 dias, e então tentará de novo. Caso o solicitante ainda não tenha sido contatado, então o contato será feito pelo correio. Envia-se então o processo para aguardar a chegada dos documentos junto com os demais. As solicitações aprovadas precisam ter cópias do documento de identidade, comprovante de residência e em sendo estudante, a carteira de estudante. Caso contrario, eles serão mantidos no sistema, e verificados novamente até que tudo esteja no sistema. Se houver algum problema com os documentos, nova solicitação é feita ao cliente. Após chegar os documentos, o auxiliar fará a solicitação da carteira de sócio. Um ajudante do departamento de crédito faz a carteira e o auxiliar avisa o cliente que sua carteira está pronta. 59 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 6. Processo: Conferir Recebimento em Cheque Todos os dias, nosso sistema de COLD importa as notas fiscais emitidas para nosso ambiente GED. Estas notas ficam no sistema por até 30 dias e após isso, não chegando o cheque do pagamento, o cobrador fará o contato para checar falta de pagamento ou se houve algum tipo de engano. Assim que chegar o cheque referente a este pagamento, se o pagamento estiver ok com a nota, arquiva-se cheque e nota. Para saber que nota e cheque estão ok, o cheque deve possuir como dado o mesmo número da nota e o valor deve estar ok. Se entrar o cheque com diferença grande de valor em relação à nota, o processo é enviado para checar diferenças de valor, com sendo exceção. Se o cheque possuir diferença muito pequena (menos de R$ 4,00) ou tiver erros de preenchimento, o cheque é enviado a um verificador de exceções para checar se é mesmo uma exceção ou não. Este verifica se aceita ou não como exceção. Se o ocorrido for irrelevante, mandar arquivar e encerra-se o processo. Existindo cheque duplicado ou sem número de nota equivalente, o mesmo deve encaminhado para corrigir estes erros. Sendo exceção realmente, envia-se para uma pessoa que irá verificar esta exceção e conseguindo trata-la, encerra-se o processo. Não conseguindo, manda para o supervisor. Se o supervisor entender que o fato é superável, encerra-seo processo e também arquiva- se. Não conseguindo resolver, separa este processo e trata depois como uma exceção de 2º nível. Passado um dia sem o supervisor resolver, o verificador de exceções tem de avisá-lo constantemente deste atraso, ou seja, todo dia o avisa. Quando a exceção possui valor de compra superior a R$ 10.000,00, o cheque é enviado para tratamento como grandes valores e o pessoal lá vai dar tratamento adequado ao mesmo. 60 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 7. Processo: Tratar exceções em conferência de pagamento Ao final do Exercício Anterior, as verificações não resolvidas foram colocadas em uma fila de exceções. A partir daquela fila, um documento de exceção (e-Form – Formulário eletrônico) deverá ser criado. Este documento deveria herdar e obter as palavras-chave apropriadas. A exceção deverá ser enviada para o grupo de Cobrança. A menos, é claro, que a exceção tenha sido gerada pelos supervisores. Todas as exceções geradas pelos supervisores deverão ser enviadas para a gerente do departamento de cobranças. No grupo de cobrança, as exceções são visualizadas e o cliente é contatado por telefone. O grupo de cobrança, então designa um certo número de dias para aguardar antes de verificar a exceção novamente. Esse número pode ser mais de cinco. Depois que o tempo tiver terminado, ela é então enviada de novo para o grupo de cobranças. O grupo de cobranças irá determinar se a exceção foi esclarecida ou enviá-la para o gerente do departamento de cobranças. Caso tenha sido esclarecida, então deverá ser removida do fluxo de trabalho junto com a verificação. O gerente do departamento de cobranças precisa estar habilitado para determinar se envia a exceção ou a dispensa. Caso a envie adiante, o documento será enviado para o departamento de crédito. Caso seja dispensada, a exceção e correspondente verificação serão removidas do fluxo de trabalho . Como é óbvio, a auditoria desejará manter os olhos sobre as exceções que sejam dispensadas ou esclarecidas. 45 por cento de todas as exceções dispensadas ou esclarecidas devem ser enviadas para a fila de auditoria. Finalmente, este processo inteiro não deverá levar mais do que 5 dias . Se uma exceção estiver no fluxo de trabalho por mais de 5 dias, uma nota deverá ser enviada ao gerente. 61 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 8. Processo: Fornecer Cartão de Crédito 1 - Proponente preenche a solicitação do cartão de crédito via Internet 2 - Unidade de negócios confirma dados cadastrais como endereço residencial, tempo de residência, telefone para contato, e-mail, renda, tempo de emprego e outras informações. 3 - Informações não conferem - nega a proposta e envia correspondência para o proponente 4 - Informações conferem - segue com a análise 5 - Unidade de negócios efetua consulta pelo CPF em órgãos externos como Serasa e Associação Comercial de São Paulo (ACSP) 6 - Se constar restrições - nega a proposta e envia correspondência para o proponente 7 - Se não constar restrições - segue com a análise 8 - Unidade de negócios efetua consulta interna para avaliar histórico do proponente 9 - Se constar restrições - nega a proposta e envia correspondência para o proponente 10 - Se não constar restrições segue com a análise 11 - O Sistema de propostas efetua o cálculo do Credit Score através de variáveis como: Residência ( )Própria ou ( )Alugada Possui veículo ( )SIM ou ( )NÃO Possui seguro de automóvel ( )SIM ou ( )NÃO Possui seguro residencial ( )SIM ou ( )NÃO Possui seguro de vida ( )SIM ou ( )NÃO Possui conta corrente ( )SIM ou ( )NÃO Possui investimentos ( )SIM ou ( )NÃO Possui empréstimos ( )SIM ou ( )NÃO Possui outros cartões de crédito ( )Cartão X ( )Cartão Y ( )Cartão Z 12 - Com base nestas variáveis é determinada uma pontuação X para o proponente onde se for menor a proposta é negada e se for maior a proposta é aprovada. 13- Se for negada envia correspondência para o proponente 14- Se for aprovada o sistema de proposta faz interface com o sistema de cartões e gera o número da conta 15- Proponente recebe o kit de boas vindas e recebe o cartão de crédito em seu endereço de correspondência. 16- Fim do processo de iniciação ao crédito 62 Processos - Treinamento 090 - Exercícios.doc 9. Processo: Autorizar compras com Cartão de Crédito 0 - Início do processo de autorizações de compras 1 - Cliente entra no estabelecimento para efetuar a compra 2 - Lojista passa o cartão no Ponto de venda ( POS – Point of Sale) 3 - Sistema da loja faz interface com o sistema da empresa emissora do cartão de crédito 4 - Sistema de autorizações da empresa emissora verifica se há limite disponível para autorizar a compra e também se há atraso no pagamento da fatura atual. 5 - Se não possuir limite disponível ou se estiver em atraso atual - sistema de autorizações faz interface com o sistema de exceção de autorizações. 6 - Sistema de exceção de autorizações verifica algumas variáveis de negócios para a tomada de decisão se aprova ou não a compra, tais como: Dias de atraso atual Valor do limite de crédito Pontuação do Behavior Score (BS) Meses desde o último aumento de limite de crédito Meses desde a última redução de limite de crédito Possui cheque sem fundo ( )SIM ( )NÃO Meses desde o último atraso 7 - Com base nestas variáveis o sistema de exceção de autorizações atribui o número da estratégia e o número do cenário desta autorização. 8 - Dependendo do cenário que o sistema de exceção de autorizações atribuir, nega a compra e o POS mostra a mensagem para o lojista que a autorização foi negada. 9 - Se o cenário atribuído pelo sistema de exceção de autorização aprova, neste caso a compra é autorizada. 10- Se possuir limite disponível ou se não estiver em atraso atual - sistema de autorizações autoriza a compra direto sem a necessidade de chamar o sistema de exceção de autorizações. 11- Se autorização aprovada - atualiza o saldo do cartão 12- Fim do processo de autorizações de compras 63