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1. A contribuição da História Integrada para nossos estudos de História do Brasil pode ser corretamente apontada em qual alternativa? a. Contar uma história do Brasil menos superficial, em que as conexões com os acontecimentos mundiais fossem estabelecidas; história mais rica, cheia de idas e vindas, num processo em que o Brasil não poderia ficar isolado. 1. A opção pela História Integrada como forma de organização das aulas de História precisa ser pautada por uma série de escolhas que dialogam com a sociedade contemporânea. Dessa maneira, c. A construção de noções de cidadania e conscientização do papel dos cidadãos na sociedade contemporânea buscando a formação da consciência histórica e política devem nortear a formação dos professores. 1. Em uma compreensão ampla, a ideia de História Comparada trabalhada por Marc Bloch pode ser explicada como: e. Estudar paralelamente sociedades vizinhas contemporâneas e constantemente influenciadas de forma recíproca. 1. Leia o texto e responda ao que se pede. “Narrar história é, antes de tudo, uma questão de identidade [...] a História não é o que, de fato, se viveu, mas sim o que se conta sobre o vivido e, principalmente, o modo escolhido para se contar”. (Morais, 2009, p. 202). d. A História é uma construção narrativa que passa pela identidade e assim como as coisas são narradas influencia profundamente em sua percepção. 1. Leia o texto e responda o que se pede. “[...] mostrar que os acontecimentos históricos estão o tempo todo interligados e que a interconectividade precisa e deve ser valorizada na explicação do professor. Um assunto não pode ser explicado sem o outro, e o outro não tem sentido sem a explicação do anterior. Não se trata do velho esquema de ‘causas e consequências’, nem mesmo de precisar de um item para que outro possa ser cronologicamente apresentado. Isso seria ingênuo e, na verdade, cairia na mesma postura de antes: conteúdos intercalados separados ou apenas articulados no trenzinho linear da ‘causa e efeito, causa e efeito’ [...]” (MORAIS, 2009, p. 202). A alternativa que melhor apresenta os conceitos do texto é: a. Interconectividade e usos integrados. 1. Os currículos de História não são estáticos, nem tampouco objetos neutros, produtos da elevada ciência imparcial. O professor de História precisa perceber que, em diferentes épocas, os currículos obedeceram determinados interesses e assim: b. Diferentemente do passado, mais recentemente os conteúdos, articulam contextos mundial, regional e local, num cenário de globalização das relações sociais, econômicas, políticas e culturais. 1. Podemos considerar que o uso da concepção de História Integrada envolve diversos desafios. As múltiplas experiências presentes na historiografia e também nos relatos de experiências de aplicação desse formato acabam por ressaltar a importância de se questionar determinadas visões históricas. Dessa maneira, c. Os professores não devem trabalhar com universos muito fechados e pontuais, mas sim ampliar suas perspectivas incorporando a comunicação com a realidade em seu entorno 1. Quando se afirma que as histórias coloniais não são lineares isso quer dizer que, a. As histórias são constantemente tensionadas pela existências de projetos alternativos e também pelas possibilidades de busca de alternativas. 1. “Uma análise de algumas obras didáticas recentes e com grande vendagem, para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, permite, por exemplo, identificar rápida e facilmente a diluição de conteúdos da história do Brasil. Apenas para exemplificar, em um rápido levantamento quantitativo, em um livro didático para o Ensino Médio, confeccionado segundo o atual modelo de volume único para as três séries, verifica-se que dos 42 capítulos apresentados, apenas 12 são efetivamente de conteúdos de história do Brasil. O mesmo pode ser observado em coleção para o Ensino Fundamental, no qual em um total de 168 capítulos organizados para 4 séries, existem apenas 30 relativos à história brasileira” (BITTENCOURT, 2003, p. 188). A partir do exposto podemos corretamente afirmar que: e. Apesar do esforço de modernização, a ênfase nos materiais é dada a História Geral e relativamente pouco cabe da história do Brasil. 1. “[...] aspecto de crítica que ronda a história integrada (e mais ainda a história intercalada) é o risco de tratar a história da América e do Brasil como meros apêndices da história geral, fortalecendo noções eurocêntricas que há muito são denunciadas na historiografia nacional” (CAIMI, 2009, p. 7). A preocupação fundamental apresentada relaciona-se com: d. A concepção de História apresentada como integrada esbarra na fraqueza da ideia de hierarquias. 1. A ___________ revela o sentido de pertencimento do indivíduo a um determinado grupo e aos aspectos simbólicos e materiais que determinam e revelam formas de viver e conviver, ligados, portanto, ao universo cultural. Citando Brandão (1996, p. 14), “contém tanto o modo como um povo se reconhece historicamente como os elementos de autodefesa com que estes mesmos grupos se afirmam diante das investidas de grupos hegemônicos. A questão (...) está presente, também, no modo com o Estado absorve e reinterpreta, em um projeto próprio, as reivindicações dos diferentes segmentos sociais”. A palavra que melhor preenche a lacuna é: a. Identidade. 1. Ao tratar da relação entre História e o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, podemos afirmar corretamente que: e. Deve existir a preocupação com a reafirmação de valores relativos à cidadania sem descuidar do que se conquistou na área ao longo das últimas décadas do século XX. 1. De maneira geral, podemos entender que, no estudo de História, a percepção da alteridade está relacionada com a: c. Observação de problemas relacionados a sociedades que vivem ou viveram de forma completamente diferente daquilo que se pratica no Brasil. 1. Lei no 10.639/2003 com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, em 2004. Sem sombra de dúvida, a lei representa um avanço ao possibilitar a construção de um multiculturalismo crítico na escola brasileira e, dessa forma: b. É reconhecida a luta histórica do movimento negro no Brasil visando a incluir no currículo escolar o estudo da temática história e cultura afro-brasileira. 1. No estudo da História, em determinados momentos, o recurso da construção de determinismos pareceu “seduzir” diversos pensadores. Afirmar a existência desses determinismos significa, fundamentalmente: c. Acreditar na existência de uma trajetória dos povos submetida às características naturais como condições climáticas e geográficas. 1. No estudo da história de diversas sociedades, em especial as africanas, um prob muito comum é a adoção da perspectiva: b. Eurocêntrica 1. O apelo ao individualismo favorece atitudes d competição q muitas vezes rotulam as pessoas, profissões, lugares, entre outros aspectos. Em um sentido um pouco diferente disso pode-se afirmar: “Todos os homens nascem livres. Todos os homens nascem iguais e têm, portanto, os mesmos direitos. Todos têm inteligência e compreendem o que se passa ao seu redor. Todos devem agir como se fossem irmãos.” Essas afirmações relacionam-se com: d. Declaração Universal dos Direitos Humanos 1. Quando fazemos a escolha de abordar a história da África, diversas são as questões importantes, é correto afirmar que: e. Apresentar aos alunos a história da África, da africanidade e das relações étnicas no continente africanoe quando pertinente também os aspectos relacionados ao Brasil. 1. “Evitar a naturalização das condições de desigualdade e injustiça é uma opção de análise. A Educação em Direitos Humanos trabalha na direção de criar uma cultura que respeite as diferentes dimensões identitárias, presentes historicamente na sociedade brasileira, seja no espaço nacional, seja no espaço regional ou local” (URBAN, 2015, p. 94). O texto presente indica: e. A valorização da diversidade étnico-racial. 1. “[...] Liberdade e igualdade passaram a ser pontos principais de respeito humano. Esse pensamento se alastrou por todo o mundo e, desde então, os homens começaram a se preocupar em escrever leis que estabelecessem esses princípios, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião ou opinião política” (HOESTLAND, 2002, p. 32). Em nível brasileiro, além das legislações criadas nos primeiros anos da década de 2000, cabe destacar o contido no Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos – PNEDH (2007, p. 17), afirmando que: c. A Educação em Direitos Humanos é compreendida como um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos. 1.Quando escolhemos trabalhar a abordagem de História da África é importante: c) Buscar reafirmar as diferenças e possíveis projetos alternativos. 2. O estudo da África, Atlântico, Índico indica que: a)Por esses meios, a resposta deve ampliar os estudos para além dos passados coloniais. 3. A Lei nº 10.639/2003 com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, em 2004, aponta para: d) A construção de um multiculturalismo crítico na escola brasileira, ao mesmo tempo em que reconhece uma luta histórica do movimento negro em nosso país. 4.África e os africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional são temas que nos permitem perceber que: e) As novas considerações estão contribuindo para a formação cidadã e para o combate a intolerância.