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são jose do rio preto questões 5

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Questões resolvidas

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Segundo o texto, a prática da doação
(A) dificilmente é mantida pelos herdeiros.
(B) reverte em benefício do próprio doador.
(C) é um modo de criar patrimônio para os herdeiros.
(D) resolve os graves problemas do mundo.
(E) não interfere nas condições de vida no mundo.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
De acordo com as ideias defendidas no texto, a frase que responde adequadamente à pergunta – o que eu quero que esteja escrito na minha lápide? – é:
(A) Aqui jaz um poupador, que deixou dinheiro para seus herdeiros.
(B) Aqui jaz um defensor da paz, que teve uma vida longa.
(C) Aqui jaz uma pessoa que acreditou na vida após a morte.
(D) Aqui jaz uma pessoa de bem, praticante de doação ao próximo.
(E) Aqui jaz um homem que deixou uma grande família.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
A relação de sentido de antonímia que há entre as palavras destacadas nas passagens – fazer o mal e fazermos o bem – está presente também entre as destacadas em:
(A) energia de solidariedade / energia de bondade.
(B) todos temos essa obrigação / todos temos esse compromisso.
(C) quem não é crente / quem não é incrédulo.
(D) essa pergunta é fundamental / essa pergunta é consensual.
(E) um futuro mais tranquilo / um futuro mais acessível.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Na passagem – Mas, mesmo para quem não é crente, ela é muito importante... –, a palavra destacada tem o sentido de
(A) até.
(B) de fato.
(C) próprio.
(D) antes.
(E) exceto.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Assinale a alternativa que tem o enunciado redigido segundo a norma-padrão de concordância verbal.
(A) Entre as práticas que existe, a doação contribui para reduzir desigualdades.
(B) Algumas pessoas tem mais dinheiro do que precisa para viver.
(C) Todos eles tinha feito doações a instituições que cuida de idoso.
(D) As doações encontra-se num depósito para ser encaminhadas às famílias.
(E) Há pessoas que acham que ações sem intenção maldosa já bastam.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
A alternativa que segue a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes é:
(A) Quanto às contribuições, alguns sempre as fazem anonimamente.
(B) Penso no futuro e, para garantir ele, faço poupança.
(C) Nos empenhamos em dar bons exemplos a nossos filhos.
(D) É um amigo de infância e não vejo-o faz muito tempo.
(E) Meus pais sempre dizem que é para mim ser honesto.

Leia a tira, para responder às questões de números 10 e 11.
É correto afirmar que a declaração da garota, no último quadrinho, indica que ela
(A) não acredita no resultado de suas orações porque reza sem objetivo certo.
(B) reza para obter o que pede, embora sem acreditar em seu merecimento.
(C) prefere continuar sendo uma pessoa pouco paciente e pouco compreensiva.
(D) está convencida de que a paciência e a compreensão são virtudes inatingíveis.
(E) teme ser castigada porque desistiu de continuar rezando com convicção.

Para responder às questões de números 05 e 06, considere a seguinte passagem: Não estamos todos juntos neste planeta simplesmente para não fazer mal uns aos outros (isso já seria algo muito bom, é claro), mas para fazermos o bem uns aos outros. Todos temos essa obrigação, mas com certeza as condições e a capacidade para isso mudam.
Assinale a alternativa em que a palavra mal está empregada como substantivo, tal qual ocorre na passagem.
(A) O dinheiro é mal aplicado quando o objetivo não é nobre.
(B) Mal comecei a falar, ele me interrompeu com gritos.
(C) Os ladrões fugiram com o dinheiro, mal os policiais chegaram.
(D) Não é correto tratar mal os clientes da empresa.
(E) Dizem que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe.

Leia o texto, para responder às questões de números 12 a 15.
Segundo o texto, a autossabotagem
(A) decorre de avaliação restritiva que a pessoa faz de si mesma.
(B) é resultado de opiniões externas negativas impostas à pessoa.
(C) sustenta-se em experiências passadas que trazem boas lembranças.
(D) pode levar a pessoa a ultrapassar seus limites e a superar medos.
(E) permite à pessoa fazer melhores escolhas das atitudes a tomar.

Leia o texto, para responder às questões de números 12 a 15.
A chamada “síndrome do impostor” está associada, segundo o texto, à ideia de não aceitação das próprias conquistas por
(A) excesso de confiança.
(B) medo de errar.
(C) descrença em seu merecimento.
(D) receio da solidão.
(E) falta de confiança no futuro.

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Questões resolvidas

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Segundo o texto, a prática da doação
(A) dificilmente é mantida pelos herdeiros.
(B) reverte em benefício do próprio doador.
(C) é um modo de criar patrimônio para os herdeiros.
(D) resolve os graves problemas do mundo.
(E) não interfere nas condições de vida no mundo.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
De acordo com as ideias defendidas no texto, a frase que responde adequadamente à pergunta – o que eu quero que esteja escrito na minha lápide? – é:
(A) Aqui jaz um poupador, que deixou dinheiro para seus herdeiros.
(B) Aqui jaz um defensor da paz, que teve uma vida longa.
(C) Aqui jaz uma pessoa que acreditou na vida após a morte.
(D) Aqui jaz uma pessoa de bem, praticante de doação ao próximo.
(E) Aqui jaz um homem que deixou uma grande família.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
A relação de sentido de antonímia que há entre as palavras destacadas nas passagens – fazer o mal e fazermos o bem – está presente também entre as destacadas em:
(A) energia de solidariedade / energia de bondade.
(B) todos temos essa obrigação / todos temos esse compromisso.
(C) quem não é crente / quem não é incrédulo.
(D) essa pergunta é fundamental / essa pergunta é consensual.
(E) um futuro mais tranquilo / um futuro mais acessível.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Na passagem – Mas, mesmo para quem não é crente, ela é muito importante... –, a palavra destacada tem o sentido de
(A) até.
(B) de fato.
(C) próprio.
(D) antes.
(E) exceto.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Assinale a alternativa que tem o enunciado redigido segundo a norma-padrão de concordância verbal.
(A) Entre as práticas que existe, a doação contribui para reduzir desigualdades.
(B) Algumas pessoas tem mais dinheiro do que precisa para viver.
(C) Todos eles tinha feito doações a instituições que cuida de idoso.
(D) As doações encontra-se num depósito para ser encaminhadas às famílias.
(E) Há pessoas que acham que ações sem intenção maldosa já bastam.

Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
A alternativa que segue a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes é:
(A) Quanto às contribuições, alguns sempre as fazem anonimamente.
(B) Penso no futuro e, para garantir ele, faço poupança.
(C) Nos empenhamos em dar bons exemplos a nossos filhos.
(D) É um amigo de infância e não vejo-o faz muito tempo.
(E) Meus pais sempre dizem que é para mim ser honesto.

Leia a tira, para responder às questões de números 10 e 11.
É correto afirmar que a declaração da garota, no último quadrinho, indica que ela
(A) não acredita no resultado de suas orações porque reza sem objetivo certo.
(B) reza para obter o que pede, embora sem acreditar em seu merecimento.
(C) prefere continuar sendo uma pessoa pouco paciente e pouco compreensiva.
(D) está convencida de que a paciência e a compreensão são virtudes inatingíveis.
(E) teme ser castigada porque desistiu de continuar rezando com convicção.

Para responder às questões de números 05 e 06, considere a seguinte passagem: Não estamos todos juntos neste planeta simplesmente para não fazer mal uns aos outros (isso já seria algo muito bom, é claro), mas para fazermos o bem uns aos outros. Todos temos essa obrigação, mas com certeza as condições e a capacidade para isso mudam.
Assinale a alternativa em que a palavra mal está empregada como substantivo, tal qual ocorre na passagem.
(A) O dinheiro é mal aplicado quando o objetivo não é nobre.
(B) Mal comecei a falar, ele me interrompeu com gritos.
(C) Os ladrões fugiram com o dinheiro, mal os policiais chegaram.
(D) Não é correto tratar mal os clientes da empresa.
(E) Dizem que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe.

Leia o texto, para responder às questões de números 12 a 15.
Segundo o texto, a autossabotagem
(A) decorre de avaliação restritiva que a pessoa faz de si mesma.
(B) é resultado de opiniões externas negativas impostas à pessoa.
(C) sustenta-se em experiências passadas que trazem boas lembranças.
(D) pode levar a pessoa a ultrapassar seus limites e a superar medos.
(E) permite à pessoa fazer melhores escolhas das atitudes a tomar.

Leia o texto, para responder às questões de números 12 a 15.
A chamada “síndrome do impostor” está associada, segundo o texto, à ideia de não aceitação das próprias conquistas por
(A) excesso de confiança.
(B) medo de errar.
(C) descrença em seu merecimento.
(D) receio da solidão.
(E) falta de confiança no futuro.

Prévia do material em texto

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
ESTADO DE SÃO PAULO
ConCurso PúbliCo
001. Prova objetiva
Professor de eduCação básiCa i
(oPção 001)
� Você recebeu sua folha de respostas, este caderno, contendo 50 questões objetivas, e o caderno de prova prático-
pedagógica.
� Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas.
� Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. Caso haja algum 
problema, informe ao fiscal da sala.
� leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta.
� Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu.
� a duração das provas objetiva e prático-pedagógica é de 4 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha 
de respostas e para a transcrição da resposta definitiva.
�	Só	será	permitida	a	saída	definitiva	da	sala	e	do	prédio	após	transcorridos	75%	do	tempo	de	duração	da	prova.
� deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 últimos candidatos, até que o último deles entregue sua 
prova, assinando termo respectivo.
� ao sair, você entregará ao fiscal o caderno de prova prático-pedagógica, a folha de respostas e este caderno, podendo 
levar apenas o rascunho de gabarito, localizado em sua carteira, para futura conferência.
� até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas.
aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno de questões.
14.10.2018 | manhã
nome do candidato
Prédio sala CarteirainscriçãorG
3 PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
conhecimentos gerais
Língua Portuguesa
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
Vou começar este artigo com uma pergunta que, acredito, 
todos deveriam fazer-se: o que eu quero que esteja escrito na 
minha lápide? Para quem crê em Deus, na alma e acredita 
que o que fazemos nesta vida é o que determinará como será 
a próxima, essa pergunta é fundamental. Mas, mesmo para 
quem não é crente, ela é muito importante, pois fala de qual 
marca queremos deixar nesta vida e de como queremos ser 
lembrados.
Muitas pessoas acham que basta não fazer o mal que 
sua missão está cumprida. Não há como acreditar nisso. Não 
estamos todos juntos neste planeta simplesmente para não 
fazer mal uns aos outros (isso já seria algo muito bom, é cla-
ro), mas para fazermos o bem uns aos outros. Todos temos 
essa obrigação, mas com certeza as condições e a capacida-
de para isso mudam. Por exemplo, quem tem muito dinheiro, 
muito mais do que o suficiente para viver bem, o que faz? 
Guarda? Poupar é importante, para garantir um futuro mais 
tranquilo, mas será que é mesmo necessário deixar grandes 
somas aos herdeiros? Há problemas tão graves no mundo, 
tanta gente precisando de socorro, e um monte de dinheiro, 
que poderia ajudar tanta gente, guardado…
Outra coisa que as pessoas pensam é que, quando doa-
mos, estamos fazendo bem aos outros. É verdade, mas esta-
mos, mais que tudo, fazendo bem a nós mesmos. Se acredita-
mos que há vida depois da morte, sabemos que, praticando o 
bem, vamos ter uma vida boa lá do outro lado. Se não acredita-
mos em outra vida, vale a mesma afirmação, porque, quando 
fazemos bem aos outros aqui, tornamos este mundo um lugar 
melhor para nós, nossos filhos e netos.
Quando fazemos da doação uma prática e damos esse 
exemplo a nossos filhos (que certamente farão o mesmo), 
ajudamos a circular uma energia melhor no mundo, uma 
energia de amor e de solidariedade.
(Elie Horn. Veja, 22.08.2018)
01. Segundo o texto, a prática da doação
(A) dificilmente é mantida pelos herdeiros.
(B) reverte em benefício do próprio doador.
(C) é um modo de criar patrimônio para os herdeiros.
(D) resolve os graves problemas do mundo.
(E) não interfere nas condições de vida no mundo.
02. De acordo com as ideias defendidas no texto, a frase que 
responde adequadamente à pergunta – o que eu quero 
que esteja escrito na minha lápide? – é:
(A) Aqui jaz um poupador, que deixou dinheiro para seus 
herdeiros.
(B) Aqui jaz um defensor da paz, que teve uma vida 
longa.
(C) Aqui jaz uma pessoa que acreditou na vida após a 
morte.
(D) Aqui jaz uma pessoa de bem, praticante de doação 
ao próximo.
(E) Aqui jaz um homem que deixou uma grande família.
03. A relação de sentido de antonímia que há entre as pala-
vras destacadas nas passagens – fazer o mal e fazermos 
o bem – está presente também entre as destacadas em:
(A) energia de solidariedade / energia de bondade.
(B) todos temos essa obrigação / todos temos esse 
compromisso.
(C) quem não é crente / quem não é incrédulo.
(D) essa pergunta é fundamental / essa pergunta é 
consensual.
(E) um futuro mais tranquilo / um futuro mais acessível.
04. Na passagem – Mas, mesmo para quem não é crente, 
ela é muito importante... –, a palavra destacada tem o 
sentido de
(A) até.
(B) de fato.
(C) próprio.
(D) antes.
(E) exceto.
4PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
08. Assinale a alternativa que tem o enunciado redigido 
segundo a norma-padrão de concordância verbal.
(A) Entre as práticas que existe, a doação contribui para 
reduzir desigualdades.
(B) Algumas pessoas tem mais dinheiro do que precisa 
para viver.
(C) Todos eles tinha feito doações a instituições que cuida 
de idoso.
(D) As doações encontra-se num depósito para ser enca-
minhadas às famílias.
(E) Há pessoas que acham que ações sem intenção 
maldosa já bastam.
09. A alternativa que segue a norma-padrão de emprego e 
colocação de pronomes é:
(A) Quanto às contribuições, alguns sempre as fazem 
anonimamente.
(B) Penso no futuro e, para garantir ele, faço poupança.
(C) Nos empenhamos em dar bons exemplos a nossos 
filhos.
(D) É um amigo de infância e não vejo-o faz muito tempo.
(E) Meus pais sempre dizem que é para mim ser honesto.
Leia a tira, para responder às questões de números 10 e 11.
(Charles M. Schulz, Snoopy – Feliz dia dos namorados)
10. É correto afirmar que a declaração da garota, no último 
quadrinho, indica que ela
(A) não acredita no resultado de suas orações porque 
reza sem objetivo certo.
(B) reza para obter o que pede, embora sem acreditar 
em seu merecimento.
(C) prefere continuar sendo uma pessoa pouco paciente 
e pouco compreensiva.
(D) está convencida de que a paciência e a compreen-
são são virtudes inatingíveis.
(E) teme ser castigada porque desistiu de continuar 
rezando com convicção.
Para responder às questões de números 05 e 06, considere 
a seguinte passagem:
Não estamos todos juntos neste planeta simplesmente para 
não fazer mal uns aos outros (isso já seria algo muito bom, é 
claro), mas para fazermos o bem uns aos outros. Todos temos 
essa obrigação, mas com certeza as condições e a capacidade 
para isso mudam.
05. Assinale a alternativa em que a palavra mal está empre-
gada como substantivo, tal qual ocorre na passagem.
(A) O dinheiro é mal aplicado quando o objetivo não é 
nobre.
(B) Mal comecei a falar, ele me interrompeu com gritos.
(C) Os ladrões fugiram com o dinheiro, mal os policiais 
chegaram.
(D) Não é correto tratar mal os clientes da empresa.
(E) Dizem que não há mal que sempre dure, nem bem 
que nunca se acabe.
06. O advérbio muito expressa, no contexto, a noção de
(A) modo.
(B) intensidade.
(C) quantidade.
(D) tempo.
(E) causa.
07. Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes 
substitui o trecho original de acordo com a norma-padrão 
de regência verbal.
(A) ... necessário deixar grandes somas aos herdeiros 
[transferir a grandes somas aos herdeiros]
(B) ... quem tem muito dinheiro [quem dispõe de muito 
dinheiro]
(C) ... praticando o bem [exercitando ao bem]
(D) ... gente precisando de socorro [gente carecendo no 
socorro]
(E) ... garantir um futuromais tranquilo [assegurar a um 
futuro mais tranquilo]
5 PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
12. Segundo o texto, a autossabotagem
(A) decorre de avaliação restritiva que a pessoa faz de 
si mesma.
(B) é resultado de opiniões externas negativas impostas 
à pessoa.
(C) sustenta-se em experiências passadas que trazem 
boas lembranças.
(D) pode levar a pessoa a ultrapassar seus limites e a 
superar medos.
(E) permite à pessoa fazer melhores escolhas das atitudes 
a tomar.
13. A chamada “síndrome do impostor” está associada, segun-
do o texto, à ideia de não aceitação das próprias conquis-
tas por
(A) excesso de confiança.
(B) medo de errar.
(C) descrença em seu merecimento.
(D) receio da solidão.
(E) falta de confiança no futuro.
14. É correto afirmar que, nas expressões “pulou fora” e “sín-
drome do impostor”, as aspas sinalizam que se trata, res-
pectivamente, de
(A) expressão imprópria para o contexto; expressão 
criada pela própria autora.
(B) expressão de origem estrangeira; expressão impró-
pria para o contexto.
(C) expressão de gíria; expressão que a autora julga 
inadequada para o leitor.
(D) expressão imprópria para o contexto; expressão 
traduzida de outra língua.
(E) expressão de gíria; expressão alheia citada pela 
autora.
15. Na passagem – Muitas vezes, esse comportamento está 
tão enraizado que a pessoa nem nota que está se autossa-
botando. –, o trecho iniciado pela conjunção “que” expres-
sa, em relação ao anterior, a ideia de
(A) modo.
(B) condição.
(C) tempo.
(D) consequência.
(E) adição.
11. Assinale a alternativa que reescreve a fala da personagem 
no terceiro quadrinho, de acordo com a norma-padrão e 
preservando o sentido original.
(A) Eu rezei para ter mais paciência e compreensão, 
senão desisti.
(B) Eu ia rezando para ter mais paciência e compreen-
são, logo desisti.
(C) Eu rezava para ter mais paciência e compreensão, 
todavia desisti.
(D) Eu rezaria para ter mais paciência e compreensão, 
assim desisti.
(E) Eu havia rezado para ter mais paciência e compreen-
são, portanto desisti.
Leia o texto, para responder às questões de números 12 a 15.
Autossabotagem – quando o inimigo está dentro de você
Quem nunca teve um sentimento negativo, aquele pen-
samento de não ser capaz de realizar algo, aquele medo de 
arriscar ou a sensação de que só aparecem problemas? Isso 
pode acontecer em alguns momentos, mas, quando ocorre 
com certa frequência, pode ser o sinal da “autossabotagem”. 
Ou seja, o processo sustentado em crenças limitadoras que 
fazem com que a pessoa tenha comportamentos repetitivos 
que a prejudicam.
Muitas vezes, esse comportamento está tão enraizado que 
a pessoa nem nota que está se autossabotando. Mas é possível 
identificar se você está agindo dessa forma ao observar seus 
pensamentos, se na maioria das vezes são negativos e se, aos 
poucos, você está deixando de fazer tarefas do cotidiano ou, 
principalmente, de conquistar objetivos. Por exemplo: quantas 
vezes você deixou de fazer algo importante? Quando percebeu 
que seus relacionamentos iam ficar sérios, você “pulou fora”? 
Você tem a “síndrome do impostor”?
Essa síndrome ocorre quando a pessoa não aceita ou 
não admite suas conquistas, pois não acredita que as mere-
ce; tem a fantasia, somada à autossabotagem, de ser uma 
fraude, segundo a psicóloga clínica Roberta Grangel da Silva 
Romero.
(Tatiana Pires, Revista Be bem-estar, 19.08.2018. Adaptado)
6PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
r a s c u n h oraciocínio Lógico
16. No universo dos números inteiros, os elementos do con-
junto dos números pares menores que 10 estão correta-
mente discriminados na alternativa:
(A) 0, 2, 4, 6, 8.
(B) –8, –6, –4, –2, 2, 4, 6, 8.
(C) –8, –6, –4, –2, 0, 2, 4, 6, 8.
(D) …, –8, –6, –4, –2, 2, 4, 6, 8.
(E) …,–8, –6, –4, –2, 0, 2, 4, 6, 8.
17. Na sequência numérica – 12, – 9, – 6, –3, 0, 3, 6, 9, 12, 
15, …, o décimo termo positivo é
(A) 33.
(B) 30.
(C) 27.
(D) 24.
(E) 21.
18. Na quarta-feira passada, Andreia corrigiu um quarto do 
total de provas que tinha para corrigir. Na sexta-feira 
seguinte, ela corrigiu um terço do total de provas que 
ainda não tinham sido corrigidas. Sabendo que, no total, 
Andreia tinha 240 provas para corrigir, o número de pro-
vas que ainda não foram corrigidas é
(A) 110.
(B) 115.
(C) 120.
(D) 125.
(E) 130.
19. Sabendo-se que três dúzias e meia de determinada fru-
ta custam R$ 24,50, então é verdade que, proporcional-
mente, duas dúzias e meia dessa mesma fruta custam
(A) R$ 17,50.
(B) R$ 17,60.
(C) R$ 17,70.
(D) R$ 17,80.
(E) R$ 17,90.
7 PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
r a s c u n h o20. Sabendo-se que a razão entre o número de alunos da 
turma A e o número de alunos da turma B, de um 3o ano, 
é igual a , e que essas turmas têm, juntas, 44 alunos, é 
correto afirmar que o número de alunos da turma A exce-
de o número de alunos da turma B em
(A) 1 criança.
(B) 2 crianças.
(C) 3 crianças.
(D) 4 crianças.
(E) 5 crianças.
21. O gráfico a seguir apresenta o número de pessoas aten-
didas, de segunda a quinta-feira de determinada sema-
na, na secretaria de uma escola.
Sabendo-se que, na sexta-feira, o número de pes soas 
atendidas nessa secretaria correspondeu a 1,25 do n úmero 
de pessoas atendidas na quarta-feira, pode-se afirmar cor-
retamente que o número total de pes soas atendidas na 
secretaria, de segunda a sexta-feira d aquela s emana, foi
(A) 260.
(B) 250.
(C) 240.
(D) 230.
(E) 220.
22. Deseja-se dividir 1 000 litros de água, sem desperdiçá-la, 
em duas caixas d’água: uma com capacidade total de 
2 000 litros e outra com capacidade total de 3 000 litros. Se 
essa divisão ocorrer de forma diretamente proporcional às 
capacidades dessas duas caixas d’água, aquela que tem 
a maior capacidade deverá receber um número de litros 
d’água, dessa divisão, igual a
(A) 300.
(B) 400.
(C) 500.
(D) 600.
(E) 700.
8PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
r a s c u n h o23. O resultado da operação é:
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(E) 
24. Em uma promoção, um produto era vendido, com 10% 
de desconto sobre o preço da etiqueta, a R$ 108,00. 
O preço da etiqueta, ou seja, o valor do produto, sem o 
desconto, era de
(A) R$ 121,00.
(B) R$ 120,00.
(C) R$ 119,00.
(D) R$ 118,00.
(E) R$ 117,00.
25. A figura representa um trecho da reta numérica:
Considerando que o ponto que representa o zero dos 
números reais divide ao meio os segmentos de reta CD 
e BE, e que o comprimento do segmento de reta CD 
é metade do comprimento do segmento de reta BE, a 
d iferença entre os números representados por B e C, ou 
seja, B – C, é igual a
(A) 0,5.
(B) 0,25.
(C) – 0,25.
(D) – 0,5.
(E) – 0,75.
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r a s c u n h o26. Considere a seguinte sequência numérica, em que o pri-
meiro termo é igual a zero:
0, 1, 3, 7, 15, 31, …
Mantida a regularidade, o próximo elemento dessa sequên-
cia será
(A) 61.
(B) 63.
(C) 65.
(D) 67.
(E) 69.
27. O gráfico a seguir representa uma pesquisa realizada 
com os alunos de uma escola, que identificou o número 
de irmãos de cada um deles.
Sabendo-se que 95 crianças responderam ter 1 irmão, o 
número dos que responderam ter 2 irmãos foi
(A) 114.
(B) 110.
(C) 107.
(D) 104.
(E) 100.
28. A tabela apresenta informações sobre o número de vezes 
que os alunos de um 4o ano, turmas A e B, foram ao den-
tista no ano passado.
Número de 
vezes que foi ao 
dentista
Turma A Turma B
Menino Menina Menino Menina
0 2 3 1 1
1 5 6 4 4
2 6 4 6 5
3 1 0 2 3
4 ou mais 0 2 2 1
Com base nas informações da tabela, é correto afirmar 
que, na turma B, com relação aos que foram 2 vezes ou 
mais ao dentista no ano passado, o número de meninos é
(A) maior que o número de meninasem 2 unidades.
(B) menor que o número de meninas em 2 unidades.
(C) igual ao número de meninas.
(D) menor que o número de meninas em 1 unidade.
(E) maior que o número de meninas em 1 unidade.
10PMRP1801/001-PEB-I-Manhã
conhecimentos esPecíficos
31. De acordo com Paulo Freire (2009) não há docência sem 
discência, as duas se explicam e seus sujeitos apesar 
das diferenças que os conotam, não se reduzem à condi-
ção de objeto, um do outro. É nesse sentido que ensinar, 
para Freire (2009),
(A) exige do professor a compreensão de que o educa-
dor é detentor dos saberes necessários à libertação 
dos educandos.
(B) significa a reflexão sobre a melhor ideologia a ser 
discutida em sala de aula com alunos provenientes 
das classes populares.
(C) não é transferir conhecimento, mas criar as possibi-
lidades para a sua produção ou a sua construção.
(D) existe, independentemente do aprender e vice-versa, 
pois foi aprendendo socialmente que os homens per-
ceberam que era possível ensinar.
(E) é perceber o aluno como um paciente que recebe os 
conhecimentos acumulados pelo sujeito que sabe, o 
educador.
32. Susan (13 meses), sentada junto a uma lata grande, apa-
nhou o pedaço de uma corrente fina, agitou no ar, obser-
vando o movimento, segurou-a até que quase parasse de 
se mover, e colocou-a com movimentos precisos dentro 
da lata. Então, ela virou a lata tirando a corrente de den-
tro dela. Ela repetiu a sequência de ações três vezes, 
completamente concentrada. (Goldschmied; Jackson, 
2006, cap.8).
A partir de experiências como a descrita, as autoras defen-
dem que o brincar heurístico com objetos consiste em
(A) um sistema de educação no qual a criança é esti-
mulada a descobrir as coisas com a intervenção do 
adulto/educador.
(B) propiciar que as crianças brinquem com objetos e 
jogos, sem que haja controle de tempo e ambiente 
pelo educador.
(C) um sistema prescricional sobre como ensinar a crian-
ça a brincar sozinha sem intervenção de adultos.
(D) oferecer à criança uma grande quantidade de tipos 
diferentes de objetos com as quais elas brincam 
l ivremente, sem intervenção de adultos.
(E) impedir que as crianças brinquem sozinhas, sem inte-
ração com outra criança ou mesmo com um adulto.
29. Com relação a cinco alunos, sabe-se que Laura é mais 
alta que Daniel, que Marcelo é mais baixo que André e 
mais alto que Raquel, e que Daniel é mais alto que André. 
Colocando-se esses cinco alunos enfileirados, por ordem 
de altura, a posição central da fila, ou seja, a 3a posição, 
será ocupada por
(A) André.
(B) Raquel.
(C) Marcelo.
(D) Laura.
(E) Daniel.
30. O dia 14.10.2018 é um domingo. Sabendo-se que o mês 
de outubro tem 31 dias, e o mês de novembro, 30 dias, o 
dia 05.12.2018 será uma
(A) segunda-feira.
(B) terça-feira.
(C) quarta-feira.
(D) quinta-feira.
(E) sexta-feira.
r a s c u n h o
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36. Benjamin (2002) afirma que o brinquedo e o brincar pos-
sibilitam à criança reinventar o mundo, sendo um diálo-
go simbólico entre a vida autônoma e o povo. Todavia, o 
a utor denuncia
(A) o cuidado que se deve ter para a criança não con-
fundir o real e sua representação.
(B) a passagem do brinquedo artesanal à sua crescente 
industrialização, provocando o afastamento da crian-
ça da sua família.
(C) a ausência de brinquedos e brincadeiras nas escolas 
infantis contemporânea.
(D) o brinquedo permite à criança viver o mágico e o 
l údico, mas não o social e o político.
(E) os educadores e os pais não têm sensibilidade para 
perceber a importância dos brinquedos e das brinca-
deiras na infância.
37. Mirela Fabiana tem 6 anos e já consegue, sozinha, amarrar 
o cadarço do tênis e vestir-se. Acerca do desenvolvimento 
e da aprendizagem Vygotsky (2007) afirma que o nível de 
desenvolvimento real revela a solução de problemas pela 
criança de forma mais independente. Já a zona de desen-
volvimento proximal, de acordo com o autor,
(A) caracteriza o desenvolvimento mental, retrospecti-
vamente.
(B) diz respeito a ciclos de desenvolvimento já com-
pletados.
(C) define aquelas funções que estão em processo de 
maturação.
(D) refere-se às atividades que as crianças não realizam 
com ajuda.
(E) diz respeito aos produtos finais do desenvolvimento.
38. Segundo Behrens (In: Moran; Mosetto; Behrens, 2000), 
a era digital exige uma aprendizagem colaborativa. Os 
projetos de aprendizagem colaborativa partem do levan-
tamento das aptidões e competências que o professor 
pretende desenvolver com seus alunos. Para o autor, a 
aprendizagem baseada em projetos demanda um ensino 
que provoque ações colaborativas num paradigma
(A) alternativo.
(B) digital.
(C) tecnológico.
(D) pedagógico.
(E) emergente.
33. Segundo Chrispino (2011), com a massificação da 
e scola trouxemos para o mesmo espaço alunos com 
d iferentes vivências, com diferentes expectativas, com 
diferentes sonhos, com diferentes valores, com diferen-
tes culturas e com diferentes hábitos […], mas a escola 
permaneceu a mesma! Parece óbvio que esse conjunto 
de diferenças é causador de conflitos que, quando não 
trabalhados, provocam uma manifestação violenta. Com 
isso, Chrispino (2011) defende a tese de que o conflito 
no espaço escolar é
(A) em si, uma manifestação de violência.
(B) parte integrante da vida e da atividade social.
(C) oriundo de pontos de vista equivocados diante de 
uma situação.
(D) consequência da violência no ambiente escolar.
(E) deve ser extinto a fim de diminuir a violência escolar.
34. Cesar Coll e Carles Manereo (In: Coll, 2010), ao tratar de 
Educação e aprendizagem no século XXI, compreendem 
que há três competências que, no novo cenário da socie-
dade da informação, precisam adquirir e desenvolver as 
pessoas para enfrentar com garantias de êxito os proces-
sos de mudança e transformação que estão ocorrendo. 
Tais competências são ser capaz de atuar com autono-
mia; ser capaz de interagir com grupos socialmente hete-
rogêneos; e ser capaz de utilizar recursos e instrumentos 
de maneira interativa. Para os autores, essa última com-
petência está estritamente relacionada com
(A) as economias globais.
(B) as políticas de apoio social.
(C) o teletrabalho.
(D) a teleaprendizagem.
(E) a alfabetização digital.
35. Agora nos obrigam a debater-nos contra a asfixia contro-
ladora que vem da mídia, de gestores e das avaliações, 
dos currículos por competências, do controle repressor 
dos docentes e de suas organizações profissionais, da 
imposição do currículo único, do material didático único, 
do padrão mínimo, único de qualidade. (Arroyo, 2013).
Com essa afirmação, o autor defende a necessidade de
(A) repolitizar as disputas no território dos currículos.
(B) abolir as avaliações na educação básica.
(C) politizar às organizações profissionais docentes.
(D) anular o uso do livro didático em sala de aula.
(E) criticar o papel nefasto da mídia na educação.
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39. Os professores do ensino regular consideram-se incom-
petentes para lidar com as diferenças nas salas de aula, 
especialmente em atender os alunos com deficiência, 
pois seus colegas especializados sempre se distingui-
ram por realizar unicamente esse atendimento e exa-
geraram essa capacidade de fazê-lo aos olhos de todo 
(Mantoan, 2013).
De acordo com a autora, os movimentos em favor da inte-
gração de crianças com deficiência surgiram nos Países 
Nórdicos, em 1969, quando se questionaram as práticas 
sociais e escolares de segregação. Acerca da integração 
e da inclusão escolar, é correto afirmar que, segundo a 
perspectiva de Mantoan (2013),
(A) a integração implica uma mudança de perspectiva 
educacional, pois não atinge apenas alunos com 
d eficiência e os que apresentam dificuldades de 
aprender, mas todos osdemais.
(B) na perspectiva da inclusão, a escola não muda como 
um todo, mas os alunos têm de mudar para se adapta-
rem às suas exigências, havendo uma justapo sição 
do ensino especial ao regular.
(C) a integração prevê a inserção escolar de forma radi-
cal, completa e sistemática, pois todos os alunos 
d evem frequentar as salas de aula do ensino regular.
(D) a inclusão questiona não somente as políticas e a 
organização da educação especial e da regular, mas 
também o próprio conceito de integração.
(E) na perspectiva da integração, suprime-se a subdivisão 
dos sistemas escolares em modalidades de e nsino 
especial e de ensino regular, já que as necessidades 
educacionais podem ser de vários tipos.
40. Solé (1998) trata de estratégias de leitura que devem 
ser trabalhadas com os alunos a fim de aprimorar a 
compreensão leitora. Uma das estratégias consiste em 
caracte rizar ou identificar diferentes tipos de textos. Entre 
as classificações existentes, a autora destaca os textos 
narrativo, descritivo, expositivo, instrutivo-indutivo. Para 
Solé, trabalhar com a tipologia textual é importante para 
que o leitor
(A) perceba que pode usar as mesmas chaves que o 
autor usou para interpretar e compreender um texto.
(B) desenvolva técnicas precisas, receitas infalíveis ou 
habilidades específicas para compreender um texto.
(C) não perca tempo com o planejamento de ações e 
faça uma leitura mais rápida do texto.
(D) desenvolva habilidade de leitura dos textos mais pró-
prios para uso na escola como os textos descritivos 
e expositivos.
(E) aprenda a diferenciar os textos acadêmicos que 
d evem ser usados na escola dos textos apropriados 
para uso social.
41. Flora Felícia é Professora de Educação Básica I (PEB I). 
Ao participar de uma reunião de formação continuada na 
escola em que trabalha, discutia com suas colegas a dificul-
dade que alguns alunos apresentavam na aprendizagem da 
matemática. A partir da discussão, ela despertou o interesse 
em trabalhar com cálculo mental. Para saber mais sobre o 
assunto, ela leu a obra de Cecilia Parra e Irma Saiz (1996), 
Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. 
E ssas autoras afirmam que “o cálculo mental é uma via de 
acesso para a compreensão e construção de algoritmos. 
Assim, alunos de 2a série do Ensino Fundamental, antes de 
aprender o algoritmo da soma, podem resolver 28 + 23 de 
diferentes maneiras, por exemplo:”
(Parra; Saiz, 1996)
Conforme a autora, é correto afirmar que a memorização 
de fatos numéricos
(A) é uma prática contraditória com a concepção cons-
trutivista de aprendizagem.
(B) não favorece o raciocínio lógico-matemático e, por 
isso, sua prática deve ser desestimulada nas aulas 
de matemática.
(C) é um produto necessário, pois libera espaço mental 
para que o aluno se concentre nos aspectos mais 
complexos do problema.
(D) constitui a via de acesso a uma operação e sem ela 
não é possível operar com cálculo mental ou reso-
lução de problemas matemáticos.
(E) constitui o objetivo central do trabalho com cálculo 
mental, pois favorece a automatização dos algoritmos.
42. Na obra Tecnologias que educam – Ensinar e Aprender 
com as Tecnologias de Informação e Comunicação, Car-
valho e Ivanoff (2009) apresentam modelo de práticas de 
ensino e aprendizagem com tecnologias de informação e 
de comunicação (TIC’s). Para eles, são práticas específi-
cas de ensinar e aprender com as TIC’s:
(A) práticas de navegação, bibliotecas virtuais e utiliza-
ção de bases de dados e informações.
(B) utilização de bases de dados e informações, comuni-
cação e interação, construção de conteúdo.
(C) dicionários e tradutores virtuais, programas educa-
cionais estruturados, construção colaborativa.
(D) imagens e mapas virtuais, acesso a livros online, 
j ogos e simuladores virtuais.
(E) laboratórios de informática, comunicação e intera-
ção, programas educacionais estruturados.
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46. Conforme o art. 208 da Constituição Federal de 1988, o 
dever do Estado com a educação será efetivado mediante, 
dentre outras, a garantia de
(A) oferta de ensino noturno regular, adequado às con-
dições do educando.
(B) liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar 
o pensamento.
(C) gratuidade do ensino público em estabelecimentos 
oficiais.
(D) gestão democrática do ensino público, na forma da lei.
(E) piso salarial profissional nacional para os profissio-
nais da educação.
47. São programas suplementares, definidos no art. 4o, 
inc. VIII, da LDBEN/1996, e no art. 208, inc. VII, da 
Constituição Federal de 1988,
(A) subvenção a instituições culturais; alimentação e 
i ncentivo à pesquisa.
(B) incentivo à pesquisa, manutenção de tecnologia e 
assistência psicológica.
(C) assistência à saúde, bolsas de estudo e material 
d idático escolar.
(D) transporte, obras de infraestrutura escolar e aquisi-
ção de tecnologias.
(E) material didático escolar, transporte, alimentação e 
assistência à saúde.
48. Os Conselhos Escolares na educação básica, concebi-
dos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacio-
nal (LDBEN/96) como uma das estratégias de gestão 
democrática da escola pública, conforme a obra do 
MEC – Conselhos Escolares: uma estratégia de gestão 
democrática da educação pública (Brasil, 2004), têm 
como pressuposto
(A) retirar o poder de decisão da direção da escola e 
devolvê-lo à comunidade escolar.
(B) o exercício de poder pela participação das comuni-
dades escolar e local.
(C) falar pelos dirigentes, governo e gestão escolar, à 
comunidade escolar sobre as necessidades da insti-
tuição de ensino.
(D) a legitimação da voz da direção para dirimir as resis-
tência da comunidade em relação à escola.
(E) o patrimonialismo na gestão do espaço público a fim 
de fomentar a participação da comunidade na gestão 
dos recursos da escola.
43. Segundo Hoffmann (2001), a maioria das escolas e uni-
versidades inicia processos de mudanças alterando nor-
mas e práticas avaliativas, ao invés de delinear com os 
professores, princípios norteadores de suas práticas. 
De acordo com a autora, são, respectivamente, práticas 
classificatórias e mediadoras em avaliação:
(A) o julgamento de resultados e a ação pedagógica 
r eflexiva.
(B) a intersubjetividade e a arbitrariedade das relações.
(C) os projetos coletivos e a competição.
(D) o diálogo entre os envolvidos no processo e a indivi-
dualização.
(E) a reflexão sobre o processo e a fixação de conceitos.
44. A Indicação no 02/2001 do Conselho Municipal de Educa-
ção de São José do Rio Preto (SP) estabelece diretrizes 
sobre a construção da Proposta Pedagógica das Esco-
las Públicas do Sistema Municipal de Ensino. Conforme 
esse documento, o projeto pedagógico resultará
(A) do trabalho dos coordenadores pedagógicos.
(B) do trabalho conjunto dos professores.
(C) de determinação do diretor da escola.
(D) de ação coletiva planejada.
(E) de modelos indicados pelo Conselho Municipal de 
Educação.
45. A Resolução CNE/CP no 2, de 22 de dezembro de 2017, 
institui e orienta a implantação da Base Nacional Comum 
Curricular (BNCC), a ser respeitada obrigatoriamente ao 
longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito 
da Educação Básica.
Conforme esse documento, em relação ao currículo e à 
proposta pedagógica da escola, é correto afirmar que
(A) as propostas pedagógicas das instituições de ensino 
devem ser elaboradas pelos coordenadores pedagó-
gicos com a efetiva participação dos docentes.
(B) as propostas pedagógicas e os currículos devem 
considerar as múltiplas dimensões dos estudantes, 
visando ao seu pleno desenvolvimento, na pers-
pectiva de uma educação regional.
(C) os currículos da Educação Básica devem ter uma 
base comum a ser complementados por uma par-
te diversificada, as quais devem ser consideradas 
comodois blocos distintos e justapostos.
(D) os currículos escolares devem incluir uma parte 
d iversificada, definida pelos sistemas de ensino, de 
acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da educação 
nacional.
(E) os currículos escolares relativos a todas as etapas 
e modalidades da Educação Básica devem ter a 
Base Nacional Comum Curricular como referência 
obrigatória.
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49. O Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009, promulga a 
Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas 
com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados 
em Nova York, em 30 de março de 2007. O propósito da 
Convenção é promover, proteger e assegurar o exercício 
pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberda-
des fundamentais por todas as pessoas com deficiência 
e promover o respeito pela sua dignidade inerente 
(In: BRASIL. Marcos Político-Legais da Educação Espe-
cial na Perspectiva da Educação Inclusiva, 2010).
De acordo com o referido documento, pessoas com 
deficiência são aquelas que
(A) nascem com qualquer debilidade física, mesmo 
aquelas que não obstruem a participação plena na 
sociedade.
(B) têm como marca principal ser portador de alguma 
necessidade educacional especial.
(C) claramente são identificadas pela sociedade como 
portadora de alguma deficiência mental ou intelectual.
(D) têm impedimentos de longo prazo de natureza física, 
mental, intelectual ou sensorial.
(E) apresentam qualquer dificuldade de aprendizagem 
ou de adaptação ao contexto escolar.
50. Conforme o documento: Práticas cotidianas na educação 
infantil – Bases para a reflexão sobre as orientações 
curriculares (Brasil, 2009), duas características definem 
a educação infantil ao longo da sua história. Primeiro, a 
necessidade imprescindível de articular a educação e o 
cuidado das crianças pequenas com diferentes setores 
[…]. Em segundo lugar, a multiplicidade de configurações 
institucionais que oferecem alternativas educacionais 
adequadas às demandas das crianças e das suas famí-
lias. Ainda, de acordo com o referido documento, as con-
cepções de criança e infância foram mudando ao long o 
da história de modo que, nos últimos anos,
(A) com os estudos de Piaget, se sabe que as crianças 
são universalmente idênticas na forma de aprender 
e se desenvolver.
(B) a partir dos estudos de Vygotsky, compreendemos 
que mesmo em diferentes culturas a infância tem 
c aracterísticas similares.
(C) se fala em infâncias no plural, pois elas são vividas 
de modo muito diverso.
(D) infância e criança são conceitos semelhantes, pois 
dizem respeito à faixa etária de pessoas com pouca 
idade.
(E) devido ao excessivo contato das crianças com as 
tecnologias, como na Idade Média, elas voltaram a 
ser tratadas como adultos em miniatura.
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