4:50 Progresso:15/20 5 horas AVALIAÇÃO – TEORIA E PRÁTICA DO CURRÍCULO – SEGUNDA GRADUAÇÃO 3 As teorias que tratam da formação da identidade também sofreram ressignificações com o decorrer das décadas, acompanhando o próprio desenvolvimento das ciências e da cultura humana. Assim, podemos dizer que temos, hoje, um conceito de identidade contemporânea, pós-moderna, que serve como balizador para as ações do currículo escolar. Hall (2006) utiliza três concepções de identidades para que possamos entender esse processo histórico de mudança sobre o conceito de identidade: EXCETO Sujeito do Iluminismo. Sujeito sociológico. Sujeito moderno. Sujeito pós-moderno. 3 Não tem mais uma identidade fixa, essencial ou permanente, vindo a ser composto não somente por uma, mas por várias identidades, algumas vezes contraditórias e não resolvidas. Assim, a identidade é formada e transformada continuamente em relação às formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos rodeiam. A identidade é definida historicamente, e não biologicamente. O sujeito pode assumir diferentes identidades, em diferentes momentos, que não são unificadas em torno de um “eu” unificado. O texto se refere a identidade do: Sujeito do Iluminismo. Sujeito sociológico. Sujeito moderno. Sujeito pós-moderno. 3 Com base nessas mudanças sobre o conceito das___________, podemos perceber com maior clareza a importância que tem o ________para a formação dessas identidades, uma vez que cabe a esse elemento proporcionar a contextualização das mudanças sociais e culturais que o mundo tem observado e, assim, promover que as múltiplas identidades dos estudantes sejam produzidas a partir das interações com o “outro”, com a percepção das _________e a reflexão crítica sobre o que desejam ser ou, ainda, como querem impactar o mundo e a sociedade a partir do que se tornarão. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. Identidades, currículo, diferenças. Diferenças, professor, igualdades. Identidades, currículo, igualdades. Diferenças, professor, diferenças. 3 Embora possa parecer algo simples, é preciso entender que a alteridade é fundamental para o despertar, para o reconhecimento de quem nós somos a partir do outro. Esse exercício de alteridade apresenta uma resistência por parte de muitos grupos culturais que ainda endossam as características da busca por um ser padronizado típico da modernidade. Ao analisar a alteridade e sua relação com a diversidade, Duschatzky e Skliar (2001, p. 120), destacam três versões discursivas que são utilizadas para tratar o tema nos dias atuais: Assinale a alternativa INCORRETA. O outro como fonte de todo o mal. O outro como centro do universo. O outro como sujeito pleno de um grupo cultural. O outro como alguém a tolerar. 3 Aqui, busca-se o exercício ambíguo da tolerância em que o que se tolera são os grupos, deixando de lado os aspectos dos indivíduos. Assim, é por meio da assimilação e do reconhecimento dos outros grupos que se consegue alguns direitos. A conquista da cidadania de judeus, operários, mulheres, negros e imigrantes significou um passo decisivo no terreno dos direitos humanos. Porém, o princípio do reconhecimento se sustentou na homogeneidade, na igualação, e não na diferença. Ser cidadão no caráter de indivíduo igual, e não no caráter de sujeito diferente, é o que precisa ser modificado. O texto se refere ao: O outro como fonte de todo o mal. O outro como centro do universo. O outro como sujeito pleno de um grupo cultural. O outro como alguém a tolerar.