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ECOLOGIA ORGANIZACIONAL ECOLOGIA POPULACIONAL DAS ORGANIZAÇÕES Michael T. Hannan Stanford University John Freeman University of California – Berkeley Definições A Teoria da ecologia Organizacional (TEO) procura entender os ambientes em que as organizações estão situadas e identificar o motivo da existência de tantas diversidade de organizações. Diversidade das organizações Dificuldades das organizações (restrições) Surgimento e o desaparecimento contínuo das organizações. Teoria da Ecologia organizacional A TEO é baseada na teoria da seleção natural de Darwin. “A variabilidade das espécies promove caracteristicas que diferem um ser do outro, características essas que se mostram adequadas ou não para cada tipo de ambiente. Processo de seleção natural As características mais adequadas ao tipo em que vivem, têm maiores chances de sobreviver e se reproduzir, passando adiante essas características. As espécies menos favorecidas pelo ambiente, não possuem condições de adquirir tais características, tedendo ao desaparecimento. As espécies que predominam são aquelas selecionadas pelo ambiente por possuirem características mais favoráveis nesse meio. Aplicação da Teoria da seleção natural de Darwin nas organizações Michael Hannan e John Freeman criam o conceito de Teoria da ecologia organizacional. “O ambiente seleciona a organização independente dos esforços para se adaptarem, pois esses esforços não influenciam os fatores ambientais. Só as mais adpatadas sobreviem Nas mortes e falências das organizações, diferente de algumas teorias da administração (teoria da contingência) por exemplo que dizem que as organizações não se adaptaram a seus ambientes, a TEO elabora um conceito que as organizações são selecionadas por eles. Desse modo, as organizações têm pouco a fazer a respeito. Dois conceitos chaves Inércia estrutural: Afirma que não adianta uma organização tentar se adaptar ao seu ambiente , pois elas possuem limitada capacidade de mudança e tendem a continuidade. Pressões internas: Pressões externas: Conceitos chaves RACIONALIDADE LIMITADA 2) A ideia que as mudanças não podem ser controladas e que o gestor possui limitada capacidade de atuação. Dinâmica multipla do ambiente: O ambiente muda mais rápido que as mudanças estratégicas das empresas. Desconctinuidade na análise ecológica Organizações adaptáveis sobrevivem ou não. 1- Dependem da natureza do ambiente 2- Situação de competição O princípio do isomorfismo A diversidade das formas organizacionais é isofórmica à diversidade dos ambientes. Contingencial ambiental distinguível Equilíbrio Modelagem múltipla e dinâmica dos ambientes. Forma encontrada otimamente adaptada as Demandas do ambiente. Teoria da Competição O enfoque na seleção provoca em ênfase na competição. Princípio da exclusão competitiva: Duas populações não podem ocupar continuamente o mesmo espaço (ocupam o mesmo espaço quando usam recursos ambientais idênticos. Quanto ˃ a similaridade de 2 competidores de recursos limitados ˂ a propabilidade de um único ambiente possa manter os 2 em equilíbrio. Nicho È aquela área no espaço restrito O cujas as dimensões são os níveis de recursos no qual a população compete com todas as outra populações. “Quais as formas que conseguem sobreviver e quais as formas desaparecem? Quais sobreviverão Generalistas ou Especialismo? Nucleação rústica o estado de duração do ambiente é longo. Nesse caso o generalismo é uma ótima estratégia. Nucleação Fina: Duração curta dos estados ambientais para organizações, neste caso a população que se especializa serão favorecidas. A organização que tentar se adaptar a cada resultado ambiental gastará mais tempo para justar-se estruturalmente em pouco tempo na ação direcionada a outro fim. Especialismo Exemplo: Gama Filho x Fucape