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Odontologia Legal e Bioética
Odontologia é uma profissão liberal, que tem como objetivo a manutenção da saúde pública ou privada, sendo que os profissionais estão em constante relacionamento com os seus pacientes;
Deveres e Direitos;
De natureza profissional, ética ou moral, econômica e até mesmo jurídica ( juntamente ao Conselho Regional de Odontologia);
Honorários, respeito etc;
Pacientes Relações contratuais:
- contrato verbal ou escrito;
- contrato tácito (Tácito, quando não há documento que prove a vinculação entre as partes, porém existindo provas testemunhais e demais elementos probatórios (serviços realizados, pagamentos ou recebimentos efetuados, etc.).
- retribuição pecuniária (dinheiro) pelos serviços prestados.
Odontologia Legal é a especialidade que tem como objetivo a pesquisa de fenômenos psíquicos, físico, químicos e biológicos que podem atingir ou ter atingido o homem, vivo, morto ou ossada, e mesmo fragmentos ou vestígios, resultando lesões parciais ou totais reversíveis ou irreversíveis (CFO - Art. 54).
- Identificação humana;
- Perícia em foro civil, criminal ou trabalhista;
- Perícia em área administrativa;
- Perícia, avaliação e planejamento em infortunística,
- Tanatologia forense: elaboração de autos, laudos, pareceres, relatórios e atestados;
- Balística forense;
- Perícia logística no vivo, no morto, íntegro ou em partes, fragmentos;
- Perícia em vestígios correlatos, inclusive de manchas ou líquidos oriundos da cavidade bucal ou nela presentes;
- Exames por imagens para fins periciais;
- Deontológica (Estudo ou tratado dos deveres ou das regras de natureza ética);
- Orientação odonto-legal para o exercício profissional;
- Exames por imagens para fins odonto-legais;
Bioética: é o estudo transdisciplinar entre Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Filosofia (Ética) e Direito (Biodireito) que investiga as condições necessárias para uma administração responsável da Vida Humana, animal e responsabilidade ambiental.
Ciclo Empírico: o mais antigo, que vai desde os primórdios da civilização, com o aparecimento dos primeiros conhecimentos científicos da Medicina Legal, até o aparecimento dos primeiros Códigos de HAMURABI, de MOYSES, LEI MOSAICA e outros, até o aparecimento dos primeiros conhecimentos científicos da Medicina Legal.
Ciclo Médico-legal: verdadeira era científica da Medicina Legal, se estendeu desde o século VXI, com a publicação do ilustre mestre da cirurgia, AMBROISE PARÉ, “Tratado dos Relatórios”, em 1575, merecendo de LACASSAGNE, o título de “Pai da Medicina Legal”, até o início do século XIX. Neste período, tivemos outros mestres, CONDRONCHI, em 1595, FIDELI, em 1598, PAULO ZACCHIA e outros, que marcaram assim o início do período científico da Medicina Legal. Neste ciclo Médico Legal, também se considerou os dentes e os seus aspectos legais como sendo matéria pertinente à Medicina Legal.
Ciclo Odonto-legal: a Odontologia tornou-se uma ciência autônoma, com métodos e princípios tipicamente odontológicos, dando origem a este ramo da ciência que recebeu a denominação de Odontologia Legal.
Qual a diferença entre mordida e mordedura? E dentada, dentadura e dentição?
Dentada – recortado em dentes;
Dentadura - Prótese total é o nome da prótese dentária, que substitui artificialmente os dentes perdidos de toda uma arcada dentária, inferiores, superiores ou ambas, sendo este o termo utilizado pelos profissionais da odontologia e técnicos em Prótese dentária;
Dentição – No humano adulto tem normalmente 32 dentes, dezesseis na mandíbula e dezesseis na maxila, ou seja, o conjunto de dentes conceitua a dentição;
Mordida – Seria o contato entre os incisivos anteriormente, e as oclusais dos dentes posteriores. (Problemas como: mordida aberta, cruzada etc.);
Mordedura - define a forma de oclusão da articulação das arcadas dentárias (encontrei isso falando sobre animais).
Jurisprudência: é o termo jurídico que designa o conjunto das decisões sobre interpretações das leis feita pelos tribunais de numa determinada jurisdição (casos já julgados!).
ÉTICA E LEGISLAÇÃO ODONTOLÓGICA
Lei Nº 5.081, DE 24 DE AGOSTO DE 1966.
Publicada no DOU de 28.8.66
Retificada em 1º.9.66 e 16.6.67
Regula o Exercício da Odontologia.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - O exercício da Odontologia no território nacional é regido pelo disposto na presente Lei.
Art. 2º - O exercício da Odontologia no território nacional só é permitido ao cirurgião-dentista habilitado por escola ou faculdade oficial ou reconhecida, após o registro do diploma na Diretoria do Ensino Superior, no Serviço Nacional da Fiscalização da Odontologia, sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade.
Parágrafo único. (Vetado).
Art. 3º - Poderão exercer a Odontologia no território nacional os habilitados por escolas estrangeiras, após a revalidação do diploma e satisfeitas as demais exigências do artigo anterior.
Art. 4º - É assegurado o direito ao exercício da Odontologia, com as restrições legais, ao diplomado nas condições mencionadas no Decreto-Lei número 7.718 de 9 de julho de 1945, que regularmente se tenha habilitado para o exercício profissional, somente nos limites territoriais do Estado onde funcionou a escola ou faculdade que o diplomou.
Art. 5º - É nula qualquer autorização administrativa a quem não for legalmente habilitada para o exercício da Odontologia.
Art. 6º - Compete ao cirurgião-dentista:
I – praticar todos os atos pertinentes à Odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso regular ou em cursos de pós-graduação;
II – prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo, indicadas em Odontologia; Portaria 344 – Fármacos que dentistas podem prescrever!!!
III – atestar, no setor de sua atividade profissional, estados mórbidos e outros, inclusive, para justificação de faltas ao emprego; (Item alterado ela Lei 6.215/75)
IV – proceder à perícia odontolegal em foro civil, criminal, trabalhista e em sede administrativa;
V – aplicar anestesia local ou troncular;
VI – empregar a analgesia e hipnose, desde que comprovadamente habilitado, quando constituírem meios eficazes para o tratamento;
VII – manter, anexo ao consultório, laboratório de prótese, aparelhagem e instalação adequadas para pesquisas e análises clínicas, relacionadas com casos específicos de sua especialidade, bem como aparelhos de Raios X, para diagnóstico, e aparelhagem de fisioterapia;
VIII – prescrever e aplicar medicamentos de urgência no caso de acidentes graves que comprometam a vida e saúde do paciente;
IX – utilizar, no exercício da função de perito-odontólogo, em casos de necropsia, as vias de acesso do pescoço e da cabeça.
Art. 7º - É vedado ao cirurgião-dentista:
a)expor em público trabalhos odontológicos e usar de artifícios de propaganda para granjear clientela;
b)anunciar cura de determinadas doenças, para as quais não haja tratamento eficaz;
c)exercício de mais de duas especialidades;
d)consultas mediante correspondência, rádio, televisão, ou meios semelhantes;
e)prestação de serviço gratuito em consultórios particulares;
f)divulgar benefícios recebidos de clientes;
g)anunciar preços de serviços, modalidades de pagamento e outras formas de comercialização da clínica que signifiquem competição desleal.
Art. 8º - Art. 9º - Art. 10º - (Vetado). Art. 11º - (Vetado).
Art. 13º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogados o Decreto-Lei número 7.718 de 9 de julho de 1945, a Lei número 1.314 de 17 de janeiro de 1951, e demais disposições em contrário.
Brasília, 24 de agosto de 1966; 145º da Independência e 78º da República.
Responsabilidade Civil e Criminal do Cirurgião-dentista
Interessante ressaltar que no direito brasileiro, os conceitos filosóficos do direito não foram diferentes de outros países, a influência do princípio básico da responsabilidade civil baseado na culpa ficou claramente enunciada no Código Civil de1916, em seu artigo 159 “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.”
Culpa: quando não tem intenção;
Negligencia: omissão; 
Imprudência: descuido; 
Imperícia: não ter conhecimento.
Responsabilidade objetiva: A responsabilidade objetiva consiste na obrigação em que se encontra o agente de responder por danos causados a outrem independentemente de tê-lo praticado com culpa;
Responsabilidade subjetiva: depende da existência de culpa.
DARUGE e MASSINI, em 1978, definiram a responsabilidade do Cirurgião Dentista, como sendo a qualidade de responder pelos seus próprios atos ou atos de outrem. Estendendo mais a definição, os autores esclarecem que a responsabilidade destes profissionais consiste na obrigação em que se encontra o agente moral de responder por seus atos e de sofrer-lhes as consequências.
	Responsabilidade civil: podemos definir a responsabilidade do Cirurgião Dentista como sendo a obrigação que se encontram estes profissionais de responderem pelos seus atos de natureza civil, criminal, ética e administrativa, submetendo-os à aplicação de medidas que os obriguem a reparar danos moral ou material (pessoal), ou ao cumprimento de uma determinada pena ou medida administrativa; ou por pessoas por quem eles respondem, por alguma coisa a ela pertencente ou por simples imposição legal. Caracterizado por:
O Agente - corresponde a um profissional legalmente habilitado, isto é, devidamente inscrito no Conselho Regional de sua jurisdição.
Ato Profissional – para a caracterização da responsabilidade, tornar-se indispensável a existência de uma ação do profissional em relação ao paciente. Esta ação poderá ser comissiva ou omissiva, considerada juridicamente como um ato lícito ou ilícito, uma vez que a obrigação de indenizar, além da prova do ato profissional, fundamenta-se na culpa, bem como, na teoria do risco, e na existência do dano. Trata-se, pois, de um ato voluntário e objetivamente imputável, do próprio agente (responsabilidade objetiva) ou de terceiro por quem ele responde (responsabilidade subjetiva), que possa produzir dano a outrem, causando assim a obrigação de indenizar.
Ausência de dolo – o dolo caracteriza-se pela ação livre, voluntária e consciente de praticar um ato contra alguém com a intenção de prejudica-lo. A nosso ver, entendemos que um Cirurgião Dentista jamais praticaria um procedimento desta natureza em seu paciente, com a intenção específica de produzir um dano, durante um tratamento odontológico. O que na realidade pode ocorrer, acidentalmente ou por inobservância de procedimentos técnicos do profissional, é a prática de um ato profissional, sem a intenção de prejudicar, porém, causando danos tipificados na lei penal, “nas condições consagradas juridicamente, nas três espécies da culpa: imprudência, negligência ou imperícia”.
Existência de dano- no exercício da odontologia, a caracterização da responsabilidade civil contratual ou extracontratual, objetiva ou subjetiva, depende basicamente da comprovação da existência de um dano, sem o qual não se pode admitir a obrigação de indenizar o paciente.
Relação entre causa e efeito - um dos fatores de suma importância para a caracterização da responsabilidade profissional do cirurgião dentista consiste no liame, no nexo, ou mais claramente, na relação entre o ato do profissional e o dano causado ao paciente.
Especialidades como sendo uma obrigação de resultado: “Dentística Restauradora, Odontologia em Saúde Coletiva, Odontologia Legal, Patologia Bucal e Radiologia”. E como obrigação de meio: Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais, Endodontia, Odontopediatria, Periodontia, Ortodontia, Prótese Buco-Maxilo-Facial, Estomatologia, Disfunção Têmporo-Mandibular e dor Oro-Facial, Odontologia do Trabalho, Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais, Odontogeriatria e Ortopedia Funcional dos Maxilares.
Honorários Profissionais do Cirurgião-dentista
	Honorários é uma forma diferencial de pagamento a que fazem jus os profissionais liberais pelos serviços que prestam.
	Art. 594 C.C. “Toda a espécie de serviço ou trabalho lícito, material ou imaterial, pode ser contratada mediante retribuição”.
 	1.Salários
	2.Vencimentos
3.Soldos
4.Honorários
Art. 3º - São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:
I - os menores de dezesseis anos;
II - os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos;
III - os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.
Art. 4º São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de exercê-los:
I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;
II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham o discernimento reduzido;
III - os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo;
IV - os pródigos.
Parágrafo único. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial.
 Quem é o credor?
- O CD é legalmente habilitado;
- Condição para a cobrança judicial;
- Habilitado anterior à prestação de serviços.
	 Quem é o devedor?
	 - O próprio paciente;
	 - Os pais em relação aos filhos menores.
Estipulação de honorários:
Código de Ética Odontológica – Capítulo VII – Dos honorários profissionais. Art. 11:
I - condição sócio-econômica do paciente e da comunidade;
II - o conceito do profissional;
III - o costume do lugar;
IV - a complexidade do caso;
V - o tempo utilizado no atendimento;
VI - o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do trabalho;
VII - circunstância em que tenha sido prestado o tratamento;
VIII - a cooperação do paciente durante o tratamento;
IX - o custo operacional; e,
X - a liberdade para arbitrar seus honorários, sendo vedado o aviltamento profissional.
Parágrafo Único. O profissional deve arbitrar o valor da consulta e dos procedimentos odontológicos, respeitando as disposições deste Código e comunicando previamente ao paciente os custos dos honorários profissionais.
Art. 20. Constitui infração ética: 
I - oferecer serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente;
II - oferecer seus serviços profissionais como prêmio em concurso de qualquer natureza;
III - receber ou dar gratificação por encaminhamento de paciente;
IV - instituir cobrança através de procedimento mercantilista;
V - abusar da confiança do paciente submetendo-o a tratamento de custo inesperado;
VI - receber ou cobrar remuneração adicional de paciente atendido em instituição pública, ou sob convênio ou contrato;
VII - agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, paciente de instituição pública ou privada para clínica particular;
VIII - permitir o oferecimento, ainda que de forma indireta, de seus serviços, através de outros meios como forma de brinde, premiação ou descontos;
IX - divulgar ou oferecer consultas e diagnósticos gratuitos ou sem compromisso; e,
X - a participação de cirurgião-dentista e entidades prestadoras de serviços odontológicos em cartão de descontos, caderno de descontos, “gift card” ou “vale presente” e demais atividades mercantilistas.
Art. 21. O cirurgião-dentista deve evitar o aviltamento ou submeter-se a tal situação, inclusive por parte de convênios e credenciamentos, de valores dos serviços profissionais fixados de forma irrisória ou inferior aos valores referenciais para procedimentos odontológicos.
Perda do Direito de cobrança judicial:
- Renúncia;
- Rescisão contratual;
- Abandono de paciente, salvo por motivo justificável, circunstância em que serão conciliados honorários e indicado substituto;
- Culpa do profissional: imperícia, imprudência e negligência;
- Exercício ilícito da profissão;
- Prescrição: Art. 206 – Prescrever: 5 em 5 anos:
II - a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, dacessação dos respectivos contratos ou mandato;
Cobrança:
- Código de defesa do Consumidor:
- Art. 42 - Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.	
Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável.
- Art. 42-A - Em todos os documentos de cobrança de débitos apresentados ao consumidor, deverão constar o nome, o endereço e o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ do fornecedor do produto ou serviço correspondente. (Incluído pela Lei nº12.039, de 2009).
Segredo Profissional:
- Paciente Profissional
Código Penal
Código Civil
Normas especiais
Moral e ética
Seminários
Seminário 1 – Identidade X Identificação
Identidade: É o conjunto de atributos que caracterizam alguma pessoa ou coisa, ou seja, é a soma de caracteres que individualizam uma pessoa, distinguindo-a das demais.
	Identidade Objetiva
	Identidade Subjetiva
Identidade subjetiva ou pessoal é a que resulta da consciência que cada pessoa tem de si mesma, reconhecendo-a no tempo e no espaço.
Identidade objetiva é o conjunto de traços anatômicos físicos, que constituem o indivíduo: altura, peso, cabelo, olhos, características particulares, amputação de uma parte do corpo.
Identificação: É o ato pelo qual se estabelece a identidade de uma pessoa ou de alguma coisa pela presença dos atributos que a caracterizam, por meio de técnicas específicas.
Identificação Médico Legal: Exige conhecimentos e técnicas médico-legais, além de entendimento de ciências acessórias como a antropologia. O qual se subdivide em Somatoscopia e Somatometria.
Somatoscopia: ciência atropológica física, onde se estuda cor pele, cabelos e olhos, ou seja, variáveis qualitativas, detalhes observados.
Somatometria: estuda variáveis quantitativas referente a mensurações realizadas no ser humano, como medida do crânio, arcos dentários.
Dentre os dados somatoscópicos e somatométricos que o CD que se dedica a odontologia legal, deve preencher estão:
	 - Cor da pele:
	 	- Feoderma ou faioderma: pardo ou mulato;
	 	- Leucoderma: branco;
		 - Melanoderma: preto;
	 	- Xantoderma: amarelo;
	 - Tipo de cabelo: Liso, escorrido; Crespo, ondulado; Espiralado.
	 - Cor de cabelo: Loiro (claro, médio, escuro), Castanho (claro, médio, escuro), Preto.
	 - Cor dos olhos: Azul (claro, médio, escuro), Castanho (claro, médio, escuro), Verde.
Sexo
Cromossomial–que é definido pela avaliação dos cromossomos sexuais;
Gonadal–no sexo masculino caracterizado pelos testículos e no feminino pelos ovários;
Cromático–por meio dos corpúsculos de Barrque se encontram dentro das células femininas;
Genitália interna – desenvolvimento dos ductos de Wolf e ductos de Muller;
Genitália externa – pênis e escroto X vulva, vagina e mamas.
Diferenças da pelve masculina e feminina
•A pelve feminina apresenta a abertura do centro da bacia é maior
Malformações: Lábio leporino, desvio de Coluna, Mama Supra Numerária, Entre outras.
Cicatrizes: Adquiridas por cirurgias e acidentes.
Tatuagens: Desenhos que identificam comportamentos, hábitos, ideologias e afins.
Sinais Profissionais: Algumas patologias ou cicatrizes resultam de determinadas profissões como calosidades (músicos, sapateiros, alfaiates), e também podem identificar um indivíduo.
Sinais Individuais: Todo e qualquer sinal útil para identificação, entre eles o nevo (manchas); verrugas ou sinais escuros(salientes ou não).
Situações complicadas na identificação:
•Cadáver em avançado estado de putrefação, carbonizado, com destruição da genitália externa ou mutilado.
•Técnica mais comum: abertura da cavidade abdominal -> útero, ovário, próstatas.
•Avaliação esqueleto: crânio, bacia e tórax. 
Diferenças sexuais quanto ao crânio
•Protuberâncias, cristas e processos são menores e mais lisos nas mulheres devido fragilidade da musculatura;
•Em superfícies planas, o crânio masculino apoia-se sobre os processos mastoides e o feminino sobre os côndilos occipitais. 
•O ápice do processo mastoide no homem é ligeiramente para lateral e na mulher para medial. 
Critérios Básicos para Identificação:
1. Variabilidade: a característica escolhida é única;
2. Unicidade: distinção precisa; 
3. Imutabilidade: sem alterações com o passar do tempo; 
4. Perenidade: característica escolhida não é transitória -perdura pela vida toda. 
5. Classificabilidade: permite a comparação entre dados de forma precisa; 
6. Praticabilidade: método seguro, prático e rápido.
Identificação Policial ou Judiciária
•Sistema Dactiloscópico de Vucetich: 
Baseia-se nas características dos 10 dedos:
a. cristas papilares;
b. os sulcos papilares; 
c. os deltas;
d. pontos característicos (ponto, ilhota, cortada)
 - 4 Padrões do Sistema Dactiloscópico:
•Verticílio: 2 deltas e 1 núcleo;
•Presília Externa: 1 delta à esquerda e 1 núcleo;
•Presília Interna: 1 delta à direita e 1 núcleo;
•Arco: Ausência de deltas, apenas linhas basilares e marginais.
Fórmula Dactiloscópica:
 
•Verticílio: V –4;
•Presília Externa: E –3;
•Presília Interna: I –2 ; 
•Arco: A –1;
•X: Dedo com defeitos ou cicatrizes;
•Zero: Amputação.
Seminário 2 – Traumatologia Forense
Traumatologia Forense
Definição: a traumatologia forense é um ramo da  Medicina legal que estuda as lesões corporais resultantes de traumatismos de ordem física ou psicológica.
O meio ambiental pode impor ao homem as mais diversas formas de energias causadoras de danos pessoais. Essas modalidades de energia se dividem em:
Energia de ordem mecânica;
Energia de ordem física;
Energia de ordem físico-química;
Energia de ordem química;
Energia de ordem bioquímica;
Energia de ordem biodinâmica;
Energia de ordem mista
Energia de ordem mecânica: são aquelas energias capazes de modificar o estado de repouso ou de movimento de um corpo, produzindo lesões em parte ou no todo.
Lesões produzidas por ação mecânica:
Meio ativo: impacto de um objeto em movimento contra um corpo humano parado
Meio passivo: instrumento encontra-se imóvel e o corpo em movimento
Ação mista: os dois estão em movimento, indo um contra o outro.
Esses meio atuam por pressão, percussão, tração, torção, compressão, descompressão, explosão, deslizamento e contrachoque.
Os meios mecânicos classificam-se em:
 - Simples e Mistos
 - Simples: cortante, perfurantes e contundentes.
 - Mistos: perfuro-cortante, perfuro-contundente e Corto-Contundentes.
Lesões cortantes
Instrumentos causadores:
Todo objeto dotado de lâmina apresentado fio, lume ou corte: navalha, faca, gilete, canivete, louça, papel, vidro, folha de flandres, plástico e outros.
Essas feriadas diferenciam-se das demais lesões pelas seguintes qualidades:
 Regularidade das bordas;
 Regularidade do fundo da lesão;
 Ausência de vestígios traumáticos em torno da ferida;
 Hemorragia quase sempre abundante;
 Predominância do comprimento sobre a profundidade;
 Afastamento das bordas da ferida;
Centro da ferida mais profunda que as extremidades;
Lesões Perfurantes
Instrumentos causadores:
Todo aquele que possui uma haste cilíndrico-cônica dotada de ponta que afasta as fibras dos tecidos do corpo do ofendido.
Podem ser de:
Pequeno calibre (raramente mortais): alfinete, agulha, prego, espinhos palmeira, etc;
Médio calibre (podem ser mortais): espeto de churrasco, furador de gelo ou de carne, etc;
Grande calibre: florete, estacas  e outros.
Agem sobre um ponto, penetrando os tecidos, afastando as fibras entre elas sem seccioná-las, lesando em profundidade o corpo da vítima.
Resultam em feridas puntiformes ou punctórias. Apresentando-se em forma de ponto com abertura estreita de raro sangramento externo
Lesões Contundentes
Instrumentoscausadores:
Todo objeto rombudo capaz de agir batendo traumaticamente no organismo da vítima (pau, pedra, martelo, barra de ferro e nossa jurisprudência inclui os próprios  membros do corpo humano como as mãos, pés, cotovelo e outros).
A superfície da lesão pode ser lisa, áspera ou irregular.
As lesões mais comuns se verificam externamente, repercutindo internamente.
São subdivididas em:
Rubefação;
Escoriação;
Equimose;
Hematoma;
Fraturas;
Luxações;
Entorses;
Encravamento e empalamento.
Lesões Perfuro-Cortantes:
Instrumentos causadores:
Instrumento formado  de uma lâmina com um ou mais gumes cortantes e  ponta na extremidade que perfura associando as duas ações. Ex.:peixeira, facão, punhal, canivete etc.
Lesões Perfuro-Contundentes
Instrumentos causadores:
Instrumento que atua sobre o alvo contundindo e perfurando, partilhando as duas características. Melhores exemplos são os projéteis de arma de fogo (PAF), chumbo das espingardas e também pontas de grades de ferro, guarda chuva.
No orifício de saída não encontramos as orlas existentes no de entrada. Suas bordas são voltadas para fora e frequentemente encontramos fibras de tecido se exteriorizando por ele. Sua forma pode ser a mais variável. Frequentemente é irregular, podendo ser até mesmo arredondada ou ovalar.
Lesões Corto-Contundentes 
Instrumentos causadores: objeto pesado com superfície de corte impulsionado pelos membros do agressor. Ex.: machado, facão, foice, enxada, dentes.
Seminário 3 – Perícias e Perito
	O primeiro relato da utilização da Odontologia Legal é de um incêndio ocorrido em 4 de maio de 1897 no Bazar de Caridade, em Paris, França. Houve cerca de 200 mortos e 40 corpos sem identificação, dentre eles os da Duquesa de D’Aleman e da Condessa Villeneuve. O cônsul do Paraguai, Albert Hans, sugeriu aos dentistas da nobreza que fizessem a identificação, e esta foi realizada com sucesso.
	A atuação de um perito é limitada, pois ele não julga, não defende e não acusa. Compete ao perito examinar e relatar fatos de natureza específica e caráter permanente de esclarecimento necessário num processo.
“Um perito é todo técnico que, por sua especial aptidão, é solicitado por autoridades competentes, esclarecem a justiça ou a polícia acerca de fatos, pessoas ou coisas, a seu juízo, como início de prova. Dessa forma, aduz-se que todo profissional pode ser perito.”
A escolha do perito é de alçada do juiz, o qual deve nomeá-lo dentre os “experts” oficiais. Além destes, existem também os peritos não oficiais, os louvados ou no exercem a função por atribuição de cargo público, os não oficiais são os designados pela autoridade para suprir a falta de peritos oficiais ou para substituí-los. Já os louvados ou nomeados são os peritos “ad hoc”, todos expertos em determinado assunto e que podem ser nomeados pelo juiz independente da presença de um perito oficial na região onde a perícia esta sendo realizada. Quando existem partes, como ocorrem no Civil, fica-lhes assegurado o direito de indicar profissionais de sua confiança, para acompanhar os exames realizados pelo perito do juiz. Estes são os chamados assistentes técnicos, e não participam do Foro Criminal.
O número de peritos varia de acordo com o tipo do processo. Para o Penal o juiz nomeará dois peritos e para o Civil um, facultando-se às partes indicar assistentes técnicos, cujos nomes serão submetidos à apreciação do magistrado.
A aceitação da perícia pelo perito no Foro Criminal é obrigatória, incorrendo em multa caso o perito deixar de acudir a intimação, não comparecer no dia e locais designados para o exame ou ainda, não der o laudo nos prazos estabelecidos. No Foro Civil a aceitação é optativa, podendo escusar-se do encargo alegando motivo legítimo.
Além disso, o perito pode ser impedido legalmente de realizar perícias por indignidade, quando agiu indignamente em outro processo; por incompatibilidade, quando, por exemplo, o convocado já está envolvido no processo; por incapacidade, quando não for capaz de enfrentar um processo; ou ainda por suspeição, quando tem algum envolvimento com uma das partes ou quando há motivos de crer que o perito vá agir de forma indigna.
Tratando-se de informe técnico, usualmente fora do campo de formação específica do jurista, a perícia pode adquirir caráter absoluto. Se assim fosse, a missão do legista passaria a ser de um julgador improvisado. Nesse caso o poder judiciante sairia das mãos do magistrado versado em leis e ficaria na pendência exclusiva da convicção do perito, que por vezes se limita aos estreitos limites da perícia. Para evitar inconvenientes dessa situação a legislação estabelece limites definidos para a ação pericial: o artigo 182 do Código de Processo Penal (CPP) (Brasil3, 1997) define que o juiz não ficará adstrito ao laudo, podendo aceitá-lo ou rejeitá-lo, no todo ou em parte; no artigo 436 do Código de Processo Civil (CPC) (Brasil2, 1997) está definido que o juiz não está adstrito ao laudo, podendo formar a sua convicção com outros elementos ou fatos provados nos autos; e o artigo 437 do CPC (Brasil2, 1997) cita que o juiz poderá determinar de oficio ou a requerimento da parte, a realização de nova perícia, quando a matéria não lhe parecer suficientemente esclarecida).
Perícia: Se define pelas provas que a justiça busca para esclarecer pontos um acontecimento.
Perícia direta: aquelas nas quais o perito examina a pessoa em questão e emite um laudo.
Perícia indireta: são baseadas em registros, relatórios, peças processuais, ou prontuários de atendimento em outros serviços, sendo emitido um relatório parecer sobre o caso em questão.
Perícias Cíveis: As perícias na área cível em odontologia ocorrem principalmente em ressarcimentos de danos, como nos casos de responsabilidade profissional ou erro profissional odontológico, em casos de acidentes como o de trabalho, de trânsito e em casos de agressão com comprometimento de órgãos dentários. 
	O arbitramento judicial de honorários profissionais, a exclusão de paternidade, a estimativa da idade, principalmente em casos de adoção e a avaliação de equipamentos odontológicos para fins contratuais e avaliação de seguradoras também podem ser realizados no âmbito civil.
Perícias Criminais: Existem diversos tipos de crimes e consequentemente punições, no entanto em odontologia, as perícias na área criminal podem ser realizadas para a identificação humana, lesões corporais, determinação de idade para indivíduos sem identificação e outros. Baseado na divisão elaborada por Silva (2003), as perícias de identificação podem ser realizadas no vivo, no cadáver e nos esqueletos, e divididas didaticamente em:
Identificação no vivo: Estimativa da idade pelos dentes de indivíduos com idade não comprovada.
Identificação no cadáver: Indivíduos em adiantado estado de putrefação, afogados ou carbonizados, nos quais a identificação dactiloscópica é impossível devido à degradação ou ausências das polpas digitais;
Identificação no esqueleto: espécie, idade, sexo, estatura e biótipo;
Lesões corporais – traumatologia forense:
a)    Análise do comprometimento da face e dos dentes em crimes e acidentes.
b)    Análise da lesão em casos de erro profissional odontológico.
Determinação da idade:
a)    De criminosos sem idade comprovada
b)    De vítimas sem idade comprovada
Perícias de vestígios biológicos e manchas encontradas na cena do crime ou no corpo da vítima:
- Diagnósticos diferenciais de manchas de saliva, esperma, mucosidade vaginal, sangue, etc.;
- Extração e análise do DNA de saliva do agressor encontradas no corpo da vítima, ou em objetos deixados na cena do crime;
- Extração e análise do DNA de dentes ou seus fragmentos encontrados na cena do crime.
Perícias trabalhistas: Em questões Trabalhistas o odontolegista realiza perícias quando o acidente atinge a face e a boca ou quando existem doenças profissionais com manifestação bucal.
Perícias em sedes administrativas: O perito que atua em Sede Administrativa efetua perícias de convênio e aquelas emdemandas internas em instituições públicas ou privadas. O termo perícia neste caso não está bem empregado já que a palavra remete ao âmbito jurídico, cuja realização somente pode ser determinada por autoridade judicial. Em se tratando de convênios as palavras mais adequadas seriam “avaliação” ou “auditoria”.
Falsa Perícia: A falsa perícia, de acordo com o artigo 342 do Código Penal (Brasil, 1997), consiste em fazer afirmação falsa, negar ou calar a verdade, como testemunha, perito, tradutor ou intérprete em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral. O perito que, por dolo ou culpa prestar informações inverídicas, responderá pelos prejuízos que causar à parte, ficará inabilitado, por dois anos a funcionar em outras perícias e incorrerá na sanção que a lei penal estabelecer.
Se antes da prolação da sentença, no processo em que foi o crime de falsa perícia cometido, o próprio perito se retrata ou declara a verdade, o fato deixa de ser punido. Se a reparação do dano é feita posteriormente, mesmo que a decisão ainda seja passível de recurso, a retratação ou a declaração da verdade só terá efeito atenuante. Caso a falsa perícia seja feita mediante suborno, as penas aumentam de um terço.
Perícia contraditória: É aquela em que dois peritos não chegaram à mesma conclusão, ou seja, têm ideias diferentes sobre o mesmo fato.
Supondo que ocorram divergências entre os peritos será consignada no auto do exame de corpo de delito a opinião diagnóstica de um e de outro, ou cada qual redigirá separadamente a sua louvação (Art. 188, I, Parte do CPF), cumprindo à autoridade nomear um terceiro expert (Art. 180 2ª parte do CPP) o qual emitirá sua concludência após exame detalhado de duas conclusões divergentes.
Caso a opinião do 3º perito discorde das duas outras anteriores, o juiz poderá solicitar uma nova perícia, a qual deverá ser levada a efeito por outros peritos.
Persistindo as divergência (Art. 180, in fine do CPP), o juiz decidira por outros meios, MOTU PROPRIO, fundamentando sua opinião.
Assistente técnico: 
Em perícias para apuração de insalubridade e periculosidade é facultado às partes a indicação de Assistentes Técnicos, conforme previsto no art. 421 do CPC.
Ao ser indicado, a primeira função do Assistente Técnico é analisar o processo a fim de assessorar o Procurador do reclamado a elaborar os quesitos a respeito das questões que devem ser esclarecidas. Deve também, imediatamente, entrar em contato com o Perito do Juízo cientificando-o de sua indicação e colocando-se a disposição para o acompanhamento dos trabalhos periciais em data a ser previamente agendada. No acompanhamento da diligência pericial, ao Assistente Técnico, cabe:
Terminada a diligência, deve o Assistente Técnico solicitar ao Perito do Juízo a gentileza de fornecer-lhe uma cópia do laudo pericial com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas para que possa analisá-lo e, em caso de discordância apresentar o seu parecer. Após analisar o laudo oficial, em caso de discordância cabe ao Assistente Técnico apresentar o seu parecer e assessorar o procurador na elaboração de quesitos de esclarecimentos. Respondidos os esclarecimentos pelo Perito do Juízo, deve o Assistente Técnico analisá-los e, mais uma vez, se necessário, assessorar o procurador na elaboração de novos quesitos. O seu trabalho somente se encerra quando tiverem sido esgotados todos os aspectos a serem analisados.
Auditor: Auditor é o profissional que examina cuidadosamente com o objetivo de averiguar se as atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente, se estas foram implementadas com eficácia e se estão adequadas à consecução dos objetivos. O auditor pode ser externo ou interno. Atualmente, o auditor interno tem a função de fiscalizar os processos da organização, analisando os procedimentos para determinar quais são mais produtivos e adequados às áreas. Já o auditor externo tem como tarefa principal analisar e validar as contas e saldos de balanço. Além disso, distribui-se em várias ramificações: auditoria de sistemas, auditoria de recursos humanos, auditoria da qualidade, auditoria de demonstrações financeiras, auditoria jurídica, auditoria contábil, etc. Para trabalhar na área de auditoria é preciso ter diploma de graduação de curso superior em Ciências Contábeis.
Principais atividades: 
Outras:
-avaliar o ambiente de controle interno;
-auditar as contas com o objetivo de emitir um parecer dos auditores independentes prestarem contas das entidades de direto público.
O auditor pode atuar tanto no setor público como no privado, principalmente nas multinacionais. Nas empresas, normalmente ele começa em um escritório de auditoria externa, e com o decorrer do tempo, alguns profissionais tornam-se se auditores internos de grandes corporações. 
Laudo Pericial: “O Laudo é o parecer técnico resultante do trabalho realizado pelo Perito, via de regra escrito. Deve ser redigido pelo próprio Perito, mesmo quando existem Assistentes Técnicos”. Um laudo pericial é uma forma de prova, cuja produção exige conhecimentos técnicos e científicos, e que se destina a estabelecer, na medida do possível, uma certeza a respeito de determinados fatos e de seus efeitos. O laudo pericial é uma peça do processo, que deverá ser interpretada e avaliada pelo Juiz ou Tribunal, como qualquer outro instrumento de prova e de convencimento. É preciso que todos possam compreendê-lo. Seu texto deve ser claro, preciso e inteligível.

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