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criatividade e inovaçao

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Wufoo 
 Questão 1: 
 
1) Segundo Snow (apud MONTEIRO, JR. (Org.), 2011, p. 6), “criatividade não é uma lâmpada na cabeça, como muitos 
desenhos animados a representam. É uma conquista nascida de intenso estudo, longa reflexão, persistência e 
interesse”. Isso foi demonstrado no panorama histórico sobre o estudo da criatividade, onde foram destacados 
períodos anteriores à década de 60 do século XX até os anos 2000. 
 
A partir do panorama histórico sobre o estudo da criatividade, analise as assertivas a seguir. 
 
I. Até a década de 1960, os estudos sobre criatividade centravam-se no sujeito e nas suas relações com o 
meio. Graham Wallas (1926) abriu caminho deixando estruturado um processo dividido em quatro etapas 
essenciais. 
 
II. Rhodes (1961) acrescentou o produto como parte do processo de criação e vislumbrou a inter-relação entre 
os fatores estudados separadamente pelos seus antecessores. 
 
III. Na concepção de Guilford, foi a distinção entre pensamento convergente e divergente, onde “o pensamento 
convergente parte de poucos pontos para chegar a um só destino, enquanto o pensamento divergente parte de vários 
pontos”. 
 
IV. Gerard J. Puccio enumera características dos estilos cognitivos: são estáveis ao longo do tempo, 
atravessam as áreas de vivência, são formados por um conjunto de características e não existem estilos 
melhores do que outros. 
 
V. Alexander Hiam, norte-americano especialista em marketing e criatividade, desenvolveu um método de processo 
criativo linear e flexível, que tenta não engessar a criatividade. 
 Questão 2: 
 
2. O panorama histórico sobre o estudo da criatividade mostra que as psicólogas norte-americanas Susan P. Besemer 
e Keren O’Quim vêm se dedicando a estudar a dimensão que analisa o resultado do processo criativo (MONTEIRO, 
JR. (Org.), 2011, p. 24 e 25). 
 
Com base nesse panorama, analise as afirmativas abaixo: 
 
(I) A criatividade “num sentido estrito, diz respeito às habilidades, que são características dos indivíduos criadores, 
como fluência, flexibilidade, originalidade e pensamento divergente, relacionando o processo aos fatores e variáveis 
isoladas e avaliadas”. 
 
(II) Tivemos um amadurecimento e desdobramento das teorias propostas nas décadas de 1960 e 1970. Torrance 
ampliou o número de componentes do seu teste e passou a incluir fatores como emotividade e senso de humor. 
 
(III) Tem-se estudado a terceira dimensão da criatividade e desenvolveram a Matriz de Análise de Produto 
Criativo. A finalidade desses estudos é fornecer um guia de referência para pessoas que trabalham com novas 
produções. 
 
(IV) Sidney J. Parnes começou a trabalhar com Osborn. Da parceria entre os dois resultou o método que ficou 
conhecido como Solução Criativa de Problemas (SCP), cujo objetivo principal é um método sistêmico, porém flexível 
para solução de problemas. 
 
(V) Osborn percebeu que o ambiente e a relação entre os indivíduos era algo a ser modificado no estudo da 
criatividade. E, ainda, que esta parte poderia ser expandida, quiçá ensinada metodologicamente. 
 Questão 3: 
 
Leia o trecho a seguir: 
 
Sternberg (1991) e Sternberg e Lubart (1991, 1993, 1995, 1996) formularam a Teoria do Investimento em Criatividade, 
considerando o comportamento criativo como resultado da convergência de seis fatores distintos e inter-relacionados, 
apontados como recursos necessários para a expressão criativa. 
Conhecimento, Motivação e Contexto ambiental. 
 Questão 4: 
 
Muitas pessoas associam criatividade a um dom especial, que apenas alguns teriam o privilégio de deter, mas a 
história do estudo da criatividade apresenta outra visão. As principais teorias formuladas para explicar a criatividade 
humana — desde as mais antigas, centradas no sujeito, até as mais recentes, que envolvem outros fatores como 
processo e ambiente — defendem a ideia de que a criatividade é algo que pode ser aprendido. Para demostrar isso, 
utilizamos uma linha do tempo para apresentar o panorama histórico sobre o estudo da criatividade. 
 
Analise as assertivas a seguir e verifique se o período está corretamente relacionado ao fato: 
 
I. Até a década de 1960, Alex F. Osborn percebeu que o ambiente e a relação entre os indivíduos era algo a ser 
modificado no estudo da criatividade. E, ainda, que essa parte poderia ser expandida, quiçá ensinada 
metodologicamente. 
 
II. Entre 1960 e 1970, Ellis Paul Torrance apresentou aquele que se tornaria o teste mais utilizado até hoje para 
medir a criatividade: o Teste Torrance de Pensamento Criativo. 
 
III. Entre 1970 e 1980, Silvano Arieti, médico e psicanalista, percebeu e argumentou que havia um momento no 
processo criativo que combinava os fenômenos do processo (centrados no sujeito) e o ambiente como parte 
importante nesse processo. 
 
IV. Entre 1980 e 1990, Sternberg e Sternberg e Lubart formularam a Teoria do Investimento em Criatividade, 
considerando o comportamento criativo como resultado da convergência de seis fatores distintos e inter-relacionados, 
necessários para a expressão criativa. 
 
V. Entre 1990 e 2000, Robert J. Sternberg (1988), em sua formulação inicial de uma teoria da criatividade, destacou 
alguns atributos internos do indivíduo que contribuem para o funcionamento criativo: inteligência, estilo cognitivo e 
personalidade/motivação. 
Questão 5: 
 
Alexander Hiam, norte-americano especialista em marketing e criatividade, desenvolveu um método de processo 
criativo não linear e flexível, que tenta não engessar a criatividade. Ele criou um tipo de organograma que se divide em 
sete etapas básicas. 
“Reconhecer insights”, “gerar alternativas” e “escolher alternativas”.

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